quarta-feira, 17 de maio de 2017

A ATLETA Paralímpica Edmilsa Governo,Acusa Seus Pais De Maus-Tratos E De Gestão Danosa Do Seu Dinheiro



A ATLETA Paralímpica Edmilsa Governo,Acusa Seus Pais De Maus-Tratos E De Gestão Danosa Do Seu Dinheiro

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A ATLETA paralímpica Edmilsa Governo, medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro-2016, acusa a sua família, nomeadamente os pais, de maus-tratos, igualmente agressões física , psicológica e de gestão danosa do seu dinheiro ganho na sequência do sucesso nas competições internacionais em que tem vindo a participar.Segundo informa “Jornal Noticias”
É impossível falar do atletismo paralímpico em Moçambique sem tocar no nome da Edmilsa Governo tida como uma das melhores atletas nacionais nesta categoria. Nasceu na cidade de Maputo a 28 de Fevereiro de 1998. Ainda criança entrou para o atletismo, quando tinha apenas sete anos, na altura estudante numa das instituições de ensino da capital do país. Diferentemente de muitas meninas da sua idade, Edmilsa não teve uma infância considerada normal. Sofre de problemas de visão desde a nascença, o que faz com que só consiga ver imagens até uma distância de 50 metros. Foi vítima de discriminação nos seus primeiros anos de escolaridade, o que hoje é um assunto do passado.
“Na escola era discriminada por culpa do meio defeito. Uma vez que tinha problemas de visão fui obrigada a usar óculos e os colegas chamavam-me “quatro-olhos”, mas não me deixei levar e continuei a estudar mesmo com a discriminação porque o meu objectivo era aprender apesar do meu estado oftalmológico”. Desde criança é apaixonada pelo atletismo, mas por causa da sua deficiência visual foi impedida de participar nos Jogos Desportivos Escolares. Apesar dessa adversidade, o seu amor pelas provas de velocidade não esmoreceu.
Carreira
Nos Jogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa de 2012 realizados em Mafra, Portugal, conquistou três medalhas de ouro nos 100, 200 e 400 metros. Competiu nos Jogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa de 2014 em Luanda, Angola, tendo conquistado três medalhas de ouro nos 100, 200 e 400 metros da categoria T13. Em 2015, conquistou uma medalha de bronze no Campeonato do Mundo de Atletismo Paralímpico realizado em Doa, no Catar. Nos Jogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa de 2016 realizados na Ilha do Sal, em Cabo Verde, conquistou três medalhas de ouro nos 100, 200 e 400 metros.Com o apoio da Odebrecht, foi a única atleta a representar Moçambique nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016, realizados no Rio de Janeiro, Brasil, tendo conquistado a medalha de bronze na prova dos 400 metros T12.
Qua nos ire
Não é para menos, até porque há muito que Moçambique precisava de advogado/as filantrópico(a)s que nem a Dra. Alice Mabota. Essa constatação, vem a propósito do título e conteúdo vertidos na página 36 do jornal notícias de hoje e, abaixo anexo, porque de contrario, ninguém no seu perfeito juízo entenderia tamanha bondade demostrada pela causídica e activista social - quão Madre Teresa de Calcutá. Bem haja.
Pelos vistos, e se atendermos os contornos que o caso está a tomar, tudo indica que não tem volta a dar - rotura (laços familiares) é o mais provável, com todas consequências possíveis e imagináveis. De uma coisa tenho certeza, jamais será igual.
E muitas perguntas ficam por fazer. Mais p'ra quê! Enfim.
Comentários
João Barros
João Barros Somente aos 19 anos os pais maltratariam Filha? Cuidaram-na todo este tempo e apenas agora viraram demonios? Com cada coisa!

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