sexta-feira, 11 de maio de 2018

Israel acusa Irão de atacar Montes Golã e bombardeia “dezenas” de alvos na Síria





MÉDIO ORIENTE Israel e Irão dão uma amostra do que seria a guerra que todos temem

Ataques iranianos e contra-ataques israelitas nos Montes Golã seguem-se à ruptura do acordo nuclear pelos EUA e mostram que guerra na Síria é o próximo palco de confronto regional.
CLARA BARATA 10 de Maio de 2018, 18:32
Partilhar notícia
378PARTILHAS
Partilhar no Facebook
Partilhar no Twitter

Partilhar no LinkedIn
Partilhar no Pinterest
Enviar por email



Fotogaleria
Imagem anterior
Imagem seguinte
PUB



A aviação israelita bombardeou dezenas de alvos iranianos na Síria, e o ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, afirmou mesmo que foram destruídas quase “todas as infra-estruturas militares iranianas” naquele país, depois de o exército de Israel ter responsabilizado os Guardas da Revolução por um ataque com cerca de 20 rockets lançado na madrugada de quinta-feira contra uma povoação israelita no território ocupado dos Montes Golã.
PUB


Aumentar

“Se houver chuva do nosso lado, haverá uma cheia do lado deles”, ameaçou o radical Lieberman. “Espero que todos tenham compreendido”, disse ainda o ministro da Defesa sobre o maior ataque israelita na Síria desde o início da guerra que destroça o país desde 2011. Aliás, os media israelitas classificam este ataque seguido de resposta como o confronto mais sério nesta zona desde a guerra do Yom-Kippur em 1973.

Do lado iraniano, no entanto, não houve comentários ao ataque israelita, nem confirmação de que tenha havido um ataque com rockets por parte da Al-Quds, a força expedicionária dos Guardas da Revolução, que é uma das partes do conflito na Síria e aliada do Presidente Bashar-Al-Assad.

Irão: o terror da guerra


O Observatório Sírio de Direitos Humanos, que monitoriza a guerra com uma rede de fontes no terreno, avançou que os ataques israelitas mataram pelo menos 23 combatentes, incluindo tropas governamentais e estrangeiros – sem especificar se haveria iranianos entre as vítimas. O exército israelita diz que os alvos atingidos incluem vários locais de armazenamento de sistemas de recolha de informações iranianas, paióis e quartéis.



O jornal hebraico Ha’aretz diz que se trataria de uma tentativa de retaliação por causa do bombardeamento israelita da base T4 da Al-Quds, perto de Palmira, na Síria, a 9 de Abril, em que morreram sete iranianos. Mas quatro dos rockets foram interceptados pelo sistema de proteção Cúpula de Ferro, deslocado antecipadamente para os Golãs, e o resto caiu ainda em território sírio, falhado o alvo.

Desde que o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou, na terça-feira, que os Estados Unidos deixam de estar ligados ao acordo nuclear com o Irão, que Israel pôs o seu exército em alerta, chamou reservistas, accionou o sistema Cúpula de Ferro e ordenou que fossem preparados abrigos anti-aéreos nos Montes Golã – isto porque, explicou, detectou "actividades irregulares” das forças iranianas na Síria, explica o jornal The New York Times.
Tiro de partida de Trump

Dupla decisão


Este agudizar de tensões que se reflecte no crescente intervencionismo de Israel no conflito sírio está claramente relacionado com a quebra do compromisso norte-americano no acordo nuclear com o Irão.
PUB


Não foi por acaso que na quarta-feira o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, foi a Moscovo, falar sobre o Irão com o Presidente russo, Vladimir Putin, com quem tem boas relações. “Apresentei a obrigação e o direito de Israel a defender-se contra a agressão iraniana proveniente de território sírio”, disse Netanyahu, numa declaração citada pelo New York Times.

Embora isso não se entendesse pelas palavras com que o Presidente dos EUA retirou o seu país do acordo que limita o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime de Teerão, a guerra na Síria, em que Bashar Al-Assad e o seus aliados – Irão, Hezbollah e Rússia – estão em posição ascendente é o palco que se segue nesta crise.

“A preocupação do Presidente francês Emmanuel Macron tem sido a de que a crise iraniana seja vista como inextricavelmente ligada à situação na Síria”, comentou Patrick Wintour, editor de diplomacia do jornal britânico The Guardian. Israel, que tem exercido uma pressão constante para que os EUA abandonem o acordo nuclear com o Irão, nunca aceitaria um desfecho na vizinha síria que deixasse o Irão com bases permanentes no país de Assad, numa posição vantajosa para atingir o Estado hebraico.

