sexta-feira, 17 de março de 2017

Foto de Dhlakama, a direita de Evo Fernandes e a esquerda de Botha, na década de 1980


Dhlakama, a direita de Evo Fernandes e a esquerda de Botha, na década de 1980


Marraca Vez Vez, Zeh Baltazar, Vitorino David and 92 others like this.
Comments

Remove
João Paulo Montero Mourão A fazer?

Remove
Eusébio A. P. Gwembe A escutar os donos da Renamo, como aprendiz e herdeiro!
Remove
João Paulo Montero Mourão Evo Fernandes nunca ouvi sobre ele
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Foi um dos secretarios-gerais da Renamo, um dos seus fundadores e idealizador de seus principios, morto em Cascais, Portugal, em 1988
Remove
Alcidio Do Rosario Se não estou em erro foi o segundo Secretário geral da Renamo.
Remove
Vintan Diole A escutar os donos da renamo!
Kkkkkkkk essa foi a máxima de Eusébio A. P. Gwembe!
Concordo com corda.
Remove
Inusso Jamal Morto por elementos do SNASP, afectos à embaixada de Moçambique em Lisboa.
Remove
Mablinga Shikhani Não foi fundador veio com a Corrente Portuguesa. Aparece na Renamo na década 80, sucede a Cristina, Orlando como SG. Evo foi homem da frente diplomática enquanto Cristina sombra de Dlhakama e liason officer quer com o CIO e depois com os sul-africanos quando depois da morte de Matsangaíssa ensaia-se uma politização da desestabilização. Se não estou em erro esta imagem retrata o processo de inclusão do MNR no Estado. Falhou. Evo morreu por volta de 1985/6 se a memória não me atraiçoa.
Remove
Lyndo A. Mondlane 1987, em lisboa, pouco antes do regresso de paulo oliveira
3 · 16 March at 10:25 · EditedRemove

Remove
Eusébio A. P. Gwembe Mablinga Shikhani, O beirense Evo Fernandes não veio na corrente da década de 80, como sugere. Após formar-se em Direito na Universidade de Lisboa e, ao regressar a Moçambique, trabalhou no ramo legal da polícia. Em 1974, tornou-se editor do jornal Noticias da Beira. Apesar de ser um firme defensor da independência do país, Fernandes recusou-se a aderir à Frelimo devido à sua oposição à ideologia. Ele foi detido na Beira. Após a sua saída foi a Lisboa onde contactou o amigo de Jorge Jardim, Orlando Cristina, que tinha criado uma milícia armada para combater a Frelimo no Niassa e já falava em “Resistência”. Dos contactos de ambos ficou decidido que Evo Fernandes ficaria a fazer contactos em Portugal e na Europa já que a atitude de Domingos Arouca era duvidosa e ele, Cristina, procuraria reagrupar todos os anti-samoristas de dentro de Moçambique ou dos países vizinhos para uma “verdadeira resistência”. Segundo Chissano (press conference do dia 17 de Julho de 1989), todos estes contactos ocorreram antes da independência. Cristina e Evo aparecem em jornais anteriores a 1980 como porta-vozes da resistência nacional moçambicana. Lyndo A. Mondlane, a data da morte de Evo Fernande é 17 de Abril de 1988, Brazao Catopola, fui aos meus rascunhos e apanhei a citaçao de Chissano de que fiz referencia: "Quem é, realmente, a Renamo e quais as suas intenções? Os bispos não constituem uma equipa de mediação mas sim de uma exploração para nos ajudar, em primeiro lugar, a decifrar as intenções de gente que tinha começado a disparar mesmo antes de falar. Porque a luta da Renamo não nasce nem de uma cisão do partido ou reivindicações não obtidas. São violências, massacres e basta. Chissano, 17 de Julho de 1989, in Roberto della Rocca, pp. 75-76.". A tese de Chissano, nesta conferencia de impressa foi que a Renamo liga-se aos acontecimentos de Lusaka e portanto nao mostraram a cara para negociar. A vıolencia que se seguiu, tanto falada por Alvaro Guimaraes, deve ligar-se aqueles acontecimentos.
Remove
Mablinga Shikhani Na zona de Oeiras acho. As relações Lisboa-Maputo que já eram secas, crisparam. Acerca das mortes enquadro-as num contexto de guerra aberta em que as partes usavam todos artifícios possíveis para uma vantagem estratégica sobre o inimigo. Não eram debalde.
Remove
Lyndo A. Mondlane Lendo dossier makwakwa, se tem ideia dos acontecimentos
Remove
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe (A escutar os donos da Renamo, como aprendiz e herdeiro!): nonsense!
Remove
Joao Cabrita (Eusébio A. P. Gwembe: «Foi um dos secretarios-gerais da Renamo, um dos seus fundadores e idealizador de seus principios, morto em Cascais, Portugal, em 1988»): Assassinado pelo Snasp por ordens de Joaquim Chissano, quererá dizer Eusébio A. P. Gwembe.
Remove
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe, qual era o diplomata moçambicano que foi expulso de Lisboa por envolvimento no assassinato de Evo Fernande ? Foi recentemente nomeado para embaixador em Beijing.(a minha memória anda debilitada...)
Remove
Serafali Amisse Afinal?? O entao AA??
Remove
Zulficar Mahomed Pelo Snasp.
Esqueceu escrever ?
Remove
Natercia Mabota yuuuuuu
Remove
Costa Manhiça EVO FERNANDES FOI O SECRETARIO GERAL DA RENAMO??
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Depois da morte de Orlando Cristina, foi
Remove
Costa Manhiça ORLANDO CRISTINA FOI O PRIMEIRO SECRETARIO GERAL??
Remove
Mablinga Shikhani Sim
Remove
Sergio Serpa Salvador O próprio líder
Remove
Ricardo Valentim Cada um trabalha pra quem bem enteder.
Cada um busca apoio a quem bem enteder. Quantos aqui em Moz estiveram lado a lodo com Botha?! 
Quando estiver tudo fresco ainda vamos fala de Botha? Com certeza que nao.
Remove
Alvaro Guimaraes Seria bom dizer tudo caro Eusebio
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Ninguém é contra cada um estar a obter o apoio a quem bem entender, Ricardo Valentim. Diga, Alvaro Guimaraes. Nao quero pensar que queira falar dos patroes estrangeiros, pois nao?
Remove
Lyndo A. Mondlane È roelof botha ( pik) nao è peter botha
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Lyndo A. Mondlane tem razao. gratias
Remove
Mablinga Shikhani Isso.
Remove
Alvaro Guimaraes Nao percebi essa dos patroes estrangeiros caro Eusebio.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Ah, entao fico tranquilo, esperando que complete o que eu nao disse, Alvaro. Como deve estar recordado, Dr. Guebuza, falara de patroes estrangeiros. Pensei que era por ai
Remove
Alvaro Guimaraes Fui e sou critico desse senhor e considero 1 erro continuar a usa lo como arma de arremesso. Da o efeito contrario ao que pretende caro Eusebio
Remove
Ricardo Valentim Vamos cultivar a paz, estamos aqui a caminho de um bem estar se Deus quiser, desenterrar esse passado agora nao ajuda muito meu amigo. E passado. Guerra ja foi ganha, agora vamos ganhar a PAZ.
Remove
Calton Cadeado Desenterrar o passado faz parte do percurso do crescimento de um povo, de uma sociedade e de um estado. Quem desenterra o passado sem remorsos mostra maturidade para aceitar erros e construir um futuro. Os europeus e os americanos até hoje estão a escrever livros que são bestsellers sobre o passado tenebroso da sua história. 
Desenterrar o passado é uma forma de entendermos o nosso percurso histórico. Ademais, isso é uma forma de produzir conhecimento sobre a nossa história que, infelizmente, é produzida por scholars da Europa e da América, em inglês e guardada nas bibliotecas longe do alcance dos Moçambicanos!
Remove
Alvaro Guimaraes Nao devemos manipular os factos so para obter dividendos politicos caro Eusebio. Do meu lado pode crer que bateu a porta errada. O assassinato de Evo, homem ligado a jardim da Beira foi eliminado numa operacao encoberta do entao snasp. Qual eh o problema de dizer estas coisas caro Eusebio?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Se entendi, o amigo Ricardo Valentim sugere que haja uma amnesia colectiva, senao uma das partes volta a carga. Mas assim nao se vai construir nenhum pais porque o desconhecimento do passado vai causar uma estagnaçao. éNao vamos esquecer o tempo que passou. A história reside em cada geração contradizer a precedente e a transformar. Cada geração durante o período de tempo que constitui a sua vida, da um passo em frente, grande ou pequeno, na rota do ascendente do progresso. Sem essa aportação inapreciável de experiencia, de cultura acumulada, que a velha geração oferece a geração nova, o progresso do homem seria igualmente impossível. Cada nova geração se veria obrigada a recomeçar a marcha no mesmo ponto em que a iniciaram os seus antecessores, e ao final da jornada, esgotadas as suas frescas energias vitais, render-se-ia a fadiga e a inercia próprias da idade, precisamente no mesmo sítio em que caíram os seus pais. O esforço incessante terminaria numa estéril repetição de realizações. Inovar é direito da juventude, preservar é o privilégio da velhice. Só a síntese destas duas tendências torna possível o progresso. Temos que ter a conscıencıa hıstorica.
Remove
Alvaro Guimaraes De acordo caro Eusebio mas nao aceito que se use a historia como arma de propaganda.
Remove
Ricardo Valentim Amnesia colectiva, nao.
Remove
Inusso Jamal Tanto palavreado para dizer nada?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Alvaro Guimaraes, eu nao queria falar do Chagas, agora. Nao podemos misturar as coisas, nao acha? Veja que ha quem nunca tinha ouvido falar dele. vez vez!
Remove
Nhecuta Phambany Khossa Orlando Cristina e Evo Fernandes foram abatidos. O primeiro na RSA, num campo de treino da Renamo; o segundo em Cascais, Portugal. Na sua obra "o dossier macucua", Paulo Oliveira (ou Paulo Macuacua), descreve os detalhes.

Remove
Eduardo Domingos Paulo Oliveira foi agente da sanguinaria snasp
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Eduardo Domingos Paulo Oliveira foi editor da vossa revista, A Luta Continua, nao foi?
Remove
Alvaro Guimaraes Eduardo Domingos o Paulo Oliveira era somente um aventureiro e oportunista. Pendia para onde a grana estava. Com a possibilidade do fim da guerra e do regime que lhe pagava veio para moz nao fosse o diabo tece las. E ha mais gente desta em moz ate hoje.
Remove
Nhecuta Phambany Khossa Curiosamente o livro do Paulo Oliveira desapareceu da circulação. Um jornal publicou algumas passagens. Diz se que no livro descrevia episódios compremetedores de Portugal e RSA com particiapação de alguns fulanos que viviam nestes paises e que assessoravam a Renamo, mas actualmente andam na peróla de índico feitos santos.
Remove
Eduardo Domingos E depois Eusebio Eusébio A. P. Gwembe? Como snasp tinha que brilhar
Remove
Eduardo Domingos Nao se engane Alvaro Guimaraes, o Paulo foi snasp mto bem treinado.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Também foi da maldita R, bem treinado e confiado, Eduardo Domingos. ecce homo: Paulo Oliveira
Remove
Eduardo Domingos Claro, um agente da secreta deve brilhar no meio hostil para confundir a todos.
Remove
Mablinga Shikhani Em Phalaborwa, Mpumalanga creio.
Remove
Nhecuta Phambany Khossa Exacto Mablinga. Diz se que o atirador estava numa árvore próxima da caserna do Orlando Cristina, onde dormia com a mulher. Tiro certeiro na cabeça. Assim descreveu o Paulo Oliveira. E vai mais longe. Pela forma como foi executado o tiro só podia ser pessoa próxima da organização, que conhecia todos os movimentos do campo e da casa.
Remove
Eduardo Domingos So um leigo na materia pode acusar pessoas genuinas da organizaçao. Samora e Cia despachou um batalhao de agentes do snasp para se infiltrar na renamo onde despontavam, os tiagos, os bombas, os paulos, chanjunjas e tantos outros. Em 1983 eu na faculdade fui contaactado por um branco oficial da snasp de nome martinho que era para ser colaborador da snasp na uem e recusei o pedido mas depois soube que alguns colegas eram bolseiros do snasp. Alguns chegaram a ser ministros. Por isso tenho a certeza que os genuinos membros da organizacao foram mortos pelo snasp
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Eduardo Domingos, voce acha que a fuga de Bomba era uma infitraçao? Ou quer justificar por que o mataram la nas matas, tendo deixado a irma regressar? Nao é culpar tudo ao SNASP mano, reveja bem as fontes e analise cada passo
Remove
Eduardo Domingos conheço o modus operandum da secreta da frelimo.
Remove
Alvaro Guimaraes Tudo bem caro Eusebio. Mas lembre se da sua anterior prosa. Os factos historicos nao devem ser escamoteados. As guerras sao sujas e nao devemos branquear os factos
Remove
Imtiaz Vala Essa fotografia confirma tudo sobre a genese da MNR hoje RENAMO!
Remove
Alvaro Guimaraes Caro Vala esta fotografia foi tirada durante as negociacoes que antecederam o Acordo de Nkomati. Foi editada pela revista tempo na epoca.
Remove
Imtiaz Vala Certo,mas nao foge a historia,genese da MNR hoje RENAMO!
Remove
Alvaro Guimaraes Um partido legal com deputados na Assembleia da Republica. Porque nao sugere a sua ilegalizacao ?
Remove
Sidonio Pedro Alvaro Guimaraes, Alvaro Guimarares...
Remove
Alvaro Guimaraes Sim caro Sidonio Pedro
Remove
Eduardo Domingos Porque temos que acreditar que a aliança de Samora com mugabe foi santa?
Remove
Alvaro Guimaraes Aqui esta caro Eusebio
Remove
José Isaías Mandlate Rodrigues Chilusse
Remove
Eduardo Domingos Porque a renamo tinha que nascer como a frelimo? A frelimo nasceu para combater o colonialismo e a renamo nasceu para combater a sanguinaria frelimo. Para que compendios e enciclopedias de historias para sabermos o que vivemos todos dias? Eu nao senti a tirania do colono mas da frelimo eu, meus filhos e familia sentimos.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Hehehe, Eduardo Domingos, ninguém esta a dizer que o parto deveria ser igual. O que nao se pode negar é que o parto da Renamo teve, numa primeira fase, interesses estranhissimos aos moçambicanos. Como disse Chissano "quem eram eles que começaram a disparar antes de falar?".

