quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Presidente Nyusi declara criminosas as pessoas que discordam com ele e o Dhlakama

Roberto Julio Tibana atualizou o seu estado.
6/5 ·

Roberto tibana (6/Maio/2017; Facebook)

Durante as suas visita a Cabo Delgado o Presidente Nyusi fez duas declarações extremamente inapropriadas e perigosas vindas de um chefe de Estado em Moçambique. As declarações foram transmitidas pelo serviço informativo da Stv na noite de Sábado (6 de Maio de 2017). O Presidente Nyusi disse aos camponeses de Cabo Delgado que as pessoas que discordam com a maneira como ele e o Sr. Afonso Dhlakama estão a conduzir as discussões para o fim da instabilidade política e da violência armada em Moçambique são: 1) agitadores para que haja violência em Moçambique, e 2) criminosos.

Tal e qual. Está lá para quem quiser ir ouvir outra vez!

Isto é extremamente grave vindo de um chefe de Estado de um país que se diz ser de direito democrático e onde a liberdade de expressão e o debate de ideias são encorajados. Nós que discordamos sentimo-nos na mira ou de autoridades para nos prenderem por sermos criminosos assim catalogados, ou de execuções extrajudiciais na medida em que é óbvio que tal acusação não caberia em nenhum sistema judicial que se prese de um país de direito.

E assim mais uma vez chegamos ao ponto mais baixo de fazer política em Moçambique, quando cães de guerra são atirados contra aqueles que discordam. Eu pessoalmente, sendo um daqueles que discordam com o Presidente Nyusi e o Senhor Dhlakama no que estão a fazer com o país, sinto-me diretamente lesado e verdadeiramente ameaçado por este ato inflamatório do Presidente da República.

Discordar nunca deve ser visto como crime. Discordar situa-se ao nível do debate de ideias. Quando o Presidente proclama que quem discorda com ele é um criminoso, isso só revela que no íntimo deste homem reside uma alma verdadeiramente antidemocrática. É a mesma atitude de sempre. Vai aos camponeses acender as chamas do ódio e da violência. Agora que conseguiu meter a RENAMO no seu bolso, as armas viram-se contra os outros “criminosos”, os “criminosos das ideias”.

É este exemplo que dá o homem que duas semanas atrás disse aos militantes do seu Partido na Matola que (já) não há inimigos em Moçambique, que os moçambicanos devem conviver pacificamente, deixar de se perseguir uns aos outros. Tudo falso como no discurso de tomada de posse que enganou muitos.

Mas temos que perceber isto em pelo menos três dimensões. Primeiro, o leopardo nunca mudou de pele! O Presidente Nyusi está simplesmente a revelar aquilo que é e sempre foi. Não é nem democrata nem tem a possibilidade de o ser na essência. Se nos pudesse calar a todos de uma vez nos cavala. Estamos a atrapalhar demais. Há negócios que foram mal feitos e convinha que tudo fosse enterrado. E há negócios também mal feitos ainda por andar e todos os escolhos devem ser removidos para que isso aconteça. Por isso todas estas exigências de transparência, inclusão e democracia estão a atrapalhar, e se calhar até a irritar. Sobretudo quando vêm de pessoas que não podem ser cooptadas pelo sistema.

A segunda dimensão na qual enquadrar esta diatribe do Presindete Nyusi contra os que pensam diferente dele, é relacionada com o relatório sobre as dívidas ocultas que, por muito que seja adiado um dia será fechado, e algo dele terá que vir cá fora. E desse relatório (ou do resumo dele com que nos irão torturar mentalmente) o Presidente Nyusi não sairá nada limpo. Na altura ele era o Ministro da defesa, e alguns dos dinheiros que foram secreta e ilegalmente procurados pelo governo de que ele era parte foi para comprar armas. Mais ainda, ele já era presidente quando o seu governo andou a dizer que não existiam dívidas secretas e ilegais, governo esse que depois foi obrigado a reconhecer que essas dívidas existem.

Em outros sistemas democráticos ele já não estaria a operar como Presidente da República neste momento. Ele teve alguma responsabilidade (e não pequena) nesse processo que hoje traz grande sofrimento ao povo moçambicano e criou um desprestígio imerecido do país perante a comunidade internacional. Pode ser que isso não venha a ter consequências materiais para ele como Presidente da República neste tipo de regime em que vivemos, em que a constituição, leis e tribunais são letra morta. Mas tudo o que ele possa fazer para desviar a atenção da sociedade e do mundo sobre esse relatório vai ser feito. E por isso também vale sair de Maputo para ir inflamar as chamas da violência no seio dos camponeses. Até acontecimentos muito dramáticos ou espectaculares nesta semana derrareira podem ser engendrados, tudo para criar fumaça sobre os resultados das investigações sobre as dívidas secretas e ilegais, que se espera venham a ser revelados não mais tarde que o dia 12 de Maio (proximo fim de semana).

A terceira razão, e também não menos importante, é o pleito eleitoral que se avizinha. O Presidente Nyusi e os que na FRELIMO estão a trabalhar com ele nestes processos, sabem que o adversário principal a derrotar nas próximas eleições não é a RENAMO. Quando chegar o momento das eleições a RENAMO estará completamente neutralizada e ineficaz como adversário de valor para a FRELIMO. O Presidente Nyusi sabe que o seu verdadeiro adversário (e da FRELIMO) nas próximas eleições são esses mais de 50% de Moçambicanos que não votarem nele (e na FRELIMO) e no Sr. Dhlakama (e na RENAMO) em 2014. São esses que irão as urnas em 2018 e 2019 juntarem-se a outros que votaram nele mas já se desiludiram com ele e com a FRELIMO, mas que também não irão votar na RENAMO pelas mesmas razões que não o fizeram da outra vez e por mais razões que se acrescentaram depois disso. São esses que discordam do que ele e o Sr. Dhlakama andam a fazer, que é a adiar a solução de fundo dos problemas do país, que começam com os defeitos da Constituição da República, do sistema eleitoral, do modelo de governação administrativa e económica, da organização e gestão das forças de defesa e segurança, emperrados por uma corrupção generalizada e quase institucionalizada pelo governo da FRELIMO.

Nos mesmos comícios com camponeses o presidente da República disse que as pessoas só criticam e não dizem o que querem. Pode ser que não sejamos daqueles pessoas que o Presidente gosta de ouvir porque não lhe mentem. Prefere viver e falar com os que lhe mentem e bajulam. Agora por favor oiça mais uma vez, Senhor Presidente: queremos inclusão no debate dos assuntos nacionais. Não queremos a ditadura, seja ela de que tipo fôr, de voto maioritário geri-comandado ou de conluio entre duas organizações que usam a força das armas para se imporem contra a vontade do resto da sociedade. E esperamos que os diplomatas que estão consigo nesse exercício também tomem nota e vos ajudem (a si e ao Sr. Dhlakama) a entenderem isto, porque os governos passam, mas os povos ficam e têm memória.

Pelo direito de ser independente!

Em nome da cidadania activa!

Roberto Tibana


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92 comentários
Comentários

Inacio Arnaldo Mazive Declarou criminosas as pessoas que incitam a violência.

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Roberto Julio TibanaInacio Arnaldo Mazive, nao ha "massagem" nenhuma que sposs adar a isto. Ele disse que as pessoas que criticam a maneira como ele e o Dlhakama estao a condizir as coisas estao a incitar a violencia e isso e' crime. Esta foi a conjugacao exacta dos verbos. Pode ir la ver outra vez! Pode ir pedir a Stv. parfa reptir as pecas tal e qual!

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:11

Antonio A. S. Kawaria O vídeo a disposicão. Eu pensei por mesmo quando escutei ele e a gesticular. Tal igual Guebuza deu nomes aos seus críticos.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 22:58

Pedro Miguel Releve. Se disse nesses termos. Pode ter sido um deslize, normal de quem está a trabalhar e quer falar de forma mais acessível para quem se dirige num distrito.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:17

Roberto Julio Tibana Ingenuidade!

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:18

Olegàrio Samuel Muando .... "quando cães de guerra são atirados contra aqueles que discordam....".
Kkkk, ninguém deve atrapalhar o papo, de algum tempo para cà tornaram-se amigos de infância

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Salomão Mambo A ser verdade no que diz entao ele deve mudar o porta voz do seu partido no parlamento.
Porque este o seu discurso nao eh reconciliatorio.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:22

Roberto Julio Tibana Vi esta noite na Stv. Nao foi citado. Era discurso directo!

