
Egidio Vaz
Ontem às 17:29 ·
DA LEITURA E DOS RISCOS QUE A SUA FALTA REPRESENTA PARA A NOSSA DEMOCRACIA
Um dos grandes riscos que a sociedade moçambicana enfrenta é o da formação de uma sociedade de nabos. Mal informados, incapazes de raciocinar por si próprios, habituados ao conteúdo pronto-a-usar. Pelo menos, essa é a tendência global que nos últimos anos fez soar alarmes nos EUA, Grã-Bretanha, Alemanha ou mesmo Brasil. Lá, há muito que estudiosos estão preocupados com baixos índices de leitura e dos perigos que isso representa. Em Moçambique, sabidos que são os baixos índices de alfabetização, não é tão difícil perceber que o problema ainda é mais preocupante.
Nunca na história da humanidade houve tanta disponibilidade de informação como hoje. Com o advento e a massificação das tecnologias de comunicação e informação, a situação ficou ainda melhor. E imaginem o tema mais buscado na internet? SEXO.
A institucionalização da televisão como o canal de comunicação de massa mais persuasivo também contribuiu significativamente para a quebra do hábito de leitura entre nós. Não é por acaso que a YouTube é o motor de busca com mais acessos a seguir a Google. A internet, as redes sociais da Internet (SNS) e a massificação do celular inteligente fizeram a cada cidadão, um cidadão-repórter. Agora, “todo mundo quer ser ouvido”, todo mundo quer ser lido. Há pouco interesse em ler, em ouvir o outro. Qualquer um acha que o que sabe é suficiente para partilhar, sem, contudo, colocar a hipótese de que os outros possam ter informação melhor ou que esse alguém saiba pouco. Há cada vez pouco tempo para saber mais.
A implicação desse apetite desmesurado em querer ser o centro de atenções faz com que não se cultive o hábito de aprender do outro, não se presta atenção ao outro, não se ouça ao outro; habilidades que curiosamente são exigidas ao leitor: tempo, esforço e interesse individuais para ler. A leitura oferece inúmeras vantagens ausentes nas redes sociais e no debate do dia-a-dias. Dentre elas, a leitura oferece novo conhecimento, melhora o seu cérebro, reduz o estresse, melhora a memória, melhora a nossa capacidade de imaginação, desenvolve habilidades de pensamento crítico, aumenta o vocabulário, melhora a escrita, melhora o foco e a concentração, melhora a criatividade e ajudam-nos a conhecer a história. Ou seja, quem não lê, dificilmente pode usufruir estes benefícios, acessíveis apenas a quem lê.
As consequências da fraca leitura estão já à vista: são moçambicanos com licenciatura em jornalismo que até o dia 7 de Abril não conheciam a história da Josina Machel; são recém-graduados que não sabem fazer se quer o seu próprio CV (sempre a pedirem “modelos”); são artistas que confundem o Dia dos Heróis Moçambicanos (3 de Fevereiro) com o dia da Mulher Moçambicana; são analistas políticos com sérias dificuldades de articular a língua portuguesa ou mesmo são estudantes do ensino secundário que confundem clima com o tempo meteorológico; tudo isso sanável com bons hábitos de leitura. A cidadania está a morrer antes mesmo de nascer. Não é possível ter-se cidadãos sérios e úteis com um povo manipulável, incapaz de ler e interpretar textos complexos; a cidadania não floresce com analfabetos funcionais, que parece ser a maioria do povo moçambicano.
É claro que o declínio da leitura também está enraizado em mudanças culturais nem tão positivas assim. Muitos moçambicanos admiram o sucesso financeiro (particularmente pregado nas igrejas pentecostais) ou o mero status de celebridade. Ora, isso pode ser alcançado milagrosamente, como pregam os pastores do dízimo ou pelo menos sem esforço intelectual assinalável. Então, ler para quê? E que dizer dos devotos do Twitter e do Facebook? Estarão eles mesmos desafiando-se a si próprios e aumentando a sua compreensão do mundo, ou apenas vão emulando as suas experiências e visões limitadas esforçando-se ainda mais em atrair ou entreter outras pessoas que também desistiram do desafio de superar a sua ignorância ou preconceitos?
Na verdade, a tecnologia de comunicação e informação tendem a impedir o tipo de atenção sustentada que um livro exige. Todavia, quaisquer que sejam os benefícios dessa tecnologia, dificilmente poderão substituir de forma eficaz os benefícios que uma leitura oferece.
São os moçambicanos de hoje capazes de compreender a complexidade da sua nação e do mundo em que vivem sem livros e longe dos bons hábitos de leitura? Podem o Facebook, o Twitter ou a Televisão substituir o esforço e a motivação individuais em superar as limitações de conhecimento que cada cidadão precisa para participar de forma consequente e informada no debate público? E se olharem para o que essas plataformas oferecem em demasia é tudo, menos conhecimento para a vida e para a cidadania, nomeadamente, novelas e publicidade.
Boa sexta-feira.
GostoMostrar mais reaçõesPartilhar
192192
21 partilhas
52 comentários
Comentários

Thompson D'Luisa Pantye Juventude Descartavel. Já nasce MORTA. Infelizmente.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Manganhe J. Vicente "A cidadania está a morrer antes mesmo de nascer. Não é possível ter-se cidadãos sérios e úteis com um povo manipulável, incapaz de ler e interpretar textos complexos; a cidadania não floresce com analfabetos funcionais, que parece ser a maioria do povo moçambicano."EV
3Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Aderito Tamele Profundo Dr.Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Raúl Salomão Jamisse Concordo, porem, já dizia (corrente eurocentrista..?) que, se quiser esconder algo do africano, ponha num livro.
2Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s) · Editado

Jjoseta Antonio Esta e Forte.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 7 h

Raúl Salomão Jamisse Maning forteGerir
GostoMostrar mais reações · 7 h

Felix Vicente Concordo plenamente contigo Dr. #Egido_Vaz, a substituição da leitura pelos TIC'S, tem como consequências, o nascimento de uma Nação repleta de "Nabos" e porque nao tem capacidade de fazer uma critica, simplesmente vao viver na ilusão a espera do Deus Dara. Alias, esse tem sido o evangelho pregado em muitas instituições que diariamente vao proliferando no nosso Moz.Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Armando Nenane É verdade. Para comprovar tamanha falta de leitura e a vida nas redes sociais basta notar como um governo inteiro caiu no descrédito só por causa de uma bunda na bandeira...
3Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s) · Editado