Remove
Alvaro Guimaraes Caro Eusebio esta citacao de Chissano eh pura demagogia. Se viveu aquela epoca sabe muito bem das arbitrariedades praticadas pelos libertadores. Foram estas arbitrariedades (que ainda hoje persistem) que legitimaram a renamo.
Remove
Alvaro Guimaraes E por mais provas e factos que sejam expostos o outro lado tem os mesmos argumentos para apresentar.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Alvaro Guimaraes ha telhados de vidro por aqui.
Remove
Alvaro Guimaraes Sem duvida caro Eusebio. E como saimos disto?
Remove
Mablinga Shikhani Touché Eusébio A. P. Gwembe... touché
Remove
Calton Cadeado Alvaro! Os Moçambicanos viveram as arbitrariedades do colonialismo, mas antes de começarem a disparar primeiro falaram. A luta armada levou 2anos a ser preparada. Por isso, as palavras de Chissano tem muito valor baseadas na experiência. Portanto, a sua argumentação com base nas arbitrariedades da FRELIMO não tem robustez!
Remove
Eduardo Domingos Calton Cadeado, a frelimo quando ca chegou tinha uma lista enorme de reaccionarios, será que era uma achada ou produzida pela propria? O que eram os reaccionarios para a frelimo no seu entender, Calton Cadeado?
Remove
Mablinga Shikhani Se se reparar com atenção, rara nestes casos, verão que a parte operativa africana da Renamo não consta da lista dos contestatários. Tanto Dlhakama como Matsangaíssa estavam deste lado e saíram por todas razoes do mundo menos as políticas. Eis, também, porquê não houve falar nenhum. 
O anti comunismo da Renamo ou qualquer forma de ideologia vem com a África Livre emitida a partir de Salisbury/Salisbúria, actual Harare a partir de 1979 o conflito já era um problema militar. Mesmo com i ascendente militar da guerrilha em alguns momentos a FRELIMO sempre manteve o ascendente político.
Remove
Eduardo Domingos Mablinga lembras em que ano foi morto o Cotoi?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Porque trazer a historia do zavalense Afonso Cotoi, Eduardo,
Remove
Alvaro Guimaraes Caro Calton respeito o seu ponto de vista. Nao o subscrevo por considerar que se nao houvesse descontentamento interno a pacificacao do Pais teria sido mais rapida e consistente sem os arremedos de violencia que persistem ate aos dias de hoje.
Remove
Eduardo Domingos Queria ver se Mablinga Shikhani ja tinha atingido a puberdade na altura, Eusebio Eusébio A. P. Gwembe.
Remove
Alvaro Guimaraes Algumas correccoes aqui - a Voz da Africa Livre comecou a ser transmitida logo apos a independencia. Ainda me lembro disso. A partir de 1976 a emissao comecou a receber interferencias a partir da Matola. Foram usados os mesmos equipamentos que interferiam com a Voz da Frelimo.
Remove
Alvaro Guimaraes Sabe Carlton sobre os tempos de CHUMBO do pos independencia recomendo lhe que entreviste alguns dos muitos que foram maltratados neste periodo. Foram momentos muito dificeis e de grande violencia. Muitos inocentes foram apanhados pela repressao que as forcas de segurança executavam. Pela idade que tem nao acredito que a tenha sentido e ainda bem.
Remove
Mablinga Shikhani 1976 creio.
Remove
Mablinga Shikhani Pois. Chegamos aquele ponto de bastante maturidade em que se miram pessoas. E depois de ver isso os factos históricos mudam a seu favor meu caro?
Remove
Mablinga Shikhani Tenho as minhas dúvidas. Até porque para o equipamento da época interferir implicava proximidade com o emissor. Matola é bastante distante de Salisbury.
Remove
Alvaro Guimaraes Eh claro que nao Mablinga. Mas falar destas coisas pode ajudar a fazer consensos. Quanto as interferencias reconfirmo. Era na matola.
Remove
Alvaro Guimaraes Nao ha santos nem pecadores neste percurso Mablinga. Matamo nos entre nos a valer
Remove
Mablinga Shikhani Não vejo consensos na matéria com a fulanização. Assim devemos desacreditar Fukuyama por não ser contemporâneo de Platão ou pior, calá-lo porque não existia? Chomsky devia ser topógrafo e não filosofo porque fala de coisas que não viveu? 
Esta semana está a ser riquíssima em iniquidade...
Remove
Mablinga Shikhani Nunca disse que os havia, muito menos versões verdadeiras e outras falsas. Ambas fazem os factos que vivemos e o tempo que partilhamos, goste-se ou não. Pessoalmente discuti algumas incongruências aqui e acolá. Sem dogmas
Remove
Alvaro Guimaraes Assim o espero caro Mablinga. Sobre Chomsky e Fukuyama noFB nao muito obrigado.
Remove
Eduardo Domingos Kkkkkk Mablinga Shikhani.
Remove
Mablinga Shikhani O que foi? Não quero acreditar que a sua infeliz tirada foi por falta de argumentos...
Remove
Mablinga Shikhani Apenas exemplos e não argumentos. Deixe-os. Podiam ser batatas ou laranjas, mas calhou-lhes a vez...
Remove
Calton Cadeado Alvaro Guimaraes! Muito obrigado pela sugestão de entrevistas. No entanto, devo dizer-lhe que conheço muitas pessoas com quem falei abertamente sobre os excessos de algumas pessoas e não, necessariamente, da Frelimo. Algumas dessas pessoas que foram vitimas, hoje sao grandes dirigentes da Frelimo. Algumas pessoas foram vitimas de intrigas. Conheço pessoas, com quem falei, na Beira, que ate foram responsáveis por alguns excessos. A vantagem de aparecer na comunicação social fe-los falarem comigo. Quanto a idade, meu caro amigo, pode crer que vi muitas coisas e outras so as percebo, hoje, pois tenho tenho a felicidade de estar a trabalhar na docência sobre assuntos de paz, guerra, negociação e com foco na realidade de Moçambique. Estou nisso, desde 2003, caro amigo Alvaro Guimarães!
Remove
Alvaro Guimaraes Muito bem caro Carlton. E espero que mantenha a postura que ate agora conhecemos aqui no FB. Apesar de alinhado com quem manda procura manter pontes de dialogo com quem pensa diferente. Nao vou fazer aqui um resumo do meu percurso por considerar isso uma questao de foro pessoal. Prezo a honestidade e continuarei a pugnar pela paz e pela transparencia. Estamos juntos portanto. Mocambique pertence aos mocambicanos (tambem pode ser o nosso MARAVILHOSO POVO) e sem duvida merecemos mais do que temos no presente.
Remove
Eduardo Domingos Eu prefiro deter me com argumentos de Calton Cadeado porque tem tido base de debate. Quanto ao Mablinga Shikhani so lhe vejo a destilar paranoias sem nexo.
Remove
Alvaro Guimaraes Todos tem o direito de dar opinioes nesta plataforma caro Eduardo. Qto ao Mablinga do meu lado nao tenho intencao de responder a provocacoes daquele genero.
Remove
Mablinga Shikhani Outro. Que provocações? Falava do Eduardo. Os argumentos começam a escassear aqui. Os nomes voam em todas direcções. Foco. Foco meus caros...
Remove
Mablinga Shikhani Eduardo Domingos onde entra a puberdade aqui? Mesmo sem concordar consigo em alguns aspectos fazia-o inteligente...
Remove
Alvaro Guimaraes 

Remove
Alvaro Guimaraes Nem todos estamos "focados" na(s) mesma(s) coisas. E insultos nao levam a lado nenhum. TODOS TEMOS DIREITOS. As praticas inquisitorias praticadas na patria amada levaram nos a desgraca. Ainda ha quem insista em continuar?
Remove
Alvaro Guimaraes Talvez as suas entrevistas estejam incompletas. Refere se a membros do seu partido. A larga maioria das vitimas da repressao eram simples codadaos. Alguns enlouqueceram e a larga maioria vive ainda hoje com os fantasmas dos maus tratos a que foram sujeitos. E esses sao tambem cidadaos mocambicanos e acredito que nao irao ter consigo para fazer depoimentos. Desafio-o a tentar.
Remove
Mablinga Shikhani Sobre traumas e violências: firam cometidas pelas partes. Por um lado a violência revolucionária teve picos de excessos (refiro-me a ela nuns escritos) todavia a violência da contra-revolução (sem apodos ou juízos de valor) foi extrema desde o começo e no afã de desconstruir/impedir a afirmação do Partido/Estado atingiu requintes de crueldade maciça da qual nunca mais recuperou, passando a ser o seu mote operativo e estratégico que perdura até hoje. O que é a Renamo sem as armas?
Remove
Eduardo Domingos Perguntei te se ouviste falar de Afonso Cotoi, MablingaShikhani e nao respondeste. O Eusebio Eusébio A. P. Gwembe perguntou a razao da pergunta e a resposta foi a que citaste.
Remove
Mablinga Shikhani Mesmo aí caro a minha puberdade não acrescenta nada a este tema, mas revela algo de si. Tenho visto, com a minha puberdade posterior à sua, gente privatizar os momentos e processos às raivas e angústias e procurar dar um cunho político ou público a isso. Atropelado pressupostos factuais e de análise. Nesta mesma conversa tem pessoas cujos parentes foram trucidados pela Renamo enquanto assistiam. Mas não os vejo aos insultos.

Uma "grevezinha" o que isto significa? Como foi feita? Como se faz uma "grevezinha"? Que escala pode, quem o lê, dar à palavra?
Remove
Alvaro Guimaraes Caro Mablinga no seu texto sobre violencia revolucionaria versus violencia contra revolucionaria gostaria de entender:- se ambas eram violentas e brutais ou se a dita violencia revolucionaria era justa porque foi praticada por gente que defendia ideias justas. Agradeco antecipadamente
Remove
Eduardo Domingos Repiso: A renamo é fruto das atrocidades cometidas pela frelimo. O resto é conversa para o boi dormir.
Remove
Mablinga Shikhani Guimarães não avance para o que eu não digo. Releia e atenha-se ao que escrevi. Avance para classificações por conta e risco próprio. Correção: não sao "textos sobre a violência revolucionária", disse e repiso (para que se perceba) "refiro-me a ela em alguns escritos".
Remove
Alvaro Guimaraes Nao sou seu aluno, nao estamos na celula do partido e tenho o direito de descodificar os seus escritos de acordo com a percepcao que me causa.
Remove
Mablinga Shikhani Hehehehehehehe... para minha felicidade. Pois... o que faz a falta de argumentos...
Remove
Alvaro Guimaraes A sua arrogancia eh confrangedora caro Mablinga. E a partir de agora deixarei de comentar qualquer texto seu. Pretendo lutar por convergencias e nao sou obrigado a dancar a musica que escolhe. E continue assim Mablinga. O tempo ajudara a clarear as aguas.
Remove
Mablinga Shikhani Claro. Óbvio. Faltava esta birra para temperar a fulanização do outro. Quanto ao tempo, se não ajudou até hoje... lamento
Remove
Alvaro Guimaraes Fique bem com os seus insultos. Nao alinho nisso. Bom dia.
Remove
Mablinga Shikhani ...
Remove
Sidonio Pedro Alvaro Guimarães, entendo que o Eduardo Domingos, tenha muita raiva por o seu cunhado ter sido atirado aos tubarões, por causa de uma "grevezinha"? E quanto ao senhor, porquê tanta raiva, tanto ódio? Será por ter sido expulso do aparelho do Estado? Ou será por "outras" razões?
Remove
Alvaro Guimaraes Comeca a contra informacao. Nao fui expulso sai e nao regresso mais. Do ponto de vista legal estou em regime de licenca ilimitada. Felizmente tenho toda a documentacao incluindo as cartas das cabalas. Mas sobre isto nao pretendo falar
Remove
Alvaro Guimaraes E acho que nao tenho odio a ninguem. Defendo ideias pelo que sugiro ler melhor o que escrevi. Fique bem vizinho.
Remove
Eduardo Domingos "Grevezinha" é recusar comer feijao sem oleo, sal e nem tomate, por exemplo. Exigir comida condigna é motivo para ser atirado aos tubaroes, Mablinga Shikhani?
Remove
Alvaro Guimaraes Nao eh o Mablinga caro Eduardo Domingos
Remove
Mablinga Shikhani Não há-de saber de mim. Apenas pedia mais factos e concretos para não me por a adivinhar (aumentar ou diminuir) da palavra "grevezinha". Os factos sao importantes e muito.
Remove
Mablinga Shikhani Alvaro Guimaraes Arranjou alunos? Boca Djône?????!!!!!!!????? Epaaaaa... coisas de vergonha só. PS: dispenso resposta apenas mostro o quão incongruente é.
Remove
Zulficar Mahomed Docente....
Só em Moz.
Remove
Ricardo Valentim Sao voces que conseguem um furo e vao para o estrangeiro estudam, estudam e conseguem uma formacao superior e nao voltam para o pais de origem.
De la do estrangeiro comecam a destruir (o nosso pais) o pais de origem. 
Escreva historias desse pais em que voce se encontra.
Kkkkkkkk.
Amigo!!!!
Remove
Alvaro Guimaraes Essa eh para mim caro Valentim?
Remove
Ricardo Valentim Nada. E para o Gwembe.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe E para mim. Espero que nao seja desses manos que acham que o facto de viverem na perola os torna mais moçambicanos. hehehehe
Remove
Ricardo Valentim Mas podes crer que diria a qualquer um que estivesse a fazer algo parecido Alvaro Guimaraes.
Remove
Eduardo Domingos Chissano é um bandido que nao deve ser referencia na construcao da nossa historia, Eusebio Eusébio A. P. Gwembe
Remove
Calton Cadeado Eduardo Domingos! Isso que está a dizer é uma grande desonestidade. A história vai lhe desmentir! A propósito, se perguntar não ofende, quem deve servir de referência para construir a história de Moçambique 🇲🇿?🤔
Remove
Eduardo Domingos Ha muitos que podem ser referencia. Chissano sempre alimentou contendas entre irmaos .Quem disse que " vamos dialogar enquanto matamos", Calton Cadeado?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Observe-se o espirito que esta a nortear a convivencia actual, Eduardo Domingos. As treguas. Nada de falar mal dos libertadores porque nos outros nao queremos falar mal daquelesoutros. Estamos a seguir, escrupulosamente, o mandamento de Cristo "perdoai-vos uns aos outros". Se houver uma lista de quattro nacionalistas de vulto na historia deste pais, tenho a certeza que Chissano é um deles.
Remove
Alvaro Guimaraes 

