Xé... Todo governo que vive da corrupção inventa truques para não combater este mal
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Saudações Senhores Deputados à Assembleia Nacional!
Com o devido respeito pelo trabalho nobre que os senhores realizam em representação do povo angolano que vos "elegeu" e a quem devem prestar contas, permitam-me manifestar a minha incredulidade possivelmente resultante de uma certa ignorância sobre o exercício que têm vindo a realizar em torno dos dinheiros roubados aos cofres do Estado.
Senhores deputados uma simples pergunta:
Roubar o dinheiro do Estado é crime ou não?
Se se admitir que roubar dinheiro ao Estado é crime, todos os casos que configurem este ilícito penal devem ser tratados em conformidade com a lei.
Pois hoje a desconfiança faz-nos acreditar num disparate autêntico que está a ser preparado, proveniente da Assembleia Nacional onde veremos que o máximo que os senhores deputados podem fazer é aprovar um perdão a favor dos criminosos para que não sejam presos, tendo em conta as circunstâncias em que tais crimes foram cometidos, mantendo a obrigatoriedade de devolução integral de todo o dinheiro roubado, sem nenhuma contemplação.
Mas se assim acontecer estariam indiretamente a admitir que o dinheiro roubado e postos no estrangeiro ou em paraísos fiscais não é crime.
Daí podemos concluir então que o vosso trabalho é uma perda de tempo(palhaçada), uma vez que o seu objectivo fundamental consiste em branquear actos ilícitos, de modo a tornarem-se lícitos ao abrigo dessa lei que voces pretendem aprovar.
Por outra, essa semana fomos surpreendidos com a resposta dada por um dos Auxiliares do Titular do Poder Executivo que dizia:
''O executivo não sabe quanto dinheiro foi roubado ao Estado''.
É dever do Estado no exercício dos seus poderes de autoridade, fazer contas todos os anos das receitas arrecadadas e das despesas realizadas. Havendo dificuldades nesta matéria, é imperioso que procure no mercado nacional e internacional ajuda se necessário, as instituições técnicas especializadas para que esse diagnóstico seja feito.
Aprovarem uma lei para o branqueamento de capitais ilícitos sem saberem ao certo de quê montantes se tratam nem da sua verdadeira localização, pode dar azo a que outros dinheiros ilícitos (provenientes de drogas, prostituição, tráfico de armas, etc., etc.) sejam postos no mesmo saco e por tempo ilimitado, em nome do dito repatriamento de capitais.
O Parlamento não pode aprovar um diploma vago, impreciso e incerto, apenas para satisfazer um grupo de cidadãos gatunos do partido que por sinal detém a maioria parlamentar(MPLA) que no tempo das vacas gordas e não só, roubaram maior parte dos dinheiros do Estado e que agora pretendem continuar confortados e sem culpa como se o crime fosse um acto patriótico digno de toda a protecção legal e parlamentar.
Ilustres Deputados, roubar dinheiro do Estado foi é e sempre será um crime de lesa pátria, a devolução integral desses valores constitui um acto de patriotismo que pode merecer a vossa atenção no sentido de um perdão contra a prisão dos infractores que voluntária e integralmente façam a devolução do dinheiro ao Estado. Fora d'um cenário destes, o vosso trabalho fica manchado por branquear actos ilícitos.
Estupidez dessa cafila dos gatunos.
Que tipo de corrupção querem combater afinal?
Todos estes senhores arrogantes e que ontem empinavam as fussas, guardaram dinheiro no exterior e ainda vem o auxiliar do PR JLO nos dar aquela resposta é aquela?
E outra questão é dirigida a vocês que dizem que nem todo dinheiro saíu do erário público; então que diferença podem estabelecer entre a origem do branqueamento de capitais e a origem do erário público?
Estes criminosos do mesmo partido conseguiram colocar o país na banca rota, limparam todo dinheiro do erário público para as suas contas privadas no exterior do País e em fazendas outras transformadas em risottos.
Do dinheiro roubado exageradamente muitos criaram fundos para usar em fins inconfessos, guardaram nos bancos internacionais e continuam a lavar.
