quinta-feira, 6 de julho de 2017

Quando a R+enamo atacou Maputo em 1985

A Propaganda!
Existem alguns documentos (raros) da Renamo que relatam e até contrariam a versão oficial de algumas batalhas havidas no conflito de 76-92. Abaixo transcrevo (foto 1) a versão da Renamo sobre a explosão, em 1985, do Paiol, em Maputo, na altura tida como acidental.
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MAPUTO SOB FOGO DA RENAMO
Explodiu o maior paiol de Moçambique

Era a tarde de 25 de Setembro de 1985. Data festiva para a Frelimo. Dentro de algumas horas, o ditador Samora Machel discursaria perante a tribuna das nações Unidas. O discurso inicial previsto, deveria referir-se a situação militar no “seu” país e a derrota dos bandidos. Há precisamente um ano tinha também passado já a data em que a Frelimo anunciara que seria o marco do fim dos bandidos armados. “No dia 24 de Setembro de 1984, nem mais um bandido”, berrava em Maputo a propaganda do regime, durante os primeiros meses desse ano, principalmente apos a inglória manobra política de sobrevivência que foi o tal Acordo de Nkomati, fruto dos enganos e ilusões da Frelimo, de que a guerra civil vinha do exterior.
Os meses passaram-se. Mesmo com a subserviência a Pretória e o consentimento na bantustanização do estado moçambicano que o Acordo com a África do Sul e a mais forte dependência a Pretória vieram proporcionar, Maputo não conseguiu (nem mesmo com o auxilio maciço de contingentes estrangeiros) travar o avanço da luta de guerrilha. As promessas de Machel, mais uma vez teriam que ser esquecidas.
Pelo contrario, a Renamo avisou que ia levar a guerra a Maputo. Conseguiu-o. Apesar da invasão de tropas estrangeiras em território nacional, apoiando a Frelimo. Duas semanas antes do 25 de Setembro de 1985 foram deixados diversos panfletos alertando que a acção dos nossos combatentes se iria fazer sentir em todos os bairros de Maputo, como veio a suceder.
Durante o dia 25, vários foram os ataques a diversos bairros da capital, envolvendo por vezes artilharia, e a que a Frelimo foi também obrigada a responder com armamento pesado. Matola, Matola-Gare, Mafalala, Infulene, Machava e Benfica, foram algumas das zonas mais atingidas. Ao princípio da tarde dá-se o ataque a zona de Benfica, dirigindo-se parte das forças de guerrilha para junto do paiol ai localizado. Muitas centenas de toneladas de explosivos e munições estavam la armazenadas. Um pequeno grupo logra neutralizar a guarda e introduz-se nas instalações. Já o primeiro tinha principiado contra outras instalações militares nas imediações. A parte os estragos causados com a colocação de cargas explosivas pelos comandos da Resistência, em especial em instalações subterrâneas, uma verdadeira chuva de obuses de morteiros e artilharia iria centrar-se sobre os alvos a superfície.
As populações abandonam o local levando nas mãos os panfletos entregues pela Renamo. Os cogumelos de fogo e a metralha começam a elevar-se em ondas sucessivas é o fim completo do maior paiol de Moçambique. Nada igual tinha antes acontecido. As explosões ai registadas em 1974 não atingiram qualquer proporção grave, comparando com o que se passou em 25 de Setembro de 1985. Nos últimos anos, com efeito, os soviéticos tinham abastecido, e muito bem, os vários quartéis e paióis do exército moçambicano. As centenas de toneladas de explosivos e armamentos que haviam empilhado em Benfica já não servem, porém, para nada..
In 'A LUTA CONTINUA !', n.º 06 (Agosto / Dezembro de 1985, pp. 8-9)
Nota: Depois da Revista “A Luta Continua” a Renamo passou a imprimir a “Novos Tempos” onde se encontram as informações que podem ajudar a reconstruir a sua História
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38 comentários
Comentários
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Eusebio Eusébio A. P. Gwembe por isso aqueles madalas, claro ja cansados, nao toleram Afonso Afonso Dhlakhama e a poderosa Renamo foram batidos mto mal. Vivi na cidade de maputo na altura em que esteve sitiada. Fui a samalanga estagiar em 83 na pedreira da cimentos de Mocambique o ambiente ja estava turvo.
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2
· Ontem às 16:29 · Editado
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Sitiada, quando isso??? Maputo nunca esteve sitiada, havia ataques cada nas estradas, mas nao se ppde classificar de sitiada ou cercada...o ataque ao bairro dos pescadores, t3, por ai, eram ataques que sucediam uma vez, depois paravam muito tempo
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Qual é a via de acesso a maputo nao precisava de coluna, Lyndo A. Mondlane?
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane O facto de necessitar coluna nao significava assedio, eu mesmo viajei varias vezes sem coluna, incluso era mais seguro fora da coluna.. q se convertia em ratoeira, naquele dia q assassinaram mais de 300 pessoas em maluana, teria sido melhor ir sem coluna..,
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Viajavas para onde sem coluna? Quem limpou toda vegetaçao nas duas margens da estrada de manhiça ate ao desvio de magude e porque?
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Por vezes, era bom fazer avariar o carro so para nao estar na coluna. Concordo Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Ia a manjacaze... sim Eusébio A. P. Gwembe, mas porq nao havia interesse em proteger a coluna, naquele tempo tinhamos helicopteros mi-18 e 24, os famosos hindi, se tivesse havido interesse, bastava alocar 2 helicopeteros daqueles a vigiar a coluna, ninguem tocava nenhuma coluna ai.. mas prontos...
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Os Helicópteros serviam para fazer passear os generais e seus familiares
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Mal Alvaro Guimaraes.. aqueles hindi, sao proprios contra guerilha, porque ate podem atacar, mas nao sairao vivos, ai reside o segredo, agira com os KA52, é outro nivel
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Já te respondi Lindo. Era para passear os generais. Os abusos não começaram com o sábio leader mais recente. Desde que os camaradas tomaram o poder que este esquema foi montado.
O último Pai da Nação tentou legitimar isso mas acabou por se dar mal.
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos E como se explica a renamo atacar cercanias de maputo? vinha do donde? Onde estavam os tais hindis, Lyndo A. Mondlane?
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Alvaro Guimaraes quanto o ataque à um autocarro dos TPU em frente uma fábrica de pilhas, o relatorio enviado a ONU afirma que era obra dos BA. Tenho-o algures
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Os Helicópteros serviam para transportar os generais
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Eduardo Domingos dizem que a Renamo infiltrou-se por meio de vendedores de carvao :)
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Generais que iam roubar gado bovino, Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Ok Eusébio. Mas não inválida o que postei. Casos de assaltos a lojas e camiões foram executados por "soldados descontrolados" das FPLM
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Descobriram isso depois de quanto tempo, eusebio Eusébio A. P. Gwembe?
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Eduardo Domingos roubar ou levar, dado que alguns eram comidos pelas feras em virtude de os donos os terem abandonado!!! :)
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Também conheço casos desses Eduardo
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Roubar, muitos ficaram ricos com roubo de gado.
Nhecuta Phambany Khossa
Nhecuta Phambany Khossa Uma grande mentira dessa revista da Renamo. Propaganda típica da época.
