sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O QUE É ISTO??? QUEREM PÃO!

O QUE É ISTO??? 
NÃO SERIA MAIS FÁCIL, TEREM DEIXADO O MINISTÉRIO PÚBLICO, CONCLUIR AS PROVAS DAS AVERIGUAÇÕES E, TAMBÉM PERMITIR QUE A INVESTIGAÇÃO FORENSE NACIO-NAL E INTERNACIONAL FINALIZASSEM, AS ACUSAÇÕES E APONTASSEM, DESTEMIDAMENTE OS ARGUIDOS, PARA SEREM DETIDOS, CONFISCANDO-LHES OS BENS E, COM OS VALORES, ALÉM DE RESSARCIR OS CREDORES, ASFIXIAR-MOS A CORRUPÇÃO DE VEZ?
NESTA ALTURA DE DIÁLOGO-CONVERSAÇÕES, O PARTIDO NO PODER, ESTÁ COM "CAGUFAS"??? DE QUÊ??? AQUILO QUE SE PLANTA, É O QUE SE COLHE, SIMPLES...
MENTIRAS, FRAUDES, EMBUSTES, INTIMIDAÇÕES, EM CADA PASSO DA VIDA POLÍTICA, ATÉ QUANDO??? JÁ LÁ VÃO 41 ANOS, NÃO HÁ AUTOCRÍTICA E, TENTATIVA DE SE DEMONS-TRAR TRANSPARÊNCIA, TOLERÂNCIA E ESSENCIALMENTE A SINCERIDADE, PARA O PATRÃO??? VERGONHA....
ALGUM EMPREGADO, PODE ORDENAR À SUA ENTIDADE PA-TRONAL, OBRIGANDO-A A TROCAR O PÃO, PELA MANDIOCA E POR BATATA DOCE, POR-QUÊ???
ALÉM DAS LOJAS DOS COOPERANTES, AGORA HÁ MAIS UMA DISCRIMINAÇÃO, ATUALMENTE O POVO (PATRÃO E DONO DISTO TUDO?), É O SACRIFICADO E, OS LADRÕES CONTINU-AM A DESFILAR, PELA PASSERELE SÓCIO-POLÍTICA NACIO-NAL, COMO SE NADA SE PASSASSE, RINDO-SE E GOZANDO, NA CARA DOS 25 MILHÕES!!!... ..
VAMOS VER ATÉ QUANDO.......
Ragendra de Sousa recomenda às classes mais baixas que não possam comprar pão que comam mandioca ou batata doce. Isto fez-me lembrar Lucília Hama quando em 1...
YOUTUBE.COM
QUEREM PÃO!
Há vezes em que me pergunto sobre a coerência nossa cognição política e do que de facto pode nos salvar como um povo: se é a bonança ou a crise. Há 40 anos que inscrevemos na constituição que a agricultura era a base do nosso desenvolvimento. A parte que se referia da indústria como factor dinamizador foi retirada dos adágios políticos.
Surge este intróito depois que o actual Vice-ministro do Comércio, Professor Ragendra de Sousa ter sugerido o recurso à outros produtos para substituir o pão, dado o crescente preço do trigo e consequente alto custo para a sua aquisição, principalmente para as camadas sociais mais vulneráveis.
Sei que muitos vão apedrejar-me, mas tentarei ser o mais honesto possível. Durante a entrevista à STV, Ragendra sugeriu que não devéssemos estar parados a lamentar pelo preço do pão dado que a conjuntura não deixava espaço para outra opção. Na verdade, ele foi mais longe sugerindo a substituição do pão pela mandioca ou batata-doce, enquanto não existissem condições materiais para a satisfação do desejo-mor: o pão.
A reacção não se fez tardar, tendo alguns alertado o ilustre membro do governo que afinal, a batata era mais cara que o pão; que não existiam pontos de venda da tal batata; que a mandioca era ainda mais cara, etc., etc. Tudo parece até aqui, claro e racional. Os mais espertos não trataram de dizer ao Ragendra que não gostavam da mandioca. Apenas apresentaram dificuldades do acesso e provaram que estes produtos são ainda mais caros que o Rei-pão!
Antes de avançar, permitam-me que amarre a perna direita do Ministro da Agricultura José Pacheco à cadeira em que estou sentado, para ele ouvir a conversa que doravante vai desencadear…..pronto, já está.
O antigo presidente da República, Armando Guebuza, várias vezes afirmou que para que o país pudesse se ver fora da pobreza devíamos antes contar com as nossas próprias forças.
1. Grande parte do trigo que consumimos é importada da Rússia, Canadá, Japão, etc. Mas batata, mandioca, madumbe e outros tubérculos são daqui. 
2. O governo investiu milhões de meticais para o melhoramento da espécie da batata de polpa alaranjada, para ser mais nutritiva e assim suprir as necessidades protéicas dos moçambicanos. 
3. Um pouco por todo país, moçambicanas e moçambicanos dedicam-se à agricultura e vezes sem conta vêm seus produtos apodrecer. O grande exemplo refere-se ao tomate que em Dezembro de 2016 quedou de 130 a caixa para 50 meticais por falta de compradores.
Estamos em crise e a racionalidade impõe-nos repensar sobre as nossas prioridades, tendo em conta as nossas capacidades aquisitivas. Por outro lado, temos uma oportunidade de subverter a tendência miserabilista através da substituição de importações; aliás, única regra mágica para conter a onda da inflação. 
Segundo dados estatísticos do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar, em 2016 a produção da mandioca cresceu exponencialmente devido a alta demanda, sabem de quem?.......CERVEJARIA NACIONAL; A 2M. Ou seja, estamos a cultivar a mandioca para bêbados.
Em África, faltam-me apenas 8 países para conhecer, do total de 54. Acresce-se a esses, mais dez países da Europa e 3 da América. Em todos esses países, vi produção local em Hotéis e restaurantes, comidas típicas servidas à mesas nobres. Lembro-me ter servido banana cozida em Casablanca (Marrocos), na casa do então Primeiro-ministro em 2004; ou pão de centeio na casa do antigo ministro dos negócios estrangeiros finlandês Erkki Tuomioja.
