quarta-feira, 28 de junho de 2017

O silêncio fedorento ou o Estado dividido

O silêncio fedorento ou o Estado dividido
Em Maio de 2015, o então representante residente do FMI em Maputo, Alex Segura, perguntava por e-mail à Isaltina Lucas Sales, então Secretária Permanente do MEF se o crédito para a Proindicus estava ligado ao da Ematum. Lucas Sales remeteu Segura para o poderoso oficial do SISE, António do Rosário, de quem não obteve resposta. Até que em Abril de 2016, já engasgado pelo escândalo da Ematum, o Governo reconheceu a existência de duas operações ocultadas, Proindicus e MAM. Este episódio é relatado num artigo de ontem da Bloomberg, que viu a troca de e-mails. O episódio revela uma coisa: que o Governo de Nyusi esteve sempre amarrado ao anterior executivo. Desde que foi empossado, este executivo foi mantendo um silêncio cúmplice com o maior calote na história de nossas finanças públicas. Esse silêncio representava, ao fim e ao cabo, a sombra do poder de Armando Guebuza sobre a gestão de Nyusi. A bicefalia marcou toda a gestação do nyussismo mas, quando Guebuza deixou a liderança do Partido Frelimo ainda em 2015, esperava-se que a batuta estivesse completamente segura nas suas mãos. Mas não! Desde a explosão do escândalo da dívida até a divulgação do relatório da Kroll, a sombra de Guebuza esteve sempre puxando alguns cordelinhos. O poder do presidente ainda é limitado. As forças leais ao anterior presidente continuam com um peso enorme sobre o comportamento das entidades do Estado. Há como que um poder paralelo. O Estado dividido entre dois comandos, um deles na sombra. Por isso, depois de Nyusi acordar a auditoria Internacional com o FMI, o processo foi sendo bloqueado. Nem a indicação do temível General Lagos Lidimo para liderar a "secreta", centro de todo o calote, serviu para demover as tropas de Guebuza. Valeu a intransigência do Ministro da Defesa, Atanásio Nthumuke, que recusou a ladainha da compra de equipamento militar. Mas isso não serviu de todo. A reacção de Nyusi à divulgação do relatório pareceu tímida e do executivo ninguém mais abriu a boca. Paira uma espécie de pacto de silencio, e uma campanha de intimidação à PGR, de quem se diz ter feito um acordo com a "espionagem" da Kroll. Essa aragem revanchista contra a PGR exala das hostes do poder paralelo. O país está em suspense. Mas nem Nyusi nem a PGR têm muito campo de manobra. Ambos estão num ponto de não retorno. Então é preciso que tomem acções imediatas. Nyusi dever reforçar o discurso pro-responsabilização, desafiando o espectro da bicefalia. Só assim sairá reforçado de um Congresso que se advinha de facas longas. Como o II Congresso. A PGR tem o caminho facilitado: o ônus da prova sobre o sumiço dos 500 milhões de USD cabe ao gestores apontados no relatório da Kroll.
Geraldo Obra
Geraldo Obra Dura lex, sed lex. Porquê só para Uns?
Nito Ivo
Nito Ivo Sempre foi difícil antever as decisões dos encontros dos camaradas. Sair ou não reforçado do Congresso não tem nada a ver com nada se não com joguetas do tipo eleições na CTA.
Francisco Sevene Nhapossa
Francisco Sevene Nhapossa
Traduzido do Inglês
Temos de crescer como seres humanos careering para as nossas irmãs e irmãos nós precisamos mesmo assim como Jesus fez porque temos o mesmo sangue e a chuva deve chover a todos como sábio a vida é para todos tão bem o céu é para todos os justos Ao contrário.Ver Original
Boa Monjane