Juju Rombe ExactamenteGerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Juju Rombe
Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Felix Vicente ""É verdade. Para comprovar tamanha falta de leitura e a vida nas redes sociais para notar como um governo inteiro caiu no descrédito só por causa de uma bunda na bandeira...""
😂
😂
😂
😂
😂
😂
😂
😂
😂 Me mataste mano Armando Nenane.1Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Artur R Jaquene Você cara! Sua inteligência ivejado por mim... parabéns pelo clarificado texto.Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Yan De Narvik Milange De acordo!Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Manuel Carlos Nhanala Obrigado pela sexta e para si também Wakulu! De facto a leitura faz bem. Eu cresci a ler alguns livros que comprava e se vendiam a preço promocional de escritores moçambicanos na livraria Maputo e outras que hoje virarão lojas de roupa (tchuna baby) e nas escolas por onde passei tive a sorte de ler nas bibliotecas Wole Soyinka, Chinua Achebe entre outros grandes escritores africanos...mas o que é sucede hoje? O hábito de leitura nas camadas mais jovens sobretudo deve-se ao facto dos livros quando acessiveis custarem uma furtuna...de facto a juventude de hoje está mais para a badalada do que para os livros. Nas universidades são poucos os que se dedicam a leitura nas bibliotecas se estas existerem, a maioria está preocupada em baixar PDF's e prontos copy and paste...Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Moniz Elias Pene O correcto é Viraram (pretérito perfeito); virarão (futuro). Existirem e não existerem. Com votos de um óptimo fim-de-semana!
3Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Manuel Carlos Nhanala Grato por erigir o meu parco português e pelos votos...para si também ótimo fim de semana.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Moniz Elias Pene De nada, meu caro. Um forte abraço!
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Rybeiro Afonso Grande Egídio VazGerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Juju Rombe Ja partilhei, para ver se ajudo.
Momento de reflexao
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Joao Caardoso Subscrevo plenamente Ilustre!Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Samuel Dos Santos Bravo Egidio Vaz. Ora, se ler é bom para cidadania, há que ajudar este cidadão a aceder os meios para tal exercício o que na verdade seria bom os Estados. Neste mesmo contexto nasce uma pergunta: O que se deve ler? sexo, futebol, estórias, etc? E outra ainda: como estámos em termos de acesso as fontes (sobretudo livros)? Há de facto muita informação, grande parte dela de estrema qualidade mas temos de reconhecer que as nossa fontes não são de fácil acesso. O livro por exemplo está muito caro diga-se.
2Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Tira Teimas Não concordo contigo meu ilustre. Eu pessoalmente são poucas as vezes que compro livros mas tenho criado condições para conseguir te-los.
A Biblioteca Americana por exemplo, empresa livros. A pessoa pode levar 3 livros para ler durante duas semanas e devolve leva outros. O Instituto de Camões também faz isso. Lá tem quase todos gêneros de livros.
Nas ruas da cidade de Maputo está cheio de bons livros por apenas 100, 200, 300 mt. Entretanto para mim leitura é uma questão de vontade.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 21 h

Samuel Dos Santos Tira Teimas Está a falar da Cidade de Maputo e o resto do país? Eu por exemplo vivo outra realidade fora de Maputo. O exercício seria o redimensionamento das instituições a que se referiu para que mais concidadãos possam ter as mesmas oportunidades.Gerir
GostoMostrar mais reações · 21 h

Tira Teimas Meu ilustre leitura é vontade. Digo isso porque já tivemos um projecto designado "livro ao bairro", foi onde percebi que o problema muita das vezes não reside no facto de o livro estiver longe mas sim vontade. Não houve aderência.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Samuel Dos Santos Pode me ajudar a aceder essas fontes. Tal como eu há centenas a minha volta sedentos da leitura. Por favorGerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Tira Teimas Dê-me sinal no pvtGerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Inocencio Banze Excelente reflexão irmão!!!! Oportuna!!!Gerir
GostoMostrar mais reações · 1 dia(s)

Jaime Simao No comment.!
Gerir
GostoMostrar mais reações · Ver Tradução · 23 h

Arsenio Jose Farranguane "A cidadania está a morrer antes mesmo de nascer". Como um indivíduo pode se tornar cidadão? A terapêutica a administrar para inverter o cenário esta bem patente no seu lúcido texto.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 23 h

Alvaro Simao Cossa A cidadania implica, realmente, uma dimensão cultural, no sentido de um direito à cultura (educação, instrução e trabalho intelectual). Grande texto Egidio VazGerir
GostoMostrar mais reações · 23 h

Domingos Bulule Certo.Gerir
GostoMostrar mais reações · 23 h

Bulaspy Bulaspy Mano Egidio esse texto serve mais para nòs Angolanos q somos especialistas na arte de tudo. Dançamos mais lêmos pouco e ouvimos tbm pouco, mais do pouco procuramos formular grandes opiniôesGerir
GostoMostrar mais reações · 23 h

Sopha Mbata Macoda Infelizmente esta é uma realidade e que nada contribui para a construção do pensamento crítico. As responsabilides por esta "epidemia" pode ser partilhada a diferentes níveis. De um lado, temos um sistema de ensino dogmático, em que o estado pouco investe o ensino público, onde poderão estar os alicerces para formação do homem. Mas também, é da responsabilidade de cada cidadão procurar investir na sua personalidade.
2Gerir
GostoMostrar mais reações · 23 h

Sebastion Marceta Em todas vertentes , a evolução tecnológica se não ser acompanhado tem suas consequências alarmantes , ora vejamos : na área de produção as máquinas substitui o homem mas elas não são criativas ou seja dependem do homem para serem programadas !
E este homem deve ter uma formação específica que também é obrigado a ter essas leituras constantemente para puder ser dinâmico e inovador. Na verdade, a preguiça mental galvanizada pelas tecnologias, nos leva a um precipício de analfabetos funcionais !
Creio que quem por dia lê uma ou duas páginas de qualquer livro , é mais informado , motivado , independente , criativo , proativo e muito mais. ..
É óbvio que nos primeiros dias da maçada como qualquer actividade quando iniciada , mas o nosso corpo tem uma capacidade milagrosa de se adaptar aos novos desafios e passando 5 dias verás que até ele , digo o cérebro, te exigirá a ler qualquer coisa.
Obs : Experiência própriaGerir
GostoMostrar mais reações · 23 h

Faizal Jamal Vejo aqui compatriotas tentar justificar que os livros são carros, irmão e quem disse que conhecimento é barrato? Temos telefones carros que nem sequer usamos 10% das suas funcionalidades, nos gabamos por desfalecer numa sentada uma caixa de cerveja e uns tantos pesos de suínismo em barres para depois arrotar em jeito digestivo nos escondidinhos, isso não é carro...
Ficamos horas afio a ver coisas obscenas na televisão e internet pagando carro a ZAP, DStv e TV cabo para isso nem notamos que é carro e difícil, difícil é levar um livro e ler no chapa, comboio ou barco enquanto aguentamos o congestionamento...
Alguns dizem que livros são inacessíveis, acessível são filmes e revistas porno, eu li todos livros de San Brown, na miverva não está menos que 1500mt e nem precisei de os comprar, apenas baixei na NET e leio no meu Smart Kika. Então você baixa videos de WatsApp de 50 megabits com conteúdo indiferente eu baixo o vendedor de sonhos de Augusto Cury, pai rico e pai pobre de Robert kinosat, etc etc etc...
Não há justificativa palpável para você não ler, aceita que não têm hábito tsen...
5Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Felix Daniel Sitoe Verdade nua e crua, bela observação
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Van Halle Verdade.Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Miro Guarda O meu Egídio está de volta...Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Felix Daniel Sitoe Com a sua permicao peço para partilhar no meu mural mao Vaz
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Egidio Vaz A vontade
2Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Felix Daniel Sitoe ObrigadoGerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Moses Filho A postagem é bastante sugestiva.
Leitura é cultura e hábito que desde pequeno é inculcando no seio familiar.
Nos passado quando moleque lia almanaques, revistas de banda desenhada, mais tarde as revistas de coleção vampiro, por aí fora.
Hoje no meu cell ando com obras literárias até mesmo BR., isso porque a cultura está em mim desde pequeno.
Infelizmente muitos de nós, tem preguiça de ler, mal conhecem a literatura moçambicana.
Há pobreza de espírito nas cabeças, dificilmente tem capacidade crítica de um determinado evento.
Os jovens se tem um dispositivo eletrônico serve para música, mulher pelada, nunca acompanham noticiário.
A gente se apercebe pelo nível de contribuição nos comentários nas redes sociais.
As pessoas desse jeito jamais vão participar na pólis.
Triste mesmo.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 19 h · Editado