Irão pede resistência “histórica” da Europa à pressão dos EUA


“A rejeição enfática do acordo nuclear por Trump deu a Israel o seu momento de sonho”, disse Wintour, citando um diplomata europeu. O que falta é saber se Israel e os EUA estão a agir em conjunto, diz o analista. “Washington aplica a pressão económica através de sanções e Israel a pressão militar, através de ataques aéreos”.
Dedo no gatilho

Há uma clara sensação nos últimos meses de que há um dedo muito próximo do gatilho, tanto em Israel como no Irão – sem esquecer a Arábia Saudita, que vê em Teerão um perigo existencial e não tem más relações com os israelitas. Foram publicadas em alguns media ocidentais imagens do que se dizia ser as instalações militares secretas iranianas na Síria. Houve vários bombardeamentos mais ou menos misteriosos na Síria, atribuídos a Israel, mas nem sempre assumidos. E houve investidas de drones iranianos na zona dos montes Golã, que poderiam ou não ter explosivos (as notícias são confusas).

A aprovação, no início do mês, pelo Parlamento israelita, de uma nova lei que permite que o Estado de Israel declare guerra a outro país simplesmente se o primeiro-ministro e o ministro da Defesa o decidirem – embora em circunstâncias consideradas “extremas” – não contribuiu para a calma. A lei foi aprovada na mesma noite em que Netanyahu deu uma conferência de imprensa acusando o Irão de ter mentido sobre o seu programa nuclear.

Existe também muita especulação sobre as intenções de Qassem Suleimani, o poderoso comandante da força Al-Quds dos Guardas da Revolução, que actua na Síria, como dizia o colunista do New York Times Thomas L. Friedman em Abril. Há muitas interrogações sobre as lutas de bastidores no Irão, num momento em que o poder do Presidente, Hassan Rouhani, é seriamente abalado pelo abandono do pacto nuclear pelos Estados Unidos, arrastando na queda o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mohammad Javad Zarif. A própria sucessão do Líder Supremo, o ayatollah Ali Khamenei, é cada vez mais uma questão em aberto – num ano em que regressaram manifestações populares à rua, contestando o regime.

LER MAIS
Donald Trump rasgou o acordo com o Irão. E agora, mundo?
Ala radical do Irão quer acender o rastilho deixado por Trump
Israel acusa Irão de atacar Montes Golã e bombardeia “dezenas” de alvos na Síria
O dilema europeu: entre o Irão e os EUA, a escolha só pode ser uma

Espera-se que a posição russa seja determinante para aplacar o conflito nascente – que, se acontecer, será de carácter regional, e deve ter a Síria como principal palco. Aliada do Irão e de Assad, com boas relações com Israel, Moscovo anunciou que continuará a cooperar com Teerão nos assuntos relacionados com o seu programa nuclear. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrou apelou ao “diálogo” entre Israel e Irão.

Os países da União Europeia sublinharam o “direito de Israel a defender-se” e condenaram os ataques iranianos – e o mesmo fez a Casa Branca de Trump.
tp.ocilbup@atarab.aralc


eusebiopecurto 12:03


Os israelenses não querem a guerra mas também não querem ser destruidos

Luís Miguel terra alheia 00:35


Este artigo pode ajudar à compreensão do ocorrido e do que pode suceder (ou não) em seguida: «Iran breaks the Rules of Engagement: Israel takes its Revenge, and Syria and Iran impose the Golan Equation», de Elijah J. Magnier. Como habitualmente, o original árabe foi logo traduzido também em francês; em breve existirão versões em grego, turco, italiano e espanhol, pelo menos, indício seguro de que o autor diz umas coisas acertadas. Recordo o que li há tempos a um dirigente (não estou certo se militar) israelita acerca do Irão: temem-no porque o consideram um igual. Sirva esta perceção para refrear os ânimos.

Darktin Anti Comunistas da Extrema-Direita 07:55


O Irão poderia ser igual a Israel. Sem duvida um avanço fantástico de democracia naquela região. Contudo, o Irão é um Isis. Um Daesh. Um regime fundamentalista e totalitário religioso. Onde um jovem pode ser condenado a morte por estar a dançar. Um regime paranóico regido por padres declaradamente pedófilos.

nthrwrld Santa Comba do Assobio08:33


Darktin, o Irão foi uma democracia saudavel ate ao golpe de estado de 1953, quando o ultimo presidente democraticamente eleito foi substituido por um monarca autoritario. A CIA e o MI6 ja admitiram o envolvimento.

Darktin Anti Comunistas da Extrema-Direita 09:53


E? Saiu um mau e entrou um pior. Os actos totalitários do regime do irão só são da responsabilidade do próprio regime. Actos errados cometidos há décadas atrás, por pessoas que já nem sequer estão vivas não servem de desculpas. A falta de democracia no Irão é de inteira culpa do regime fundamentalista religioso do irão. Apesar de tudo, a Cia ainda não consegue comandar mentalmente os líderes iranianos.