O que quis demonstrar no parágrafo anterior é que essa mania de assimilação cultural vai nos matar se não formos capazes de "voltar à casa" e vermos o que há para substituir o pão, pelo menos enquanto ele for raro e caro. Paralelamente a isso, serve para chamar atenção ao sector da agricultura e segurança alimentar que cabe a eles fazerem tudo para introduzir esses produtos na cadeia alimentar, principalmente nos centros urbanos, que é onde moram pessoas que reclamam do pão e sentem isso dia-a-dia.
Um dia, vendo o "Programa Grande Plano" com Selma Inocência e Jersild Chirindza da STV, ouvi o chefe de cozinha do Hotel Cardoso lamentando que os moçambicanos não apreciavam pratos nacionais. ESTÁ AÍ A CAUSA DA NOSSA POBREZA.
A nossa incapacidade de apreciar o que é nosso e potenciâ-lo está na origem do sofrimento de muitos, que têm vergonha em introduzir batata-doce à mesa com receio de ver a criança a chorar. Mas a criança deve conhecer o que está a comer.
Um amigo reclamou que a mandioca, a batata-doce, a madumbe e outros tubérculos não tinham postos de venda conhecidos como o pão. Pois bem, o que estou a dizer hoje é uma espécie de alerta; uma possibilidade onde, havendo investimento para a produção e comercialização bem integrada, é possível diminuir a “força política do pão” no debate nacional. Ora, a coisa que de facto merece subsídio ou proteção é o AÇUCAR.
Poderia continuar. Mas paro por aqui. Vamos ao debate. Mas antes, um helloo…são poucas pessoas que comem pão neste pais ok? A maioria na verdade come mandioca, batata-doce, madumbe e outros tubérculos antes de irem trabalhar, de manhã. No campo, nos distritos e vilas. Aos camponeses, eis a oportunidade. Que venha a bambaya/mbatata (batata, na minha língua e na do Prof Ragendra Sousa)!
GostoMostrar mais reações
50 comentários
Comentários
Ani Zita
Ani Zita Não temos mandioca ou batata doce 🍠 durante todo ano!! Uma opção técnica e politicamente desenquadradaEgidio Vaz
Gosto · 5 h
Egidio Vaz
Egidio Vaz O trigo é produzido ao longo de todo ano pois não cara Ani Zita?
Gosto · 4 · 5 h
Ani Zita
Ani Zita Egidio Vaz, pois bem, a que observar em que quantidades é produzido o trigo 🌾 ,quem o produz, as técnicas de produção e comparemos com a nossa produção de batata doce e mandioca para alimentar o mercado! Não vamos pensar em questões locolizadas mas sim abrangentes!!!
Gosto · 2 · 5 h
Arlindo Francisco João Vicente
Arlindo Francisco João Vicente Digam ao senhor Regendra para disponibilizar a tal mandioca e a batata doce em todos os mercados do país.
Gosto · 1 · 4 h · Editado
Armistício Mulande
Armistício Mulande A mandioca e a batata doce estarão disponíveis em todos os mercados do país se forem compradas. todo o ano há castanha de caju em todos os mercados e esquinas da cidade de Maputo. Todo o ano há até maçaroca em muitas esquinas da cidade, mesmo nos últimos 2 anos em que se reclamou de estiagem. 
Este país pode produzir bata-doce e mandioca para todos se estes produtos entrarem seriamente no cardápio citadino. 
Mas é mais cómodo sempre pensar que essas coisas não existem.
Gosto · 3 · 5 h
Fernando Costa
Fernando Costa Concordo contigo Egidio Vaz.... Bela reflexão!!! Pelo menos nas duas cidades da zona centro (Beira e Chimoio) vê-se batata e mandioca durante o ano todo nos mercados....
Gosto · 2 · 5 h
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Ani se a nossa Agricultura estiver em dia, em qualquer epoca do ano se pode garantir qualquer produto.
Gosto · 1 · 5 h
Fernando Costa
Fernando Costa Se colocar-se em prática a teoria de que "a agricultura é a base de desenvolvimento " e potenciar-se esta área, certamente teremos todos os produtos de que necessitamos para o ano todo ..... Afinal o que é importado doutros países é produzido por outros....
Gosto · 1 · 5 h
Arlindo Francisco João Vicente
Arlindo Francisco João Vicente O problema é que os tais tubérculos também estão a vender caro.
Será que estão a importar fora do país?
Gosto · 4 h
Faquir Bay
Faquir Bay Os tubérculos são caros pelo fato de existirem poucos produtores, o governo deve esquecer um pouco de lucros nas importações e potenciar a agricultura, ora, em inhacoongo, existe a orgânics Moçambique a produzir produtos no centro de investigação agronómica e os mesmos são exportados para África do Sul e Europa e shoprite. Deve ser criada uma politica real.
Gosto · 1 h
El Patriota
El Patriota Excelente!
Gosto · 5 h
Afonso Beula
Afonso Beula Bambayira, que venha...
Gosto · 1 · 5 h
Jossias Gimo
Jossias Gimo Penso que a mandioca e a batata que nos são sugeridos pelo vice-ministro do comércio,para além de ser de difícil aquisição,estão mais carro que o pão dr Egídeo.
Gosto · 5 h
Osvaldo Jocitala
Osvaldo Jocitala Num contexto geográfico quanto o nosso, em que nos subordinamos à boa "vontade divina" e outro tipo de factores fora do alcance humano (se vai ou não chover), é mera utopia julgar que se tem que ter a mandioca e ou a batata doce na tua mesa Egídio Vaz e de Janeiro à Dezembro. O Rei-pão como chamas, inevitavelmente terá que estar na tua mesa e entre nós pelo menos daqui há mais 50 anos!