Nelson Machava Boa explanação...mas eu particularmente tento fazer ao máximo no sentido de que é cada mês ter uma leitura nova , mas no entanto essa tarefa não é fácil divido aop meu que eu uso para o efeito , que é meu pequeno telefone...
Eu nunca tive oportunidade de ver um livro nas prateleira a ser vendidos , a não ser aqueles do MINED .
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h · Editado

Nelson Junior Ilustre Sr.Egidio,o seu é validssimo mas tentemos ver a realidade: sim, ler livros é importantissimo: ajudam o individuo a pensar, a tirar analises e acima de tudo a raciocinar....Mas,ilustre Egidio,como o cidadao vai comprar um livro se nao tem dinheiro pra comprar um bilhete pra o "my love"ou pra pagar a energia???...e as bibliotecas publicas,sao elas "apetrechadas" de bons livros??...Repare,de que, uma biblioteca é fundamental em qualquer universidade...porem, ha tantas universidades ou instituiçoes academicas com bibliotecas que nao sao bibliotecas.........Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Hugo Romao Raja Viana ...mas tem dinheiro para megas e watsapar ou baixar videos pornoGerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Joaquim António Zandamela Pelo que entendí, isto ñ só acontece com os sem essa possibilidade Nelson Júnior, é espécie de uma corrente. O que o Egídio Vaz levanta ñ acontece apenas em Moçambique ou nos países pobres. Na verdade nunca houve dinheiro suficiente para nada pelo menos em Moçambique. Vai ver que alguém diz ñ ter dinheiro para comprar livros mas tem dos melhores televisores , melhores telemóveis, computadores, enfim, tudo é o que o dono do post disse.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Nelson Junior Talvez o senhor tenha razao!...mas,o que acontece no Ocidente é isto: no inicio da existencia de Internet,iisim houve uma reduçao de individuos que compravam livros,jornais,etc etc...mas,com o andar dos tempos, em particular hoje em dia, o habito de comprar livros e jornais no Ocidente é bem visivel...é so dar uma olhadela às livrarias e ver a quantidade das pessoas.....No Ocdente,todas a cidades teem bibliotecas publicas de alta qualidade...e ate ha "autocarros" usdos como bibliotecas.....com esta "historia" de Fake News" o Ocidente é cauto no que le no Google ou na Internet em geral...Um Livro ou um bom jornal ganham sempre prioridades...Gerir
GostoMostrar mais reações · 21 h

Nelson Junior Ps! mas,compreendo bem o que o Sr.Egidio quer dizer e em parte tem razao,mas no Ocidente a leitura de um bom livro ou de um bom jornal fazem parte da vida do cidadao....Gerir
GostoMostrar mais reações · 21 h

Esperanca Mitano Mitano Concordo plenamente com ilustre, Egídio Vaz,parabéns pela reflexão, o povo moçambicano precisa dessa chamada de atenção, para consciencializar em busca da leitura,pois ela,irá munir o povo de novas descobertas.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 8 h

Nelson Junior correçao...leia-se: o seu ponto é validissimo-sorryGerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Ibraimo Assane Falou verdadeGerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Helder Shenga Tas de parabéns pelo texto e por levantar esta preocupação. Realmente, o hábito da leitura de um livro vai sucubindo com as novas tecnologias de informação. A leitura enriquece a cidadania, mas há quem le e não faz nada em prol da cidadania.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Joaquim Tesoura Plenamente de acordo.Gerir
GostoMostrar mais reações · 22 h

Gracio Abdula É preciso urgentemente uma Revolução Generalizada para a difusão do hábito de leitura! Uma REVOLUÇÃO, REBELIÃO, REVOLTA contra o FB, INSTAGRAM E YOUTUBE!
Parabéns pelo texto Egídio Vaz!Gerir
GostoMostrar mais reações · 21 h · Editado

Paula Martins São estes seus textos que me fazem espreitar sempre o que escreve. Naturalmente simples mas eficazes. Gosto!!!!
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Leonildo Mambo Parabéns pela excelente abordagem, vale a pena partilhar.Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Francisco Samito Nhalusse Concordo plenamente V.excia, o gosto pela leitura é imprescindível, contudo, o preço para aquisição do próprio livro é exorbitante..
Devia na minha opinião, O governo ou mesmo as instituições ligadas à venda do tão precioso livro primeiro, massifica...Ver mais
2Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Zefanias Macamo É uma boa análiseGerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Moulinho Lehuany Há uma passagem em que o Egidio Vaz diz que "com a massificação das tecnologias de informação e comunicação a coisa ficou melhor". Eu digo que não ficou melhor, ficou pior. Antes sabíamos quantos meios de informação temos e líamos bem esses poucos. Hoje o excesso de meios de informação torna os indivíduos desinformados por excesso de conteúdos, todos a dizerem a mesma coisa de forma diferente, muitos desinformando, e a pessoa fica perdido nesse imbróglio de assuntos sem reter nenhum.
1Gerir
GostoMostrar mais reações · 20 h

Zefanias Macamo Não deixo de lado uma boa leitura.Gerir
GostoMostrar mais reações · 19 h

Virgilio Mussera Arquitecto E o pior é que navegando nao se lê, faz-se apenas um scan rapido. A não ser que se tenha noçao da ansiedade de fazer um scroll rapido e desse "scan" para poder-se parar e ler algo que agregue valor a nossa vida com calma.Gerir
GostoMostrar mais reações · 19 h

Lourenco Guambe Prezado, Falou e disse. Por incrível que pareça, existem nos nossos tempos licenciados que nem uma obra qualquer que seja já se deram o tempo de ler, líderes que desde que lhes foi a tribuido a posição de liderança nunca se deu ao luxo de comprar qualquer que seja o livro de liderança para ler e se potenciar. Muito licenciado que escreve usando abreviaturas malucas dizendo que " estou a simplificar " é de louvar a tua dissertação pois serve de apelo para esta sociedade a MINGUAR e favorecendo a ESCUMALHA. L. GGerir
GostoMostrar mais reações · 19 h

Xavier Antonio O bem sempre anda junto com o mal. Se ver o bem num local ou quando o bem chega, aí perto está o mal.
A tecnologia de comunicação que tornou o mundo pequeno também transmite, dessimina e permite que o mal chegue, igualmente, a todos e com facilidade. Vai ser sempre assim.
É um desafio enorme de escolher o bem quando está junto com o mal.Gerir
GostoMostrar mais reações · 18 h

Alexandre Chirrute Belas Palavras e Bela Observação Ilustre Egidio Vaz!Gerir
GostoMostrar mais reações · 17 h