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3
· Ontem às 16:27
Daniel Omar
Daniel Omar Bem haja Eusébio A. P. Gwembe por partilhar lembro me desse dia em Maputo, foi o alvoroço. Bem desconfia que tinha dedo dos bandidos armados essa explosão do paiol quiseram encobrir a todo custo
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3
· Ontem às 16:34
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Qual é a sua versao, Nhecuta? Tera a Renamo se aproveitado do acidente para chamar a medalha para si?
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3
· Ontem às 16:37
Nhecuta Phambany Khossa
Nhecuta Phambany Khossa Sem dúvida. Note que nessa altura, Jorge Costa ex boss da secreta moçambicana, fugitivo na RSA, andava a enganar os sul africanos com informação falsa, que depois era usada para a propaganda. Até se disse que o General Hama Thai era vietinamita.
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Ecce homo, Jorge Costa. Tenho algum escrito (a mao) por ele sobre a morte de Simango.
Nhecuta Phambany Khossa
Nhecuta Phambany Khossa Curiosamente, vivia na casa onde actualmente é a sede nacional da Renamo, em frente a USTM.
Becane Sibia
Becane Sibia · 8 amigos em comum
Quem queimou aquele paiol foi a Renamo. Existem até hoje antigos guerilheiros que estiveram envolvidos e por fim foram ficar na baze de Kahokoza e hoje vivem de cultivo em Catuane distrito de Matutuine. Contam isso como se tivesse sido ontem
Candido Junior
Candido Junior Queimaram o paiol e depois fugiram... se a luta era "libertar" o país porque é que não se dixaram estar por lá e declarar o norte de Maputo como "zona libertada"?
Sidonio Pedro
Sidonio Pedro Claramente Eusebio Guambe, como alias tentou fazer com o acidente de M'buzine.
Daniel Omar
Daniel Omar No acidente de Mbuzini nas bases do MNR inclusive onde estava o rider houve muita gente a chorar a morte de papá Samora ouvia pela rádio
Oreste Muatuca Muatuca
Oreste Muatuca Muatuca Nhecuta Phambany Khossa, não vai querer nos convencer que nem acredita na existência da renamo? Se há factos, porquê negá-los?
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Foi numa tarde e é verdade que Samora esteve fora do pais. Foi alvoroço total
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1
· Ontem às 16:37
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Me lembro disso muito bem. A nomenclatura estava numa festança de um data qualquer no hotel Rovuma qdo o paiol foi pelos ares.
Foi a segunda vez que isso aconteceu. A primeira foi pouco antes do 7 de Setembro dos "Ficos"
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Daniel Omar, nao houve mao da renamo ai..
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1
· Ontem às 16:39
Heleno Bombe
Heleno Bombe Foi uma tarde cinzenta depois de muito calor
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1
· Ontem às 16:40
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Eu vivia na polana, ao lado da ppnta vermelha, pelo q nao tinha onde ir...kkk
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3
· Ontem às 16:40
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Podias ir ao clube naval
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Kkkk, as pessoas, vinham dos bairros urbanos em direçao a ponta vermelha, mas como eu sabia q ai nao havia proteçao nenhuma, fique em casa assistir aquele espectaculo
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Ha muita verdade nisso, porque todo mundo de Catembe apartir das 17hrs tinha que atravessar a baia pra a grande cidade, os de benfica, liberdade tinham que vir dormir no jardim.
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1
· Ontem às 16:42
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Eu assisti várias vezes a ataques à Catembe do prédio 33 andares onde vivia um amigo meu
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Eu tambem ja vi obuses pelos ares nas noites de Catembe.
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Ao menos a maldita chegou onde a Freli nao chegara durante a Luta Armada de Libertaçao Nacional. Foi obra, Eduardo Domingos :)
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Isso mesmo, os turras nem uma vila conseguiram sitiar
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Mas como ganharam a independência pensam que tem generais geniais o que não é o caso.
Candido Junior
Candido Junior OS bandidos faziam incursões aos bairros da orla de Maputo para roubar alimentos nas cooperativas de consumo e nunca atacavam quarteis!...
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Nunca, ou quase nunca..
Francisco Moiane
Francisco Moiane · 12 amigos em comum
"Mas como ganharam a independência ..." e acha pouco Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Claro que não caro Francisco Moiane. Sugiro que leia de novo o que escrevi.
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane E fugiam da democracia,nao ves contradiçao ai mano mingos???
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1
· Ontem às 16:45 · Editado
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Que contradiçao, fugiam das milicias daquela organizacao de base criminosa que sempre procura alguem para pagar mico qdo leva nos chifres.
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Kkkk, mas quem atacou o bairo dos pescadores nao eram.os de tanzania..kkkk esses fugiam da democracia, me contava um.amigo de manhiça q tinha medo da democracia e liberdade e se refugiava no quartel dos opressores...kkk
Daniel Omar
Daniel Omar Lyndo A. Mondlane fugiam da democracia feito a bala e espingarda como sempre apanágio da MNR. Linda a " democracia" que se vivia nas bases da MNR onde só havia foto do grande "rider" hehehehe qual Kim Il Sung
Daniel Omar
Daniel Omar Essa gente não faz a mínima ideia do que foi a guerra movida pelo MNR quase um milhão de pessoas foram mortas grande 90 por cento da responsabilidade dos " democratas" da faca e catana. O curioso é que as pessoas fugiam das bases dos "democratas" gordas de tanta.... fome kkk a boa comida era para os chefe. O povo servia para curar os feridas e vivia a pão e água
Daniel Omar
Daniel Omar Sem falar nas crianças-soldados que eram obrigados muitas vezes drogadas para irem as suas aldeias queimarem as casas e matar os próprios pais e irmãos
Oreste Muatuca Muatuca
Oreste Muatuca Muatuca Era a guerra. Guerra é sempre guerra. E, como eu penso, nunca há motivos para a guerra. Outra coisa: há guerra quando há, no mínimo, 2 adversários ou inimigos. Quando um não quer dois não lutam. Nessa guerra houve dois beligerantes (até agora há) que decidiram dizimar o povo (até hoje dizimam) em nome de coisas boas(?): independência, democracia, blá blá...
Daniel Omar
Daniel Omar Não fosse o AGP de Roma a MNR era bem capaz de fazer ataques a Cidade de Maputo. Uma das ideias do grande "rider" disse ele era colocar um canhão sem recuo em Catembe para bombardear a capital. Os embaixadores ocidentais iam pernoitar na RSA
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1
· Ontem às 16:48
Daniel Omar
Daniel Omar Faziam a vida de dia e a noite para Johannesburg para ficarem a salvo de qualquer ataque kkk. O pior era nós os de Maputo que não tinhamos para onde fugir. Iam transformar Maputo em Aleppo
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane nao podia, entre outras coisas porque tinhamos uma das melhores força aerea de africa, seriam bombardeiado, disparariam uns quantos obuses durante unas 2 horas, depois seriam arrasados... era absurda essa ideia..
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane A unica forma de assaltar maputo era com.apoio directo da africa do sul, nao havia capacidade de tomar maputo.. aquele dispara, mata e foge, sim q era possivel,mas uma grande ofensiva como de idriss deby no chade, ou frente patriotico ruandes de kagame, ou de desiré kabila, nao houve porq nao havia capacidade..