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:24

Inacio Arnaldo Mazive Eu acompanhei bem o telejornal

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:22

Elias Langa Coisas da nossa terra. Ele quer sair bonito. Mais eu ja tinha dito em linha Aberta da stv,que nos podemos resolver os nossos problemas. Meu amigo perdoa o presidente da república? Muita coisa ma cabeça, tas como a dívida pública criado pelo Armando Guebuza

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:22

Augusto Jose Naiene Se calhar foi no sentido de que todas as formas que se tentou para alcançar a paz não deu frutos e só da forma que eles estão a lidar com a situação já trouxe frutos.... Então ninguem deveria se opor a essa forma de dialogo porque até agora de tantas formas que se tentou só essa esta a aparentemente a resultar.
As palavras do PR são passiveis de serem interpretada de várias formas... Pode ser vista como ataque a democracia, a liberdade de expressao, etc ou como forma de salvaguardar os feitos até agora consiguido.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:26 · Editado

Roberto Julio Tibana As palavras dele sao uma ameaca para que as pessoas nao questionarem um modelo de procura de paz que nao ataca os problemas de fundo e por isso dentro de alguns anos vai nos fazer voltar para o mesmo em que estamos hoje. Porque nao se abre a discussao do sistma eleitoral que esta praticamente corrupto e ao servico da FRELIMO? Porque nao se abre a discussao da gestao de recursos naturais e da economia em geral, onde a corrupcao se desenvolve e ajuda a alimentar a FRELIMO com dinheiro que compra as camisetes e capulanas que angam esses camponesees na semana de eleicoes? Isso e' que e' a essencia do problema. O modelo deles ainda nao deu resultado nenhum. A guerra tecnicamente nao acabou ainda. Tregua nao e' paz! E paz se atacar esses probelas de fundo sera paz podre!

GostoMostrar mais reações · 3 · 7/5 às 0:32

Augusto Jose Naiene Um passo de cada vez... E a cada passo deve se louvar.
A FRELIMO é um sistema que não será facil "destruir". Assuntos como gestão dos R.N ou sistema eleitoral tem muitas implicações e essas discussoes devem ser ao nivel da assembleia. As vezes apontamos o dedo ao PR que se calhar pode ser uma marioneta dentro do sistema.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:37

Sidonio Pinheiro Eu vi o discurso do Presidente e achei normal. Quem incita a violência de facto é criminoso. Temos que respeitar e louvar a forma como agora o Presidente tem gerido o processo de Paz pq tá trazer o que todos queremos. PAZ

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:27

Roberto Julio Tibana O discurso foi contruido de maneira diferente. O discurso foi construido a dizer que os que nao concordam com eles estao a incitar a violencia. Claro que a incitacao a violencia e' crime. Mas associar a discordancia com o modelo de resolucao da paz com incitacao a violencia leva que os que discordam sao criminosos. Trata-se de um discurso maquiavelicamente consrtruido mas nem todos somos incautos!

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:35

Sidonio Pinheiro Não parece ter sido essa a intenção do Presidente. Já o vimos inúmeras vezes a defender que devemos saber conviver com opnioes contrárias. Cada um é livre de interpretar o discurso do Presidente como lhe convém. Mas reconheçamos que o novo modelo tá trazer o que todo Moçambicano quer. PAZ.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:45

Roberto Julio TibanaSidonio Pinheiro Paz? Paz é coisa que alguém decide dar ou não dar? DAR? Dar, eu dou, eu tiro….” … da outra vez dei dois meses… depois dei dois meses, mas agora acho que posso dar mais …” é paz isso? Paz dá-se e tira-se a bel prazer? Estamos a ser feitos de imbecis ou quê? Acordem Moçambicanos! O Mundo pode ser melhor!

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:51

Sidonio Pinheiro Entenda como quiser caro Roberto Julio Tibana, dar, receber,lcançar seja o termo que achar melhor. Eu julguei que o seu post não fosse uma aula de Português mas tá parecer. Qualquer cidadão pacato como eu fica feliz com a PAZ e volto a repetir eu louvo e elogio o Presidente. Não tenho informação privilegiada como parece ter para pensar diferente.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:03

Pátria AmadaSidonio, a Paz é um bem indisponível de todos os povos. Ela não está ao alcance de nenhum negócio. Ela é inegociável. O que acontece é que as pessoas colocam em causa o bem estar, no caso, espiritual.
Tanto o PR como o Srº Afonso Dhlakama não têm como nos dar essa Paz. O que eles devem fazer é retirar-se do lugar onde deixam o povo obstruído de bem-estar espiritual que acabam afectando todas as áreas da vida.
A paz não se dá. Só se obstrui ou se deixa fluir naturalmente como ela é.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 2:13

Antonio A. S. Kawaria Normal?

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 23:08

Enock Adriano Povo soberano, 2018 e 2019 que nos espere alguns vão ficar no banco assistir. Chegaaaa

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:27

Sidonio Pedro Atenção que as eleições não se ganham no Fb

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 11:11

Enock Adriano O dhlakama também é um ciclone dineo que só sabe estragar, mafioso. Mas um dia os dois ficarão na plateia a reverem as cobardias vossas

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:31

Inacio Arnaldo Mazive O Sr Roberto Julio Tibana,revela-se ter ódio pela Frelimo.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:31

Carlos E. Nazareth Ribeiro SUBSCREVO (QUASE) INTEIRAMENTE A CRÓNICA DE Roberto Julio Tibana e sugiro que a divulguem em tertúlias.

GostoMostrar mais reações · 3 · 7/5 às 0:38

Hermes Sueia A Paz é a PAZ........outras fórmulas não funcionaram....até prova em contrário a presente fórmula está a produzir resultados.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 14:34

Hermes Sueia E o exercício ainda não acabou..........sem interferências e de forma directa.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 14:36

Carlos E. Nazareth Ribeiro Ninguém discorda! Mas, devemos ter presente que o "homem-do-gatilho" não é flor que se cheire: argumentação para disparar, não tem; argumentação para ser candidato a PR ou a Deputado, não tem. Então, podemos acreditar em PAZ? Ou vamos permanecer em tréguas dependentes de "facilidades exigidas"? E, quando não cedermos, bum! bum! de novo!!!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 19:29

Hermes Sueia O que contam são os resultados.......vejam o escândalo da CTA.......O desperdício das rondas intermináveis no Centro de Conferências JC.......Os mediadores da Europa, etc .......onde há sinais de entendimento é melhor evitar mais sal ou mais açúcar.........O prato esta bom e recomenda se........falamos daqui do interior do Zambeze onde o povo agradece a Paz nem que seja por um segundo só.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 19:41

Hermes Sueia Os estudos que venham depois, pois a vida urge.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 19:42

Elias LangaInacio Arnaldo Mazive eu também não gosto da frelimo. Tas mais uma vez a misturar governo e frelimo?

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:40

Augusto Jose Naiene Em algum momento confundem-se. Nem eles separam muita das vezes..

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:43

Elias Langa Irmão uma das coisas que fez demoram com a paz,e misturar governo e partido frelimo. O partido ficam entre do governo.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:46

Augusto Jose Naiene Sim. Por isso digo que confundem-se porque eles misturavam as atuações como Frelimo e como Governo

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:49

Inacio Arnaldo Mazive Diz isso a Roberto Julio Tibana que mencionou a Frelimo no seu post uma vez que o Presidente Nyusi naquele comício não falou nada relacionado com a Frelimo.ouviste Elias Langa? Exactamente por isso que eu acuso Roberto Tibana de odiar a Frelimo.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:58 · Editado

Augusto Jose Naiene Eu acho que a analise de discursos é importante mas não essencial neste momento. Temos que começar a olhar soluçoes para os problemas que vivemos.. É verdade Que alguns só se podem resolver com o antecessor resolvido.. Vamos propor melhorias

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:41

Roberto Julio TibanaInacio Arnaldo Mazive, odio e' um sentimento muito destrutivo! A FRELIMO nao merece ser odiada. A FRELIMO nao deve ser destruida. Deve ser reformada. Eles nao vao fazer isso enquando continuarem atolados na corrupcao. Eles precisam de um intervalo. Estao tontos de tanto que fizeram. Mas esse trabalho e' deles la dentreo. O que nao podemos permitor como mocambicanos e' ser desgovernados e ficarmos calados. Ou que nos mandem calar. Nos estamos ainda no debate de ideias. Nao queremos odios! FORA A PALAVRA ODIO!