Gracio Flausino Cutana Minha dura realidade, obrigado pela chamada de atençãoGerir
GostoMostrar mais reações · 16 h

Pedro Comissario Uma reflexão extraordinária! Muitos parabéns!Gerir
GostoMostrar mais reações · 16 h

Jeremias Mondlane ObrigadoGerir
GostoMostrar mais reações · 14 h

Carlos Lemos Parabéns pela abordagem.Gerir
GostoMostrar mais reações · 11 h

Varlido Jorge Mahoche Gostei da sua postagen Egidio Vaz, seria muito bom que todos lessem istoGerir
GostoMostrar mais reações · 11 h

Hermenegildo Mondlane Acabei de ganhar um novo texto argumentantivo Para analisá-lo em sala de aula com os meus alunos (12@ classe). Há um conjunto de ferramentas da gramática do texto argumentativo passíveis de exploraçao. Obrigado pela sugestao, EVGerir
GostoMostrar mais reações · 10 h

Adelino Benjamim Matecana Só para acrescentar ilustre, mesmo as tais plataformas usadas actualmente necessitam duma boa leitura, para ñ correr o risco do ridículo nos própios comentários, a demais, a limitaçāo em vários conteúdos. Verfica_ se uma tendéncia de as mesmas pessoas que nāo querem aprender, sāo as mesmas pouco a pouco vāo ganhando coragem ou espaço nas tais plataformas, criando o ridículo exposto...Gerir
GostoMostrar mais reações · 10 h

Mario Pascoal Comege Concordo contigo meu carro Egidio.Gerir
GostoMostrar mais reações · 9 h

Romao Kumenya Kumenya Mas o sistema deve deixar de ostracisar quem lê melhor e contribui para o país, isso também aumenta o nível de burrice e lambebotasGerir
GostoMostrar mais reações · 8 h
Armindo Chavana
14 de Dezembro de 2017 ·
As leituras possíveis da falha do frente-a-frente, de ontem, entre o presidente da República e o líder da Renamo, alegadamente “por razões organizacionais”, podem, dentre outras, ser as seguintes:
1. considerando a crucialíssima intercalar de Nampula, já no próximo mês de Janeiro, o líder da Renamo pretenderia, pelo menos até lá, aparecer sozinho na fotografia (lugar e hora);
2. ainda considerando o horizonte eleitoral que se avizinha, ele parece querer, ( nos seus próprios termos, e momento), usufruir, à sua maneira, dos dividendos políticos da sua, muito esperada, saída do mato;
3. geralmente, encontros a este nível, com particularidades de segurança da mais alta sensibilidade, quando não se podem concretizar nos termos acordados, são abortados, no silêncio, o que não aconteceu.(x)
GostoComentarPartilhar
1616
Comentários

Alexandre Chivale Mas esse frente-a-frente foi entre os dois ou de um deles com o Comandante-Geral da PRM?Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Arnaldo Soares Mendes Dr, o PR já subiu uma vez aquela serra, não é brincadeira não, é muito pesado
1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve uma resposta...

Salomão Mambo REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
POLÍTICA E COMUNICAÇÃO SOCIAL
GABINETE DE IMPRENSA
COMUNICADO DE IMPRENSA
PRESIDENTE DA REPÚBLICA MANTÉM ENCONTRO COM O PRESIDENTE DA RENAMO
No quadro dos esforços, visando consolidar entendimentos e alcançar a paz efectiva, em Moçambique, o Presidente da República deslocou-se, hoje, 13 de Dezembro de 2017, ao Acampamento de Chitengo, no Parque Nacional da Gorongosa, para manter um encontro com o Presidente da Renamo.
Por motivos organizacionais o encontro teve de realizar-se de forma indirecta, tendo o Presidente da República, indigitado o Comandante Geral da Polícia como seu enviado até ao local onde se encontrou com o Líder da Renamo. Por outro lado, a partir daquele lugar, o Presidente da República dialogou com o Presidente da Renamo, por meio de teleconferência que decorreu num ambiente de cordialidade.
Durante a interacção, o Chefe de Estado Moçambicano e o Presidente da Renamo debruçaram-se sobre os progressos no processo de paz e constataram, com agrado, que se registam avanços rumo ao consenso mútuo e finalização do conteúdo dos documentos a acordar.
As propostas sobre o processo de Descentralização, Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) deverão ser apresentadas à Assembleia da República para debate.
Os dois dirigentes reafirmaram o seu compromisso, inequívoco, para com a paz em Moçambique e auguraram um futuro radiante para todos os moçambicanos.
O Presidente da República e o Presidente da Renamo, endereçaram votos de Festas Felizes a todo o povo moçambicano do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico. (GI)
1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Arnaldo Soares Mendes Valeu, muito obrigadoGerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve uma resposta...

Kuyengany Produções Résistance
Gerir
Gosto · Responder · Ver Tradução · 17 sem

Soshangane Wa Ka Machele "(...) são abortados, no silêncio, o que não aconteceu." Bingoo!Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Isalcio Mahanjane Já queres conspirar...
😎1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve uma resposta...

David Nhassengo Do lado do PR, quais são as leituras, Armindo? Fazer-nos esquecer, por exemplo, o giro ministeREALMENTE Pachecuado?
1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve um comentário...

Armindo Chavana
7 de Dezembro de 2017 ·
O nosso legado!
É frequente, com as transmissões em tempo real, o jornalista emocionar-se com um dado facto noticioso e afirmar, em pleno directo, “isto é história”. Portanto, ele, e sem qualquer sombra de dúvida, inscreve esse facto nos anais da história. Mas, o bom jornalista percebe a fronteira entre o espectáculo e a reportagem de fundo. Apesar da pressão, ele, nos seus deadlines, também actua como o historiador que trabalha com uma categoria temporal diferente, mais longa e mais ponderada, que só compreende a magnitude da floresta, afastando-se.
Para ele a dignidade noticiosa não é instantânea (embora possa sê-lo), e a reportagem (tal como a história) só se escreve com a compreensão do quadro maior, como quando o curandeiro lança os seus búzios.
Se um país perde a capacidade de comandar o seu destino, perde a capacidade de construir uma narrativa digna. Isso acontece também quando o debate profundo de ideias é substituído pelo debate instantâneo, e sem substância, e quando é sempre o quadro mais pequeno que prevalece. Moçambique cresceu, e cresceu a complexidade dos seus desafios. Nós somos o sujeito presente que faz a história, conscientemente, ou não, mas não seremos nós que a vamos escrever. A história é sempre um legado. Que legado é este?
GostoComentarPartilhar
3333
1 partilha
Comentários

Inacio F. Menete Muito profundo.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Custódio Sabonete Grande reflexão.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Nguila Nyangulane Muito bem colocado.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Soshangane Wa Ka Machele Gostei do aperitivo, lucidamente colocado. Já que nos abriu o apetite, tio, pode então servir-nos o almoço propriamente dito? Fico aguardando, com o piri-piri no bolso e o paladar em verve
2Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Júlio Mutisse Pendura.
Pega o gancho e desenvolve. Xitapora
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Escreve uma resposta...