Remove
Eduardo Domingos 

Remove
Ricardo Valentim 😳😳😳
Remove
Costa Manhiça 

Remove
Carlos Santana Afonso Kkk kkk. Rio me com algumas intervenções mas cada um sabe o que pensa. Mas digam me lá
1. A Renamo apoiou se ao apartheid, aos Rodesianos 1° e Sul africanos depois. Estrategicamente p combater a Frelimo com armas apoiar se ia a quem? Zâmbia? Tanzânia? Eram unha e dedo com a Frelimo. Por isso qdo o Zimbabwe se tornou livre (Ian Smith à força tornou a Rodeshia INDEPENDENTE DO REINO UNIDO/Inglaterra da corte inglesa) a Renamo voltou de p os únicos que lhes pudessem apoiar. África do Sul/Apartheid. Ou será que iriam fazer uma luta armada a partir do Uganda.....
2. A Frelimo teve apoio da China comunista e ditatorial ATÉ OS DIAS DE HOJE, URSS comunistas e mais interessados em tirar partido das nossas riquezas. Checoslovaquis, Jugoslavia, RDA.....não sei bem o papel deles. QUEM ENCONTROU O PARCEIRO DE APOIO CERTO?
3. O meu amigo Eusébio para frases Chissano "começaram a disparar....antes de falar!". DAVAM OPORTUNIDADE DE FALAR?
Remove
Elvino Dias Esse sr. Escreveu o seu nome em letras de ouro. Se fosse eu há muito que estava no poder
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Por vias de armas?
Remove
Elvino Dias Qualquer via meu irmão Eusébio A. P. Gwembe. Vendo como ele está a sofrer agora quando tinha tudo nas mãos no auge da guerra dos 16 anos, só pode estar profundamente arrependido
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Esse seu pensamento nao é benefico, Dias. Que te garante que ele nao assinou os acordos para salvar a pele?
Remove
Lyndo A. Mondlane Nao havia tomates para tomar maputo, senao o teria feito Elvino Dias...
Remove
Calton Cadeado Arrependido?! Que bases tem para fundamentar essa opinião? Contexto doméstico? Contexto internacional? Vantagem estratégica? Vantagem tactica? Qual outro elemento que quer trazer?🤔
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Carlos, se davam ou nao a oportunidade a resposta é como dariam oportunidade a quem nao apresentara a cara. Na mesma entrevista em que Chissano fala disso (1988) diz que a Renamo nem sequer apresentou as suas preocupaçoes para serem apreciadas e discutidas
Remove
Brazao Catopola Bem, não querendo provocar problemas mas isso que Chissano perguntou se o fez de facto, era apenas demagogia n Não havia condições para falar e ter ideia diferente. quantos foram mortos por apenas pensar diferente, por apenas cantar? 😯😯😯
Remove
Carlos Santana Afonso Eusébio A. P. Gwembe quantos anos você tem? Quando se deu a independência eu tinha 14 já com uma idade p entender as coisas. A Guerra da Renamo começou 78-79 tinha eu 17-18!
Não me venha dizer que ninguém reclamou ou tentou conversar porque nem precisavas abrir a boca para ires para parte incerta (esta parte incerta do Djhakama não é nada porque todos sabem onde está....só que não o localizam), ias "apanhar lenha". Teres um simples panfleto, até podiam ter te dado na estrada mas aí de ti se fosses encontrado! A RADIO ÁFRICA LIVRE OU QUIZUMBA como queiram chamar... tinha que ser ouvida em surdina por mais que a ouvisses para contrabalançar as informações que recebi as do lado do governo....ias para aonde? E vem agora o Chissano tipo cordeiro manso dizer que ninguém falou?
Olha....pergunte à família Simango se alguém explicou o onde levaram os pais e sobretudo....PORQUE OS LEVARAM E MATARAM, SE PODIAMOS CONVERSAR!
Remove
Carlos Santana Afonso Há partes da história VERDADEIRA deste país que JÁ NAO SE PODE ESCAMOTEAR.
SERIA BOM E BONITO que quem a adulterou E INSISTE NO MESMO MODUS OPERANDUS se retratadas aos muitos que sofreram COM ESSES ERROS (eu ainda os chamo de erros, apesar de alguns deles SEREM macabros)
Remove
Calton Cadeado Carlos Santana Afonso! A guerra da Renamo comecou em 1978-1979. Boa informação essa. Mas, estou curioso em saber e a guerra que começou em 1976?! De quem era essa guerra?! A guerra que começou, ainda, em 1974! De quem era essa guerra?! A GUERRA DA RENAMO SO COMECOU EM 1978-1979. UM DADO IMPORTANTE PARA A NOSSA HISTORIA.
Remove
John Wetela Que reunião era esta.
Remove
Eduardo Domingos Era preciso alguem dizer a frelimo para nao chamboquear as pessoas em publico e sem motivos? Era preciso alguem dizer a frelimo para nao invadir a privacidade das pessoas? Era preciso alguem dizer a frelimo que somos todos moçambicanos mas diferentes? Era preciso alguem dizer a frelimo para respeitar a crença das pessoas, Eusebio Eusébio A. P. Gwembe?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Com mais de 30 mil agentes que tinham combatido a Frelimo do lado do exercito colonial é sempre dificil avaliar se de outra forma seria possivel a garantia da Independencia, Eduardo Domingos. Claro que nao era preciso fazer tudo isso que menciona, parte das quais foi feita por gente que usava o partido-estado para fazer valer os seus intentos.
Remove
Alvaro Guimaraes Nao eram agentes. Eram soldados recrutados via SMO compulsivamente caro Eusebio. A partir de certa altura foram bastante maltratados e retornaram como efectivos da renamo. Ate ai as contas foram mal feitas.
Remove
Eduardo Domingos Os donos que fundaram a frelimo (Guambe e Cia) tinham definido que Moçambique independente queriam, infelizmente os assaltantes (samora, chipande, chissano e Cia) destoaram tudo e dedicaram suas vidas no derramamento de sangue inocente, Mbuaias. O cumulo de tudo isso nem querem se retratar, Eusebio Eusébio A. P. Gwembe.
Remove
Catman Mandlazi kkk Mbwaias. xiii mwazangari Mbuya?
Remove
John Wetela Vocês que falam aqui são mocambicanos?

Se forem se encontrem e convercem direto e se possivel busquem os erros da frelimo para surgir renamo.
Busquem os pontos que possam pôr o país andar com respeito e irmandade.
Porque, na verdade matar uma bananeira, retira-se donde comença isto é, raízes.
Porque cortar em cima e perca de tempo.
Os erros da frelimo sim senhor devem ser falados para que não tornem ao mesmo.
Se se calar ir-se direto a reconciliação farçada, nada mudará porque todos da frelimo não querem ver mais ninguem que não é do grupo a dirigir preferem confusão.
Deixemos esse espirito se todos pertencemos o país unico. Amemo-nos de verdade.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Nao vale a pena acusar Samora, Chipande, e Chissano quanto ao afastamento de Gwambe, Eduardo Domingos. Ha que ser justo para com a Historia, quando Gwambe foi anunciar a dissoluçao da Frelimo por meio do COSERU esses eram desconhecidos. Encontre as razoes do afastamento de Gwambe em Leo Millas e no proprio Eduardo Mondlane, quando este estava de regresso para dar continuidade a leccionaçao. Um dia falarei disso
Remove
Eduardo Domingos Falo deles sim, foram esses senhores que tornaram a frelimo uma organizacao criminosa ate aos dias de hoje, Eusebio Eusébio A. P. Gwembe. Essa gang pontapeou os estatutos da frelimo genuina so pra delinquir

Remove
Eusébio A. P. Gwembe Deixo para si este doc. Leia so la no fim, Eduardo Domingos. Foi depoimento de Symon Makaba, o primeiro secretario da Liga da Juventude da gloriosa e que cumpriu 11 anos de cadeia da PIDE, mais tarde elogiado por Samora como os que nao vacilaram. Esta acusar pessoas erradas.
Remove
Eduardo Domingos Meu irmao foi preso pela pide porque era elo entre os padres e a frelimo. Meu irmao era professor recebia medicamentos, binoculos....e passava a frelimo. Como a pide era composta por pessoas, o meu pai foi fazer barulho e soltaram meu irmao. Samora pegou o marido da minha irma e foi deitar no mar. Aquem elogio Eusebio Eusébio A. P. Gwembe?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Eduardo Domingos pode ser que o crime do cunhado tenha sido daqueles pesados
Remove
Eduardo Domingos Que pesados? Meu cunhado fazia parte da guarda presidencial, fizeram uma grevezinha em 1977 e todo grupo foi despejado no mar. Minha irmá ficou so com duas criancas ate hoje. Minha irma vivia na rua do clube dos empresarios na polana, cercanias da ponta vermelha.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Lamento muito o sucedido, paz a alma do seu cunhado. Eduardo Domingos. Sao aqueles erros de percurso de que temos falado, se comparados com todo um processo libertario de um povo.
Remove
Eduardo Domingos Provam inequivoca de a frelimo apartir duma dada altura foi assaltada por bandidos e sanguinários. Eusebio Eusébio A. P. Gwembe eles nunca esconderam o que sao, o que fizeram e o que sao capazes de fazer outra vez.
Remove
Alvaro Guimaraes Caro Eduardo agora comeco a perceber a razao da sua revolta. Eusebio estamos a chegar ao ponto critico e passo-me a explicar- em nome da defesa da patria e da independencia foram praticados todo o tipo de desmandos e milhares de mocambicanos foram sujeitos a arbitrariedades inimaginaveis. Eu acho que eh chegada a hora de se fazer qualquer coisa que corriga isso. As reacoes de desagrado contra o ultimo "Sabio leader" assumiram as proporcoes que conhecidas porque retomou praticas deste periodo que alguns fanaticos e muitos oportunistas subscreveram em nome de .. nada. Afinal soubemos depois que o pais estava de tanga. E se a renamo se reegueu foi em larga medida porque ja pouca pessoas aceitam hoje a pratica destes desmandos. Foi gracas ao sabio leader que tudo isto aconteceu.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Alvaro Guimaraes o primeiro tiro para a reparaçao de danos causados pelas arbitrariedades foi dado por Samora. Deve estar recordado da famosa expressao "onde estavamos quando tudo isto acontecia". Agora é a questao de limar as arestas. Seria personalizar demais alem de que nao vejo nada de errado nos feitos do visionario. Ele fez o que tinha que ser feito para a gloriosa Frelimo. Pode ter cometido falhas. mas so quem trabalha, como ele proprio dizia, é que comete falhas. O problema foi mais dos criticos profissionais que se especializavam mais na critica do que nas solucoes
Remove
Eduardo Domingos Apesar de bandido samora fazia esforço de corrigir as falhas mas o que restou depois dele sao roedores engajados 24/24 horas. Vangloriam-se em publico que podem repetir os mesmos erros se tiverem oportunidade.
Remove
Alvaro Guimaraes Caro Eusebio solucoes serao encontradas quando for possivel criar um denominador comum que una todos os mocambicanos. Neste momento os mocambicanos estao profundamente divididos entre os libertadores e os campeoes da democracia. Nao acredito que solucoes musculadas resolvam o problema. Mas alguma coisa tem de ser feita para tranquilizar o espirito dos mocambicanos que nao tiveram oportunidade de ver o seu sofrimento reduzido depois da independencia. Portanto o facto de samora ter falado dos desmandos do seu regime nao quer dizer que os desmandos foram controlados. Depois de samora com chissano e guebuza as arbitrariedades continuaram com outras roupagens (discriminacao nas oportunidades, discriminacao economica e clientelismo). Com o sabio leader estas praticas foram extremadas a niveis so antes vistos no tempo de samora. Assistimos a velhas praticas do tempo do partido de vanguarda que discriminaram e injusticaram muitos cidadaos. O estado de rebeliao da sociedade foi plasmado nos pleitos eleitorais ondo os libertadores tiveram de abrir mao do poder (que muito prezam em manter nas suas maos)quer em municipios quer na AR onde tem hoje uma maioria de 5 deputados.
Remove
Alvaro Guimaraes Portanto caro Eusebio a continuar assim nao se admire de um dia desses 1a eleicao legitime um governo da oposicao. Eh que isto foi ja longe demais.
Remove
Candido Junior Para o mano Eduardo Domingos quem mata seus irmãos é bandido. Quem mata irmãos dos outros é herói... egocêntrico, cheio de rancor e com forte desejo de vingança deste nosso irmão.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe John Wetela, a Frelimo ja mostrou que ama a todos, independentemente dos males. Exemplo? A amnistia que concedeu a Renamo e tudo leva a crer que deve haver outra nas mangas. Se ha quem vive e esta preparado para perdoar 70 vezes 7, é a Frelimo. Havera duvida?
Remove
Nelson Junior O senhor diz coisas que as vezes me arrepio...a frelimo ja mostrou que ama a todos independemente dos males??????????????!!!!!...qual frelimo?..a sua frelimo imaginaria ou a verdadeira frelimo???..ou a frelimo finge de amar a todos pra se manter no poder??????...pergunte aos familiares dos milhares e milhares que morreram nas cadeias da snasp, aos que foram devorados pelos leoes e leopardos nas matas de reeducacao do norte..aos testemunhas de jehova...senhor,o post eh seu e tem direito de dizer o que lhe apetece mas nao invente factos ...se, a frelimo amasse a todos ja teria resolvido o problema da miseria e da pobreza que afectam a maioria dos mocambicanos...mas, que tipo de mocambicano eh o senhor????!.....seja menos frelimista e mais mocambicano...eh seu direito de ser um fanatico simpatizante da frelimo mas, nao diga "bobagens" sem pes e nem cabeca...sinceramente pensei que o senhor fosse um historiador, mas eh mais um propangandista pro frelimo do que tentar narrar ou ensinar a nova geracao sobre a frelimo e sobre a renamo...shame on you
Remove
Nelson Junior Ps!..sem ofender- lo e sem o ferir, senhores como o senhor, sao os mais responsaveis em transformar a frelimo num partido arrogante, mafioso e ladrao...
Remove
José Francisco Narciso Provas irrefutaveis de que Dlhakama era e sigue sendo o lacaio do ex-regime segregecionista e terrorista do Apartheid. Aí estão as evidencias, junto aos reacionarios portugueses.
Remove
Eduardo Domingos Tu devias estar na africa do sul hoje, ias conhecer a catana que os zulus tem pra decepar teu pescoço.
Remove
Alvaro Guimaraes Pura verborreia caro Jose narciso. Mandela tornou se presidente no meio da decada de 90. Estamos em 2017 onde esteve o apartheid? Escondido na gaveta?
Remove
Jaconias Massango Sr Eusébio A. P. Gwembe, independemente de a guerra movida pela renamo ser justa ou nao, que país vizinho de Moçambique a Renamo poderia ter escolhido para servir de retaguarda(Tanzania, Zambia)? Em que país a Renamo poderia buscar apoio(Rússia, China, RDA, Cuba)? Sou da opiniao que a guerra que a Renamo moveu foi injusta na medida em que outros países que nao tiveram guerra tem o mesmo nível de democracia ou até melhor que Moçambique. Porém, como a Renamo decidiu fazer guerra tinha que escolher um país que nao alinhava com a politica de Moçambique, quer dizer um pais nao amigo do regime de moçambique na altura. E nessa altura que a Renamo iniciou a a desestabilização do país, os países vizinhos de moçambique que ofereciam essas condiçoes eram a Rodesia/Zimbabwe e Africa do sul. Nao tendo a Renamo outro país que pudesse se albergar para desestabilizar o país fora da Rodésia e Africa do sul, temos que pensar nos condicionalismos que enfretou para ser acolhida nesses países. Idem a UNITA em Angola, mesmo tendo lutado para a independencia daquele país, quando se desentendeu com o MPLA depois da morte de Agostinho Neto, e decidu pegar em armas, nao tinha opção senao se sujeitar ao regime do Apartheid, e acredito que tambem sofreu condicionalismos para ser aceite pelo Apartheid. Haja dialéctica!
Remove
Observador da Justiça Trem desgovernado....he he he, sai derrubando tudo em frente= a esse comentário
Remove
Alvaro Guimaraes Caro Jaconias tocou 1 ponto importante. Que andamos a fazer guerras por conta de terceiros. As guerras da Africa Austral foram mais uma extensao da guerra fria. Custa a aceitar mas esta e a verdade.
Remove
NJ Mula Era uma questão de patrocinio. Não creio que os objetivos da RSA fosse ajudar a Renamo a chegar ao poder mas ajudando a Renamo enfraquecia a governação da Frelimo. O objetivo de chegar ao poder era exclusivo da própria Renamo
Remove
Jaconias Massango Concordo com a sua opinão. A Renamo poderia almejar o poder, mas tinha um amigo que lhe prestava apoio que nao queria que chegasse ao poder.
Remove
Joao Cabrita Deve ser uma fotografia censurada (pelo governo da Frelimo ou pelos sul-africanos a pedido de Moçambique), de modo a que as pessoas não tivessem conhecimento de que uma delegação moçambicana chefiada por Jacinto Veloso negociava em Pretória com a Renamo. Estávamos em 1984, depois do fiasco do Acordo de Nkomati.
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Tinha que mostrar os artistas da ronda, os anfitrioes, Joao Cabrita!! :)
Remove
Joao Cabrita Correcção: não deve ser - é mesmo uma fotografia censurada. O protocolo assinado pela Renamo, governo da Frelimo e RSA continha uma cláusula que dizia que se devia ocultar da comunicação social as negociações em curso em Pretória. Em Maputo, o DTIP deu instruções aos editores da comunicação social para que esta não informasse os moçambicanos de que se negociava a paz em Pretória. Velhos hábitos que não esmorecem, a julgar pela forma como sucessivos governos da Frelimo se têm comportado desde Roma a Sadjunjira, passando pela EN 6 e pelo bairro das Palmeiras II.
Remove
Paulo Soares Isto foi antes do Acordo de Nkomati, onde foi decretada a africanização da Renamo, e a morte de todos os que não eram "originários" ou se opunham a essas medidas...
Remove
Joao Cabrita Esta fotografia é posterior ao Acordo de Nkomati (Março de 1984) uma vez que as delegações do governo da Frelimo, Renamo e RSA reuniram-se em Pretória de Setembro a Outubro do mesmo ano.
Remove
Joao Cabrita Pretória, 3 Outubro 1984. Da esquerda para a direita: Evo Fernandes, Louis Nel, Magnus Malan, P W Botha, Pik Botha e Jacinto Veloso.
Remove
José de Matos Eusébio A. P. Gwembe, os factos sao estes, por mais que queiras atirar areia para os olhoos dos outros:

1 - essa foto aparece no contexto de conversaçoes entre a Frelimo e a Renamo.

2 -Evo Fernandes foi assasinado por pessoas ligadas a SNASP.

3 - Paulo Oliveira era agente da SNASP

Remove
Nelson Junior Caro Sr.Jose de Matos, eu tenho minhas duvidas de que o Evo tenha sido morto pela Snasp...talvez ela( a Snasp) tenha de certa forma participado...a operacao em si, foi muito sosfiticada-o que leva a entender a partivipacao directa de governos que na altura estavam "fartos" do Evo...paises estes tais como Portugal e Africa do Sul...de recordar que na altura o Evo andava isolado e nao so, os telefones do Evo eram sob escuta da Dinfo...enfim, cada um especula...
Remove
José de Matos "Citando notícias da altura, a im­prensa internacional recorda que as autoridades portuguesas pediram ao Estado moçambicano que reti­rasse imunidade ao diplomata Ra­fael Custódio Marques (um agente da tenebrosa SNASP a trabalhar na embaixada de Lisboa), para o ouvir em conexão com o assassinato de Evo Fernandes. Maputo recusou "despir" Marques e Lisboa viu-se forçado a expulsá-lo, declarando-o "persona non grata", o mesmo que "cidadão indesejável", numa tradu­ção livre do jargão da diplomacia. Alexandre Chagas, assassino con­fesso de Fernandes, condenado a 18 anos de prisão, disse em tribunal que a "execução" do antigo secretário--geral da Renamo fora "encomen­dada" pela SNASP (hoje SISE). O governo de Moçambique acreditava na altura que se eliminasse o que denominava de "facção portuguesa" da Renamo conseguia decapitar o movimento, assim como anterior­mente acreditou que o mesmo su­cederia com o Acordo de Nkomati assinado em Março de 1984 com o regime do "apartheid" sul-africano. Na mesma lógica foram eliminados os opositores da Frelimo num cam­po de reeducação no Niassa - entre os quais Uria Simango e Joana Simeão - por se temer que pudessem encabeçar uma nova liderança polí­tica da Renamo. '

SAVANA – 08.08.2014
Remove
Joao Cabrita Nelson Junior devia ler o livro de Paulo Oliveira (Dossier Makwakwa). O autor, também conhecido por Alcino, nome que lhe foi atribuído pelo Snasp quando infiltrou a Renamo em Lisboa, revela que a operação para liquidar Evo Fernandes começou a ser planeada quando o Snasp era dirigido por Sérgio Vieira,vindo a ser exectuda na fase em que o Ministério de Segurança-Snasp estava sob a alçada de Mariano Matsinha. Se o governo da Frelimo não tinha culpas no cartório, como se explica a recusa em retirar a imunidade diplomática de Ra­fael Custódio Marques ? Não seria uma excelente oportunidade para provar a inocência do regime ?
Remove
Nelson Junior Meus Prezados Senhores, Joao Cabrita e Jose Matos...como voces bem sabem, o mundo das secretas eh um mundo sujo e as vezes nao seguem a logica...caros meus: o Rafael Marques na altura era um " miudo" na Snasp...acham voces, que poderia ele ter conhecimentos necessarios pra uma operacao identica????....quanto ao Chagas- acho que ele foi utilizado como um tampax e nem ele mesmo sabia o que fazia..a morte do Evo, foi executada por etapas...enfim!..uma coisa, eh o que dizem os jornais, certos individuos..houve e ha tanta desinformacao...a verdadeira verdade talvez seja uma outra
Remove
Nelson Junior Ps!..custa-me acreditar de que um atentado a vida do Evo tenha sido bem e bem preparado e que as secrteas portuguesas, sul africanas, francesas e alemas nao se tenham que algo estsva "no ar".....IMPOSSIVEL... a morte do Evo foi uma operacao feita por profissionais...e nao esses Rafaels ou Chagas...claro, apos a morte houve necessidade de desinformar e manipular a midia.....e se, ele morreu, tambem a culpa foi dele pois metia-se com todos e con tudo....
Remove
José de Matos Nelson Junior , o que te faz pensar que foi bem preparado / Convidaram-no para se encontrarem para discutirem sobre o dialogo com a Frelimo!Estiveram juntos num restaurante na zona de Cascais! e foi dali que olevaram! O que ha de sofisticado ai ? O Rafael Marques era diplomata, o que conheces da SNASP para garantires que nao esteve envolvido e era "miudo" ?
Remove
Nelson Junior Caro Sr.Jose Matos, recorde-se de que o proprio Evo nao confiava no Chagas...e tinha recusado de ir ao tal jantar...Mas, entretanto, " alguem" convenceu ao Evo que era importante que ele participasse ao tal jantar..,Quem foi esse alguem????...e tambem se recorde que na altura falava- se da presenca do Gruveta em Lisboa( o que era falso)....repito: o Rafael ( que agora esta em Macau) era miudo e inexperiente pra esse tipo de assassinatos ..enfim!..
Remove
Calton Cadeado João Cabrita pode mostrar 3 exemplos de países que aceitaram retirar imunidade diplomática aos seus funcionários/ agentes?! Se não apresentar, vai perceber que esse argumento é fraco para atribuir responsabilidades ao governo da FRELIMO sobre o assassinato de Evo Fernandes.
Remove
Joao Cabrita Pede-me Calton Cadeado que apresente 3 casos de levantamento de imunidade diplomática. Encontrei 9 casos:

Em Junho de 2016, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia levantou a imunidade diplomática de membro da embaixada neozelandesa na Coreia do Sul a pedido das autoridades deste país
Entre 2006 e 2016, o governo da Nova Zelândia obteve resposta favorável a 7 pedidos de levantamento de imunidade diplomática.


Houve ainda o caso do diplomata moçambicano, António Fernandes (representante de Moçambique nas Nações Unidas) que prescindiu da imunidade diplomática de que gozava para poder instaurar um processo em tribunal contra a esposa, cidadã americana, num tribunal americano.

Agora que Cadeado tem o triplo dos exemplos pretendidos, vai continuar a negar o envolvimento do governo da Frelimo no assassinato de Evo Fernandes ?

Relativamente ao caso Evo Fernandes, ficou demonstrado em tribunal que os autores do crime actuaram sob ordens do governo moçambicano. O mesmo governo que também mandou assassinar no Malawi o antigo embaixador moçambicano em Lisboa, João Ataíde.
Remove
Nelson Junior Caro Prezado Sr.Joao Cabrita, nao ha provas de que o Ataide tinha sido morto pelo governo Mocambicano...sao especulacoes...nao so o Ataide morreu mas como tambem um outro mocambicano( que se especulava que fosse da Snasp do departamento D13...interessante seria se o caro senhor tentasse pedir explicacoes aos que insisteram pra que o Ataide fosse a Malawi...e eh de recordar que durante este periodo a Renamo vivia imensos problemas internamente...insisto sobre o Rafael: era um funcionario, provavelmente da snasp mas de baixo relevo..estes sao factos..se os queremos politizar..podemos, mas ai entramos em fofocas
Remove
Nelson Junior Ps!...Mocambique eh um Pais onde eh quase impossivel descobrir a verdade de certos casos pois ha tanta especulacao, deturpacoes das verdades, meias-verdades e acima de tudo eh politizado..eh pena
Remove
Joao Cabrita Nelson Junior não são fofoqueiro. Mas vejo que o Nelson Junior especializa-se no branqueamento de imagens, mormente de uma organização política com uma velha tradição de assassínios políticos: Filipe Magaia em 1966; Silvério Nungo em 1969; Pedro Hélder Câmara em 1972; Adelino Gwambe, Uria Simango, Joana Simeão, Mateus Pinho Gwenjere, Júlio Razão Nihia, João Unya, Gilles Cistac.... etc.
Remove
Nelson Junior Caro meu, simplesmente seria interessante saber a verdade....que a frelimo tenha velha tradicao de assassinar os seus melhores " filhos", eh tristemente uma verdade..enfim!..eh Mocambique
Remove
Calton Cadeado Ilustre Joao Cabrita! Eu peco imensas desculpas, mas os 9 casos que apresenta, nenhum deles fala de algum governo que tenha retirado a imunidade do seu diplomata para efeitos judiciais, nem tao pouco de casos politicos. O caso new zelantes, trata-se, aparentemente, de um diplomata que não eh senior e o caso também não tem nada a ver cm questões politicas. Caro amigo Cabrita, eu fiz a pergunta intencionalmente para mostrar que o argumento da não retirada da imunidade não eh suficiente para fazer o seu argumento robusto. Em questões politico-diplomáticas, meu caro amigo, existem implicações muito serias de retirar a imunidade a um diplomata e nenhum estado esta disposto a correr esse risco. Quase todos estados estão dispostos a aceitar a declaração de persona non grata a entregar o seu diplomata de bandeja. Portanto, esses casos que apresenta não dizem nada. Não servem de evidencia robusta.
Remove
Joao Cabrita Calton Cadeado, mudar as regras a meio do jogo é uma táctica bem conhecida e utilizada por quem compra árbitros e fiscais de linha. A sua pergunta era clara: «pode mostrar 3 exemplos de países que aceitaram retirar imunidade diplomática aos seus funcionários/ agentes?!» Se tiver paciência e encontrar na internet 3 casos agora reformulados, certamente que o Calton Cadeado irá descobrir uma nova lacuna. Acho que não vou por aí, cingindo-me em vez disso à decisão do tribunal de Lisboa sobre o caso Evo Fernandes que demonstra de forma insofismável a mão do governo moçambicano nesse assassinato político.
Remove
Calton Cadeado João Cabrita! Eu reconheço que não fui explícito na minha pergunta. Mas, pelo contexto do debate, eu estou focalizado em retirada de imunidades consumados em casos políticos. Os casos que apresentou são pura e simplesmente desvios de comportamento de diplomatas, mas que não tiveram a sua imunidade retirada, excepto no caso new zelandês.
Quanto ao assassinato, a decisão do tribunal de Lisboa é um dado importante para perceber o assunto. Mas, considerar como evidência insofismavel, eu tenho as minhas reservas. Eu tenho as minhas dúvidas enquanto a RENAMO não escrever a sua própria história ou a sua própria narrativa! Esse caso tem muito que se diga, inclusive sobre a própria decisão do tribunal.
Remove
Isalcio Mahanjane Bom dia! 
Vejo que há aqui muita matéria, alguma da qual fundada em processo judicial e outra em "estudos", se a judicial merece outro estudo para a sua avaliação (porque falível) os estudos ainda mais... indo ao caso Evo, não conheço no mundo, perdoem-me a ignorância, um diplomata imune por questões políticas, aliás, tem sido recorrente as constituições salvaguardarem que tal não aconteça... portanto não vejo que a não retirada de imunidade do muito citado moçambicano seja premissa para concluir pela culpabilidade ou envolvimento do mesmo... teremos de ter mais elementos e forjar tantos contraditórios...!
Remove
Joao Cabrita Calton Cadeado, os exempos que apresentei são efecitvamente de casos de levantamento de imunidade diplomática. Um indivíduo, com estatuto de diplomata, que se envolva na organização de um crime, seja de homicídio ou outro, está a desviar-se do comportamento reservado a diplomatas. 

Se o Calton Cadeado tem reservas quanto à decisão do tribunal, que as apresente. E já agora, que nos diga se tem também reservas quanto às investigações conjuntas levadas a cabo pela Polícia Judiciária portuguesa, pela Interpol e pelas autoridades marroquinas que estabeleceram as ligações do governo da Frelimo ao crime político em questão. 

