terça-feira, 4 de julho de 2017

Missões no Médio Oriente investigadas: havia lista das armas a roubar


Tancos.

543
27
Suspeitas recaem sobre as missões dos militares com ligação aos paióis. O assalto foi preparado ao milímetro, feito com uma carrinha e as armas selecionadas e carregadas às costas durante 500 metros.
João Relvas/LUSA
Os responsáveis pela investigação ao furto de armas de guerra nos paióis de Tancos, há cerca de uma semana, estão a analisar todas as missões que os militares com ligação àquelas estruturas realizaram nos últimos anos em países do Médio Oriente. Perícias feitas no local podem ser “essenciais” para chegar aos autores do crime, acreditam.
Há quase uma semana que os elementos da Polícia Judiciária Militar (PJM) e da Polícia Judiciária (PJ) estão no terreno a analisar todas as pistas que apontem para os autores do furto de centenas de armas de guerra do parque nacional de paiolins de Tancos (PNT). Logo nas primeiras horas, os comandantes das várias unidades responsáveis pela segurança àquelas estruturas guardadas pelo Exército – e que entretanto foram exonerados pelo Chefe do Estado-Maior do Exército – disponibilizaram aos investigadores “documentos essenciais” que foram analisados à lupa. Entre esses documentos existirá informação sobre as missões internacionais realizadas pelos militares com ligações à segurança daqueles paiolins.
Essa análise não acontece por acaso. O terreno em que estão instaladas aquelas estruturas – e onde é guardado equipamento militar sensível, como era o caso das armas de guerra furtadas há uma semana – fica em frente ao regimento de Engenharia do Exército, uma das unidades, destaca fonte da investigação ao Observador, que conta mais “projeções” (missões) para cenários internacionais. Em várias ocasiões, os homens das “infraestruturas” foram enviados para países do Médio Oriente como, por exemplo, o Líbano. É aí, na análise do contexto em que essas missões ocorreram, que parte da investigação está focada, o que sugere que não está afastada a hipótese de o furto das armas de guerra pode estar mesmo relacionada com atos terroristas.
A tese não é, no entanto, consensual entre a equipa a que foi entregue o caso e que contará, diretamente, com mais de uma dezena e meia de elementos. A investigação, a cargo da PJM e da PJ, está dividida em dois âmbitos: por um lado, tenta-se apurar de quem partiu a informação privilegiada (provavelmente interna, como já foi admitido por militares) que permitiu aos assaltantes atuar com precisão e sem ser incomodados pelos sistemas de proteção da base (as chamadas rondas feitas por militares, que aconteceram com 20 horas de diferença, uma às 20h00, outra apenas às 16h00 do dia seguinte); por outro lado, a investigação tenta seguir o rasto ao armamento furtado.

Ladrões carregaram armas durante 500 metros

Ao mesmo tempo que se tenta estabelecer ligações entre o interior de Tancos e os autores do assalto, tenta-se reconstituir os passos dados na última quarta-feira, quando desapareceram granadas, explosivos e outro material de guerra de dois dos paiolins daquelas instalações. Tendo em conta o volume de material furtado, os autores do furto terão chegado perto do perímetro dos paióis numa carrinha de transporte de mercadorias.
Depois de cortarem a rede que separa a estrada do interior daquele espaço militar, dirigiram-se ao primeiro dos paióis. Arrombaram as portas – seria esse, aliás, o sinal que chamaria a atenção da patrulha de dois militares que passou pelo local várias horas depois – sem grandes dificuldades e entraram no primeiro paiolim. Sem especificar, por “razões de segurança”, que tipo de fechadura existia na entrada para aqueles edifícios, o Exército garante que havia “mais de um nível” de proteção em cada um.
Lá dentro, os assaltantes escolheram o que quiseram, e tudo indica que tinham na mão uma lista precisa daquilo que deveriam levar consigo. Elementos ligados à investigação acreditam que o grupo percorreu por diversas vezes o mesmo trajeto a pé: carregavam em braços os “cunhetes” (as caixas) onde estavam guardadas as granadas, em conjuntos de 30 cada, agarravam as LAW (cada uma a pesar entre três e quatro quilos) e o restante armamento militar, percorreram os cerca de 500 metros até à carrinha usada para o o transporte e voltavam ao paiol para repetir o processo.
Quando o levantamento no primeiro paiolim ficou concluído, passaram ao segundo. No local ficaram ainda várias caixas com mais armamento semelhante ao material furtado. Para a investigação, é certo que um assalto desta dimensão nunca teria sido possível sem a colaboração interna: alguém com conhecimento do material guardado naqueles paiolins, mas também com informação em tempo real sobre os timings de cada uma das rondas, os trajetos percorridos pelas equipas (de dois homens) que estavam responsáveis pela segurança do espaço. A investigação considera, aliás, que “esta é a maior falha de segurança de sempre em continente europeu”.