Delio Ernesto Massingue Excelente.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Ermenegildo Balane IntelgenteGerir
Gosto · Responder · 18 sem

Arlete Carlos Tembe Quem fala assim sabe das coisas.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

António Dengo Obrigado Armindo Chavana pela reflexão e pelo desafio , precisamos de uma "nova ordem" nos debates e reflexões nas plataformas virtuais e não só,por forma a desintoxicarmo-nos de algum "lixo" que nos é imposto pelos " leaders de opinião...Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Armindo Chavana O meu saudoso amigo José Custódio dizia-me com frequência que quem com farelo se mistura, porcos o comem.
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

José Luis Ernesto Fole Magnífica capacidade visionária.... e com esses saberes multiplicados que fortaleceremos o nosso jornalismo e o país no seu todo.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Escreve um comentário...

Armindo Chavana
4 de Dezembro de 2017 ·
um cartão de visitas que só nos envergonha!
Em Maputo, a marginal transformou-se no principal pólo de atração turística da cidade. O seu crescimento em infraestruturas, turismo, e parque automóvel, exige novos modelos e métodos de gestão.
Se calhar, ela já devia dispor de uma unidade municipal especial, descentralizada e baseada na própria marginal, que cuidasse em regime exclusivo, de aspectos como segurança pública, circulação rodoviária, higiene e limpeza (incluindo a remoção permanente das areias do mar na estrada e passeios), organização dos operadores informais, (nomeadamente os vendedores de lanho, frango assado, bebidas, peixe e artesanato), ou das várias confissões religiosas e credos, que usam as suas praias como lugares de culto.
Hoje, a nossa marginal é um asset que se vem transformando numa grande vergonha: aqueles grande amontoados de areia que ninguém remove faz tempo, o cheiro a frango assado levado pela brisa do mar a tudo o que é canto, o lixo e os cacos de garrafas partidas, a cinza e a gordura de restos de comida, e de panelas e pratos lavados em plenas águas de mergulho, o estacionamento que impunemente (e principalmente em dias de grandes enchentes) obstrui o tráfego, o chichi em qualquer lugar, as carcaças e os desperdícios de animais sacrificados em rituais, etc, etc, etc
É possível reverter este cenário, temos capacidade. O turismo pode valer tanto quanto o gás.
Se não intervirmos agora, o potencial caótico de toda esta desordem pode acabar numa grande convulsão. Um grande beneficio pode transformar-se num grande dano irreparável. (x)
GostoComentarPartilhar
4040
2 partilhas
Comentários

Tujó Zaza Tenho visto algumas campanhas de sensibilização p o uso racional da praia mas as mentes são difíceis de inculcar uma postura díspar da q se leva de casa...
😳1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Ivo Neto Costa Não. Chega fazer apelos é preciso tomar medidas corretivas para por ordem (devia ter sido ontem). Educar as pessoas sim, mas disciplinar ( em em tempo oportuno). As autoridades municipais tem d fazer valer a ordem e disciplina. Os bens publicos nao " sao d Joana" , mas d usufruto colectivo.
3Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Daude Amade É preciso MATAR A COBRA ENQUANTO PEQUENA....
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Escreve uma resposta...

Custódio Sabonete É mesmo preocupante, se quisermos reverter a situação, teremos que tomar medidas a já, sob pena de reeditar-se por lá convulsões semelhantes as do Mercado Nwankakana.
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Rui Jose de Carvalho Muito preocupante e vergonhoso. Nem dá vontade passar daquele sítio
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Anabela Monjane Tem razão meu irmão a situação da nossa praia é lamentável. ..
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Gabriel Muthisse Joao Matlombe, amigo, têm reflectido sobre isto? Aquilo é uma grande vergonha! E, como diz Armindo Chavana, pode ser revertido
2Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Agostinho Zacarias
GIPHYGerir
Gosto · Responder · 18 sem

Agostinho Zacarias Concordo com o meu vizinho Armindo. Não é tempo para apelos. Poucas pessoas tem ouvidos para apelos, mas todas compreensem e vêm a acção tomada
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Júlio Mutisse Já houve tempos em que variamos as ruas capitaneados pelos chefes de quarteirão, aprendiamos nesse exercício a não sujar afinal éramos responsáveis pela limpeza. Mudaram se os tempos, vieram os "exércitos"de varedores dos municípios e ninguém mais tinha que limpar; já só se sujava na crença de que outros limpariam. Por vezes torço o nariz à campanha do meu amigo Carlos Serra que tenta nos ensinar a cuidar bem de nós cuidando do ambiente por esta campanha poder ter o efeito perverso de sedimentar nas pessoas a ideia de que há gente para limpar...
Todo este introito para dizer que podemos estar a falhar na abordagem, estamos a buscar que outros limpem e não a conscientização de quem suja e sua responsabilização...
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Atanásio Balate Presto a devida vénia à sua sábia abordagem.
Que saudades das famigedas limpezas do meu bairro.
Well done!Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Carlos Serra Estamos a relançar as limpezas através do movimento Let's Do ItGerir
Gosto · Responder · 18 sem

Carlos Serra E faremos a diferença no dia 15 de SetembroGerir
Gosto · Responder · 18 sem

Escreve uma resposta...

Bruno de Mello Apoiado JMGerir
Gosto · Responder · 18 sem

Carlos Serra Excelente reflexão. Retenho aqui a proposta de uma unidade especializada para a Marginal. estamos a deitar fora um gigantesco potencial. Aquilo que ali vemos está totalmente errado.
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Júlio Mutisse Totalmente errado. Mas já temos uma polícia da RM especializada que patrulha a Marginal e aquilo acontece então algo está a falhar seriamente Carlos. E é aí onde estou, não é a quantidade de unidades com pessoas que sem o uniforme fariam aquilo mesmo que resolve aquilo. É a consciência de todos, até dos que vão fiscalizar, de que aquilo está errado.Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Januario Guibunda Sobre as areias da praia, que invadem a via, colocar gente e máquinas a removê-las é o mesmo que estar a mudar de cuecas a um velho acometido de incontinência grave. A intervenção tem de ser de engenharia. Cometeu-se um erro técnico, que deve ser cientificamente abordado. Sobre o comércio informal, se calhar buscar experiência de algumas praias brasileiras, que montaram quiosques com todas as condições higiénicas, sobre os passeios. Ganharia o município com as taxas e rendas e ganharia a cidade e nós todos. Quanto ao estacionamento, se a polícia municipal mobilizar todo o seu stock de "chamussas" num fim de semana, terá receita considerável e criará um efeito preventivo geral muito bom.
2Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Atanásio Balate Excelente abordagem Dr. Armindo Chavana creio estarmos a hipotecar um excelente potencial turístico que em outras latitudes representa uma enorme fonte de divisas.
Concordo plenamente com as penosas campanhas de sensibilização à consciência humana do incansável ilustre Carlos Serra mas há que potenciar também as medidas dissuasoras nomeadamente com coimas bem exemplares a aos infractores!
Mãos à obra...
1Gerir
Gosto · Responder · 18 sem

Escreve um comentário...