GostoMostrar mais reações · 6 · 7/5 às 0:42

Inacio Arnaldo Mazive Vocês que noites e dias não dormem porque querem derrubar a FRELIMO do poder não irão conseguir porque são a minoria. A maioria ainda quer a Frelimo no poder(recordas dos pronunciamentos do Sr João Lourenço do MPLA? )

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:29 · Editado

Valdemar Usta Há um partido que sempre ganhou as eleições por fraudes, utilizando as instituições do Estado (interior e defesa) como parte da sua pertença! Quem não viu e vê, é cúmplice destes crimes ou, é um anormal!!!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:47 · Editado

Inacio Arnaldo Mazive Os perdedores sempre falaram de fraudes. Mesmo com os membros nas assembleias de voto.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 2:00

Claudino G. NchumalyInacio Arnaldo Mazive a democracia preve a luta pelo poder, entao o derrube da Frelimo deve ser visto como exercicio da democracia um sistema/jogo que a propria Frelimo aceitou. Agora dizer que a maioria ainda quer a Frelimo 'e discurso de alguem como senhor que come na base da Frelimo por isso sempre vai reclamar ser maioria e insubstituivel, porque sabe que a perda da Frelimo 'e a perca dos seus tachos.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 10:06

Sidonio Pedro Eu sempre vos digo que as eleições não se ganham com "papos" no Fb. Desçam as bases, às comunidades e aí sentirão a vitalidade, o vigor da Frelimo. Aí sim, é onde se ganham as eleições.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 13:14

Eduardo Banze Acho que o presidente tem razão. a nossa democracia é jovem e precisa de muita tolerância de todos, mas alguns de nós pensam que já temos 100 anos de democracia. por isso que falam e nunca veio dizer que a solução é esta. mas na altura de agitar estão na vanguarda é complicado. os que acham que são sábios na verdade não ajudam em nada. É só verificar o que escrevem nunca tem conseco

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:47

Joao Alexandre Papucides Sr. Banze, o meu filho nasceu apos independencia e tornou-me avo. Isto para lhe dizer que nao precisamos de 100 anos para consolidarmos a nossa "democracia". Tera sido mais um lapso do nosso presidente? Nao sei. Julgo que ja sao lapsos a mais. Posso nao comungar com as suas ideias ou posicoes. Sera por isso que me vai catalogar de criminoso? Se sim, mal vai a "nossa" democracia. Abr

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:09

Elias Langa Bem dito Roberto Julio Tibana.mas volto a repetir eu não gosto da frelimo.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 0:47
Ocultar 11 respostas

Sidonio Pedro O problema é seu.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 13:17

Elias Langa Falas mal português. Sorte minha

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:18

Elias Langa Nunca tive problemas por não gostar da frelimo. Cuidado com as palavras.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:19

Elias Langa Viva a realidade do seu país. Para de escovar irmão. Olha para o futuro dos seu filho e netos.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:25

Sidonio Pedro Já tens um problema, de não gostares da Frelimo. Não achas que passar a vida a destilar ódios seja um problema?

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:26

Elias Langa


GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:27

Elias Langa Para de proteger ladrões da pátria.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:27

Elias Langa Pra ti em primeiro lugar, esta o povo,a verdadeira pátria.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:28

Elias Langa Tu tas a mim provarem quem em primeiro lugar para ti,esta a frelimo

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:29

Elias Langa Moçambique que vai a M

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:29

Elias Langa Realmente pensámos de maneiras diferentes. Bom Domingo para ti

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:31

Enock Adriano Tanto a Frelimo como a Renamo precisam de um descanso/reforma porque o país é de todos nós e não para grupinhos gatunos que enriquecem a custa do pobre miserável.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:51

Sidonio Pedro O povo é que decide

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 13:18

Elias Langa O dia que o povo sober dizer,que nada está a cima da pátria. Ai sim vamos saber porém a pessoa que realmente ama essa nossa pátria. Meu irmão Enock Adriano

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:55

Enock Adriano O povo já está cada vez mais esperto a ferida da pobreza que nunca sara dói.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:58

Elias Langa A joventude deve acordar

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:00

Elias Langa A juventude de acordar irmão

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:00

Elias Langa Meu irmão Enock Adriano.o maior problema nosso reside na falta de cultura de informação, desconhecimento dos nossos direitos e deveres. Na tá a cima da pátria

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 0:58

Augusto Jose Naiene E isso deriva dos indices de analfabetismo e pouca escolarização nas zonas rurais

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:01

Valdemar Usta Ilustre Elias Langa, a falta de cultura de comunicação, o desconhecimento dos nossos direitos, educação "reles" ou fraca, é propositado! Melhor assim para os atuais "COLONOS" mais ignorantes, melhor para os usurpadores do bem comum!

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 2:01 · Editado

Elias Langa Certo

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 9:37

Augusto Jose Naiene Um dia.. Tudo ficará bem. É de facto vergolhoso o retrocesso que vivemos... A Ganancia dos nossos governantes é severa.
Houve Revolucao francesa, americana... No norte de Africa... Aqui tambem haverá... O povo esta exausto

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 0:59

Enock Adriano Trabalhemos com a comunidade rural onde reside o analfatismo veremos os frutos

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:01

Inacio Arnaldo Mazive Qual é a vida hoje em dia da população nesses países do Norte da África? Na Líbia e no Egipto vive-se bem?

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:07 · Editado

Augusto Jose Naiene Uns correu bem outros não!
Para grandes mudanças é preciso grandes sacrificios

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:04

Enock Adriano Você tem medo de mudança fique aí onde está amarrado eu quero o futuro melhor para as gerações vindora

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 1:07

Inacio Arnaldo Mazive
Traduzido do Espanhol
Se você nunca votou.Ver Original

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:10

Enock Adriano Meu voto foi desviado

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:16

Elias Langa Vou dizer uma palavra, mas é pura verdade.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:02

Enock Adriano Seja homem meu senhor cada um tem seus problemas

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Elias Langa O nosso pais perdeu qualidade de um estado. Verdade

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:07

Artur Manjate Hehehehe, ódio numa altura em que todos devemos pensar na reconciliação nacional, num clima de festa pelos feitos conseguidos.
Inclusão para perpetuarem o clima de desentendimento.
Qual foi o resultado prático, conseguido com a vinda daqueles que negaram, em Roma, o fim da guerra dos 16 anos? A Sociedade civil estava lá.
Ódio com a Frelimo é uma coisa que não tira o mérito do Presidente Nyusi e o líder da Renamo, pois estamos em paz.
Como anima viajar de carro para todo o lado sem tiros?
É verdade. O Discurso do PR foi violento? Não entendi assim.
Misturar o alcance da paz com ódio, faz confusão.
Fale somente de ódio, desbobine tudo que tem, quem sabe se terá seguidores?
Depois fale das dívidas que é um tema candente. Quem sabe se terá seguidores?
Depois, pode dar das eleições do próximo ano. Mas deixem-nos curtir a paz. Se gostam da guerra, sintam-se excluídos, situam a liberdade de expressão cortada.
Mas 99% de moçambicanos está feliz, pois até o ananás de Muxungue chega a Maputo, porque há paz. Eu não como ódio.

GostoMostrar mais reações · 4 · 7/5 às 1:08

Augusto Jose Naiene Falou e disse...
Pouco a pouco vai-se lá...

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Enock Adriano Os neocolonizados psicologicamente metem-se em posições de defesa dos mentores da ditadura...cuidado acordarem na lixeira

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Sidonio Pedro Conversa fiada

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 13:23

Armenio Naene Caro Timbana, o que todos temos que fazer neste momento é buscarmos soluções claras e fáceis para o país voltar a ter a saborosa Paz. Andarmos a discutir o melhor modelos de discursos ou sulucoes é impensável discutir isso,😭 temos que abraçamo- nos em torno de uma causa importante. Julgo que não vale a pena discutir pessoas vamos a paz a qualquer preço porque o retorno é bom para todos

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Roberto Julio Tibana Se você que paz “a qualquer preço” você vai ter essa paz barata que te dão e te tiram quando querem. Eu quero aquela paz que vem para ficar. Essa não pode ser uma negociata secreta entre meia dúzia de pessoas. Quem monitora essa "trégua indefinida"? Você já viu em alguma parte os próprios beligerantes se monitorarem a eles próprios? Que brincadeira é essa? Somos adultos ou crianças a brincar as escondidas? E quando as coisas correrem mal e começarem a acusar-se e a andar aos tiros outra vez como vai ser? Vamos ficar de lado a "curtir' o quê?