Patrulhas feitas com carregadores selados

“Ainda bem que nenhuma patrulha os encontrou, porque ia morrer ali alguém”. A ideia foi partilhada ao Observador por um militar com conhecimento sobre as regras das patrulhas que fazem a ronda aos paióis de Tancos. A explicação é simples: as armas não estão prontas a disparar em qualquer momento, mesmo tratando-se de militares responsáveis pela segurança de instalações com elevado grau de sensibilidade.
Na sequência de alguns acidentes na década de 1980, o Exército tomou uma decisão radical: as armas usadas pelos militares teriam de ter os respetivos carregadores selados. Com essa medida, foi possível evitar mais incidentes graves. Mas, num caso como o de Tancos, isso também impede uma resposta eficaz de quem zela pela segurança daqueles equipamentos.
Na prática, os militares transportam os carregadores das armas à cintura. Quando é preciso fazer uso das munições, há que retirar o carregador da bolsa, rasgar o selo, colocar o carregador na arma e só então disparar. Numa situação de confronto inesperado com um assaltante, esse processo representa um perigo acrescido para os militares, dado o elevado tempo de que o militar necessita para tornar possível uma resposta eficaz.
O assalto foi preparado ao milímetro, feito com uma carrinha e as armas selecionadas e carregadas às costas 500 metros.
Suspeitas recaem sobre as missões dos militares com ligação aos paióis.
OBSERVADOR.PT
Comentários
Elisabete Carvalho Castelo
Elisabete Carvalho Castelo Investiguem a corrupção nas forças armadas, as contas bancárias dos oficiais e comandantes! (Há uns meses foi um rol deles na Força Aeria). Não fazem nenhum, encostados nas messes a receber bons ordenados, ao contrário dos outros países não se juntam aos bombeiros para o combate da população em socorro nos grandes fogos, mas ja têm gana para andar a roubar nos quartéis e a desfilar para receberem mais benefícios do que aqueles que já usufruem...ainda dizem que estão ao serviço da pátria!!lol
 · Responder · 
7
 · 1 h · Editado
João Nuno Correia
João Nuno Correia Não diga disparates. Nao fale do que não sabe!! Já deu algum tiro na sua vida com uma arma de guerra. Sabe o que é um exercito e comp é constituido!@????
 · Responder · 17 min
José Cardoso
José Cardoso As missões no exterior não serve unicamente para ganhar dinheiro. Também servem para estabelecer contatos com elementos ligados a grupos internacionais. A ambição e ganância de dinheiro corrompe muitos militares. Falta de honra. Roubos nos fuzileiros, comandos, PSP e agora exército. Mesmo modo operandi.
 · Responder · 
7
 · 2 h
José Maria Araújo
José Maria Araújo Como os militares das rondas andam desarmados, também não precisam do armamento para nada... Só não é anedota, porque vergonhosamente é verdade. Batam palmas, indígenas da geringonça.
 · Responder · 
7
 · 2 h · Editado
Carlos Reis
Carlos Reis Na notícia diz que o procedimento já vem de 1980, nessa altura já era a geringonça que estava no governo?
 · Responder · 
8
 · 2 h
António José Paiva
António José Paiva Carlos Reis ,pois. mas já que reverteram tanta coisa do outro governo, podiam fazê lo agora.
 · Responder · 2 h
Maria Silva
Maria Silva Pergunte a Aguiar Branco, Ele deve saber o que se passava !
 · Responder · 
1
 · 2 h
Augusto Machado
Augusto Machado ESSE COMENTARIO E MESMO IMBECIL. ESSA ANORMALIDADE JA VEM MUITO DE TRAS, DO TEMPO DE PSD E CDS. A GERINGONCA E CULPADA DE TUDO, COITADOS...
 · Responder · 
3
 · 2 h
Francisco Faria
Francisco Faria "Pistolinha a pistolinha, enche-se a carrinha". Contributo de o Observador para a nova edição do Rifoneiro Português. Continuem a tentar (ver segunda linha do quinto parágrafo). Já percebemos que o céu é o limite, assim não falte imaginação.
 · Responder · 
2
 · 2 h · Editado
Mário Alves
Mário Alves Um país á beira da anarquia. Quando aparecem governos a crer cultivar a lei, a ordem, o rigor e disciplina, toda a gente berra e esperneia, veêm os dão tudo e alguma coisa mais e é que são bons, até chegarmos a este triste estado! Vá-se lá entender os tugas!
 · Responder · 3 min
Ricardo Lobo
Ricardo Lobo Mas o Observador tornou-se uma empresa subsidiária do CM? "carregadas às costas 500 metros"?! Ainda ninguém sabe o que se passou, mas estes jornaleiros já sabem que a operação foi planeada ao milímetro? Quem são as fontes desta desinformação orientada? Fica a questão...
 · Responder · 1 h
Paulo Carquejo
Paulo Carquejo É isso e a árvore exata onde caiu um raio que provocou o incêndio em Pedrogão. Não se fez nada para evitar, mas a "investigação " é celere e eficaz!
 · Responder · 
4
 · 2 h · Editado
Vieira Leiria
Vieira Leiria quem vai na treta das armas terem sido carregadas às costas...quem vai nisso...o ou os carros que transportaram as armas entrou dentro do quartel ...não ficou lá fora à espera...TRETAS...
 · Responder · 
1
 · 2 h
Fernando Duarte Bernardo
Fernando Duarte Bernardo Por acaso as armas sem balas parece que já vem de alguns anos, para evitar acidentes mortais dentro dos quartéis, penso eu claro
 · Responder · 
1
 · 2 h
Raul Cavaca
Raul Cavaca Desde 1988
 · Responder · 
2
 · 2 h
Luis Cadete
Luis Cadete Será que estas armas entraram nos ditos paióis? O mais provável é terem desaparecido à nascença, agora correm atrás de fantasmas..
 · Responder · 
6
 · 2 h
Zé Barreto
Zé Barreto Vejam o estado de (des) graça em que se encontra este (des) governo abençoado pela esquerda clássica...mas pergunta-se:

