sexta-feira, 27 de março de 2020

Obituário - Carlos Serra (1941/2020): Morreu o sociólogo que “produziu” a sociedade moçambicana


Marcelo Mosse
Dün, 08:25 ·

Por Marcelo Mosse

O académico Carlos Serra, que morreu ontem em Braga, Portugal, vítima de um cancro diagnosticado muito recentemente, era uma das mentes mais brilhantes do pensamento sociológico moçambicano, um combatente pela mentalidade sociológica – ou seja, alguém que lutou aguerridamente para fazer conjugar a teoria com a realidade prática, tal como Aquino de Bragança (e Ruth First) inculcou nas fornadas iniciais de investigadores do Centro de Estudos Africanos (CEA), nos anos 80.

Era um dos mais engajados intelectuais moçambicanos, em contraposição com o intelectual funcional, espécime que pulula com tanta visibilidade na academia moçambicana dos nossos dias.

No inicio dos anos 70, Carlos Serra foi articulista do Notícias da Beira. Jornalista! Um contemporâneo dele na época no Chiveve lembra-se de “alguém cheio de excentricidades, um obstinado”. Quem tem memórias exuberantes dessa altura na Beira é o poeta e sociólogo Filimone Meigos. Não do jornalista, mas do professor de História. Quando soube da morte de Serra, Meigos fez uma arqueologia serrana na sua memória.

E lembrou-se disto: “No Liceu, depois das doses sobre o Império carolíngio, dos celtas e visigodos (...) tu foste o pioneiro a falar-nos da História de Moçambique. Pela primeira vez ouvi falar dos hotentotes, mwenemutapas, madzimbabwes e tais. Foste tu, mestre. E foste mais longe: levaste-nos ao Monte Chinhamapere para, in loco, vermos as pinturas rupestres...”.

O testemunho de Filimone Meigos recupera outra faceta de Carlos Serra, sua primeira encarnação académica, anterior ao sociólogo engajado: a de historiador. Em 1973, Carlos Serra vem a Maputo para estudar História na UEM. Com a Independência em 1975, ele e colegas, já com bacharelato concluído e com o “êxodo” de professores portugueses, se vêem envolvidos na organização do Departamento de História da UEM. Felizmente, o novo regime da Frelimo não mandou encerrar os cursos de ciências sociais.

A historiadora Tereza Cruz e Silva, antiga directora do CEA, recorda-se do papel de Serra na elaboração do primeiro Manual de História de Moçambique do pós-independência: “História de Moçambique: primeiras sociedades sedentárias e o impacto dos mercadores 200/300/1886”. O manual foi justamente editado pelo nóvel departamento, em colaboração com a Tempográfica, então editora da famosa revista Tempo (na altura).

O manual foi dado à estampa em 1982. Cruz e Silva recorda-se da obra como um “marco fundamental” porque foi o primeiro livro de História de Moçambique, um país que ainda não conhecia da sua própria história. Nessa vaga de engajamento académico nos primórdios da nova Nação, os bacharéis assumiram as rédeas do ensino e trataram de organizar o novo curso de História no quadro de um Moçambique independente. Carlos Serra esteve profundamente envolvido nessa empreitada

Depois de alguns anos dedicando-se à Historia no CEA, Carlos Serra faz uma viragem em seus objectos de Estudo. Abraça a sociologia e é doutorado pela École Des Hautes Études En Sciences Sociales, de Paris, onde se apaixonaria por figuras incontornáveis da sociologia como Alain Touraine e Emile Durkheim.

Sobretudo Alain Touraine, em cuja obra ele busca seu principal referencial teórico para compreender os vários “objectos” e fenómenos que ao longo de quase três décadas viria a estudar, publicando livros e organizando seminários a partir do seu minúsculo gabinete no CEA, onde nunca chegou a ser Director pois, de acordo com a socióloga Conceição Osório, ele sempre evitou os “jogos do poder”.


Uma etnografia do quotidiano

Sua produção sociológica é vastíssima, não seria ele o sociólogo mais fecundo de Moçambique, de acordo com Patrício Langa, Presidente da Associação Moçambicana de Sociologia. Como director de pesquisa e co-autor, Serra estudou profundamente temas sobre identidades sociais, estigmatização, conflito e mestiçagem, etc. Teve também uma incursão pela sociologia eleitoral, problematizando o comportamento do voto centrado nas primeiras eleições autárquicas de 1998, com seu livro “O Eleitorado Incapturável”.