Armindo Chavana
29 de Novembro de 2017 ·
A reportagem refere que a Odebrecht pagou 900 mil dólares de propinas a “corruptos” moçambicanos, durante 3 anos (2011/2014), para facilitarem a aprovação das suas obras, e projectos, em Moçambique. Seriam 300 mil dólares/ano (na altura perto de 9 milhões de meticais). O repórter reduz o aeroporto de Nacala (125 milhões de dólares) a esse esquema fraudulento. De uns amendoins dados a alguém. (mesmo sem considerarmos a redistribuição na complexa teia da corrupção, ainda assim, amendoins).
Se o ponto de partida, e de chegada, é o Brasil e a lava jato, tudo bem, mas se somos nós (Moçambique/moçambicanos), esse exercício jornalístico é insuficiente, fraco, e sub-representa-nos, acima de tudo.
Ps. O aeroporto de Nacala, construído numa das locações mais estratégicas de toda a África Oriental, só vai ser viabilizado quando viabilizarmos a capacidade das nossas cabeças. O problema não é ele, somos nós.
GostoComentarPartilhar
2626
2 partilhas
Comentários

Dino Foi Penso que o amigo vai escrever mais uns 7 posts depois e desistir. Em Nacala, para onde vou no primeiro dos dois voos semanais na próxima segunda-feira, o aeroporto continuará a ser um elefante branco.
Medidas administrativas serão trazidas para rotear o tráfego internacional de Pemba e Nampula para lá, como se tentou fazer com aqueles dois barcos que eram para fazer a travessia Maputo-Matola e todos sabemos em que terminou.
Em matéria de jornalismo não entrarei mas, a minha pouca instrução em economia mostra que, como Ematum, Proindicus, MAM, os complexos agrícolas de Chokwe, Namacurra, Nicoadala e muito provavelmente o aeroporto de Xai xai são coisas sem norte.
O conceito é bom, politicamente é excelente mas, economicamente um desastre.
4Gerir
Gosto · Responder · 19 sem · Editado

Manish Cantilal Se o problema e politico preferivel fazeres lares dos idosos, parque criancas, e casas p desafavorecidos. Se resta mais mola oferece bicicleta e motorizada. Aquele aeroporto de ncala nem politicamente faz diferenca.
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve uma resposta...

Gabriel Muthisse A única saída não é ratear tráfego internacional de Pemba e Nampula! Creio que é a outro tipo de exercícios a que se refere Armindo Chavana quando diz que o problema somos nós. E não, no todo, a brasileira.
Esse aeroporto não foi concebido para lidar, apenas, com tráfego da zona norte do país. Foi isso que apreendi quando, episodicamente, lidei com o projecto.
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem · Editado

Dino Foi Mais Velho Gabriel Muthisse, o aeroporto foi “nos” concebido. A construtora queria facturar e Lula queria marcar golos políticos.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Gabriel Muthisse As pessoas que lidaram com esse projecto não foram simples receptáculos das "concepções" dos outros. Havia racionalidade deste lado também.
E insisto, o aeroporto de Nacala não foi concebido para lidar, apenas e sobretudo, com o tráfego de Nampula e Cabo Delgado. Há outras lógicas a ter em conta. E, para abordar essas lógicas teríamos de ter ousadia e apurar a nossa capacidade de gestão.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Dino Foi Gabriel Muthisse : então estamos a discutir sem todas as variáveis. Tragam-na por favor, para o bem do debate.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Gabriel Muthisse Creio que o MTC pode partilhar informação. As pessoas simplificam demais esse assunto. Incluindo a famosa brasileiraGerir
Gosto · Responder · 19 sem

Dino Foi Gabriel Muthisse : A famosa brasileira veio atrás do dinheiro do erário público dela, principalmente porque o devedor não está a mostrar sinais de poder pagar, pelo menos se a garantia do empréstimo tiver sido a rendibilidade do aeroporto.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Gabriel Muthisse Sim, Dino Foi. Mas isso não obsta a que ela se informe melhor. Mesmo com base em dados disponíveis no BNDES e na própria construtora. E não se limitar a contar a população de Nacala, como se a viabilização do aeroporto dependesse disso. Há países pequenos, com pouca população, e Dino sabe disso, que têm aeroportos busyGerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve uma resposta...

Isalcio Mahanjane Dino Foi, se em tese, tornarmos o aeroporto - atendendo o comércio de pedras, o corredor de Nacala, de Macuse, o médio oriente, o potencial agrícola e mineiro da região...- não é rentável o aeroporto?Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Dino Foi Macuze está a escassos quilómetros de Quelimane e pedras que verdadeiramente interessam estão em Cabo Delgado.
Estamos simplesmente a procura da hipótese alternativa depois de fachada a hipótese nula.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Isalcio Mahanjane Dino Foi, não levanto vãs hipóteses para justificar o que seja, quero me assegurar da inviabilidade... imaginemos por hipótese que conseguíssemos “desviar” algum tráfego de aeroportos vizinhos, implantar os planos de desenvolvimento dos corredores e das zonas francas, o oil and gas que pode chegar à Nampula... continuaria inviável?Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Gabriel Muthisse Para Isalcio Mahanjane e Dino Foi, sendo importante o que Isalcio suscita, esse não era o único foco, e o mais importante, desse aeroporto.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Sílvio Eduardo Caro Isálcio, primeiro construiu-se o aeroporto e agora procura-se a sua utilidade ???? I don't get you brother. Há que darmos a mão à palmatória e reconhecer que a montanha pariu um rato. I mesmo está trazer problema para todos outros aeroportos do país que estão a "alimentar" este elefante branco.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Isalcio Mahanjane Sílvio Eduardo, meu amigo... se for por aí, como colocas, não hei-de concordar, também... mas olhando para a situação, arrisco-me a pensar diferente... um aeroporto construído numa realidade envolvente... um corredor (linha férrea, porto e aeroporto...), por conta das potencialidades da região... mais ainda as potencialidades que tentei apalpar... agora, é preciso saber porque é que o projecto não andou...Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Isalcio Mahanjane Sílvio Eduardo, e mais, temos de olhar para o cenário sem descurar o lava jacto que só "quer" o Lula e ignora Temer, cujas provas de autoria, á vários níveis, parecem não esgotar...Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Isalcio Mahanjane Agora, como diz o Dino Foi, há que aprofundar a questão de utilidade, na perspectiva de retorno do investimento (isto é, se eu não tiver percebido de forma diferente)...
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Armindo Chavana No Canal desta semana a embaixadora sueca pergunta porque é que os atuneiros não estão pelo menos a pescar. Podemos transpolar esse cenário para outras realidades como o aeroporto e vamos perceber a questão central. Já vimos isso com a LAM, a Fastjet e os etiopes. Outras entidades mais competentes, de dentro ou de fora, podem mostrar que aí há business, e de que maneira. Gosto de pensar na forma como o estádio de zimpeto e a vila olímpica criaram outras escalas na zona. Hoje temos uma nova centralidade. A pensarmos pequeno mão construimos um país grande.Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Yolanda Arcelina Zimpeto...não parece ter uma cor diferente do dito elegante de Nacala....não parece ser sustentável sendo mais um bebedor de recursos do Estado para se manter ...sem contar os problemas técnicos que tem ..tirando o evento inaugural nao me lembro de o ver a ser utilizado 100% para o que foi criado ....está as moscasGerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve uma resposta...