Filipe Sousa 10:23


"Actos errados cometidos há décadas atrás, por pessoas que já nem sequer estão vivas não servem de desculpas" - mais uma lavagem mais branca que o OMO. Pois, os erros sao antigos e os responsáveis já morreram... mas as consequencias bem actuais! Como é que se pode ser tao crítico de algo e ao mesmo tempo passar um pano sobre a responsabilidade por aquilo que se critica?!? Os americanos e sus muchachos criaram o radicalismo islamico! Estes tipos nao passavam de meia-dúzia de patetas sem expressao, mas como eram úteis para combater o "comunismo", foram apoiados, financiados... e agora o resultado está 'a vista - mas como já passou muito tempo, já nao podemos apontar o dedo aos reponsáveis, coitadinhos, paz 'a sua alma!

Darktin Anti Comunistas da Extrema-Direita 11:35


Que americanos Felipe? Tu falas como se as pessoas fossem abelhas ou formigas e os seus líderes fossem eternos. E os russos? Ou os chineses etc. A boa maneira dos pro-ditaduras e daqueles que vivem com cabeça enterrada na areia, é sempre desculpar os erros de presente com o passado. O regime fundamentalista religioso totalitário, antidemocrático, sem o mínimo respeito pelos direitos humanos, do Irão, é de inteira responsabilidade do regime fundamentalista religioso totalitário, antidemocrático e sem o mínimo respeito aos direitos humanos, do Irão.

Filipe Sousa 11:54


"Quais americanos?" - isto é alguma piada? A Operacao Ajax é alguma mentira? E ainda tens o descaramento de falar em "cabeças enterradas na areia"? Quanta desfacatez! Os iranianos viviam em paz, as fotografias estao disponíveis online; mulheres de saia na rua, e a estudar! Tudo isso acabou por causa de uma intervencao externa, e podes gritar mil vezes que a culpa é dos Iranianos, que isso nunca irá mudar a verdade - tem vergonha!

Filipe Sousa 12:03


"Operação Ajax" : Como a América mudou o mapa do Médio Oriente em 1953 - disponível aqui no Público. Le, instrui-te e deixa de branquear crimes gravíssimos que afectaram a vida de milhoes e milhoes de pessoas. Se um russo aparece com uma unha encravada, ninguém cala a tua indignacao contra o Putin; como desta vez quem meteu a pata na poca foram outros, a culpa é das vítimas. Vergonha!

Darktin Anti Comunistas da Extrema-Direita 12:06


Isto foi há mais de 50 anos atrás. Já agora também vais culpar Alexandre o Grande de invadido a Persia?(;

Filipe Sousa 12:34


Que interessa que tenha sido há 50 anos atrás?! Os efeitos sao válidos hoje, agora! Vamos desculpar os nazis por algo que aconteceu há 70 anos atrás? Afinal, já passou tanto tempo... O tal regime fundamentalista que neste momento controla a vida de milhoes de pessoas, resultou desses acontecimentos há 50 anos, mas podia ter sido há 100 ou 150. Certo é que nao nasceu do nada; foi provocado.

Darktin Anti Comunistas da Extrema-Direita 12:46


O que é válido agora é que o Irão tem um governo fundamentalista religioso e totalitário.

José Manuel Martins évora10.05.2018 23:42


é espantosa a apetência que os comunas têm por países governados por turbantes de padres e lençol enrolado à roda da cabeça das mulheres, e a velocidade a que baixam outros trajes para se porem a jeito de oferecerem os seus préstimos de 5ª coluna. O que têm em comum? Não, não é o ópio do povo: é a cabecinha apertadinha por uma 'verdade' revelada e metida dentro de um capacete estanque ao mundo. Ler esta gente aí abaixo dá-me uma vontade, como dizer... israelita (e eu que nem apoio Israel, mas manda a realpolitik tê-lo como guarita militar avançada do ocidente em terras de mafoma).

cc 00:10


Cuidado vem ai os Mouros e ainda o apanham à mão ai em Évora, que tal fugir para Marte e assim também fica livre dos comunistas. Deixem o senhor em paz, não o incomodem com possibilidades que ele não concebe.

joane hou 00:26


Racismo, islamofobia, quanto ao anti-comunismo até entendo, tal a frustração e sentido de inferioridade intelectual em relação ao comunistas portugueses... Mas o pior insulto é mesmo tomar comunistas por apoiantes de governos religiosos, a neutralidade não existe para determinados calhaus com olhos, e temos mesmo de comer trumpadas e obamadas às colheradas e enfiar a cabeça na areia fazendo de conta que o mundo desenvolvido se resume aos EUA e UE...