Espero que a narrativa da Renamo, ao contar a sua história, não siga o exemplo da Frelimo, pois apenas contribuiria para branquear a história mediante a distorção da realidade, da manipulação dos factos e da negação da verdade. E é de lamentar que a nova geração da Frelimo, incluindo historiadores, siga as pegadas da velha guarda.
Remove
Isalcio Mahanjane Respeitado Joao Cabrita, essas investigações resultaram num processo judicial?
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane, sim. Os implicados foram condenados em tribunal que decidiu mediante as provas apresentadas. Num caso típico de obstrução à justiça, o Estado moçambicano não levantou a imunidade diplomática de um representante seu em Lisboa, indiciado de ter participado no crime a mando do governo da Frelimo.
Remove
Isalcio Mahanjane Pode conseguir-me tal acórdão? Teria muito gosto de o examinar...
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane, não tenho o acórdão, mas apenas reportagens sobre o caso, incluindo o julgamento. A viúva de Evo Fernandes, Ivette Côrte-Real, está no Facebook e talves possa ajudar, Isalcio Mahanjane.
Remove
Joao Cabrita Reportagem do semanário EXPRESSO (Lisboa 25 Fev 1989 pág. 1)
Remove
Joao Cabrita Reportagem do semanário EXPRESSO (Lisboa 25 Fev 1989, última página)
Remove
Nelson Junior Senhor Joao, Bom Dia, que me perdoe por incomoda-lo em responder e corrigir seus comentarios...eu nao sou nenhum simpatizante da frelimo( por contrario) e nem da renamo, mas adoro de ver a verdade...As seus comentarios demonstram um odio a frelimo( e eh justo que assim seja) mas, no meio desse odio procure saber a verdade...so assim podemos aprender algo....senhor, deve saber que o jornal Expresso estava nas maos de um anti- frelimo...e se recorde, que os jornais nem sempre dizem a verdade( especialmente od jornais portugueses na altura)...Seria tao tao bom pra a sociedade e pra as futuras geracoes para que a verdade saisse pra fora...jamais e jamais vai sair com comentarios deturpados e politizados...bom fim de semana
Remove
José de Matos Nelson Junior , desculpa la, mas para alem de estares a leste deste caso e mostras aqui desconhecimento de factos historicos, , como te atreves a falar de odio seja a quem for ? Estamos a falar de versoes historicas, nao ? Quem era esse Director do Expresso que era anti-Frelimo ? justifica!
Remove
Nelson Junior Senhor,noticias de jornais nem sempre podem ser fontes historicas...caro senhor, eu bem sei do que estou s falar....nao quero entrar em debates politicos e nem filosoficos- limito- me aos factos... na altura o Expresso- era um semanario: saia so nos sabados..e de certa forma, ers um bom jornal...pertencia ao grupo Pinto Balsemao...repare que o sr ou srs tem direito de falar mal da frelimo, mas, nao a responsabilizem de tudo...concentrem- se nos factos e nad fontes nao politizadas..assim poder-se- a saber algo..caso contrario, estamos ou estaremos todos a especular
Remove
José de Matos Nelson Junior , vais responder ao que te questiono ou nao ? Qual o teu criterio para decidires se alguem é anti? discordar de ti, nao ? Quem era o Director do Expresso que esta anti-Frelimo ? Conheces o Expresso e o seu historial ? Cansas, pah!
Remove
Isalcio Mahanjane Tenho de concordar com o Nelson, os jornais são uma fonte de estudo, mas não de conclusão!
Remove
José de Matos Isalcio Mahanjane , eu discordo muito do Nelson, esta a personalizar e a meter muita agia nesta postagem! Se o Expresso especula, tragam outra versao! Simples, nao ?
Remove
Nelson Junior Canso porque vos contradizo com as vossas ditad verdades...sabe qual eh vosso problema?...eh de voces nao terem olhos e ouvidos abertos...e de pensarem que voces e so voces sabem a verdade e os outros devem engolir tudo o que voces dizem: estais enganadissimos: os tempos mudaram..ha tambem africanos que sabem comi voces...boa saude e bom fim de semana
Remove
Nelson Junior Nao trago nenhuma outra versao porque nao sei, mas tambem nao vou inventar...se, quer saber algo sobre a morte do Evo, investigue mais, mas nao especulem
Remove
José de Matos Nelson Junior , voces quem ? Qual o facto que trazes aqui ? Quem és tu para adjectivares outros ? Porque falas em "voces' quando mencionas "africanos'' ?para alem de mostrares igmorancia, nao me digas que queres enveredar por racismo ? Conheces-me de onde ?

Wena, pah!
Remove
Nelson Junior Ficamos por aqui...no more comments!..tenha um bom fim de semana..
Remove
José de Matos Nelson Junior , ffiquemos mesmo, entras no mato se usas o anonimato para o insulto e racismo! Respeito é muito bonito, mesmo na divergencia!
Remove
José de Matos Nelson Junior , a Ivette Côrte-Real esta em Maputo! Sabes quem é ? Investiga, pah!
Remove
Nelson Junior Nao o insultei..e se se sentiu insultado- perdao...
Remove
Nelson Junior Para ser honesto, nao tenho tanto tempo livre pra dedicar- me a assuntos relacionados aos paises do terceiro mundo( sem ofender)..,quanto a senhora Ivette, nunca ouvi falar dela...sera ela a viuva do Evo?..e se assim for, nada posso comentar
Remove
Nelson Junior Repito: se se sentiu magoado-sinceras desculpas...nao eh meu caracter de ferir um outro ser humano...
Remove
José de Matos Nelson Junior , esta tudo bem,. so achei estranho que fales de anti e africanos, que nao tem nada a ver com o tema da postagem! Bom fim de semana!
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, folgo que tenha partilhado, contudo irei ver se o acórdão trás mais elementos...
Remove
Nelson Junior Caros Jose Matos e Joao Cabrita..so pra vos recordar que essa morte do Evo eh mais complexa e suja do que voces imaginam...e jamais jamais a verdade dos factos vai sair: houve muitos indicios de maos estrangeiras( talvez a mocambicana mas nao eh a unica)....
Remove
Calton Cadeado Quem era do Director não é importante para perceber a notícia, José de Matos? Está a dizer que essa observação do Nelson Junior não é importante? Se for isso, meu caro amigo, devo dizer-lhe que está absolutamente errado. Em investigação (policial, judicial, academia ou qualquer outra) todas perguntas são importantes, inclusive aquelas que parecem ilógicas ou insanas!
Remove
Calton Cadeado Mas esse é o exercício que está a ser feito, aqui! Estamos a ter muitas versões. Espero que a pessoa que levantou o debate, neste caso o amigo Eusébio Eusébio A. P. Gwembe, um dia escreva estas narrativas para o benefício do conhecimento e das futuras gerações!
Remove
José de Matos Calton Cadeado , quem era o Director do Expresso que era anti-Frelimo? Nao foi uma pergunta, foi uma afirmaao!
Remove
Calton Cadeado José de Matos, meu caro amigo! Eu não posso responder a essa pergunta, pois não tenho nenhum dado concreto. Mas, posso lhe dizer, com muita certeza, que essa pergunta pode ser muito importante para perceber muita coisa. Vamos as evidências e com toda a frontalidade. Por que é que todas pessoas se preocupam em saber quem é o Director do Jornal Noticias, em Moçambique 🇲🇿? Por que é que que a oposição política lê com desconfiança o jornal Notícias? E, por que é que os que estão na posição/ no governo lêm com desconfiança o CanalMoz? Vamos lá para o estrangeiro. Se conhece a Fox, sabe que que eles têm uma posição claramente pro republicanos. Como este, existem muitos outros casos por todo o mundo. Veja a Rússia Today....
Então, amigo José de Matos, quem dirige um órgão de informação é muito importante. Qual é a posição (anti e pro) é muito importante. Isso é o que o Nelson Júnior está a transmitir e eu concordo plenamente com a "dúvida metódica" e postura crítica que ele está a trazer.
Remove
José de Matos Calton Cadeado , ha diferença entre o Expresso e o Noticias, nao é ? Por exemplo, o Noticias esta ligado ao Partido no poder, o Expresso é independente! Eu penso que conheço im pouco o historial do Expresso, um jornal que se salienta pela imparcialidade e qualidade! Por isso estranho muito essa afirmaçao de que o Director nessa altura era anti-Frelimo! Recordo-me agora que o Augusto de Carvalho, que o meu amigo Calton certamente conhece como uma referencia do jornalismo, esteve ligado ao Expresso!
Dentro da duvida metodica, gostaria de saber quem foi esse Director ?
Remove
Calton Cadeado José de Matos, meu caro amigo. Lamento dizer, mas acho que tem que estudar criticamente o significado INDEPENDENTE. Independente não se resume a governo e não governo. A palavra independente tem muitas nuances. Veja o independente em relação às fontes de financiamento, veja independente em relação aos interesses de grupos. 
Eu conheci o Augusto de Carvalho e trabalhei, algumas poucas vezes com ele. Não quero por em causa a liberdade de pensamento e de expressão dele e o quanto ele lutou, na sua profissão, pela liberdade de Moçambique 🇲🇿. Eu sugiro que leia criticamente o significado da palavra INDEPENDENTE, pois a Fox também diz que é independente, o canal também diz que é independente!!!
Remove
Calton Cadeado Joao Cabrita, ilustre! Eu acho que estamos numa era de muita liberdade de expresso de de pensamento, que eh muito importante para olharmos criticamente a nossa historia. E, nesse contexto, toda a "duvida metódica" eh importante para questionar todas narrativas que, como se sabe, sempre tem um interesse politico. Quanto a decisão judicial, quase todos, aqui, somos apenas consumistas da informação/da decisão. Ninguém estudou todo o processo judicial (aqui tenho as minhas reservas, pois parece que o Joao Cabrita estudou) para fazermos afirmações inquestionáveis. Alias, todo o conhecimento eh susceptível de questionamento. O caro amigo Cabrita conhece as teorias de fuga para frente, conhece o contexto histórico de relacionamento entre Portugal e Moçambique, conhece o contexto de guerra, conhece o contexto de conflito nas relações entre Moçambique e Marrocos. Tudo isso junto, não pode ser ignorado e privilegiarmos a decisão do tribunal de forma acritica.
Remove
Joao Cabrita José de Matos, um pequeno pormenor sobre o semanário EXPRESSO. De facto, foi fundado por Pinto Balsemão, mas tinha como chefe de redacção - e depois director - o Sr. Augusto de Carvalho. De acordo com as declarações de Jorge Costa, ex-director nacional de segurança do Ministério de Segurança-Snasp, Augusto de Carvalho recebeu fundos de Jacinto Veloso para projectar uma imagem positiva do regime da Frelimo. Isto, antes do governo da Frelimo ter mandado assassinar Evo Fernandes. Mais tarde, Augusto de Carvalho aparece ligado ao grupo gestor do semanário «DOMINGO» publicado em Maputo. Desse grupo fazia parte Correia Paulo, ex-funcionário do Ministério de Segurança-SNASP. É por demais conhecida a orientação do «DOMINGO» enquanto Augusto de Carvalho lá esteve: para além da linha editorial que imprimia ao jornal, por ordens do Departamento de Mobilização e Propaganda do Partido Frelimo, ele era responsável pela secção Bula-Bula.
Remove
Calton Cadeado Jose de Matos! Esta a ver o motivo de eu me abster de falar do ilustre Augusto de Carvalho?!
Remove
Joao Cabrita Calton Cadeado, como já aqui disse, não li a decisão so tribunal que julgou os autores do assassinato de Evo Fernandes. Tudo o que sei é através da imprensa portuguesa que cobriu o julgamento e que, obviamante, escutou a sentença do tribunal. Os factos estão claros, os autores identificados, pelo que se afigura ambíguo e desconexo pretender negar a identidade dos mandantes. O simples facto do governo moçambicano ter recusado levantar a imunidade diplomática de um representante seu na embaixada moçambicana em Lisboa, durante a fase de investigação, é indicação clara de que estava envolvido no crime. Não tenho dúvidas que o governo da Frelimo levantaria a imunidade diplomática desse representante oficial se estive inocente. Tão simples como isso.
Remove
José de Matos Calton Cadeado , eu mencionei o Augusto de Carvalho no contexto da alegaçao "anti-Frelimo" de um Director do Expresso, nao faço ideia quem era o Director no altura do julgamento! Sabemos das tendencias do Augusto de Carvalho!
Remove
Joao Cabrita E quanto a provas, Calton Cadeado, estas não tem apenas origem na Polícia Judiciária Portuguesa, na Interpol ou nas autoridades policiais marroquinas. Segundo relata em livro (Dossier Makwakwa: Renamo, Uma Descida ao ao Coração das Trevas, Europress, Lisboa, 2006), Paulo Oliveira, ex-agente do Snasp infiltrado na delegação da Renamo em Lisboa, dias antes do assassinato de Evo Fernandes, ele, Paulo Oliveira, foi solicitado pelo Snasp em Maputo a informar se Evo Fernandes costumava andar armado.
Remove
Calton Cadeado João Cabrita, meu caro! Eu acho um contributo extremamente valioso o seu ao trazer factos, nomes e fontes para o debate. Mas, continuo a dizer que o facto de não ter sido levantada imunidade diplomática não é prova robusta para fazer a conclusão. Em parte alguma, em contexto de guerra fria, de luta anti-apartheid, de guerra, um país se distrai ao nível de tirar imunidade diplomática de seu diplomata. Isso tem muitas implicações políticas que não estão, necessariamente, ligadas a um ou outro caso específico. Geralmente, meu caro amigo, os estados não entregam os seus diplomatas. Os estados preferem ver o seu diplomata declarado persona non grata a ter que sacrificar o seu diplomata, principalmente em casos políticos! Por último, meu caro amigo, é sobejamente conhecida a relação tensa entre Moçambique e Portugal, na altura. Além disso, o Nelson Júnior já colocou, aqui, a relevância de crítica as fontes. Tudo isto, meu caro, é importante para percebermos criticamente a história!
Remove
Joao Cabrita Calton Cadeado, portanto, está a querer dizer que as provas apresentadas ao tribunal em Lisboa são irrelevantes ? provas que apontavam a necessidade de um diplomata moçambicano indiciado de cumplicidade no crime prestar declarações?
Remove
Joao Cabrita Calton Cadeado, segundo a imprensa portuguesa, a captura dos autores do crime mereceu da colaboração não apenas da Interpol e da polícia marroquina, mas também dos serviçoos secretos da França e da Alemanha Federal. Calton Cadeado, que argumento deseja apresentar para menosprezar a contribuição de franceses e alemães na resolução do crime político que você pretende transformar em algo misterioso ?
Remove
Isalcio Mahanjane Descordo desta assunção! Penso que está na nossa memória a guerra fria que se vivia nessa altura e o facto de Portugal não ser inocente no então conflito moçambicano... aliás, a separação e interdependência de poderes só se forja com acentuado rigor depois de 90... vide, por exemplo, que a mesma justiça hábil para concluir pela autoria material do crime, não olvidou esclarecer o caso Camarate... portanto está fonte, útil, não pode ser considerada absoluta...
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane, e o que tem a ver Camarate com o caso Evo Fernandes ? Estes malabarimos que por aqui desfilam, visando branquear um crime político, ajudam a compreender a relutância do FMI em aceitar uma investigação moçambicana do caso dívida oculta.
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, não se trata de malabarismo, mas de expor um sistema que pode não ser fiável, tenho dito que caso julgado não é ciência, é apenas uma garantia... quanto ao FMI, nada a declarar...
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane se não é malabarismo, onde pretende chegar, lançando um manto de dúvida sobre a investigação de um crime político, a condenação dos autores por um tribunal independente, sem que os condenados tivessem recorrido da sentença como a lei portuguesa prevê ? Faz-me lembrar a tentativa em tempos feita de se atribuir à Renamo a autoria de outros crimes políticos - os de M'telela - , atribuição essa feita pelospróprios autores, como depois fizeram no caso Evo Fernandes.
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, meu papel não é, ainda, acusar, é questionar todas variáveis... e não malabarismo...
Remove
Sidonio Pedro João Cabrita, misturar FMI/dividas ocultas com o assunto Evo Fernandes, para contrapor o argumento do Isalcio, não é malabarismo? E já agora, porque não te perguntas o facto de eles não "confiarem" na justiça moçambicana? Não será a experiência/praticas do mestre a sobrepor-se ao aluno amador?
Remove
Joao Cabrita Se desconhece um caso que é do domínio público, Isalcio Mahanjane, não acha que devia primeiro estudá-lo antes de vir aqui montar enredos e cenários visando criar um ambiente de suspeição, ilibando assim os autores de um crime político, ao mesmo tempo que varre para baixo do tapete factos bem conhecidos?
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, não esteja certo que não conheça o assunto em causa... apenas questiono a assunção pragmática da corpo delito... por isso pedi o acórdão... até lá é lícito que questione... acho ser meu direito...
Remove
Joao Cabrita Sidonio Pedro, não estou a misturar - apenas a explicar um mesma conduta que se manifesta em diferentes fases e com os mesmo propósito: a de ilibar malfeitores. Ou será que Sidonio Pedro desconhece os malabarismos tentados pelos autores da fraude sob investigação independente? Se o governo vergou perante a imposição de uma auditoria independente foi por ter reconhecido que a justiça moçambicana não inspirava confiança.
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane então se conhece o caso, defenderia em consciência o mandante, tentando provar a sua inocência em tribunal?
Remove
Isalcio Mahanjane O direito a defesa é fundamental, não é objecto de discussão... por aí não vamos à lado algum... como advogado meu dever é tudo fazer para que as normas sejam correctamente aplicadas...
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane grato pela novidade! Andamos sempre a aprender.
Remove
Isalcio Mahanjane Não há aqui novidade... há apenas uma constatação...
Remove
Joao Cabrita Estamos aqui perante um dos crimes políticos de um regime que se colocou, desde o seu surgimento, acima da lei. Não é altura para se branquear crimes políticos, tentando lançar poeira aos olhos do incautos.
Remove
Isalcio Mahanjane Meus caros, não fique a impressão que de que eu defenda o resultado morte, apenas defendo profundidade na investigação para podermos concluir... chamando atenção para que os factos sejam tratados, mesmo o acórdão... aliás, o que o Eusébio A. P. Gwembe e o Joao Cabrita têm feito é testar factos outrora absolutos... e penso ser-me lícito também testar decisões judiciais... aliás, é fértil a história de sentenças "arranjadas"...
Remove
José de Matos Isalcio Mahanjane , estas a questionar o sistema juridico em Portugal ? Podes dar um exemplo de sentença "arranjada" em crimes cometidos ? A evidencia que temos, arrolada pelo que foi reportado na altura, é que foi um crime politico que envolveu a SNASP! Tens algum indicio que essa versao esta errada ?
Remove
Joao Cabrita «A determinada altura, quando estava no SNASP já havia a combinação dos dois métodos de fazer a guerra. Portanto, enquanto o exército fazia a guerra convencional, o SNASP para além de se dedicar à colecta de informações e à infiltração no seio do inimigo também fazia a contraguerrilha. (...) O SNASP voltou a dedicar-se exclusivamente à tarefa de infiltrar-se nas fileiras da Renamo (...) fazíamos esse trabalho e as informações eram disponibilizadas a quem de direito...» – Mariano Matsinha in «Um Homem, mil exemplos – A Vida e a Luta de Mariano de Araújo Matsinha», Plural Editores, 2012.