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3
· Ontem às 16:51 · Editado
Daniel Omar
Daniel Omar É verdade o que dizes, tanto é que nunca em 16 anos de guerra tiveram capacidade de tomar um distrito se quer. Diferentemente da Unita que chegou a controlar grandes cidades de Angola como Huamba, Benguela. A Unita tinha para além da vertente militar, a vertente da administração, educação, saúde para suportar
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane A unita tinha um exercito regular, .. era outra coisa, quando leio a tomada de andulo por parte das FAPLA, foi muito dificil, havia 3 aneis de segurança com tanques, armas armas atiaereas etc...
Daniel Omar
Daniel Omar Além da guerra Savimbi nas áreas dominadas pela Unita, a preocupação era que os membros se formassem ao contrário do grande rider que mantinha um exercito de famintos e descamisados. Onde apenas ele era colocar o gordinho, as pessoas nas áreas do MNR no aspecto pareciam etiopes quando a seca e a fome assolou aquele país
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Mas se ele é semianalfabeto, como vai querer q os demais estudem.. savimbi era intectual.. e tenho entendido q cobsuderava dlakama criminal, nunca houve contactos ou sintonia entre ambos
Daniel Omar
Daniel Omar Para Savimbi ai de quem compara se Dhlakama com ele, era quase como insulto. Savimbi não queria ver o seu nome a uma pessoa que cometia crimes contra a humanidade como o rider ordenava os seus capachos.
Daniel Omar
Daniel Omar Muitos jovens nascidos depois do AGP fazem ideia das barbaridades que Dhlakama e seus homens cometeram, vão na conversa de que é o "pai" da democracia. Basta dizer que foi dez vezes pior que Matsangaissa
Daniel Omar
Daniel Omar Eu só me rio. Perdoei mas não esqueço nem Dhlakama nem Renamo terão algum dia um voto meu
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Acho que Savimbi via em Djaka um concorrente aoıs fundos americanos. A divergencia foi mais economica do que ideologica
Clementino Raice
Clementino Raice Nao ha santos numa guerra sangrenta...
Daniel Omar
Daniel Omar Nada disso Eusébio A. P. Gwembe tinha a ver com o tipo de guerra que Dhlakama movia contra civis, sem do nem piedade. Decepar pernas, braços, orelhas por ai fora
Daniel Omar
Daniel Omar Clementino Raice não há santos mas havia que era o diabo, a população tremia só de saber que a MNR rondava a área
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Ideologica tambem Eusébio A. P. Gwembe, savimbi era um.maoista, ou seja um comunista no fundo, na luta de libertaço recebia apoio de china, e Mpla da URSS, mas savimbi era pragmatico, ppr isso acabou nos americanos, dlakama nunca teve ideologia como tal, apenas um bandoleiro a mando de forças estrangeiras
Daniel Omar
Daniel Omar Exactamente Lyndo A. Mondlane há um vídeo no Youtube que mostra o rider a prestar contas aos patrões, a falar de destruição de pontes e infraestruturas como se fosse algo normal. Esta em inglês
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Criminal aquele
Daniel Omar
Daniel Omar Não digas isso é o pai da democracia kkkkkkk
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Depois deus nem existe, um rayo, nao viria nada mal.. mas nada, por isso sou ateu...
Daniel Omar
Daniel Omar Chamam os seus apaniguados chamam ele de Obama de África kkkk qualquer semelhança entre um e outro é pura ilusão e delirio
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Jkkkkkk obama estudou em harvard.. todo um intectual..kkk
Daniel Omar
Daniel Omar O rider é licenciado em ciência política diz ele
Antonio A. S. Kawaria
Antonio A. S. Kawaria Só para o Daniel Daniel Omar. Vc só sabe da barbaridade dos guerrilheiros da Renamo e nada das FPLM? Você sabe dos famintos da Renamo e nada dos leões da floresta?
Eu sei de ambos os lados.
Daniel Omar
Daniel Omar então conte nos a sua versão Antonio
Sancho Alfredo
Sancho Alfredo Isso é mentira.
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· Responder · Ontem às 16:53
Sergio Serpa Salvador
Sergio Serpa Salvador Assim já argumentou? Kkkkkk
Sancho Alfredo
Sancho Alfredo Não preciso encher a página.
David Jairosse
David Jairosse Bem Haja Eusébio A.P.Gwembe, Pela Informaçao E Actualizaçao, Eu Nessa Altura Era Um Pouco Pequeno, 1985 Não Tive Noção Oqui Acontecia' Apenas Com 48 Meses De Vida, Não Seria Capaz De Ficar Actualizado!
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· Responder · Ontem às 16:56
Adriana Dos Santos
Adriana Dos Santos O Eusébio A. P. Gwembe , também na altura era miúdo mas graças as pesquisas tudo é possivel.
Daniel Omar
Daniel Omar O grande "rider" aproveitou se do desanimo que se tinha apoderado das FPLM e uma rede de informadores que ele tinha na polícia, exercito. O Homem antes de acontecer qualquer operação de grande envergadura escapulia se das bases com as motas atraves de atalhos de dificil acesso por blindados.
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· Responder · Ontem às 16:57
Jeremias Chilaw
Jeremias Chilaw Temos outras fontes ou esta basta?
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Aquilo foi o mesmo acidente de 2005... nada fora do comum
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Ha muitas, inclusive o Jornal Noticias do sia seguinte, penso, reportou
José de Matos
José de Matos Eusébio A. P. Gwembe , a propaganda do Noticias era diferente da propaganda da Renamo ?
Jeremias Chilaw
Jeremias Chilaw Se em 1985 a RENAMO era capaz de fazer ataques a Capital, porque volvidos mais 7 anos nao conseguiu ocupar nem uma capital provincial? Alias, quantas capitais distritais a RENAMO ocupou em 16 anos.
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe José de Matos dizia que foi acidente, tal como havia reportado sobre o acidente da Munhava. Mas estou focado nos documentos da secreta do Apartheid e da Secreta Rhodesiana. Jeremias Chilaw, estara a querer insinuar que a Renamo nao atacou a capital? Come-on
Jeremias Chilaw
Jeremias Chilaw Nao, nao estou a sugerir nada, mas como alguem que teve a sorte de estudar a guerra e a geoestrategia, sei de uma coisa: quem chega a invadir a capital, nos moldes em que se diz aqui, ganha a guerra e nao precisa de muito tempo. Se que a RENAMO cjegou em bairros como Tsalala ou Mahlampsene, mas Mafalala, onde eu cresci, nunca ouvi falar de ataques da RENAMO. Penso que para quem analisa a historia com intencao de apurar a verdade deve ter outras fontes que nao sejam dos protagonistas.
Daniel Omar
Daniel Omar A RENAMO já estava na Machava , Texlom, Liberdade na periferia da capital, era uma questão de dias a chegar no centro da cidade
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Jeremias Chilaw acho que aqui todos concordam terem acompanhado ao vivo os ataques da Renamo. Veja o comentario de Alvaro Guimaraes enquanto estava na 33 ou de Lyndo A. Mondlane na Polana. O nao ter ouvıdo nao sıgnifica nao ter havido. Quanto a invasao final, as outras fontes e que nao sao poucas dizem que Dhlakama tinha ordens para nao invadir e isso é muito conhecido no meio academico. Alias, houve um famoso postal em que Dhlakama aparecia com a cidade de Maputo atras e que criou panico no meio militar.
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Olhe Eusébio um dos ataques a que assisti na Catembe foi por volta das 11 da manhã num domingo. Viam - se as explosões dos obuses.