Filipe Sousa 10:30


"cabecinha apertadinha", de facto, aplica-se-te bem.

mário borges 10.05.2018 23:20


Ena o Trump deve estar aos saltinhos na sala oval e a beber toneladas de coca-cola... Finalmente conseguiu arranjar uma guerrinha para brincar com os porta-aviões e os drones que matam a milhares de quilómetros de distância comandados a partir do Pentágono! Mas não esquecer que o homem além de querer ansiosamente guerra também quer o Nobel da Paz porque se as Coreias estão a unir-se, deve-se a ele e mais a sua excelente capacidade de fazer política externa... Tempos esquizofrénicos estes que temos de viver graças à direita americana que colocou um varrido completo na presidência do maior arsenal nuclear do planeta... Enfim...

vinha2100 Santarem 10.05.2018 23:06


O Irão está a cometer um erro fatal: está a ameaçar um país que tem um sentido bíblico de sobrevivência e autopreservação. Ainda hoje os israelitas avisaram que se chover em Israel, haverá um dilúvio de proporções bíblicas no Irão. Julgo também que não haverá dúvidas que o Ocidente nunca deixará cair Israel num caso extremo. Putin já o percebeu. Assad também. O Ai-a-Tola aparentemente ainda não.

cc 10.05.2018 23:22


Amem

tiagompereira53 10.05.2018 23:25


Ainda nao percebi qual é o problema do Vinha com os iranianos. Os proprios israelistas nem sequer se revem no presente Israel fascista e imperialista.

tiagompereira53 10.05.2018 22:44


Bravo Trump! Conseguiste a guerra que tanto querias! Espero que ganhes o nobel da paz!

Leónidas António 10.05.2018 21:40


Em tempos houve um tipo em Berlim, que até se vangloriava de ser de esquerda e que se aliou aos árabes para matarem todos os judeus. Agora os ditos de esquerda da Europa e não só, todos apoiam o governo terrorista dos ayatollas de Teerão com a mesma finalidade. Irão acabar da mesma maneira. Assassinos com Mao, Estaline, Hitler e alguns regimes islâmicos, causaram mais mortos do que todas as guerras desde a pré-história até aos nossos dias. Enfim, todos de esquerda ou islâmicos, mas amigos... Eu odeio todas as ditaduras, de esquerda, islâmicas ou de direita, mas as primeiras têm sido as piores.

cc 10.05.2018 22:35


Caro Leónidas os meus parabéns, vejo que é uma pessoa bem formada e informada em que universidade dá aulas?

tiagompereira53 10.05.2018 22:44


LOL e os americanos sao uns santos nao.

Joao 10.05.2018 22:51


WTF?!

Filipe Sousa 10:27


"Irão acabar" - é deste tipo de humor, leve, descontraído, inconsequente que a malta gosta! Risota!

Luís Santos Bragança 10.05.2018 21:15


Trump destapou a caixa de Pandora, e agora as potências regionais no Médio Oriente movimentam as suas peças de xadrez nos planos diplomático e militar. As consequências já se fazem sentir, designadamente no aumento acelerado dos preços do petróleo. Mas a situação pode piorar muito, e até sair fora de controlo, uma vez que os moderados no Irão estão em perda e Israel e a Arábia Saudita são atualmente governados por extremistas.

Joao Portugal 10.05.2018 19:52


Mentiras e enganos atrás de enganos e de mentiras. Isto é o que já aconteceu dezenas de vezes: quando os terroristas estão à rasca mandam umas morteiradas ou uns tiros para os Golãs e aí vão os israelitas em socorro dos terroristas. Até já lhe perdi a conta, ao número de vezes que isto aconteceu. Alguém quer fazer crer que os iranianos mandaram meia carga de rockets (nem são mísseis guiados ou apontados por meios remotos) cegos e dessa meia carga metade caiu na Síria e alguns eventualmente caíram em território ocupado pelos israelitas? Se até o Hezbollah com o mesmo tipo de rockets chegava a Haifa há anos atrás? Alguém acredita nisto?

Joao Portugal 10.05.2018 19:57


A única diferença das vezes anteriores é que os israelitas têm carta branca e impunidade garantida pelos USA face aos desenvolvimentos recentes da política dos USA e desta vez não atacaram só os militares sírios que estavam a encurralar os terroristas mas atacaram mais amplamente a estrutura anti-aérea inclusive.

Joao Portugal 10.05.2018 19:58


É apenas mais uma mentira das muitas que estão a crescer para moldar a opinião pública para aceitar e apoiar a guerra, aliás para mais guerra e mais morte. Sempre pelos terroristas criminosos de sempre, as alianças sauditas/americanas/ israelitas e da trupe serviçal da NATO.

Joao 10.05.2018 22:56


O verdadeiro problema é que os Israelitas têm arsenal nuclear, mas disso ninguém fala.

vinha2100 Santarem10.05.2018 23:08


Não sai nada de original dessa cabeça?

nthrwrld Santa Comba do Assobio10.05.2018 19:46


Faço um apelo ao Público para que dê uma amostra da carnificina que se está a a fazer no Iêmen à custa das armas vendidas pelos EUA á Arábia Saudita.

Joao Portugal 10.05.2018 20:04


O Irão como país primeiro a combater o terrorismo wahabita, aliás, o Irão como alvo primeiro do terrorismo wahabita, há quarenta anos não tem descanso, mas tem conseguido resistir à custa de muitos mortos e muito sofrimento. Será por pouco mais tempo, certamente, pois as hordas terroristas são imensas, quer dos barbudos de sandálias arregimentados pelo mundo fora pelos sauditas, quer dos aviões e bombas israelitas, americanas, e bombas atómicas claro, quer da malta serviçal pronta para os serviços mais porcos da NATO.

