sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ASSEMELHAM-SE ÀS FORÇAS SANGUINÁRIAS DO IDI AMIN DADA DO UGANDA, NOUTROS TEMPOS

Oito horas de desespero no troço Changara-Vandúzi

Uma coluna com escolta militar que fazia o trajecto Tete-Manica (EN-7) ficou paralisada durante cerca de oito horas no Cruzamento de Macossa (das 9 até cerca das 17 horas desta quarta-
feira, 21), porque o veículo de combate de tipo BTR que transportava militares ficou sem combustível.
Um camionista que integrava a coluna e que viveu a situação contou ao Correio da manhã que era enorme a quantidade de viaturas que ficaram retidas no local durante cerca de oito horas, entre as quais ligeiras, pesadas, de transporte de passageiros e de carga. Homens, mulheres, velhos e crianças passaram por momentos de desespero, porquanto a zona onde o BTR das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) ficou sem combustível tem sido propensa aos ataques dos homens armados supostamente da Renamo.
No troço Changara (Tete)-Vandúzi (Manica) não é permitida a circulação de viaturas desintegradas  à coluna com escolta militar das forças governamentais. Entretanto, a nossa fonte disse ter assistido a vários desmandos protagonizados por alguns militares, os quais permitiam a passagem de algumas viaturas a troco de valores, com responsabilidade e risco próprios. Este esquema que viria a ser abortado por uma outra unidade militar que se encontrava posicionada do lado de Vandúzi, que impedia a passagem das viaturas, acto interpretado por algumas fontes como sendo “uma manifestação de vingança aos colegas devido à falta de acordo prévio de repartição do ganho ilícito”.
Têm sido frequentes as denúncias de prática de algumas arbitrariedades protagonizadas por alguns soldados responsáveis por acompanhar/proteger os utentes dos troços onde a escolta militar é obrigatória, muitas vezes com o mero intuito de extorquir os viajantes.
(FC)
edson arante
CM – 23.12.2016

ZECA CALIATE, VOZ DA VERDADE - AS FORÇAS MILICIANAS DOS MARGINAIS FRELIMISTAS, QUE CONTINUAM A SEMEAR TERROR ENTRE AS POPULAÇÕES INDEFESAS POR ESSE MOÇAMBIQUE FORA, ASSEMELHAM-SE ÀS FORÇAS SANGUINÁRIAS DO IDI AMIN DADA DO UGANDA, NOUTROS TEMPOS

Listen to this post. Powered by iSpeech.org Zeca_caliate2_200As Forças Armadas de Moçambique, reféns do gangsterismo da canalhada frelimista, assemelham-se bastante às do exército do lunático Marechal Idi Amin Dada do Uganda na década 70, onde o seu legado ficou vincado através das violações dos direitos humanos, repressão política, perseguição étnica,assassinatos, nepotismocorrupção sem limites e a elevada incompetência na gestão económica e social do seu País.
As forças milicianas da Frelimo, desempenham exactamente o mesmo papel, na perseguição às populações indefesas com 100% predominância nas zonas semilibertas pela Resistência Nacional no centro e norte do País.
Nos últimos dias a organização norte-americana denominada ´´Freedom House``, veio a público denunciar, testemunhar e confirmar as ´´nossas`` anteriores denúncias escritas e também publicadas através dos nossos textos em várias plataformas de informação, das quais denunciavamos estes mesmos actos macabros levados a cabo pelas Forças milicianas Armadas da grande organização criminosa que é a Frelimo, de conduta abusiva e da flagrante violação dos direitos humanos, incluindo assassinatos, violações etc, que estão sendo protagonizadas por essa escumalha parasita e que levaram milhares de Moçambicanos à procura de refugio no vizinho Malawi. O relatório que foi divulgado na passada quinta-feira dia 15 de dezembro 2016, na sua página oficial na rede-social, refere que 85% das 469 pessoas que na altura foram entrevistadas no campo de refugiados no Luwani no Malawi, os mesmos se referem que identificaram os autores dos ataques como sendo os milicianos da Frelimo, que assassinam para dominar as pessoas através da violência.
´´Os refugiados que descreveram os membros de famílias amarrados os pulsos e tornozelos por tropas do (des)governo, que posteriormente são atirados para suas casas em chamas e depois queimados vivos``, disse Lynn Fredriksson, o diretor do programa da Africa Austral da Freedom House.
