quinta-feira, 16 de março de 2017

“Canal de Moçambique”: as patifarias de um pasquim da quinta categoria!


Eu, Nini Satar, não sou contra o jornal “Canal de Moçambique”. Desengane-se quem assim pensava. Sou à favor de um jornalismo responsável, porque a função primordial deste que é apelidado de quarto poder, é formar e informar. Nunca vi isso no “Canal de Moçambique”. E isto encontra aconchego porque estamos num país onde o índice de analfabetismo é assustador. Ou seja, muitos, em Moçambique, não lêem o jornal; o jornal é que lhes lê.
Não sei quantas vezes escrevi para o Conselho Superior da Comunicação Social, na pessoa do senhor Tomás Vieira Mário, a me queixar contra o “Canal de Moçambique”. Difamava-me a seu bel-prazer. Ou seja, mentia sem nenhum escrúpulo, e o senhor Tomás Vieira Mário, que dirige o órgão regulador, nunca mugiu nem tugiu. Lia as minhas comunicações e engavetava-as. Até parece que o “Canal de Moçambique” paga-lhe alguma coisa das parcas receitas que o jornal produz.
É verdade que o país tem os seus problemas, mas isso não pressupõe que a imprensa seja uma selvajaria. Todas às quartas-feiras que o “Canal de Moçambique” sai à rua, é como se tivessem soltado um elefante numa loja de porcelanas. Parte tudo descaradamente.
Vejamos o que disse o “Canal de Moçambique” ontem. Em parangonas escreve assim: “O palmaço de Celso Correia e Vitória Diogo no INSS” “54 milhões”. Ainda na capa escreve o seguinte: “O INSS continua saco azul. Sem concurso público, a instituição drenou nas contas da 'Inter Auto', do grupo 'Insitec', de Celso Correia, 54.346000 milhões de meticais por 21 viaturas, numa modalidade que decidiram chamar memorando'. Para aumentar as margens de ganho, os preços das viaturas foram inflacionados.”
O que está em causa aqui não é se tal falcatrua aconteceu ou não. Isso talvez virá para segundas núpcias. A questão é o jornal ter colocado a foto do ministro Celso Correia e ter dito que a empresa “Inter Auto” pertence ao grupo “Insitec”, de Celso Correia. Isto não é verdade. É mentira grosseira. Não estou aqui para defender Celso Correia. Até nem somos amigos. Estou para defender o leitor deste jornal que semanalmente é entulhado com mentiras, sensacionalismo barato e muitas outras coisas medíocres que a língua portuguesa não comporta. Em um país sério, este jornal já devia ter deixado de circular. É uma lixeira autêntica onde se mistura alho com bugalho.
Há um Boletim da República (BR), de 31 de Março de 2004. Ele fala da constituição da empresa “InterAuto” e sobre quem são os proprietários. A empresa, segundo o mesmo BR, foi registada no Quarto Cartório Notarial de Maputo, por Jaime Bulande Guta, mestrado em ciências jurídicas e notário do referido cartório. São os seus proprietários: Abdul Majid Ibrahimo, Gulamhussen Ibraimo, Mohamed Bassir e Luís Filipe Pereira Rocha Brito. Estes senhores constituíram uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada.
Não vi, no respectivo BR, o nome de Celso Correia nem do grupo “Insitec”. Portanto, o que o “Canal de Moçambique” publicou é uma fofoca. E das baratas. Eu, Nini Satar, não sou jornalista, mas em pouco tempo fui buscar o BR e constatei a quem pertencia a “InterAuto”. Por quê o Matias Guente e a sua turma não fizeram o mesmo? O que custava ir comprar o BR na Imprensa Nacional? Jornalismo e ser sapateiro é diferente. E mesmo se o “Canal de Moçambique” fosse uma sapataria, seria das piores. Das não recomendáveis, com aprendizes aldrabões. É uma vergonha para a classe!!!!
Aliás, não vou transcrevê-lo na íntegra, o comunicado do INSS diz que houve concurso público para adjudicação. E o anúncio foi publicado no jornal “Notícias” do dia 7 de Dezembro de 2016. O visto do Tribunal Administrativo foi aposto no dia 29 de Dezembro de 2016 e o respectivo processo teve o número 2016/4682/Contrato. O valor da adjudicação foi pago igualmente ao fornecedor depois do visto do Tribunal Administrativo.