Essa de não saberem quanto existe lá fora não cola.
Saudações Senhores Deputados à Assembleia Nacional!
Com o devido respeito pelo trabalho nobre que os senhores realizam em representação do povo angolano que vos "elegeu" e a quem devem prestar contas, permitam-me manifestar a minha incredulidade possivelmente resultante de uma certa ignorância sobre o exercício que têm vindo a realizar em torno dos dinheiros roubados aos cofres do Estado.
Senhores deputados uma simples pergunta:
Roubar o dinheiro do Estado é crime ou não?
Se se admitir que roubar dinheiro ao Estado é crime, todos os casos que configurem este ilícito penal devem ser tratados em conformidade com a lei.
Pois hoje a desconfiança faz-nos acreditar num disparate autêntico que está a ser preparado, proveniente da Assembleia Nacional onde veremos que o máximo que os senhores deputados podem fazer é aprovar um perdão a favor dos criminosos para que não sejam presos, tendo em conta as circunstâncias em que tais crimes foram cometidos, mantendo a obrigatoriedade de devolução integral de todo o dinheiro roubado, sem nenhuma contemplação.
Mas se assim acontecer estariam indiretamente a admitir que o dinheiro roubado e postos no estrangeiro ou em paraísos fiscais não é crime.
Daí podemos concluir então que o vosso trabalho é uma perda de tempo(palhaçada), uma vez que o seu objectivo fundamental consiste em branquear actos ilícitos, de modo a tornarem-se lícitos ao abrigo dessa lei que voces pretendem aprovar.
Por outra, essa semana fomos surpreendidos com a resposta dada por um dos Auxiliares do Titular do Poder Executivo que dizia:
''O executivo não sabe quanto dinheiro foi roubado ao Estado''.
É dever do Estado no exercício dos seus poderes de autoridade, fazer contas todos os anos das receitas arrecadadas e das despesas realizadas. Havendo dificuldades nesta matéria, é imperioso que procure no mercado nacional e internacional ajuda se necessário, as instituições técnicas especializadas para que esse diagnóstico seja feito.
Aprovarem uma lei para o branqueamento de capitais ilícitos sem saberem ao certo de quê montantes se tratam nem da sua verdadeira localização, pode dar azo a que outros dinheiros ilícitos (provenientes de drogas, prostituição, tráfico de armas, etc., etc.) sejam postos no mesmo saco e por tempo ilimitado, em nome do dito repatriamento de capitais.
O Parlamento não pode aprovar um diploma vago, impreciso e incerto, apenas para satisfazer um grupo de cidadãos gatunos do partido que por sinal detém a maioria parlamentar(MPLA) que no tempo das vacas gordas e não só, roubaram maior parte dos dinheiros do Estado e que agora pretendem continuar confortados e sem culpa como se o crime fosse um acto patriótico digno de toda a protecção legal e parlamentar.
Ilustres Deputados, roubar dinheiro do Estado foi é e sempre será um crime de lesa pátria, a devolução integral desses valores constitui um acto de patriotismo que pode merecer a vossa atenção no sentido de um perdão contra a prisão dos infractores que voluntária e integralmente façam a devolução do dinheiro ao Estado. Fora d'um cenário destes, o vosso trabalho fica manchado por branquear actos ilícitos.
Estupidez dessa cafila dos gatunos.
Que tipo de corrupção querem combater afinal?
Todos estes senhores arrogantes e que ontem empinavam as fussas, guardaram dinheiro no exterior e ainda vem o auxiliar do PR JLO nos dar aquela resposta é aquela?
E outra questão é dirigida a vocês que dizem que nem todo dinheiro saíu do erário público; então que diferença podem estabelecer entre a origem do branqueamento de capitais e a origem do erário público?
Estes criminosos do mesmo partido conseguiram colocar o país na banca rota, limparam todo dinheiro do erário público para as suas contas privadas no exterior do País e em fazendas outras transformadas em risottos.
Do dinheiro roubado exageradamente muitos criaram fundos para usar em fins inconfessos, guardaram nos bancos internacionais e continuam a lavar.
Essa de não saberem quanto existe lá fora não cola.


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