Matsinha era ministro da segurança quando se deu o assassinato de Evo Fernandes em Lisboa. O representante do Estado moçambicano em Portugal, que usufruía de imunidade diplomática e que o governo da Frelimo recusou levantar,não obstante ser necessário o seu testemunho num processo de investigação criminal, era funcionário do ministério sob tutela de Matsinha.
Remove
Isalcio Mahanjane Estou sim... é lícito...
Remove
Isalcio Mahanjane Conhece um serviço de inteligência que não se especializa na infiltração? Acha que esse silogismo é bastante para concluir e "condenar"?
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane, de facto todos os serviços de informações (ou de «inteligência») especializam-se nessa área. Pela voz de um antigo ministro da segurança moçambicano, ficámos a saber que o Snasp não foi uma excepção à regra. O que é um dado importante, pois prova que no presente crime, o Snasp admite ter infiltrado a organização cujo membro foi assassinado em Portugal, e os implicados revelaram o envolvimento de um funcionário desse serviço acreditado no país de ocorrência do crime.

Além disso, o Estado a que pertence o dito serviço de «inteligência», num caso flagrante de obstrução à justiça – princípio que o jurista Isalcio Mahanjane parece estar a minimizar – impediu que esse funcionário seu comparecesse perante as autoridades judiciais que investigavam o crime. O que não deixa de ser sintomático.

Quem não deve não teme.
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, é perigoso o silogismo que usa para concluir... quanto a obstrução, quero recordar-lhe que a imunidade não é arrancada, é quebrada por decisão de quem a confere, portanto, tanto pode quebrar, como não... está na sua prerrogativa e não a quebrando, não se pode imputar obstrução...!
Remove
Joao Cabrita Em que ficamos, Isalcio Mahanjane: um indivíduo suspeito de envolvimento na prática de um crime devia ou não prestar declarações no âmbito das investigações? Neste caso, o Estado que não 'arrancou/quebrou' a imunidade diplomática do suspeito, devia ou não tê-lo submetido a interrogatório no país de origem?
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, colocou muito bem a questão... penso que ficou por conduzir um inquérito... resta-me saber se terá Portugal enviado alguma carta rogatória nesse sentido...
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane, parece que não fui claro na forma como lhe coloquei as perguntas. Voltou a perguntar: concorda ou não que um indivíduo suspeito da prática de um crime deve ser interrogado por autoridades competentes, independentemente da imunidades diplomática que possa deter? 

E já agora mais uma pergunta:

O Estado moçambicano, cuja imagem e reputação foram postas publicamente em causa num país estrangeiro, ao ser apontado como estando por detrás do planeamento e execução de um crime, não devia ter feito tudo para limpar essa imagem e essa reputação, acedendo ao pedido de levantamento de imunidade diplomática de um funcionário seu, especialmente por ter sempre defendido a sua inocência ?
Remove
Calton Cadeado João Cabrita, meu caro amigo! A história é algo dinâmica. A história é feita de uma multiplicidade de narrativas...! A narrativa que coloca não é única e nem é imaculada. A narrativa do governo não é única e nem é imaculada. Pegue as duas narrativas criticamente!
Eu estou a defender a necessidade de auto-critica, atenção aos contextos! Conclusões irrefutáveis, eu só conheço nas leis da física...!🤔
Remove
Joao Cabrita Calton Cadeado, concordo consigo sobre as leis da física: antes de começar a ler o livro de Milan Kundera, «A Insustentável Leveza do Ser», a senhora da livraria que me atendeu disse: "Só recomendo a leitura a pessoas com conhecimentos de física". Então eu respondi: Pode vender, pois gostei sempre de física." E depois passei a gostar de narrativa.

Remove
Elton Bila Kkkkkk....
Remove
Nelson Junior Correcao: nao se tenham apercebido
Remove
Chande Chaduli Irmãos esta claro que a dhlakama nunca soube fazer escolhas de seus aliados, reacionário e frustrado, qualquer aliado era válido, independentemente dos objectivos e vantagens que esses aliados quisessem. Esses, vendo a engenuidade do lider da renamo, manipularam no para lutar por nada e para nada. Ora vejamos, hoje o pais vive numa democracia plena, onde a mesma renamo esta representada na assembléia, porque não descutir os assuntos na mesa? Logo conclui se que ainda e uma renamo imatura e manipulada por individuos com pensamentos iguais aos "brancos"ilustradas na foto.
Remove
Joao Cabrita Vendo as coisas sob uma perspectiva de cor, será que os "brancos"ilustradas (sic) na foto terão manipulado o casal que aqui se vê?
Remove
Joao Cabrita Ou será que a manipulação terá partido destes "brancos"ilustradas (sic) na foto?
Remove
José de Matos Samora manipulado por brancos, so pode, nao ?
Remove
Chande Chaduli Nao é questão de cores mas sim do que cada um desses pensava perante a situação.
Remove
Joao Cabrita Chande Chaduli, a questão da cor da pele não foi levantada por si ?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Chande Chaduli, uma vez questionaram Mondlane sobre "de onde recebia apoio, se dos capitalistas, se dos socialistas" e ele responde que recebia de todos desde que o apoio fosse para materializar os seus objectivos. Pode ser que tenha acontecido o mesmo com a Renamo.

Remove
Nelson Junior Senhor, ouviu pessoalmente o Mondlane a dizer isto?...leu de algum jornal ou de desses falabaratos?...senhor senhor, cuidado nas suas conclusoes...Se, algo de positivo do Mondlane foi de ter aceite a proposta do presidente da Tanzania de unificad os partidos: ...O Mondlane nunca nunca nunca nunca pegou numa arma e lutar nas matas..cuidado amigo nas suas afirmacoes
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Nelson Junior nao acha que seria bom pedir a fonte em que tal foi dito? Fontes sobre o que disse Mondlane é o que nao me falta.
Remove
Nelson Junior Boa tarde, com cortesia que nos diga a fonte...mas, tome cuidado com essas fontes...houve sempre a fonte que nos dizia que foi o Chipande que dera o primeiro tiro...e apos tantos anos em silencio, o Gruveta desmentiu a versao do Chipande...seja como for, tem toda razao..sorry!..e que fonte, mano tem?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Quanto a Unidade dos Movimentos, se tiver acesso aos documentos de como tudo começou chegara a conclusao de que nem Mondlane nem Nyerere estiveram la.
Remove
Nelson Junior Entao, expliquei-me mal...o que eu queria dizer de que a unica contribuicao do Mondlane foi de ter aceite o pedido do Nyerere de unificar os movimentos..claro que sei que nessa famosa reuniao em Gana,nao estavam nem o Mondlane e nem o Nyerere...se bem que nao seja o meu " cup of tea" parece que o Marcelino esteve la
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Nao foi Nyerere quem pediu Mondlane para unificar o que ja estava unificado Sr. Nelson Junior. Trattou de uma luta pela hegemonia entre Accra e Dar-es-Saalam. Nesta luta, quando Gwambe se aproxima ao Ghana ha uma conspiraçao que resulta na sua expulsao daquele pais. Como pode ver ai no documento, mesmo Marcelino dos Santos nao estava no começo ate quando Cabral e companhia fizeram-lhe saber que era mais comodo ter a UDENAMO do que a TANU do seu lado. E no proprio dia ele marcou a sua presença (tenho actas do encontro de Ghana com todas as intervençoes). Eles intermediaram para a que Gwambe fosse perdoado. Para a Tanzania, a força forte era MANU, conforme esta carta.
Remove
Nelson Junior Sorry, expressei mal, nao pra unificar mas pra liderar a unificacao
Remove
Nelson Junior Ps!..perdao, as vezes tenho dificuldades de encontrar as palavras e frases correctas em portugues-sorry
Remove
Nelson Junior Mas onde voce traz esses todos papeis?..na biblioteca dai?.,a biblioteca de londres tambem traz algo interessante
Remove
Nelson Junior No bem ou no mal ha que agradecer estes jovens que iniciaram a luta armada..sacrificaram tudo!..e acima de tudo nao eram materialistas e infatuados pelos dinheiros
Remove
Nhecuta Phambany Khossa Nelson, para quem percebe pouco de assuntos militares, importa explicar o seguinte: numa guerra nem todos vão ao combate. Cada um tem o seu papel. Há os que lideram o grupo; há os comandam e por último temos aqueles que vão na frente da batalha. A sincronização destes três factores, determina a vitória. Mondlane estava na liderança.
Remove
Isalcio Mahanjane Vejo que o Nelson se vai desdobrar em desculpas...
Remove
Serafali Amisse Sim pork ele nao eh arrogante
Remove
Chande Chaduli Os frutos de mondlane São visiveis e os da renamo? Caso para dizer que depende dos objectivos que cada um traçou.
Remove
NJ Mula Chande Chaduli, tanto adjetivo e nenhum facto: reacionário, frustrado, ingenuo, imaturo
Remove
Chande Chaduli É cm palavras simples e curtas que a mensagem é compreendida com os demais.
Remove
NJ Mula certamente não é com adjetivos. Dizer que Chande é bonito, não muda muita coisa
Remove
NJ Mula Mas esse é um defeito do Partido Frelimo. Adjetivos
Remove
Chande Chaduli Caro NJ Mula, a frelimo foi e sempre sera objectivo, eis a razão k desfrutais de seus feitos.
Remove
NJ Mula Eu posso estar a desfrutar da Frente de Libertação de Moçambique que lutou para a independencia. Não me revejo no Partido Frelimo, nem em outro partido em Moçambique.
Remove
Chande Chaduli E a sua cidadania, o patriotismo, a historia do seu país até a fase do multipartidarismo nada te comove p que milites num partido y ou z?
Remove
José de Matos Eusébio A. P. Gwembe, exactamente, a Renamo , tal como a Frelimo, recebeu ajuda de quem a podia oferecer, simples!
Remove
Nelson Junior Voces enganam-se ou deturpam a Historia...A Remano nunca nunca nunca nunca tinha sido criado pra o " regime change" mas sim de instabilizar economicamente e politicamente Mocambique....com o andar dos tempos, a Renamo mudou de ideias: fez-se politica...senhores, a renamo tinha sido criada por brancos que odeiavam negros, brancos que respeitavam mais os caes do que os negros..senhores, gostemos ou nao, narremos os factos....como eh que a Africa do Sul, iria ela apoiar um movimento pro-democratico, se a propria porcaria da africa do sul nao era democratica...como?????
Remove
Eusébio A. P. Gwembe O sr. Nelson Junior é que esta a forçar a sua versao para ser real o que pode nao corresponder a verdade. Uma versao antiga esta, quando ainda nao existiam elementos para ligar as peças que deram origem a Renamo. Enfim, é livre de assim pensar
Remove
Nelson Junior Um pequeno pormenor, mas importante: a frelimo mesmo sendo uma organizacao pobre, mandou formar muitos muitos muitos mocambicanos pois tinha um objectivo de um dia diriger o Pais:...e assim foi...a renamo, por sua vez apesar de ter imensos ricos financiadores incluindo a Africa do Sul( o Pais mais rico de toda a Africa) nao formou nenhum quadro= Zero...pois nunca teve o objectivo de diriger o Pais...pelo menos na altura
Remove
Nelson Junior Informe-se e investigue mais...
Remove
Nelson Junior Com todo o meu respeito, sem lhe ofender...o que senhor sabe eh porque leu ou ouviu de alguns- uma coisa eh ler e ouvir e outra eh de ter acompanhado de perto....espero que estejamos claros
Remove
Nelson Junior Carissimo, pode parecer que euseja um pouco duro consigo, mas nao tenho intencoes de o magoar-simplesmente, recordar o sofrimento e a miseria do povo mocambicano durante os 16 anos de guerra civil, doi!...valeu a pena???!!!..nao sei
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Nelson Junior muitas vezes, os que viveram os acontecimentos so foram capazes de ver o que acontecia em seu redor sem nenhuma possibilidade de olhar o todo e fazer-se as necessarias interligaçoes. Sao os historiadores que dao a conhecer as interligaçoes dos factos pois recolhem o que ao mesmo tempo acontecia em Moz, na RAS, nos EUA, nas capitais europeias, etc. O ser protagonista do acontecimento nao é sinonimo da verdade
Remove
Nelson Junior Caro meu, pode ter razao: exemplo concreto eh como o nosso Sergio Veira interpreta os factos historicos da frelimo: a maneira dele...mas, eh uma boa observacao..abracao e bom fim de semana...mas, eu sempre tive e tenho fe no povo Mocambicano...estes politicos actuais, nao existirao mais-e ai,vao aparecer outros tipos de politicos: mais patrioticos e mais humanos: Never give up
Remove
Isalcio Mahanjane Vejo muitas paixões e algum antagonismo nas posições... mas sou forçado a crer que o que se passa hoje é réplica do que se passou antes... com uns a tentar caminhar, com as naturais falhas, algumas evitáveis, e outros com sinais de desejarem parar...
Remove
Eduardo Domingos Eu nao disse o contrario Alvaro Guimaraes, simplesmente nao entendo nada o que certos comentaristas dizem, talvez o meu pobre portugues nao me permite entender grande coisa.
Remove
Alvaro Guimaraes Todos entendemos os seua textos caro Eduardo
Remove
Rosa Almasse Gosto
Remove
Jemusse Abel reading
Remove
Joao Cabrita Debates Parlamentares – Lisboa I