Com estes dados agora actualizados e expostos, e como somos parte integrante do País, eu e muitos companheiros de luta, apelamos uma vez mais ao mundo civilizado, sobretudo às instituições de carácter humanitárias com ligações às Nações Unidas, que não tenham receio de apoiarem firmemente a justa causa do oprimido povo Moçambicano, em detrimento de questões económicas favoráveis aos tubarões internos e externos ganânciosos deste Mundo, pois desde a nossa suposta ´´Independência Nacional`` que de independente não teve nada...há cerca de 41 anos, com mais 10 da luta de libertação, totalizam 51 anos que o nosso povo desconhece a palavra PAZ.         
Actualmente, após o desenrolar das negociações falhadas verificamos que a loucura do gangue Frelimista chegou a um ponto nunca antes visto, o desnorte é evidente ao ponto de já não terem a noção que a sua queda é irreversível, algo que é próprio das ditaduras. Os canalhas continuam a acreditar que é possível resolver os seus problemas matando o líder da Resistência, mas enganam-se, pois o que por aí vem nos próximos tempos, vão desejar nunca terem integrado aquela grande quadrilha de Estado de larápios fanfarrões.
O estado caótico em que o País entrou, nunca esteve nos “ESTATUTOS” da Frelimo inicial, na sua luta pela Independência Nacional. Os criadores desta situação são os dois grupos do costume, que tive dezenas de vezes a oportunidade de denunciar. Um pequeno grupo de canalhas ganânciosos moleques de recados lá do Planalto, Filipe Gomate ao Zaurinha Nyusi, seu tio Alberto ignorante Chipande, Salvador Mtumuke, Raimundo Pachinuapa, Lagos Lidimo, Selésio Limbipano entre outros. Enquanto no Sul estão os supostos ´´evoluidos`` encabeçado pelo Joaquim TZOM Chissano, Armando Emílio Guebuza, Mariano Araújo Matsinhe, entre muitos outros e alguns Generais actualmente no activo.
Logo após a saída dos mediadores internacionais do solo Moçambicano, nas últimas horas as coisas já começaram a aquecer um pouco por todas as províncias do centro e norte, inclusivamente Cabo Delgado, onde as milicias frelimistas por ali já levaram um bom aquecimento,  e é por isso que um dos canalhas que mais fez mal a este País vem agora a público, mais uma vez, oferecer-se para mediar este conflito....SERÁ QUE ESTE CANALHA ESTÁ COM TODAS A SUAS CAPACIDADES MENTAIS INTACTAS???
Esta disponibilidade por ele próprio anunciada, pode criar confusão nos menos atentos, os 24 milhões de Moçambicanos de bem, acham que o delator Chissano não é portador de comportamento ético, muito menos MORAL para mediar este conflito, pois ele próprio é parte interessada pelo lado dos canalhas do Gangue de Nachingwea. Foi este mesmo delator quem sabotou o cumprimento integral do AGP, o que culminou com a não integração dos homens da Renamo na PRM e no SISE. Foi este delator Tzom Chissano, que não criou condições para que o País tivesse os efectivos previstos no AGP. Foi no tempo deste delator tzom Chissano que começou a marginalização dos comandantes da Renamo nas FADM e sobretudo em 2004. O canalha Guebuza, que está prestes a ser agarrado, apenas deu continuidade à acção meticulosamente planificada e executada pelo delator Tzom Chissano, na sua qualidade de comandante em chefe.
O delator Tzom Chissano, foi quem beneficiou das polémicas eleições de 1999...RECORDAM-SE??? onde mais de 750.000 votos não foram requalificados e a diferença entre ele e o Presidente da Resistência foi de mais ou menos 200.000 votos. Naquele ano o Presidente Dhlakama seria declarado o vencedor absoluto naquele acto eleitoral. O delator Chissano, criou a ´´FIR ``à revelia da Renamo em violação do AGP, o que culminou com a exclusão de elementos da RENAMO nessa força Militarizada, e por estes e outros factores que este senhor perdeu uma boa oportunidade de estar calado.
