sábado, 13 de maio de 2017

Cambaza e o seu regresso ao “local do crime”!


Assinantes: Bitone Viage & Ivan Maússe
Foi por sentença judicial datada de 27 de Fevereiro de 2010, que Diodino Cambaza, ex-Presidente do Conselho de Administração da Empresa Pública Aeroportos de Moçambique (ADM), foi condenado à pena maior de 22 anos de prisão e, entre outras sanções, à suspensão do direito de exercício de actividades políticas por um período equivalente a 10 anos.
Cambaza, juntamente com quatro outros réus, dentre os quais, o antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, António Munguambe, foram condenados pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, acusados de desvios de fundos e bens do Estado avaliados em mais de 54 milhões de meticais da Empresa Aeroportos de Moçambique.
Detido em 2008, hoje, decorridos nove anos após a sua detenção, Diodino Cambaza, regressa à Empresa Aeroportos de Moçambique na qualidade de assessor, facto que o Jornal O País, na sua edição de sexta-feira, dia 12 de Maio de 2017, em manchete e em letras maiúsculas, apontou: «DIODINO CAMBAZA REGRESSA LEGALMENTE AO “LOCAL DO CRIME».
De lembrar que a pena de prisão maior de 22 anos, após recurso ao Tribunal Supremo – Princípio processual, designado «princípio do duplo grau de jurisdição» e previsto no nº5 do artigo 223 da CRM e artigo 19 da Lei 24/2007, de 20 de Agosto, Cambaza viu sua pena reduzida para 12 anos de prisão maior e o pagamento de 37 milhões de meticais.
Cumprida a metade da pena, isso já em 2016, Cambaza ganhou a «liberdade condicionada» – matéria disciplinada pelo «Direito Processual Penal», e a 29 de Março do ano em epígrafe, este requereu a sua reintegração, junto do Ministério dos Transportes e Comunicações, a sua integração à empresa que, após o parecer da Procuradoria-Geral da República, deferiu a pretensão.
1. Do lado polémico da reintegração de Cambaza na ADM:
Cambaza regressa à empresa que por ele foi delapidada enquanto PCA entre 2005 à 2008, mas agora na qualidade de ASSESSOR da mesma, decisão que parece encontrar suporte legal quando chamado à colação o art. 107 do Código Penal (Lei 35/2014, de 31 de Dezembro), sob a epígrafe de «efeitos da condenação em pena maior» e que subjaz do nº 3 do art. 61 da CRM, ao fixar que:
“A condenação em pena de prisão maior não implica a perda de quaisquer direitos civis, profissionais ou políticos, nem priva o condenado dos seus direitos fundamentais, salvo as limitações impostas por lei, inerentes ao sentido da condenação e as exigências específicas da respectiva execução”. Fim de citação!
O regresso de Cambaza desde que a informação despoletada pela imprensa nacional, não reúne consensos entre os moçambicanos, especialmente, académicos, analistas e comentares políticos, que usando das redes sociais como Facebook e WhatsApp redigiram missivas de desagrado pela medida tomada, quando o objectivo é combater a corrupção e educar pelo exemplo.
Uns baseando-se em pressupostos éticos e morais, e outros em pressupostos jurídico-legais, procuraram, através de artigos de opinião pelas redes sociais, censurar a reintegração de Cambaza na ADM. Seu regresso, para muitos, é uma afronta à ética, à moral, aos bons costumes, bem como à legalidade. É um passo para a institucionalização da ladroagem nas instituições públicas moçambicanas.
2. A nossa posição quanto a reintegração de Cambaza:
Para a nossa análise, entre outros instrumentos, basear-nos-emos pelos instrumentos seguintes: (i) Lei nº 8/2012, de 8 de Fevereiro (Lei das Empresas Públicas - LEP); (ii) Lei nº 14/2011, de 10 de Agosto (Lei do Procedimento Administrativo - LPA); (iii) Lei 14/2009, de 17 de Março (Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado - EGFAE) e Lei nº 23/2007, de 1 de Agosto (Lei do Trabalho - LT).
2.1. É útil saber que as Empresas Públicas, apesar de à semelhança do Estado, das autarquias locais, dos institutos públicos, das associações públicas, constituírem pessoas colectivas públicas e, desde logo, também consideradas entes da Administração Públicas, elas não se confundem com o Estado e, por via disso, operam muitas vezes por legislação e regulamentos próprios.
A contratação, admissão e demissão de seus trabalhadores obedece um regime jurídico diferente do das outras pessoas colectivas públicas como o Estado e as autarquias locais, considerado regime especial (vide nº 3 do art. 2 da LT, com remissão ao art. 2 do EGFAE). Às empresas públicas aplica-se o regime jurídico da LT, excepto em casos de litígios de actos definitivos e executórios (vide nº 2 do art.48 da LEP).