E para já Mbuya, qual foi o matabicho da família hoje de manhã?

ÚTIL
Pacheco não pode fazer milagres. Revolucionar a agricultura em todo o mundo não é unicamente tarefa de um ministro. É um compromisso colectivo e estadual. 

É só visitarmos países como Índia, China e etc...naquelas bandas da Ásia para irmos ver como o sector da agricultura se considera charneiro. Não foram os ministros sectoriais que revolucionaram a agricultura naquelas paragens oh Camaradas. A questão da agricultura é uma questão essencialmente de políticas e de um compromisso colectivo. Nós estamos longe disso.
Gosto · 1 · 5 h
Nelta Niquice Angelica
Nelta Niquice Angelica O povo chines vive mais na base da Agricultura ...O governo trabalha directamente com os agricultores ..Tudo que os agricultores produzem vai directamente ao super /mercado...Produto nacional e mais barato que o produto internacional ...Se utilizarmos a politica de trabalhar directamente com os Agricultores e darmos valor o que e nosso Chegamos la....
Gosto · 1 · 4 h
Faquir Bay
Faquir Bay Ilustres, segundo conversas dos mais velhos, relatam que no tempo de Samora não se importava tanto as leguminosas, hortículas, etc, existiam as zonas de produção de Úmbelúzi. Chokwe, Búzi, Unango, etc, a população era incentivada a produzir, então tudo isso faliu....
Gosto · 1 h
Kuyengany Produções
Kuyengany Produções
Traduzido do Inglês
Adoro a tua nova "lado" ProfessorVer Original
Gosto · 1 · 5 h
Mahomed Hanif Gafur
Mahomed Hanif Gafur A certas coisas que nao tem logica discutir o indiscutivel
Gosto · 5 h
Zé Martins
Zé Martins Estimado Egidio
Pelo remate final no seu post, "...Que venha a bambaya/mbatata (batata, na minha língua e na do Prof Ragendra Sousa)!" Acredido que nem o estimado Egidio acredita naquilo que escreveu. Ja agora diga-me se souber, qual o produto mais barato em todo o mundo, para a alimentação humana claro.
Ab
Gosto · 5 h
Paula Macucule
Paula Macucule Queremos saber o preço no mundo a fora porquê? Se mesmo sendo barato lá fora, fica caro a caminho de África
Gosto · 1 · 3 h
Armistício Mulande
Armistício Mulande Em 2008, aquando da primeira "greve", achei completamente fora de questão a ideia de subsidiar o pão. Era uma tareia na cara da maioria dos moçambicanos (que não comem pão). Mais absurdo ainda foram as tentativas ensaiadas para subsidiar a produção de trigo em Angónia, Marávia, etc. Hellooooooooooo, o nosso país não tem condições agro-ecológicas para produzir trigo de forma competitiva. Será sempre mais barato trazer trigo do Canadá, Rússia, Argentina e Cia. Mas mandioca e bata-doce podemos produzir a praticamente toda a largura do país e a preços realmente competitivos. Aos que dizem que o pão é barato, só o é porque é "pesadamente" subsidiado; e mesmo assim comprados 120g em vez das 200g que nos dizem que estamos a comprar.
Gosto · 1 · 5 h
Osvaldo Jocitala
Osvaldo Jocitala "Hellooooooooooo, o nosso país não tem condições agro-ecológicas para produzir trigo de forma competitiva" Completamente de acordo Armisticio Mulande. Ha coisas que nao podem discutidas. Pensar-se que se pode produzir trigo em Mocambique tal como se produz nos paises muito visitados por Vaz, 'e um gravissimo erro. Infelizmente teremos que continuar a importar trigo ou a agricultura tera que ser efectivamente assumida como a unica salvacao nossa. E aqui precisamos de verdadeiro compromisso estadual e colectivo.
Gosto · 2 · 5 h
Miro Guarda
Miro Guarda 2 de setembro foram manifestacoes de Maputo. O povo nem soube disso la em Namogelia... Logo pao = Maputo
Gosto · 3 h