Minhoto# Minho/Galiza10.05.2018 21:01


Subscrevo o que disse o nthrwrld. De facto existem coisas que não se compreendem, num jornal que se diz "de referência".

joane hou 10.05.2018 21:05


EUA, RU, França, Alemanha... Agora esqueçam lá isso que não faz parte da Carte, escolham outra coisa, há muito por onde escolher... Temos fidalgos por aqui, querem caviar e champanhe? Comam o que o Público, o NY Times e Guardian vos dá e pouca letra...

João Coutinho Lima Arraiolos10.05.2018 21:11


Foram os grandes escritórios de advogados que tramaram o povo e os iranianos!!!

Filipe Sousa 10:29


nthworld, já tentei isso. Perguntei sobre o assunto num dos editoriais, e reencaminharam-me para uma notícia requentada - naquela altura já tinha mais de duas semanas.

Presidente francês pede fim da escalada entre os dois países. Ministro da Defesa de Israel diz que foram atingidas quase todas as posições iranianas na Síria e que espera que "toda a gente tenha percebido a lição".



Fotogaleria


Israel acusou as forças iranianas de dispararem 20 mísseis contra territórios que controla, nos Montes Golã, e respondeu com o que a imprensa israelita descreve como o maior ataque em território sírio nas últimas décadas. Telavive garante que foram atingidas “dezenas de posições iranianas na Síria”, noticia a AFP.
Segundo a Reuters, pouco passava da meia-noite quando os Montes Golã foram atacados pela primeira vez, a partir da Síria, pelas forças iranianas. Israel garante que interceptou e destruiu pelo menos 20 rockets iranianos, atribuindo o ataque à força de elite al-Quds, um dos braços da Guarda Revolucionária iraniana. Em resposta ao ataque, dezenas de mísseis israelitas atingiram vários alvos iranianos na Síria, entre eles depósitos de armamento, uma estação de radar e bases de defesa antiaérea, noticiou a agência noticiosa síria, a Sana.


O ataque israelita contra território sírio visou alvos iranianos, nomeadamente um depósito de armamento pertencente à Guarda Revolucionária iraniana numa localização a Sul de Damasco. O lançamento de mísseis iranianos terá sido uma resposta a esse ataque, mas Israel, que tem sustentado que não permitirá que o Irão nem a milícia xiita libanesa Hezbollah consigam consolidar a sua presença em território sírio.Na segunda-feira – depois do anúncio da Casa Branca de retirada dos Estados Unidos do acordo nuclear com o Irão – Telavive já tinha reforçado os meios de defesa neste território ocupado à Síria e orientando as autoridades civis para que abrissem os abrigos anti-bomba.
“Espero que tenhamos encerrado este capítulo e que toda a gente tenha percebido a lição”, afirmou o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, numa conferência sobre segurança em Herzliya, Telavive, cita a Reuters.
Assegurando que Israel atingiu “quase todas as infra-estruturas iranianas na Síria”, Lieberman acusou o Irão de “ser possivelmente o único país que hoje representa o extremismo não só do ponto de vista ideológico, mas também de forma activa, disposto a sacrificar os seus próprios cidadãos e o seu futuro em nome dessa ideologia radical”. “A sua actividade não se limita ao Estado de Israel”, disse o ministro, “vemos os iranianos a operar no Iémen, no Iraque, no Líbano e também em África”, sublinhou, em declarações reproduzidas pelo site israelita Ynet.


O jornal israelita Haaretz cita uma fonte anónima ligada às forças de segurança que garantiu que o ataque foi o maior dirigido contra a Síria desde Maio de 1974 e que o país de Bashar al Assad foi avisado para não retaliar. Além disso, a Rússia também foi avisada antes da ofensiva.
Quanto ao ataque iraniano, foi “comandado e ordenado pelo [general da al-Quds] Qassem Soleimani, que não conseguiu atingir os seus objectivos”, acusou o porta-voz do exército de Israel, Jonathan Conricus,
Perante o maior ataque israelita em décadas, o Presidente francês, Emmanuel Macron, apelou ao fim da escalada da tensão entre os dois países.Referindo desconhecer o número baixas iranianas provocadas pela resposta de Israel, Conricus sublinhou que Televavive “foca-se menos em pessoal militar e mais em capacidade e armamento, de modo a infligir um dano de longo prazo às posições iranianas na Síria”, que “vão demorar muito tempo a substituir”.
Fontes do ganinete da presidência francesa disseram à AFP que Macron ia abordar o assunto com a chanceler alemã, Angela Merkel, num encontro esta quinta-feira em Aix-la-Chapelle, França. Merkel fez o discurso na cerimónia em que foi entregue a Macron o Prémio Carlos Magno, que destingue desde 1950 uma personalidade política europeia.
  1. Eis mais uma demonstração da razão pela qual Israel nunca poderá renunciar aos Montes Golã. Faz parte dos requisitos estratégicos da sua sobrevivência. E um Israel felizmente forte que está a afirmar-se nesta crise. Os pecados de Israel, sendo alguns, não têm comparação do que seria o horror dum Médio Oriente à frente margem do Irão.
    1. O mesmo argumento serviria para justificar a anexação da Crimeia por parte da Rússia, etc, etc. E fala este homem de auto respeito supostamente em falta nos outros.