2.2. São funcionários públicos, conforme ensina Albano Macie em “Lições de Direito Administrativo Moçambicano vol. I (2013), «o conjunto de pessoas físicas que se encontram vinculadas à Administração Pública por uma relação de emprego Público, exercendo carreira, de forma permanente e profissional, regidas por um Estatuto sujeito ao Direito Administrativo» (p. 51), e para fins de gestão da coisa pública.
Assim, fica claro de que um funcionário de uma empresa pública, em sentido restrito, não é funcionário ou agente do Estado, pelo que nem é regido pelo EGFAE, mas pela LT, LEP e outros regulamentos próprios e, dependendo da qualidade do sujeito, o regime do Código Comercial. Cambaza quando PCA da ADM não era funcionário do Estado, logo as sanções do art. 88 do EGFAE lhe não-são vinculativas.
2.3. As empresas públicas, diferentemente das instituições do Estado, elas possuem autonomia administrativa, financeira e patrimonial (vide art. 22 da LEP). A autonomia administrativa, para efeitos da LEP pelo art. 22 nº 2, “é a faculdade que a empresa tem de gerir os seus recursos”. Assim, entenda-se que elas contratam e despedem a quem quiserem.
Os litígios laborais dos funcionários das empresas públicas, como de seus gestores e/ou administradores são dirimidos não pelo Tribunal Administrativo ou tribunais administrativos como ocorre no caso do Estado (Ministérios, Direcções, Serviços, etc) e das autarquias locais e outros entes públicos, mas pelos tribunais comuns: os Judiciais, salvo as excepções do nº 2 do artigo 48 da LEP.
Assim, justifica-se o facto de o caso “Diodino Cambaza” ter sido participado, julgado e condenado pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, que legal e doutrinariamente afigura à «jurisdição comum» em contraposição à «especial» (vide nºs 1, 2 e 4 do art. 223 da CRM ou, ainda, como ensina Tomás Timbane em “Lições de Processo Civil I”, de 2010, páginas 45, 46 e seguintes).
2.4. A LEP, no seu artigo 47, sob a epígrafe de “Direito aplicável” aponta que «a empresa pública rege-se pelo regime jurídico fixado na LEP e na sua regulamentação complementar, pelo respectivo diploma de criação e Estatutos e, subsidiariamente nos casos omissos, pelas normas do direito privado aplicáveis (…)».
Portanto, não há qualquer problema de ordem legal na reintegração de Cambaza. É erróneo comparar a situação de Cambaza com a de um funcionário público. O primeiro não está vinculado pelo EGFAE por não ser funcionário ou agente do Estado, quando o segundo está sim vinculado. Os litígios laborais deste último são participados e dirimidos pele um tribunal especial – o Administrativo ou administrativos.
Adicionalmente, a adesão, expulsão e direito de regresso na função pública (ou aparelho do Estado) dos funcionários e agentes do Estado é regulado pelo EGFAE e seu Regulamento – Decreto nº 62/2009, 8 de Setembro, e com aval (ou visto) do Tribunal Administrativo, como ocorre com as demais pessoas colectivas públicas.
E mais, «a aplicação de qualquer pena medida ou pena criminal visa garantir a protecção dos bens jurídicos, a reparação dos danos causados com a infracção praticada, a REINSERÇÃO DO AGENTE NA SOCIEDADE e prevenir a reincidência», remata artigo 58 do Código Penal (Lei 35/2014, de 31 de Dezembro).
3. Considerações finais:
Ainda que a reintegração de Cambaza não reúna consensos entre a sociedade moçambicana, é preciso entender que ela encontra suporte na lei. Como sabem, a ordem social é composta por 4 ordens normativas: o direito, a moral, a religião, o costume e o trato social. Dentre essas, o direito prevalece. É o direito que orienta a acção das instituições públicas.
Cambaza, muito por causa da natureza da instituição em que se encontra(va) e das funções que desempenhava, não lhe coube expulsão, visto que esta modalidade de sanção só ocorre nos casos de funcionários e agentes do Estado ou de trabalhadores regidos pela Lei do Trabalho, que não é o seu caso. A sua reintegração, entendemos, subjaz da autonomia administrativa da empresa e do disposto no nº 3 do art. 61 da CRM.
Contudo, entendemos, ainda, que o processo de expulsão ou demissão constitui uma medida de ordem disciplinar que deve, em primeira medida, ser instruída pela empresa, neste caso a ADM, que caso não fê-lo em 2008 aquando da detenção de Cambza, devia tê-lo feito e desta forma, Cambaza mesmo tendo cumprido a pena não regressava.
Portanto, a indiferença das entidades da ADM de 2008 para cá, o aval do Ministério dos Transportes e Comunicações que, por lei, superintende a empresa – tutela administrativa, no sentido de reintegrar Cambaza e não ter instado um processo visando sua expulsão, é sinal claro de cumplicidade e encobrimento, se calhar pelo silêncio de Cambaza para que não entregasse os outros comparsas da ladroagem até aqui não identificados, a existirem.
Bem-haja Moçambique, nossa pátria de heróis!





