segunda-feira, 25 de março de 2019

Mualimo Tufail 8 h Foi assim dia 24 de marco pelas 8h do ano 2019 foi queimada minha terra natal iba distrito de meluco.toda minha familia materna quase toda populacao sem teto quase sem nada. ate hoje dia 25 ainda estao espalhados outros nas matas ate agora nao temos resultado final sobre danos humana ,ate quando mocambique com essa vida de matanças sera que terá apoio????e essa data esta quardada na memoria de todos de iba tamos mal

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Panama Papers: Como a elite africana está a saquear os seus países


Relatório baseado no Panama Papers revela como governantes africanos através dos seus negócios enviam ilicitamente biliões de euros para o exterior. "A rota da pilhagem para o Panamá" cita caso de Moçambique.
    
Mosambik Illegale Edelstein-Minen (DW/E. Valoy)
Mina ilegal de pedras preciosas (norte de Moçambique)
Moçambique, África do Sul, Botswana, Burundi,Togo, Ruanda e República Democrática do Congo (RDC) são os países que têm parte dos governantes associados a casos de evasão fiscal, através de negócios pouco transparentes, subornos, corrupção e até violação dos direitos humanos.
"A rota de pilhagem para o Panamá" é o título de um relatório realizado pelo Consórcio de Jornalistas Africanos, inspirado no Panama Papers, que divulga esses crimes. No caso de Moçambique, são apontadas altas figuras do partido no poder, a FRELIMO, ou ligadas ao partido, todas elas na exploração de rubis, onde nalguns casos há relatos de violência física contra os garimpeiros.
São eles: Raimundo Pachinuapa, antigo combatente, Alberto Chipande, ex-ministro da Defesa, Felício Zacarias, antigo ministro das Obras Públicas e Habitação, David Simango, edil de Maputo, José Pacheco, ministro dqa Agricultura, Lukman Amane advogado ligado a FRELIMO e Lagos Lidimo, diretor dos Serviços de Informação e Segurança (SISE).
Moçambique: PGR já pode investigar?
Mosambik Beatriz Buchili
Beatriz Buchili, Procuradora Geral da República de Moçambique
Face à denúncia de violência contra os garimpeiros, será que as autoridades vão abrir uma investigação sobre o caso? Edson Cortês é colaborador do Centro de Integridade Pública (CIP) em Moçambique, uma ONG que trabalha na luta pela transparência, responde: "Tenho muitas dúvidas. Tendo em conta as pessoas envolvidas e o poder político que elas têm. Tenho muitas dúvidas que a PGR (Procuradoria Geral da República) ou a polícia façam uma investigação. Infelizmente isso é normal em Moçambique."
Para o pesquisador "dependendo de quem é e da posição que ocupa o assunto morre por si. Provavelmente seja necessário voltarmos a ver mais um escândalo para lembrarmos dos desmandos que estão a acontecer em Montepuez."
África do Sul: Ógãos de soberania menos inoperantes
Na vizinha África do Sul, a situação já é diferente. Há atitudes por parte dos órgãos de soberania para acabar com os subornos e crimes de natureza fiscal e financeira. Já há bancos que encerraram as contas da família Gupta, associada à escândalos de branqueamento de capitais e fraudes financeiras. Os Guptas, que são citados no relatório, são muito próximos do Presidente Jacob Zuma.
Liesl Louw-Vaudran é jornalista e especialista em assuntos do continente africano sublinha que "o surgimento do império Gupta só foi possível graças ao apoio de poderosos políticos sul-africanos, especialmente do Presidente Jacob Zuma. Os Guptas também mantêm relações próximas com o filho e o sobrinho do Presidente, bem como com os ministros e diretores das grandes empresas estatais sul-africanas".
RDC: A mana do Presidente Kabila é dona de tudo
Demokratische Republik Kongo Jaynet Kabila in Kinshasa
Jaynet Kabila, irmã do Presidente da RDC, Joseph Kabila
E na República Democrática do Congo a familía presidencial também está envolvida em casos pouco transparentes. O "império Kabila" inclui, por exemplos, área de mineração, passando pelas telecomunicações, transportes, empresas de câmbio e hotelaria. A irmã do Presidente Joseph Kabila, Jaynet, é a que mais se destaca e é detentora de uma conta offshore.
De acordo com o ex-ministro da Justiça, Luzolo Bambi, desde 2015 o país perde anualmente cerca de 15 mil milhões de euros com saídas ilícitas de capitais do país. Jason Stearns é especialista sobre temas do Congo na organização International Crisis Group e lembra que "é neste contexto que ela e outros membros da família presidencial têm uma rede de 80 empresas no país."
O que o leva a colocar a seguinte questão: "Como é que uma família que chegou oficialmente ao poder há pouco tempo já controla tantas empresas? "
Burundi: Nem a guerra inibe o Presidente Pierre Nkurunziza
 
