terça-feira, 21 de maio de 2019

Malawi Elections: Preliminary results in Ntcheu


#Unofficial parliamentary results from Gumbu School polling center in #Ntcheu
1. Ernest Mahwayo (PP) - 6
2. Lawrence Chumbu (Independent) - 8
3. Samuel Lumbe (MCP) - 35
4. Titus Stephen Manjanja (UDF) - 3
5. Mwai Innocent Kamuyambeni (DPP) - 26
6. Simeon Simon Salambula (UTM) - 290
7. Thomson Kam'bwemba (Independent) - 137
Reported by Watipaso Mzungu
#TimesNews #MWDecides2019
#UnofficalResults from Gumbu School Polling Centre – Gomani Chikuse Ward, Ntcheu
1. Jane Chidiwa (PP) - 173
2. Jacob Chagomerana (Independent) -14
3. Jean Kamphale (MCP) - 47
4. John Foya (UDF) - 11
5. Mwati Richard Galeta (DPP) - 25
6. Jumbe Kunimba Mambo (UTM) – 231
Reported by Watipaso Mzungu
#TimesNews #MWDecides2019

Ataque armado paralisa recenseamento em Nangade.


CIP Eleições
Ataque armado paralisa recenseamento em Nangade.
Um grupo armado atacou na noite da sexta feira (17 de Maio), a aldeia de Ngalonga no distrito de Nangade, Cabo Delgado, queimando 113 casas e duas moageiras, sem causar mortes. O ataque afugentou os brigadistas e as pessoas da comunidade, paralisando assim o recenseamento até ao presente.

Polícia expulsa agentes por envolvimento com malfeitores


Polícia expulsa agentes por envolvimento com malfeitores
Pelo menos 251 agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) foram expulsos, de 2017 a este ano, no país, acusados de vários crimes, dos quais infiltração na corporação e aluguer de armas de fogo a malfeitores.
Dos implicados, 32 foram afastados das suas funções no primeiro trimestre deste ano. Sobre eles pesava igualmente o crime de abandono de posto e envolvimento com grupos de meliantes, disse o comandante-geral da PRM, Bernardino Rafael, na cidade de Chimoio, província de Manica.
Por conta do mesmo tipo de crime, em 2018, outros 82 agentes foram expulsos da corporação e 137, em 2017.
Falando segunda-feira, na cerimónia de patenteamento de 115 agentes da corporação em Manica, entre oficiais subalternos e superiores, Bernardino Rafael justificou as expulsões dizendo: “estamos a purificar as fileiras” e alertou que a Polícia está atenta a “comportamentos desviantes de agentes nocivos à corporação”.
Ao invés de se dedicarem ao crime, os agentes da Polícia devem “tornar uma realidade a ordem e segurança públicas, livre circulação de bens e combate a acidentes de viação” no país.
A PRM patenteou 311 oficiais superiores, subalternos e sargentos nas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia, segundo o comandante-geral, que apelou aos agentes da lei e ordem a trabalharem com vista a tornar as eleições gerais de 15 de Outubro próximo “num momento de festa”. 
Bernardino orientou ainda aos seus colegas a não abrirem “espaço para os criminosos”, devendo apertar o cerco. “Não fiquem sentados, os oficias da Polícia não ficam nos gabinetes, é para estarem a patrulhar”. 

Sobre a entrevista com o PR não sei se fiquei insatisfeito com as perguntas ou com as respostas.