V LEGISLATURA 2.ª SESSÃO LEGISLATIVA (1988-1989)
REUNIÃO PLENÁRIA DE 10 DE MARÇO DE 1989

O Sr. Presidente: - Para formular uma pergunta ao Governo, tem a palavra o Sr. Deputado Narana Coissoró.

O Sr. Narana Coissoró (CDS): - Sr. Presidente, Sr. Ministro da Presidência e da Justiça: Em 11 de Abril de 1988 foi raptado, em Cascais, um cidadão português de nome Evo Camões Fernandes. Passados alguns dias, 6 dias, exactamente no dia 17, este cidadão português foi assassinado nos arredores daquela vila. Passados alguns dias o semanário «O Diabo» levantou imediatamente a suspeita de que não teria sido uma caso vulgar de criminalidade marginal, mas um autêntico acto de terrorismo político.

Isto é, o Estado moçambicano estaria envolvido nesse crime que teria sido perpretado por um comando, digamos assim, desse Estado, tal como agora, por exemplo, o Komeini quer mandar um comando para matar, em nome da razão do Estado teocrático, Salman Rushdie por causa do livro «Versos Satânicos». Esta hipótese foi imediatamente negada e o que se verificou é que actualmente o problema não está no segredo de justiça.

O processo está aberto e os seus termos estão a correr no Tribunal Judicial de Cascais. Já terminou a fase de instrução e já foi deduzida a acusação provisória. Pude verificar, no processo aberto, que o assassino Chagas, que se sabe ser um agente da polícia secreta moçambicana, SNASP, confessa ter cometido o crime a soldo do Governo moçambicano. A Embaixada de Moçambique, em Lisboa, teria prometido mil contos para praticar esse assassinato, porém pagou apenas 995 contos e o homem queixa-se de que ainda tem a receber 5 contos...

Risos.

A sua filha foi levada para Moçambique e violentada por um senhor chamado Generoso - que grande generosidade - por ter feito confissões em Lisboa.
O que se sabe, e é sobre isto que vou perguntar, é que o Chagas acusa o diplomata Rafael Custódio Marques, 3.º Secretário da Embaixada, como autor moral do crime. Teria sido esse o homem que o contratou, vindo do Maputo, que lhe pagou 995 contos, que lhe deu as instruções e forneceu toda a estrutura logística para o crime.
Pergunto, Sr. Ministro: está o Governo disposto a pedir a quebra de imunidade do diplomata Rafael Custódio Marques ao governo do Maputo para que o Ministério Público, através da Polícia Judiciária, o possa interrogar a fim de se obter o completo restabelecimento da verdade? Isto porque a Polícia Judiciária, atendendo exactamente ao privilégio de imunidade, não o interrogou - de anda aí da nossa cidade como se nada tivesse a ver com o caso - e a falta do seu depoimento prejudica o bom andamento do apuramento da verdade
.
O Sr. Presidente: - Para responder, tem a palavra o Sr. Ministro da Presidência e da Justiça.
Remove
Joao Cabrita II
O Sr. Ministro da Presidência e da Justiça (Fernando Nogueira): - Sr. Presidente, Srs. Deputados: Contrariamente ao que afirmou o Sr. Deputado Narana Coissoró, a informação que o Ministério da Justiça dispõe é a de que o processo designado por «Evo Fernandes» ainda se encontra em segredo de justiça, uma vez que ainda não terminou a decisão instrutória.
Em todo o caso, e como se sabe, em casos como este, a Policia Judiciária intervém sempre no processo, na dependência funcional do Ministério Público e também do juiz de instrução criminal, quando há movimentos ou acções processuais que tenham de ser determindados pelo juiz de instrução criminal. Daí que, e enquanto não houver decisão instrutória, há que respeitar o segredo de justiça, não apenas pelas autoridades judiciárias mas por todas as entidades que, de uma forma ou de outra, tenham obtido conhecimento do processo.

O que posso dizer ao Sr. Deputado Narana Coissoró é que o Governo foi solicitado pela Polícia de Investigação Criminal a proceder a diligências diplomáticas junto do reino de Marrocos, no sentido de proporcionar as acções investigatórias que tinham que decorrer naquele país amigo de Portugal. Essas diligências foram feitas com toda a destreza e com todo o empenho do Governo português e posso adiantar que foram coroadas de sucesso.

O Governo português, como todos os governos civilizados, tem normas internas e externas a que deve obediência - deve obediência a essas regras e vai respeitá-las. Porém, gostaria de afirmar peremptoriamente ao Sr. Deputado Narana Coissoró que o Governo português fará tudo o que estiver ao seu alcance para que os culpados sejam condenados pelos comportamentos desviantes e ilícitos praticados em território nacional.

Daí que - e sem fugir à questão que o Sr. Deputado colocou -, de acordo com as regras internacionais, se vier a ser solicitado por uma autoridade judiciária o levantamento da imunidade de quem quer que seja, pertença a que Estado pertencer, por haver indícios no sentido de que há envolvimento em algum facto criminoso praticado em Portugal, o Governo português não deixará de o fazer.

Vozes do PSD: - Muito bem!

O Sr. Presidente: - Para formular pedidos de esclarecimento, tem a palavra o Sr. Deputado Narana Coissoró.

O Sr. Narana Coissoró (CDS): - Sr. Ministro, agradou-me muito ouvir o que V. Ex.ª disse. Porém, gostaria de fazer dois comentários.
O Governo não andou com destreza quando foi o caso de Marrocos. Na verdade, a extradição foi pedida tarde demais. Quando a DINFO e a Polícia de Estrangeiros comunicou a suspeita, o nome e os traços daqueles presumíveis assassinos, o Chagas, o Messias e o Manuel Pinto da Costa, o Governo português não remeteu imediatamente para as fronteiras as fotografias de que dispunha a fim de impedir a fuga destes três indivíduos.

A extradição foi pedida muito mais tarde, como todos nós temos conhecimento, e sabe-se também que foi sob a pressão da visita do Sr. Primeiro-Ministro, que não podia deslocar--se a Marrocos estando lá três implicados num assassinato político, que o governo marroquino cumpriu a extradição pedida por Portugal. Por outro lado, sabe-se que estes indivíduos estiveram durante alguns dias à solta no nosso país.

Apesar de concordarmos com o Sr. Ministro e de o felicitarmos pela resposta que deu no sentido de que tudo fará para quebrar a imunidade diplomática, a verdade é que tal não competirá a V. Ex.ª mas sim ao Governo de Maputo e se ele não a quebrar, então o Sr. Ministro poderá pedir a expulsão do diplomata.

De qualquer modo, a adopção de medidas que a própria Convenção de Viena prevê para os diplomatas será seguida e não poderemos dizer que estamos numa «república das bananas».

Simplesmente, gostaria de dizer ao Sr. Ministro que só sob a pressão da informação pública é que este crime veio, com todo o seu detalhe, a público, quando, na verdade, ele poderia ter sido resolvido há muito tempo, pedindo explicações ao governo moçambicano, que primeiro as negou e agora já não as pode negar. Também é preciso que o Governo faça alguma coisa para que pessoas das famílias dos presumíveis criminosos - como é o caso, por exemplo, da filha de Chagas, embora esteja em território estrangeiro e não seja uma cidadã portuguesa - não sofram as agruras de uma investigação criminal em Portugal. Por isso mesmo - e isto não é nenhuma pergunta mas gostaria que o Sr. Ministro desse alguma explicação sobre este assunto -, para terminar, gostaria de o felicitar pela afirmação de que o Governo não deixará de quebrar a imunidade e, no caso de ser preciso, adoptará todas as medidas necessárias para o apuramento de verdade.
Remove
Joao Cabrita III
O Sr. Presidente: - Para responder, tem a palavra o Sr. Ministro da Presidência e da Justiça.

O Sr. Ministro da Presidência e da Justiça: - Sr. Presidente, Srs. Deputados: Volto a repetir o que disse há pouco, ou seja, o Governo português, em qualquer circunstância e sempre que seja solicitado, por qualquer autoridade judiciaria, o levantamento da imunidade em relação a um cidadão de qualquer país, naturalmente que não deixará de o fazer se esse cidadão estiver fortemente indiciado de ter praticado algum facto criminoso em Portugal. Más, esse comportamento não é para este caso, mas para todos os que possam ter lugar e que tenham este enquadramento.

Sr. Deputado Narana Coissoró, lamento desiludi-lo, mas asseguro-lhe de que o Governo português diligenciou, a tempo e a horas, com toda a destreza e com todo o empenho, para que este caso viesse a ter a solução que está prestes a ser encontrada pelo órgão competente, que é o tribunal.

Naturalmente, não posso revelar aqui circunstâncias e factos que correspondem a outras tantas diligências do Governo português, porque os contactos estabelecidos não o foram apenas em relação à extradição. De resto, houve duas extradições: uma, em relação ao reino de Marrocos e outra em relação à França. Como sabe também, em termos tão delicados como o da extradição, diferentes países têm diferentes velocidades de decisão. Por exemplo, a extradição de Franca foi muitíssimo mais rápida do que a do reino de Marrocos.

O Sr. Deputado Narana Coissoró baseia as suas afirmações no «diz-se, diz-se», em alguma coisa vem nos órgãos de comunicação social. Simplesmente, faço-lhe notar que, neste caso concreto, os órgãos de comunicação social acabaram por revelar, sempre muito mais tarde, as diligências e actos que já haviam sido realizados e que já tinham tido lugar.

O Sr. Narana Coissoró (CDS): - «O Diabo» esteve sempre antes!

O Orador: - Não é verdade, Sr. Deputado. O senhor não tem autoridade para o afirmar, porque não conhece o processo por dentro como eu.

O Sr. Narana Coissoró (CDS): - Aquilo que sabemos!

O Orador: - O senhor sabe por aquilo que se diz e o que se diz nem sempre, nestas circunstâncias, é aquilo que realmente é. Mais: se tudo fosse como o que o Sr. Deputado reclama e exige podia acontecer que não se tivesse chegado a qualquer conclusão, que não tivéssemos chegado ao ponto da investigação a que chegámos, porque há coisas que não se dizem, sob pena de pôr em causa todo o processo de investigação que está em curso e dizê-las antecipadamente pode prejudicar definitivamente uma investigação. Por isso agimos não apenas com destreza mas também sem a leviandade que, aparentemente, o Sr. Deputado gostaria que tivéssemos tido.

Aplausos do PSD.

O Sr. Presidente: - Srs. Deputados, esgotada a nossa agenda de hoje.