Ivo Neto Costa Eu quero acreditar q o aeroporto nao surgiu d nada.....e q a sua construção só foi equacionada depois d estudos d viabilidade. A crise econômica global veio " deitar por terra" uma série d projectos no mundo. É provável q no futuro ( médio prazo)...Ver mais
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Dino Foi É muito importante acreditarGerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve uma resposta...

Ivo Neto Costa * consensualGerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve um comentário...

Armindo Chavana
29 de Novembro de 2017 ·
Acabo de ver a famosa peça da BBC Brasil sobre o aeroporto de Nacala. Na verdade ela é um verdadeiro hino ao mau jornalismo, aquele que aproveitando-se da espectacularidade do jornalismo electrónico distrai as suas audiências com o mais supérfluo da questão. Não é pela cauda que se pega um touro, é pelos cornos!
GostoComentarPartilhar
2929
Comentários

Kuyengany Produções Je comprends pas qu'est que tu veux dire Tonton Mindo
1Gerir
Gosto · Responder · Ver Tradução · 19 sem · Editado

Rogério Ba-Senga É sério mesmo que você acha que essa reportagem é exemplo de mau jornalismo meu caro Armindo Chavana?
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Armindo Chavana Absolutamente
2Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Rogério Ba-Senga Bom, não sei da sua disposição pra detalhar sua síntese, mas se o fizer, vou gostar de percebe-lo melhor. Pessoalmente, concordo com você quando diz que é pelos cornos que se pega o touro e não pela cauda. Justamente por isso, minha questão é que isso é feito na reportagem: dá nomes aos bois, detalha os repasses fraudulentos, os valores... e, no âmbito mais geral, mostra que mais do que interesse em investimento e desenvolvimento de Moçambique, os ditos agiram por interesse próprio. No que respeita à Moçambique, ela detalha os limites que lhe foram impostos institucionalmente. Por isso a minha confusão pra entender o "mau jornalismo" de que fala.
4Gerir
Gosto · Responder · 19 sem · Editado

Nguila Nyangulane Estamos juntos.
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve uma resposta...

Rogério Ba-Senga por via das dúvidas, só pra termos certeza que estamos falando da mesma reportagem: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42074053Gerir

O aeroporto fantasma feito pela Odebrecht em Moçambique, que o…
BBC.COM
1
Gosto · Responder · 19 sem

Carmen Rodrigues Que e um elefanto branco....isso esta certo....ja deu no telejurnal o aerporto as moscas....Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Kuyengany Produções Mano Mindo Chavana dit nous quelque chose s'il te plaît
Gerir
Gosto · Responder · Ver Tradução · 19 sem

Armindo Chavana A hi nakele hi xpiko. Newe wa swivita swaku nime ka xirafança na dzeta
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Kuyengany Produções magi wéni mano Mindo pah! wah psi thiva pfaku à Mafalala ahina psy piku sempre hi Directo.....Jah Khassi wéni ùli vhô yémbha avha-nguiza nivha Brasileiro xana khê? éki aniku kumamba bém?Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Armindo Chavana Kkkkkk a va hembi, vo hi piyara
1Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Kuyengany Produções wéni hi wéni uni téleku apsy piku phelassi wéni mano Mindo wéni.....magi tà nice!Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Kuyengany Produções Jah wéni ùh piyara hìni phelassi wéni mano Mindo.......Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Escreve uma resposta...

Luis Nhachote Mano Armindo Chavana aquela peça é artística no ponto de vista de “data journalism” / jornalismo de dados em que a autora da peça vem se especializando e notabilizando há alguns anos. A Amanda Rossi entrevistou os números para fazer a matéria e, sendo ela brasileira encontrou as balizas para explicar ao seu público o que se andou a fazer com o dinheiro dos contribuintes!
Explique lá em miúdos esse “mau” jornalismo que encontraste aí e um abraço
4Gerir
Gosto · Responder · 19 sem

Rogério Ba-Senga ... e sempre pode piorar: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42176248...Gerir

Em vez de remédio contra Aids, fábrica financiada pelo Brasil em…
BBC.COM
Gosto · Responder · 18 sem

Luis Nhachote Rogério
http://opais.sapo.mz/zucula-zimba-e-viegas-detidosGerir

Zucula, Zimba e Viegas detidos
OPAIS.SAPO.MZ
Gosto · Responder · 18 sem

Armindo Chavana
28/2 ·
Segundo o Banco de Moçambique a crise económico-financeira passou, e isso aconteceu sem o regresso dos chamados parceiros de cooperação. Está claro que o nosso óbice foi a guerra e factores conjunturais da economia internacional. Não podemos construir um caminho com as narrativas dos outros, ou vice-versa. Vai ser um recuo se quando os parceiros (que não querem perder este grande barco) anunciarem a retoma da "ajuda" nós acreditarmos que foi isso que nos salvou.
GostoComentarPartilhar
3838
1 partilha
Comentários

Ivo Neto Costa Caro Chavana o futuro dos moçambicanos depende da nossa capacidade, inteligência e sabedoria. SOMOS SOBERANOS. A relação com o mundo é importante, particularmente importante, mas o nosso papel é crucial.
Quanto a crise ela está patente na vida dos cidadãos, nas instituições público. E privadas. Os apertados orçamentos, q desencadeiam restrições de desempenho, os condicionalismos na banca, são reveladores do momento em q vivemos.
5Gerir
Gosto · Responder · 6 sem

Cristiano Daniel Rosario Naene Concordo Armindo Chavana, há que desmistificar essa narrativa de que somos incapazes, de nos aplicarem um receituario de austeridade ante a chantagem de não nos resgatarem quando estamos em apuros. Porém, proclamado o fim da crise, há que dar corda aos pedais para que esta inflexão positiva das nossas contas se reprecurta no bolso so cidadão e na melhoria do PIB e das taxas aplicadas pelos bancos comerciais e de fomento. Vinde mais boas noticias que o país desespera.
1Gerir
Gosto · Responder · 6 sem

Dino Foi Estranho como não foi o Banco de Moçambique a anunciar que estávamos em crise! Eu tenho medo de gente que rouba a conclusão mas não sabe da introdução.
Acabou mesmo a crise?! E o que é mesmo essa tal da crise?! Como se manifesta o fim de uma crise económico-financeira?!
A auto-estima exacerbada às vezes nos veda a mente para coisas simples principalmente quando queremos politizar a economia (economia política é ciência) o certo é que nos últimos dias e próximos, alguns serviços sofrera(o)m uma revisão em alta, empurrando ainda mais a minguante algibeira do moçambicano. A nossa economia é muito simples, só precisa mexer o preço do chapa e do pão para destapar a realidade, consta-me que o primeiro vai ser mexido dentro de dias, daqui do Buzi fica difícil confirmar estas notícias mas se forem reais então tem gente atirando conversa para boi dormir.
É que os propalados indicadores macro-económicos revistos em alta não têm nenhum efeito no dia-a-dia do cidadão, dizer que a inflação está a menos de 5% é bom para o exercício de estudantes do primeiro ano da faculdade mas em contrapartida as bolsas de estudo foram simplesmente cortadas.
Quando se diz que as Reservas Internacionais Líquidas dão para 7 meses de importação possivelmente seja muito bom para uma balança de pagamentos deficitária como a nossa mas em contrapartida o Estado quer negociar a reestruturação da dívida!
Estranho esse fim da crise!
12Gerir
Gosto · Responder · 6 sem · Editado

