quinta-feira, 4 de maio de 2017

Jornalistas clamam por formação, independência e acesso à informação


Jornalistas querem liberdade de Imprensa e Expressão para exercerem sua função
Todos os anos, no dia 03 de Maio, o mundo junta-se para comemorar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e de Expressão. A comemoração resulta do reconhecimento da declaração saída da Conferência sobre a Liberdade de Imprensa, em 1991, na capital da Namíbia, Windhoek, que estabelece a necessidade de um ambiente de independência e pluralismo na comunicação social.
Pela sua importância mundial, a Declaração de Windhoek foi adoptada, no mesmo ano, pela Conferência Geral da Unesco.
Porque Moçambique não está alheio a estas celebrações, ontem, académicos, juristas, activistas sociais e jornalistas juntaram-se para reflectir sobre o estado e os desafios da liberdade de imprensa no país.
Em dois painéis, diga-se, bastante ricos, foram discutidos diversos assuntos ligados à imprensa e à liberdade de expressão. Alguns intervenientes na longa palestra foram unânimes em afirmar que a formação, a independência económica e o acesso à informação são questões indispensáveis para que jornalistas de órgãos públicos ou privados exerçam a sua actividade com zelo, honestidade e imparcialidade.
Foi um evento dominado, também, por intervenções onde os participantes colocaram diversas questões aos painelistas que tinham como tónica a reivindicação contra a falta de acesso à informação nos diversos ramos da sociedade, particularmente na política e justiça.

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