Porquê esperar mais e melhor!?


https://www.rtp.pt/play/p2044/e296666/360/585144 (Parte 2, ao minuto 48:14)

VS

http://www.tsf.pt/.../pcp-quer-votar-ja-na-5-feira...
 · Responder · 
5
 · 3 h
Pedro Calhordas
Pedro Calhordas As forças especiais deixam-se assaltar, a culpa é da esquerda. Está aí um belo golpe de rins...
 · Responder · 
1
 · 3 h
Zé Barreto
Zé Barreto Pedro Calhordas não é esse o propósito mas já que está nessa via, as forças especiais deixam se assaltar, a culpa é da direita pela política de austeridade! É isso então, estamos de acordo!
 · Responder · 
1
 · 2 h
Paulo Ramos
Paulo Ramos Não é da perigosa estrema direita queres ver
 · Responder · 2 h
Carlos Machado
Carlos Machado Ó Malhão, Malhão
Que vida é a tua?
Comer e beber, ai tirim-tim-tim

Passear na rua...
 · Responder · 
3
 · 2 h
Maria José Antunes
Maria José Antunes isto foi nitidamente um negócio de armas. Alguém lucrou uns cobres com a venda. Ponto. E fizeram-no no timing pré-eleitoral
 · Responder · 
2
 · 2 h
Paula Coimbra Gaspar
Paula Coimbra Gaspar Afinal, terrorismo. Como se fosse uma grande descoberta. E houve informações de dentro. Como se isso fosse uma grande descoberta.
 · Responder · 54 min
Leopoldina Hamade
Leopoldina Hamade TERRORISTAS!
Falta de honra!
Militares sem escrupulos!
 · Responder · 1 h
Marina Amorim
Marina Amorim Mas... e se os materiais foram "subtraídos" ao longo de meses em vez de ter sido num único assalto...?!
 · Responder · 
1
 · 2 h
Antonio Gomes
Antonio Gomes Uma carrinha ,levadas as costas, digam lá quem foi pôrra ! cambada de tretas !
 · Responder · 
2
 · 3 h
Manuel Isidro Pires
Manuel Isidro Pires Acho que já estava tudo devoluto. Saíram aos poucos. Agora alarme.
 · Responder · 
2
 · 2 h
Monteiro Ilidio
Monteiro Ilidio Com diz o outro, muito jeito dá um furto para acertar stocks, quem quiser saber mais, é ler.
 · Responder · 
1
 · 2 h
António Baptista
António Baptista Ainda tiveram tempo nos primeiros 250 metros parar tomar uma cerveja e fumar um charro. E ouve um deles que ainda teve tempo de Arreganhar o calhau junto à torre de vigia!
 · Responder · 
2
 · 2 h
Maria Gouveia
Maria Gouveia As pessoas ainda não se aperceberam, mas houve testemunhas deste assalto, senão não seria possível fazer este tipo de notícias.
 · Responder · 
1
 · 3 h
Maria Gouveia
Maria Gouveia António Porfírio : qual a sua duvida? Como acha possivel dizer q era uma carrinha e q o material furtado foi levado à mao durante 500 metros?
 · Responder · 2 h
Paula Coimbra Gaspar
Paula Coimbra Gaspar Maria Gouveia existe aquela coisa que se vê nos filmes ( decerto é ficção) : análise de pegadas, descoberta de marcas de pneus de carros, camionetas, carrinhas... sei lá. Mas pode ser que tudo fuja a verdade, como a árvore de Pedrogão.....
 · Responder · 55 min
Maria Gouveia
