domingo, 22 de janeiro de 2017

Achado arqueológico descoberto “por uma unha negra”

Antes, muito antes de sonharmos com a Índia, um mestre yoga chegou a Beja. A pé

A descoberta de um esqueleto numa estranha posição em Beja intrigou os investigadores. Agora, sabe-se que a posição era de yoga e o corpo em causa de um mestre. Que chegou a Portugal há 1700 anos. A pé.
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O esqueleto estava de pernas cruzadas, com os dedos do pé esquerdo apoiados no calcanhar do pé direito DR
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O esqueleto estava de pernas cruzadas, com os dedos do pé esquerdo apoiados no calcanhar do pé direito DR
Em 2007 e no decorrer de uma obra na rede de abastecimento de água à cidade de Beja surgiu, no meio de ossadas do período islâmico, um esqueleto em posição de lótus. Nove anos depois, e pela primeira vez no mundo fora da Índia, foi confirmada a descoberta de um mestre yoga, que aqui chegou vindo do Oriente a pé.
São mais as certezas que as dúvidas relativas à identificação do que resta de um indivíduo do sexo masculino, enterrado há cerca de 1700 anos, com a coluna erecta, as pernas cruzadas, os dedos do pé direito apoiados no calcanhar do pé esquerdo, em posição de lótus. Pequenas pedras talhadas com pequenos círculos estavam colocadas na cabeça, cotovelos e pernas. Era patente a intenção de acondicionar o corpo naquela posição, dentro de uma estrutura construída para esse propósito, e próximo do que poderá ter sido uma das principais vias de acesso à então cidade Pax Yulia. Foi enterrado próximo dos outros túmulos, “nas traseiras do que seria uma necrópole, salvaguardando o respeito ao espaço romano”, presume o arqueólogo Miguel Serra, que fez a descoberta classificada como “bizarra” dada a forma como o corpo fora inumado. Não tinha qualquer adereço, pormenor que patenteava despojamento.
A disposição do esqueleto era diferente das inumações dos islâmicos que encontrou depositados, a poucos metros, em contacto com a terra e com a face virada para Meca. Este tinha a cabeça virada para oeste.
Apesar de nunca ter visto as ossadas, que se encontram depositadas em Coimbra para a realização de estudos de ADN e do tipo de alimentação que consumia, o presidente da Confederação Portuguesa de Yoga, o grande mestre Jorge Veiga e Castro, depois de ter visionado as fotografias, o espaço de enterramento e interpretado a documentação científica produzida, não tem dúvidas: “Não se conhece em nenhuma parte do mundo, a não ser na Índia, um fenómeno de um esqueleto em posição de lótus como o de Beja”.
“A pose de enterramento era muito estranha e remetía-nos para o mundo oriental, mas sem definição”, referiu Miguel Serra, acrescentando que, no século III d.C, havia cultos orientais em Beja e identificou-se “o indivíduo como estando associado a esse movimento.”
Nesse contexto histórico, e apesar de Pax Yulia se localizar no interior do sudoeste peninsular, sabe-se, desde que o arqueólogo Cláudio Torres reescreveu a história da região, que havia uma intensa ligação ao mundo mediterrânico através do rio Guadiana e pelo porto fluvial de Mértola, por onde chegavam diversas influências culturais e religiosas.
Foi através dessa porta de entrada que veio até à cidade romana um mestre yoga que se lançou ao caminho, percorrendo, a pé, não se sabe por onde nem como, cerca de 8000 quilómetros “para transmitir a boa nova fora da Índia”, afirmou ao PÚBLICO Veiga e Castro. A convicção do mestre sobre esta aventura assenta não só na estrutura óssea do esqueleto, que indicia grandes caminhadas, como no hábito que existia na altura de encetar grandes peregrinações.
O certo é que este estranho indivíduo, descreve o relatório antropológico elaborado na sequência da descoberta, apresentava patologias que revelaram “que caminhava muito e de pé e era um indivíduo robusto e saudável.” Os ossos na zona de intercepção com os músculos apresentavam umas cristas, reveladoras do esforço a que foram sujeitos depois de intensas caminhadas. "Morreu aos 50 anos,  tinha 1,62 metros de estatura e terá sido velado ao ar livre durante uns dias, mas não morreu em meditação”, continua o relatório.