Onde é que o “Canal de Moçambique” foi buscar tanta baboseira junta? Isto mancha-nos, como um país. Já imaginaram se a cada difamação o jornal merecesse um processo no tribunal? Há muito que teria deixado de existir. Tenho dúvidas de que o Fernando Veloso tenha dinheiro para pagar. Nem consegue pagar aos seus sapateiros o Matias Guetente e companhia.
Por outro lado, começo a ter certeza de que o Fernando Veloso deve estar senil. Não tenho outra escolha. Como é que larga um jornal com sapateiros e fica em Portugal a fazer sei lá o quê? Ele precisa de um médico. É urgente. E Lisboa tem alguns hospitais gratuitos. Pode lá ir para a consulta. Quanto ao Matias Guente e companhia, ai vai o meu recado: vocês são uma vergonha, uma escória, para a classe dos jornalistas. Aprendam a ser pedreiros, quem sabe até chegam ao nível de mestre!
Nini Satar
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Bom...tem o ângulo do jornalismo e dos seus princípios básicos...hoje rasgados levianamente...não, não é grotescamente...o contraditório que se lixe...como no jornalixo das redes socias...mas no caso do Celso Correia, o Canal tem no como alvo privilegiado de seu escrutínio, só que a obsessão tende a derrotar o rigor...
Depois há tambem a hipótese contra ataque dos atingidos pela Tronco...e igualmente a marcha espinhosa até o Congresso da Frelimo. A luta pelo poder é ferrenha nestas gerações de causas dúbias e Celso anda na berlinda. Contexto suficiente para o jornalismo estar de olhos bem abertos. Sobre as Inter Autos bastava um estagiário consultar a base de dados da Pandora Box....mas a obsessão manda...se soubessem quem é que está por detrás da Inter Auto da Ford, teriam melhor "cacha" e...capa.
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Comentários
Féling Capela
Féling Capela Estou farto dos nossos MERCENÁRIOS na nossa comunição social !!! Estão destruir o pouco que nos resta como país!!!
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Féling Capela
Féling Capela Egido, vai carregar o celular. risos...
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Spirou Maltese
Spirou Maltese Yuu kkkk
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Jasmin Rodrigues
Jasmin Rodrigues A pressa foi tanta em querer esclarecer.....kkkk
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Leandro Paul
Leandro Paul Nesta reportagem houve, de facto, muita precipitação para que a capa fosse aquela. Aliás acredito que a capa e o conteúdo já estivessem prontos, quando a INSS foi contactado, faltando uma hora e meia para o fecho da edição (às 10.30h para o fecho às 12.00h). Neste tempo recorde, a resposta foi dada e como esta contrariava o conteúdo da notícia já preparada, preferiram ignorá-la, sob pretexto de ser fora de prazo (estamos falar de um minuto de atraso... após a hora combinada). Resultado: está a agora o INSS a publicar nas redes sociais, no facebook, em jornais diários e semanários a verdade dos factos. Era escusado este exercício precipitado de escamotear a verdade. Quem fica a perder é a credibilidade do Canal de Moçambique em particular e a Imprensa moçambicana no geral.
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Lenon Arnaldo
Lenon Arnaldo Perde credibilidade quem o tem - o que não é caso do Canal de Moçambique.
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Spirou Maltese
Spirou Maltese Kkkkkkk Ilustre não é a morte duma andorinha que vai "matar o inverno"
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Sidonio Pedro
Sidonio Pedro Primavera
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Jose Eduardo
Jose Eduardo Matar o inverno com aspas prova que o autor nao está dispistado. Humor mesmo em casos destes precisa-se.
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Luís Loforte
Luís Loforte Antes de publicar a notícia, o que custava ao "Canal" dirigir-se à INSITEC para que esta pudesse exercer o consagrado direito ao contraditório? E isto deixa-me triste porque, tanto quanto eu saiba, o editor do semanário é de uma boa escola do nosso jornalismo. Ou agora é o vale tudo para abater quem quer que apareça pela frente?
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Júlio Mutisse