O delator Alberto Tzom Chissano, foi o principal mentor de todas falcatruas governativas e não só, em prejuízo do povo e dos partidos da oposição. O delator Chissano, o mesmo homem que é condecorado internacionalmente inúmeras vezes, e que a maioria de nós se pergunta...MAS COMO?? O que ele não diz, é que actualmente neste mundo de falsidades, estas condecorações são por concurso e compradas, meus amigos. Já viram meus compatriotas, como se cria uma imagem angelical para continuar a manipular opiniões e decisões???
É este mesmo canalha delator, que assumiu públicamente, que o maior erro por si cometido, foi ter burlado Afonso Dhlakama e traído a Comunidade Internacional participante nas assinaturas dos acordos.
Desactivou e mandou passear todos os quadros oriundos da Renamo, e em seus lugares colocou seus familares, amigos e membros do Partidão dos larápios.
Este canalha delator, é a última pessoa com moral e dignidade, para fazer parte deste processo de pacificação. Este senhor é uma farça.
O delator Chissano, é um dos cidadaõs mais ricos do nosso País, trabalhou onde para tanta riqueza???. A desgraça vivida hoje em Moçambique tem a sua mão, foi arquitetada por este e outros delatores, ele iniciou a obra e os restantes vieram dar continuidade à desgraça.
E como se não bastasse, este senhor, vem dizer que o Presidente Dhlakama é responsável pelos danos com que Moçambique se depara. 
Quais danos? Vendaval em Maputo? Cheias? Tragédia de Chitíma, Corrupção? Esquadrões da morte? Assassinato de Jornalistas? Assassinato de Procuradores? Assassinato do Gil Sistac? Pondeca, entre outros? Dívidas Públicas? Ematum? Proindicus? MAM? Preços altos de alimentos de 1ª necessidade? Sofrimento actual do povo? Morte de Valentina Guebuza? Que danos afinal?
A Frelimo é que fez, a Frelimo é que faz... Aliás, quem é da Frelimo o problema é dele, agora aguentem com o CHEIRO seus Mbavas
CAROS COMPATRIOTAS MOÇAMBICANOS, PRESIDENTE DHLAKAMA, E TODOS OS RESISTENTES EM GERAL, EU ZECA CALIATE VENHO POR ESTE MEIO VOS DESEJAR FESTAS FELIZES E SE POSSÍVEL TRANQUILAS...UMA VEZ RESISTENTE, RESISTENTE PARA SEMPRE.
Meus irmãos Moçambicanos, relembro-vos em consciência, a todos os resistentes a este regime sanguinário inconsequente, que enquanto as chefias radicais assassinas desse partido Frelimo não forem capturadas e encarceradas, o povo nao terá liberdade e sempre haverá alguém para enviar os ``cães de caça do regime`` para vos perseguir, agredir e eliminar.
FUNGULANI MASSO, lembrem-se bem, QUEM NÃO LUTA PERDE SEMPRE, A LUTA É CONTÍNUA.
Zeca Caliate, General Chingòndo um dos sobreviventes da Teia do mal Frelimo.
Europa, 22 de Dezembro de 2016 
(Recebido por email)
Vejam http://www.macua1.org/blog/caliate.htm
Brevemente mais notícias, aqui na sua VOZ DA VERDADE, que anteriormente não sabiam!
PS: Aqui está a minha caixa de correspondência, basta escrever para ZECA CALIATE, VOZ DA VERDADE, APARTADO Nº 11 LOJA CTT/PC PÓVOA DE SANTA IRIA - 2626-909 PÓVOA DE SANTA IRIA - PORTUGAL
Propriedade do Departamento de Informação
Sai as Quinta Feiras * Distribuição Gratuita * Maputo, 22.12.2016 * Edição nº 196 Ano 4
Esta foi uma das constatações levantadas pelo deputado Carlos Manuel nesta IV sessão da Assembleia da República, no acto das Perguntas ao Governo, no dia 14 de Dezembro em curso. Eis de seguida a transcrição integral da intervenção do deputado.
Senhora Presidente da Assembleia da República
Excelência
É com a elevada honra que passo a fazer parte do debate sobre as Perguntas ao Governo, mas, cingir-me-ei nas que a Bancada Parlamentar da RENAMO, minha Bancada, submeteu.
Esta Bancada foi ao encontro das prementes preocupações, da população, aquilo que tem sido o dia-a-dia do sofrimento deste povo.
