domingo, 25 de dezembro de 2016

PR moçambicano renova desejo de paz, bem-estar e combate à fome

MOÇAMBIQUE
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, renovou hoje a determinação de trabalhar para o desejo coletivo de paz, bem-estar e combate à fome e destruição e desnutrição.
Filipe Nyusi é Presidente da República de Moçambique desde janeiro de 2015
LUSA
Autor
  • Agência Lusa
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, renovou hoje a determinação de trabalhar para o desejo coletivo de paz, bem-estar e combate à fome e destruição e desnutrição. “Renovemos o nosso engajamento e determinação de concretizar a visão e o anseio coletivo, por uma paz efetiva e o bem-estar social e económico”, declarou Nyusi, numa mensagem divulgada na página eletrónica da Presidência moçambicana por ocasião do Natal, Dia da Família e fim de ano.
Na sua mensagem, o chefe de Estado reiterou igualmente o apelo de fazer da presente época agrícola, que termina em 2017, “um ano em que a agricultura deverá tirar os moçambicanos da fome e da subnutrição”.
Filipe Nyusi assinalou que, nesta data, são exaltados “o perdão, a reconciliação, o humanismo e o amor ao próximo em prol de um mundo mais seguro, pacífico e harmonioso”, endereçando votos de feliz Natal e um “ano novo cheio de realizações” a todos os moçambicanos, aos estrangeiros residentes em Moçambique e à comunidade cristã em todo o mundo.
“Estes são valores cuja nobreza transcende a comunidade cristã, devendo tocar nos corações de todos os moçambicanos, sem distinção, nutrindo a nossa união e coesão como fundamentos para a paz plena, sobretudo a paz interior de cada um de nós, nas nossas famílias, na sociedade e na plenitude da nossa nação”, afirmou o Presidente da República.
Filipe Nyusi apelou ainda para que se celebre este dia “como grande família moçambicana, com o sentimento do renascer da esperança triunfante dos nossos sonhos ancorada na firmeza, unidade, trabalho árduo e na paz”.
O ano de 2016 em Moçambique foi marcado por um substancial agravamento do custo de vida, provocado pela desvalorização da moeda nacional e descida da cotação das matérias-primas de exportação, desastres naturais, que deixaram 1,5 milhões de pessoas em insegurança alimentar, e o escândalo das dívidas escondidas, levando os principais parceiros internacionais a suspender os seus financiamentos.
O ano termina ainda com um impasse nas negociações de paz entre Governo e a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), maior partido de oposição, quando persistem relatos de confrontos, emboscadas e raptos e assassínios de membros das duas partes.


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