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Armenio Naene Caro Timbana, tens que ter em conta aspectos que levaram a perca de confiança nas inúmeras rondas que tivemos com a presença da comunidade internacional ja não havia confiança para abordarem com profundidade o dossier '" defesa e segurança" julgo ser este o " epicentro " das negociações. Para este dossier não existe uma forma clássica de resolução, deve haver cedências e confiança das partes em conflito, agora o que está nas mãos do PR é algo que não foi analisado na implementação do AGP, mas agora eu fico incrédulo quando meia de dúzia de Moçambicanos gostariam de ver negociações srm o mínimo de aproximação das partes e com colunas militares a escoltarem - nos , será que está paz não tem sabor? Vejo milhares de pessoas com o sofrimento minorado , a vida voltando a normalidade, o preço dos produtos à baixar consideravelmente, os nossos irmãos que estavam sufucados com as prestações acumuladas da dívida contraída junto a banca, hoje podendo honrar com mesmos. Pelo menos me sinto orgulhoso em ter um PR empenhado na busca da paz. Caro Timbana e outros saibam que os detalhar deste dossier e a sua discussão na especialidade levará o seu tempo, e o mais urgente o possível teremos uma paz efectiva, saibas que os mediadores e a comunidade internacional, em particular a UE vem saudando o empenho das partes, este comentário não trará nada de novo muito menos reaproximar as partes. Saiba Dr Timbana que as bancadas parlamentares foram instruídas a buscarem o vocabulário da paz nas suas intervenções, isso por si só representa um ganho na convivência entre irmãos , estamos numa linha em que os investidores vida precisa de forma clara investir em cadeia e de forma tranquila. Vamos nos impor porque está paz tem fé tudo para ser efectiva, os contornos da sua discussão se é secreta ou não, e quantos estão envolvidos no processo, e quantos oram o para que ela perdure não importa, repetirei quantas vezes forem possíveis que custe o que custar queremos paz a qualquer preço

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 9:22

Elias Langa Uma pessoa formada com mente boa,nao pode a seitar que um grupo de pessoas prendem a sua mente.

GostoMostrar mais reações · 3 · 7/5 às 1:18

Roberto Julio Tibana Paz? Paz é coisa que alguém decide dar ou não dar? DAR? Dar, eu dou, eu tiro! ” … da outra vez dei dois meses… depois dei dois meses, mas agora acho que posso dar mais …” é paz isso? Paz dá-se e tira-se a bel prazer? Estamos a ser feitos de imbecis ou quê? Acordem Moçambicanos! A paz verdadeira terá que ser construída por todos nós! São todos os moçambicanos que se terão que reconciliar, e fazer a paz. Quando vitimas e perpetradores se puderem sentar na mesma sala e reconhecerem-se como pessoas. Aí sim. Podemos falar de paz. Quando a exclusão na política e na economia e na saúde e na educação for decretada e ser verdadeiramente tratada como um mal a erradicar e isso se começar a fazer na prática. Quando tivermos sistemas de poder democrático com controlos efetivos contra os excessos dos “chefes”. Quando ninguém se puder arvorar o direito de vender os nossos recursos naturais ao desbarato a troco de migalhas para os seus bolsos, deixando-nos cada vez mais pobres, com gerações de crianças malnutridos e deficientemente educadas, prontas para continuarem a ser embrutecidas como o foram e são seus pais, por uma minoria voraz de corruptos que se agarram ao poder para benefício próprio. Quando duas pessoas deixarem de pensar que têm o direito de nos dar ou tirar a paz sem que nós os cidadãos deste país possamos fazer nada com isso. Eu estou satisfeito que as mortes desnecessárias estão agora em pausa (sublinho PAUSA, pois esse é o verdadeiro sentido de trégua). Mas não sou daqueles que vou engolir isso como paz, nem sou daqueles que acreditam que o caminho que se está a seguir seja o que vai levar a uma verdadeira e duradoura paz. Não me regozijo nada, absolutamente nada com este modelo absolutista de “paz” que alguém decide que nos dá ou nos tira.
Eu não sou daqueles que sinceramente acreditam que o povo moçambicano não merece este tipo de tratamento absolutista, anacrónico: “… da outra vez dei dois messes, depois dei mais dois meses, mas agora acho que posso dar mais…. “ DAR? Dar! É essa paz ‘Dada”’ (que pode ser tirada amanhã!) que temos que agradecer? Eu não quero paz dada. Quero paz construída por todos nós. Essa sim. Será paz verdadeira. Não essa coisa mal parida chamada ‘trégua indefinida”. Por isso sou e continuarei crítico desse modelo. O poder está infeliz por considerar isto uma incitação a violência. Claro que incitar a violência é crime. Mas tentar colar a discordância com o modelo negocial atual com incitação a violência (como o discurso do Presidente Nyusi o fez), considero desonesto e perigoso.

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Carlos Cardoso sem duvida concordo com DR. Nos Mo,cambicanos aceitamos tudo menos nada por isso nos servem oque querem e nos tiram quao querem !

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 10:33

Belunga Tembe Concordo plenamente c/ o seu discurso caro dr. Roberto Julio Timbana. O povo não deve ser refém de "paz" dos homens de guerra. A PAZ é algo nobre, acima de ambições de fulanos e beltranos da pólvora. A PAZ não depende de tréguas e, muito menos de decretos de partes desanvindas. Portanto, a PAZ deve prevalecer s/ condicionalismos.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 13:31

Rogério Supinho Respeitável Dr Tibana, aceite minhas saudações pela colocação. Contudo, não posso deixar de verificar que parte de si tem dificuldades de aceitar Nyusi como líder desta nação, o seu envolvimento nas dívidas ocultas é na verdade uma razão razoável da sua falta de aceitação. Contudo, o meu fraco nível de percepção indica a existência de outras razões subentendidas.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:29 · Editado

Roberto Julio TibanaSidonio Pinheiro A paz verdadeira terá que ser construída por todos nós! São todos os moçambicanos que se terão que reconciliar, e fazer a paz. Quando vitimas e perpetradores se puderem sentar na mesma sala e reconhecerem-se como pessoas. Aí sim. Podem...Ver mais

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 1:20

Sidonio PinheiroRoberto Julio Tibana eu acredito que este modelo dará resultados. E saúdo a cessação das hostilidades e vejo como um elemento fundamental para que alcançaremos a PAZ de todos os Moçambicanos que refere. Deixemos que as instituições de direito façam esse trabalho sobre os diversos intervenientes da PAZ efectiva.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:34

Jose Eduardo Uns acreditam outros nao. Nao me parece ser esse o problema levantado e a merecer debate. Sendo o importante: pode um PR democraticamente eleito chamar de criminosos os que sobre qual seja a materia tenham opiniao diferente?

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 9:04

Inacio Arnaldo Mazive Dou razão as palavras proferidas em Maputo por sr João Lourenço candidato do MPLA a Presidente de Angola.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:20