Juma Aiuba
12/5 às 17:24 · 



Era uma vez...

Um ladrão que virou assessor de um ministério cujo ministro assina contratos com ele mesmo. Num país cujo presidente, enquanto ministro, ajudou a criar dívidas ilegais. Umas dívidas ilegais que foram legalizadas pela Casa do Povo contra a vontade do próprio povo. Um povo que terá que pagar um "xitique" dirigido e apadrinhado por um comerciante de patos sem ovos nem capoeira. Um povo sofredor e trabalhador que teve um aumento salarial de 500 meticais e clama por justiça. Uma justiça confiada a uma pseudo-auditoria da Kroll. Uma Kroll que tem medo de falar dos nomes dos ladrões. Uns ladrões que estão a dirigir o país por via do voto popular voluntário. Um voto voluntariamente estúpido. Uma estupidez voluntariamente colectiva.

Era duas vezes...

Era três vezes...

Era um milhão de vezes...

Era etecetera de vezes.

- Co'licença!




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Comentários


Carlos Braz Os assessores usam o seu melhor saber para apoiar a quem assessoram.
Neste caso já se sabe qual é o know-how deste assessor.

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Ricardino Jorge Ricardo Moçambique anima! Era uma vez... eles!

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Tonycha Massango É o país do pandza.

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Nelson Badaga Badaga Kakakakakakakakakakakaka em Moçambique ultrapassagem é curida.

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Augusto Jequete Realmente era uma vez

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Angolana Uane Kkkkkkkk riso fingido kkkkkkk,uma granda edtupidez,pais dos ladropatos

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Camilo Langa Onde o Reitor duma universidade pública é cunhado do chefe do Estado. Onde o chefe da bancada é irmão do presidente do partido. Onde a chefe da bancada é sobrinha do presidente do partido. Só em Mocambique

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Fatima Mimbire Sai um alto rap das tua crônica. Edgar BarrosoDingZwayu A KayaD Jay Leopardo

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Homer Wolf «... E viveram felizes para sempre»😩

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Munguambe Nietzsche Como ilustra, a pagar uma dívida que não contrai?

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El Patriota É aqui onde o silêncio de Deus me preocupa Homer. Onde é que está quando a falta de medicamentos nos hospitais propositadamente provocada por essa gente, abate mais uma criancinha? Onde é que está quando essa corja rouba, humilha, embrutece e mata um povo inocente?

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Homer Wolf Calma Gege!... Ele está a ver tudo. Náo antecipemos o dia do juizo final. Vamos aguardar com serenidade...😇

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El Patriota Juízo final? Quando?

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Munguambe Nietzsche Meu pai: Nietzsche nega Deus por causa disso. Ele deixa pesso sofrer equando é supremo. Kkkk

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Cidadão Comum Bwakakaaaaa...

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Vera Da Lulú Chilla Isso que e Moz jhon

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Claudio Chitsonzo ...Onde quem não canta vivas, de que lado está!? Onde o saber humano e a contribuição no debate de ideias é definido pela pela cor encarnada, onde...

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Ines Nhantumbo "Era uma vez"

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Bitone Viage essa Kroll caso nao exponha os nomes, será uma autentica merda, merda do raio.

