segunda-feira, 15 de julho de 2019

Adeus Bond. Será Lashana Lynch a próxima 007?


A confirmarem-se os rumores, será uma das maiores revoluções na história do agente secreto mais famoso do mundo. Depois de Daniel Craig anunciar a reforma, as atenções centram-se na atriz britânica.
Em abril deste ano, na apresentação do mais recente título Bond, em Montego Bay, Jamaica © Slaven Vlasic/Getty Images para a Metro Goldwyn Mayer Pictures
Getty Images for Metro Goldwyn M
Ainda decorre a rodagem do 25º filme da saga James Bond, mas depois do ator Daniel Craig ter anunciado que esta é a última vez que vestirá a pele do célebre agente secreto, importa saber quem passará a estar ao serviço de sua majestade nos títulos que se seguirem. E não falta especulação, sobretudo se pensarmos no impacto que Phoebe Waller-Brigde estará a ter no guião e nesta revolução feminina, e feminista, em aparente marcha.
Uma das hipótese mais fortes em cima da mesa, levantadas pelo Mail on Sunday, e seguramente uma das que motivará mais comentários, é a eventual escolha de uma mulher para o icónico papel, naquela que seria uma das mais revolucionárias mudanças no trajeto do franchisado, desde a sua estreia contra Dr. No em 1962.
O nome de quem se fala é o da atriz britânica de origem jamaicanaLashana Lynch, de 31 anos, que passou por “Capitão Marvel”. De resto, Lynch faz parte do elenco atual (a 5 de julho publicou na sua conta pessoal uma imagem de #Bond25) e a avaliar pelos rumores a sua aparição está ligada precisamente à passagem de testemunho entre agentes secretos do MI6, com um James Bond na iminência de se reformar.
Realizado por Cary Fukunaga, o próximo Bond estreia em abril de 2020 e está a ser produzido em vários locais do mundo, incluindo na Jamaica onde Ian Fleming criou o emblemático personagem, e onde se espera que arranque o novo título. É neste cenário que a personagem de Bond travará conhecimento com a nova agente, e de pouco servirá o típico efeito de sedução de James. De resto, até o velho conceito de “Bond Girls” terá sido substituído por “Bond Women”.
Lashana com o Príncipe de Gales Lashana e a atriz Naomie Harris durante uma visita de Carlos à rodagem do 25º James Bond © Niklas Halle’n – WPA Pool/Getty Images
Quanto aos efeitos da notícia, como seria de esperar já começou a fazer correr tinta, ou pelo menos os comentários nas redes sociais. Os fãs dividem-se entre o aplauso por esta eventual alteração de peso e a crítica, considerando esta “a pior decisão de sempre”.

E agora, Presidente?

E agora, Presidente?
O pedido do novel ministro da Justiça da África do Sul, Ronald Lamola, da anulação da decisão de extraditar Manuel Chang para Moçambique, soou como ópera nos ouvidos dos moçambicanos. Se este ministro diz que enviar o antigo ministro das Finanças de volta a Moçambique seria contra os "tratados nacionais, regionais e internacionais" assinados pela África do Sul "o que poderia não ser legalmente possível", resta saber o que esteve por detrás da decisão do então ministro Michael Masutha. Apontaram-lhe um revólver para tomar a decisão que tomou? Subornaram-lhe? Quem é o principal interessado no regresso de Chang?
Michael Masutha não tomou aquela decisão de ânimo leve. A Frelimo usou todos meios para que tal fosse possível. E agora? Veja, Presidente, que quando este ministro tomou essa odiosa decisão, Manuel Chang ainda gozava de imunidade parlamentar e não era formalmente acusado em Moçambique. Mesmo assim, quis nos trazer o gatuno de Chang para Moçambique. A troco de quê?
Isto está mal, Presidente. Mal para a Frelimo. Na eventualidade de Manuel Chang seguir para Brooklyn (onde lhe espera uma cela), ficaremos a saber de todos os detalhes ainda desconhecidos do caso das dívidas ocultas. Ficaremos a saber quem, efectivamente, está implicado. É bem provável que os que dizem nunca terem assinado nenhum cheque sejam arrastados para este escândalo.
Está cada vez mais difícil parar o vento com as mãos. Toda a podridão está prestes a ser conhecida. Ao fim do dia veremos que provavelmente o Teófilo Nhangumele e companhia foram meros peões. Os que comeram, verdadeiramente, o dinheiro do calote são os que falam bonito em nosso nome, dizem que amam a pátria, dizem que estão comprometidos com o desenvolvimento de Moçambique, dizem-se nossos servidores, mas no fundo são ladrões vulgares, lesa-pátria!
Na eventualidade de o Presidente estar implicado no calote e isso ser do domínio dos americanos, estamos mal. Estamos em perigo. Eles farão de tudo para que o Presidente facilite os vários interesses que eles têm em Moçambique, a começar pelo gás natural. Aliás, este esmerado interesse dos americanos pelo Manuel Chang roça exactamente isso. Por via dele querem chegar ao tubarão e terem possivelmente as portas franqueadas para tudo.
Achamos importante e urgente que o povo moçambicano comece a pensar quem deve ser o futuro Presidente de Moçambique. É preciso uma escolha lúcida, porque corremos o risco de legitimar pessoas de conduta duvidosa. Um Presidente não pode deixar-nos em dúvidas, deve ser impoluto e merecedor do nosso respeito e admiração.
Quem, na Frelimo, não molhou com a água que caiu?
(Justiça Nacional, siga-nos no Facebook)
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