A simetria da posição e a forma como estava colocado “só era possível de alcançar pelos grandes mestres”, sublinha o arqueólogo, que interpretou o modo como foi inumado como “um manual como fazer correctamente aquela posição.”
As dúvidas que suscitou, a forma de enterramento e o desconhecimento de situações paralelas para interpretar este indivíduo impeliram Miguel Serra a colocar a foto do inédito achado arqueológico nos blogues. “E foi então que tivemos uma surpresa, quando, em 2012 se realizou, em Beja, o Dia Internacional do Yoga”. Vários indianos que se deslocaram à cidade alentejana ficaram perplexos com o achado que não lhes deixava dúvidas: “Era um mestre de yoga”, conta Miguel Serra, realçando a insistência em se fotografar no espaço onde foi descoberto o enterramento na Rua Gomes Palma, junto ao chamado Jardim do Bacalhau.
Jorge Veiga e Castro confirmou que os "mestres da Índia ligados ao Yoga e ao hinduísmo (entre eles vários professores universitários) ficaram felizes e surpreendidos com o achado de Beja”. E , através das informações que foram recolhendo, ficou reforçada "a ideia de que se trata de um mestre do yoga.” A dimensão e o significado da descoberta arqueológica não lhe deixam dúvidas. “Todos os indícios apontam nesse sentido. É inegável, as provas estão lá. Ninguém o pode esconder. É um achado histórico de grande significado”, sintetiza o presidente da Confederação Portuguesa do Yoga, realçando um pormenor histórico: "Não foi só há 500 anos que houve contactos com o extremo oriente. Muito anos antes já os haveria como este personagem parece documentar.”
A partir de agora, o objectivo da Confederação Portuguesa do Yoga passa por transformar Beja “num pólo de atracção que projecte esta corrente religiosa para a Europa e o mundo inteiro”. Para alcançar esse desiderato, diz que o próximo objectivo é “expor as ossadas” na capital do Baixo Alentejo, se for possível até ao Congresso Ibérico de Yoga, que se realiza Abril, na cidade espanhola de Ávila.

Achado arqueológico descoberto “por uma unha negra”

A legislação em vigor que limita a área de protecção legal dos centros históricos revela lacunas que foram realçadas em escavações arqueológicas realizadas em 2007 e que conduziram à descoberta do esqueleto de um mestre de yoga.
Se a vala que foi aberta para a instalação da rede de águas tivesse sido deslocada cerca de três metros para além do limite dos 50 metros a contar da cintura de muralhas que delimita o Centro Histórico de Beja não se estaria a falar deste achado que foi descoberto “por uma unha negra”, refere o arqueólogo Miguel Serra.
O levantamento arqueológico apenas incidiu no espaço da vala aberta para instalar a tubagem da rede de abastecimento de água. “Ficámos sem poder saber o que está para os lados”, acrescenta. Por exemplo, concluir se o mestre yoga tinha ou não junto dele sepulturas de seguidores, observa o arqueólogo.
A área já está identificada há décadas como rica do ponto de vista arqueológico dada a profusão de ossos humanos que surgem durante as intervenções feitas numa extensão com cerca de dois hectares de área e onde têm sido descobertos diversos vestígios da época romana, islâmica, medieval e moderna.
Miguel Serra chama a atenção para a necessidade de tornar a legislação que estabelece as áreas de protecção do património mais dinâmica em função das características históricas de cada local, lembrando que a “cidade de Beja não morria nas muralhas” no século III d.C. A ocupação estendia-se para o exterior. Exemplo disso é a enorme necrópole que já existia na época romana, prosseguiu na época islâmica e continuou na época moderna, como tem ficado provado no decorrer de intervenções que têm sido efectuadas fora do centro histórico.
Durante as obras realizadas no âmbito do programa Beja Polis, entre 2003 e 2004, foi descoberta uma rede com 137 silos escavados na rocha, que terão servido para o armazenamento de cereais e também como lixeira entre os séculos XIV e XVII. Foram sacrificados à instalação de um parque de automóveis. Tem sido descoberto outro tipo de património fora da área de protecção, onde não é necessário o acompanhamento arqueológico.

A boa nova nos dias de hoje

No século III d.C, a mensagem do movimento yoga estava praticamente circunscrita a uma área do planeta. Daí a surpresa por terem sido encontrados vestígios da presença de um mestre yoga em Beja.