Boa Monjane "Nyusi dever reforçar o discurso pro-responsabilização, desafiando o espectro da bicefalia." - Ao reforçar este discurso está também a reforçar a auto-responsabilização, afinal, era era o chefe máximo da defesa, à qual a secreta se subordina. Estaria o tiro a sair pela culatra?
Spirou Maltese
Spirou Maltese Pra tal era preciso que Nyusi tivesse o CV limpo neste caso dos empréstimos. Se teve acção directa naqueles negócios, não vejo como pode agora abandonar um barco que embateu em vários icebergs. Kkkkk
Teria de ser patriota e deixar que as coisas também o atinjam mas o país esse saía a ganhar. Não é assim que funcionam as coisas.kkk
Paulo da Conceição
Paulo da Conceição Acho que nem mesmo a P leu o tal relatório Marcelo Mosse.... ainda não devem ter recebido tal relatório à semelhança de todos nós que o não recebemos tb.
Eliha Bukeni
Eliha Bukeni Eu estenderia este onus da prova tambem para a Prinvest, por uma questao de logica. Se nao vejamos, todos 1,8 bilioes de USD foram transferidos para as contas da Prinvest. A Prinvest declarou que nao forneceu equipamento militar ao MDN e o proprio MDN diz que nao recebeu equipamento militar, entao, cabe a Prinvest dizer afinal os 500 milhoes de USD sairam da sua conta para onde. Mas gostaria de chamar atencao ao MM que se verifacar com atencao a pagina 36 do sumario executivo, no subtitulo referente a EMATUM, ha de constatar que o custo dos 21 barcos de pesca palangreiros e de 468.342.000 USD (21X22.302.000 USD) e o dos 3 barcos de pesca traineiras e de 66.906.000 USD (3X22.302.000). Isto e, os 24 barcos de pesca custam 535.248.000 USD. Ora este dado poe em causa a existencia dos alegados 500 milhoes de USD, pois constata-se que afinal de contas e falsa historia de que a componente da EMATUM no emprestimos dos 850 milhoes de USD, era de apenas 350 milhoes de USD. Os especialistas consultados pela Kroll referiram que o custo daqueles barcos de pesca dificilmente chegaria a 2.000.000 USD cada. Assim, mas uma vez, e a Prinvest que tem de dizer, aonde esta a diferenca do valor da supersobrefacturacao do preco dos barcos de pesca!
Macvildo Pedro Bonde
Macvildo Pedro Bonde Aguardemos por novos desenvolvimentos.
Mussá Roots
Mussá Roots "Edjooooo!" ..."silêncio fedorento!"
Julio Lacitela
Julio Lacitela Entao, aqueles lobie$ nas eleiçoes internas tinham uma finalidade: ESTE SENARIO.
Che Chiweteka
Che Chiweteka Só uma observação parece que há um erro o post diz Maio de 2015 e Abril de 2006...?
Nordito Pente
Nordito Pente "Ainda não li o relatório"
Delvecchio ErnestoHomo
Delvecchio ErnestoHomo Moçambique em alvoroço. cabe a frelimo decidir se prefere sacrificar a imagem do Partido, com um preço que pode sair muito caro nas próximas eleições, ou sacrificar o "visionário" ou pelo menos alguns seguidores envolvidos nesta "teia roubadeira"!!!
Buene Boaventura Paulo
Buene Boaventura Paulo Marcelo Mosse, a situação que vivemos observou a máxima que a Frelimo usa, a vitória prepara - se; a vitória organiza - se, senão vejamos: Guebuza impôs Nyusi como candidato presidencial, num contexto que era lhe desfavorável e de falta de consenso na Frelimo; o resto é o que sabemos até aquelas eleições internas concorrendo uma candidata que não tinha feito campanha (victoria retumbante do Guebusismo claro). Na fase actual encontramos Nyusi não desavindo com Guebuza, mas sim alinhado, porém para por areia nos olhos de críticos e na comunidade internacional, usa - se a táctica de subversão - O Nyusi aparece antagónico ao Guebusismo, sem no entanto combate - lo e foi daí que aceitou a auditoria internacional, esperando explorar os pontos fracos do processo em si, para proteger o amigo.