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Resumindo: Se o senhor Ministro quer sugerir que passemos a esses produtos como alternativa tudo bem, concordo, porem ele que olhe para o seu lado esquerdo e de sinal ao colega da Agricultura para acordar e garantir-nos esses mesmos a mesa.
Gosto · 3 · 5 h
Paula Macucule
Paula Macucule Nós também precisamos deixar de lado o preconceito relativamente a esses produtos. Por algumas reacções, deu para perceber que ainda existe.
Gosto · 1 · 3 h
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Se estamos a reclamar carencia e preços altos é porque procuramos por estes produtos
Gosto · 3 h
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Porque de contrario é mesmo que dizer virem-se
Gosto · 3 · 5 h · Editado
Igídyo Sevene
Igídyo Sevene Ilustre tenho acompanhado este debate e sinceramente suscita me algumas dúvidas. A mandioca ou a batata-doce na cidade de Maputo a sua aquisição ronda em torno de 30/40 mts o pequeno monte e pra famílias de que temos seria necessário gastar em torno de 100mts sem esquecer que a sua cozedura acrescentariamos 50mts (com base no meio mais usado no preparo de refeições nas cozinhas em Moçambique) estaríamos em condições de substituir o pão pelos tuberculos sem ter uma carga maior nas finanças domesticas?
Gosto · 7 · 5 h
Paula Macucule
Paula Macucule Estamos a calcular tendo em conta que mandiaca e companhia não são subsidiados. Tenta colocar o verdadeiro preço do pão - ter em conta a falsificação de peso e os subsídios- verá que os nossos tubérculos podem seir em conta.
Gosto · 1 · 3 h
Igídyo Sevene
Igídyo Sevene Não acredito tanto nisso. No entanto coloque a fraca produção desses tuberculos sofrendo uma pressão da demanda característica de grandes cidades. A lei da procura e oferta daria espaço a especulação e consequente agravamento dos preços acima referidos
Gosto · 3 h
Delio Zandamela
Delio Zandamela Parabéns Egidio Vaz excelente colocação
Gosto · 5 h
Mirza Mu
Mirza Mu O tomate nunca custou 50 em Dezembro. Desceu até 700, não menos. Foi tudo uma publicidade enganosa
Gosto · 5 h
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Foco no tema principal😂😂😂😂😂😂😂
Gosto · 5 h
Mirza Mu
Mirza Mu Faz parte do tema principal oh Nicolau. O facto que querermos mais produção implica que devemos conhecer bem o nosso mercado e as suas artimanhas. Para além de que se não sairmos da teoria para a prática não vai acontecer nada. Vamos reclamar de pão e de todo o resto.
Gosto · 4 h
Mirza Mu
Mirza Mu Kkkk
Gosto · 4 h
Abel Mavie
Abel Mavie NUNCA ESTEVE 50 METICAIS. SE ESTEVE, ENTAO NAO ESTAO A INCLUIR O FAMOSO VOTO....
Gosto · 3 h
Paulo Gundana
Paulo Gundana Bela reflexao mas nao basta so palavras do so ministro. E preciso q seja ideia concertada! Sera q o Pacheco e o Mesquita conhecem o assunto? E preciso incentivar a producao, investir no escoamento conservacao e comercio do tuberculo. Pra q a batata e a mandioca custe mais barato q o pao e necessario aumentar a producao e colocar no mercado com uso de meios mais barato e q haja condicoes da sua conservacao e q se priorize a alimentacao do povo q a producao da cerveja pra q nao haja concorrencia no preco ...
Gosto · 1 · 5 h
Fernando Costa
Fernando Costa "Comam brioches"
Gosto · 4 h
Mahomed Hanif Gafur
Mahomed Hanif Gafur vc nem de binoculos consegues ver a cara da batata doce e nem da madioca
Gosto · 4 h
Jaime Chambule
Jaime Chambule Meu caro Egidio Vaz, eu sou natural de Gaza, distrito de Manjacaze. Não cresci na vila, mas sim num bairro que se localiza aos arredores da vila, a principal fonte de sobrevivência é agricultura tradicional, a minha falecida mãe, era camponesa. Uma das culturas que cultivava é mandioca, por sinal fazia parte da minha dieta alimentar.