Contrariamente a nós, que viemos do povo, porque somos dele, assistimos de sessão em sessão, Deputados duma Bancada a fazerem esforços para mostrarem que estão preocupados com o bem-estar das populações, fazendo perguntas, mas porque são resultados dos computadores, voltam a sua origem, abandonam o tema e passam a vida a escovar, bajular, lamber e mentir, numa clara demonstração de serem cantores, tocadores e dançarinos ao mesmo tempo.
Que esperar de um Partido, que a sua origem é matar para se manter no poder?
Partido que sua estratégia passa por abater todos que tenham opiniões contrárias, quer dentro ou fora dele?
Partido cujo alguns dirigentes tiraram a vida ao seu próprio pai?
Seriam estes a terem pena de mandar filhos do povo, para uma guerra em defesa do seu umbigo?
São estes que deixariam de usar os filhos do povo servindo-os de carne para canhão?
O ESTADO CONTINUA PARTIDARIZADO
continua na pág 3
2
Editorial
E AGORA?
Os Mediadores Internacionais deixaram na sexta-feira, 16 de Dezembro, a capital moçambicana, Maputo, depois de uma quinta ronda das negociações entre a Frelimo e a RENAMO que só dá para esquecer.
A saída dos mediadores internacionais do país depois de terem sido catalogados pelos mandatários do senhor Filipe Nyusi, de serem incompetentes e de interferência nos assuntos internos do país, quando estes tentavam a ajudar as partes a alcançarem uma plataforma que pudesse conduzir a uma Paz, através da proposta de descentralização administrativa e da declaração de tréguas às hostilidades militares.
Deste modo, ficaram goradas as expectativas dos moçambicanos e dos próprios mediadores internacionais que sonhavam com a submissão da proposta sobre Pacote Legislativo referente a descentralização administrativa na Assembleia da República antes da data de 15 de Dezembro, de modo a ser válido nas eleições autárquicas de 2018 e nas provinciais, legislativas de 2019.
Para ensombrar o processo, a Frelimo foi primeiro protelando primeiro com desmentidos com aquilo que assumiu como compromisso em sede das Negociações, seguido com o assassinato de Jeremias Pondeca, atentado aos mediadores internacionais na Gorongosa, faltas e atrasos sistemáticos nas reuniões da Comissão Mista, a proposta da criação de um novo grupo de trabalho para tratar das matérias já discutidas e até com algum avanço.
Essa atitude da Frelimo de criar os esquadrões da morte e insinuar incompetência e falta de legitimidade da Comissão Mista e dos Mediadores Internacionais no processo, veio clarificar o quanto a Frelimo não está interessada com a Paz e muito menos com a reconciliação nacional como tem estado a insinuar Filipe Nyusi para aldrabar as populações moçambicanas.
Mudando de assunto, a RENAMO quer através do seu líder endereçar as mais sentidas condolências a família do presidente Armando Guebuza, pelo assassinato da sua filha primogénita, Valentina Guebuza, supostamente pelo seu próprio marido.
Para a RENAMO, ninguém merece ser tirado a vida por qualquer outro ser humano, senão por vontade Divina. E por isso, exigimos que o autor se bem que foi identificado como tem sido anunciado, seja responsabilizado.
Perante este cenário, não deixaríamos de expressar a nossa completa indignação, não só pela morte da Valentina Guebuza, como por todos aqueles que foram vítimas de sequestros e assassinatos por esquadrões da morte criados com o propósito de aniquilar o presidente Afonso Dhlakama e a própria RENAMO.
Hoje nos juntamos as dores da família Guebuza, mas também as dores dos órfãos e viúvas de Jeremias Pondeca, Gilles Cistac, José Manuel e tantos outros que não cabem neste espaço, e que foram selectivamente mortos por serem contrários aos ideais do regime da Frelimo.
Hoje estamos de luto e chocados com as consequências das armas que compramos para eliminarmo-nos sem dó nem piedade. Hoje compreendemos que efectivamente dói perder um ente querido por motivos que não se justificam. Será que se justifica agora continuarmos a resolver os nossos problemas políticos, económicos, sociais, culturais, tribais, étnicos, partidários, religiosos, familiares e mais por via das armas? Ou teremos que rebuscar o diálogo que preterimos ao longo dos últimos anos? A grande pergunta que fica é: É agora?