António Do Rosário Grispos Indeed
1Gerir
Gosto · Responder · Ver Tradução · 6 sem

Edu Humbane Fim da crise! Penso que devia haver mais sensibilidade em relacao ao que os mocambicanos passsam no seu dia a dia. Nao estamos perante uma questao teorica, academica. Estamos a falar da vida das pessoas! Haja sensibilidade, pelo menos isso!
1Gerir
Gosto · Responder · 6 sem

Maria Laura Inácio Nota Jovens arregacem as mangas e reconstruam o vosso paisGerir
Gosto · Responder · 6 sem

Soshangane Wa Ka Machele Mas a crise passou mesmo, Tio Mindinho ?
1Gerir
Gosto · Responder · 5 sem

Armindo Chavana Se o Banco nos provar que consegue manter a tendência decrescente do custo do dinheiro, nós no informal batemos a bola da economia pr,a frente, e a classe média volta a sorrir.Gerir
Gosto · Responder · 5 sem

Lenine Daniel Não se pode falar em fim da crise quando o cidadão comum continua hoje com os mesmos problemas que tinha aquando do início da mesma. O Dr. Zandamela disse no ano passado que "já não estava a gerir a crise" depois mais tarde que "este seria um ano difícil" e por estes dias disse o que sabemos...
O maior pecado que está sendo cometido é a politização da economia, assim não vamos a lado nenhum. Convém notar o seguinte:
Baixa capacidade de compra dos cidadãos,
Inexistência de condições mínimas de trabalho nas instituições públicas (Não há combustível, papel, toner...)
O governo não paga as dívidas e as pretende renegociar
Bolsas de estudos interrompidas,
O preço do chapa vai foi acrescido,
A tendência crescente do número de empresas e cidadãos que não paga os empréstimos junto da banca,
E, se diz a boca grande que é o fim da crise? Haja respeito pelas pessoas!!!
2Gerir
Gosto · Responder · 5 sem · Editado

Arnaldo Soares Mendes Isto está tudo politizado, certeza abdoluta que estão a contar com a ChinaGerir
Gosto · Responder · 5 sem

Mukokani Tamele O Governador do Banco de Moçambique quer nos confundir entre situação financeira e situação económica. Naquela os números podem estar certos; nesta importa para além dos números, analisar a capacidade do cidadão de acesso a bens e servicos básicos.
Concordo que temos de nos reinventar para sair da crise. Cristiano Daniel Rosario Naene, Edu Humbane, Armindo Chavana.
1Gerir
Gosto · Responder · 5 sem

Cristiano Daniel Rosario Naene Meu caro amigo Mukokani Tamele, estou profundamente convicto que o governador refere-se rigorosamente aos principais indicadores financeiros que iniciaram a retoma. Logicamente este é o principio daquilo caso haja rigor se reflita mais tarde ou mais cedo nos nossos bolsos, ou seja, mais emprego, mais investimento publico, queda das taxas de juro, maior rendimento liquido com o estrangeiro, etc. Mas mediante o crescimento dos principais indicadores macro-econimos, nao é errado dizer que estamos a sair da crise. Estranho é o extremismo na reação a declaracao meramente tecnica do Governador do BMGerir
Gosto · Responder · 5 sem

Escreve uma resposta...

Ivo Neto Costa Reinventar. sim com cumprimento rigoroso pelas regras. Acho q os moçambicanos em geral têm feito " tripas coração" para enfrentar a carestia d vida. Idem as empresas ,cooperativas, instituições publicas e privadas, que com criatividade. E imaginação têm se mantido firmes e competitivas no mercado.Gerir
Gosto · Responder · 5 sem

Armindo Chavana
14 de Dezembro de 2017 ·
As leituras possíveis da falha do frente-a-frente, de ontem, entre o presidente da República e o líder da Renamo, alegadamente “por razões organizacionais”, podem, dentre outras, ser as seguintes:
1. considerando a crucialíssima intercalar de Nampula, já no próximo mês de Janeiro, o líder da Renamo pretenderia, pelo menos até lá, aparecer sozinho na fotografia (lugar e hora);
2. ainda considerando o horizonte eleitoral que se avizinha, ele parece querer, ( nos seus próprios termos, e momento), usufruir, à sua maneira, dos dividendos políticos da sua, muito esperada, saída do mato;
3. geralmente, encontros a este nível, com particularidades de segurança da mais alta sensibilidade, quando não se podem concretizar nos termos acordados, são abortados, no silêncio, o que não aconteceu.(x)
GostoComentarPartilhar
1616
Comentários

Alexandre Chivale Mas esse frente-a-frente foi entre os dois ou de um deles com o Comandante-Geral da PRM?Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Arnaldo Soares Mendes Dr, o PR já subiu uma vez aquela serra, não é brincadeira não, é muito pesado
1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve uma resposta...

Salomão Mambo REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
POLÍTICA E COMUNICAÇÃO SOCIAL
GABINETE DE IMPRENSA
COMUNICADO DE IMPRENSA
PRESIDENTE DA REPÚBLICA MANTÉM ENCONTRO COM O PRESIDENTE DA RENAMO
No quadro dos esforços, visando consolidar entendimentos e alcançar a paz efectiva, em Moçambique, o Presidente da República deslocou-se, hoje, 13 de Dezembro de 2017, ao Acampamento de Chitengo, no Parque Nacional da Gorongosa, para manter um encontro com o Presidente da Renamo.
Por motivos organizacionais o encontro teve de realizar-se de forma indirecta, tendo o Presidente da República, indigitado o Comandante Geral da Polícia como seu enviado até ao local onde se encontrou com o Líder da Renamo. Por outro lado, a partir daquele lugar, o Presidente da República dialogou com o Presidente da Renamo, por meio de teleconferência que decorreu num ambiente de cordialidade.
Durante a interacção, o Chefe de Estado Moçambicano e o Presidente da Renamo debruçaram-se sobre os progressos no processo de paz e constataram, com agrado, que se registam avanços rumo ao consenso mútuo e finalização do conteúdo dos documentos a acordar.
As propostas sobre o processo de Descentralização, Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) deverão ser apresentadas à Assembleia da República para debate.
Os dois dirigentes reafirmaram o seu compromisso, inequívoco, para com a paz em Moçambique e auguraram um futuro radiante para todos os moçambicanos.
O Presidente da República e o Presidente da Renamo, endereçaram votos de Festas Felizes a todo o povo moçambicano do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico. (GI)
1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Arnaldo Soares Mendes Valeu, muito obrigadoGerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve uma resposta...

Kuyengany Produções Résistance
Gerir
Gosto · Responder · Ver Tradução · 17 sem

Soshangane Wa Ka Machele "(...) são abortados, no silêncio, o que não aconteceu." Bingoo!Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Isalcio Mahanjane Já queres conspirar...
😎1Gerir
Gosto · Responder · 17 sem

Escreve uma resposta...

David Nhassengo Do lado do PR, quais são as leituras, Armindo? Fazer-nos esquecer, por exemplo, o giro ministeREALMENTE Pachecuado?
Sem comentários:
Enviar um comentário