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Juma Aiuba Será um aborto.

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Bitone Viage uma autentica burla, nao vai se deferir do beat que matrecou a pátria, tanto confiamos em Nyusi, essa mesma confiança foi dada a Kroll, agora vao nos mandar foder, ephaaa somos uma merda de povo.

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Juma Aiuba Sem dúvida. E em 2019 vamos voluntariamente votar nos mesmos ladrões.

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Bitone Viage nem sei se irei votar, ainda estarei aqui, nao sei se teremos um distrito eleitoral por aqui.

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Juma Aiuba Pelo menos não terás remorso de ter desperdiçado o teu tempo e voto.

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Bitone Viage sabes meu irmão, nos somos uma merda, uma merda, mas ama autentica merda, as vezes choro sozinho aqui em casa sabes.

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Juma Aiuba Hehehehehe...

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Ilidio Hele Como não chorar? A situação é deveras lastimável.

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Wa Ka Nhabanga Ilustres Bitone e Juma, eu ainda acho que o problama que a solucão passa da necessidade de dar uma mexida na constituicão, pois podemos trocar este governo pelo outro mas pouco acredito que pode haver alguma mudança substancial. Os outros vão empoleirar-se e servir-se da mesma.

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Wa Ka Nhabanga Tenho pouca crença no poder do voto para algo de novo. alterar a CR sim.

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Tonycha Massango É só para vermos que Moçambique tem até o poder de denegrir reputadas empresas. Passou por Moçambique, era uma vez a Kroll.

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Manuel Maleve Os que tem dever de julgar e condenar não estão em condições moral de o fazer.

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Calvino Cumbe Acho que fui o único sem fé neles.

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Rassula Carimo Uma história bem verídica!

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Bruno de Mello História verídica

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Mondlane Calane Dzovo Kito Cuidado com as sombras da kroll

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Mahanguica Eduardo Tudo isso acontece.. E o alto Magistrado da Nacao caladinho assistindo

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Spirou Maltese Heheheheeh uma crua e terrível verdade

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Francey Zeúte Vamos todos roubar e acabamos todos bons meninos. O barco navega em boas águas.

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Spirou Maltese Já somos ladrões a partir do momento que aceitamos pagar as dívidas eheheheheheh

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Francey Zeúte Hehehehehe radrao que não comeu atum, ntsem!

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Saló Miambo Spirou não temos opção, neste caso somos mais escravos do que propriamente ladrões.

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Claudio Chitsonzo Realmente, a kroll se brincar com os tipos de Moz, será inflacionada. Kkkkk

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Alda Vembany Onde quem nao é conosco é contra nós

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Milton Chembeze Garrafas de Moet serão "estoiradas" e fogos de artifício serão "queimandos" para comemorar o falhanço da Kroll.

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Wa Ka Nhabanga Creio que a Kroll tenha feito o trabalho,mas quem é a PGR para entregar a cabeça do(s) tal, kkkk.... Esse país tem dono pah.

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Tonycha Massango Acredito que seja um falhanço propositado, com o intuito de ocultar os autores da dívida oculta. Assim, fica tudo oculto...

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Wa Ka Nhabanga Enquanto a pessoa da PGR for indicada pelo PR da republica ainda vamos assistir flagrantes falhanços propositados de uma forma grosseira. Que país é esse pah!

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El Patriota Choremos!

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Wa Ka Nhabanga Kkkk. .. (Ch)Oremos!

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Armando Leonardo eu acho k essas msgs deveria mandar pra os proprios ladroés prk nós xtamos amurmurar em vao i ñ chega aos donos

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Juma Aiuba Enganaste! Isto chega aos ladrões tanto que ficam chateados e mandam nos fuzilar as pernas.

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Helena Joana Hobjana Kkkkk assim estas com as pernas tortas!?

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Juma Aiuba Já assegurei as minhas pernas.

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Helena Joana Hobjana Há-de ser sequestrado!

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Juma Aiuba Hehehehehe... Pelo menos vou comer a borla. Esses raptores daqui alimentam bem as suas presas.

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Helena Joana Hobjana Hehehehehe esqueceste a lei da execução!?

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Zé Joel Eu prefiro esperar o tetra do meu Benfica já no final de semana..só. .I surrender! !