Ficha técnica
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Nº de Registo
07/GABINFO-DEC/2015
“A Semana em foco”
Um programa radiofónico que faz análise dos temas políticos e sociais de destaque semanal.
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Acompanhe em todos os sabádos das 11:00 às 12:00 horas
Participe! 821075995 ou 840135011
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continuação da pág 1
Estes não estão interessados com o povo, mas sim, na defesa dos seus interesses, mantendo-se no poder a todo custo e por via disto deixando-o na penúria.
Aliás, é no que vimos nas ditas escolas do Estado e tomo como exemplo, algures, no dia 8 corrente, na Cidade de Nampula, tiveram de interromper uma reunião de análise de aproveitamento pedagógico, para dar lugar a uma outra da Célula do Partido da cor do sangue, onde professores que não fazem parte da direcção daquela EPC, incitavam ao Director desta, a transferir para longe da Cidade, todo aquele que não participou naquele encontro, alegando não ser deles. Para mais esclarecimentos, Senhora Ministra, se estiver interessada, em off poderei dar mais detalhes e se preferir até mesmo nomes dos protagonistas. Que não venham cá dizer que o Estado não está partidarizado. Não precisamos de ir longe para vermos o nível de corrupção nas instituições do Estado, num país onde tudo se confunde, senão vejamos:
- Estado, Partido, Governo, onde o Poder Legislativo vai a reboque do Executivo e este controla o Judiciário;
- Na Polícia, basta somente ter a farda branca para se tornar rico, aliás, para aqueles que no final de semana não trouxerem algo previamente estipulado para o Chefe, este, está sujeito a ficar somente a patrulhar as ruas das cidades e nunca para fora delas, onde há controlos, por onde os chapeiros são extorquidos em valores monetários, quer a ida, assim como o regresso, tenha ou não documentos;
- Nas Finanças, basta ser das Alfândegas, aqui é preciso entrar com 50Kg de peso corporal, para até no máximo dois meses de trabalho, duplicar seu peso, tempo suficiente para mudar de vida. Sai da palhota e segue direitinho para a mansão, sem direito a casa de aluguer e ou muito menos vivenda;
- Na Agricultura, já se sabe. É somente ser fiscal florestal, imaginem só, o executor é quem trafica a madeira, devastando as nossas florestas, que tal os seus subordinados?
- Na Defesa, basta ser bom mentiroso, dizendo que vai capturar o Senhor Dhlakama, que o trará vivo ou morto. É bastante para lhe darem todos os meios, quantidades incalculáveis de dinheiros e atribuição de patência.
Para Sua Excelência, Presidente, Afonso Macacho Marceta Dhlakama, desde já endereço meus respeitosos votos de boa saúde e muita força; este povo ainda precisa de Si, apesar daqueles que, mataram Mondlane, Guenjere, Magaia, Joana, Simango, entre outros, e aqueles que foram enviados para o Niassa e entregues a sua sorte, estou falar, senhores Deputados, de campo de reeducação, desejarem o seu desaparecimento físico. A verdade é que não há nenhuma força que possa conseguir derrotar o Povo, pois o povo é RENAMO, Resistência Nacional Moçambicana. Força Senhor Presidente.
Ontem diziam que iriam desarmar compulsivamente esta RENAMO, hoje, o discurso é outro… “Entreguem as armas”, fim de citação.
- Cadê o desarmamento compulsivo? Como diz o brasileiro.
- Quem entrega a quem, as tais armas?
Excelências
Ultimamente virou moda, alguns serem servidores e outros patrões, porém, a realidade do nosso país, que talvez seja único do Mundo, onde:
• O Patrão dorme a fome;
• O Patrão é chamado pobre;
• O Patrão não tem medicamentos;
• O Patrão não é consultado;
• O Patrão vive na miséria;
• O Patrão é morto pelos Esquadrões da Morte, cujo seu, Chefe reuniu-se com eles na última sexta-feira, a noite na Cidade de Nampula, com mais acções para os que não comungam o mesmo ideal desses que usam o seu braço armado como força de Defesa e Segurança.
Nós estamos atentos como sempre estivemos atentos nas acções do samorismo;
- Vivemos as manobras do chissanismo;
- Resistimos ao guebuzismo;
Mais uma vez, este povo sofredor resistirá aos esquadrões de morte e seus mentores, embora aqui queiram transparecer que não os conhecem.