Depois vieram obras sobre racismo e etnicidade e poder, e o tráfico de menores em Moçambique (Tatá Mamã, Tatá Papá). Nos finais dos anos 90 e princípios de 2000, quando os linchamentos como justiça popular viraram moda em Moçambique, Serra se deu ao trabalho de dissecar suas motivações, chamando-lhe “uma ordem que apelava à desordem”.

O sociólogo Elísio Macamo escrevia recentemente à-propósito da profusão temática do trabalho de Serra o seguinte: “O pressuposto teórico desta etnografia do quotidiano não foi apenas o prazer de descrever as coisas, mas sim de encontrar um ponto de articulação daquilo que faz de nós moçambicanos e, portanto, diferentes de quem não é”.

Nesse artigo, publicado em Fevereiro, uma espécie de tributo à Serra na véspera da sua partida, Macamo, um dos mais representativos sociólogos das novas gerações (se calhar o sucessor de Serra na profusão da sua produção), arrisca-se a dizer que o agora finado académico foi o homem que “produziu” a sociedade moçambicana. “Ele produziu a sociedade na sua ‘oficina de sociologia’ no Centro de Estudos Africanos, como parte duma agenda intelectual alicerçada na descrição minuciosa e aturada daquilo que ele chamou de ‘crenças anómicas de massas’”.

O sociólogo barbudo

Mais recentemente, nos primórdios das redes sociais, Carlos Serra apaixonou-se pelo bloguismo, através do seu “Diário de um Sociólogo”, criado em 2006, com entradas diárias até seu último texto, publicado a 17 de Janeiro de 2020. A 19 de Janeiro, o blog anunciava que ele estava hospitalizado. O blog, enquanto não surgiram os facebooks e quejandos, foi uma referência incontornável de leitura diária em Moçambique. “Ele gostava de polemizar sobre tudo e chegou uma altura em que o blog era popularíssimo. Todos queriam aparecer lá”, lembra o jornalista Fernando Lima.

Quando se reformou, Serra estava preocupado com uma coisa: o facto de o CEA não ter uma revista científica regular. Ele estava empenhado em dinamizar qualquer nesse sentido, usando agora as oportunidades digitais. “Morreu o homem, mas ficou a obra do Sociólogo! A mentalidade Sociológica, tão cara à Serra, perdeu um combatente, mas não o combate. Serra se foi, mas deixou-nos o testemunho”, diz Patricio Langa. Os sociólogos moçambicanos queriam homenagear Carlos Serra ainda em vida, mas agora vai ser um “Festchrift Póstumo”, de acordo com Langa.

“Até já sociólogo barbudo”, despede-se de Serra outro de seus antigos alunos na UFICS, o também sociólogo Hélder Jauana, que se recorda sobretudo dos “novos combates pela mentalidade sociológica”, que o Professor inculcava na aulas e seminários de pesquisa. O corpo de Carlos Serra será cremado em Portugal, oportunamente, e suas cinzas trazidas a Moçambique, onde haverá uma homenagem pública. (cartamz.com)




222Linette Olofsson, Homer Wolf ve 220 diğer kişi

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Mario Eduardo Lithuri Este Homem amava Samora Machel
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Armando Nenane E obrigado Mosse, por recuperarem o jornalismo dos velhos tempos. Homenagem merecida!
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Flávio Matsimbe Até sempre Carlos Serra.
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Aulate Baltazar de Almeida Homenagem a altura do finado, descanse em Paz Professor. Abracos
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Custódio Sabonete Uma mente aberta e brilhante se foi.
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Delvecchio ErnestoHomo
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Waldermar De Sousa Triste noticia. Pêsames à Família e Amigos. Paz a sua alma!
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Donaldo Tovela Só o Marcelo Mosse mesmo para nos reavivar a memória sobre a obra daquele que ficará no nosso imaginário colectivo como um dos maiores cientistas sociais da nossa jovem história como um nação.
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João Mindo II Uau!
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Manuel Matola Muito bom texto. Parabéns, Marcelo Mosse!
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Imtiaz Vala Fui das últimas gerações formada na extinta UFICS!A nostalgia de Professores como Fernando Ganhão,Carlos Serra etc é tão forte!A Reforma curricular que assistimos cumpriu com a sua missão administrativa parindo a FLECS!Mas a UFICS ensinou-nos a nossa chegada na UEM a saber abstrair sobre a realidade e esses Professores foram determinantes para o cumprimento desse desiderato! Allah conceda jannat!
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Paulo Monteiro Paz a sua alma, luz das mentes!
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Paulo Granjo Um elogio em vida: https://repositorio.ul.pt/.../1/ICS_PGranjo_Elogio_CLI.pdf
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REPOSİTORİO.UL.PT
repositorio.ul.ptrepositorio.ul.pt