    2. vinha2100
        Santarem 
      Há uma série de “ pequenas” diferenças que o elevado intelecto do comentador “não” descortina. Israel foi invadido em 1967 e 1973 pelos árabes e anexou os Golãs como elemento essencial para a sua segurança, de onde aliás estava constante a ser bombardeado. Foi consequência de uma guerra não provocada. Já a Crimeia foi invadida e anexada pela Rússia sem que houvesse qualquer estado de guerra com a Ucrânia. Aliás, a Rússia tinha-se comprometido a respeitar a integridade territorial da Ucrânia pelo Tratado de Budapeste de 1994 em troca do abandono das armas nucleares. Bem arrependida está a Ucrânia. Passar à mentira descarada só prova a sua falta de credibilidade e a sua natureza troll a favor de interesses óbvios. Como dizia o nosso Eng. Guterres “ é a vida...” eh eh eh...
  2. Matar palestinianos, sobretudo jovens, não é crime: é combater o terrorismo. Se um judeu morre, é genocídio. E quando os colonos ortodoxos decidem deitar fogo a famílias palestinianas, como quem diz "estão a ver o que vos pode acontecer?", é porque o fizeram em legítima defesa
  3. Os mahmoud ahmadinejad não sossegam. O ódio de morte e o desejo de extermínio do povo judaico continuam a correr nas veias dos ayatollah. A guerra na Síria acabou por ser uma boa oportunidade para intensificarem armamento e estruturas militares perto da fronteira com Israel. Mas os israelitas não dormem em serviço. Os russos também não, mas neste caso até tiraram uma soneca.
    1. Deixe de escrever disparates, em Teerão vivem muitos judeus e até têm lugar permanente no Majlis, informe-se... Nunca foram perseguidos ou expulsos...
    2. "Nunca foram perseguidos ou expulsos..." o joane se fosse uma pessoa sensata e isenta teria terminado a frase. Mas como não o é, espingarda logo. Vá lá, faz um esforço e escreve a parte que faltou dizer mas que não gostaste de ler.
    3. Não gostei de ler, lol, eu conheço mesmo, e conheço razoavelmente (para português muito bem) os dois lados, Israel e Irão, o problema aqui reside no governo extremista de Israel, muito mais extremista do que o de Teerão, estranho para tugas que pouco conhecem do mundo mas verdade verdadinha, vai viajar, conhece os locais e os seus residentes e depois ronca...
    4. Joane, explica lá então por que de uma população de 85 mil judeus em 1978, hoje só vivem 25 mil no Irão. E dessa comunidade judaica, a maioria ser formada por pessoas idosas. E agora outra questão que se impõe: porquê o insulto?
    5. Israel paga e pagou bem, não sabias disso? E alguns dos que foram para Israel acabaram a fazer asneiradas como o Moshe Katsav que chegou a ser líder do Likud e presidente de Israel... Os judeus não foram perseguidos no Irão e os que ficaram têm amigos e são respeitados, a ladainha extremista israelita não funciona...

    6. Boris Vian
        Porto 
      E qual o problema de terem pago para reunirem o seu povo!! Em Portugal, para fixarem as populações no interior não se concedem subvenções a professores e médicos? E particularizar o caso de Moshe Katsav só para dizer o quê... e vens com a falácia de que não são expulsos, pois não, são condenados à morte; 'não perseguidos e respeitados', ai deles! se manifestarem-se a favor de Israel e não apoiarem a política externa iraniana. Meu caro, a vida da comunidade judaica é altamente controlada e discriminada nas várias áreas da sociedade iraniana. Não estava à espera de outra coisa.

  4. Julio
      "Que época terrível esta, onde idiotas dirigem cegos" William Shakespeare
    Numa semana serão bombas atómicas nas catacumbas, na outra "alvos de ataques" a territórios que até ocupam ilegalmente. Já só falta uma qualquer catástrofe - tipo 11 de Setembro - para justificar a programada intervenção dos cruzados da Democracia e Liberdades à bomba. E a "Europa"? Não tem politica nem estratégia. Não é capaz de dar "um murro na mesa"... depois é obrigada a ver-se envolvida. No fim dizem que foram enganados... não sabiam de nada.