Elias Langa São palavras que já tamos âmbito a dos a ouvir. Vido do vosso lado

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:24

Roberto Julio Tibana A paz verdadeira terá que ser construída por todos nós! São todos os moçambicanos que se terão que reconciliar, e fazer a paz. Quando vitimas e perpetradores se puderem sentar na mesma sala e reconhecerem-se como pessoas. Aí sim. Podemos falar de paz. Quando a exclusão na política e na economia e na saúde e na educação for decretada e ser verdadeiramente tratada como um mal a erradicar e isso se começar a fazer na prática. Quando tivermos sistemas de poder democrático com controlos efetivos contra os excessos dos “chefes”. Quando ninguém se puder arvorar o direito de vender os nossos recursos naturais ao desbarato a troco de migalhas para os seus bolsos, deixando-nos cada vez mais pobres, com gerações de crianças malnutridos e deficientemente educadas, prontas para continuarem a ser embrutecidas como o foram e são seus pais, por uma minoria voraz de corruptos que se agarram ao poder para benefício próprio. Quando duas pessoas deixarem de pensar que têm o direito de nos dar ou tirar a paz sem que nós os cidadãos deste país possamos fazer nada com isso. Eu estou satisfeito que as mortes desnecessárias estão agora em pausa (sublinho PAUSA, pois esse é o verdadeiro sentido de trégua). Mas não sou daqueles que vou engolir isso como paz, nem sou daqueles que acreditam que o caminho que se está a seguir seja o que vai levar a uma verdadeira e duradoura paz. Não me regozijo nada, absolutamente nada com este modelo absolutista de “paz” que alguém decide que nos dá ou nos tira.
Eu não sou daqueles que sinceramente acreditam que o povo moçambicano não merece este tipo de tratamento absolutista, anacrónico: “… da outra vez dei dois messes, depois dei mais dois meses, mas agora acho que posso dar mais…. “ DAR? Dar! É essa paz ‘Dada”’ (que pode ser tirada amanhã!) que temos que agradecer? Eu não quero paz dada. Quero paz construída por todos nós. Essa sim. Será paz verdadeira. Não essa coisa mal parida chamada ‘trégua indefinida”. Por isso sou e continuarei crítico desse modelo. O poder está infeliz por considerar isto uma incitação a violência. Claro que incitar a violência é crime. Mas tentar colar a discordância com o modelo negocial atual com incitação a violência (como o discurso do Presidente Nyusi o fez), considero desonesto e perigoso.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 1:21

Artur Manjate Acho ser melhor formar um partido político, e apresentar estas ideias a todo o e não apenas a quem tem acesso às redes sociais, pois estas ideias brilhantes, perdem-se. Kunene!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:40

Enock Adriano Se o senhor tem essa visão está muito mal enquadrado para a sociedade moçambicana tenta reverter se

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:22

Enock Adriano Senhor Inácio

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:23

Inacio Arnaldo Mazive Faça favor!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:29

Elias Langa Um pais que não consegue levarem um ex presidente a barra do tribunal. Doi muito ver o povo a pagar dívidas que não virão o destino do valor.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:28

Elias Langa Boa noite Moçambique

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Enock Adriano

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:29

Artur Manjate A primeira paz que deve ser conquistada e defendida é a que o PR e o líder da Renamo estão a dar aos moçambicanos: o calar das armas.
A outra paz que deve ser conquistada é da reconciliação entre os moçambicanos, curados as feridas causadas pelas hostilidades.
A outra paz que deve ser conquistada, deve ser de eliminar e enterrar o ódio, pois se continuarmos a alimentar isso, dificilmente teremos a paz no nosso interior.
Vamos tentar separar as águas, certamente que a paz interior vai habitar em nós. Kunene! O ódio desvirtua tudo. Todos que estão à nossa volta não prestam. Até a nossa própria sombra pode não prestar. Kunene!

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:34

Roberto Julio Tibana Boa noite e bom descanso a todos. A conversa foi boa mas é tempo de recolher!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:40

Enock Adriano Desse jeito não será paz duradoura se a Renamo não aceitar os resultados dos próximos pleitos eleitorais voltaremos a esses problemas. Que negociações são essas a porta fechada? Quem será o testemunho? Nós não sabemos o que está se tratar lá dentro. Sejamos sérios

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 1:40

Roberto Julio Tibana Boa noite e bom descanso a todos. A conversa foi boa mas é tempo de recolher!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 1:41

Artur Manjate Vamos fszer uma reflexão séria, despida de ódio. Bons sonhos, Kunene!

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:43

Fernando Veloso Vão-se uns vêm-se outros...

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 1:57

Sidonio Pedro Já te foste?

Gosto · 7/5 às 13:32

Manuel Carlos Nhanala Estamos satisfeitos pelos progressos mas não é o suficiente, esta trégua e função dos desejos de dois indivíduos o PR e o líder da RENAMO, muito embora o PR represente os Moçambicanos, acho que deveria expandir o dialogo pela paz definitiva e reconciliação nacional à outras forças vivas da sociedade. Nos moldes atuais, tenho pouca fé que a paz seja definitiva.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 3:58

Sergio Baloi Sergio Não vamos calar sobe pena de ser inimigo do FJN

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 5:53

Aira Alfaiate Rui Eu só sei que nada sei, o facto de saber isso me coloca em vantagem sobre aqueles que pensam que sabem alguma coisa....
correr atrás de um maluco você vira o mesmo.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 7:41

Helder Chipe Penso que existe um certo tipo de comunicação para cada auditório. Fazer perceber que a paz já não é uma miragem, mas sim um dado adquirido, em alguns locais do país, passa por adequar a linguagem a capacidade de descodificação nessa circunscrição. Penso que esta foi a estratégia.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 7:44 · Editado

Aiuba Oliveira Mtw Concordo (embora em parte), realmente alguns moçambicanos acreditam nesses indivíduos, lamentável.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 7:51

Eduardo Domingos Certo

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 7:58

Alcidio Fernando Trigo Mutumula Carissimo Timbana. Espero q ja tenha acordado, mas devo dizer q a sua opniao e democraticamente aceite, mas lembre se q ha pouco tempo todos nos, incluindo a si, eramos da opniao de um dialogo sem intermediarios, a visa e q daria mais frutos. Esta dando frutos, assim sendo, deixa eles acordarem oq for e dai saberemos, estamos a precionar mal o's intervenientes, lembro me q o Presidente foi claro, ao dizer q as pessoas podem opinar mas nao atrapalhar, temos q ser claros n q temos a dizer.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 8:25

Benjamim Muaprato Que nome pode se dar a pessoas que incitam violência? Claro que são criminosos e ha, de facto neste pais, pessoas que queriam que a guerra continuasse. Mas me parece que esse não e seu caso, caro Dr.Timbana. Bem haja Presidente da Republica.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 8:45

Jose Eduardo O PR nao chamou de criminosos os que incitam à violencia. Mas sim aos que nao concordam com a forma como ele e sr DHL encaminham o processo. Sao coisas bem diferentes. Pessoalmente tambem acho cirimonosos os que incitam a violencia, porem, ja nao sao criminosos os que acham que outros modelos de conducao do processo podiam ser seguidos. Nem o PR, nem o DHL e nem ninguem é infalivel.

Gosto · 7/5 às 9:17 · Editado

Benjamim Muaprato Não, não meu caro Jose Eduardo. O presidente chamou de criminosos os que incitam a violência e pediu para os que não concordam com a maneira como este processo esta a ser conduzido para propor soluções. Foi isto que ouvi na STV, no telejornal de ontem.

Gosto · 2 · 7/5 às 9:21

Benjamim Muaprato Me parece que o Presidente redimiu-se, porque ha semanas, disse que náo queria interferencia de ninguém... não se se recorda!

Gosto · 7/5 às 9:27

Jose Eduardo Podemos ter ouvido a mesma coisa e entendido diferente. Concordo.
O Timbana o MDM ja apresentaram propostas, o maximo que aconteceu foi prometer ao Davis informacoes sobre o que ele e DHL fossem falando. Nao sei se o grupo Timbana teve alguma resposta, mas pelo evoluir do processo, ou nao houve resposta ou nem sequer foi tida em consideracao.

Gosto · 7/5 às 9:28

Benjamim Muaprato Mas no meio do entendimento diferente entre nos, ha uma verdade, não sei se sua, ou minha. De qualquer das formas, ha que encorajar esse tipo de iniciativas. Se o modelo da sociedade civil não serviu, se o modelo da medicação internacional não serviu e, este, esta surtir efeitos desejados temos que apoiar. Quanto ao MDM, o próprio presidente deu a resposta no mesmo comício realizado em Namahunbiri.

Gosto · 2 · 7/5 às 9:33

Edwin Hounnou Eu também vi e fiquei bastante preocupado essas declarações saírem da boca de um chefe de estado que se diz democrático. Nyusi e Dhlakama poderiam até estar a conduzir muito bem o processo da paz mas qualquer cidadão tem o direito de discordar da forma como o fazem e não pode ser chamado de agitado muito menos ainda de criminoso. Esta postura de Nyusi é extremamente perigosa e vamos assistir a prisões em massa porque alguém discordou do presidente. Discordar do presidente Filipe Nyusi vira crime?!...

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 9:03 · Editado
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Sidonio Pedro Não podia se esperar outra coisa de si.

Gosto · 7/5 às 13:38

Edwin Hounnou Porquê? Está a falar de mim, Sidonio Pedro?!

Gosto · 7/5 às 13:50

Joel Mabasso Se calhar, o Chefe de Estado quis dizer que "todos que se empemham para contrariar o interesse republicano, no caso vertente o reestabelecimento da Paz, em Moçambique, que se pretende efectiva, são inimigos do Estado".