Júlio Mutisse O Hermes dá uma boa base de dados sobre as empresas e seus donos. Sendo uma LIMITADA então é mais fácil
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Luís Loforte
Luís Loforte É exactamente isso, Leandro Paul: perdem os jornalistas, mas ganham os que, verdadeiramente, delapidam o erário público!
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Leandro Paul
Leandro Paul Comunicado do INSS: 
O semanário “Canal de Moçambique” publicou na sua edição de 15 de Março de 2017 (nº868), na capa e nas páginas 2 e 4, uma extensa reportagem a respeito da aquisição de 21 viaturas, por parte do INSS (Instituto Nacional de Segurança
 Social), sobre a qual importa dar a conhecer a verdadeira versão dos factos:
1. Em Setembro de 2016, em conformidade com o Plano e Orçamento do INSS, esta instituição decidiu adquirir viaturas 4x4 para alocar aos Serviços de Cobrança de Dívida ao nível das províncias, para além de viaturas ligeiras para os diversos níveis de direcção para afectação nos termos do Decreto n.º 17/2014, de 6 de Maio.
2. Nesta sequência, o INSS procedeu ao “procurement” junto aos fornecedores, entre os quais os representantes da Toyota e Ford, com existência legal no País e que fossem capazes de garantir a manutenção e assistência técnica ao nível das províncias para onde as viaturas seriam alocadas.
3. A Toyota, no dia 2 de Outubro de 2016, informou ao INSS que não tinha disponível as viaturas solicitadas e que não tinham nenhuma previsão da sua entrega.
4. Nesta conformidade, e por via do concurso nº 048/INSS/2016, foi adjudicado, por ajuste directo, e com fundamento na alínea a) do Art. 94, do Decreto 5/2016, de 8 de Março (Regulamento de Contratação de Empreitada de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços ao Estado) ao fornecedor representante da Ford, a “Inter Auto”.
5. Para o INSS, a “Inter Auto” apresentou todos os documentos de qualificação jurídica e técnica para participar em concursos públicos, para fornecimento de bens e prestação de serviços ao Estado, nada se tendo constatado que obstasse à adjudicação a esta empresa.
6. O anúncio desta adjudicação foi divulgado, no jornal “Notícias” no dia 7 de Dezembro de 2016, não tendo havido qualquer reclamação nos prazos legais.
7. O visto do Tribunal Administrativo foi aposto no dia 29 de Dezembro de 2016, e o respectivo processo teve o número 2016/4682/Contrato.
8. O valor da adjudicação foi pago igualmente ao fornecedor depois do visto do Tribunal Administrativo.
9. Nesta conformidade, o processo observou todas as formalidades de “procurement”.
10. Assim sendo, não constitui verdade o teor da reportagem do “Canal de Moçambique”, devido ao facto de este semanário ter omitido informações importantes desta aquisição, pelo que o INSS se vê na obrigação de esclarecer a verdade dos factos ao público e, em especial, aos Contribuintes e Beneficiários do Sistema de Segurança Social.
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Rafael Ricardo Dias Machalela
Rafael Ricardo Dias Machalela Foram apenas atrás da Ford e Toyota? E o Mazda? Mitsubishi? Isuzu? VW (AMAROK)?
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Leandro Paul
Leandro Paul Caro Rafael Ricardo Dias Machalela leia bem o comunicado (ponto 2).
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Jorge Matine
Jorge Matine Este comunicado tem muitos furos.
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Leandro Paul
Leandro Paul O que dizer furos?
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Jorge Matine
Jorge Matine Tem muita inconsistência.
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Leandro Paul
Leandro Paul Obrigado Jorge Matine. Podes dar uma proposta sobre como farias tu o comunicado, para haver consistência?
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Gomes Foloma
Gomes Foloma Achei interessante o comunicado de imprensa, por favor Leandro Paul podes postar as evidencias (copia do anuncio no jornal noticias...) para silenciar os que ainda tem duvida da verdade?
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Leandro Paul
Leandro Paul Concerteza Gomes Foloma:

A verdade dos factos sobre a aquisição de viaturas pelo INSS


O semanário “Canal de Moçambique” publicou na sua edição de 15 de Março de 2017 (nº868), na capa e nas páginas 2 e 4, uma extensa reportagem a respeito da aquisição de 21 viaturas, por parte do INSS (Instituto Nacional de Segurança Social), sobre a qual importa dar a conhecer a verdadeira versão dos factos:
1. Em Setembro de 2016, em conformidade com o Plano e Orçamento do INSS, esta instituição decidiu adquirir viaturas 4x4 para alocar aos Serviços de Cobrança de Dívida ao nível das províncias, para além de viaturas ligeiras para os diversos níveis de direcção para afectação nos termos do Decreto n.º 17/2014, de 6 de Maio.
2. Nesta sequência, o INSS procedeu ao “procurement” junto aos fornecedores, entre os quais os representantes da Toyota e Ford, com existência legal no País e que fossem capazes de garantir a manutenção e assistência técnica ao nível das províncias para onde as viaturas seriam alocadas.
3. A Toyota, no dia 2 de Outubro de 2016, informou ao INSS que não tinha disponível as viaturas solicitadas e que não tinham nenhuma previsão da sua entrega.
4. Nesta conformidade, e por via do concurso nº 048/INSS/2016, foi adjudicado, por ajuste directo, e com fundamento na alínea a) do Art. 94, do Decreto 5/2016, de 8 de Março (Regulamento de Contratação de Empreitada de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços ao Estado) ao fornecedor representante da Ford, a “Inter Auto”.
5. Para o INSS, a “Inter Auto” apresentou todos os documentos de qualificação jurídica e técnica para participar em concursos públicos, para fornecimento de bens e prestação de serviços ao Estado, nada se tendo constatado que obstasse à adjudicação a esta empresa.
6. O anúncio desta adjudicação foi divulgado, no jornal “Notícias” no dia 7 de Dezembro de 2016, não tendo havido qualquer reclamação nos prazos legais.
7. O visto do Tribunal Administrativo foi aposto no dia 29 de Dezembro de 2016, e o respectivo processo teve o número 2016/4682/Contrato.
8. O valor da adjudicação foi pago igualmente ao fornecedor depois do visto do Tribunal Administrativo.
9. Nesta conformidade, o processo observou todas as formalidades de “procurement”.
10. Assim sendo, não constitui verdade o teor da reportagem do “Canal de Moçambique”, devido ao facto de este semanário ter omitido informações importantes desta aquisição, pelo que o INSS se vê na obrigação de esclarecer a verdade dos factos ao público e, em especial, aos Contribuintes e Beneficiários do Sistema de Segurança Social.
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Jorge Matine
Jorge Matine Leandro Paul isso não vou fazer, gente que ganhou dinheiro dando assessoria juridica e comunicacional, não sou eu que vou fazer isso para interesse privado e não publico.
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Leandro Paul
Leandro Paul Concordo. Eu no teu lugar também não faria. Então estamos falados sobre este assunto.
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Gomes Foloma
Gomes Foloma Leandro Paul aconselhe as pessoas para lerem o jornal noticias de hoje, pagina 8, tem esclarecimentos e provas do que defendes
Leandro Paul
Leandro Paul O que está no Noticias, O País e noutros jornais é esse comunicado que está aí acima.
Gomes Foloma
Gomes Foloma Pelomenos tem copias das provas dos factos
Leandro Paul
Leandro Paul É verdade. No jornal Noticias e no País estão lá as cópias do Visto do Tribunal Administrativo e do anúncio publicado no Noticias nessa altura ao qual ninguém contestou nos prazos legais. Por isso, não faz sentido se afirmar que não se procedeu às formalidades do "procurement".
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Gomes Foloma
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Jose Cossa
Jose Cossa Tazaver ne! ainda bem
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Adelino Branquinho
Adelino Branquinho O que leio e vejo, fico a pensar, se nao existira uma forma oculta de fazer jornalismo. Sim! porque passa-se alguma coisa com alguem, ou alguma instituicao, os mideas, sabem que existe um resquicio, mas nao sabem as suas proveniencias, e dai, pumba! por isso, penso: Nao sera uma tecnica de fazer alguem tornar publico, a origem do fumo? ou seja; da verdade dos factos ao publico.
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Luís Loforte
Luís Loforte Ao menos que seja um fumo que nos leve à fonte do ...fogo!
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Lenon Arnaldo
Lenon Arnaldo Canalha de Moçambique. Não entendo qual é a relação entre Canalha de Moçambique, CIP e Jornal a Verdade. Porquê:

A falsa notícia (furo jornalístico) foi lançado nas redes sociais por um colaborador do CIP 6 feira, prometendo mais desenvolvimento breve
mente. Por sinal, foi na edição de hoje do Canalha de Moçambique. Coincidência nem

Não é primeira vez que vejo esse triângulo a funcionar "bem". Quem está ao serviço de quem?
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Sergio Baloi Sergio
Sergio Baloi Sergio Quem este colaboradore do cip?
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Rafael Ricardo Dias Machalela
Rafael Ricardo Dias Machalela Qual é o interesse nisso? São instituições privadas que funcionam sem nenhum prejuízo ao público.
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Lenon Arnaldo
Lenon Arnaldo Bwakwakwakwakwa
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Lenon Arnaldo
Lenon Arnaldo Com que então trocam correspondências até as "confidências"
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Rafael Ricardo Dias Machalela
Rafael Ricardo Dias Machalela Lenon, isso é de interesse teu? Jura?
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Sergio Baloi Sergio
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Abdul Gafar Meque
Abdul Gafar Meque Já vi, nem sabia dessa de 54milhoes
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Macandja Felix
Macandja Felix Interessante!!!
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Shafee Sidat
Shafee Sidat Realmente ainda é o kuxakanema de um filme que se estreia em setembro, documentário esse cheio de encomendas jornalísticas e textos de WhatsApp , atentando contra a imagem e reputação de pessoas.
Pior ainda é que os produtores desses documentários não tem rosto, são pessoas covardes... se esquecem que Deus existe e fará justiça.
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Chande Puna
Chande Puna E no final ninguem quer falar sobre a delapidacao do erario publico
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Rafael Ricardo Dias Machalela
Rafael Ricardo Dias Machalela O mais importante.
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Chande Puna
Chande Puna Exactamente

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