  5. Darktin
      Anti Comunistas da Extrema-Direita
    Vou dar a minha previsão como o Nostradamus MC costuma fazer: o Irão vai recuar e calar.
    1. Mais um admirador da extrema-direita de Netanyahu/Lieberman no governo de Israel. Previ bem?
    2. Posição que não é de estranhar, vindo de um anti comunista da extrema direita. Mas é apenas um desejo.
    3. Caetanowklski, quando começar a respeitar-se a si próprio, talvez tenha alguma credibilidade para criticar outros comentadores. O que lhe dá direito de inventar aquilo que o Darktin não fosse? Anda a ensaiar para o teatro bufo? Eh eh eh..//
    4. Outro apoiante entusiasta dissimulado (e envergonhado) da extrema-direita bulldog israelita e do seu "treinador" Trump. Também que se pode esperar de adeptos da civilização da dentada? Os caninos da extrema-direita israelita estão a precisar de açaimes e os seus apoiantes de ter vergonha na cara. Quanto a teatros e óperas bufas neste fórum tenho que reconhecer que estou perante um verdadeiro especialista (você). Uma pequena nota final: tente aprender a conjugar os verbos nos tempos correctos.
  6. Israel não é um alvo a abater, é simplesmente um país pequeno que continuará a ser pequeno e nem que fossem para lá os EUA, RU e França e Alemanha juntos bombardear os vizinhos deixaria de ser pequeno pois não é possível para os famigerados "ocidentais" sustentar uma guerra de grandes dimensões na zona, Israel tem de aceitar que é um pigmeu com gorilas ao lado e que isto não lhe dará mais território, em mais de 50 anos arrastaram as fronteiras meia dúzia de quilómetros e todos os países do mundo são unânimes, "aquelas terras não te pertencem..." Esticaram-se mais uma vez em 2006 e o resultado foi o que foi, levaram no trombil e tiveram de ir para casa... Lamento pelos israelitas que só querem paz e sossego...

  7. Armando Heleno
      MOGOFORES (Anadia)
    Este país (Irão) exportador ideológico,podia muito bem viver em paz e deixar viver os outros e assim evitar toda esta trapalhada. Mas, como dizia a minha avozinha, "nunca estão bem com a roupa". Eu sei que a herança é terrível e que têm de o fazer em compromisso com a origem da tragédia, Khomeny, para que ele não ande às voltas no túmulo.
    1. O problema é que o Irao vivia em paz... até os EUA/RU irem lá meter o bedelho, e por via dessa ingerencia criminosa, terem aberto caminho ao Khomeini - pelo que a "República Islamica do Irao" é no fundo a cria enjeitada dos EUA/RU.
    2. Nem mais Filipe. Até os homens da CIA reconhecem o enorme erro que foi engendrarem o golpe de estado que depôs Mossaddeq, um nacionalista que bateu o pé à ingerência das potências ocidentais - e à Rússia - em simultâneo. Desde então, valeu tudo para os EUA: apoiar o sanguinário Hussein, ou a grande democracia da região que é a Arábia Saudita, já para não falar das guerras promovidas no Líbano, no Iraque, etc. Já os mecenas de Wall Street e Hollywood, muito embora paguem o que for preciso para proteger a "Terra Prometida", ainda assim arriscam viver na terra das oportunidades.
  8. Isso é só um pretesto!... O pior está para vir !... É quando a América e Israel invadirem o Irão e a Síria!... Médio Oriente pacificado!... Controlado pela Arábia Saudita e por Israel...ambos " muito democráticos"!... Aprenderam com Hitler!...
  9. Os territórios que Israel controla nos Montes Golã alvos do eventual ataque iraniano que originou esta retaliação são, na realidade, territórios sírios ocupados ilegalmente por Israel durante a Guerra dos Seis Dias e que nunca foram reconhecidos como parte de Israel pela comunidade internacional (existem várias Resoluções da ONU condenando essa ocupação e exigindo a retirada que têm sido, sistematicamente, ignoradas por Israel).