Com isto, quero afirmar sem reservas, que os pobres moçambicanos fazem esforços para sobreviver, através da prática de agricultura tradicional. 

Regendra de Sousa, foi muito infeliz e iresponsável ao afirmar que os pobres devem viver de mandioca, batata- doce,etc. Ele está a fugir a sua responsabilidade!
Gosto · 4 · 4 h
Mirza Mu
Mirza Mu Mas há que dar valor ao que é nosso, lá isso é verdade! 
O que dizes oh Vaz é a mais pura verdade. Eu revolto me sempre com a questão da reeducação alimentar. Quase todos produtos recomendados são de fora e sao "naturais"e custam uma nota preta. Mas
 nunca vi um nutricionista a receitar mboa, nhangana, tseque, matapa e outras verduras e legumes naturalmente produzidos aqui e bem mais saborosos, senão brócolos e couve flor, que sabem a nada. Precisamos acordar, isso é um facto!
Gosto · 4 h
Inocêncio Eduardo Fabiao
Inocêncio Eduardo Fabiao Concordo Ilustre, entretanto, penso que o governo devia investir seriamente na agricultura mecânizida, focada na produção de tubérculos; mandiocade, batata...se é que quer se estancar o dilema do pão e satisfazer os bébados, produzindo quantidades industriais dos mesmos, só assim é que irá suprir o dilema do pão e de cerveja.Cg
Gosto · 2 · 4 h
Belizario Cumbe
Belizario Cumbe Faltou e disse. Mas a grande verdade está no último parágrafo. O pão é problema dos centros urbanos.
Gosto · 4 h
Miller A. Matine
Miller A. Matine Disse algures e repito. O problema de muitos de nós está em encararmos os tubérculos como sinônimo de pobreza ou falta de elegância. Comer pão, para muitos, é luxuoso e mandioca, vergonhoso. 

É aí onde está o vuku-vuku.
Gosto · 8 · 4 h · Editado
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Nao e nao. Principalmente nos dias de hoje que esta toda a gente preocupada com questoes de saude etc.
Gosto · 4 h
Miller A. Matine
Miller A. Matine Dercio mas muitos exigem que esse vice, às manhãs, mostre o que come no seu pequeno almoço, ou seja, se também fará a adesão da mandioca. Hehehe.
Gosto · 1 · 4 h · Editado
Dercio Nicolau
Dercio Nicolau Jamais.quero Pão eu. Eles ensinaram-me a abandonar a machamba e vir a cidade viver de comercio e importações cujas empresas eles são proprietarios.hoje que a bolada não esta a andar bem porque metical depreciou(por culpa da má gestão deles) ja me querem sugerir que va a machamba cultivar tuberculos!!!??
Gosto · 1 · 3 h · Editado
Mirza Mu
Mirza Mu Eu pessoalmente mente mandei lixar os brócolos e essas coisas tipificadas como Boas para a saúde. O mais provável é tomar o pequeno almoço com salada de nhangana que aprendi na machamba e batata doce. É cinco estrelas, fácil de encontrar, saboroso e saudável. E duma coisa tenho certeza, a batata doce nacional raramente tem adubos. Tem aquele sabor gostoso mesmo. Recomendo Nicolau
Gosto · 1 · 4 h
Miller A. Matine
Miller A. Matine Foi essa a sugestão? Hehe.
Gosto · 4 h
Mirza Mu
Mirza Mu Qual sugestão Miller A. Matine?
Gosto · 4 h
Miller A. Matine
Miller A. Matine Mirza Mu era a Dércio que me dirigia.
Gosto · 4 h
Adelson Rafael
Adelson Rafael Miller A. Matine este País tem muitíssima gente "julgando—se assimilados", sem identidade própria, alimentando—se baseado no que vê em novelas e filmes!
Gosto · 2 · 4 h
Miller A. Matine
Gosto · 1 · 4 h
Mirza Mu
Mirza Mu Ohhhhh.ok
Gosto · 1 · 4 h
Adelson Rafael
Adelson Rafael Miller A. Matine falo sério, há pessoas que somente comem Pão "Blue Ribbon — Classic Bread" fabricado na África de Sul, vendido em supermercados de referência!
Gosto · 1 · 4 h
Miller A. Matine
Miller A. Matine Sei, mano. Minha mãe (que é enfermeira) há muito que apostou no inhame.
Gosto · 2 · 4 h
Adriano Senete
Adriano Senete Ficcao Cientifica!
Gosto · 4 h
Rafael Ricardo Nzucule
Rafael Ricardo Nzucule "A maioria na verdade come mandioca, batata-doce, madumbe e outros tubérculos antes de irem trabalhar, de manhã."