Hoje, a importância desta corrente religiosa baseada no princípio “o verdadeiro fundamentalismo é o respeito pela vida” tem dimensão universal. E, neste contexto, destaca-se a elevação do Yoga da Índia a Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, objectivo que foi concretizado a 1 de Dezembro de 2016 e também o papel desempenhado pelo português Jorge Veiga e Castro por ter sido o proponente do Dia Internacional do Yoga.
Outra das iniciativas de Veiga e Castro, o “Dia da Luz e da Sabedoria” e da “Não Agressão”, defende que, “por 24 horas, não se derrame sangue, sob nenhuma forma" e respeite-se "a sagrada Vida que nos foi dada”, evento que ocorre no Solstício de Junho.
O também presidente das Confederações Portuguesa, Ibérica e Europeia do Yoga concentra a sua atenção na formação das crianças e jovens de todos os países do mundo, com a inclusão de o Yoga nos currículos de ensino. Nesta área, ministra cursos de formação de professores do Yoga.
A descoberta de um esqueleto numa posição estranha intrigou investigadores. Agora, sabe-se que é de um mestre que chegou a Portugal há 1700 anos.
A descoberta de um esqueleto numa estranha posição em Beja intrigou os investigadores. Agora, sabe-se que a posição era de yoga.
publico.pt|By Carlos Dias
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Comments
André Sousa
André Sousa Falta de rigor espantosa neste artigo em que se misturam parcos e eventuais testemunhos de arqueólogos com o que parece ser a vontade de associações de yoga...mais um tempinho e o Público vai apresentar provas de que a Terra é plana!
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José Luis Monteiro
José Luis Monteiro Nem por isso. Foram encontradas juntamente com o esqueleto fotos do mestre a fazer ioga e a carteira de documentos...
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Nuno Alves Pinto
Nuno Alves Pinto Isso é uma visão redutora. O mundo romano era "extremamente colorido" no que respeita a viajantes. Não é de chocar tal presença, encontram—se por vezes achados de religiões distantes. Por exemplo se for a Panóias em Vila Real, há um santuário rupestre dedicado a cultos orientais, e até com epígrafes escritas em Grego!
2 · 10 hrs
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André Sousa
André Sousa Não opinei sobre a dita visão e não duvido que houvesse nessa altura viajantes no local. Apenas me choca a forma como redigiram o artigo.
3 · 9 hrs
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Nuno Mendes
Nuno Mendes Pax Yulia, como escreve o jornalista, deve ser da fusão de Pax Iulia com Yoga.
7 · 9 hrs
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André Sousa
André Sousa Ainda não tinha reparado! It keeps getting better...
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Antonio Castanheira Mendonça
Antonio Castanheira Mendonça Nuno Alves Pinto entre um santuário rupestre e o grego, pode haver 30 mil anos de distância! O que há em Panóias é um santuário de tribos que habitaram o local no mesolítico talvez! Nada de oriental
2 · 9 hrs
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Maria De Fatima Rodrigues
Maria De Fatima Rodrigues José Luis Monteiro aposto que as fotos foram tiradas com uma kodak
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Miguel Santos
Miguel Santos Já andam nessa ,o que não faltam vídeos no YouTube a esse respeito
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Paula Barradas Tadeu
Paula Barradas Tadeu Já faltou menos
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João Paulo Nogueira
João Paulo Nogueira Se um dia encontrarem alguém de cú para o ar, é porque era uma estrela porno que veio a pé do The Valley
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Nuno Neves
Nuno Neves Boss
1 · 8 hrs
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Paulo Damas
Paulo Damas
1 · 8 hrs
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Teresa Ricardo
Teresa Ricardo
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Teresa Ricardo
Teresa Ricardo
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Teresa Ricardo
Teresa Ricardo
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José Lucena Gaia
José Lucena Gaia HMMmmmmm estou vendo !... Agora e assim compreendo a costela histórico-filosofal de elevadíssimo índice que constitui a reputação maior de alguns dos autóctones do Além Tejo ...
4 · 10 hrs
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Nelson Rosa
Nelson Rosa Agora a sério, o Público está doido?! Umas ossadas aparentemente têm os ossos das pernas cruzados e a seguir um qualquer (e um suposto antropólogo que devia ter mais juízo) inventa logo uma teoria com a Índia a jusante? Sem mais nada, nem ADN, nem artefactos, nem nada escrito?