Não pode ser uma PGR, num contexto de funcionamento do Estado Moçambicano, a colocar o guiso ao gato, esta instituição está a furos abaixo de repor a ordem na super estrutura. Seria sim uma graça enorme de Deus Nyusi encarnar Nwananwassa, único meio de guebrar a coluna vertebral de Guebusismo, face aos desmandos cometidos por este. O que nos resta como povo é resignação, tendo em conta que a ajuda internacional para casos destes tem seus limites e, porque possuímos recursos estratégicos, nenhuma potência vai querer paralisar o País, mas sim cada uma vai querer obter concessões na exploração dos nossos recursos e o povo (que se lixe!). Estamos trilhar os caminhos da escravatura que se torna moderna, por estarmos no séc XXI, com Guebusismo a agir tal qual os reis de então quando a escravatura abateu - se contra nossos bisavós
Jaconias Massango
Jaconias Massango Nyusi é cidadão normal como qualquer que está a desempenhar funções de PR, ou melhor de gestor do bem comum. Quanto seria suficiente para eu me manter calado? Esse dinheiro é muito e vai ainda provocar muitas vitimas. Deus nos céus, Guebusismo na terra!
Majo Mj
Majo Mj Meus caros, vamos aguardar pelo desfecho do processo. Pelo menos ja conseguimos escoar produtos do norte ao sul e cento
Buene Boaventura Paulo
Buene Boaventura Paulo Essa troca que fazes é bastante desigual. Os nossos antepassados faziam isso, trocar ouro com missangas... a paz é um bem a preservar e não de concessão; mina - lo com finalidade de ganhos políticos é pior; péssimo fica a sua promoção
Jaconias Massango
Jaconias Massango Não somos apostolos esperando a vinda do messias " muteki". O futuro é hoje, amanhã é uma imaginação.
Carlos E. Nazareth Ribeiro
Carlos E. Nazareth Ribeiro Entre os meus conhecidos, os meus companheiros de pandreais tertúlias, NEM UM acredita que venha a haver processo criminal ou cível ou seja lá o que for! A voz corrente é "está tudo feito", "ninguém vai sair chamuscado"... E, na verdade, a arrogância como AEG e seu comparsa responderam aos jornalistas "não comento o que ainda não li", "você está a interpretar para mim?, olhe que eu sei ler, não preciso de si"... representa uma atitude de quem está firme, teceu bem a net, defendeu-se e previu defesas de todo o tipo! Lamentável esta falta de DIGNIDADE!!!
Paulo da Conceição
Paulo da Conceição Majo Mj está certo. Temos estradas boas, pontes, tarifas acessíveis, transporte marítimo em dia com bons navios de passageiros e carga então não podemos cuspir no prato onde a comida se nos é servida! Oremos irmãos!
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”.
Bertold Brecht
Joacheim Tembe
Joacheim Tembe Contudo o analfabetismo politico pode ser fabricado e ate perpetuado, pois este satisfaz a certa classe politica que usa o seu analfabetismo para ganhar dividendos.
Julio Lacitela
Julio Lacitela Sao aos magotes aqui
Paizinho Mhula
Paizinho Mhula Olha, não há pior ser que ser humano que se aparta da política e o pior de todos é aquele que ao invés de ir votar(tomar parte da decisão do futuro do seu país) fica na esquina da zona tomando uma cerveja e se esquece ele que o seu comportamento de hoje é uma condenação ao futuro de uma nação. O "eu odeio a política" só pode sair da mente de alguém que não sabe o valor é o poder que detém sobre os políticos e sobre a nação.
Salomão Mambo
Salomão Mambo Onde é que Bertold Brecht escreveu isso? De certeza não foi em Moz porque aqui o sábio politico é chamado de agitador, confuso, anti-patriota e ate ainda se levar muito tempo como sábio politico leva um bala. E digo mais, aqui o sábio politico defrauda o estado e sai a rua dizendo: ...seria capaz de fazer de novo por mil anos e este no fim é promovido.
Antonio Pereira
Antonio Pereira Pior que o analfabeto político que despreza a política, é o político analfabeto que faz disso profissão. 🤔
Spirou Maltese
Spirou Maltese Kkkkkl mas já existem universidades pra multiplicar essa gente..
Joacheim Tembe
Joacheim Tembe Ou seja alguns analfabetos politicos ate sao licenciados. Paradoxo neh? Mas é um facto
Antonio A. S. Kawaria
Antonio A. S. Kawaria Se muitos moçambicanos disto soubessem....
Paulo da Conceição
Paulo da Conceição Assim quem não lê/leu !?!?!?
Jaime Guambe
Jaime Guambe Estava muito zangado!
Carlos E. Nazareth Ribeiro
Carlos E. Nazareth Ribeiro Duríssimo, Marcelo Mosse! Vou share.
O campo de Guebuza reage.... Dois dias depois do Governador do BM, Rogério Zandamela, dar justificativas sobre o processo do Mozabanco, um amigo meu, jovem intelectual frelimista; Guebuzista mas não militante do G40 (embora próximo ), irrompeu no meu inbox perguntando-me se i) não achava que as decisões de Zandamela tinham por fim tornar o sistema financeiro mais frágil?; ii) não podia ser ele uma peça do FMI numa estratégia que visa empurrar o país para ofertas de preços de gás muito baixos? Ontem, quando recebi a reação do Eye Monitor à divulgação do relatório da Kroll confirmei uma suspeita: o Eye era uma identidade colectiva que reincarnava o G40; uma extensão da propaganda do guebuzismo. Porquê? Por que as questões que o meu amigo me colocava estavam expostas no artigo do Eye como verdades absolutas. E toda argumentação era em defesa de Guebuza, atacando ferozmente o PR Filipe Nyusi. Minha ilação foi óbvia: o Eye representa o campo do guebuzismo; não é uma voz oficial mas transmite o que nas suas hostes é discutido. No texto de ontem um ataque ao tridente Nyusi/Mthumuke/Chipande e a tentativa de passar a ideia de que os 500 milhões foram recebidos por Nyusi ("que optou por receber menos equipamento militar que o encomendado"). Uma acusação falaciosa em face das conclusões da auditoria. O Eye antecipa a prisão para breve de Gregorio Leão, António do Rosário e Manuel Chang. Um atirar da toalha ao chão ou o qui pro quo para que o barulho da dívida fica encerrado de vez? Será mesmo que a coisa ficará por aqui? Será que vamos todos considerar perdidos os mais de 500 milhões de USD a troco de meia dúzia de anos de prisão de parte dos responsáveis pelo calote? Será?
Vasco Acha
Vasco Acha Recomendo uma leitura sucinta dos posts do nosso historiador Eusébio A. P. Gwembe um alinhamento a vista neste articulado:

Uma derrota aos críticos de Guebuza


Os críticos de Guebuza andam cabisbaixos porque ao longo do tempo censuraram o seu trabalho, como se ele, ao pretender defender a nossa costa, tivesse cometido uma irreverência, uma insensatez. Sempre suspeitei que as acusações contra Guebuza não tinham fundamento, nem legal nem lógico. O relatório sumário recentemente apresentado pela PGR, num Sábado, veio a dar-me razão. A indignação actual dos puritanos e críticos de Guebuza parece, antes de tudo, um exame de consciência das almas revoltadas que o tinham condenado antes que fosse acusado. Agora é preciso que esse exame seja acompanhado pela serena análise da inteligência deles, para descobrirem (o que nós outros descobrimos) os motivos políticos por que a PRG fez um relatório tendencioso, que incrimina, até certo ponto, certas pessoas fazendo uso de códigos. Este é um momento que exige coragem honesta e desassombrada. A coragem para denunciar as artimanhas que “eles” vem arquitectando contra a Frelimo.

Antes da Kroll e ajudados pela sua rica imaginação, acusaram, julgaram e condenaram Guebuza mas a determinação deste, na AR, atemorizou-os. E de ombros encolhidos, num desânimo taciturno, essas
pessoas foram lamentar-se para instituições estranhas da esquina habitual e do sertão familiar. Que queriam elas? Que Guebuza fosse acusado e preso. Mas prender Guebuza é prender a história de um povo! Conscientes disso agora procuram entre os labirintos do referido relatório, figuras que sirvam de bode expiatório para satisfazer os egos anti-patrióticos e do agora ferido orgulho de sabe-tudo. Para mim, não é possível amar a Frelimo e desejar ver Guebuza preso. Na verdade, atingir Guebuza é atingir todo um organismo. E este organismo chama-se Frelimo. Por detrás destas armações se escondem intenções malignas de fragilizar a Frelimo. Aos inimigos da Frelimo, gostaríamos de recordar que estamos de olhos.