Se for o caso, nada do que se diz nos comentários tem importância.

Não creio que um Chefe de Estado, em perfeito gozo de suas faculdades mentais, vá proderindo discursos que "minem" a unidade nacional.

Gosto · 7/5 às 14:09 · Editado

Edwin HounnouJoel Mabasso, você viu o discurso na stv?

Gosto · 7/5 às 14:23

Joel Mabasso Sim.

Gosto · 7/5 às 14:31

Joel Mabasso Repare, Edwin Hounnou: nada e ninguém estou aqui a defender, pelo que eu disse acima, "Se calhar, ...........". Deixar parecer o que não se está a dizer, resulta em inverdades.

Gosto · 7/5 às 14:35

Edwin Hounnou Mas não há nenhuma inverdade nos comentários que estão a correr. Nyusi chamou de criminosos e agitadores.

Gosto · 1 · 7/5 às 14:36

Sidonio Pedro Deixem o presidente trabalhar com o Afonso para o bem do nosso pais. Vocês forçam interpretações com objectivo único de criar agitação nas pessoas.

Gosto · 7/5 às 14:47

Edwin HounnouSidonio Pedro, você parece um acólito e não um individuo com espírito crítico.

Gosto · 1 · 7/5 às 15:02 · Editado

Sidonio Pedro Porque penso de maneira deferente da tua? E depois passas a vida a enganares as pessoas dizendo ques es tolerante, democratico.

Gosto · 7/5 às 14:54

Edwin Hounnou Eu não engano nem nunca enganei a ninguém. Nunca roubei nada de alguém e não tenho nada a esconder.

Gosto · 1 · 7/5 às 14:57

Naine Mondlane Este pais ja nao anima yah!!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 8:56

Naine Mondlane Se formos a ver e analisar tais treguas a fundo, veremos e descobriremos que tudo esta acontecendo sob iniciativa de AMMD e nao do pr como eradamente muitos pensam.......

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 8:58

Edwin HounnouAlcidio Fernando Trigo Mutumula, espero que você não esteja equivocado quando diz "todos nós". Peço para não me incluir porque eu acho que entre Frelimo e Renamo nunca dariam um passo é mesmo assim eu tenho mais dúvidas que certezas. Tanto desejaria eu que a guerra nunca mais voltasse a fustigar a nossa terra. Veja que as questões essenciais políticas ainda não chegaram a nenhum entendimento.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 9:01

Valdemar Usta Muito puxassaquismo por aqui. É saber a verdade, e por cobardia ou fraqueza das mentes, vão se fazendo de despercebidos, utilizando o método do daltonismo.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 11:56 · Editado

Helder Chipe Pior que a redistribuição do dinheiro no mundo são os gostos. A gostos para tudo, como a diversificadas opiniões em torno do mesmo assunto.

Gosto · 7/5 às 9:30

Mussa Abdula Dr. Roberto Julio Tibana com todo respeito, o seu argumento parece não estar em sintonia com aquilo que são os anseios da maioria dos moçambicanos, que era de se verem livres daquela guerra sem piedade. É lógico, quando chama por agitadores a pessoas que discordam com a maneira como Nyusi e Dhlakama estão a conduzir as negociações que visam pôr fim às hostilidades militares, mais do que ninguém conhece melhor as consequências da guerra. O que discordo, nessa presumível intervenção feita pelo presidente é apelidar os seus patrões por marginais. Não se pode confundir agitação como sinónimo de paz.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 9:24

Edwin HounnouMussa Abdula, quando a vez dos acordos de Roma muitos diziam como você diz. Quando foi a vez daquela palhaçada que chamam de Acordo de Cessação das Hostolidades Militares também rejubilaram porém não preciso muito tempo para se provar que tudo aquilo havia sido mal feito. O mesmo vai acontecer agora porque está a faltar o essencial que é a revisão da constituição que promove a guerra.

GostoMostrar mais reações · 3 · 7/5 às 9:34

Mario Albano Me parece que nós os Moçambicanos estamos todos anestesiados com os discursos, não sabemos cobrar aos governantes. Depois das eleições estaremos de novo aqui a esgrimir palavras só para justificar os nossos fracassos. Passado os 100 anos da independência estaremos a culpar os mesmos actores. Cada povo tem os diregentes que merece.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 11:10

Abreu Vicente Senhor Inacio Mazive, o senhor Joao Lourenco e um esquezofrenico que nao ve que os malandros estao dentro do MPLA e nao fora dele. Porque e que ele veio falar isso aqui em Maputo e nao faz o mesmo em Luanda? Porque sabe que la seria insultado porque sabe que felizmente Angola tem uma classe intelectual respeitavel que nao admite abusos de poder e de confianca. Eu nao odeio a Frelimo e o MPLA mas infelizmente depois dessas organizacoes terem tido o merito de conquistar a independencia dos respectivos paises agora viraram opressores dos seus povos ao alimentarem a corrupcao por isso concordo com os que dizem que a Frelimo e anti-democratica, e so ver as leis que a sua bancada aprova com a ditadura do voto e depois ou sao contestadas ou simplesmente nao sao aplicadas, por isso o sistema de justica esta como esta no nosso pais e isso convem aos que estao no poder para se perpetuarem nele.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 11:58

Andre Mahanzule E rejubilaremos sempre q te home alcançarem a lucidez d perceberem q não armas não resolvem os problemas se não piorarem-nos. Vamos rejubila sem sem recebermos mensagem de q teremos mais alguns dias de vida. Rejubilemos sempre a dois elefantes se cansarem de lutar e mesmo assim os dois continuarem vivos porque ter-se-ão propostos a nós solucionar o problemas. Iremos lamber todas as notas dos q se colocarem n posição de parar as guerras seja em forma de tréguas ou acordos definitivos, vale tudo para q mais nenhuma ak47 seja manipulada e apontada para onde onde q seja.
Aproveitemos o entre calar das armas para construirmos a paz q queremos. Todas as reflexões são bem vindas mas no silêncio da armas.
Respeitavel Dr Tibana efectivamente o PR pode ter dito tal como V.Excia coloca mas daí a entender como um ataque pessoal a si talvez seja algum extremismo. Não tenho nenhum informação privilegiada mas tenho uma vaga impressão de q ha gente interessada em haja guerra, gente de dentro e d fora de obviamente q esses não concordam com o modelo actual de negociação q, diga-se , já calou a armas e deu passos significativos com destaque para o desmantelamento das posições militares nas zonas d conflito. Esses q não concordam com o modelo actual e q sobretudo não propõem soluções concretas mais promovem agitação e incitam à violência. Esses são criminosos.
Corrupção e outros males q enfermam a nossa sociedade vamos combate-los sim, veementemente, mas em paz. Obrigado.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 12:00

Antolinho André Ainda bem que este assunto está sendo debatido nas redes sociais e não nas rádios e televisões. Pois o argumento aqui esgrimido faz pensar que é excesso de ciúmes que levam a produzir este longo texto. Os que estavam em guerra e que precisavam acabar com ela sao o governo dirigido pelo PR e a organização militarizada (Renamo) dirigida pelo sr. Dhlakama. Se estes estão se a entender por acabar com a guerra quem são outros que se identificam com ela?. Deixem que eles se entendam e acabem com a guerra. O entendimento deles não retira o mérito de outras forças vivas deste país. MDM se é sério vai realizando o seu trabalho não tem nada que querer se meter na jogada. Deixem que o PR e o sr. Dhlakama tragam a PAZ, o sucesso e a tranquilidade Nacional.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 12:10 · Editado

Gitandra Valoyi Se o calar das armas significasse algum entendimento ente os moçambicanos (mesmo que admitamos que se deixem representar por aqueles dois cidadãos), seria um ganho. Infelizmente, não me parece que esteja a se chegar a algum entendimento, porque não se leva à mesa a verdadeira causa dos conflitos. Escrevi, em algum momento (2015): "SE A GUERRA INTERESSA A QUEM A PODE EVITAR, TORNA-SE INEVITÁVEL QUE SEJA UM FACTO".

