quarta-feira, 15 de março de 2017

ASSUNTOS MILITARES


As negociações sobre este ponto super quente começa hoje dia 15 de Março em Maputo. Este ponto é a mãe de todos os problemas que assolam o país e a sua resolução trará a paz efectiva e duradoira em Moçambique. Como é do conhecimento publico, o grupo de trabalho ora criado para assuntos militares vai tratar de questões:
Enquadramento dos comandos militares da renamo nos lugares de chefia e/ou vice chefia no seio das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, para serem comandantes de companhia, batalhão, brigada, comandantes de diversos ramos do exercito como as forças terrestres, marinha, força aérea e chefes de departamento em várias instituições militares.
Isso tudo visa criar o equilíbrio nas forças armadas. Com este arranjo despartidariza se o exército porque neste momento este pertence ao partido frelimo, é controlado e manipulado pela frelimo, bem ao estilo comunista. Com a junção das duas forças militares apagam se os vestígios do partidarismo e o exército passará a ser profissional e só intervirá em casos de uma agressão externa ou para actividades humanitárias.
Muitos moçambicanos ainda não compreendem que a deslocação de massas das forças armadas do estado para atacar e cercar a renamo e Dhlakama em Satungira, Honde, Morrumbala, Mangomonhe, etc é uma grande inconstitucionalidade e o pior é que está acção carece de rescaldo parlamentar. O chocante e criminoso é o facto de em Satungira, a frelimo estar a cercar e com intenções de matar o vencedor das eleições de 2014, Afonso Dhlakama. 
 Com um exército unificado, haverá grande disciplina e elevado patriotismo. Já não haverá o tribalismo ou racismo. Também ninguém irá fazer política nas forças armadas. Nenhum Menete, Cambona, Jane ou Maquival irá participar em reuniões dos seus partidos ou obrigados a serem lambe botas dos mesmos para manterem os cargos. Quem ser apanhado a fazer política será corrido do exército e passará a ter uma patente muito inferior.
Hoje para ser um alto oficial das forças armadas de Moçambique tem quer ter mentalidade comunista e também ter cartão de membro da frelimo no bolso. Tem que ser simpatizante da frelimo abertamente e sem nenhum pudor, como se isso fosse normal. Também tem que pertencer a uma determinada tribo. Aliás, no actual exército de Moçambique a nomeação é por confiança política, tribal e nepotismo e a renamo é contrário a estas práticas. 
A renamo defende um exército republicano, técnico e profissional, que não mata o seu próprio povo e pilha as suas galinhas, patos, viola mulheres e assalta os automobilistas, como fazem as forças agora manipuladas pela frelimo. Portanto, estamos com a esperança de que surgirá um exército verdadeiramente do estado, técnico e profissional e que servirá os interesses do povo moçambicano. 
Neste ponto em discussão também inclui a questão da polícia, das FIR e do SISE mas isto será debatido num futuro muito próximo. Resolvido o assunto militar, estará restabelecida a verdadeira democracia, liberdade de expressão e será o fim da impunidade em Moçambique. As eleições passarão a ser verdadeiramente livres e transparentes porque nenhum jagunço com ak-47 e granadas de gás lacrimogéneo em riste irá violentar e/ou intimidar os agentes eleitorais e os votantes.
Unay Cambuma
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Comentários
Zacarias Matope Matope
Zacarias Matope Matope Assunto militar é assunto mãe para a FRELIMO não para o povo.
Por mim, entendo que se o governo não tivesse política de exclusão generalizada os guardas de Dhlakama seriam apenas segurança pessoal não segurança do povo.
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Latito Assumate
Latito Assumate Será verdade? a ver vamos. O que o povo quer é que o Estado desempenhe condignamente suas funções: Funções Políticas – através destas o Estado deve garantir os interesses superiores da Nação, gerindo a Administração Pública, e aplicando os recursos na satisfação das necessidades colectivas e promovendo a paz. 
Funções Sociais – O Estado deve promover a melhoria das condições de vida e de bem-estar da população. Onde deve garantir o acesso gratuito de serviços essenciais aos segmentos da população mais carenciados (justiça, saúde, educação, transporte e comunicação), corrigir as desigualdades sociais, segurança social.
Funções Económicas – intervir mais ou menos numa economia moderna, espera-se do Estado que:

§ Estabilize a economia e garanta o seu bom funcionamento;
§ Defina as regras jurídicas que regulamentam a vida económica;
§ Promova o crescimento e o desenvolvimento económico.
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Antonio Tomas Mines Mines
Antonio Tomas Mines Mines Que sejam realidade essas negociaçoes. tamos cansado com palhaçadas. eu como povo, eleitor, e pagador de impostos, quero um resultado credível nessas negociaçoes. discutem pensando no povo
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Sérgio Samuel Monjane
Sérgio Samuel Monjane Talvez queria dizer o seguinte.... como elemento do conjunto povo... Muitissimo perigoso pensar que o Sr eh o POVO, somente faz parte desse POVO.
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Antonio Tomas Mines Mines
Antonio Tomas Mines Mines ya, sei que 2+1=3. mas 1+2=3 tambem. tanto faz. quem entendeu, porq entendeu.
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Cufa Acuna Memba Nguenha
Cufa Acuna Memba Nguenha O macondinho terà q tentar lavar asua imagem com agua turva ,pra si conciga si recandidatar pra segundo mandato .
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Jose Ofece Deniasse Ofece
Jose Ofece Deniasse Ofece A frelimo esta na gaiola
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Luis Neves
Luis Neves Na verdade, esse ponto das questoe militares é o ponto MÃE mas tambem o mais simples. Senao vejamos: 1- O AGP está ai. A nao ser que alguem queimou os arquivos dos protocolos!!! 2- Se a FRELIMO nao deve nada, nao tem o que temer! 3- É mais do que justo, deixar o Estado funcionar por todos e pra o bem de todos sem medos. Hoje em dia Moçambique é um Estado Securitário e nao vale a pena negar isso se queremos um Estado novo e de Direito Democrático! 4- A Independência Nacional era pra o Povo e a Terra? Entao? Vamos é todos sermos independentes e Livres, sem esse Estado actual baseado no medo de nao ser o que o poder quer! 5- Todos somos moçambicanos? Entao? Porké uma minoria quer dominar a maioria com as proprias armas compradas por todos nós e empunhadas pelos nossos proprios filhos a mando dessa minoria k se pretende dominante? 6- Finalmente, é chegada a hora de nos reconciliarmos como irmaos e donos da nossa Terra e das nossas Riquezas! Viva Moçambique! Viva o Povo moçambicano unido do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Indico! Viva a Democracia! Viva a Liberdade! Viva oportunidades iguais pra todos!
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Antonio Ventura Missasse Missasse
Antonio Ventura Missasse Missasse Kkkkk wina alira,wina asseka.kkkkk.ultima purrada eqi vem muit doce.
Força resistente.
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Barcelino Horacio
Barcelino Horacio As coisas xtao kente

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