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Sim mas so causaria sangria, para tomar a capital teria necessitado a metade dos seus homens ou srja uns 20.000 homens, nao se toma uma cidade de 1 milhao de habitantes com poucos homens, sem apoio directo dos sul africanos nao havia como, causaria mortos, ademais tem em conta q maputo é uma cidade hostil a renamo, assim q era mais facil o trabalho do governo, outra coisa era beira q podia.. questoes militares Eusébio A. P. Gwembe...
Daniel Omar
Daniel Omar Ordens de quem e porquê Eusébio A. P. Gwembe ?
Daniel Omar
Daniel Omar Eu tinha um tio na Machava Socimol tinha que vir dormir a minha casa na Baixa da Cidade de certeza que não era porque lhe apetecia
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Na cidade da Matola houve um ataque à um autocarro dos TPU em frente uma fábrica de pilhas muito conhedida na época dentro da Matola portanto. Mas não está claro que foi a Renamo. Elementos das gloriosas FPLM - Leões da Floresta faziam assaltos que depois eram imputados aos irmãos. Seria bom que alguém estudasse isso também.
Daniel Omar
Daniel Omar Meu velho já estava a pensar enviar nos para Portugal para fugir, o pânico e o nervosismo já começava a instalar se na capital
Sergio Serpa Salvador
Sergio Serpa Salvador Jeremias Chilaw, os ataques da Renamo à capital são um facto. Não é por não teres conhecimento dos mesmos, que eles deixam de ser uma realidade. Leia revista tempo, dos anos 85/90, iras encontrar esta informação. Porém, uma coisa é certa, não seria...Ver mais
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Isso Alvaro Guimaraes , um exercito indisciplinado, é o q estamos ver incluso em gorongosa hoje...
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Não é um exército incompetente. É um exército comandado por GENERAIS IGNORANTES
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Sergio Serpa Salvador, recordo o bairro dos pescadores, e iso q eu estava em cuba.. pelo q nao vivi
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane O exercito russo do general chamanov era precido, sem disciplina, saqueadores etc... ja nao o exercito q venceu georgia ou o de crimeia, disciplina...
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe No dia 8 de Novembro de 1985, a Vila de Ulongue (Tete) foi ocupada pela Renamo, Jeremias Chilaw. O Noticias de 11 de Novembro daquele ano reportou e acho que guardo a copia. Havia sedes distritais ocupadas e em Sofala, ate 1997 havia outros que ainda nao tinham sido entregues o que criou o famoso problema da dupla administraçao. O Jornalista Marcelo Mosse fez excelentes reportagens sobre Maringue que useı para um trabalho la para 2005
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Sabe Eusebio eu trabalhei na agricultura quase toda a minha vida. E estive no mato muito tempo.
Vi e ouvi estórias de fazer chorar o diabo. A podridão deste regime vem de longe.
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Lyndo A. Mondlane a disciplina de qualquer exercito é o garante da vitoria
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Isso aqueles homezinhos de verde de crimeia, eram tudo o q deve ser um exercito, darei um exemplo, em machulane,.manjacaze, havia um quartel onde imperava a ordem e disciplina, a renamo nao conseguiu assaltar a ultima tentativa deixou mais de 50 baixas, contra 1 do exercito.. aqueles soldados eram amados pelo povo da zona, era outro nivel
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Sabe Eusebio o que me faz espécie é ver jovens que não viveram aquela maldita guerra (e ainda bem) a tentarem branquear este período negro da nossa história. As razões podemos perceber...
Daniel Omar
Daniel Omar Temos que ter em conta em muitas partes do país as FPLM eram vistas como forças invasoras devido a forte propaganda da MNR, as pessoas davam cobertura aos BA' S para se esconderem do exército. A Renamo tinha o povo das aldeias reconditas de Moçambique na mão, muitas deles de coerciva
Jose Valentim Captine Manguel
Jose Valentim Captine Manguel Saibam k kem fez perder os valores Morais das mulheres foram fplm e milicianos criados por machel para confundir o povo do verdadeiro inimigo.
Joao Cabrita
Joao Cabrita Alvaro Guimaraes, falei com várias pessoas que viajavam nos aurtocarros Oliveira (Maputo-Namaacha-Maputo), e ainda camionistas que abasteciam as embaixadas e alguns ministérios em Maputo. Os ataques eram sempre nos trajectos Namaacha-Maputo, e Ressano Garcia-Maputo, que era quando ocorria o transporte de mercadorias. Muitos dos ataques foram lançados perto de posições da FPLM. As tropas do governo ganhavam mal, não recebiam apoio logístico (o calcanhar de Aquiles das FPLM, conforme reconheceu Machel) e por isso a solução era emboscar camiões com mercadorias e viaturas civis. Por vezes simulavam-se ataques da renamo. Situação idêntica passava-se na EN1. A comunicação social na altura atribuía sempre a responsabilidade aos «BAs». Convinha aos comandos militares em Maputo e a unidades no terreno atribuir essa responsabilidade à Renamo por estarem envolvidos no esquema de assaltos a camiões com mercadorias, e a carros que vinham com géneros de Nelspruit/Komatipoort e Mbabane/Manzini. Houve ainda casos pontuais, como o da emboscada em que morreu o juiz Kutumula e esposa, pais de Alberto Kutumula, ministro dos desportos, na estrada da Matola. De imediato, o «Notícias», citando fontes das FPLM, responsabilizou a Renamo, mas durante as pesquisas que efectuei para publicação de um estudo em 2000, constatei que a emboscada em que morreu o Juiz Kutumula foi da responsabilidade de altas patentes das FPLM envolvidas na venda de motores de aviões da Força Aérea, durante a presidência de Joaquim Chissano. O Juiz Kutumula investigava o caso quando foi baleado mortalmente.
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3
· 4 h · Editado
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Milicianos até pode ser, mas as FPLM eram a versao anterior das FADM, Jose Valentim Captine Manguel
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Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Joao Cabrita o caso do Juiz ficou claro que foi obra mal orquestrada! Uma tentativa, bem conseguida, para intimidar o judiciario
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· 23 h
Jeremias Chilaw
Jeremias Chilaw Entao, se bem percebo, a RENAMO nao era a protagonista dos ataques, mas sim as proprias forcas do governo?
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Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Isso aconteceu um pouco por todo o lado João Cabrita. Os camiões das Calamidades (volvos vermelhos) eram atacados em locais e circunstâncias estranhas. Seria bom que alguém tentasse recolher informações e escrever sobre isso. Desafio o Eusébio a fazê lo.
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Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane em alguns casos sin infelismente Jeremias Chilaw
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Joao Cabrita
Joao Cabrita Jeremias Chilaw houve ataques de ambas as partes, designadamente emboscadas, mas os casos que citei nos trajectos Ressano Garcia/Maputo e Namaacha/Maputo envolviam principalmente tropas do governo. Na estrada Namaacha/Maputo, à saída da vila, há um marco a assinalar onde morreram freiras de um convento situado na Namaacha. Entrevistei religiosas na Namaacha que me asseguraram que o caso fora da responsabilidade de uma unidade das FPLM que guarnecia a estrada.
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· 23 h
Joao Cabrita
Joao Cabrita Alvaro Guimaraes, o Eusébio A. P. Gwembe sabe mas não publica - de momento está a defender os ladrões sob fogo da Kroll.