Para o povo moçambicano, antecipo desde já, votos de uma feliz quadra festiva, em especial a população de Nampula, meu Círculo Eleitoral, feliz Natal e um Ano Novo próspero.
Para finalizar dizer: Énamayokwa, konovaorrénvua. O mesmo que dizer: “Animal morto, não tem medo de ser assado ou queimado”.
Quem tiver ouvido, que oiça!... Que não venham amanhã dizer que não vos avisei.
Mais não disse e muito obrigado.
4
O partido RENAMO a nível da cidade de Maputo esteve reunido em balanço das actividades políticas realizadas durante o exercício de 2016. Perante representantes de base e Organizações Especiais, o delegado político provincial da cidade de Maputo Arlindo Bila disse que era objectivo daquele encontro encerrar as actividades políticas do ano, tendo reconhecido no seu discurso que “nada foi fácil”.
Para Bila, 2016 foi um ano cheio de desafios cujos êxitos ainda não foram alcançados. Para ele, a situação exige mais tempo dedicado ao trabalho político, e menos tempo os assuntos pessoais e familiares.
O delegado político da RENAMO na cidade de Maputo, fez lembrar: “Caros compatriotas, convido a cada um e nós a fazer uma auto-avaliação do seu desempenho ao longo do ano prestes a terminar, o que implicará se necessária uma correcção dos planos ora traçados com vista a superar as expectativas dos planos previstos ou a serem traçados ao longo do próximo ano, numa altura em que a paz continua a ser traída e prostituída por aqueles que se julgam donos e proprietários a Pérola do Índico, ignorando o juramento do povo moçambicano. O povo jurou que nenhum tirano nos irá escravizar.”
No mesmo desenvolvimento Bila volveu alguns meses para recordar aos presentes sobre a dureza do trabalho realizado tendo dito: “tivemos reuniões, reuniões e reuniões bem como algumas formações, foi muita sobrecarga, sobretudo na reestruturação dos bairros, um processo doloroso e saboroso cujos mentores políticos foram todos vocês aqui presentes, sob orientação especial da sua Excelência Presidente Afonso Dhlakama, representado em toda esta actividade acima referida pelo secretariado-geral do partido Dr. Manuel Bissopo, bem-haja. Em vosso nome o meu muito obrigado ao Secretariado Geral do Partido, o meu muito obrigado aos Deputados eleitos em número de 3 pela primeira vez na Cidade de Maputo”.
Arlindo Bila disse estar de consciência tranquila, e manifestou-se orgulhoso e agradecido a todos que contribuíram para que o trabalho em equipa fosse possível, pois foi por isso que se conseguiu ultrapassar as dificuldades impostas pelo regime do dia e por detractores internos no seio do partido, que tudo fizeram para bloquear o desempenho das actividades da delegação política de cidade de Maputo. Bila manifestou o seguinte desejo em relação aos que dificultaram suas actividades: “Espero que desta vez se envergonhem dos seus actos”.
Disse ainda: “Valeu a vossa coragem, valeu a vossa persistência, valeu a vossa resistência”.
Num acto de encorajamento aos presentes, o delegado político provincial da RENAMO na cidade de Maputo, Arlindo Bila afirmou: “ Colegas, esta festa tem como objectivo proporcionar um espaço privilegiado para reflexão e criatividade. Este encerramento tem um carácter de incentivar, dar esperança contrariando a dura realidade que o País atravessa face ao elevado custo de vida, e a perseguição política aos legítimos vencedores das últimas eleições gerais. Tenho fé que os esquadrões da morte terminada a sua missão, um dia irão vingar-se dos seus mandantes”.
“Irmãos, de tudo que passamos ao longo do ano, aprendemos que é possível resistir ao comunismo, é possível resistir á arrogância, é possível resistir ao colonialismo da Frelimo e é possível resistir ao pagamento das propaladas dívidas soberanas. Que paguem eles os donos dessas dívidas”. Rematou Bila.
Terminou a intervenção reconhecendo que apesar das dificuldades atravessadas ao longo do ano, “foi possível transformar com coragem audácia e criatividade, conquistas em fonte de motivação e esperança, problemas em oportunidades, sofrimentos e desilusão e lições da vida”.
RENAMO NA CIDADE DE MAPUTO EM BALANÇO

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