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Paulo Sergio Tricamegy yanıtladı · 1 Yanıt


Ligia Maria Ataíde Maciel RIP
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Felisberto Tinga Homem apaixonado pela investigação. Meu Professor de Metodologia de Investigação na UEM. Paz à sua alma.
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Paulo Sergio Tricamegy Kanimambo.R.I.P.
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· Çevirisine Bak
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Helder Simango Magnífico Marcelo!!
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Joao Po Excelente artigo.
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Anisio Carmelindo Cossa O meu pai me falava deste homem Como um grande "crànio". Dizia ele que este madala era um ex libris da Sociologia Moçambicana e Africana. DEP!
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Cremildo Bahule
...meu mestre e padrinho para a edição do livro sobre a poética do Carlos Cardoso. Bayete!

Perguntas abertas ao Dr. Eneas Comiche: o senhor está ou não está infectado com o Covid 19


Marcelo Mosse
49 dk. ·

Perguntas abertas ao Dr. Eneas Comiche: o senhor está ou não está infectado com o Covid 19

Caro Dr. Eneas Comiche,

A sociedade maputense e não só está em pânico por desconhecer sua real situação de saúde no contexto da pandemia do Covid 19. Como jornalista, tenho tentado “descobrir” qual é verdadeiramente o seu estado depois que esteve exposto em Londres. A opinião pública está confusa sobre o assunto. E é confundida por uma bateria de dados, falsos ou verdadeiros, que circulam nas redes sociais. Todos tentando advinhar a situação de saúde do seu presidente camarário. Nalguns círculos, o assunto já virou motivo de apostas.


O mais recente vector dessa confusão foi o “comunicado” divulgado hoje pela edilidade (o Conselho Autárquico de Maputo), ao qual terá dado anuência para que fosse divulgado.

Pergunta 1: No seu comunicado, o Dr. Comiche diz que já realizou dois testes para o Covid 19, o primeiro no dia 19 de Março e o segundo no dia 23 de Março, este juntamente com sua esposa Lúcia Comiche. Depois acrescenta que, até hoje, 27 de Março, ainda não tinha recebido uma “informação oficial sobre o nosso Estado de Saúde”.

Agradecia que explicasse ao público que tipo de “informação oficial” é essa. Pelo que se sabe, e por razões de ética médica, resultados de testes médicos são fornecidos ao visado logo que os mesmos estejam disponíveis. Mas o Dr. Comiche quer uma “informação oficial”. Como? Em que formato?

(Note: A divulgação do estado de infectado do Príncipe Carlos não foi feita pelo NHS. Foi feita pelo Palácio Real, por sua família; e foi o próprio Príncipe Albert, do Mónaco, que divulgou seu estado de infectado. Não foi a autoridade de saúde do principado).

Pergunta 2: Como é que explica que sua esposa, Lúcia, tenha revelado publicamente seu estado de infectada? Ela descobriu nas estrelas? Alguém lhe segredou nas orelhas? Quem?

(Nota: A única entidade com capacidade para testagem do Covid 19 em território moçambicano é o Instituto Nacional de Saúde (INS), em Marracuene. Seus testes levam 24 horas. O laboratório Chaves está a autorizado a colher amostras, mas deve mandá-las para Portugal).

Então, a questão que fica é: como é que sua esposa soube da infecção (se é que não foi pelo teste realizado junto do INS)?

Sei que se encontra a receber tratamento num dos hospitais privados mais caros de Moçambique, o ICOR. Agradecia, no entanto, que, na sua qualidade de edil de Maputo, eleito popularmente, respondesse a estas questões, deixando de "atirar a bola" para quem, por imperativos éticos, não pode carregar o ónus de respondê-las.

O senhor está ou não está infectado?




59Egidio Vaz, Danilo Tiago ve 57 diğer kişi

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Manuel Chipeja E eu acrescentaria outra pergunta...Se a esposa afirmou ser a pessoa que é referida ter sido infetada e o Ministro referiu que estes testes foram do INS, o Sr. Comiche tera ido solicitar outros testes no privado?
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Heleno Bombe Vergonha so de confessar prefere morrer do que aceitar
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Elvino Dias Excelente questão
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Circle Langa Estas perguntas reduzem longevidade.
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Dadinha Catuane Circle Langa também acho!🤔
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· 12d

Lito Junior Isto ainda vai dar muito que falar...
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· 40d