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Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Obrigado Lindo. já estava a responder ao Jeremias.
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· 23 h
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Joao Cabrita um pouco raro, a venda dos motores ocorreu ja depois do acordo geral de paz, nao sei quando foi assassinado o juiz, mas ja nao podia ser a renamo, talvez bandidos comuns, ou como dizes os vendedores dos motores
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· 23 h
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Isso já é provocação João Cabrita
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· 23 h
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane em gaza a maioria dos ataques eram da RENAMO, isto porque em alguns casos o execito perseguia (a pé) e havia combates, pelo que nao vejo o exercito a combater contra o exercito...
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Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Hehehehe, Joao Cabrita, isso é maprovoco. Os "ladrões sob fogo da Kroll" nao precisam de defesa, eles nao teem medo.
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Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Sim foi no tempo de chissano e durante a guerra. Houve um caso mal parado de motores soviéticos (Migs e MI) que deram sumiço da base aérea e foram vendidos aos "racistas sul africanos" pelos nossos respeitáveis generais. E é verdade que o Juiz encarregue deste caso morreu de morte macaca
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· 23 h
Jose Valentim Captine Manguel
Jose Valentim Captine Manguel Meu irmão era alferes das tropas de guarda-fronteira afecto na 5a brigada em corrumana-coboco e foi transferido para zona de mandevo em Namaancha nos princípios de 1992. Ele foi morto pork proibia keimar viaturas na kela zona. Vocês nem imaginam o k fomos ver no seu funeral. Um tal de comissário Jeque era grande bandido na quelas bandas e parecia madjonidjoni como São tratados os trab das minas. Outra coisa ele quando keriamos voltar depois do inteiro ele disse k não podíamos pork haveria ataque. Como ele advinhou?
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· 23 h
Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Há muitos casos desses infelizmente José Valentim
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Joao Cabrita
Joao Cabrita Desculpe, Eusébio A. P. Gwembe, mas não se trata de maprovoco. Durante a guerra dos 16 anos tive de aturar a propaganda barata da comunicação social controlada pelo DTIP. Assisto a uma repetição, nesta fase em que os mesmos intervenientes na guerra dos 16 anos voltam a manipular a situação. Os mesmos generais e melhores filhos do povo. Isso causa-me náuseas, e tal como os vómitos, não consigo conter e acabo por denunciar. Repito, é lamentável que você esteja a defender no Facebook vigaristas, larápios e salteadores - não de camiões e de carros civis com mercadorias que escasseavam em Maputo - mas de bancos e caixas-fortes.
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· 23 h
Joao Cabrita
Joao Cabrita Lyndo A. Mondlane, sobre a morte do juiz Kutumula, creio que foi antes do AGP (Outubro 1992), pois o «Notícias» responsabilizou a Renamo. O juiz investigava o caso a que me referi. Já no tempo de Machel, havia casos de corrupção, entre eles envolvendo um famoso general responsável pela protecção de vias férreas. Não se esqueça que Machel preparava-se para remodelar o comando das FPLM, quando teve aquele azar em Mbuzini. Leia as declarações do Coronel João Honwana perante a TRC.
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· 23 h · Editado
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Joao Cabrita alem dos motores e do trafico de armas, nao estaria em causa o processo relativo a a tentativa do golpe de Estado cujos acusados foram depois absolvidos sob alegacao de falta de provas? Nkutumula era o juız de causa, se nao estou em erro
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· 23 h
Joao Cabrita
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe, Mabote era acusado de tentativa de golpe contra Chissano em 1991. O julgamento foi em Setembro de 1992, antes, portanto, do AGP. Não posso precisar que este caso esteja relacionado com a morte de Nkutumula. pelo menos o nome deste jurista não consta do colectivo de juízes que assinou o Acórdão em 4 de Setembro de 1992:
Ass: João Carlos de Almeida Trindade (tem o voto concordante do Exmo. Juíz-Conselheiro, João Luís Victorino Júnior, que não assina por se encontrar ausente) – Luís Filipe Ferrão de Castel Branco Sacramento – Alberto Sebastião – Inês Rosário Xavier – Rudolfo Manhique.
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· Responder · 23 h · Editado
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Alguém me disse que malta mabote foram absorvidos por falta de provas supondo-se que terao sido queimadas aquando do incendio da viatura em que seguia o juiz e a esposa. mas faz tempo que ouvi isso, la para 2005 pelo que pode nao estar em conformidade com os factos, Joao Cabrita
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Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Destruiram aquela formidavel força aerea...
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· 23 h
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Lyndo A. Mondlane por isso hoje sao desafiados com madalas. O exercito forte se foi, confiando na FIR que so era forte ante manifestantes desarmados como se viu
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· 23 h
Joao Cabrita
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe, Nkutumula, para estar a investigar o caso dos motores, devia ser da PGR. Sobre o caso Mabote, ler texto do Acórdão aqui: www.saflii.org/mz/cases/MZTS/1992/1.rtf
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· 23 h
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Joao Cabrita sera que o tal recluso do acordao era o tal que assassinou a mulher?
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· 23 h
Manuel Mageta Taque
Manuel Mageta Taque Eu sou geógrafo e novo, estou atento e lendo todos argumentos e contra argumentos, e digo é este Moçambique que defendo, é impossível todos gotarmos do vermelho, há quem vai amar o azul e gostar do verde. Mas a justiça e a verdade podem tardar, mas sempre aparecerão...
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Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane O exercito inutil segundo os russos, um dos 7 exercitos inuteis do mundo q deveriam.ser dissolvidos e dedicar o deinheiro a saude e educaçao Eusébio A. P. Gwembe... ja se foi aquele exercito pobre, mas bravo... ainda me recordo do comandante sathani la nas bandas de gaza.. um autentico patriota q morreu numa cilada e hoje ninguem.se recorda dele
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· 23 h · Editado
Joao Cabrita
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe, não estou familiarizado com o Caso Mabote/golpe. O documento que circulou em Maputo a seguir à morte de Machel revela o nível de descontentamento no seio das FPLM. Possivelmente, a tentativa de golpe (1991) tem a ver com isso. O recluso presumo que seja o Moiane ?
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· 22 h
Fidalgo Da Ecineta
Fidalgo Da Ecineta Lyndo A. Mondlane falando de Machulane, ainda que miudo recordo me do grande comandante, o Leopardo. eu vivia mesmo ao lado de enfermeiro Macome.
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· 18 h
Fidalgo Da Ecineta
Fidalgo Da Ecineta José Valentim Captine Manguel. Esse episódio há quem pode explicar melhor, o senhor Miguel dos Santos irmão d Presidente Joaquim Chissano que nessa altura era o comandante nacional da gurda fronteira, meu pai era foi estado maior dessa brigada a qu qu refere, conta me muita coisa triste que ele passou ali.
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· 18 h
Calton Cadeado
Calton Cadeado Alvaro Guimaraes!
O que significa generais ignorantes? Quem são esses generais ignorantes? Será que está a incluir os que foram as academias militares? Essa generalização é, no mínimo, cientificamente, reprovável!
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· 13 h
Calton Cadeado
Calton Cadeado Lyndo A. Mondlane!
A destruição das forças armadas começou antes do AGP, mas foi depois deste acordo que foi "formidavelmente" consumado, num "fantástico"processo de DESARMAMENTO, DESMOBILIZAÇÃO E RECONSTRUÇÃO (DDR)...!