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Dercynho Bambo você é bom... respect

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Francis Manuel Nada resta- nos se não apostrofar- mos a estes cães de canalhas, canalhas e canalhas.

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Cidadão Comum E vês, Sua Excia. Sr. Juma, que a conclusão desse "Polissilogismo" está a "estupidez" do people!

A nossa "estupidez" é a pedra angular!

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Juma Aiuba Sem dúvida. Tudo gira em torno de nós.

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Cidadão Comum O brasileiro diria, acorda, povo "troxa"!

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Juma Aiuba Eu até acho que devíamos dormir para não votarmos. É que quando tentamos acordar só fazemos merda.

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Edwards Mahundla Mas voces ainda se lembram em kem xtao sempre a votar.?! Kkkkkkkk

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Lino Nelson J.A. ainda há linhas em branco? Quero também assinar por baixo.

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Hélder Dos Santos Majorntakarikwa Kkkkk..!!!

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Aderito Ucucho "Era uma vez!"

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Diamantino Inlitxe Disse uma vez Alice Mabota (espero k o nome esteja bem escrito) "esse regime é tão forte que conrompe a todos, se és mulherengo eles te arranjam prostitutas, se fores bêbado, te enchem de bebidas", por mim esses gajos da kroll só podem ter sido enchidos de lagosta e algumas pedras preciosas como marmita.

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Seny Impasso Kkkkk

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Alex Paulo Dos Anjos InJustiça dura contra os fracos e justiça fraca prós fortes = MozPeople

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Alex Paulo Dos Anjos 

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Aira Rui Ver ouvir e calar

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Ernesto Nhaule Sinceramente este pais virou cagada...

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Julio Lilito Boene Moçambique anima.

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Celio Mathe Estúpido? Um pouco pesado! Respeita às diferenças 
com devido respeito. 
Estamos juntos

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Ricardino Jorge Ricardo Mas esses "brancos" da Kroll não sentem mesmo pena de nós?
1º sofremos com os colonos; 
2º com a guerra dos 10 anos; 
3º a guerra dos 10 anos; 
4º roubados editais de resultados eleitorais a luz do dia; 
5º nos mataram numa guerra não declarada e que nunca existiu; 
6º burlaram nos com barcos que não ganham maré; 
7º...;
e agora...Kroll quer nos matar de coração? Cadê a lista e os nomes da auditoria??? Nós só e só pedimos os nomes dos nossos irmãos, eles são muito bem nossos irmãos até de sangue. Por favor, estamos a pedir, mesmo que não sejam nomes completos.
Exemplo: AG,EG,MG,MC,FN,VM,JP, etc,etc,etc...

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Domus Oikos Hehehehe...

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Alberto Zandamela Estamos perdidos....esta e a lei dos mais fortes> Estamos em africa

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Ntheya Almeida Em fim...

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Gerson 'Geefly' Maxlhaieie Há séculos que não voto nesse grupo de larápios, e quero acreditar que haja muitos a votar nos outros tal como eu, mas o problema é que este grupo é tão larápio que até votos rouba!

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Ricardino Jorge Ricardo Até tenho vontade de eleições gerais serem amanhã sem necessariamente uma campanha eleitoral, esses gajos já me convenceram mesmo sem camisete e boné.

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Cristiano Vieira 

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Abdil Juma Ya. Uma historia bem arrepiante. Se parece muito com a historia de país k eu nem conheço...

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Ricardino Jorge Ricardo respondeu · 1 resposta



Andre Jorge Chifeche Estamos num pais estranho,já o disse Nyusi.

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Ricardino Jorge Ricardo Até vale a pena se fosse estranho, eu vejo e vivo num país envenenado pelo aquele veneno chamado ratex.

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Lopinho de Lopinho E serão várias vezes

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Zeca Magul Come in!Ver Tradução

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GimoMalamba Jose Mavuma 

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Joao Nhampossa este é o pais que eu conheço de mta "palhaçada sem um pingo de vergonha"

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Abrantes Nelson Novais Nelson xtamos muito mal obrigado nesta Republica do Pandza onde o conselho de Ministros humologa a obrigatoriedade do Consumo do Tseke em k certo Ministro acabou de dizer k desconheçe os presos k apareceram Executados &sepultdos algures na Moamba apòs aquele Espectaculo/Ensenaçao protagonizada no Coraçao da Cidade Capital do País

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Arnaldo Tivana País de banana, governo incopetente, tristeza

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