Mediocridade de um jornalista e tentativa frustrada de colectivizacao de frustração?
O nosso jornalismo é pobre e sofre de uma mediocridade faraônica. Isto é uma verdade bastante propagada, de forma generalizada, nos debates, do dia a dia, no seio e fora da classe jornalística.
Entretanto, a generalização da mediocridade é uma penalização excessiva, pois dentro da classe jornalística existem jornalistas altamente competentes e comprometidos com o rigor e com a qualidade.
Assim, a mediocridade jornalística deve ser individualizada. Desta forma, os jornalistas medíocres deixam de beneficiar do véu da crítica generalizada. Desta forma, passam a ser desmascarados, o que não acontece quando dizemos que o jornalismo é pobre, o jornalismo é exercido de forma medíocre!
Com efeito, hoje li e reli o artigo medíocre entitulado “A vida do ex-presidente Armando Guebuza: sem honra, nem gloria!”, da autoria de Armando Nhantumbo, que está publicado no Jornal Savana de 07.09.18.
A mediocridade do artigo está bem patente na forma como o autor, Armando Nhantumbo, tenta amplificar a sua frustração ou desagrado em relação a administração do Presidente Guebuza. Isto é evidente, a olho nu, nas passagens do texto em que Armando Nhantumbo afirma categoricamente que o povo está zangado (minha expressão) com o Presidente Guebuza. Sem dados, sem números, o senhor Armando Nhantumbo faz uma colectivizacao da sua zanga e da sua frustração.
O autor do texto, o senhor Armando Nhantumbo, nem sequer se deu ao luxo de inventar, tal como acontece na mediocridade jornalística, uns autores anônimos para dizer que fez pesquisa de opinião para encontrar o povo que ele afirma que está zangado com o Presidente Guebuza.
A mediocridade do texto quer passar a mensagem de ausência de honra e glória de Guebuza pos-Presidência. Até aqui não há nenhum problema. O problema começa quando o autor do texto, o senhor Armando Nhantumbo não diz o que seria honra e glória. Como é que se mede a tal honra e a tal glória? O pior de tudo é que o texto termina com alguns momentos de “brilho” de Presidente Guebuza. Será que foi distração ou uma tentativa de fazer parecer que a sua tentativa frustrada de colectivização de frustração não é injusta.
Calton
Ps: Guebuza é amado e odiado, tal como qualquer pessoa.
Ps: o erro que foi cometido de generalizar o amor a Guebuza, não justifica o erro de generalizar a frustração e até ódio a Guebuza.
Ps: abaixo jornalismo medíocre, principalmente jornalistas medíocres.
Ps: ataques do estilo “seu guebuzista” não me afectam, nem um pouco...
Ps: Guebuza é amado e odiado, tal como qualquer pessoa.
Ps: o erro que foi cometido de generalizar o amor a Guebuza, não justifica o erro de generalizar a frustração e até ódio a Guebuza.
Ps: abaixo jornalismo medíocre, principalmente jornalistas medíocres.
Ps: ataques do estilo “seu guebuzista” não me afectam, nem um pouco...

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