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· 12 h
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Calton Cadeado contando com a mao interna, sobretudo! Se a mao interna nao quisesse, ainda teriamos um exercito a altura, como aquele que (embora ajudado por forças estrangeiras) desafiou o poderoso Apartheid.
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· 12 h
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane tinmaos naquele tempo mais de 30 caças, creio eram 35, helicopteros de transporte, de combate, avioes de transporte etc.. quando digo que o presidente chissano é a nossa maior desgraça tambem me refiro a isto.. ok, os hindi, talvez eram prescindiveis mas e os Mi8??? depois vieram as inundaçoes e tivemos que pedir ajuda aos sul africanos, se esses depois do apartheid tivessem se desfeito da sua força aerea o que teria sido de nos???
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· 12 h
Calton Cadeado
Calton Cadeado Eusébio A. P. Gwembe, meu caro amigo! Na altura do DDR, Moçambique foi ameacado por um embaixador...! A ameaça foi feita com base na teoria de gun and butter...! Ou tínhamos armas ou morríamos a fome?!
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· 7 h
Calton Cadeado
Calton Cadeado Lyndo A. Mondlane!
Concordo contigo até onde falas das capacidades militares e descordo em relação a tua opinião em relação ao Presidente Chissano! A minha descordancia tem fundamentos teóricos, contextuais e factuais!
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· 7 h
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Bom, ele permitiu aqueles desmandos, ou consentiu e nao fez nada, aquelas desordens a corrupçao a vidta de todos, talvez é boa pessoa, mas se ve que nao pode ou lhe da pena, dimite
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· 7 h
Joao Cabrita
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe,desafiou o apartheid e depois foi a correr a Nkomati para assinar um documentozito. .Já não me recordo do nome ou data exacta.
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Celestino Taperero Fernando
Celestino Taperero Fernando Essa história eu ovi como meu falecido pai cujo o irmão foi morto em Manica acusado de albergar a renamo. Ha muita história para contar
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Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Joao Cabrita, foi uma das tentativas de mostrar boa vontade mesmo sem abandonar a postura desafiadora. E também foi o primeiro reconhecimento oficial da Renamo.
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Alvaro Guimaraes
Alvaro Guimaraes Generais ignorantes significa isso mesmo e se não é "cientificamente aceitável" é factualmente fácil de provar. Retire Hama Thai, faça a lista, verifique e rapidamente compreenderá Carlton Cadeado
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Calton Cadeado
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Joao Cabrita
Joao Cabrita Sobre o desafio, Eusébio A. P. Gwembe, não ponho em causa o direito da Frelimo condenar, rejeitar e denunciar o sistema do apartheid. O que sempre disse é que foi uma política errada envolver o país em guerras com os vizinhos sem que houvesse capacidade de resposta.

Primeiro, o governo envolveu-se em guerras e depois é que foi pedir ajuda a russos, chineses e cubanos, como revela o documento que o Eusébio Gwembe teve a amabilidade de colocar no meu mural esta manhã. Foi como a EMATUM: primeiro compraram-se os barcos e depois deles terem chegado a Maputo é que foram contratar uma empresa americana para dar formação básica a tripulantes na arte de apanhar peixe. Isto é inadmissível. Fala-se muito na dívida oculta, mas descura-se este aspecto da má gestão de uma empresa de vulto como a EMATUM, acarretando graves prejuízos aos cofres do Estado. Tanto assim é, que não foi possível à EMATUM efectuar o pagamento das primeiras prestações aos credores – os ricos que paguem as despesas; neste caso os ricos são os contribuintes mais os recursos naturais que vão ser canalizados para tapar buracos em vez de serem usados em prol do desenvolvimento do país. Isto é, o país só vai beneficiar a longo prazo – prazo muito dilatado – do gás descoberto.

Voltando à questão da guerra, Eusébio Gwembe, o governo foi beliscar vizinhos com uma grande tradição militar, de envolvimento em guerras convencionais. Haviam integrado as forças aliadas durante a II Guerra Mundial, na Europa, no norte de África, no Extremo Oriente e no Médio Oriente. A Força Aérea da RSA e Rodésia tinha experiência acumulada e meios humanos experientes.

Em 1975, Moçambique não tinha força aérea. As FPLM era um exército de guerrilha, com efectivos reduzidos, sem meios rolantes ou aéreos. A partir da transição recrutaram-se à pressa milhares de mancebos para preencher as posições vagadas pelas forças coloniais. Foi esse o núcleo do exército nacional, chamado a envolver-se em guerras convencionais. A logística era inexistente, assim o reconheceu Machel em 1980, indo a correr à Tanzânia em Maio desse ano para solucionar o problema – nunca o solucionou.
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· 3 h · Editado
Joao Cabrita
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Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe KKKK Joao Cabrita, ha uma parte do documento em que o saudoso mostra desconforto de o seu aviao ser abatido quer dentro quer de regresso as missoes ao exterior. Concordo consigo que foi uma irresponsabilidade grande promover factores internos por detras da guerra que conhecemos, ainda que haja quem pense que o contexto a condicionou. Faltou o pragmatismo interno contra a tao falada "mao externa". E pagou-se caro: a independencia virou um pesadelo para muitos e felicidade para poucos.
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Celestino Taperero Fernando
Celestino Taperero Fernando Eusébio A. P. Gwembe e João Joao Cabrita agora Joao Cabritama quando nos fornecem esses preciosos pdf eu estou acompanhar o debate. Os pdf são muito útil para nós. Eu estava ver as fotos no post vamos também usar como fonte nas nossas dissertações
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Intetessante documento Joao Cabrita, o triste disto é q so se falou e nao se tomou nenhuma medida, tipico de nòs, aquele aviao se tivesse sido escoltado, por caças desde q ingressou no territorio nacional, nao se teria desviado a nenhum sitio, mas todo mundo estava dormir, enquanto o chefe de estado estava por ai desprotegido.. em fim
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Mas Joao Cabrita, o problema de envolvimento de guerras nao foi tal, a questao foi de ajuda ao zimbabwe e ANC, por pragmatismo e agradecimento, se taanzania nos ajudou, como iamos negar ajudar aos outros??? ,se mz se tivesse tornado num pais neutral q nao quisesse saber nada de ZANU, nem.ANC, nao teriamos tido guerras q tivemos.. mas nao era possivel, seria mostrar ingratidao incluso a URSS, Cuba e compañia, nos teriam visto com desdem
Joao Cabrita
Joao Cabrita Lyndo A. Mondlane, acho que muito bem preocupar-se com o que pensam de nós os de fora, do que com os nossos legítimnos interesses. Afinal, 'está pidir' está na moda.
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Essa é bastante porque caprichada com factos e testemunhas, jeremias chilaw.
Daniel Omar
Daniel Omar Não se esqueçam que o grande "rider" foi contra-espionagem. Acho que a ideia de tomar Maputo pelo grande "rider" foi por água abaixo alguém deve ter lhe aconselhado a refrear os animos, na altura a SADCC a famosa linha da frente era pro FRELIMO. Se o grande rider ascendesse o poder em MAPUTO ia ganhar inimigos por todos lados da fronteira com excepção do minisculo Malawi de Banda
Jemusse Abel
Jemusse Abel hehehehe outras fontes tragam vocês! Porquê esta versã nunca apareceu á superficie?
