terça-feira, 23 de maio de 2017

"Reintegração de Cambaza ignorou a ética"


Comissão Central de Ética Pública diz que reintegração de Diodino Cambaza nos Aeroportos de Moçambique ignorou princípios éticos
Uma decisão que ignorou os princípios éticos. É assim como a Comissão Central de Ética Pública classifica a recondução de Diodino Cambaza como assessor da empresa pública Aeroportos de Moçambique.
O organismo responsável por velar pela ética na administração pública diz que, eticamente, há algo de muito estranho na forma como se processou a readmissão do antigo PCA dos Aeroportos de Moçambique.
Após cumprir metade da pena a que foi condenado por prática de crimes de desvio de fundos, remuneração e pagamentos indevidos que lesaram o Estado em 54 milhões de meticais, Cambaza foi bater à porta dos aeroportos solicitando a sua reintegração. O Conselho de Administração da empresa solicitou orientação do Ministério dos Transportes e Comunicações e pareceres jurídicos, incluindo à Procuradoria-Geral da República, que respondeu que não havia nenhum impedimento legal para a reintegração. Alfredo Gamito diz que, eticamente, houve falha de todos os intervenientes.
Neste momento, a Comissão Central de Ética Pública está a analisar o caso e diz que em duas semanas vai divulgar a sua posição final sobre o assunto.

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