Era bom que assim fosse. Na verdade, a maioria acorda e não sabe o que há-de comer.


A seca severa e a actual chuva dizimaram as culturas e mesmo aquelas resistentes a intempéries não resistiram.

A fome é grande lá fora.

Não há batata doce. Não há mandioca. Não há inhame. Não há nada.

Em certas zonas, as pessoas só estão a comer mangas. Ainda ontem vi isso é partilhei essas mangas com essas pessoas.
Gosto · 1 · 4 h
Helder Condjo
Helder Condjo Ou seja, estamos a cultivar a mandioca para bêbados... :D :D :D :D
Gosto · 4 h
Adelson Rafael
Adelson Rafael Mbuya Egidio Vaz, convido o Professor Roland Brouwer para juntar-se à conversa, para falar com propriedade das potencialidades existentes dos tubérculos [principalmente da batata polpa alaranjada] que não são exploradas e utilizadas a nível nacional!
Gosto · 3 · 4 h
Dino Foi
Dino Foi Pão é alimento da classe urbana, então que paguem preço justo.
Gosto · 4 · 4 h
Egidio Vaz
Gosto · 1 · 4 h
Alvaro Simao Cossa
Alvaro Simao Cossa Estimados amigos Dino Foi e Egidio Vaz pagar pela urbanidade é pagar pela cidadania.
Gosto · 3 h
Hugo Estanislau Joaquim Chapo
Hugo Estanislau Joaquim Chapo Os moçambicanos sabem oque lhes fazem bem, nimguem pode achar-se mais consciente para despertar os outros de uma provavel soneca, esta claro que este executivo aposta em teoria e nao faz o posterior acompanhamento, sempre as palavras sao repetidas 'agricultra,agricultura....,' oque eles fazem por isso desde que despertaram atençao? Quantas baixas favoraveis temos em volta e nada se faz la? Acham que os Moçambicanos estao pronto para trocar os seus habitos tao rapido assim?
Gosto · 2 · 4 h
Hobety Luys Muhamby
Hobety Luys Muhamby Mbuia Egidio Vaz gostei do post parabéns pela reflexão na verdade quem come a batata-doce terá muita saúde e nutrição.
Gosto · 4 h
Nelson Junior
Nelson Junior Nao ha nenhum mal de se alimentar de mandioca, por contrario eh saborosa, mas quando um ministro ou vive ministro vem sugerir o que se deve comer ou nao em substituicao dum outro alimento-esse ministro ou vice ministro ainda nao se apercebeu o que eh diriger um Pais...os tempos passaram, mas o Ragendra de Sousa pensa que ainda estamos na era do Samora..esse Ragendra lhe falta a humildade e o respeito pelo povo...o cidadao eh que deve escolher o que deve comer...as declarcoes deste samorista, sao arcaicas, e no minimo considera os cidadaos como se fossem os filhos dele...este camarada, foi sempre arrogante, prepotente e as vezes mal educado...Acima de tudo eh um grande falabarato convecido que ainda estamos nos 70 ou 80... eu nao se por que esta gente nao sabe as vezes de manter o silencio...em vez de ele aconselhar de comer a mandioca, deveria reconhcer que estao a admnistrar mal o poder....hoje, nos aconselha a comer mandioca, amanha aconselhar- nos- a de beber o liquor de caju e depois da amanha vai nos dizer de fazer amor deitados nas esteiras...francamente, esta gente nao cresce mentalmente.......
Gosto · 3 · 4 h
Paula Macucule
Paula Macucule Cidadão escolhe e paga pelo que vai comer. Não é esse o caso so pão. No final o habitante do distrito "que não come pão" paga para o cidadão urbano comer pão.... ja viu o assunto nessa prespectiva...