1 · 6 hrs
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Paulo Duarte
Paulo Duarte Incrível a total falta de bom senso de alguns dos comentários... Infelizmente reveladora de uma mentalidade mesquinha e mal dizente apenas por uma questão de pseudo soberba intelectual. Acordem para a vida sem filtros da treta.
8 · 9 hrs
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Sonia Alves
Sonia Alves Oh céus, como vão dar crédito ao Jorge Veiga Castro que está para o Yoga como Trump para a política. Ambos megalómanos, psicopatas, racistas, misogenos com um ego enorme e....... Freud explica:mãos pequenas. Quem não o conheça que o compre. Por favor publico haja decencia
2 · 9 hrs
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João Paulo Mendonça
João Paulo Mendonça Será que, é esta a origem da calma dos alentejanos...?! ;) :D
5 · 8 hrs
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Miguel Barrento
Miguel Barrento Não só descobriram um mestre de Yoga como um cemitério islâmico antes do nascimento de Maomé ... Fantástico o público só tem profissionais de excelência..
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Unidade Corôa
Unidade Corôa Realmente só mesmo a calma do Alentejano para ler tanto comentário sem nexo e não se incomodar... quem conhece Beja e a história sabe que a cidade tem séculos de existência, tal como outras. Qual é o espanto?
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Graça Batista
Graça Batista Só posso rir .... Chamem arqueológicos de arqueologia humana sff que eles explicam cientificamente e não para sensacionalismos idiotas . Claro que ciência é coisa que o Público não lhe interessa
5 · 10 hrs · Edited
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Luís Revez
Luís Revez Então encontram um esqueleto na área de enterro muçulmana e depois dizem que o achado tem 1700 anos? Que eu saiba os muçulmanos só se estabeleceram na península a partir do século VIII! Então é mais comum dizer-se Pax Júlia ou Pax Yúlia? É Hinduísmo ou Induísmo? Presumem logo que o indivíduo era um mestre do Yoga por causa da posição? Pode ter sido uma coincidência! Para mim o pior é querer promover o Yoga à conta do trabalho e património arqueológico alentejano! A comunicação social no seu todo, há muito que nos anda a querer tomar por imbecis e talvez consigam com muita boa gente, já que hoje em dia quase ninguém lê, ninguém liga à História e Cultura em geral. Deixámos de ser um país de analfabetos para ser um país de gente estúpida!
11 · 9 hrs · Edited
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Miguel Santos
Miguel Santos Este publico cada vez está mais mal servido de jornalistas ....encontram um esqueleto e fazem uma história a medida ......que suporte científico tem para dizer isto ? Por a posição em que o esqueleto se encontrava ?e logo yoga ...........ao que chegaram....
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Carina Reis
Carina Reis Artigo fraquissimo
2 · 8 hrs
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Manelito Silva
Manelito Silva por acaso um esqueleto de perna aberta faz-me lembrar outra coisa que não yoga
4 · 9 hrs
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Tiago Nogueira
Tiago Nogueira Lool. Como sabem que o corpo não foi atirado e ficou assim?
4 · 10 hrs
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Nair Salander
Nair Salander estudos de fisica?
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Nuno Caetano
Nuno Caetano Há as pedras cerimoniais e aquela posição das pernas num cadáver não são de simplemente atirar alguém para um buraco.
2 · 10 hrs
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Luís Revez
Luís Revez Então encontram um esqueleto na área de enterro muçulmana e depois dizem que o achado tem 1700 anos? Que eu saiba os muçulmanos só se estabeleceram na península a partir do século VIII! Então é mais comum dizer-se Pax Júlia ou Pax Yúlia? É Hinduísmo ou Induísmo? Presumem logo que o indivíduo era um mestre do Yoga por causa da posição? Pode ter sido uma coincidência! Para mim o pior é querer promover o Yoga à conta do trabalho e património arqueológico alentejano! A comunicação social no seu todo, há muito que nos anda a querer tomar por imbecis e talvez consigam com muita boa gente, já que hoje em dia quase ninguém lê, ninguém liga à História e Cultura em geral. Deixámos de ser um país de analfabetos para ser um país de gente estúpida!