Joaquim Gove
Joaquim Gove Muita coisa para sabermos e longos tempos de trabalho para vós historiadores...!!
Ibraimo C. Sacoor Mabota
Ibraimo C. Sacoor Mabota Meu amigo Gwembe! Apaguei por duas vezes esta mensagem porque achava que estaria a perder tempo consigo. Na terceira vez preferi não comentar mas deixar a seguinte pergunta a si. " Será que nos os Moçambicanos não estamos a conseguir alinhar na agenda dos nossos dirigentes sobre o processo em curso visando o alcance da PAZ", “Qual a mais valia, nesta fase andar a desenterrar cadáveres, machados de guerra, incitamento a desinteligências, mover discórdias, buscar a revolta, mover sentimentos de ódio, etc, etc...”
O foco do meu amigo esta alinhado com que organização, Partido, Empresa, Instituição, Comunidade???”
O próprio Presidente Dlakama usa um discurso conciliatório e de concórdia e alinhado com o do Chefe do Estado.
Sei que vais tentar rebater, justificar-se, insultar-me, tudo bem, mas rogo para que pare e pense, pois este não é o momento para perpetuar coisas (boas ou más) mas que dividem a sociedade.
Vamos cultivar a PAZ!
Andre Jorge Chifeche
Andre Jorge Chifeche Ja ouviu falar de historia?
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Se nao gosta da historia Ibraimo Mabota, nao impeça que os outros conheçam a historia. Eusebio Eusébio A. P. Gwembe, sei que fazes sem nenhuma paixao por nenhuma instituiçao mas pela historia.
Alvaro Simao Cossa
Alvaro Simao Cossa João Pedro Muianga certifica a dada do incêndio do paiol
João Pedro Muianga
João Pedro Muianga Correcto, foi no dia 25 de Setembro de 1985 e nao 86 como eu teria dito da outra vez. Abraço!
João Pedro Muianga
João Pedro Muianga Recordo-me desta data como se fosse ontem Alvaro Simao Cossa, recordo-me também que um tempo depois acho que no mesmo ano ou no ano seguinte o paiol voltou a queimar mas em Proporções menores!
Um dos factores que influenciaram a explosão do paiol naqu
ela altura foi o calor intenso que se fazia sentir em Maputo, características do mês de Setembro.
A Renamo aproveitou-se do facto para espalhar a sua propaganda (diplomacia infantil). De igual forma que através da Radio/ Voz da Quizumba, a quando do despenhamento do aviao presidencial que vitimou o presidente Samora, teria reclamado a autoria do abate do aparelho através da sua posição que se encontrava na zona sul (Província de Maputo) na Base de Matsekenha.
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Ibraimo C. Sacoor Mabota, Se olhar para os meus comentários nunca encontrará algum insulto. Fique livre quanto aos insultos. İnfelizmente, Eduardo Domingos, ha pessoas que tem olhos politicos em tudo, esquecendo-se que a Historia é uma ciencia quanto outras e que esta faz-se com recurso a documentos, por vezes contraditorios. . A academia não pode morrer e eu aprendo bastante com as intervenções aqui.
Fidel Macete
Fidel Macete Também aprendo bastante! Continue trazendo esses episodios historicos. Sem ser parcial
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos A historia deve ser conhecida como ela ocorreu e nao como nós desejamos, Eusébio A. P. Gwembe.
Eduardo Domingos
Eduardo Domingos Ha gente que gosta de fadas daquela associaçao cm vocaçao de delinquir que infelizmente acabaram no saco roto
Mouzinho Zacarias
Mouzinho Zacarias Grupo Nhecuta Phambany Khossa não querem ver Renamo nem pintada.nutrem um grande ódio contra esta organização.
Alvaro Simao Cossa
Alvaro Simao Cossa Com toda a razão Mouzinho Zacarias, na nossa familia perdemos muitos familiares mortos em vão pelos homens da Renamo, e perdemos muitos bens, só pela minha linhagem, homens armados da Renamo mataram o meu tio e disseram para não ser enterrado ameaçando que fuzilariam quem o fosse enterrar porque tentou impedir que eles roubassem o nosso gado, depois esses bandoleiros mataram o sogro e a sogra do meu mano e roubaram mais de 100 cabeças de gado bovino dos meus pais e mais outras cabeças de gado do meu tio, roubaram muitos outros bens, prorém, minha familia não estava no conflito e não tinhamos feito nenhum mal a ninguém, uma familia de trabalhadores honestos. Esse ódio tem fundamento na familia Khossa e em muitas outras familias que foram vitimas sem culpa nenhuma. Nhecuta Phambany Khossa tem toda a razão
Mouzinho Zacarias
Mouzinho Zacarias Alvaro Simao Cossa o ódio não ajuda na reconciliação e na construção da paz.
Alvaro Simao Cossa
Alvaro Simao Cossa concordo, mas lá está. Essa paz está a demorar, pode ser que ao chegar vamos perdoar, mas nunca vamos esquecer
Alvaro Simao Cossa
Alvaro Simao Cossa Eu sei do que você está a dizer Mouzinho Zacarias, eu fui um daqueles que mobilizaram as populaçẽes para não se vingarem contra a Renamo, porque assim o conflito não iria acabar. Porém continuo a dizer que a pior asneira que fizemos foi amnistiar aqueles psicopatas que pilavam crianças e cortavam genitais das pessoas, por isso ninguém tem moral de falar de outros erros cometidos depois desse periodo, poque pior que isso nunca houve em Moçambique, hoje esses falam da justiça é brincadeira de mau gosto.
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Alvaro Simao Cossa nao eram comunistas kimsunguianos ou maotsetunguianos ou leninistas? Eduardo Domingos, ainda acrdita no pai natal...em fim
Daniel Omar
Daniel Omar Os Renamistas de plantão preferem que não se fale do lado sombrio da sua organização. É história. Podemos perdoar meu pai, e mãe escaparam por um triz de uma emboscada na estrada nacional 1 a caminho de Xai-Xai. Era preciso muita coragem para fazer uma viagem terreste. A gente perdoa mas não esquece as atrocidades
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Alvaro Simao Cossa, pprq segundo Eduardo Domingos, e outros q acreditam no pai natal, a renamo so violentava comunistas confessos.. tsc
Daniel Omar
Daniel Omar Porque será que a ex primeira dama Marcelina Chissano mesmo depois do AGP se recusava a cumprimentar o grande " rider"? De certeza não é por era um santo. Por causa das barbaridades que mandou cometerem os seus homens
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Marcelino tambem.. nunca quis dar a mao ao rider, Daniel Omar, é q fazendo calculos, aquela guerra causou mais de 1milhao de vidas por mais q dividissemos entre 2 ao criminal DHK,lhe corresponderiam 500.000, ao nivel dos grandes genocidas como pol pot..
Daniel Omar
Daniel Omar Exactamente quantas vezes vi ia carros a chegar no HCM cheio de vítimas, feridos, enfim. A MNR banalizou a morte. Fora das grandes cidades, sede destritos, o cenário das pessoas era dantesco, pessoas famintas, esqualidas quais zombies. De certeza que preferiam ter a aulas democracia por isso abdicavam de cometer
Daniel Omar
Daniel Omar Os Renamistas se o assunto fosse campos de reeducação e operação produção iam adorar o tema. Quando é algo que tem haver com o seu passado sombrio já não convém falarmos porque põem em causa a paz e reconciliação nacional. Não há duvidas que são (in)coerentes
Daniel Omar
Daniel Omar comer quis dizer
Daniel Omar
Daniel Omar Afinal não lutaram pela democracia??? Em democracia nenhum assunto deve ser tabu, incluindo a guerra dos 16 anos
Lyndo A. Mondlane
Lyndo A. Mondlane Criminais aqueles, so q em nome da reconciliaçao ha q esquecer...