Gosto · 3 h
Nelson Junior
Nelson Junior .....e nao deve ou nao deveria ser um vice- ministrinho comunista virado a democrata a " gerir" a dieta do cidadao.....
Gosto · 3 h
Curriculo Ensino
Curriculo Ensino O trigo produzido em Tsangano e Angonia, e vendido no malawi, e o da Maravia e vendido na Zambia, para dizer que o governo mocambicano , nunca se preocupou no incentivo dessa actividade.
Gosto · 1 · 3 h
Nelson Junior
Nelson Junior Nao ha razao de Mocambique ter falta de trigo...a nao ser que, os que governam nao saibam governar
Gosto · 3 h
Nelson Junior
Nelson Junior Ps!...foi o mesmo Ragendra que ha uns meses atras disse numa entrevista que quando os cidadaos estavam na "bicha", fila a espera do machimbombo( autocarro) ele andava de volvo..era moda, nos 70 e 80 estes merdas andarem de volvos( volvod oferecidos pela Suecia)....
Gosto · 3 h
Schauque Spirou
Schauque Spirou De facto EV. Temos de começar até a ter hábitos saudáveis com o consumo desses produtos típicos nossos; eu já semeei no quintal a mandioca. 
Mas sugiro que a cúpula do país dê exemplo da seriedade deste momento de mudança na dieta; cada Boss pode n
os mostrar que adere à esta bela iniciativa, porque no fundo o citadino acha que é coisa de pobre comer tubérculos! 
P.s. No tempo de AEG este e o ministro dele da agricultura mandaram o povo se concentrar naquela planta que nem se come, em detrimento doutras culturas. Acha mesmo que o povo vai arriscar de novo a saber que essa indignação é momentânea e depois ficam no prejuízo? Se nem a 2M ao que se sabe nao está a produzir (o suficiente ou já parou) cerveja a base da mandioca?! Começamos uma coisa e nunca acabámos. 
Eu vou comer pão normalmente mas a mandioca vai estar presente de vez em quando apenas! Kkkkk
Gosto · 3 h · Editado
Nelson Junior
Nelson Junior O facto de iniciar a valorizar os nossos produtos tipicos, nao deve ou nao deveria ser a condicao suficiente e necessaria pra desvalorizar o pao...o nivel do consumo da mandioca deveria caminhar paralelamente ao consumo do pao...e concordo com o Sr: que a cupula pare de se alimentar de "croisssants" e beber vinhos da Paris....
Gosto · 2 · 3 h
Schauque Spirou
Schauque Spirou Sim...vai ou devia ser um processo gradual até porque não é possível cortar daqui praqui: duvido que haja mandioca suficiente no país pra tal.
Gosto · 1 · 3 h
Momade Braimo
Momade Braimo Eu cresci comendo banana, mandioca, batata doce e outras maravilhas típicas dum camponês. Se assim for retorno vida do passado. 
Pensando bem é viver naturalmente
Gosto · 3 h
Miro Guarda
Miro Guarda O milho apodrece em Namogelia, o milho apodrece... Pao de milho? Ou nao se compra por ser caro? Mentes colonizadas...
Gosto · 2 · 3 h
Schauque Spirou
Schauque Spirou Pergunta ao vice porque apodrece o milho lá ou é vendido ao Malawi e Tanzânia.
Gosto · 3 h
Francisco Wache Wache
Francisco Wache Wache A quem esta a mentir aqui ao dizer que a batata e a mandioca sao mais caras do que o pao. É mentira! Um molho de 20 mt de batata doce consegue alimentar uma familia de 10 pessoas no pequeno almoço. Pelo meno em nampula é assim. 