Já que perguntar não ofende:

Haverá algum plano secreto entre a PGR e uma entidade estranha para sacrificar uns camaradas em nome do combate contra a corrupção? Quererá a PGR colaborar nesta missão de fragilização da Frelimo em nome de donativos?

Seja como for, o Governo de Guebuza ficou na história política do nosso tempo como a afirmação enérgica dum governo que tendo como único objectivo o interesse da Pátria, não hesitou, não quebrou, não emudeceu, mas seguiu para frente, dominador e irresistível e elevou o nome de Moçambique de tal sorte que os que antes falavam de Moçambique já se sentem obrigados a falar com Moçambique.
Carlos Patricio
Carlos Patricio São tretas!
Wa Ka Nhabanga
Wa Ka Nhabanga Não ha espaço para dúvidas que 1/2duzia de pessoas recolham ás celas, mas será isso mesmo que interessa à nossa economia ?!!!
Rastreio e reconducão dos 500€ para o cofre de todos nós, isso sim. Podem até não trancar ninguêm.
Buene Boaventura Paulo
Buene Boaventura Paulo E os valores da sub facturação também...
Wa Ka Nhabanga
Wa Ka Nhabanga Bem mesmo!
Paizinho Mhula
Paizinho Mhula Meia dúzia de gatos pingados não vai calar a revolução. Mesmo que nos entreguem o próprio AEG não calará o grito de socorro que já de tanto não sair da garganta do povo acabou rompendo com as cordas vocais, eu ainda digo mais estes senhores envolvidos neste saque tem bens e contas gordas (empresas, bens patrimoniais e financeiros ) que precisão ser confiscados e leluados como forma de pagamento deste roubo. E sobre o facto d3 o Zandamela ser ou não um agente infiltrado com a missão de levar o país a vulnerabilidade financeira e por conseguinte perder tomates nas comercialização dos nossos recurso olha eu sinceramente posso concordar, teria eu ficado com dúvida sobre a lucidez dele a quando da afirmação deste com relação ao fim da crise, confesso de tudo que pude ver, não foi um governador de banco central a falar mas sim um senhor embriagado pela tamanha falta de vergonha e respeito para com os moçambicano.
O povo contínua com o efeito dominó da crise se assim podemos chamar, com o preço do pão num estágio pior( o custo do pão subiu e a massa ou peso do pão reduziu) o preço do combustível continua em alta o que para o cidadão comum a crise ainda é uma realidade mesmo que para os números dele lá com os wiskys de rótulo azul, verde ou mesmo de ouro o tenham mostrado uma ligeira estabilidade tem que perceber que a crise percebida no bolso e na vida do cidadão ainda esta lá . Mas é acho que este senhor precisa deixar de ser precipitado pois a precipitação é inimiga da perfeição e tem que se lembrar que o povo (que ele é os seus chamam - no de população ) tem olhos bem abertos e não tem nada de analfabeto.
Titos Cau
Titos Cau Paizinho Mhula para mim o Zandamela agiu muito bem e no interesse do povo. A gestao das percepcoes é essencial na economia. Mesmo que os numeros arrolados por Zandamela ainda nao se facam sentir na barriga do cidadao (isso nunca acontecera num mundo capitalista- imperialista como o actual) a ideia de promover e atrair o investimento atraves da projecao duma imagem optimista (com base nos indicadores apresentados pelo BM) podera trazer frutos positivos a curto e medio prazo atraves de maior crescimento. Deixemos a 'critica cinica' e destrutiva citando um post recente do Egidio Vaz.
Raúl Nhagumbe
Raúl Nhagumbe Entre prender os presumiveis culpados e a devolução do dinheiro prefiro no rastreio e posterior devolução da mufufa.
Paula Dimande
Paula Dimande Neste país ! Não tenho dúvidas que esse venha a ser o infeliz desfecho deste embroglio !
Lucas Arnaldo Mazive
Lucas Arnaldo Mazive Vergonha total

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