PREOCUPADO.
Sobre a entrevista com o PR não sei se fiquei insatisfeito com as perguntas ou com as respostas. Por força da minha formação académica e alguma maturidade política divido a gestão por duas partes a estratégica e a operacional e acho que perdeu-se uma grande oportunidade de se conhecer o pensamento estratégico do PR que é a parte da gestão que cabe a ele explicar. A minha expectativa frustrou-se porque não consegui encontrar na entrevista algumas respostas como as seguintes:
1. O perfil de cidadão moçambicano que está no projecto do PR nos 10 anos da sua governação.
2. O pensamento estratégico do PR sobre o desenvolvimento do país a médio e longo prazos. (desenvolvimento significa melhoramento do nível de vida da população)
3. O Plano estratégico de alianças geopoliticas que suportam é orientam a governação do país,
4. Blocos político-económicos que o PR está a seguir ou acha que devia seguir ou se aliar para garantir o bom desempenho da sua estratégia.
5. A sua visão interna é estratégica para a eliminação da pobreza com exemplos concretos (ex:no passado alguém apostou nos 7 milhões)
6. O legado que o PR gostaria de deixar e ser recordado por ele como suas obras quando terminar o seu mandato...
Achei um grande disperdicio falar das dívidas ocultas, dinheiros, IDAIS, Jaimes, Júlios... São assuntos operacionais do dia a dia e não precisamos do PR pra saber. Em fim podia ter sido melhor.
Todavia não deixarei de felicitar ao meu amigo e colega Matias De Jesus Júnior pela obra. Quem nos dera!
Minha opinião.
Comentários
  • Egidio Vaz Comece por perguntar a agenda do entrevistador. Não foi o PR que fazia as perguntas. E quanto a mim, os teus pontos não refletem as perguntas feitas. A não ser que fosse um embaixador (tem o mandato de dizer o que interessa o seu pais mesmo que a pergunta seja: como se chama o senhor), muito raramente poderíamos ter o tipo de questões por si levantadas. Em todo caso, são questões que devem ser esclarecidas, noutros fóruns. Se calhar, divulgando o seu pensamento, disperso em muitos discursos e livros produzidos na Presidência.
    2
    Ocultar 11 respostas
    • Jaime Langa Egidio Vaz eu disse que gostaria que lhe tivessem feito este tipo de perguntas. Assuntos estratégicos da Nação não operacionais.
      1
    • Paulo Araujo Quando no lugar de responder s uma pergunga concreta respondes "vamos deixar". Achas que ha espaço para teres respostas como as que esperas? Sejamos realistas.
      2
    • Egidio Vaz Jaime Langa o objectivo do Matias não era esse. Era aclarar as suas dúvidas sobre aquilo que ele perguntou. Mas concordo que deve haver espaços para a divulgaçao desse tipo de informação/pensamento
      1
    • Eliha Bukeni Pelos que percebi na leitura, quando o entrevistador tentou usar o termo estratégia, o PR nem foi simpático com palavra. Se não, vejamos. A dado momento, o entrevistador questionou qual era a estratégia existente para revitalizar o agro-negócio. A resposta foi: " Não sei se diria estratégia, porque toda a gente quando não fazer uma coisa, diz que falta estratégia. O que é isso de estratégia, é um pouco relativo......"
      5
    • Jaime Langa Egidio Vaz obrigado. Não podemos julgar as perguntas do colega tinha seus objectivos que se fosse eu seriam outros.
    • Jaime Langa Eliha Bukeni kkkkkkk o que tu dirias a entrevistar? " entendo sr. PR refiro-me a planos de médio e longo prazos... É criava espaço para a conversa continuar cordialmente.
      1
    • Eliha Bukeni A base para a industrialização do nosso país e sobretudo para completar a cadeia de valor do sector agrário é, efectivamente o agro-negócio. O entrevistador contextualizou a pergunta ao tomar como exemplo os grandes projectos do agro-negócio da época de Samora Machel, como são os casos dos grandes complexos agro-industrias espalhados pelo país. A revitalização do sector agro-industrial exige sim uma estratégia e carece de um planemanto de médio e longo prazo!
      3
    • Ce Henriques Jaime Langa alguem ja traduziu e fez a interpretacao para voces que nao se encontraram na entrevista. Pode ser que algumas questoes e respostas que levanta estejam la.
      3
    • Jaime Langa Mana Ce Henriques estou num sítio público poupe-me de gargalhadas 😂😂😂😂😂😂
      2
    • Jaime Langa Ce Henriques Aliás se for o mesmo que eu suspeito já elogiou ao jornalista e culpa-nos por procurar respostas em perguntas que não foram feitas ou não foram combinadas não entendo... Estou confuso.
      2
    Escreve uma resposta...

  • Da Cruz Concordo ilustre Jaime. Ambos lados perderam se ali.
    1
    Escreve uma resposta...

  • Júlio Mutisse A abordagem sobre a agricultura foi, para mim, de todo, problemática na entrevista recente ao Canal de Moçambique. É difícil perceber a ideia do presidente. Por um lado parece que o PR (i) defende a ideia de que é preciso abandonar o Sector Familiar para "industrializarmos a própria agricultura", (ii) a ideia de criação de latifundios pois, como ele enfatiza, "o sector privado não pode ter medo da agricultura. S enós conseguirmos, o que vai acontecer agora, vão aparecer uns pequenos latifundiários moçambicanos, com o sector privado. Esses que vamos mobilizar".
    O PR sugere ou assume que a industrialização (entendo que queria se referir a mecanização) da agricultura é incompatível com o sector familiar. Não é. Parece, também, não assumir que o sector familiar é, também, sector privado. Na forma como coloca a sua ideia parece sugerir que o sector privado é aquele que cria latifúndios.
    Pode-se entender, da sua colocação, que o PR não concebe o sector familiar produzindo para os mercados. Considero que é possível um sector familiar voltado ao mercado e exemplos disso não faltam no mundo.
    Tudo que envolve o "sector familiar" não é apenas um assunto económico é, sobretudo, político e cultural. Político no sentido de que entendo que os latifundios podem levar à perda de terra por parte dos moçambicanos e cultural no sentido de qye toda a ligação mítica à terra se quebraria.
    Se "o nós conseguirmos" do PR se concretizar dentro do cenário descrito acima, temo que tenhamos um problema sério no futuro. Quero estar errado.
    3
    Escreve uma resposta...

  • Lazaro Mabunda Meus caros, há vários tipos de entrevistas. E as entrevistas reflectem muita vezes a linha editorial do jornal. Aquilo que seria uma pergunta importante para o órgão de informação A, pode não ser pergunta para o órgão B. Se esta entrevista tivesse sido feita pelos jornalistas dos órgãos públicos, talvez as perguntas feitas fossem totalmente diferentes, e talvez fossem na linha proposta por Jaime Langa. São perguntas de românticas que os políticos gostam de serem feitas e de responderem. Seria uma daquelas entrevista que se consideram "conversas de amigos". É sem dúvidas um tipo de entrevistas, não embaraçosas. A entrevista feita pelo Canal de Moçambique é aquilo que os manuais consideram de "boa entrevista". Não é uma entrevista de entretenimento, de amigos que conversam num programa televisivo ou de uma conversa de promoção de imagem ou propaganda. Todas as questões colocadas foram pertinentes e oportunas. Um dos indicadores disso é que foi uma das entrevistas mais citadas a nível nacional e internacional. Acho que o Canal nunca teve um trabalho tão usado e citado por diversos órgãos de informação nacionais e internacional que esta entrevista. O outro indicador é a quantidade de debates que são levantadas a partir desta entrevista. O outro indicador é a quantidade dos pedidos de reacção à entrevista feitas pela imprensa a alguns opinion maker.
    4
  • Arsenio Fabiao Leia o PQG