O que tem de se fazer é se incentivar a produçao massiva destes produtos, para que os preços sejam cada vez mais baixos. Abaixo o pao!
Não gosto · 1 · 3 h · Editado
Zina Ngorinenhi Thomas
Zina Ngorinenhi Thomas Isto e sinal de que o pais estao retroceder cada dia que passa,sem duvida estamos falidos nao adianta nus recomendar comer isso akilo,isso nao si difere dos transporte os chapas agoras sao os ditos "my love" pao-para batata doce e xima-sabonete -mainato sera isto e desenvolvimento??? Nos o povo estamos a fazer a nossa parte e o governo deve insentivar mais apostando na agricultura.
Gosto · 3 h
Armistício Mulande
Armistício Mulande Vejo muita concentração no acessório, do que no essencial. Não vi a entrevista do vice-ministro, por isso tenho dificuldades em comentar certas intervenções. Alguém tem o link da entrevista?
Gosto · 3 h
Fernando Costa
Fernando Costa Em conclusão. .. Amanhã batata doce e mandioca vão subir o preço. .. escrevam
Gosto · 1 · 3 h
Schauque Spirou
Schauque Spirou Toma!!!!
Gosto · 3 h
Schauque Spirou
Schauque Spirou E os que vão sofrer serão os que sempre dependeram disso; pobreza vai aumentar ntsem eeheheheeu
Gosto · 3 h
Egidio Vaz
Egidio Vaz Metralhas
Gosto · 3 h
Schauque Spirou
Schauque Spirou Factos. Ntsem ehetheh
Gosto · 2 h
Paulo Maputere
Paulo Maputere A solução não é só comer batata doce, mandioca ou Madumbe meu caro Egidio Vaz é produzir trigo em Moçambique para alimentar as Padarias
Gosto · 2 h
Hélder Bata
Hélder Bata Há coisas que estes nossos dirigentes dizem que nem eles próprios acreditam. Tanta falácia, ntsem...
Gosto · 1 · 2 h
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Investır na cultura de trıgo (la em Tsangano) é uma das solucoes, a longo prazo. Comer mandıoca e batata/madumbe tem que ser opcıonal, tal como tomar 2M/Manıca, Fanta-Coca-Sprıte-SLetta.
Gosto · 8 · 2 h
Francisco Wache Wache
Francisco Wache Wache Opcional porque,Eusébio A. P. Gwembe.
Gosto · 2 h
Eusébio A. P. Gwembe
Eusébio A. P. Gwembe Temos que ter tudo, Francisco Wache Wache. Temos condıcoes para tal.
Gosto · 1 · 2 h
Francisco Wache Wache
Francisco Wache Wache Entao nao tem de ser opcional.
Gosto · 1 · 2 h
Bino Amosse
Bino Amosse Reflexão lúcida e oportuna Egidio Vaz, talvez um outro aspecto importante que podíamos levantar para enriquecer o seu raciocínio, e que para tal seguramente terias que amarrar na outra "ponta da cadeira" quem vela pelo sector para ouvir bem é a questão de vias de acesso para o escoamento dos diversos produtos produzidos aqui na Pérola do Índico. Vezes sem conta já ouvimos que produtos como Ananás em Muxungué tem apodrecido porque os produtores não conseguem escoar o produto para os mercados. Precisamos de uma estratégia integrada de produção onde o produtor não devia se preocupar em ter mercado para o seu produto na senda de que este é de necessidade extrema no mesmo.
Gosto · 2 h
Armando Gild
Armando Gild Desde ano passado esta a chover, estou a praticar a agricultura familiar, tenho massaroca e como massaroca da minha machamba, daqui ha pouco vou comer xima fruto da minha produção, tenho todo tipo de verdura, como verdura por mim produzida, daqui a mais uns meses terei amendoim, não irei ao mercado para comprar amendoim, terei mandioca se tudo correr bem ate batata da minha machamba vou comer este ano, em fim, as pessoas devem ser criativas deixarem de ser COITADINHOS, parasitas, utilizem as vossas cabeças para pensar em resolver os vossos problemas, evitarem ser pedintes, mendigos. Deixar de perder tempo no facebook a falar mal dos outros. Eu só venho ao facebook comentar etc etc depois de fazer tudo o que me garante o futuro, senhores façam o mesmo, se fizerem, acreditem que nem terão tempo para falar das dividas ocultas etc etc, eu não sinto crise nenhuma não sinto mesmo, sou moçambicano e vivo em Moçambique
Gosto · 1 h · Editado
Carlos Patricio
Carlos Patricio Eu tenho Machamba. Não vi um único dia um agente ou funcionário do governo a informar que o Governo estava a distribuir semente batata doce de polpa alaranjada ou, na pior das hipóteses, a vender aos agricultores. Sr Egidio Vaz, ou melhor, Senhor defensor oficioso, onde e em que machambas o Governo gastou tais milhões de meticais? Em sua machamba? Em qual machamba? Eu preciso muito dessa semente mas não sei onde o Governo distribui ou vende. Será que tem sido à calada da noite? Alguém me poder ajudar? eu estou muito aflito.
Gosto · 1 h · Editado
Yan De Narvik Milange
Yan De Narvik Milange Certo, certo!
Ntsua Obus Neuara
Ntsua Obus Neuara As pessoas que reclamam do preço do pão, a sua maioria, encontra se nas cidades. Para quem não saiba, nas cidades, é raríssimo encontrar batata doce ou mandioca á 10mt, mas os mesmos 10mt podem comprar um pão

Portanto, em certos casos a batata doce e a mandioca estão podem ser mais caros em relação ao pão. .
Domingos M. Ferrao
Domingos M. Ferrao (estamos a cultivar a mandioca para bêbados).
Gosto · 2 min
Comentários
James Cossa Cossa
James Cossa Cossa Ele falou e disse,eu gostei so q esses nossos governantes sao arrogantes dmais porrraaaa
Gosto · Responder · 1 · 14 h
Vlitos Renamo
Vlitos Renamo AÍ ESTÁ, POR ISSO, FOGO NA BAÍA...

Sem comentários:

Gadget

Este conteúdo ainda não se encontra disponível em ligações encriptadas.