Ouvir o áudio04:32

Panama Papers: Como a elite africana está a saquear os seus países

O Burundi também é um caso parecido com o da República Decomcrática do Congo, país mergulhado no caos e na guerra civil, recorda Jean-Claude Mputu. Ele é ativista dos direitos humanos na África do Sul e conta que "o consórcio de jornalistas, que avalia os documentos do Panamá, descobriu que nada menos que o Presidente Pierre Nkurunziza está envolvido numa companhia de combustível que transferiu centenas de milhões de dólares para o exterior".
Na África subsaariana são frequentes os casos de subornos, de corrupção e de fraudes fiscais envolvendo os governantes. Facto que leva Edson Cortês do CIP a concluir que "de certa forma essa é uma tendência, que consta do relatório, confirmam o padrão que é transversal a quase todos os países africanos, com a existência de instituições fracas que não cumprem o seu papel e não são independentes."

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Os telegramas do Wikileaks, a Frelimo e o narcotráfico


Comments


1
JJLABORET said...

Caro Shipata,
Assino em baixo do seu cocmentário:
"PARABENS SR LAZARO MABUNDA, PELA CORAGEM DE TER SIDO O MAIS FRONTAL DOS JORNALISTAS QUE COMENTARAM O ASSUNTO, ATE AO MOMENTO!! LI O SEU ARTIGO NO JORNAL OPAIS!!! OXALA MAIS JORNALISTAS OS TIVESSEM no sitio certo...."
Nada a ser comparado com um artigo do Mia Couto também postado no "O PAÍS" e transcrito aqui no Moçambique Para Todos, com o título: "Quem quer sujar a pérola?
Mia Couto escreveu um texto DIVIDANDO dos acontecimentos e da culpabilidade do tal narcotraficante Ayub (que se taveste de comerciante em Maputo), chegando ao cúmulo de pedir que esse venha a se esclarecer ao público!
Ora pois, o que o público quer e espera é que a Polícia e o Ministério Público instaure inquérito para apurar seu envolvimento no tráfico conforme as denúncias, E NÃO QUE O NARCOTRAFICANTE VENHA A PÚBLICO SE DEFENDER!
Ao contrário da altivêz, da verdade e da independência explorada no comentário desse articulista e jornalista Lázaro Mabunda, o seu colega de profissão MIA COUTO é uma pequena figura de lacaio do poder!
Imaginem que em todo o seu artigo sobre o assunto, MIA COUTO não colocou nem fez referência sequer uma única vez sobre Armando Guebuza e Chissano, implicados com os narcotraficantes nas denúncias que vieram a lume. Deixou-os propositadamente de lado, ignorando a notícia de envolvimento desses, e MANOBRANDO A NOTÍCIA APENAS AO RELACIONADO COM UM SÓ DOS NARCOTRAFICANTESA, O TAL "AYUB", e mesmo assim para colocar em dúvida sua culpabilidade, presumindo-lhe a inocência mesmo diante de fatos reais anteriores!
Mais uma vez, Senhor Lázaro Mabunda, Rendo-lhe honradas homenagens!!!!


2
Shipata said...

PARABENS SR LAZARO MABUNDA, PELA CORAGEM DE TER SIDO O MAIS FRONTAL DOS JORNALISTAS QUE COMENTARAM O ASSUNTO, ATE AO MOMENTO!! LI O SEU ARTIGO NO JORNAL OPAIS!!! OXALA MAIS JORNALISTAS OS TIVESSEM no sitio certo....

3
licos ivar said...

Bem analizado e dito caro Sr. Lazaro Mabunda. Eu venho há anos falando de corrupçao e de dinheiros sujos no seio de altos elementos politicos moçambicanos.Porque nada se fez ate à data? Porque as instituiçoes estatais estao todas ( quase todas elas) a beneficiarem o partido -Frelimo que governa o País.....e tristemente ( não é novidade) muitos altos elementos sa Frelimo estão corruptos. E se não estao; poderão eles nos dizerem donde é que vem a grande riqueza acumulada???....tambem nós queremos ser ricos como eles. Ě ou não?
A Frelimo está a cometer um grande erro de analise em pensar que o povo não vê a realidade....O povo talvez é medroso mas não é estupido
Licos

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