Nenê Da Conceiçao Machate MM, chega..!
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Armando Nenane De referir que estas perguntas não teriam razão de ser caso não fosse o visado presidente do conselho autarquico da cidade de Maputo.
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Blessed Paulo Simbe Onoria Monjane podes ajudar a responder como a senhora Lucia Comiche contraiu COVID19 se não foi pelo contacto com o marido?
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· 32d


Onoria Monjane Blessed Paulo Simbe penso que a doença subiu-lhe muito mal a cabeça, agora fala a toa. Ta lha bater tipo fumou lenha.
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Felix Vicente Apenas acrescento dizer que o Laboratório da Lancet, também faz os testes CoVID 19. Colhem amostras cá e fazem os testes na Africa do Sul.
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· 25d

Tesoura Júlio Tuboi Se vírus é transmissível, senhor presidente do Conselho Autárquico, queira responder o seguinte: 1. Quem foi o responsável na transmissão do covid 19 para sua esposa? Se na verdade não concordas( diga-se) com os resultados, diga- nos de quem recebeu a doença a sua esposa?
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· 25d

Kamal Badrú Será que ele irá responder?
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· 22d


Manuel Chipeja Alguem vai lhe fazer fazer chegar as perguntas. E ao menos sabera o que o povo quer saber.
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Kamal Badrú Manuel Chipeja do jeito que ele é não irá se dar a massada de ler ou ouvir
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· 16d

Manuel Chipeja Kamal Badrú pode nao ler nem ouvir...a consciencia dele (acredito que deve restar umbocadinho la no fundo) vai lhe fazer alguma comichao. So facto de estar em comunicados sem nexo e a esposa ligar para a TV semninguem lhe procurar nem perguntar nada...e' este bocado de consciencia que esta a fazer comichao no cerebro dele...
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· 12d

Kamal Badrú Manuel Chipeja consciência? Não te esqueças que ele é político nato
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Manuel Chipeja Kamal Badrú mas tambem mortal....apesar de tudo tem sangue vermelho...parecido com sangue de gente...
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Yanıt yaz...





Nisio Banda Marcelo Mosse deixa homem repousar até na quarentena é importunado. Tenha santa paciência. Ninguém está em Pânico. Estamos a acatar a medidas das autoridades em casa.
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Nisio Banda Post infeliz
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Custodio Bambo Mas será que é obrigatório o EC revelar o seu estado????
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· 17d


Savio Mathe Custodio Bambo nesta pandemia é sim.para o bem do país
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· 16d

Teixeira Culuze Esta com peso na consciência de ser o caso nr 1 pelas piores das razões não por ele ser imune.
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Lucciano Tacchini Axo k o senhor comiche é um Corno... Se esposa tem ele não tem.... Corona não tem segredo
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Initovitch Gulupov Deixemos o homem em paz, infectados ou nao é assunto dele e cabera a ele tornar publico ou continuar no anonimato. Se ele disser que é positivo, sera que o virus vai recuar? Estamos com os canos virados para sentido errado...a midia devia estar virado a divulgar PREVENÇÃO PREVENÇÃO E PREVENÇÃO mas em vez disso está colocar pânico, separatismo e "apontar dedos aos outros" buscando culpados. Este virus "chega para todos" e pela forma de transmissão, so podemos esperar pela nossa vez e nao seremos "salvos" por divulgar o nosso estado. Vamos nos focar na prevenção individual, a imprensa, que se ocupe na sensibilização e nao em culpados.
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Eliha Bukeni Nao vejo qual e a dificuldade de entender o comunicado, que me parece ser esclarecedor, sobretudo se a ela juntarmos as respostas titubeantes da Directora Nacional de Saude Publica, quando questionada sobre o assunto na conferencia de imprensa de hoje. Esta claro que alguem resolveu classificar os resultados dos exames do casal Comiche como "segredo de Estado", provavelmente pelos contactos que teve com a CP.
E sim provavel que a mulher tambem nao tenha recebido o resultado, entretanto, sabendo que o marido fez 2 exames e nao lhe mostraram os resultados e a ela tambem nao lhe deram o resultado do seu exame, entretanto, o paciente zero foi anunciado no dia seguinte ao exame do marido e esse paciente regressou do Reino Unido em meados de Marco, e o unico contagio local e uma senhora de mais de 70 anos, que teve contacto com o paciente regressado do Reino Unido, informacao que foi divulgada no dia seguinte ao exame dela, que tambem nao teve acesso ao resultado, naturalmente, qualquer pessoa iria trivialmente fazer a soma de 1+1 e dar o nome aos bois, isto e, o paciente zero e o marido dela a quem lhe escondem o resultado e o contagio local e ela, a quem tambem lhe escondem os resultados.
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Egidio Vaz Perguntas pertinentes
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