Secretários: Exmos. Srs. Reinaldo Alberto Ramos Gomes José Carlos Pinto Basto da Mota Torres Cláudio José dos Santos Percheiro Daniel Abílio Ferreira Bastos
debates.parlamento.pt

Remove
Jemusse Abel este assunto de daith squard parte de muito longe::::
Remove
Joao Cabrita É intercontinental, Jemusse Abel. Se bem me recordo, teve início no Malawi em Novembro de 1974 com o rapto de Uria Simango, continuou em Outubro de 1975 no Quénia com o rapto do Padre Mateus Gwengere. Dizia-se que a operação do Snasp em Portugal visava o rapto de Evo Fernandes. O fim que lhe estava reservado era o mesmo que coube a Simango, Gwengere e tantos outros.
Remove
Jemusse Abel meu avo disse-me que um feiticeiro quando o ee não dica mesmo doente e débil procura espaço de a praticar nem que seja por um segundo...... neste caso nem a idade ode impedi-lo.
Remove
Joao Cabrita Jemusse Abel, parece que houve um atraso no voo da LAM que fazia a carreira Maputo-Lisboa-Paris-Maputo, e a embaixada moçambicana teve receio que a "mala diplomática" poderia ser aberta, pois já havia sido dado o alarme pela família de Evo Fernandes.
Remove
Jemusse Abel são estes crimes que meu grande amigo Eusébio A. P. Gwembe diz que as pessoas foram vitimas de excessos; que de excesso nada ha crueldade sim.
Remove
Aziza Throne Eusebio. É lamentavel que ao fim de 41 anos, nao se transformem. Os G40s sempre estiveram presentes. É lamentavel, que uma pessoa inteligente e cheia de potencial de mostrar a verdade a nova geraçao, se resume a desinformar. E bem cantou o Bob Marley em Redenption song. Emacipate yourself from mental slavery... Vê que diferenças encontras nos posicionamentos de 1988 e G40 presentemente? Nenhuma diferença. Um pouco de criatividade a mentir pelo menos. Já que não conseguem criartividade para produzir.
Remove
Eduardo Domingos Calton Cadeado
Remove
Aziza Throne A88. Lembras te també,m do que disse o Damião Jiosé qdo o Cistac foi morto? Que até havia um branco no grupo. Quer dizer que "mataram-se entre ele". Eusébio reinventa-te. A historia te julgará
Remove
Aziza Throne Continuaçao do editorial de 88
Remove
Eduardo Domingos Depois apareceu um Chanjunja natural de Buzi operacional do SNASP vindo de Portugal cheio de dinheiro a gabar se do sucesso da operaçao. Hospedado no hotel Rovuma ele e sua esposa angolana, passou dias de orgias na feira popular comemorando o feito.
Remove
Joao Cabrita Bom dia, Calton Cadeado. Recorrendo aos seus conhecimentos de física, como explica as semelhanças entre a linha editorial do Notícias em 1988 e o muito que aqui se disse a respeito do mesmo tema? e ainda o facto de menos de uma semana após o assassinato de Evo Fernandes o editorialista - ou o DTIP - asseverar que a morte do membro da Renamo resultara de dissidências internas, sem que as investigações policiais em Lisboa tivessem encerrado?
Remove
Jemusse Abel Consta que não pode haver espaço de fintas perante as barbaridades cometidas pelo regime.
Remove
Joao Cabrita Dados importantes para o jurista Isalcio Mahanjane.
Remove
Jemusse Abel Eusébio A. P. Gwembe como se pode ver o caso teve uma acusaçao final e a matéria arolada deixa de lado toda a margem de duvida sobre os reais executores do crime. Nao acha que é motivo pela qual nao querem sair do poder pra ensombrear estes actos?
Remove
Isalcio Mahanjane Joao Cabrita, li sim excertos da pronúncia, que foi a julgamento. Contudo, continua a faltar o Acórdão. Obrigado pela identificação na partilha.
Remove
Joao Cabrita Isalcio Mahanjane, a decisão do Tribunal de Cascais sobre o «Caso Evo Fernandes» deve estar disponível na Internet. Ou então pedir a juristas em Portugal - também gostava de ler. Pelo que li na imprensa, não se trata de Acórdão, mas de uma sentença do Tribunal de Cascais, pois o caso terá sido julgado por um juiz singular e não por um colectivo de juízes.
Remove
Aziza Throne Mental slavery e ainda pensam e estão convencidos que quem pensa fora da caixa pensa errado. O que essa escravidão mental não previu e nem consegue justificar como e que um movimento de BAs até hoje tem imenso apoio popular e sobreviveu a todas as tentativas de destruição e descontrola vos completamente. Gastaram tanto dinheiro em material de guerra e não ganharam nada desde 2012
Remove
Sidonio Pedro Aziza, estás a pisar outros terrenos. Saberás tu por acaso, da conspiração para destruir a Renamo( existe tal coisa)? Já que te arvoras detentora da verdade absoluta?
Remove
Aziza Throne Eusébio. Se querias mostrar fotos mostravas só. Põe lá fotos de Samora a ir a todos os funerais na URSS antes do Gorbachev ser apontado. Essas sim.... davam para rir pois foi ao funeral de três ou 4 em pouco espaço kkkk
Remove
Lyndo A. Mondlane Nao vais comparar a URSS de breznev, andropov e chernenko com a africa do sul dos botha Aziza Throne....
Remove
Joao Cabrita Ando à procura do nome do embaixador soviético em Budapeste que em 1956 recomendou uma «regime change» na Hungria, o que veio a consumar-se com a penetração de tropas vindas de Moscovo. O Lyndo A. Mondlane podia ajudar ?
Remove
Lyndo A. Mondlane Mas em 1956, nao estava breznev no poder, ...
Remove
Joao Cabrita Lyndo A. Mondlane, perguntei quem era o embaixador da URSS em Budapeste.
Remove
Joao Cabrita Recorrer a Orlando Cristina e Evo Fernandes, ou a Jorge Jardim para explicar os conflitos com que a Frelimo deparou em Moçambique peca por omitir a história completa das dissidência no seio da Frelimo deste 1962. Na realidade, a Frelimo nasceu de uma dissidência - e as dissidências prosseguiram desde então até aos dias de hoje, causando, inevitavelmente, manifestações contrárias fora dos parâmetros da Frelimo. É contraproducente pretender interpretar-se a história de Moçambique recorrendo somente a um dos intervenientes, neste caso Joaquim Chissano. Quando é que os académicos e historiadores moçambicanos se libertam das grilhetas - que pretendem ser corrente - de europeístas e ocidentalistas ?
Remove
Aziza Throne Lyndo A. Mondlane. Porque não comparar? Estavamos na epoca da guerra fria e Samora ou a Frelimo quando mudou e Mudaramm de ideias e foram aos EUA prestar vassalagem pela primeira vez foi muito claro. Não viemos aqui a procura de novos patroes. Quem era o patrao anterior ? Eusébio A. P. Gwembe... As fotos do Samora no funeral dos patroes... Please
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Eduardo Domingos, Chanjunja (Chivaja Joao) de quem fala como tendo-se vangloriado pelo feito, nao era um influente renamista em Portugal?
Remove
Joao Cabrita Agente do Snasp infiltrado na delagação da Renamo em Lisboa.
3 · 11 hrs · EditedRemove
Remove
Mablinga Shikhani Chanjuva Chivaca João. Eusébio A. P. Gwembe, sugiro que releia aquele documento que partilhei consigo para perceber a "corrente portuguesa". Evo Fernandes de facto trabalhou no Notícias da Beira, na altura propriedade de Jorge Jardim, jornal onde trabalhei.

Quanto à morte de Evo rendo-me à evidência, fazia-a antes de Mbuzini. E aceite, por obséquio, este repto: encontrar e publicar a declaração que o MNR devia ler depois do acidente de Mbuzini, e como bónus porque não o fez.
2 · 11 hrs · EditedRemove
Remove
Joao Cabrita Chissano, quando não tinha quem respondesse à amnistia decretada pelo parlamento fantoche em 1987, mandou chamar os peões do Snasp em Lisboa - Chivaca e Paulo Oliveira - que em Maputo deram conferências de imprensa, fazendo o papel de arrependidos.
Remove
Lyndo A. Mondlane A reivindicar a autoria do acidente Mablinga Shikhani....
Remove
Mablinga Shikhani Sim. Esse mesmo Lyndo A. Mondlane
Remove
Eduardo Domingos Era agente da secreta e quando voltou esteve a expensas do snasp no hotel rovuma.
Remove
Lyndo A. Mondlane A africa do sul de botha era um regime incuso condenado por varias reaoluçoea da ONU, era um pais instittucionalmente racista.. nao è o mesmo Aziza Throne....
Remove
Aziza Throne Eusebio... Achas que a citaçao de Chissano é suficente para classificar historicamente a Renamo? Vcs se esquecem -se que regimes comunistas e ditatoriais mataram mais o seu povo do que guerras externas. Olha o Stalin da Uniao sovietica, Qtos milhoes matou em sua capitania? A china de Mau ? Frelimo qtos.? ora
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Aziza, a sobrevivência do movimento foi, em parte, graças aos seus patrões estrangeiros. Não haja dúvidas. Ca dentro, a carta dos antigos combatentes foi crucial para que o movimento não fosse esmagado. Porque, na verdade, somos irmãos. Quanto ao conflito iniciado em 2012 e do porque o mesmo não foi vencido, já falamos la naquele grupo e mana conhece o meu posicionamento, desde o começo.
1 · 11 hrs · EditedRemove
Remove
Joao Cabrita A carta dos antigos combatentes foi crucial para que o movimento não fosse esmagado, Eusébio A. P. Gwembe? Estamos a ler a história ao contrário - ou faltam páginas no seu livro? A seguir à carta (Out 86), vieram mais zimbabweanos e o SAS herdado de Smith, depois os tanzanianos das TPDF - e não vieram em viagem de recreio. E o que dizer da intervenção britânica (BMATT) ?
1 · 11 hrs · EditedRemove
Remove
Lyndo A. Mondlane 2019???? Eusébio A. P. Gwembe, pode parar de falar em morse,???para que os leigos como eu. Te possamos seguir....Kkkkkkk
Remove
Eusébio A. P. Gwembe 2012, quis dizer, Lyndo A. Mondlane. hehehehe, Aziza me faz tremer os dedos. por vezes.
Remove
Aziza Throne 2019? Ora eusébio. Causa me muita estranheza o facto de nao se ter "esmagado tal movimento" e causa me estranheza q ainda negociem "2, 3 e 4 X com o mesmo bandido" O dolar recuperou um bocado .. Reparaste ? Nao foi só o trabalho do Xerife. Os antigos combatntes ..???
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Joao Cabrita, sem falar do fim da URSS e do próprio Apartheid, a carta de antigos combatentes (na verdade de alguns camaradas) mostra uma grande corrente de dentro a qual não aposta na via armada. E isso terá influenciado sobremaneira para a busca de alternativas. A linha dura, a que preferia falar com o dono do cão, ficou fragilizada porque o tapete já estava sendo puxado. E foi perdendo o protagonismo. Ate que em 1990, veio a boa nova “Informei o Presidente Bush da decisão do meu Governo de entrar em negociações directas com a Renamo para pôr termo ao sofrimento do nosso povo. O meu governo está pronto para iniciar o diálogo a qualquer altura. Se não estivéssemos ocupados com a independência da Namíbia poderia dizer que estamos prontos agora mesmo” Chissano. Tempo, 25.03.1990. Aziza, o que esta acontecendo agora so da razao a esta maxima salvifica "nao se negoceia duas vezes com o mesmo bandido". O USD recupera porque estamos FIRMES, ultrapassamos os prazos que eles tinham arquitectado para o nosso fim.
Remove
Joao Cabrita Apesar da carta defender o diálogo - e outras coisas - , o certo é que de 1986 a 1989 foram quase 3 anos de tentativa de solução militar do conflito. E mesmo quando Chissano informou Bush - depois de ficar de mãos livres com a questão da Namíbia... (ridículo, simplesmente, se considerarmos que este caso foi solucionado em Genebra por russos, americanos, cubanos, sul-africanos e angolanos) - ele apostava numa solução militar: tentou abater o avião que transportava a delegação da Renamo que seguia para Nairobi. O mesmo estilo repete-se nas Palmeiras em Out de 2015. Gente muito séria, Eusébio A. P. Gwembe!
2 · 11 hrs · EditedRemove
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Joao Cabrita Nessas questoes militares, sempre ha aqueles que desobedecem ao chefe, Joao Cabrita. Abater voo da delegacao da Renamo nao seria do interesse de Chissano mas daquelas forças que tinham pedido mais dinheiro, em 1987, quando Chissano questionou o que era preciso para acabar com a guerra. Aqueles que nao se beneficiariam com a paz.
Remove
José de Matos Eusébio A. P. Gwembe , a ala radical da Frelimo, nao é ? O padrao é sempre o mesmo, eliminar adversarios e dificultar a Paz! Os esquadroes da morte sao do interesse de quem ?
Remove
Eusébio A. P. Gwembe Eu falei de um lado, mas tambem poderia falar do outro lado, José de Matos. Lembre-se que enquanto se negoceiava a paz em Roma a Renamo atacava Limpopo. As alas duras estao nos dois lados.
Remove
Joao Cabrita Eusébio A. P. Gwembe, não vou nessa de desobediências. O regime é o mesmo e não mudou - que quer o poder eterno, a angolanização de Moçambique. Assim tem sido propalado por figuras de proa, e filtrado de forma supostamente intelectual por académicos.
Remove
José de Matos Eusébio A. P. Gwembe , sem cessar-fogo a luta continuava, obvio, foi assim tambem quando a Frelimo negociava a independencia com Portugal! Mas esse padrao de alguns da Frelimo em sabotar a Paz era demasiado evidente, fazia parte do plano de savimbizaao do conflito!
Remove
Eusébio A. P. Gwembe José de Matos, como pode ver, telhados de vidro estao bem visiveis. Portanto, os desobedientes do outro lado agiram no mesmo espirito de que nao havia um cessar fogo que lhes obrigasse e qualquer aviaozito em seu espaço poderia ser/constituir uma ameaça. Legitima defesa, Joao Cabrita
Remove
Joao Cabrita Desobedientes? Quando Chissano foi à Royal Military Academy de Sandhurst desobedecia a quem, Eusébio A. P. Gwembe ?
Remove
Lyndo A. Mondlane Ai se emcontraram 2 negligentes, o governo que nao tem capacidade de nada e a renamo tambem.q nao tem capacidade de nada.... um bom exercito e moralizado ppdia soluciobar a renamo actual, nao aquela dos anos 80 que era um berdadeiro exercito paralelo
1 · 11 hrs · EditedRemove
Remove
Alvaro Guimaraes Ambos sao dotados de competencia provada a reprimir Lindo. Agora eh verdade queo periodo mais violento dezta guerra foi entre 1987 - 1991. Neste periodo valeu tudo.
Remove
Joao Cabrita Negligentes? Fala quem nunca andou na guerra, ou da guerra tem um noção televisiva. As FPLM eram uma força convencional, crida em pouco tempo a seguir à independência, sem experiência, e chamada a envolver-se em sucessivas guerras com países vizinhos, e depois teve de enfrentar uma guerrilha interna. Lyndo A. Mondlane deve é chamar de negligente aos políticos que pretenderam ser revolucionários internacionalistas sem capacidade, nem meios para tal. Mais do que negligentes: irresponsáveis.
Remove
Lyndo A. Mondlane Esta claro q sem o dinheiro sul africano aquela guerra nao tinha pernas para andar.. malawi nao tinha dinheiro...
Remove
Hassane Abechande Alguém deste grupo pode disponibilizar o livro do Paulo Oliveira?






1 comentário:

Anónimo disse...

Estão atrapalhados ao verem que a renamo está a ter sucesso na sua luta pela democracia e criação de regiões autónomas? Quase todo o povo moçambicano está com a Renamo. Todos nós vimos isto quando o Presidente Afonso fazia comícios que envergonhavam a frelimo.A Frelimo é belicista. Tudo quer resolver por meio de armas. Em moçambique não existe inimigos, existem sim compatriotas. Mas a Frelimo usa armas para irmãos matar irmãos.A Frelimo Está a nos destruir , A RENAMO é que está nos a salvar.Doa a quem doer a hegemonia de puder da Frelimo já acabou.

Gadget

Este conteúdo ainda não se encontra disponível em ligações encriptadas.