Maria Gouveia Paula Coimbra Gaspar : ou nao. Pode haver mesmo testemunhas. E arrependidos. Calma.
 · Responder · 25 min
Jorge Nogueira
Jorge Nogueira 500 metros com centenas de quilos de material selecionado às costas? Carregar um camião por um buraco na rede? Esta história está muito mal contada...
 · Responder · 1 h
Manuel Araujo
Manuel Araujo Eu pergunto o que estão a fazer esses oficiais incompetentes no quartel para além de dormir
 · Responder · 1 h
Maria José Aguiar
Maria José Aguiar Vao procurar o camiao com o armamento ao pe da arvore do raio que causou o incendio do Pedrogao tambem deve la estar
 · Responder · 1 h
Adalberto Duarte
Adalberto Duarte Vergonha desta espécie, de defensores da pátria camuflados!!!!
 · Responder · 
1
 · 3 h
Arminda Filipe
Arminda Filipe Estamos muito bem...pobre do ZE POVINHO que tem que levar com tudo...paga e não bufa
 · Responder · 40 min
Joao Rodrigues
Joao Rodrigues Não tem a ver com geringonça nem com governos é assim á décadas, não se pode matar os ladroes e os assassinos porque têm direitos😡
 · Responder · 1 h
Fernando Barbosa
Fernando Barbosa Ah... pois! e a carrinha saiu pelo buraco existente na rede. Eis " Portugal no seu melhor" :(
 · Responder · 2 h
Pedro Calhordas
Pedro Calhordas A ser verdade acredito mesmo que não saibam ainda quem foi...
 · Responder · 
1
 · 3 h
Mario Nunes Tavares
Mario Nunes Tavares 500 m as costas ? Vieram com escravos ? Só rir
 · Responder · 
1
 · 2 h
Carlos Oliveira
Carlos Oliveira Rir para não chorar
 · Responder · 
2
 · 3 h
Maria Rebeca
Maria Rebeca Havia listas? E pensaram que eram listas de supermercado?
 · Responder · 3 h
Aderito Valverde
Aderito Valverde De certeza,que era gente que sabia.
 · Responder · 
1
 · 3 h
Ana Fernandes
Ana Fernandes O SIRESP versão......."vamos brincar aos turras"
 · Responder · 2 h
Paulo Ramos
Paulo Ramos Uma carrinha 500m a correr com aemas as costas lol
 · Responder · 3 h
Eduarda Girardin
Eduarda Girardin Alguém viu que foi carregado ás costas? :(
 · Responder · 2 h
Lici Costa
Lici Costa Não acho graça nenhuma. Isto é gravíssimo
 · Responder · 2 h
Bruno Godinho
Bruno Godinho 😂😂😂😂 só tretas
 · Responder · 3 h
Claudia Alexandra Oliveira
Claudia Alexandra Oliveira Fácil, 500 mts com armas às costas ??
 · Responder · 3 h
Susana Oliveira
12 m
É inacreditável a quantidade de informação estratégica que os militares de Tancos passaram aos assaltantes e sem a qual este roubo teria sido impossível. Pela descrição feita pelo Observador, percebe-se que a operação demorou uma quantidade de tempo apreciável; os assaltantes sabiam que não iam ser incomodados, para quê stressar? Uma pesquisa feito no GOOGLE, permite perceber que só paraquedistas, estão lá estacionados três mil. Nenhum militar se apercebeu do que quer que fosse? Ninguém ouviu nada?
josé maria
1 h
Acabam de ser detidos 16 militares da Força Aérea na Operação Zeus.