Daniel Omar
Daniel Omar Exactamente na vida temos que aprender a engolir sapos vivos por muito que nos custe a bem da paz. Mas não esquecemos o que se passou
Munguambe Nietzsche
Munguambe Nietzsche Obrigado meu grande históriador
Alberto Mangue
Alberto Mangue Ontem prometeu trazer documentos históricos, Eusébio A. P. Gwembe, para alicerçares a ideia de ter sido a Renamo a atacar o Paiol de Malhazine. Oficialmente, e naquele tempo, não se tornou público o que acontecera ao Paiol, mas, pelo relato dos teus documentos conjugado com aquilo que se vivia aqui em Maputo é mais propaganda do que coisa séria os tais ataques
àquele Paiol. Nós aqui, na cidade de Maputo, não vimos guerra. Estás a imaginar aonde se localiza Mafalala para haver guerra? Esse tipo de documento, raro como dizes, só pode confundir quem não esteve em Maputo nesse ano, 1985, e, quem não conhece a cidade de Maputo ainda hoje para perceber da localização dos seus bairros. A Renamo pode ter tido superioridade na esfera militar noutras zonas mas não na cidade de Maputo até ao ponto de as pessoas pegarem em panfletos por a quererem, aliás, se olhar para as eleições passadas, os seus resultados falam sobre a sua preferência na capital do País. Há muita mentira nesse "raro documento propagandístico "
Alvaro Simao Cossa
Alvaro Simao Cossa Amigo Alberto Mangue, leste bem o que escreveu Eusébio A. P. Gwembe?
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Alvaro Simao Cossa nem todos temos a mesma capacidade de compreensao. Se calhar fosse bom o amigo Mangue ler todos os comentarios antes de colocar o "Nós aqui, na cidade de Maputo". Mas mais do que isso, devia olhar para o titulo que coloquei: "Propaganda" que diz muita coisa.
Alberto Mangue
Alberto Mangue Alvaro Simao Cossa, não li o que escreveu Eusébio A. P. Gwembe.
Li o documento raro da Renamo que àquela época -de 1985- aquando da explosão de Paiol de Malhazine é propagandístico e mentiroso do que relatar factos que ocorreram na cidade de Maputo. Pelo menos naquele dia de 25 de Setembro não houve ataques da Renamo na cidade de Maputo. Falem de outros dias!
Alberto Mangue
Alberto Mangue E qual é o problema, Eusébio A. P. Gwembe, de eu dizer nós? Estou a falar de mim e de todos aqueles que na tarde de explosões de Paiol de Malhazine-não Benfica -assistiram o episódio. Não houve ataques em diversos bairros da capital como supõe o seu documento raro da Renamo. É propaganda de quem estava a fazer guerra. Agora é possível que a guerrilha da Renamo, noutros desenvolvimentos, tenha penetrado em alguns bairros de forma esporádica mas que não feito muito para além de queimas de autocarros como se diz por aí. Até porque Gwembe tem que contar com a acção clandestina deste movimento que estaria também a perpetrar desmandos nas Urbes e não propriamente guerrilheiros da Renamo...é só ver aqueles que se tornaram deputados logo no final da guerra. Não foi prêmio aquilo por suas acções na clandestinidade?!?
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Claro que pode ter sido premio, tal como a Frelimo fez com alguns Portugueses que trabalhavam na funçao publica. Lembro-me ter escutado, na Radio, Samora apresentando alguns deles e dizendo o que faziam como combatentes clandestinos, porque o povo questionava a presença de algumas figuras. Memorias dispersas que nem faço idea em que ano foi
Alberto Mangue
Alberto Mangue Obrigado,Eusébio A. P. Gwembe, por trazer factos à discussão. Mas temos de eliminar o preconceito de como factos passados, hoje revisitados, se tornem, de uma ou de outra maneira, só verdades. Noto que alguns têm contas a ajustarem com um determinado segmento político e, vai daí , tudo o que se passou sot desabona a este grupo. Há coisas que passaram que foram boas e outras que foram más para uns e para os outros tal como sucede neste presente.
Traga mais "documentos raro" à discussao já que fechas à sete chave a tua fonte para nós também irmos os buscar. Obrigado!!!
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Alberto Mangue eu acho que a minha pagina esta cheia de documentos raros que nenhum historiador foi capaz de os retirar dos seus arquivos. E so passear neles porque o meu mural é aberto. mas nao posso colocar tudo de uma vez e nem ha possibilidade para tal, pela quantidade
Matin Sabin
Matin Sabin Estranho haver pessoas que sem ler começam por negar o que os outros acabaram confirmando nos comentários anteriores. Das duas uma ou sao propagandistas da fé hoje posta em causa ou eles é que nao estiveram em Maputo ainda que afirmem que estavam, ou ainda estavam a usar fraldas.
Vitorino David
Vitorino David Lendo texto, claramente Se sente o sabor do tempero "aproveitamento"
Felizberto Pinto
Felizberto Pinto Você viu o conteodo destas revistas ? É que eu vi e sei muito bem o que dizem, não tente enganar o povo
Antonio A. S. Kawaria
Antonio A. S. Kawaria Sobre o paiol eu acredito que seja coisa da guerra - propaganda. Vi isso quando um MIG despenhou na baía de Nacala logo ao levantar da base aérea.
Andre Jorge Chifeche
Andre Jorge Chifeche Lendo comenterios
John Wetela
John Wetela Tenho conhecimento ocular de 50% do que Eusébio A. P. Gwembe fala, questão do paiol de 1985/09/25 era uma quarta feira. Muita gente foi se agrumelar ali na travecia a catembe.
Ouve um super bang bang de que do ultimo paiol..
Pessoas carregavam esteiras
, mantas e muita TROxa em direçao ao mar.
Foi triste aquilo.
Acrescento dizer que renamo tinha ocupado as seguintes zonas:

Mingene, costa do sol, chuhango, algumas partes de laulane e hulene., t3, catembe, matola rio, belulwane, khongoteli ia se introduzindo em zona verde aos poucos..

Vejam tudo isso. O governo não estava neutralizado? Só faltava poucos Bairros. Do cimento, por isso, ninguem se engane dizer que renamo são pessoas só do centro e norte.
E ninguem diga renamo perdeu a guerra pelas armas. Mas sim, Chissano vendo isto. Pediu com grande pompa um dialogo com a renamo.
Então, renamo perdeu a guerra na mesa enganada.
Se tivessem negado teria vencido e governar.
John Wetela
John Wetela A tradição continua sendo do passado, renamo perdo o jogo na mesa mas no campo é forte.
Vitorino David
Vitorino David Engraçado pessoas a fugirem o ataque da Renamo e item para a zona ocupada pela Renamo! Hiuuuuii
John Wetela
John Wetela Victorino David, se voce pressegue GALINHA na capoeira, sabe onde vai a galinha?

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