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 13:09 · Editado

Antolinho André Os verdadeiros motivos de guerra se calhar os que estão a guerrear nem sabem porque se soubessem apartir de 1992 que se tinham entendido já não havia outro espaço de desentendimento. A Renamo quer exercer o poder de forma exclusiva se possivel sem a Frelimo que é seu inimigo natural. Porquê a Renamo não aceita a Frelimo no poder? Será orgulho? Será que não consegue pôr em marcha os projectos de 1974 desenhados pelos senhores Orlando Cristina, Ivo Fernando e outros?

Gosto · 7/5 às 14:33

Gitandra Valoyi Percebo a tua posição, que não é própria de um árbitro.

Gosto · 7/5 às 14:45

Antolinho André Existe algum árbitro aqui? Tenho muitas reticências. ..

Gosto · 7/5 às 14:48

Gitandra Valoyi É árbitro quem procura caminhar pelo meio. Está claro o extremo em que te encontras.

Gosto · 7/5 às 14:52

Antolinho André Tranquilo, procuro me alinhar na sua opinião.

Gosto · 7/5 às 14:57

Sillas Timbane Caso para dizer q isto, está um caos, um país doente,dirigentes q não respeitam o seu povo,não respeitam a quem lhes deu o voto de confiança, para os dirigir. Portanto já sabemos nós o povo q somos desprezados, humilhados,mentiras vindas de um presidente da república q vergonha para a no nação.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 13:25

Joel Mabasso Antes de se criticar discursos do Chefe de Estado, temos de perceber o seu alcance. Alguns criticam só por imitação, e esta "moda" "pegou".

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 14:13

Edwin Hounnou E para si, qual é o seu ponto de vista?

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:20

Joel Mabasso Não devemos ficar indiferentes, aos erros "da governação".
E, criticas sem propostas para solucionar, seja o que for,
são meras falácias. O que disse o Presidente, penso que não foi para o que se está aqui, a criticar.
Repito, um Chefe de Estado em perfeito gozo de suas faculdades mentais, não "mina" a unidade de seus compatriotas.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 14:27

Edwin Hounnou Mas eu vi a chamar de agitador e criminoso a quem fizer críticas. Não coloque pomada por cima das palavras claras de Nyusi.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 14:30
Ocultar 15 respostas

Antolinho André Viu ou ouviu?

Gosto · 1 · 7/5 às 14:35

Edwin Hounnou Você não viu nem ouviu nada, como sempre!

Gosto · 1 · 7/5 às 14:39

Antolinho André Kkkkkkkkkk, mano Edwin Hounnou, ver significa que esteve presente no comício e ouvir só por meio de comunicação rádio ou televisão.

Gosto · 7/5 às 14:43

Joel Mabasso Edwin Hounnou, concordo consigo, quando diz.......quem fizer críticas.
Bem, que críticas? Pró-unidade nacional ou pró-desestabilização nacional? Eis, a questão.
Sou péssimo leitor da conjuntura política nacional, por isso que remeto-me a concluír que o Presidente fazia referência aos que não se identificam com a Paz, nem com o desenvolvimento deste país.

Gosto · 1 · 7/5 às 14:46 · Editado

Edwin HounnouAntolinho André, é só esta a sua questão?! Na tv você vê e ouve. Nunca se apercebeu disso?

Gosto · 1 · 7/5 às 14:59 · Editado

Antolinho André Sempre existirão demagogos.

Gosto · 7/5 às 14:47

Edwin Hounnou Quem são os que se não identificam com a paz? Na minha opinião, só podem ser aqueles que endividaram criminosamente o país. O resto é entretimento.

Gosto · 1 · 7/5 às 14:47

Edwin Hounnou Nao é demagogia que o presidente chamou de agitadores e criminosos os críticos.

Gosto · 7/5 às 14:48

Joel Mabasso Edwin Hounnou, respeito as suas convicções. Mas, deves ter algum motivo para nunca usares aqui, o Discurso Directo. Creio que sim. Penso que que, quando se fala em coisa importante, fica muitíssimo bonito citar nomes.
Não concorda?

Gosto · 1 · 7/5 às 14:52 · Editado

Antolinho André Ele não falou dos críticos mas sim agitadores àqueles que querem perpetuar o sofrimento dos moçambicanos em nome da falsa liberdade. Aqueles que querem que moçambique esteja desgovernado. Aqueles que falam das dívidas como se fosse o fim de tudo. Quem que nunca teve dívida? Alguma vez a dívida matou alguém?

Gosto · 1 · 7/5 às 14:53

Edwin Hounnou É sua opinião e não tenho nada contra isso.

Gosto · 7/5 às 14:53

Joel Mabasso

Gosto · 1 · 7/5 às 14:54

Edwin HounnouAntolinho André, onde está a agitação quando alguem exige transparência nas negociações em curso e inclusão?

Gosto · 7/5 às 14:55

Antolinho André O que preocupa o mano Edwin Hounnou, às negociações ou a PAZ? Se está. Preocupado com as negociações então tens outros objectivos que não são do interesse da maioria mas estás interessado na paz estamos juntos.

Gosto · 7/5 às 15:03

Edwin Hounnou Acredite, Antolinho André, que não o entendi.

Gosto · 1 · 7/5 às 15:04

Francisco Mutola kikikik, gostei dessa, dar, outro não dar, kiki, parece tony and gery.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 14:37

Farida Moty Este presidente é um CAMALEAO AUTENTICO.Nao sou obrigada a aceitar e assumir as ideias de ninguém.Sou um ser pensante com ideias próprias.E NUNCA ME CONFORMAREI PARA AGRADAR A GREGOS E TROIANOS.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:44

Sidonio Pedro Não se petcebeu nada do seu comentário

Gosto · 8/5 às 12:41

Farida Moty Lamento sr Sidónio,que tenha sido o unico a nao perceber.Por isso mesmo temos que dizer VIVA AS DIFERENÇAS : DE IDADE(mental), DE OPINIAO,DE PERCEPÇAO,DE IDENTIDADE POLITICA,ETC,ETC

Gosto · 8/5 às 14:15

Sidonio Pedro Farida Moty, eu apenas disse que não tinha entendido o teu comentário, por isso não entendo a razão do seu ataque brutal e cobarde. Mas porquê será, heim?

Gosto · 8/5 às 15:14

Francisco Mutola Surge et embola Moçambicanos, com certeza, estamos cansados de ser escravizados com os tiranos, aqueles que tem arma, a paz para nós é meses, que coisa feia.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 14:49

Abel Zico Presidente extremista... Se dirige esse país deve acordar e perceber que estamos numa democracia, mesmo que não queira engolir isso.. . Fiquei desapontado, mais uma vez, com os pronunciamentos do PR.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 15:36

Heitor Macuacua Dr. estou totalmente de acordo cm o que disse aqui. muito bem dito

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 15:45

Félix Mahanjane Com todo o meu respeito, ha pessoas que nao sabem o que querem, aconselho a fazerem bom uso das redes sociais. Eu concordo plenamente o S. Excia o Presidente da Republica.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 15:56

Abel Zico Concorda com o quê caro Félix? Com a limitação das liberdades de expressão? Os dirigentes não podem se guerrear e se entenderem quando acham que podem. É preciso respeitar o povo, e o respeito passa por explicar os motivos e trâmites que são seguidos. Não somos bonecos nós... Mentes tacanhas aceitam tudo..

Gosto · 7/5 às 16:43

Nindzy Whatsy Realmente o "Leopardo nunca muda de pele" parece um jogo e isso só veio confirmar a ditadura camuflada que tenho vindo acompanhar, há quando dos aumentos salariais também pronunciou se é disse "o povo não pode reclamar " ora fiquei perplexa com esse tipo de discurso. Ninguém pode mais nada, nem um acto legítimo como reclamar /questionar???

....

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 16:17

Isreal Moisés Susu Sueia Me desculpe, mas há gente sem sentimentos e mora. O Presidente Nyuzi, tomou uma decisão acertada. Ora vejamos: As conversações esvaziaram milhões nos cofres do Estado. A primeira comissão nada trouxe de palpável para o País além de humilhações e folclore que o Pacheco exibiu ao Povo. Em pouco tempo há uma luz no fundo do túnel para os moçambicanos viverem em Paz douradora. As pessoas que descordam do Presidente Nyuzi tem interesses incontestáveis no meio. Há um ditado que diz: Muita bagagem edtraga viagem. Muitas pessoas complicam o processo de Paz e Moçambique precisa de estabilidade política e econômica. Senhor Presidente continua está num bom caminho. Deixa os puxas sacos e os labe botas a leste dos acontecimentos.