O Observador anda a dormir ?
Carlos Madeirajosé maria
1 h
A dormir andas tu, foram 12 não foi 16, e o que tem isso a ver com isto? nada 
josé mariaCarlos Madeira
42 m
Na televisão, falam em 16. Falta saber quem é que anda a dormir.
Paulo Guimarães
2 h
Os oficiais contestatários devem ler esta notícia e pensar duas vezes antes de se manifestarem por razões corporativistas 
Joel Gabriel
2 h
Então , em vez de andarem com uma G3 , podem andar com um BORDÃO , é muito mais eficaz.
Paulo Esteves
2 h
Então não afirmou o ministro da defesa que Portugal iria dar formação a militares do Afeganistão?  estás ligações são um desígnio nacional ou no interesse de certos militares?e porque a notícia passou em meios internacionais e aqui foi completamente abafada? o que tem para ensinar um país que não tem recursos para proteger instalações militares e tem meios para custear estas operações? 
era bom que a comunicação social investigasse e bem assim o custo destas missões. 
Querer o país dar lições quando está sujeito ao ridículo internacional!
Liberal Encantador
2 h
Vergonha!
Carlos Quartel
2 h
Confirma~se o que sempre pensei. Devem cair umas cabeças de general e não poucas. O desleixo e as asneiras são demasiado grandes para contemplações. Quanto à manifestação com espadas, melhor ir ao Estado Maior do Exército, é aí que está a culpa.
Como é possível guardar material deste, com esta segurança, com  gente de munições seladas (diz um coronel, com razão, ainda bem que ninguém interceptou os ladrões, ou teríamos mais meia dúzia  de soldados abatidos).
Os reis (fardados) também vão nus.......
José MarquesCarlos Quartel
2 h
Esse Coronel sabe bem do que fala, tal o amadorismo das chefias. Tropa sem corneta!!!!!
josé maria
2 h
E os militares ainda têm o desplante de quererem fazer uma manifestação....
Fernando Sousajosé maria
1 h
Sabes o quer dizer "brio militar" e estar contra a vergonha nacional e a humilhação porque estamos a passar?
Devia haver era um conjunto de militares com eles no sitio para varrer esta comunada que tem dado cabo deste Pais e calar tipos como tu.
Joao Eduardo GataFernando Sousa
1 h
O José Maria não conhece a palavra BRIO .
Oque Escrevemos
3 h
Tiveram tempo de fazer o que quiseram. Esta gente (estrutura militar) anda a brincar com coisas muito sérias. Como o armamento não servirá de certeza para bibelots, devíamos todos (militares e todos nós) estar muito preocupados,com a facilidade com que isto foi feito, com as ideias aterradoras de como este armamento pode ser usado. Nada disto parece muito normal. O que deve funcionar bem, não funciona. Se nem a estrutura militar funciona bem, imagine-se o resto. Estamos no grau zero da competência e da seriedade. Acho bem que se comece ou recomece a fazer o que nos compete.
José Silva
3 h
como se carregar ás costas durante 500 ou 1000 metros fosse alguma coisa de anormal para estes marmanjos militares.
Anabela Jalles
3 h
Noutros artigos sobre o "assalto" a Tancos deixei os meus comentários... por hora apenas sinto tristeza, nada mais para dizer...
José Marques
3 h
Rir, só me apetece rir.Tanta basófia militar e depois temos decisões destas.Fazer segurança a uma instalação militar - com ameaça terrorista pela Europa -, mantendo os carregadores separados da arma e selados, faz rir. Não! faz pena!Ao que a instituição militar chegou! e aqui senhores militares a culpa não é de terceiros, é vossa!Tirando a intelligence que foi preciso adquirir, o resto nem sequer precisou de grande planeamento, foi fácil, muito fácil, face ao facilitismo.A tese do CEME - demissão para não prejudicar as investigações -, também cai por terra. Os comandantes afinal deram logo tudo desde o inicio.
Rui Antunes
3 h
Se os descobrirem contratem-nos.  Entrar quinhentos metros dentro de um quartel e sacar um camião de armamento pesado sem que ninguém acordasse é qualquer coisa!  Isto são militares à séria! Chapeau!
Carlos Rodrigues
3 h
E o Dr António Costa está de férias.... QUE FALTA DE SENTIDO DE ESTADO E SOBRETUDO DE RESPONSABILIDADE!
José MarquesCarlos Rodrigues
3 h
Segundo as fontes oficiais e oficiosas do PS e do Governo "já estavam marcadas" :) :)

O rescaldo do pior incêndio de sempre na Europa e com a maior quebra de segurança da Europa em furto de material militar e o Costa vai de férias.
Se ficasse ia ter que gaguejar muito, assim prefere que passe o primeiro embate e depois volta para acusar o Passos de que a culpa é dele.

ze pinto
3 h
Como os tempos mudam......há cinquenta anos tomava o pequeno almoço de  G3 com a coronha apoiada no chão e encostada á parte de dentro do braço esquerdo com bala na câmara e em posição de fogo.Acidentes...??Não tenho conhecimento.Tínhamos preparação e instrução a sério.
Alberto Santosze pinto
1 h
Mais de metade das baixas mortais na Guerra do Ultramar ocorreram em resultado de acidentes. É estranho que tendo feito a tropa nessa era nunca tenha tido conhecimento de nenhum.
Henrique Pt
3 h
A confirmar-se isto aqui estão os verdadeiros terroristas. E isto não é filme só Português noutros países acontece o mesmo com conhecimento das entidades. Porque será q essa gente arranja sempre armas ou explosivos como se fosse a um supermercado. Se estes "terroristas" não existissem não tinhamos nem metade dos ataques. Há q ter mão pesada nesta gente, Expulsos do exercito e cadeia de 25 anos com eles (já q não se pode dar mais).
victor guerra
3 h
Mas qual confronto com assaltantes?Querem fazer de nós parvos?E quem garante que o material andou às costas e não foi carregado em carro autorizado a sair pela porta de Armas?Portuygal,na NATO,nem para guardar paióis.Chefias porta-amarelos
Manuel Barroso
3 h
Essa treta dos carregadores "selados" com fita-cola foi um dos maiores disparates com que fui confrontado quando fiz o meu serviço militar. Mas nunca pensei que se aplicava em Tancos ou em quarteis de tropas de elite. De qualquer maneira, alguns soldados tiram a fita-cola no início da ronda e voltam a colocá-la no fim. Fazem bem. Fiz o mesmo. Se é para ter segurança e evitar acidentes, treinem cães e soltem-nos à noite nas áreas a vigiar. Mas não os açaimem, ok?
Rui PachecoManuel Barroso
3 h
Uma alternativa era nao usar armas de guerra quando se faz vigias junto de populacoes.
Red Baron
3 h
Ou seja, pagamos nós dos nossos impostos milhares de milhões de euros em armas para que o Exército as deixe ao Deus dará.

E os nossos filhos a passar mal...
PARTILHE
COMENTE
27Comente e partilhe as suas ideias
SUGIRA

Sem comentários:

Gadget

Este conteúdo ainda não se encontra disponível em ligações encriptadas.