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Nuno Caetano
Nuno Caetano Luís Revez, o facto de existirem sepulturas próximas umas às outras não significa que sejam contemporâneas. É comum as zonas de enterro permanecerem nas mesmas áreas nas povoações através de várias eras. Quanto à "Pax Yulia" não faço a mínima ideia de onde veio. E em português não há "Induísmo". É um erro ortográfico.
1 · 9 hrs
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Maria Fernanda Costa
Maria Fernanda Costa Ainda nem sequer havia Portugal !.....
4 · 10 hrs
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Maria Conde Silva
Maria Conde Silva Para um assunto consideravelmente de treta, o interesse despertado é grande! Coisas que os jornalistas bem sabem. ..
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Hugo Pereira
Hugo Pereira Acho curioso o facto de referirem que era um mestre
7 · 10 hrs
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Rogério Martins
Rogério Martins Mais um pouco e vamos conhecer a árvore genealógica da criatura.
3 · 10 hrs
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Rui Correia
Rui Correia Pela posição do esqueleto, vê-se muito bem que o gajo veio de mota!!!
6 · 9 hrs
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Pedro Martins
Pedro Martins Ou estava a fazer cocó quando morreu, you know.. há 1700 anos eles também cagavam :)
4 · 9 hrs
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João Filipe Sa Pinto
João Filipe Sa Pinto Era isso tudo e nem imagens radiocarbonicas para identificar a idade nem sequer adn ????? Este gajo deve pensar que as pessoas comem gelados c a testa!
2 · 4 hrs
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Helder Silva
Helder Silva Txi, descobriram o corpo da Rita "escachada", lá vou eu de cana...
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Ricardo Monteiro da Silva
Ricardo Monteiro da Silva 😂😂😂😂
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Vera Felizardo
Vera Felizardo Se havia dedos em cima de calcanhares não era o padmasana
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António Souta
António Souta Chegou a Beja... a pé... porquê?
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Maria Veiga
Maria Veiga Li no público hoje
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Dimas Conceicao
Dimas Conceicao Milhares de anos após... é como a MAIORIA DOS INDIANOS pode deslocar-se... "GRANDE EVOLUÇÃO"!
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Rui Pereira
Rui Pereira Ahahah grande anedota CA para mim estava deitado a fumar.
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Victor Lopes
Victor Lopes De cientifico... nada!
3 · 9 hrs
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Carlos Daniel Abrunheiro
Carlos Daniel Abrunheiro Epá, tenham vergonha, que nojo de reportagem é esta?
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Carlos Daniel Abrunheiro
Carlos Daniel Abrunheiro o Público é cada vez mais uma passerelle de patetices
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José Lobo
José Lobo yôga já agr, yoga é nos ginásios 😉
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Mário Lavrador
Mário Lavrador E como é que sabem, ele trazia a carteira com ele? :P
2 · 9 hrs
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Rui Chicau Rosado
Rui Chicau Rosado Muito pouca ciência e muita especulação neste artigo. Muito mau.
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Ju Gauttier
Ju Gauttier á acaa
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Joao Rodrigues
Joao Rodrigues O jornalismo e a informação a caminho do suicídio.
5 · 9 hrs
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Vicente Silva
Vicente Silva what
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António Oliveira
António Oliveira os hippies deliram com a perspectiva de várias camadas de karma e caspa.
2 · 10 hrs
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Andreia Moricoca
Andreia Moricoca Eu às vezes deixo-me dormir assim, pk gosto. Serei mestre de Yoga?, kkkkkkkkkkkkk~.
1 · 7 hrs
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Oliveira Santos
Oliveira Santos Percebe-se bem a razão do jornal Público estar ... falido!!
2 · 8 hrs
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Nuno Alves Pinto
Nuno Alves Pinto 1700 anos nem havia islamismo ;)
2 · 10 hrs
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Paulo Duarte
Paulo Duarte 😳😳😳 Oh Nuno, vá lá ler umas "cenas", e depois faça comentários.
3 · 9 hrs
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Martines Fernando
Martines Fernando Parece que foi um dançarino de kuduro...
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Raquel Inacio
Raquel Inacio A cova era curta e larga!
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Luis Rodrigues
Luis Rodrigues inventam cada uma que parecem 2
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Augusto M B Rodrigus
Augusto M B Rodrigus Posição de cagar

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