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 17:08

Edwin HounnouIsreal Moisés Susu Sueia, disparou para o ar?

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 17:20

Isreal Moisés Susu Sueia Disparar? sou contra a violência, apenas cometei e tecei a minha opinião. Os moçambicanos precisam da PAZ como do ar que respiram para alavancar o desenvolvimento deste belo e rico País. Temos que lutar com as assimetrias sociais e políticas. .

Gosto · 7/5 às 20:52

Edwin Hounnou Não apresentou a linguagem no sentido figurado, Isreal Moisés Susu Sueia? É matéria da 5.a classe. É do tempo das passagens automaticas?!

Gosto · 7/5 às 23:41

Joel Mabasso Meras suposições, feitas por ele. (........) lambebota........????? Não percebo, estou mesmo a Este do que diz.

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 17:30

Ricardo Santos Alcançar a paz não é coisa de brincadeira nem de reinvindicações do tipo, eu também quero participar. É coisa mais séria e profunda. E noto que este pronunciamento do Professor Tibana merece o apoio explícito de numerosos apoiantes da Renamo, quero dizer, apoiantes confessos dos bandidos armados. Não deixa de ser interessante, para quem se propõe debater ideias. Eu, por mim, debato ideias com toda a gente menos com a Renamo. É como se na altura da Independência fosse debater ideias com os PIDES. Recuso. Alcançar a paz é um processo complexo cujas negociações se fazem entre inimigos. De outro modo não seria necessário negociar nada. Mas ao vir colocar em causa essas negociações que já tiveram como resultado provisório a cessação dos crimes (será resultado menor?) não estamos a debater ideias coisa nenhuma. Estamos a dizer: paz, sim, mas só se for à minha maneira. A paz é um bem demasiado precioso para ser assim tão maltratado. Sobretudo por académicos!

GostoMostrar mais reações · 3 · 7/5 às 18:52

Joel Mabasso Sem ofensas: o rancor em nada contribui para Paz. Não conversar sobre assuntos republicanos, com a "nossa" contraparte, remete-nos ao egoísmo, próprio de bandidos armados.

Se, para o alcance da Paz, a condição for conversar com gente de quem menos gostamos, nada temos a perder.

Há diferenças ideológicas, entre os partidos políticos "negociadores" da Paz, e não propriamente inimizade. E, não digo que são amigos.

E, outra: a Paz não tem de ser objecto de (mimos) negociação, não queremos ser reféns de gente emocionada, toda ela "tropa fandanga".

Gosto · 7/5 às 20:14

Hermes Sueia A verdade é que os resultados aí estão.........o resto virá seguramente por acréscimo para desencanto e frustração daqueles que pensam que a guerra é video-game.

GostoMostrar mais reações · 2 · 7/5 às 19:53

Joel Mabasso Meus caros, a Paz não tem de ser negociada!!! Os dois partidos têm de ajustar, entre si, soluções aos problemas ideológicos com que se debatem.
A Paz foi negociada!!!

GostoMostrar mais reações · 7/5 às 20:23

Eduardo Calane Exacto, ha coisas que nao precisam de ser negociadas num sentido cujo termo nao soa muito bem ao ouvido : NEGOCIO
A Paz eh condicao necessaria para o ser humano poder viver...Ou nao?

Gosto · 7/5 às 22:58

Joel Mabasso Obviamente que sim, e não percebo o porquê, alguns dos meus compatriotas querem negociar a Paz.
Se há algo a negociar, são as necessidades estomacais, razão da guerra.........

Gosto · 7/5 às 23:15

Joel Mabasso Aliás, negociar NÃO, pois, minto. Têm de elaborar e juntos aprovarem um memorando de entendimento, em presença de outras forças vivas da Sociedade.

Gosto · 1 · 7/5 às 23:17

Eduardo Calane Digamos, se nao estas comigo, estas contra mim?
Sera mesmo assim...sempre?

GostoMostrar mais reações · 1 · 7/5 às 22:54

Joel Mabasso Os políticos dizem mil coisas, de formas diferentes, mas, para o mesmo objectivo.
Mas, afinal de contas, qual é a razão em discutirmos o que o Presidente disse? Os analfabetos, como eu, perceberam claramente, o alcance do que disse.
Não concluí ter havido algo que concorra, agora, para o "minar" da unidade nacional, entre os moçambicamos.
Era bom, se se debatesse algo mais sério, pois, nota-se que se está aqui, a exprimir rancores.

Gosto · 1 · 7/5 às 23:07 · Editado

Xamatimba Mutadiwa Nhaca Ish ya bom desbafo ........

GostoMostrar mais reações · 1 · 8/5 às 7:26

Antonio A. S. Kawaria Mais do que aquele discurso acusador do Presidente Nyusi que de facto temos que rejeitá-lo, surpreende-me o desfile dos o apoiam e não só, mas os que acham que o modelo atípico de diálogo é funcional sem para uma paz sustentável e duradoira.
Pausas de soar das armas já tivemos durante 20 (vinte) anos e sabemos que em durante esse tempo nasceram e cresceram moçambicanos que nunca haviam visto a guerra. Mas infelizmente, em 2012 a guerra eclodiu de novo com os mesmíssimos actores. Aquela paz que havia nos dado retiraram-nos. As razões pela eclosão são bem conhecidas por todos os moçambicanos. Não foram os mediadores e observadores sejam eles nacionais ou internacionais que permitiram que 20 depois eclodisse uma guerra e os beligerantes usando as armas das usadas durante a guerra de 16 anos. Foram os mesmos beligerantes (ambos) que fintando os observadores esconderam as armas e reservaram homens para a guerra. Há estudos que provam isso.
Em 2014 eles nos deram o mesmo tipo de paz e eles celebraram com pompa e circunstância, ali na Assembleia da República. Quem não se lembra daquele discurso de Eduardo Mulembwe e os abraços e sorrisos que eles apresentavam? Contudo, a guerra eclodiu meses depois das eleições gerais.
O pior de tudo é que nesta última guerra aparecem elementos estranhos, os homens desconhecidos, que até atacam nas cidades...

GostoMostrar mais reações · 1 · 8/5 às 20:15 · Editado

Antonio A. S. Kawaria No que estamos assistir neste momento é conversa de apenas duas pessoas. Não sabemos da estrutura da mesma conversa que nos dá alguma paz mas ainda sem garantias de desarmamento das partes para termos fds republicanas.
Se o PR é sério porque pegar avião para Cabo Delgado Pará acusar num comício os outros moçambicanos de agitadores? Porquê não convidar os partidos políticos, os representantes da sociedade civil e mais para informar sobre o decurso do diálogo e colher contribuições?

GostoMostrar mais reações · 2 · 8/5 às 9:33

Hermes Sueia Caro Kawaria, não se trata de uma conversa entre duas pessoas.............trata-se de um processo negocial, com vários intervenientes (militares, políticos, etc). A nova fórmula, que está a dar resultados, privilegia mais interacção directa entre o Presidente da República e o Presidente da RENAMO........não sabemos da estrutura da conversa, mas já estamos a colher os seus resultados. O resto é mesmo resto............enquanto os académicos questionam a fórmula, a solução já cá canta.

Gosto · 1 · 8/5 às 11:35

Antonio A. S. Kawaria Caro Hermes Sueia estamos a colher o quê que seja do que colhemos em 1992 e 2014. Em quando Chissano estava no poder não haviam essas conversas? A caso não foi numa das conversas a dois em Botswana que a questão da polícia dou negligenciada? Eu não gosto de me fazer de um esquecido.
E Mocambique sendo uma República, há algo que lhe caracteriza nesta fórmula. Imaginemos que um dos dois seja incapaz de continuar a telefonar ou a receber telefonema, por onde se vai dar a continuidade e quem assume a continuidade?

Gosto · 8/5 às 12:18

Joel Mabasso António A. S. Kwawaria, outro dos problemas, quanto a mim grave, cinge-se no facto de se estar "pra" aqui, a discutir o incógnito. Francamente, discutir a Paz sem que se conheça os termos de referência que ditaram o seu alcance, é terrível!!!Devemos, sim, continuar a exigir que haja tranquilidade incondicional, em Moçambique. Para o efeito, temos o Governo, de quem não esperamos "manobras dilatórias".A Paz não se negoceia! Alcança-se por via de entendimento. Epah, chega de ilusões, pah.

GostoMostrar mais reações · 1 · 8/5 às 12:22

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