    1. Darktin
        Anti Comunistas da Extrema-Direita 
      Oh really!? E o que foi a guerra dos 6 dias?
    2. Israel está-se nas tintas, para as resoluções da ONU, assim como os EUA!... Quem realmente manda no Médio Oriente são a Arábia Saudita e Israel... Com o apoio da América!... Mas quem paga são os sauditas!..
    3. Quem da comunidade internacional reconhece oficialmente como israelitas os territórios anexados por Israel na Guerra dos Seis Dias?
    4. Israel não existe: é uma ficção contada dez mil vezes, justificada exclusivamente pela imposição do EUA no rescaldo da IIGM. A moeda de troca para o plano Marshall foi encontrar uma forma de encaixar o sacrificado povo judeu nos territórios que o livro sagrado exigia como seu. E quem conhece a história da região, lembrar - se - à certamente dos actos terroristas levados a cabo contra os enviados da ONU, ou do êxodo de milhares de palestinianos em 1948. Não há inocentes nesta história, nem lugar para revisionismos.
  10. Dois cenários possíveis - o da paz e o da guerra. Israel como sempre fez, opta pelo da guerra, agora, cada vez mais animado pelo apoio incondicional e despudorado de Trump que rasgou o acordo nuclear com o Irão e mudou a embaixada para Jerusalém numa clara provocação ao povo Palestiniano. Ao contrário do que alguns arautos da guerra já vieram aqui regozijar-se, o tempo é de grande preocupação e instabilidade e a atitude responsável da França, Inglaterra e Alemanha de não alinharem com a posição americana na questão nuclear (veremos por quanto tempo) deve ser consequente na denuncia desta escalada de consequências imprevisíveis levada a cabo pelo governo extremista e radical de Israel.
  11. Israel esgotou o crédito e o plaffond de credibilidade. Game over.
  12. Vinha 2100, Estou totalmente de acordo com as suas ideias sobre esta questão. De facto, o Ocidente está e deve estar com Israel. Os portugueses que estão com o Irão são verdadeiros "cavalos de Troia"
    1. Além de que o mundo não é a preto e branco quando não se sabe - um pouquinho que seja - de História escrevem-se baboseiras. Parabéns pelas suas, ficam sempre bem.
    2. Ó A. Cunha sou capaz de saber mais história o que você. E quando fizer um comentário faça-o com conteúdo, pois fala de "baboseiras" sem dizer quais são, Aliás o seu comentário é o de um ignorante.
  13. Os Montes Golã, são territórios da Síria ocupados ilegalmente por Israel sendo falso que a Síria e seus aliados tenha atacado território israelita.
  14. Depois queixem-se do "anti-semitismo".

  15. Alforreca Passista
      Anti-liberal fascistas
    Os Israelitas mal se contêm, enquanto não lançarem a bomba das bombas em Teerão não descansam!
    1. Com a ajuda dos EUA é claro! O loby do armamento deve estar a esfregar as maõs de contente!!!
  16. As forças de defesa de Israel na só abateram os mísseis iranianos com o Iron Dome, mas também destruíram dezenas de posições iranianas na Síria, incluindo radares, depósitos de munições e baterias de artilharia. Este é o Irão dos teo-fascistas do Ai-a-Tola que querem impedir a liberalização do Presidente Rouhani. Que não haja confusões, o Ocidente está com Israel e intervirá como um só se houver uma ameaça para a existência de Israel. Não estamos em 1967 nem em 1973. O Irão dos teo-fascistas que se cuide... o próprio Putin recebeu Netanyahu esta semana e nao deixou dúvidas sobre a amizade com o Estado de Israel. Os líricos que vêm Israel como um alvo a abater bem-bom podem esperar...

    1. Alforreca Passista
        Anti-liberal fascistas 
      Vejam o quão humanistas são os europeístas totalitários!
    2. Totalmente de acordo
    3. Para o seu comentário fazer algum sentido teria que demonstrar que o presidente Rouhani é contrário à intervenção do Irão na guerra da Síria. Consegue? Força, venha a demonstração.
    4. Registo o seu apoio a esta acção do governo de Netanyahu. Fica por demonstrar se um governo israelita contrário às políticas deste governo de extrema-direita (de Netanyah e Lieberman) "defenderiam", nestas circunstancias, Israel de igual maneira. Uma coisa é certa para si a política de Netanyah-Lieberman é correcta e merece a sua aprovação - teremos oportunidade de voltar ao assunto.
    5. Com mais ou menos civilidade, eis as habituais posições trolls. Ficariam contentes com um mundo nas mãos dos bárbaros. Os disparates parasilogisticos do Manuel são o típico exemplo de má fé no debate. Aqui, há um país a defender-se da agressão de teo-fascistas. Tem todo o meu apoio. Se os trolls gostam, que emigrem para o Irão para ver o que é bom. Eh eh eh...
    6. Quando faltam os argumentos avançam os insultos. Enfim, comportamentos de troll camuflado em anti troll.
  17. Israel confirma a natureza para que foi criado como trincheira de assassinos ao serviço dos seus criadores.
  18. lamentavel a passividade russa. em consequencia siria e irao vao reforcar ainda mais a sua colaboracao militar. o que se passou esta noite foi apenas o comeco da nova guerra aberta- regime sionista vs siria/irao.
    1. De acordo!.. Não entendo a passividade russa!... Será uma fonte ensinamento, conhecimento e testes?... Por muito bond q sejam os sistemas anti misseis, não há nenhum q aguente uma barragem em simultaneo!.... Estarão a testar?!...
  19. Quando é que a ONU toma posição (firme) sobre este regime teológico/nazista que depois de invadir e assassinar indiscriminadamente palestinianos que defendem a a sua terra aproveita sem pudor para fazer o que lhe apetece com o beneplácito dos EUA?

    1. Luís Teixeira Neves
        Vila Nova de Gaia 
      É difícil...
    2. Quem é o regime teológico?
    3. Concordo plenamente.

Sem comentários: