quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

TENHO TRÊS OPINIÕES DIFERENTES SOBRE O BOWA (EM MINHA LÍNGUA SENA) OU TSEKE

Egidio Vaz

Mas antes devo dizer que grande parte do que hoje constitui alimentos básicos dos moçambicanos, seja do campo ou cidade, é resultado da cultura Inca e Asteca, da América do Sul; MILHO, MAPIRA, BATATA, MANDIOCA, TRIGO (médio oriente), Arroz (sudeste da Ásia) etc., incluindo a própria BOWA (ou TSEKE), que também ocorre na América latina e domesticada antes pelos INCAS e só depois pelos africanos. O TSEKE é considerado pelos nutricionistas como “superfood”, ou seja, superalimento, dadas as suas propriedades nutritivas. Ou seja, o que temos como “natural” é produto que vem de fora, resultado das trocas comerciais entre africanos e outros povos e, principalmente, com o advento da colonização da África. Até a CABRA (Irão), o PORCO (Grécia, Turquia e depois Egipto), a VACA e a GALINHA, são essencialmente espécies não-africanas. Regra geral, considere essas plantas e animais domesticados entre 7000 a 2.5 mil anos antes de cristo. Grosso-modo, o povoamento da África subsaariana acontece no primeiro milénio antes de Cristo. E em Moçambique a partir do ano 300.AC. O argumento que quero aqui construir é o seguinte: não existe nenhum mal em o governo pensar em massificar culturas de fácil reprodução e ao mesmo tempo de alto valor nutritivo. Outras nações africanas já a adotaram como cultura principal e possui estratégias similares. Moçambique está atrasado 15-20 anos em relação a este aspecto: Nigéria, Kenya, Tanzânia, Uganda, Rwanda, Malawi entre outros, já possuem estratégias de produção e massificação desta planta e ela já faz parte da DIETA ALIMENTAR OBRIGATÓRIA inscrita até nos manuais da escola primária! A África do Sul é o maior produtor da semente desta planta.

Quando um governo ou estado decide massificar o cultivo de uma planta não está a dizer que todos passaremos a comê-la forçosamente. Não. Está tão simplesmente a colocar à disposição mais uma opção alimentar, de resto de simples cultivo e alto valor nutritivo para quem quiser. E esta planta diga-se, quando já estiver disponível e amplamente conhecida, pode já fazer parte da receita nutricional, tal como a moringa o é, apesar de também não possuir um plano de produção e massificação.

Ora, eu apenas rogo que desta vez as coisas deiam certo. É que o ministério de tutela não acerta em nada. Até suspeito que Pacheco e seus colegas tenham decidido pela planta por ser tão óbvio. Esperteza de um velho dirigente. Daqui a duas semanas vai nos dizer que a produção do Tseke subiu de tantas toneladas para tantas toneladas, só para encantar o chefe e enganar-nos a todos nós. Jatropha e outras culturas falharam nas mãos dos mesmos. Desta vez, sou São-tomense: esperar para VER. O terceiro comentário é que, a não ser que esta campanha seja coadjuvada pelo MISAU e MITADER, o plano não passará de uma letra morta? Porquê? Porque o grande problema aqui será essencialmente do conhecimento, da motivação e do engajamento dos cidadãos no seu cultivo. Se as populações não forem capazes de conhecer o valor da planta para a sua saúde e o eventual valor comercial, está tudo perdido.

Lyndo A. Mondlane



sabem.. ate que o tal tseke, nao seria problema em condições em que tanto os cidadãos assim como o estado sao conscientes do país onde vivem...... mas como sempre andamos com delirios de grandeza, vivemos durante muito tempo por encima das nossas possibilidades (o estado e os súbditos..todos no mesmo saco), e estamos ainda recém chegados do estado da nação bom, da economía robusta, das festas colectivas e embriaguez pagadas por alemaes, franceses e companhia..e derepente pahh..temos que cultivar tseke.. o tseke sempre esteve ai, incluso durante a economia robusta.. é importante que se seja consciente do estado real de cada um, (da nação tambem) para nao se cair-mos em ridículos como estes

GOVERNO ACONSELHA A PRODUÇÃO E CONSUMO DO TSEKE EM MOÇAMBIQUE
Desde de 1975, as Políticas Agrárias em Moçambique tê sido inconsistentes, ou seja, os não têm alcançado os resultados desejados no sentido de garantir a produção e produtividade para abastecer o mercado nacional. Os estudos de João Mosca sobre as políticas agrárias documentam esta situação.
A Constituição da República de Moçambique de 2004, no artigo 103 considera que a agricultura é a base do desenvolvimento nacional e o Estado garante e promove o desenvolvimento rural para a satisfação crescente e multiforme das necessidades do povo e o progresso económico e social do país.
Apesar de termos uma base constitucional que dá primazia o sector agrícola, o investimento público e privado não tem conseguido tornar o país sustentável do ponto de vista de produção de alimentos, por isso, continuamos a importar hortaliças da África do Sul. O nosso empresariado está concentrado na sua maioria no sector terciário visando a prestação de serviços como bancos, telecomunicações, informática, transportes e comunicação, consultoria diversa, restauração e outros ainda nas áreas de minas, energia, construção civil e poucos investem na área da agricultura, talvez pelo facto do sector ser susceptível a riscos e pouco dado a captação de comissões.
Há que reconhecer que vários têm sido, os projectos do Governo no sentido de promover o desenvolvimento rural como por exemplo, a formação de extensionistas rurais, disponibilização de 7 milhões e outros projectos rurais. Mas, como muito bem reconhece o nosso Presidente há enormes desafios por alcançar.
DE ONDE VEM A IDEIA DA PROMOÇÃO DO TSEKE (AMARANTUS)?
O povo moçambicano soube sempre sobreviver em tempos difíceis sem ninguém os diga o que consumir. A couve, as folhas de batata-doce e mandioca e o tseke sempre fizeram parte da dieta alimentar dos moçambicanos, independente do status social por se reconhecer seu alto valor nutritivo e mais consumido ainda por indivíduos de baixa renda que na impossibilidade de comprar o peixe e a carne, pelo menos tem acesso a hortaliça doméstica. Portanto, recomendar a produção e consumo do tseke como estratégia governamental para efeitos de segurança alimentar no período da crise não me parece ético, tendo em conta que a mesma já é consumida voluntariamente. O pronunciamento do porta voz faz me recordar o anterior pronunciamento da ex- Governadora da Cidade de Maputo, a senhora Lucília Hama, que aconselhava aos cidadãos de baixa renda a consumir os derivados de frango (patas, moelas, cabeça, pescoço) em época festiva. Ora, não é mau consumir derivados de frango, até porque alguns supermercados vendem os tais derivados. A questão que se coloca está lógica discursiva dos governantes a insistir no consumo de algo que a população já consome e que não precisa de conselho para tal. Esta estratégia de comunicação para além de levantar questões de fórum ético, revela falta de estratégias institucionais sérias e de médio e longo prazo para garantirmos a sustentabilidade da nossa produção agrícola com vista a garantir o desenvolvimento económico e social e não pensarmos em meras medidas paliativas. Não se pode brincar com o sofrimento das pessoas. Mas afinal de onde vem a ideia do incentivo à produção e consumo de Tseke? Juro que ainda não entendi. Bom dia amigos.
Questao Tseke e opinião de Castelo-Branco
Recebi, no WhatsApp, um texto sobre a "Questão do Tseke"que se supõe que seja de autoria de Nuno Castel Branco que está aqui na íntegra. Eu discordo absolutamente com o conteúdo é com a forma. Mas, senti-me interessado pelo texto, pois no fim Castelo-Branco pede ajuda para entender o assunto. Eu estou a tentar ajudar, mesmo sem ter sido convidado!
Porque será que algumas pessoas quando chegam ao governo querem ficar dietistas do povo? Será que pensam que os moçambicanos não sabem que batata-doce, mandioca, thseke/tseke, matapa, mboa, feijão nhemba, patas de galinha, etc., são comida? Será que o governo tem a função de dar receitas e sugerir refeições ou tem que criar as condições políticas, económicas e sociais para se poder produzir e ter acesso fácil e barato aos bens alimentares de qualidade? Afinal esses governantes aprenderam sobre tseke no conselho de ministros e no comité central ou foi nas casas das mães e avós e bisavós? Agora andam a ensinar a comer a quem? Ou estão a disfarçar que não sabem o que fazer e como fazer e decidiram ficar cozinheiros teóricos do povo? Ainda vão fazer um programa na TVM sobre as receitas da frelimo em tempo de fome e crise. Alguém vai chamar a isso as receitas da dívida soberana. Vão passear. Se não sabem o que fazer como governo, digam. O povo vai dizer o que devem fazer, e ainda vai oferecer-lhes tseke com pescoços de galinha e xima, de borla. Desde que façam o que o governo é suposto fazer para se produzir e garantir o acesso fácil a e barato aos bens e serviços básicos de qualidade. Carlos Muianga, Fernanda Ailina Massarongo, Mindoca Nelsa, Rosy Aly, Epifânia Langa, Ruth Kélia, venham ajudar-me a entender porque estou confuso. Juro.
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Essa opinião de Castelo Branco é, no mínimo, de uma distração surpreendente!
Ao governo não cabe, apenas a tarefa de "criar condições políticas, econômicas e sociais para se produzir e ter acesso fácil e barato aos bens alimentares de qualidade" (Castelo-Branco). Está é uma forma bastante reducionista de ver as funções de um governo. Ademais, é uma forma, igualmente, reducionista de ver o que é um governo.
Comecemos pelo governo. O governo é a máquina político-partidária que, em democracia, é formado por quem ganha eleições. Está máquina é composta por políticos provenientes, basicamente do partido que ganhou eleições ou de outros partidos ou Ainda de tecnocratas que não pertencem à nenhum partido. Esta é uma forma restrita de definir o governo que, em Moçambique 🇲🇿, resume-se ao conselho de ministros.
Entretanto, existe a forma alargada de definir o governo para incluir toda a máquina institucional e técnica que faz a máquina do estado funcionar. Aqui estamos a falar dos ministérios, das secretarias, dos institutos públicos...!
Assim, quando falarmos das funções de um governo, temos que ter em conta que quando o conselho de ministros toma ou não toma uma decisão, o governo está a falar ou está a agir. Quando o Ministério da saúde implementa uma ação, o governo está a agir.
Portanto, Castelo-Branco está a ser absolutamente reducionista quando coloca a função do governo simplesmente restrita a criar "condições políticas, econômicas e sociais para poder produzir e ter acesso fácil e barato aos bens alimentares de qualidade". Ao governo, através dos conselhos de ministros e da sua máquina operacional, cabe sim senhor, a tarefa de ensinar também estilos de vida e até hábitos alimentares. Se essa não fosse função do governo, não teríamos os ministérios da educação, da juventude e da saúde a fazer educação nutricional. Se essa não fosse função do governo, não teríamos a secretaria de estado da saúde a fazer e a apoiar campanhas sérias de luta contra a obesidade que virou um problema sério de saúde pública nos Estados Unidos da América.
Acho que Castelo-Branco errou ao reduzir a visão sobre a definição de governo e errou, também, ao reduzir a definição de governo. Se olharmos para a visão alargada de definição de um governo e as suas funções, então não há nenhum problema com a decisão que o governo tomou de estimular a produção de steke. Agora, se for para discutir o mérito da decisão, isso é outra coisa. E, se o objectivo é esse, então só posso dizer que Castelo-Branco errou na forma de colocar a questão. Espero ter ajudado a entender, mesmo sem ter sido convidado😳
Calton
Rildo Rafael Calton Cadeado, caro amigo! O que achas da Mboa/Tseque/boa....podia explorar mais designações deste vasto Moçambique....
Claudio Nhapimbe
Claudio Nhapimbe Sera que o proponente da receita de mboa, tseke, mandande (quiabo), Gusha que se tempoera com cinza e muitos itens ja fez o estudo do valor nutritivo ou pelo menos ja comeu?
Claudio Nhapimbe
Claudio Nhapimbe Dr Calton Cadeado desta vez ainda nao formulou uma boa critica. Note que no facebook escrevemos para suscitar debate denunciar as ideias politicas do nosso Governo. E para isso usa-se a sensualidade para tornar o debate atrativo.
Claudio Nhapimbe
Claudio Nhapimbe O que acha destas receitas propostas pelos membros do Governo, se eh o caso.
Samuel S Sitoe
Samuel S Sitoe Cobrar impostos do povo e depois recorrer as ofertas da natureza para resolver o problema alimentar desse povo é demais... Mas se calhar tseke preparada com agua da drenagem devem combinar muito bem.
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Claudio Vembane
Claudio Vembane Dr. Cadeado, sempre lhe admirei mas, agora fica difícil compreender-lhe, divaga tanto em teorias só para defender o indefensável. Não concordo com seu posicionamento. O Governo perdeu a grande oportunidade de calar.
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Samuel S Sitoe
Samuel S Sitoe Na verdade nem esta clara a intenção do nosso teacher com este post. Pode isto ser manifestação de cansaço de defender o indefensável? Maybe
Edgar Barroso
Edgar Barroso Assim se está num debate para se definir o conceito de governo e suas respectivas atribuições mesmo? o ponto não é esse... o ponto é o seguinte: de que maneira a "solução tseke" é seriamente sustentável para resolver a insegurança alimentar crónica que sucessivos governos (incluindo o actual) se têm mostrado incompetentes para a sua resolução. prezado, o povo já "cultiva" e consome tseke há décadas (se não séculos ou milenios). o que o Conselho de Ministros está a trazer como solução, a industrialização da produção dessa erva daninha? really? porquê, o povo tem comido muito pouco tseke para o que deveria? algum estudo técnico existe para fundamentar isso? que estudo? isso é que deveria ser objecto de debate no post que cita.
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Claudio Nhapimbe
Claudio Nhapimbe Eu vi uma fotografia em que Presidente Filipe Nyusi levava enxada uma copia mal feita a Samora Machel afinal era para estimular o cultivo de Tseke, onde se vende a semente de tseke.
Sobre o Tseke, ahhh. nada contra é muito mais realista que aquele outro. Não vejo nada de errado o Governo tomar essa decisão. Creio ela ter sido precedida de um e tudo sobre a disponibilidade, nutrientes etc. Muitos governos em situação de crise optam por esse tipo de produtos ou pelo menos por produtos cuja produção em massa é simples. Me ocorre por exemplo, o feijão no Brasil que passou a ser Cultura foi em circunstâncias similares por volta de 1950-60.


Bonifacio Ildefonso Mas nao é Governo Central que vai se concentrar em seccao ordinaria por causa de tseke!?
Brazao Catopola
Brazao Catopola Governar é dar soluções viáveis, também. essa eu julgo ser uma delas
Bonifacio Ildefonso
Bonifacio Ildefonso Mas em termos de atribuicao e competencia,deveria ser o Min. de Agri e Dese Humano,em sede de conselho cordenacao extraordinario a decidir pq o Gov Central ainda nao assumiu que o Pais esta em crise alimentar,como assumiram agora os lideres dos Petroleos que temos falta de Petroleo.Ainda como tem sido o informe de alerta laranja, amarelo e vermelho feito pl Instit. Nacion de Calamidades Naturais
Miro Guarda
Miro Guarda E a jatropha oh Brazao Catopola?
Brazao Catopola
Brazao Catopola Isso é outra conversa... hehehehehehehe
Peter Mhuate
Peter Mhuate Deviam começar por servir lá no Conselho de ministros primeiro
Helio Macanga
Helio Macanga Não matem o Brazao, ele também tem sentido de humor.
SFredson Fadil
SFredson Fadil Engraçado!
Acho que alguém tem tentado atrapalhar coisas sérias, divertindo-se e ocupando o tempo do presidente com cenas menores. Não que o Nheue ( tseke) não faça parte da alimentação dos moçambicanos mas há assuntos mais sérios por tratar, deixe isso com uma Direcção Nacional lá na Agricultura.
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Bonifacio Ildefonso
Bonifacio Ildefonso É mesmo por ai SFredson.Qual é competencia de uma Direcao Nacional ou o proprio Ministerio?
SFredson Fadil
SFredson Fadil Brincadeira essa só!
Me perdoem mas não posso deixar de me indignar. O governo moçambicano mandou o povo comer tseke (erva daninha que nasce em zona humida) ???
E os líderes da "oposição" ficaram calados?
E o povo não encheu as ruas hoje de manha? Continuou a correr para apanhar my Love, sem água, sem medicamentos, sem ...?
É para comer tseke mesmo!
(Mãe de cidadã moçambicana)


Tieta Maria Dzimba Povo pacífico, oprimido......em fim.... ser Moçambicano agora é assim.....daqui a pouco estão a trocar o arroz pela sua casca....triste situação Dr. Paula Maria Araujo
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse O governo não mandou comer nada, Paula Maria Araujo. Muito menos ervas daninhas. Mboa ou Tseke, como a verdura ee conhecida na zona sul, ee consumida como alimento há já muitos séculos, se não milênios. Trata-se de uma verdura (não erva daninha) que germina espontaneamente. O que o governo disse foi que pode passar a ser ser cultivada, dispondo já de sementes melhoradas.

No português daqui, erva daninha ee aquela que ee sachada, para não prejudicar as culturas em presença. Ninguém, no seu perfeito juízo, sacha Mboa/Tseke ou Kakana, outra verdura que germina espontaneamente.
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Don Tivane
Don Tivane Mais Velho, com todo o respeito e admiração que nutro por si, permita-me um pequeno reparo: se a Tseke de que se fala é de facto aquela que cresce espontaneamente, lá na minha casa (que é mesmo no campo, bem longe da cidade), ela se comporta como erva daninha e prejudica o crescimento de várias culturas que estejam ao seu redor.
Lá em casa todos adoramos um Gourmet de Tseke, mas muitas vezes somos obrigados a sachar a Tseke, pois se multiplica e cresce com muita facilidade e acaba prejudicando o desenvolvimento de outras culturas (que são do nosso interesse), mas nem por isso acho que o fazemos por não estar no juízo perfeito.
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Na minha terra não se sacha Mboa e Kakana, Don Tivane.
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Don Tivane
Don Tivane A Mboa e a Kakana também não sachamos. Mas a Tseke tem sido tanta que não nos resta(va)m grandes alternativas - com a ênfase que se está a dar ao assunto, certamente, passaremos a embalar a Tseke para fornecer aos irmãos concentrados nos centros urbanos.
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Mboa e Tseke ee a mesma coisa. Os Rongas chamam Tseke ao que nós, os Shanganas, chamamos Mboa
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Don Tivane
Don Tivane Não sabia dessa distinção/nomenclatura - e agradeço pela nota. A minha percepção era de que Tseke fosse o Amaranto (amaranthus, um gênero botânico da família Amaranthaceae, que tem cerca de 70 espécies) e Mboa fosse a Folha de Abóbora (matsavhu, em Ronga/Shangani/Matswa).
Chicco Janeiro
Chicco Janeiro Opovo mocambicanos tbem e culpado tda as coisa sim sim eles la nada vao fazer so vao continuar comer bem
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Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Insisto, Chicco Janeiro, Tseke/Mboa não ee erva daninha, como a classifica Paula Paula Maria Araujo. E o governo não mandou comer nada!!!!!
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Obrigado pelo reparo, caro Gabriel Muthisse. Reagi ao que fui lendo por aqui. Mas, na realidade, não deixa de ser uma erva daninha caso nasça numa plantação de tomate, por exemplo. Mas isso nem é importante. Não importante mesmo é que o governo sugeriu que o povo comesse tseke. Juro que nem sei como exprimir a minha indignação. A mesma que me assalta quando leio que há pessoas em Maputo que estão a carregar água não potável das capas para as suas casas. Mas sei que o governo está atento e vai colocar já fontanários para abastecimento. Não é?
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Rui Costa
Rui Costa Paula, não ouvi essa "boca" do vão lá comer capim etc. Tseke e Mboa São óptimas folhas que fazem na " tua gastronomia" uns espargados, fantásticos que tem sido rotina alimentar no País todo, como aqui se disse, há muitos e muitos anos... O drama Alimentar aqui é o efeito dependente do Pão e as centenas de milhões de dólares que isso representa. Nunca vimos uma seara, não produzimos uma tonelada de trigo , e queremos o " Pão nosso de todos os dias" no saco. Até se poder demonstrar que aqui Pão é " luxo" importado , vai demorar algum tempo.o pessoal já " costumou e gostou muito". Quem não gosta de Pão?
Margarida Ferreira A minha indignação não tem palavras....
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Já viveu em Moçambique, Paula Maria Araujo? Conhece a Kakana? Consedera-la-ia erva daninha?

Minha mãe ee uma camponesa. Nunca a vi a sachar Kakana ou Mboa....Ver mais
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Vivi 10 anos em Moçambique entre 2005 e 2014.
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Artur Sitoe
Artur Sitoe Eu como e adoro mboa (tseke) e kakana. Não são ervas daninhas em nenhuma circunstância! Por favor Sra Paula não politicize o assunto e respeite o que os outros comem!
Contudo, acho um pouco ridículo o governo venha incentivar o cultivo de um alimento que para brotar e crescer só precisa de boas condições naturais (chuva) e até cresce excessivamente.
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Gabriel Muthisse, agradeço a sua disponibilidade mas estamos a falar de coisas diferentes. Continuo à espera dos fontanários. É que quando o povo for para o hospital com cólera também não haverá medicamentos
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Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Então conhece, pelo menos, a Kakana, mesmo que não a coma (tem um sabor exótico, que ee necessário habituar). Ee vendida nos mercados da cidade. Germina espontaneamente. Ninguém planta. Assim ee a Mboa, menos conhecida, mas que também ee vendida nos mercados da cidade.

Nenhum campones elimina das suas lavras essas plantas. São zelosamente protegidas porque, apesar de espontâneas, são um alimento apreciado.

O Governo não mandou comer nada. Não tem esse poder
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Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Não me vai vencer pelo cansaço, Gabriel Muthisse.
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Como abasteceria uma cidade como Pretória, como Mbabane ou como Maputo, em caso de prolongada seca que levasse à depleccao das reservas de água nas barragens? O que se faz na África do Sul, em Mbabane e em Maputo ee racionar. Dar menos água. Tem outra solução viável?
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Então fica nessa, de que nós comemos ervas daninhas!!!
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo E deixe-me dizer, Gabriel Muthisse, que se falo sobre Moçambique é porque amo esse país. Vivi aí 10 anos recentemente, tive centenas de alunos, tenho muitos amigos , e é com todos eles que me preocupo.
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Angelina Guita
Angelina Guita Paula Maria Araujo, quando vieres a Moçambique vou confeccionar , vais gostar, é um verdura muito M'boa, eu adoro.
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Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Angelina Guita e vou comer concerteza. Mas a questão não é essa como sabes.Beijinhos para ti.
José de Matos
José de Matos Nao sei se vem a proposito, mas nao ha raciioonamento de agua nas grandes cidades na Africa do Sul, por enquanto, a agua sai das torneiras todos os dias, ha sim medidas para o desperdicio!
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Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Não comemos capim, nós, Paula Maria Araujo. Se nos ama, não sugira que Mboa e Kakana são ervas daninhas
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Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Eu e tu decidimos não interagir, José de Matos. Por opção tua. Medidas contra o desperdício o que são? Não são racionamento? Quando se decide que não se rega o jardim, não se lava o carro com mangueira, quando há práticas especiais para piscinas, isso não ee racionamento? Qualquer pesquisa rápida na internet demonstraria que há racionamento de consumo de água em Pretória. As dimensões desse racionamento podem ser diferentes de uma cidade a outra.
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José de Matos
José de Matos Nao regar o jardim ,nao lavar carro com mangueira, etc., nao é o mesmo que racionamento!
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse
Traduzido do Inglês
África do Sul vai experimentar o racionamento de água se os consumidores não apelar à redução do consumo para evitar um colapso do sistema de abastecimento de água como barragem níveis queda depois de uma seca, um funcionário do Departamento de água, disse na quinta-feira.
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Preocupações sobre abastecimento de água em África é mais país industrializado subiram após um el nino padrão de tempo seca trouxe condições para grande parte da África austral, prejudicando a produção agrícola.
O Departamento de água nos municípios de agosto pediu para cortar o abastecimento de água em 15 por cento para preservar dam os níveis, mas disse que a resposta tinha sido pobre.
High and dry - especialistas explicar problemas com água de joanesburgo galgando
Água e saneamento ministro nomvula mokonyane disse na semana passada o fracasso para cortar o consumo de água iria "Gatilho o próximo nível de intervenções" para evitar o colapso do sistema de abastecimento de água.
Perguntou o que o próximo nível seria, o porta-voz do ministro mlimandlela ndamase disse:
" o próximo nível será racionamento, que por sua vez, tem como consequência a que se refere a derramar... a urgência de economizar 15 % não pode ser mais enfatizado. É crítico."
As interrupções no fornecimento de água seria semelhante a cortes de energia - conhecido localmente como derramamento de carga - tais como as impostas pela rede eléctrica eskom depois de ter enfrentado problemas de abastecimento.
Derramando e sufocam
Barragem níveis nacionalmente estavam em 51 % a partir de setembro. 26, em comparação com 70 por cento no mesmo período do ano passado, o departamento de água disse.
A Barragem de vaal, que fornece água para joanesburgo centro económico e a capital pretória entre outras áreas, foi em 30 por cento capacidade na semana passada e o departamento espera capacidade cair para 25 % em meados de novembro, se não houver redução O consumo de água.
Água de joanesburgo, um fornecedor de água para a cidade, disse na sua página do Twitter na quinta-feira foi " Movendo-se para mais perto de água derramando e moradores vão sofrer se eles continuar ignorando as restrições de água."
Água derramando um risco se os moradores não aja rápido - cidade de joanesburgo
A cidade de johanesburgo já implementou " água " no rabo, que é a redução do fluxo de água em uma área e diferente de " derramar ", que é quando o abastecimento é completamente isolados por certos períodos.
" a maioria das áreas irão notar uma queda de pressão. Já temos uma série de queixas de consumidores sobre isso, mas nós queremos usar isso para fazer com que as pessoas cumpram," joanesburgo vereador Anthony ainda disse a rádio 702.
A grave seca que assola as condições ainda são mais da África do Sul e as temperaturas devem permanecer acima do normal até dezembro, o serviço nacional de meteorologia disse.
Ver Original
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Pretoria - The City of Tshwane on Tuesday implemented water restrictions as the country continued to deal with the effects of drought.

Infrastructure MMC Darryl Moss told the media that the Department of Water and Sanitation had published a notice stating that drawing water from the Integrated Vaal River System should be limited.

"The city of Tshwane is therefore obliged to comply with the notice and reduce its water consumption by 25%," Moss said.

"We receive 72% of our bulk water from Rand Water, but we also source 28% of our water from our own treatment plants and boreholes."

Moss further indicated that the limitation for drawing water from the Vaal River System by urban and irrigation users would result in restrictions that include watering/irrigating gardens with a hosepipe or sprinkler from 6:00-18:00.

"Washing of vehicles with hosepipes and filling of swimming pools. The same restrictions which were implemented last year will apply with immediate effect from today.

"We urge all our consumers to join us in making efforts to reduce the water consumption," he said.

Moss added that failure to adhere to the restrictions would result in the City taking drastic steps to enforce compliance.

"Should consumers not adhere to the restrictions as imposed by the department, as well as Rand Water, then the situation will get worse and consumers will be without water for longer periods. Furthermore, if the situation does not improve then the City will be forced to introduce increased tariffs, increased policing and water shedding," said Moss.

He added that they have the powers to impose fines on those found to be going against the call for using water sparingly, but that would be last resort.

“if we don’t reach our targets then we will impose punitive measures,” he said.

Pretória - a cidade de tshwane na terça-feira aplicadas restrições de água como o país continuou a lidar com os efeitos da seca.
Infra-estrutura mmc darryl moss disse à imprensa que o departamento de água e saneamento tinha publicado um comunicado dizendo que o desenho e a água do sistema integrado de rio vaal deve ser limitada.
" a cidade de tshwane é, portanto, a obrigação de cumprir o aviso e reduzir o seu consumo de água por 25 %," moss disse.
" recebemos 72 % de nossa massa de água água rand, mas nós também adquirir 28 % da nossa água de nossas próprias estações de tratamento e furos."
Moss indicou ainda que a limitação para a tirar água do Rio Vaal Urbana e sistema de irrigação por usuários resultaria em restrições que incluem regar jardins / irrigar com uma bisnaga de aspersão ou a partir de 6:00-18:00.
" Lavagem de veículos com hosepipes e enchendo de piscinas. As mesmas restrições que foram executadas no ano passado será aplicável, com efeitos imediatos a partir de hoje.
" pedimos a todos os consumidores para se juntar a nós em fazer esforços para reduzir o consumo de água," disse ele.
Moss acrescentou que a falta de cumprimento das restrições resultaria na cidade a tomar medidas drásticas para impor o cumprimento.
" os consumidores não devem aderir às restrições impostas pelo departamento, bem como água rand, então a situação vai piorar e os consumidores ficarão sem água por períodos mais longos. Além disso, se a situação não melhorar depois a cidade será forçado a introdução de um maior policiamento, aumento das tarifas de água e derramar," disse moss.
Ele acrescentou que eles têm o poder de aplicar multas a aqueles encontrados estar indo contra a chamada por usar água com moderação, mas esse seria o último recurso.
" se não conseguirmos alcançar os nossos objectivos então vamos impor medidas punitivas," disse ele.

Traduzido automaticamente
José de Matos
José de Matos "Pretoria - As South Africa grapples with water shortages amidst a crippling drought, the Tshwane Metro on Tuesday announced water restrictions and appealed to residents to use the scarce resources sparingly.

“We are at a situation where generally cou...Ver mais

" Pretória, África do sul - como os grampos com a escassez de água no meio de uma seca incapacitante, o tshwane metro na terça-feira anunciou água restrições e apelou aos residentes para usar os recursos escassos moderadamente.
" estamos em uma situação onde, geralmente, as barragens, à escala nacional e o sistema de abastecimento de água estão a um nível baixo, mais baixo do que foram durante muitos anos, em especial o rio vaal sistema que inclui o Lesoto Highlands, sterkfontein barragem e a vaal dam. Esse é o lugar onde temos mais de 80 % DA NOSSA ÁGUA DE," TSHWANE MMC DE INFRA-Estruturas, darryl moss, disse a repórteres em um briefing em pretória.
" esse sistema é actualmente muito baixo. O Departamento Nacional de água e saneamento, declarou que a tirar água do Rio Vaal sistema deve ser limitada. Isso é para proteger os recursos hídricos. A limitação é que efetivamente em termos de utilização da cidade, temos para reduzir nosso consumo de água em 15 por cento."
Moss afirmou que as restrições de água em toda tshwane tinha sido introduzido com efeito imediato como principais fornecedores já tinha cortado o abastecimento de água à África do Sul é a cidade capital.
" não temos tempo a perder a debater as questões. Nós, como a cidade, são obrigados a cumprir essa obrigação e somos obrigados a reduzir nosso consumo de água em 15 por cento. Na verdade, rand água já foi cerceado o nosso abastecimento de água em 15 por cento. Recebemos 72 por cento da nossa água de rand água, então isso faz com que um enorme impacto sobre a quantidade de água que temos disponíveis," disse moss.
" em cima da água restrições de rand água, também temos uma situação em que tem sido muito quente nas últimas duas semanas para que as pessoas estão usando mais água. Então agora estamos a receber menos água e estamos usando mais água. Que adicionou para os problemas."
Dadas as circunstâncias, moss disse regar e irrigação de jardins com hosepipes ou rega agora era apenas permitido entre 6 h e 6 h.
" Não regar com hosepipes e irrigação deve ser feito entre as 6 horas da manhã e 6 horas da noite. Lavagem de veículos com hosepipes não é permitida. Estamos economizando água e precisamos de fazer valer esta. Ainda por cima, encher piscinas não é para ser feito sem autorização especial," disse moss.

Traduzido automaticamente
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Quer mais, Jose de Matos? Ou chega? Se quiser mais, posso ir buscar mais informacao
José de Matos
José de Matos "
"Washing of vehicles with hosepipes and filling of swimming pools. The same restrictions which were implemented last year will apply with immediate effect from today.'

A agua continua, por enquanto, a sair nas torneiras, todos os dias, todas as horas, nas grandes cidades!
Ver Tradução
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Paula Maria Araujo, como ficou demonstrado aqui, e contra o que Jose de Matos dizia, ha racionamento no consumo de agua em muitas cidades sul-africanas. As barragens ficaram simplesmente sem agua.
José de Matos
José de Matos nao ha racionamento, por enquanto, eu bebo agua, cozinho e tomo banho, todos os dias, a qualquer hora, tenho é de ter cautela com o regar o jardim e lavar o carro!
Mas ok, é uma questao de semanticas ...
José de Matos
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Jose de Matos, sabemos ler em inglês, noos. Os textos que partilhei falam, sim, de racionamento. Estaa a desmentir afirmações das autoridades aqui citadas?
José de Matos
José de Matos "Washing of vehicles with hosepipes and filling of swimming pools. The same restrictions which were implemented last year will apply with immediate effect from today.'

Gabriel Muthisse , eu estou a falar do que vivo, da minha experiencia, eu seio a diferença entre racuionamento e restriçoes, tanto em Portugues como em Ingles!
estamos a discutir semanticas, deixemos asim!
Bom dia!
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Claro que tem que haver racionamento de água. Mas não é suposto que o povo carregue água putrefacta de valas. É aqui que eu espero pelo Estado. É função do Poder prover pelo menos o mínimo.
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Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Paula Maria Araujo, eu e tu nao bebemos agua putrfacta. Mas em Maputo ee em Lisboa ha, de certeza, gente que nao tem a mesma qualidade de agua que noos os dois temos. Quase todas as cidades africanas, e algumas da Europa, teem bolsas de pobreza em que um dos rostos ee o saneamento. Ajuda pouco exibir cenas degradantes, seja de maputo, sejam de Johanesburg, sejam de Lisboa. Se eu quiser, posso exibir aqui cenas degradantes de qualquer cidade que eu escolher. Pretoria e Johanesburg teem varias dessas cenas. Bom dia
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Gabriel Muthisse, de facto não bebo água putrefacta. Estou na Ilha do Sal em Cabo Verde onde não há rios. E nem por isso deixou de haver água. É des-salinizada a partir da água do mar.
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Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse Tinha ja dada terminada a minha participação neste debate, Paula Maria Araujo. Voltei para dizer que cada país escolhe soluções para o abastecimento de água de acordo com as suas condições ecológicas. Cabo Verde, sem rios, escolheu a des-salinizacao. Moçambique, África do Sul, Swazilândia e outros, com abundantes rios, escolheram a construção de barragens. Ambas as soluções custam muito dinheiro que nem Cabo Verde, nem Moçambique, nem a Swazilândia tiram somente dos seus orçamentos. No nosso caso construimos a barragem dos Pequenos Libombos com ajuda dos italianos, para abastecer de água a região metropolitana do Maputo. Esperamos construir, também para abastecimento ao Grande Maputo, a Barragem de Moamba Major, com ajuda dos brasileiros. Há ainda a montagem das comportas, na Barragem de Corumana, para o mesmo efeito. A des-salinizacao funcionou para Cabo Verde. E parece que bem. Aqui encaramos outras opções, que em outros contextos têm funcionado.

Deixa-me, no entanto, repetir: as questões de água e saneamento constituem-se em parte dos rostos da pobreza. Muitas cidades do mundo, com barragens ou com des-salinizacao, têm ainda bolsas de pobreza e de problemas de água. Incluindo Cabo Verde. O facto de Paula não senti-los não significa que não existam.
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Fico à espera do arranque da produção massiva de tseke para melhorar a segurança alimentar em Moçambique. Esse era o meu tema e não me vou desviar dele.
Natalino Valentim
Natalino Valentim Paula Maria Araujo, é só consigo que eu estou a ouvir que o Governo Moçambicano mandou o povo comer kakana, e olha que sou um cidadão minimamente informado. Não tem qualquer correspondência com a realidade a notícia que chegou a si.
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Penso que a expressão "mandou" está mal aplicada. Defendeu a produção em massa desta planta (tseke e não kakana) dadas as suas propriedades nutritivas.
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Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Fico à espera que apareçam as grandes plantações e a sua comercialização a preços justos. Espero que o povo não vá arrancar as plantas das zonas de águas inquinadas.
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Natalino Valentim
Natalino Valentim O mandou é o mesmo que consta do seu post..
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo já me retratei. E quanto ao resto?
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse E quem lhe disse que será o Tseke a melhorar a segurança alimentar de Moçambique?
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo se não servir para isso...
Gabriel Muthisse
Gabriel Muthisse A segurança alimentar de um país logra-se produzindo Tseke, milho, mapira, mandioca, feijões, amendoim... Não se logra produzindo somente Tseke. E não ee essa a sugestão do Governo de Moçambique
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Optimo, estamos de acordo quanto à segurança alimentar.
Maria Do Céu Lopes Aruângua
Maria Do Céu Lopes Aruângua Haja respeito com os cidadãos! Governo nenhum pode ou deve mandar os seus cidadãos comer o que quer que seja. Por enquanto ainda existe a liberdade de levar a boca o que queremos!
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Maria Do Céu, a expressão "mandou" foi excessiva mas estava inserida numa pergunta. isto veio a propósito da recomendação que saiu ontem do Conselho de Ministros para o consumo desta planta.
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Maria Do Céu Lopes Aruângua
Maria Do Céu Lopes Aruângua Qualquer planta rasteira tipo folhagem deve ser ingerida com muita cautela, pois pode conter muitos contaminantes biológicos. Mas sabemos que esses ficheiros não têm mais nem responsabilidade nem crédito moral, infelizmente. O obscurantismo cresce a olhos vistos no mundo.
Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Maria Do Céu, esta planta parece ser comestível e nutritiva. O problema é que ela aparece, muitas vezes, em zonas humidas de águas impróprias.
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Paula Maria Araujo
Paula Maria Araujo Julgo até que a sua origem à da América do Sul. http://www.fasebj.org/content/28/1_Supplement/828.4.short

Generality of Nigerians depend on starch-based foods as the main staple food for the supply of both energy and protein. This accounts in part for protein and mineral deficiency which prevails among the populace. Many of the local vegetable materials are under-exploited because of inadequate scientif...
fasebj.org
HA Matola
HA Matola Como TSEKE há três décadas, faça chuva ou faça sol e nem sabia que aquilo tinha semente. Mérito para o nosso GOVERNO que na verdade apenas descobriu e pretende comercializar a semente de TSEKE, porque comer nós já comemos a buééééé.
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Castillo Calufe
Castillo Calufe Fico fora da discussão de conteúdo e forma deste "mozgov tsekemoda difusion". Penso que há aqui questões mais úteis a serem evitadas. 1. Afinal sempre houve ou não semente de tseke no país? 2. Se sim, porque só agora a decisão de sua difusão e distribuição? 2. Só agora terá sido comprovado o seu valor nutritivo? Que eu me lembre, a fome por cá sempre existiu. Tseke/Nhewe sempre fez parte da dieta da maioria dos moçambicanos. 3. Que haverá de novo nesta medida? Será esta uma semente melhorada e de valor nutritivo superior à aquela que se forma ignorante ou não, acreditei que crescesse naturalmente? 4. Não terá esta medida a mesma sorte da mandioca, batata doce....! Qual seria a sua eficácia? E o preço no mercado?
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Murose Mussana
Murose Mussana Cordiais saudacoes Calton Cadeado, na verdade questao de castel branco É " why o tseke" e nao propriamente definir governo.
E Sinceramente com tanta coisa a desandar neste pais o governo vai se enterrar ainda mais com a questao de uma erva daninha que cresce nas casas de banho, drenagens ou seja em qualquer lugar imundo o tseke cresce.
Alguma coisa nao esta bem aqui.....
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HA Matola
HA Matola O Governo anterior apostou na Jatropha, este quer apostar no tseke.
João Barros
João Barros Concordo na essencia com a critica do Professor Caltel-Branco. Calton Cadeado, penso que Mudar habitos alimentares nao acontece atraves de decretos ou crises, porque, depois da crise, voltamos do que e o nosso normal. Tenho mais de 50 anos, todo o tempo a comer pao, os meus filhos quase 20, idem - entao, temos de mudar os habitos alimentares por causa da crise, em parte provocada por visionistas. Da mesma forma que nao mudamos de clube ou de barbeiro, os habitos alimentares adquirimo-los com a nossa vida. Nao sao mudados por decretos ou visoes de governantes. Passei a comprar e comer dzitokoma (nao sei se assim que se escreve, que o Gulamo Taju me corrija, nao foi necessario nenhum decreto ou crise). Ha quanto tempo se introduziram o trigo, a mandioca e a batata-doce em Mocambique? ha quantas geracoes se come o pao. Penso que as vezes gostamos d delirar, tal como o foi com a jatropha! Lembras-te que no pico da crise em Mocambique refrigerantes nacionais foram colocados no mercado (Pilivi, Finta, Pinicola, entre outros) e tiveram mercado apenas na ausencia dos produtos da coca-cola e, logo que estes inundaram o mercado aquelas marcas desapareceram? Podem ser alternativas mas sao produtos que sempre existiram e, mesmo em Mavago ou Mecula, tem padarias caseiras para fazer pao. Porque? Nao sao decretos ou visoes dos governantes que mudam os habitos alimentares. Aconselhar como ter boa saude e uma coisa; agora, dizer o que cada um deve comer, e de bradar os ceus - esta errado!
Mudumbe Dje
Mudumbe Dje Não é pra entender, apenas pra ouvir, porque nem eles entendem o que dizem
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Elias Gilberto Djive
Elias Gilberto Djive Realmente, não dá para entender esta medida. Cresci a comer tseke mesmo sem a recomendação do governo. Se ao menos estivessem a aconselhar a produção massiva, comercialização e consumo de plantas como a moringa, dava para concordar com eles. Porque ainda que se reconheça suas atribuições nutricionais e medicinais, a moringa ainda não faz parte da dieta alimentar de muitos moçambicanos. Enfim… Vou dar o tempo ao tempo, para ver se consigo perceber o alcance desta “curiosa” medida. Talvez se esteja a procura de patentes internacionais.
Castigo Almeida Caetano
Castigo Almeida Caetano Quando chega o momento de desespero acontece esse cenário .
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Joao Chunga
Joao Chunga Muita falta de seriedade na implementacao das politicas agrarias
Sergio Melo Doce Taibo
Sergio Melo Doce Taibo Caríssimos, desculpem a ignorância. Mas o que é realmente teste?
Gildo Uaisse
Gildo Uaisse Esse governo já está completamente baralhado ou a deriva mesmo.....
Alvaro Bô
Alvaro Bô Opinião publica dos moçambicanos deveria ser fonte bibliográfica para os politicos sem formação visto que estamos em áfrica e ainda usamos fontes orais. Pegando essa opinião para analizar criticamente e em seguida tomar as decisões. Produzir TSEKE para fazer caríl ou sopa para acompanhar com o quê na mesa? Porque não promover produção de milho e arroz ou mesmo trigo? Com esta proposta dos ministros passo a acreditar o general Madebe quando afirmou numa das entrevista na Stv de que " os governantes deriam passar nos psicologos".
Nordito Pente
Nordito Pente Se for a ler o relatório da equipe técnica do FMI vai perceber de onde vem a ideia. A equipa técnica do FMI sugere o governo a eliminar gradualmente o subsídio dos preços. Isso já aconteceu no combustível, aqui faltou o governo sugerir a usarmos Gás. Agora a batata quente está na suspensão de subsídios de trigo, é aí onde vem a ideia do incentivo à produção e consumo de Tseke, ou seja, o governo está a preparar o terreno para informar que vai cortar o subsídio do Pão.
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Acacio Vitorino Chichava
Acacio Vitorino Chichava Ontem na Sessao do Conselho de Ministros. Depois dessa palhaçada foram para o Campo da Costa do Sol fazerem um jogo de treino Como preparação para o jogo do próximo sabado entre a Equipa do Governo contra a Equipa do Corpo Diplomático acreditado em Moçambique. Em contrapartida, o Limpoo Está a transbordar e desde ontem, o Ligação terrestre entre Chinyacanine e Caniçado interropida. Assim vao as coisas na PEROLA DO INDICO
Rosalina Uwamusse
Rosalina Uwamusse Ainda nāo descobriste k o governo Moçambicano é formado por palhaços?? Só k eles ainda nāo descobriram k o povo nāo está interessado em comprar os bilhetes para assisti-los no circo
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Josina Malique Da minha dieta faz parte tal como muitas outras verduras. Tambem como a batata doce, a mandioca, a fruta-pao, o madumbe, etc.
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Lyndo A. Mondlane entao porque essas medidas hoje??.... ninguem pensou nesta verdura a escassos 2 anos?..claro estavamos em festas.. nao se necessita ser muito inteligente para entender que festas pagadas por dinheiro alheio nao tem futuro... prontos...os pagadores decidiram parar..e assim estamos hoje...
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Salomao Mungoi Eu como tseke dos grandes 3 vezes por semana em bissau ....voces ainda vao cultivar
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Lyndo A. Mondlane eu vou começar a cultivar no meu jardim... as crises aqui sao ciclicas..kkkk
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Josina Malique Eu penso que o Governo esta a tentar promover o cultivo e consumo massivo destas culturas, atendendo ao seu valor nutricional. Consome-se muita verdura mas isso varia de acordo com a informacao que as familias tem aliado ao poder economico. SE forem reparar, salvo equivoco meu, com o custo elevado de vida as pessoas consomem mais comidas oleosas do que legumes porque estes mostram-se mais caros. Fazer carril de amendoim e muito mais caro do que fazer frango ou um peixe basico aka capapau, por exemplo. O quilo do amendoim chega aos 200 meticais e o coco varia entre 20 e trinta meticais. E leva mais tempo a cozer do que o frango ou peixe, logo consome mais energia.
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Josina Malique Se se pensa que ninguem come tseque entao essa que acaba diariamente nos mercados para onde vai? Consome-se sim mas e preciso massificar. Alguns consomem as verduras mais conhecidas na sua terra natal outros como eu comemos de tudo um pouco do que se cultiva em Mocambique. LOL
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Lyndo A. Mondlane eu estou de acordo contigo Josina Malique, o que condeno é que naquele tempo, em que os suecos financiavam nossas festas colectivas, o governo estava nas jatropas por ai, entao a economia era robusta, se ia comprar papaias na africa do sul, o povo e o governo viviam na terra de nunca jamais, e os suecos e outras se dao conta de que viviamos melhor que eles (tenho dito nao deveria ser que um reformado alemao, vivesse pior que aqueles que ajuda a financiar) e derepente temos que andar a perseguir verduras que sempre foram nossas... é ao drama do pais, quando nem o estado, nem, o governo, nem o povo (porque sao todos culpados, cada um com sua parte) sas conscientes do seu estado... isto me recorda o periodo especial em tempos de paz, de cuba dos anos 90.... o pais sempre esteve pobre e sempre se deveria de ter incentivado o consumo de productos locais...sempre..
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Lyndo A. Mondlane o imediatismo.. o pensar daqui para aqui.. ninguem pensou que os financiadores de festas parariam.. coisa facil de imaginar...
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Josina Malique Curiosamente, o Governo tem esatdo a promover a producao e o consumo de cereais sim. O que me parece estar a falhar sao as politicas agricolas, a educacao alimentar e nutricional ou coisa do genero. Outro erro se calhar seja a memoria curta colectiva nossa porque ja vi promover-se culturas resistentes a seca, leguminosas, moringas e etc mas nao chegam a ter o impacto desejado. Assim como se tem promovido a agropecuaria. Mas esta como da boa mola tem muitos aderentes, cria-se galinhas e patos como nunca! O que esta a falhar?
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Josina Malique Esquece as festas. E que nao voltem mais, para que aprendamos a viver de acordo com o que temos e podemos. LOL
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Lyndo A. Mondlane isso..oxala mesmo.. entao nao teriamos caido aqui.. aqui onde vivo tambem tivemos nossas feats finaciadas por alemaes..e acabaram derepente e miseria por todo lado..
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Lyndo A. Mondlane quase tudo, a sociedade se organiza desde a base, nao bastam anuncios pomposos sem ter como implementar..
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Josina Malique Agora sim: O imediatismo!!! Se calhar....
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Josina Malique Nao se vende tseque bonita, lavadinha e organizada nos supermercados porque? Aqueles tomatinhos sempre andaram por aqui mas nao lhe conheciamos o valor nutricional. Agora que os vemos no MICA Zas!!!
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Josina Malique A educacao alimentar funciona como uma cadeia. Se como tseque e chitsacatos e porque minha mae ensinou, martelou ate que lhes pegassemos o gosto! Melancia e lixo para muitos e luxo para muitos outros. tal como a abobora. As pessoas olham para ela e nao sabem como prepara-la. Mas ela aceita desde a chiguinha, a mboa, aos cremes e guarnicoes mais sofisticados em culinaria. LOL
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Alvaro Guimaraes Parabens Lindo pela lucidez
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Lyndo A. Mondlane avisamos recordo com o Antonio A. S. Kawaria, ha uns anos atras, que algum dia os financiadores de festas se cansariam..e como nao temos voz para chegar nas altas estancias, ninguem escutou... aqui esta o resultado..era previsivel isto
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Alvaro Guimaraes Eh verdade. Nao eh por falta de alerta. Deixaram assuntos criticos arrastarem se e hoje eh o que se ve
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Ray Fernandes Zakas Tseke, batata doce, mandioca, , enfim....
Juramos que é preferível mudar d habitos alimentares que mudarmos da maneira d governar.
Epah...
102 comentários
Comentários


Constantino Joao Não me surpreenderá se um dia sugerirem a produção da canabis. ..
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Kuyengany Produções Legalize it I Will Advertise ItVer Tradução
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Spirou Maltese Kuyengany Produções a canabis dá pra servir de alimento? :)
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Douglas Harris Kuyengany Produções kkkkkkkkkkkkk
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Zee Mavye E porque Não?!?! Já temos consumidores garantidos
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Kuyengany Produções Pode servir como catalizador da nossa economia vai ajudar no Pouvoir d'achat aos produtores se organizados em Cooperativas . Com o Comércio bem organizado claro que vai ter efeitos positive na Alimentation dos Profitores é comerciantes legais é bem identificados.....etc
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Kuyengany Produções Weed pour Tséke mazéVer Tradução
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Benjamim Muaprato kkkkk
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Titos Cau Constantino Joao a Canabis e uma das plantas mais ricas e beneficas do mundo.
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Dinis Chembene Mano Kuyengany Produções a weed é um bom alimento para a alma, super nutritivo erecomendavel.
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Salomão Mambo No sul BOWA é folha de abobora. Tseke é outra coisa.

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Esteves Camacho No centro bowa é tseke.
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Osh Macamo M'boa.
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Esteves Camacho Que seja é a pronúncia. Mas valeu
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Egidio Vaz Ainda bem que são línguas diferentes
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Ezequiel Mahumane Nem todo sul chamamos de folha de abobora de Mbowa, em Gaza ou em Changana Mbowa referimos mesmo a Tseke e folha de abobora chamamos simplesmente de Matsawa ya Tinwembe. (Matsawa que e' o conjunto das hortícolas, e para referenciarmos temos sempre a terminal "Ya ti [Nwembe, Timbawene (Nhangana em Ronga)]".
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Roque Macaho Nao generaliza salomao, eu sou da Zona sul 100% matswa, mboa não sao folhas de abobora, folhas de aboboras chamamos de matsau ya tiwembe.
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Siro Siro Mbowa é tseke sim...
Folhas de abóbora o nome vernacular do meu tempo é hortaliça de abóbora...
Hoje tentamos mixar tudo que até matapa em alguns cantos de Moz designam a certas verduras enquanto ela provem apenas de folhas de Mandioqueira...
Apenas um reparo.
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Siro Siro Ezequiel Mahumane coorrecto.
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Alberto Ernesto Zico Folhas de abóbora na língua é npfumba.
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Juma Mutualibo Concordo consigo Roque Macaho Aqui em Inhambane Mbowa ñ é e nunca foi folha de abóbora .
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Esménia Wanicela Sic,em Inhambane mboa é tseke.
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Salomão Mambo Ok ok ok. essa folha a esquerda na imagem dâ esse produto a direita. Moz é multicultural e os nomes confudem.

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Zenit Acrobaxis Em gitonga (bitonga) "tseke" eh Mbowa. Hortalica de abobora eh Tongwe nya dzi thanga. Em xitswa, "tseke" eh Mbowa. Hortalica de abobora eh matsawu ya tihwembe.
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Salomão Mambo Tseke e´isso. Não precisa de governo para aparecer em num campo. No rio Mulauze ao da 2M está cheio ate os caes mijam em cima.

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Beto Smed Kkk
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Alzira Magalhaes Ezequiel Mahumane heheh estou adorando esse debate,em chuaboa lgumas hortalicas nao tem nome,entao chamam de mucuane,para o caso de folha de abobora chamam de mucuane de abobora,mucuane de mandioca, mucuane de nhemba etc etc
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José Luís Grande análise Egidio Vaz
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Julinho Taimo PENSAR por encomenda custa, 1º deste volta com blas blas historicos que em nada tem haver. Pra depois vir concordar com ABSURDO. Mais não tem condeno irmão, como diz meu pai JOB É JOB. Fu (Tseke).
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Egidio Vaz Porque é que você só pensa assim?
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Egidio Vaz Você tem inveja do meu saber?
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Leonel F. Matlombe Caro Julinho,
Por favor, nao perca a oportunidade de ficar no silencio se nao tens nada por dizer.
Ora, caro Egidio, sugiro que problematize a historia das mentalidades em Moçambique de 1992 a 2016, para apurar ate que ponto o pensamento do mocambicano esta a ser necessario para a evolucao deste pais.
Pronto, sugeri
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Julinho Taimo Tenho inveja do teu saber, do teu proletariado. Certamente dizes isso por desconheceres o meu.
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Fredy Asamoah Dr Egidio Vaz já disse que o povo esta doente, e a doença é.......!
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Marcos Manejo Pakhonde Pakhonde A doenca sera curada com Tseke. Kkkk. Meu País tem muita iniciativa.
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Zeiss Lacerda Tseke é um super alimento mas encontrar novas alternativas alimentares não compensa a incompetência na produção de alimentos no geral. Ao meu ver, o Governo deveria afinar e optimizar a máquina para que sejamos auto-suficientes na produção de alguns alimentos que ja são básicos faz tempo, a exemplo do milho e do arroz, do feijão e da mandioca. Ir trocando de culturas não gerará capacidade de produção. O importante é saber o que falha na produção de alimentos.

Esta mais me parece uma estratégia para contabilizar às toneladas uma planta que ocorre espontaneamente em qualquer solo fértil deste país e transformar esta produção conseguida pela chuva e Sol sobre a terra abandonada em trabalho de especialistas da agricultura.

também espero para ver.
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Egidio Vaz Partilho do teu receio Zeiss Lacerda
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Moniz S. Walunga Zeiss Lacerda, 100% de acordo contigo! Essa decisao do governo mostra que eles nao t^em agenda para nada neste Pais e querem se aproveitar do trabalho da natureza e apanhar boleia para ganhar louros na agricultura, usando uma planta silvestre e que germina por si sem necessitar de nenhum humano, como produto das "boas" politicas do governo na producao alimentar! Preguica e falta de ideias gera este tipo de coisas! Nao conseguem fazer politicas de como evitar a importacao do tomate, da cebola, do alho, do arroz, etc, etc! Falharam nas jahtrofas, revolucoes verdes e todas aquelas idiotices sem pes nem cabeca, mas tudo isto para justificarem a permanencia do Ministro de Agricultura improdutivo, fariseu e vazio de ideias - Pacheco. Daqui a nada vao considerar massalas como produto do plano do governo!! Malandrice e' isto mesmo!
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Carlos Jossia Falhou a mandioca , o arroz , agora isto? Voltemos a jafropha !!!!!
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El Patriota Eu já como aquilo há anos...
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Carlos Jossia Ham! Tambem falhou o trigo!!! Depois do tseke falhar ? Virá a seguir a cacana?????
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Leonel F. Matlombe Parabens pela abordagem. Contudo, acho que mais do que termos uma lista enorme de produtos cujo cultivo é indispensavel, é necessario que o Gov., procure potenciar os ja conhecidos como base de sobrevivencia. O que acontece é que somos bons em inovacoes, mas, sempre resultam num fracasso. Ora, com terras potencialmente ricas nao é aceitavel que em 40 anos ainda haja dificuldades para o consumo de arroz, digo dificuldades na medida em que Moç., é grande importador deste produto. Ora, requeri aqui, um engajamento para o namoro dos investidores, pois, da mesma forma como vendemos a madeira em grande escala para a China, é possivel, que esta seja atraida a produzir comida, pois, nós vamos comprar. Nisto, as comunidades devem ser grandes parceiros visto que sempre tem havido um braço de ferro em relacao ao acesso das terras. Para ja, esta medida governamental, veio para oficializar o cultivo do Tseke, pois, as comunidades tem vindo a cultiva-la e constitui um alimento de 1 linha no campo onde ha maior nr da populacao mocambicana, por isso, esta nao deve constituir espanto nos citadinos acustumados a consumir oleo todos os dias. Alias, esta medida visa atingir um grupo, a maioria popular.
Gosto · 3 · 8 h


Zenaida Machado É um super alimento que já existe...em abundância. O que está a faltar não é massificação de produção, nem de consumo. As pessoas consomem tseke. Em algumas aldeias, é a única comida disponível quando a fome ataca. Uma coisa é lançar campanhas a explicar as pessoas o valor nutritivo de comidas que já temos, pra que elas sejam mais consumidas em tempos de crise (ou não). Outra, bem diferente, é usar dinheiro que não temos pra comprar sementes pra massificar produção de algo que temos em fartura. Qual é a ideia? Mostrar trabalho? Daqui a umas semanas, vão encher sacos com o tseke que já existe e dizer que o plano teve efeito? Já não têm ideias? Este tipo de brincadeira tem outros impactos mais graves ainda. O tseke que até ontem, era quase de graça...Agora vai inflacionar porque alguém no governo decidiu que é um alimento especial. Ou seja, em momento de crise, um dos poucos alimentos nutricional e disponível em excesso, vai agora, aumentar de preço como acontece com o tomate no mês de Dezembro.
Não gosto · 57 · 8 h · Editado


El Patriota Exacto
Gosto · 8 h


Cheu Domingos Aqui onde vivo nem precisa a fome atacar,alias essa ja atacou e faz tempo, comemos "nhewe" quase todos os dias.
Gosto · 2 · 8 h


Egidio Vaz Partilho dos seus receios com os quais concordo.
Gosto · 7 h


Mwanana Wa Txinguizane Certo.
Gosto · 7 h


Valquiria Mangule Pois é, Zenaida. O ntseke faz parte da dieta alimentar de muita gente, pelo menos cá do Sul de Moçambique. De facto acho este "conselho" do governo um tanto intemporal ou no mínimo, suspeito. Espero mesmo que, por causa desta novidade, eu não passe a comprar o ntseke a 70MT contra os actuais 30MT, que já está inflacionado por conta da crise.
Gosto · 7 h


Matheus Khossa Kelvy Concordo
Gosto · 7 h


Fatima Mimbire De facto. Estou dizzy com esse assunto. Quer dizer, perderam a capacidade de pensar ou nos querem punir? Com o oportunismo e o desespero por ter dinheiro, aquele tá ele se cinco médica os o molhinho vai custar malta 100 meticais. Come on!
Gosto · 7 h


Cheu Domingos Nhewe como chamamos aqui nas bandas de Nampula nao precisa do incentivo do governo, quase em todas as casas de banho temos. Nos sugiram outras culturas para promover.
Gosto · 6 · 8 h


Spirou Maltese ...e eu que como tseke regularmente sei que não se come sem estar acompanhada de outros ingredientes que não são baratos : ou óleo e tomate e cebola... ou com amendoim. E estes produtos estão a subir de valor comercial no mercado!
Tseke de água e sal também é bom pra servir como remédio! Ok!
Gosto · 6 · 8 h


Alberto Ernesto Zico Remédio para tratar l doença, mano?
Gosto · 7 h


Spirou Maltese Tinha de perguntar minha falecida mãe e ou avó. :)
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Orlando Nama Talves Uma grande babalaza....
Gosto · 7 h


Afonso Beula Caro, os ingredientes são opcionais.
Gosto · 7 h


Spirou Maltese Já comeu tseke? Explica lá isso de opção num caril de verduras.
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Afonso Beula Campones por excelencia meu irmão. Prato numero la no planalto de Angonia. Agua e sal é mais comum porque as familias carentes não tem o oleo. Agua sal e tomate porque nas zonas rurais este abunda e produção propria dos camponeses. Agua sal tomate amendoim onde é facil produzir o amendoim. Agua sal tomate oleo amendoim para os que tem capacidade de comprar oleo. E ainda na falta de sal usa se sais extraídos da cinza.
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Spirou Maltese Pois mas será que só cm agia e sal é nutricional mesmo? E vais comer sempre assim? Eheheh até carne vc come de diversas maneiras, a mandioca idem.
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Afonso Beula Spirou Maltese, o que quer dizer opcional?
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Alzira Magalhaes o tseke é tao consumido cá em maputo,que chega a ser vendido nos mercado e super mercados a preços que variam de 20 a 60 mt o molhinho,chega a ser mais caro que a couve
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Spirou Maltese Yuuu afinal?!
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Helio Maximiliano Robiesperre Quando o Conselho de Ministros (C.M) (Órgão de Soberania) se ocupa de forma tão aprofundada na discussão sobre as vantagens do TSEKE (aquela plantinha que nasce no quintal sem nós sabermos como) só posso tirar duas conclusões: 1- Ou temos sérios problemas de agenda no nosso C.M ; 2- Ou o problema da fome em Moçambique é tão grave que o Governo entrou em crise de ideias e recursos.
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Francisco Tabua Não sei porque e que o governo está a se meter na produção de bhowa. Talvez encontraram uma bolada. Para mim já como bhowa desde a infância. Minha experiencia e que quando o governo anuncia uma coisa destas, e porque acharam milhoes de dinheiro que não sabem onde gastar. Estão a fazer disto uma grande descoberta, mas é apenas descoberta de dinheiro. Quem se lembra, ano passado o Presidente foi a Niassa fazer o lançamento de campanha agrícola concretamente na localidade de bandeci Distrito do lago, onde falou se do início de uma nova era tecnologica que visava aumentar a produção agrícola. Foram gastos um pouco acima de 29 milhões de métricas. Hoje podem vir visitar o espaço onde a 1 ano atrás foram enterrados 29 milhoes. Quem está a gerir essa machamba e um amigo. Abram o jogo, que bolada e essa Sr. Pacheco, não chega de desgracar esse povo já sofrido?
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Anselmo Titos Cachuada Tese equilibrada. Parabéns!
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Cheu Domingos Nao me vou admirar quando os oportunistas subirem do preço do nhewe, algo que se arranca nas casas de banho de borla.
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Caula Manuel Neste País pode falhar as culturas agrícolas, mas o que não falha mesmo é o povo pagar as dívidas.
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João Carlos o Governo deve melhorar o enquadramento, o desenvolvimento das mensagens, e os métodos que utiliza na sua comunicação. Se assim não for, o risco de gerar resultados perversos é enorme. Este é o ponto para mim...
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Francisco Tabua Sr. Presidente Nyusi e muito usado na inauguracao dessas descobertas. FUNGULA MASO Sr. PRESIDENTE. Já temos experiência de muitos tractores, que hoje nao se encontram em nenhuma marchava a desbravar a terra, mas estao nas quintas dos chefes, outros a transportarem madeira nas matas para vender aos Chineses. Peço também a todos os comentadores que vossos comentários nao sejam apenas comentários da mesa, desçam para o polo de desenvolvimento
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Julio Lacitela Mandioca e batata-doce, agora TSEKE, depois será o mazione a ser solicitado para encher os tanques de combustiveis com milagres de Deus.
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De King Massikine Sabe é triste ver um Governo desnorteado, porque ha culturas que deveriamos nos importar mais com elas que o nheué, temos campos e solos muito fertil nas zonas onde eu sai e onde trabalho, terras muito aráveis que nao séria o Nheué que estariamos a nos preocupar neste momento, Nheué nem resolve em nada nem 1/3 das nossas dietas, o que agente mesmo quer é uma produção industrial de milho, mandioca—seca, Arroz, feijões e outras culturas pertinentes, agora Nheué!?? Faxfavor??? Isso é o cúmulo da incapacidade destes nosso dirigentes eles só viram agora que o tal nheué tem um valor nutricional grande??? Nheué germina em tudo que é local e lugar, lá na minha terra nheué não se vende mas sim vá para casa do vizinho e peça vão te dar.
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Bruno Morais Grado pela aula Ilustre Egidio Vaz, é tão estranho como as pessoas desvalorizam essa verdura ou não conhecem ou nunca comeram, eu tenho por hábito consumido a bastante tempo e recomendo
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Cheu Domingos Quem desvalorizou? Quem nao come? Nos comemos isto quase todos os dias, nao precisa da sua massificacao, twmos wm ambundancia nessas terras.
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Bruno Morais Ponto 1: Ao invés de congratular a iniciativa do Governo a desvalorizam. 2: Alguns falam de não precisar se cultivar porque nasce nos pântanos..... sinceramente como se porco que tanto adoramos sua carne alimenta-se de natas e fiambre.
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Cheu Domingos Mas congratular o que mesmo? Producao de txeke? Desculpa la pha. So para os distraidos
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Faquir Bay Mbowa, ( tongwe nya thanga), tsheke( mbowa) n' sude ( algo tipo couve) , cidedevele, ( foge - me o termo em português, existe, pois é usado para sopas em portugal) e outras horticolas, fácil de adquirir, os nossos dirigentes comeram antes de ascenderem ao poder..... As nossas politicas alimentares falham...
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Marcelo Mosse tongwe nya dzitanga....he he he he
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A Horacio Ernesto Binze Português: Amarante
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Francisco Jose No introito desta exposição está claro que tantos cereais e animais que hoje massivamente consumimos sao forasteiros do continente. O que é dos africanos, o que consumiam os africanos...? Só sei que eram nomadas mais tarde começaram com agricultura e a pastorícia...
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Francisco Tabua Bruno Morais, acho que ficou um pouco perdido, todo mundo concorda no valor nutricional da bhowa, mas que não concordamos que seja o foco de discussao no Conselho de Ministros, assim como dizes, já estamos a comer bhowa e sabemos as vantagens. Nao queremos ouvir amanhã que o governo investiu rios de dinheiro para está descoberta.
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Valquiria Mangule Acho que um dos dirigentes experimentou o ntseke ha poucos dias, gostou e decidiu trazer essa novidade ao maravilhoso povo.

E como é normal por cá aplaudir tudo o que vem do chefe, lá decidiu-se colocar esse assunto na agenda do CM!!! Sinceramente..
Infelizmente, já vem tarde Srs Ministros.

A isso chamo preguiça mental, visto não haver necessidade de elaboração de engenhoso plano agrícola para cultivar a planta.
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Francisco Tabua Julio Lacitela, vce quase me matou com essa descoberta de mazione para encher tanques de combustivel. Esses maniacos pa, só nos tiram d serio
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Manuel Juliao Vilanculo Estou feliz pela maneira como expõe o seu raciocínio, de facto, a que fazer entender às comunidades pra depois pôr as mesmas à pare da situação...
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Liano John'Doe e porque não massificam a produção de mandioca e batata doce.. para estar mais barato que o o pão, pois um ministro recomendou-nos isso ha pouco tempo atras, mas por pura ignorancia nao sabe que estes alimentos estao mais caros? Egidio Vaz
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Rildo Rafael O que os africanos, moçambicanos (não de podia falar de Mocambique) comiam antes das rotas comerciais, das viagens de exploração e da colonização efectiva...Que plantas e animais que territorios que diz hoje Moçambique possuíam? As folhas de Mboa ha muuto que se conhece o seu valor nutrutivo. Muitos ate aprenderam a cozinhar com essa folha. Portanto, ela já faz parte da dieta nutricional dos mocambicanos (para uns de forma intencional e para outros de forma não intencional). Ha muita Mboa (Boa, tseke) e bem massificada (quer por acção dos ventos, pássaros e intervenção humana). A moringa também já e bastante cultivada e consumida... As folhas de Mboa há muito que se recomenda o seu consumo pelo MISAU para, por exemplo, confeccionar canja, sopa, caril de verdura e ou misturar com moringa, folhas de nhemba... A população conhece o seu valor nutricional...Egidio Vaz....
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Kamal Sabino Jose

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Kamal Sabino Jose Não falta muito pra nos aconselharem a comer M'FUNHE

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Zeiss Lacerda
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Felizarda Matusse
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Teixeira Teté Esse é o governo que temos.
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Egidio Banze Eusodio Do Justino
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Eusodio Do Justino Sim meu caro!
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Miguel Comiche Boa análise....seria melhor se o governo torna-se público o seu valor nutricional e comercial visto que é uma planta que desenvolve facilmente e deves em quanto em sintios impróprio......(ex.nas casas de banho e latrinas de construção tradicional)
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Francisco Tabua Os politicos agem como matequenha, onde apanham pele mole penetram, logo começa a por ovos, tudo a custas do seu sangue. Há dias era um vice ministro Ragendra de Sousa que estava em apuros por ter aconselhado as pessoas a comerem batata doce no lugar de pão. Hoje e um erro comum assumido por vários ministros a incentivarem o bhowa. Mas nenhum deles veio abertamente a dizer que já come isto que aconselham os outros. Eles sabendo que não fazem nada pão deles e das melhores padarias que nem sabem o preco, só está na mesa.
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Sura Rebelo Eu ja tenho tseke a disposição qb e acredito q muitos mocambicanos têm tb. De resto estou aconselhada faz tempo. Agora irem aprovar em conselho de ministros? O q se segue?
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Fatima Mimbire Definitivamente perdemos a criatividade. Acho que essa coisa de pensar em resolver os problemas de hoje por hoje e sem pensar no longo prazo nos leva a coisa ridículas como estas. Querem promover porque? Pq não promovem o tomate, a cebola, a batata, o arroz- que é produzido ali no nosso velho chokwe e depois é exportado p China e nos aqui c défice e a comprar proibitivamente.

Penso que temos de sentar, todos como moçambicanos e decidir o que queremos e como fazemos isso.

Vamos promover a produção de alimentos, sobretudo aqueles que teem valor comercial e nos custam caro.

Essa medida lembra me o discurso do canteiro p resolver o problema de alimentos.

#nos começamos pela morte.
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Su Costa Este governo nos substima.
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Valquiria Mangule Só por dizer!
Palhaçada isto!!!
O pior é saber que tantos Ministros ali aprovaram que tal facto fosse difundido como promoção...

Isso é tão revoltante que irrita..
Estamos mesmo entregues à bicharada e aos próprios bichinhos
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Renaldo Reagan Constâncio Simango boa analise meu caro
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Lytos John Se "Tseke" for aquela planta que muitas "mamanas" tem vendido nos mercados que tem nome diferente consonte cada uma das provincias...e que em Maputo, anda cheio na 2M...e ainda, eu cresci a ver aquela planta apenas "aparecer do nada"....Uhhh...?1?
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Chabir Ibraimo Nesta altura tem coisas muito mais,mas muito mais importante para resolver! !!E até ligado a agricultura!!!
Não deve existir casa em Moçambique que não consuma essela verdura! Como disse EV,é secular.
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De Waan Candido Conselho de ministros para discutir Tseke? ridículo...
daki a pouco nkaka (cacana) juro
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Salomão Mambo Nuno Castel Branco

Porque será que algumas pessoas quando chegam ao governo querem ficar dietistas do povo? Será que pensam que os moçambicanos não sabem que batata-doce, mandioca, thseke/tseke, matapa, mboa, feijão nhemba, patas de galinha, etc., são comida? Será que o governo tem a função de dar receitas e sugerir refeições ou tem que criar as condições políticas, económicas e sociais para se poder produzir e ter acesso fácil e barato aos bens alimentares de qualidade? Afinal esses governantes aprenderam sobre tseke no conselho de ministros e no comité central ou foi nas casas das mães e avós e bisavós? Agora andam a ensinar a comer a quem? Ou estão a disfarçar que não sabem o que fazer e como fazer e decidiram ficar cozinheiros teóricos do povo? Ainda vão fazer um programa na TVM sobre as receitas da frelimo em tempo de fome e crise. Alguém vai chamar a isso as receitas da dívida soberana. Vão passear. Se não sabem o que fazer como governo, digam. O povo vai dizer o que devem fazer, e ainda vai oferecer-lhes tseke com pescoços de galinha e xima, de borla. Desde que façam o que o governo é suposto fazer para se produzir e garantir o acesso fácil a e barato aos bens e serviços básicos de qualidade. Carlos Muianga, Fernanda Ailina Massarongo, Mindoca Nelsa, Rosy Aly, Epifânia Langa, Ruth Kélia, venham ajudar-me a entender porque estou confuso. Juro.
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Egidio Vaz O maior equívoco é assumir que todo pais conhece a planta e comem. Mentira. Existe uma grande diversidade de padrões e hábitos alimentares em cada região. Assumir que a planta é por todos conhecida é um tremendo erro. Por exemplo, os senas do centro abominam a Cacana apesar do seu valor nutritivo. A kharakata de Nampula é desconhecida em Maputo apesar do seu valor nutritivo. Compensar este vazio de informação pode salvar vidas e melhorar a informação das populações em relação à dieta alimentar. O governo ou estado deve pensar em cada um de nós enquanto nós pensamos como indivíduos ou como grupo social. Está aí a diferença. Pelo que algumas coisas parecem loucura uma vez que no nosso imaginário tomamo-las como óbvias
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De Waan Candido ja viu ? ilustre #Egídio , porquê foram escolher Tseke para alimentar a nação ? se existe essa diversidade toda e cada região a consumir o k é da sua apreciação e de histórica e livre produção!?
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Rildo Rafael Egidio Vaz: As folhas de "MBOA" existem em Moçambique e as comunidades sabem que a mesma é consumível! A diversidade de hábitos e padrões alimentares podem (probabilidade) influenciar o modo de preparo ou a prioridade ou não na dieta alimentar... As folhas de MBOA são conhecidas...Quando afirmas que os senas do centro abominam cacana é discutível...Há várias formas de consumir as folhas de cacana para além do recurso a amendoim ou coco! Alguns senas misturam as folhas de cacana com outras folhas, outros ainda consomem com amendoim ou coco (conheço) muitos...E até NDAUS...Cacana, Masssala, Canhu ou Mandangua abundam no centro de Moçambique.... A farinha de Mandioca (Quando confeccionada-Karakhata) também é consumida no centro, misturado com a farinha de milho (Zea Maise) e parece que a Karakhata não tem mais valor nutritivo que a farinha de milho (que até recomenda-se fazer papa de milho para crianças-MISAU)...Qual é a prioridade do país em termos dos produtos alimentares para fomentarmos a massificação? Porque e para quê? O Tseke vem encaixar nesse leque? As comunidades conhecem muitas verduras e sabem que elas tem valor nutritivo (Como, por exemplo, Lune, Tximbhonge, Massamba ya Mbambaya-não sei se é a grafia certa em sena)...Também misturam folhas de amora com folhas de nhemba)...Já massificamos a JATROFA e muitos camponeses entraram nesta empreitada e mais tarde iam pedir explicações ao directores do SDAE e eles não tinham resposta sobre a sua comercialização....Muitos camponeses ficaram com seus produtos (Jatrofas)....
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Nhecuta Phambany Khossa Salomão Mambo. Não confundam ronga com shangana. O que nós em shangana chamamos mboa é ntseke em ronga. O que em ronga é mboa, em shangana é matsavu (folhas de abóbara). Saibam ainda que uma garrafa em shangana é bolhela, mas em ronga diz se xiguedzana. Ora, xiguedzana em shangana é apenas a partícula (pedaço) de garrafa partida.
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Egidio Vaz Kkkk
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Salomão Mambo Nhecuta aceito a explicação de todos. EV mencionou que essa tal coisa que o governo aprovou está a criar interpretações locais. Eles devem vir mostrar a tal planta que eles aprovoram e também nos darem o nome em português. Eu pessoalmente quando vi achei que fosse o erro de escrita no rodapé. Tseke não precisa de nenhum incentivo para aparecer ele brota por si. Mas a ser verdade que realmente é Tseke fizeram bem porque outros já estariam a esfregarem as maos para irem pedirem emprestimos para fazer crescer Tseke.
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Belizario Cumbe Salomão Mambo, com a iniciativa governamental, não tenha dúvidas que haverá dinheiro para incentivar o cultivo de tseke. Esse é o ponto....
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Arao Jose Valoi Boa explicação esta dada por Nhecuta. Vejo muitos aqui a postarem fotos do que nós mashanganas chamamos de mboa. Não creio que seja isso que o Governo se refere. Acho que o Governo quer massificar a produção de matsavu, será isso Nhecuta?
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Nhecuta Phambany Khossa Arão. Estamos a falar de nteseke = mboa.
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Samuel Silvestre Zaqueu Seria errado considerar Bowa, folhas de batata doce?? A ser não, qual é a diferença entre Entre está folha de batata doce (Bowa/tseke), com o que minha títia chama de Bowa isto e n Tseke?

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Nhecuta Phambany Khossa Samuel, as folhas de batata doce se chamam em shangana por "madledlele". Também é um bom prato e muito saudável. A propósito da batata doce e porque há terminologia diferente em shangana e ronga, há que clarificar o seguinte: em shangana se diz "nlhata"; em ronga é "munwambu".
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Esperanca Jetimane hummm madlhedlhele eh folha de batata doce sim
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Joaquim Constantino Embora tseke ou bowa, cresça sem muitos cuidados ou por um processo natural, o que deveria ser incentivado 'e o leque de varias outras culturas da mesma espécie, exemplo as folhas da batota doce, 'e uma grande fonte de antioxidantes, Vitamina C, Vitamina A, Tiamina, Riboflavina, Niacina e Ácido Fólico. Em comparação com outras folhas verdes, que possui mais de fibras dietéticas e nutrientes. Outra coisa 'e incentivar programa de Culinária Moçambicana....como cozinhar bem , com o que 'e nosso, sem gastar muito dinheiro...

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Felix Massuanganhe Folha de batata doce também é bom alimento
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Francisco Tabua EV, bem falado, eu também sou macena, já comi nhica (alga) você conhece? Certamente pode existir um outro que não conhece. Hoje não me venha com história de comparar bhowa com kakana. Existem muitas outras plantas nutricionais dependendo da sua origem. E estas plantas já estão a ser consumidas, querendo ou não. O que estamos a criticar e o facto de quererem nos enganar aqui que e uma inovação, quando não e, para depois justificarem rios de dinheiro gasto em nome de promoção de bhoa. Isto que e mentira. Se alguém lhe pediu para convencer aos moçambicanos. Diga que aceitamos que e nutritiva, desde o momento que não hajam orçamentos extras para esse trabalho, como já fizeram no passado.
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Su Costa Teoricamente bem explicado, mas acho que faltou uma análise mais lógica para o tempo em que vivemos( situação económica actual) e a funcionalidade da tal tseke.
Será que é de tseke que precisamos para reduzir o índice de subnutrição?
Não há outra cultura que se pode massificar a sua produção?
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Calton Cadeado Su Costa! Bem observado o teu ponto. Mas, veja que o governo não está a dizer que só precisamos de Tseke. O governo pode, não tenho a certeza, é pura especulação, estar a dizer pessoal vamos lá pegar está oportunidade. Não custa nada é barato e, se calhar, podemos até criar emprego e ficar ricos como acontece com outros produtos de fácil produção. Su! Para mim o problema não está no governo e na sua decisão. O problema está na pobreza do nosso capitalismo e da nossa pobreza de iniciativa que estamos sempre à espera de orientação do governo, de orientação do chefe!
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Su Costa Respeito o seu ponto de vista, também. Mas continuo indignada!!! Esta planta já é bastante produzida a nível familiar e também comercial, na minha óptica, há que massificar culturas que valham realmente a pena, se os alimentos de base nos faltam como vamos complementar a nossa dieta?
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Dinis Nhancume É tudo palavreado...filosofia de subdesenvolvimento...do governo esperamos políticas de industrialização, políticas de gestão de águas, políticas de geração de emprego e renda, políticas de elevação e transferência de conhecimento, políticas efectivas de combate a corrupção e ao despesismo, políticas de desenvolvimento de infra estruturas, políticas de transporte, políticas de desenvolvimento agro pecuário, políticas de desenvolvimento do potencial turístico...pilíticas de paz e estabilidade, políticas macroeconómicas que promovam um ambiente adequado que atraia e retenha investimentos, políticas fiscais que garantam menor risco e maior captação e capitalização de recursos...enfim, certamente não é de produção "dirigida" de tseke que precisamos (come-mo-la há anos, sem orientação governamental)...Ntlha!!
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Samuel Silvestre Zaqueu Obrigado Nhecuta Phambany Khossa. O texto do Egidio Vaz, considera Bowa e Tseke como mesma coisa. A minha me diz Bowa (folhas de abóbora) e Tseke são diferentes. Isto me deixa confuso.
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Su Costa Ele devia ter clarificado a sua zona de origem-Inhambane, é lá que se chama tseke de mboa.
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Alzira Magalhaes Na zona sul chama-se tseke no centro ( Bira e Tete) chama se Mbowa, em quelimane chamam de Nhewe,sendo que Mbowa na zona sul refere-se a folha de abóbora
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Gilder Anibal SENHORES, eu penso que, o Egidio Vaz, deve estar a fazer PROPAGANDA do Governo. Um Conselho de Ministros, custa muito caro ao bolso do cidadão. Então, reunirem para discutir AMARANTHUS, Tseké, enquanto temos muitos problemas pontuais, é no mínimo, brincar com o POVO. Nós, sabemos que Tseké, é inútil se comparado com aquilo que Moçambique podia produzir com as suas famosas TERRAS ARÁVEIS.
______
Estou FIRME que, essa proposta, pode ter sido movida pelo Dr. Ragendra de Sousa, depois de ver a sua IDEIA de tubérculos chumbada pela sociedade.

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Chabir Ibraimo Nem mais!👍
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Allê Marime Gilder Aníbal. Nem mais. Esse governo só tem ideias badalhocas.
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Narcisio Moises Iji nao li a observacao do gil,mas mostra que ele nao sabe o que e ir na machamba quando afirma categoricamente que maior parte das verduras vem de fora. Experimenta deitar agua no lixo se nao vai germinar mbowa,. Sao verduras que adoram casas de banhos ....
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Adelson Rafael Mbyua Egidio Vaz ninguém chuta cachorro morto, as pessoas não atacam quem não tem valor, é insignificante, medíocre, mas alguém que possui características ou qualidades que incomodam e por isso as ameaça, daí porque utilizarem deste recurso numa tentativa de a diminuírem de alguma forma ao mesmo tempo em que se projetam.
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Calton Cadeado Quem já esteve em países ricos e desenvolvidos sabe que os chamados produtos orgânicos são muito caros. Amanhã não nos surpreendamos quando aparecer um estrangeiro a fomentar essa produção, ganhar dinheiro, ficar rico e nós aqui a VER NAVIOS A ANDAR NA ESTRADA😳
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Allê Marime Ahhhh. Calado és poeta!
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Nhecuta Phambany Khossa Certo Calton Cadeado. Certo dia na RSA, passei por uma quinta com uma escrita enorme que dizia "produzimos e vendemos plantas indígenas". O que nós pensamos que podemos ir buscar na mata, porque cresce sem intervenção do homem, há quem produz e vende bem. Viu uma oportunidade de negócio.
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Felix Massuanganhe Eu já me deliciando dela no meu quintal e cresceu de forma natural

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Jaime Chambule Meus irmão! Tseke é alimento de fácil acesso quase para todos os pobres! Admiro quando se reunem para decidir uma coisa que é fácil adquirir!
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Calton Cadeado Jaime! Pense grande, meu caro! Pense grande! Alguém está a ver uma oportunidade de fazer dinheiro e muito dinheiro. Até o pobre, como você diz, se calhar ainda não se deu conta de que pode criar empresa e ficar rico com isso! Alguém, neste caso, o governo tomou iniciativa. Aqui, my friend Fatima Fatima Mimbire, acho que a culpa não é do governo. Acho que o problema não é o governo. O problema é a nossa sociedade que está sempre a espera do governo para ter iniciativas empreendedoras. O problema, aqui, é a pobreza de ideias dos nossos capitalistas que estão a espera de orientação do governo. Porquê é que não foste tu, eu, o teu amigo, a tua amiga, o teu e o meu vizinho a ver essa oportunidade, fazer dinheiro, ficarmos ricos e depois vir o governo?!😳
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Fatima Mimbire Calton Cadeado Concordo parcialmente contigo no que tange ao empreendedorismo e esperar orientacoes para fazer coisas. Enquanto 'e verdade que pode haver falta de iniciativas, tambem 'e verdade que nao 'e liquido que uma ideia ainda que bem pensada e desenhada pode decolar por razoes estruturais queconhecemos e muito bem. O meu ponto 'e: porque o tseke, que pelo que saiba nao escasseia, ao inves do tomate, do arroz, do amendoim, etc., que sao bens alimentares de valor comercial e que nao conseguimos produzir em quantidades suficientes para o nosso alimento diario? qual 'e a ideia do foco no tseke? que retornos trara o tseke que o tomate, arroz, cebola, amendoim nao trazem ou nao podem trazer? Concluindo: para mim, nos precisamos 'e de resolver os problemas estruturalmente. Focar na producao do tseke nao resolve o nosso problema de producao. em 2008 foi adoptado um plano interesantes de producao de alimentos, no qual o tseke esta incluso, e fracassou. Antes de irmos ao tseke, temos de entender porque faltamos e de plano em plano nao decolamos?
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Cheu Domingos Assim teremos empresas que vao se dedicar na producao, massificacao e exportacao do tseke? Uma especie de ematum parte2
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Dinis Nhancume Kikikiki... Empresa moçambicana de tseke...EMATSE...KIKIKIKI
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Marcos Manejo Pakhonde Pakhonde Boa pergunta. Por que Tseke (bhonongwe) e nao o arroz ou trigo e mesmo soja? Existem muitas culturas tocadas no PAPA, mas nada foi feito. Onde estou 3 tomates estao a 60 mts. E agora me falam disto ai?
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Narcisio Moises Tseke nao e mbowa.. Perguntem os vossos avos . tseke e agua +verdura+sal+tomate (mhukhatsuela) . quem e da terra sabe ou conhece os nomes. Obrigado
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Evaristo Cumbane Só pode ser uma gozação com os pobres. Será eles ja comeram tseke mesmo...o que mordeu os nossos governantes, especialmente deste governo...tudo up side down. God have mercy
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Neide Txuma Jone Todos madodas sabem o valor nutricional desta planta (através da experiência) que já se consome faz tempo embora nao saiba se existem estudos específicos. Sempre nas consultas pre- natais os médicos recomendam o seu consumo. No Mica, Shoprite encontram embalado e fresquinho pra o consumo...Ha quem cultive ou cresce naturalmente? Em casa da minha avo crescia ao redor da casa de banho, bastasse haver humidade ehhhhh - Amaranthus spinosus L. (Tseque)..

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André Mondlane na esquina da minha casa, um molho de tseke (que pode ser suficiente para uma refeição de 3 pessoas) está 5 meticais. Só não consigo comprar arroz, farinha de milho, para acompanhar(também me falta tomate). Até que consigo uns troncos para fazer lenha. Se não for a encomodar, gostava que alguém me facultasse uma receita de Tseke à agua e sal.
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Allê Marime Acho que o defensor Calton Cadeado poderia tecer alguns comentários sobre isso.
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Allê Marime Pois tseke pulula nos mercados a bom preço.
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Cheu Domingos Ematum parte2. Que criem essas vossas empresas para producao, massificacao e exportacao do tseke. Forças senhores governantes
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Eusodio Do Justino Existem muitas plantas de fácil produção e que não depende da época. Voces podem até defender o conselho de ministros mas para mim essa ideia chumbou, para não dizer que Mouzinho foi burlado. Está mas que não hora de deixar gabinetes e começarem a trabalhar. Ora vejamos: nem água temos mas falam de produzir tseke qual será a fonte de regadio? Porquê é que não fala de produção de folhas de mboa/ hortalicia, madledlele, nhangana, até cacana, espinafre, etc. O foco foi só para tseke? Alguem brulou o conselho de ministros...

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Macvildo Pedro Bonde Meu caro, Egidio Vaz, As pessoas já estão cansadas de tanta promessa e nada. A ilusão de um país melhor esfumasse aos olhos de quem luta diariamente por um lugar ao SOL. Mas, gostei desta:"Desta vez, sou São-tomense: esperar para VER. O terceiro comentário é que, a não ser que esta campanha seja coadjuvada pelo MISAU e MITADER, o plano não passará de uma letra morta? Porquê? Porque o grande problema aqui será essencialmente do conhecimento, da motivação e do engajamento dos cidadãos no seu cultivo. Se as populações não forem capazes de conhecer o valor da planta para a sua saúde e o eventual valor comercial, está tudo perdido".
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Nelson Chimoio Cuidado o que os ocidentais nos introduzem nas nossas mente. Se bem que essas culturas são de alto valor nutritivo porque não faz parte do meno gastronómico deles?
Egídio Vaz sei que és conhecidor de História e tenho acompanhado suas publicações que muitas vezes são construtivas mais desta vez não posso dizer o mesmo sinto muito dizer isso.
A outra questão que posso fazer é o seguinte porque o governo não cria condições de ensentivar a população a aumentar e melhorar a produção introduzido melhores técnicas de produção do que nos incutir ideias de culturas estranhas
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Francisco Wache Wache É bowa (cogumelo) ou é bonongwe?
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Mário João Francisco Francisco bowa /tseke
chowa/ cogumelo
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Francisco Wache Wache E mbowa o que é? Nao é tal de tseke?
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Marcos Manejo Pakhonde Pakhonde Dr Wache é aquele Bhonongwe que anda ai ao lado dos curais e nas zonas baixas. Isto Tseke é para fingirnos que é novidade enquanto cresci a comer bhonongwe sem nenhum esforco. Vamos pensar em cereais e outras culturas que alavancam a economia. Se é que tem Proteinas, a maior parte do povo ja deve ter quantidades que basta na reserva.
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Ana Costa Op opVer Tradução
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Zaida Adade Na minha humilde analise, eh que nao precisava ser um projecto de aprovado pelo conselho de ministro. Bastavam as campanhas de diculgacao sobre o seu valor nutricional dentro dos programas nutricionais e de saude, so para reforcar o seu consumo e producao. Porque nos ja o produzimos e consumimos, por ser barato, saboroso e variar a dieta alimentar. Encontra-se a venda nas ruas pelos vendedores ambulantes, nos mercados e por ai a diante, pelo menos ca no norte.
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Jr Chauque Bem falado irmã.parabens
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Titos Cau Tenho 3 opinioes sobre este post mas antes devo dizer que o teu conhecimento da historia esta desactualizado e manchado pelo preconceito do colonialismo. Os africanos sao os verdadeiros nativos ou indigenas de todos os continentes, Africa, Asia, America, Australia. Os Incas encontraram africanos (os Olmecas) na America; assim como outros povos nas americas do norte, centro e sul. O mesmo sucede na Asia e Australia, onde os actuais habitantes encontraram e desalojaram os africanos que habitavam aquelas terras. Repare que ate ha 6 mil anos atras, depois da domesticacao de muitas dessas plantas que referiste, TODOS os seres humanos na terra eram PRETOS/ AFRICANOS. Desse modo, esses povos que ocupam a America, Asia e Australia nada mais fizeram do que dar continuidade a algumas das praticas que os africanos nativos vinham utilizando naquelas terras, Aprofunde um pouco mais o teu conhecimento da historia universal.
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Elódia Stella Jamisse Fontes Desactualizado esta de facto porque em um último estudo vi que todos outros continentes foram habitados por povos saídos de África. E foram adquirindo novas características físicas de acordo com o tipo de clima e desafios da natureza. circundante
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Josue Mucauro Movimento back to 1983... Adira já é só curtir aqui
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Simiao Cossa Nuno Castel Branco

Porque será que algumas pessoas quando chegam ao governo querem ficar dietistas do povo? Será que pensam que os moçambicanos não sabem que batata-doce, mandioca, thseke/tseke, matapa, mboa, feijão nhemba, patas de galinha, etc., são comida? Será que o governo tem a função de dar receitas e sugerir refeições ou tem que criar as condições políticas, económicas e sociais para se poder produzir e ter acesso fácil e barato aos bens alimentares de qualidade? Afinal esses governantes aprenderam sobre tseke no conselho de ministros e no comité central ou foi nas casas das mães e avós e bisavós? Agora andam a ensinar a comer a quem? Ou estão a disfarçar que não sabem o que fazer e como fazer e decidiram ficar cozinheiros teóricos do povo? Ainda vão fazer um programa na TVM sobre as receitas da frelimo em tempo de fome e crise. Alguém vai chamar a isso as receitas da dívida soberana. Vão passear. Se não sabem o que fazer como governo, digam. O povo vai dizer o que devem fazer, e ainda vai oferecer-lhes tseke com pescoços de galinha e xima, de borla. Desde que façam o que o governo é suposto fazer para se produzir e garantir o acesso fácil a e barato aos bens e serviços básicos de qualidade. Carlos Muianga, Fernanda Ailina Massarongo, Mindoca Nelsa, Rosy Aly, Epifânia Langa, Ruth Kélia, venham ajudar-me a entender porque estou confuso. Juro.
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Joao Huo nao e folha de btt doce e so ver a estrutura da mesma e compara-la com mudombe ou folha de btt doce
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Alberto Domingos Ngome precisava de ser discutido em conselho de ministro????
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Francisco Tabua Samuel Silvestre, entra lá no assunto pa, es o único a discutir palavras, o resto estamos a discutir conteudo. EV foi claro ao dizer bhowa na língua Sena e tseke na tua lingua, o importante aqui e cada um saber de que se trata, chame como quer na sua lingua, no fim queremos sua opinião. Espero que o tenha ajudado.
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Felix Daniel Sitoe Eu pessoalmente ja não me espanta ouvir esses pronuciamentos vindo dos nossos dirigentes,ate ja propuseram patinhas e miudesas de galinhas,com a ex governadora da cidade capital
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Alexandre Chavanguane Foste infeliz no teu post, quando temos falta de combustivel, água, emprego, habitação e tantos outros problemas que enfermam aos Moçambicanos querem vir nos dizer o k comer.
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Allê Marime Ainda mais esse tseke está nos mercados e a bom preço.
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Wilson Mondlane Concordo
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Helder Tivane Essa é agenda da Governação da Frelimo, simplesmente estão a cumprir nao vejo nenhum problema nisto...o grande problema esta nos que votaram a Frelimo e colocaram no poder pessoas sem vergonha...
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Helder Tivane Primeiro fizeram lavagem do cérebro do Rajendra, agora ele acredita que solução da falta d Pão esta na batata doce e na mandioca, sinceramente aja paciencia
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Daniel Costa Era de esperar que Pacheco levasse o projecto do amarantus (nhewe\tzseke) ao conselho de ministros. Já não ha nada pra dizer ao Presidente. Um Pacheco que perdeu o norte dos serviços que deve prestar. Nhewe sempre vem na dieta do moçambicano, o que é isso de massificar? Era tempo que caisse daí porque já esta cambaleiante de tão defihante que está.
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Titos Cau "Grosso modo o povoamento de Africa acontece 7000 anos antes de Cristo" ERRADO. Cidade com mais de 70000 anos recem descoberta em Africa http://www.ancient-origins.net/.../discovery-70000-year...; as primeiras minas sofisticadas foram descobertas na regiao da Namaacha, Limpomp entre Mocambique, Swazilandia e Africa do Sul, datando de ha mais de 30000 anos. Na Tanzania ja havia metalurgia ha 180000, os Khoisan migraram a partir do sul de Africa, usando a costa Oeste do Continente e entraram na Europa ha 30 mil anos (Homen de Grimaldi). Sao estes Khoisan (Grimaldi) que depois se misturariam com os albinos vindos da Asia Central para originar a raca de chineses, japoneses, etc ha cerca de 4 mil anos. O povoamento a que te referes, trata-se do movimento da migracao bantu. Com o derretimento do gelo, apos a idade do gelo, ha mais ou menos 7 mil anos, os albinos (brancos) comecaram a migrar a partir da sua terra original na Asia Central onde estiveram confinados durante seculos ou milhares de anos. A sua expansao, em parte devido a pressao dos Huns (Atilla) resultou em conflitos militares e consequente destruicao das civilizacoes de africanos que existiam na Russia, Europa do Leste, Europa Ocidental, Asia Ocidental (hoje em dia conhecida como medio oriente). Os povos pretos que viviam nessas regioes comecaram a movimentar-se em grandes numeros de volta a Africa. Esse movimento foi similar ao actual movimento migratorio dos nossos irmaos da Africa Central e Ocidental para o sul do continente.



Discovery of 70,000-year-old African Settlement Challenges Previous Theories
ANCIENT-ORIGINS.NET
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Muhamad Yassine Thanks....estamos cansados desse novo bombeiro do governo
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Egidio Vaz São fábulas.
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Egidio Vaz E quem és tu Muhamad Yassine? Se sou bombeiro quem és tu? Isso que o Titos Cau escreveu é fábula. Estamos a falar da difusão de sementes e não de achados arqueológicos. Diz-me Yassine quem és tu se eu sou bombeiro!
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Muhamad Yassine És o bombeiro ? Veja que nem sabia
Mas ok, porque achas que o escrito aqui são fábulas? Não seja o bombeiro, sejas tu kkkk
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Helder Tivane Você é muito inteligente, juro...Onde você estudou? de certeza dispensaste em todas classes, Universidade então foi canja pra ti...
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Titos Cau The oldest known mine in the archaeological record is the "Lion Cave" in Swaziland, which radiocarbon dating shows to be about 43,000 years old. - http://www.ancient-wisdom.com/mining.htm - nao me diga que eram alienigenas e nao africanos que exploravam o minerio nessa altura. E que sempre que se descobre algo extraordinario feito pelos africanos, por ex a construcao das piramides e outros feitos na turquia ha 30 mil anos, os brancos inventam alienigenas ou racas inexistentes para nao admitir que africanos foram os autores.



Prehistoric Mining.
Pehistoric mining: Form and function.
ANCIENT-WISDOM.COM|DE ALEX WHITAKER
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Hélder Nemésio Meus amigos, o Tseke já anda nos nossos Mercados há muito tempo. Anda nas machambas há muito tempo.
O dado positivo que se pode colher da decisão do Governo é o facto desta cultura ter um alto valor nutritivo. Cofesso, meu caro Egidio Vaz, que não sabia que esta planta faz parte dos superfood. Estamos diante de uma alternativa acessível para combater o problema da má nutrição. Penso que é o seu valor nutritivo que está sendo massificado.
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Mestre Jojo Mestre Jojo Querem nos tirar o último alimento" mahala " para poderem comercializar? Não pode,deixa assim .Obrigado
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Xavier Antonio A ideia é muito boa. Na prática esse alimento é consumido não só em todo território nacional, como também além fronteiras. Mesmo europeus gostam.
O nosso problema é complexo, pensamos que o que não vem da europa é inferior e não tem valor.
Acho que essa é a concepção que herdamos dos portugueses, pensar que tudo que não tenha origem ou aprovação do branco não tem valor.
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Manuel Mucári Tenho muito Tseke no quintal, nem precisei semear. Bastou a chuva. O resto a mae natureza se encarregou de dar vida.
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Marcos Manejo Pakhonde Pakhonde Para mim é perca do foco. Amarathus ja é cultivada de forma natural. Para esta cultura nao seria necessario gastar tanto dinheiro para tal, pois, a natureza sempre foi encarregada para a disseminacao. Pode haver sim a falta de cuidado, mas o povo vai la onde ela germina e tira para o seu consumo, até por que qdo cresce de forma natural, mais sabor tem. Em Tete (Nyungue) chamamos de Bhonongwe e so mais tarde la durante a minha formacao sube o nome cientifico. Para o seu desenvolvimento requer humidade maior que 1000 mm, os solos devem ser limosos, fofos e fertis. A temperatura media ideal é de mais ou menos 25'C. Naturalmente se desenvolve ao lado de curais bovinos e ate suinos e nas zonas baixas em que haja concentracao de nutrientes. Nunca semeiei, mas semanalmente e principalmento no verao, tenho um prato daquela "cultura". Portanto, considero perca de foco sim, pk existe sim culturas dada a essencia, requerem um incentivo na producao. Amaranthus sem cereais?
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Egidio Vaz Fábulas
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Egídio Dos Santos Videira O estimado Egídio Vaz tem todo direito de pensar assim afinal nunca precisou recorrer a txeke nem??
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Domingos Minizy Mauricio nao preciso do governo pra ter tseke no meu quintal basta a chuva o resto é com a natureza lixem se esses governantes já näo tem como roubar dinheiro nem bando de larapios
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Clovis Macave E ha quem da eco a esta decisao acefala. haja forca pra puxar tanto saco.
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Egídio Dos Santos Videira Bota saco aí, fico muito desapontado com este meu chará ultimamente. Que desilusão
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Wilson Mondlane Dr Egidio Vaz desta vez nao posso concordar consigo. Pese embora se reconheca o valor nutricional desse alimento, acho total trapolhice o tratamento que recebera, com tanta coisa que nos faz falta. Esse alimento e' de facil reproducao e pode ser encontrada em qualquer esquina. Isso e' mesmo para adormecer o boi.
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Egídio Dos Santos Videira Eu acho perca de tempo por parte do Conselho de ministros hoje que o povo espera ouvir alguma esperança da parte deles. Caro senhor Egidio Vaz o povo quer saber como vai ser o amanhã pois de Tseke, Amaranthus you name it...O povo já cansou de tanto comer antes do senhor consultar a sua enciclopédia para nos vir aqui enganar enquanto quando te.servem na ponta vermelha empura para o lado
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Ntsua Obus Neuara Epah essa planta nós já temos vindo a consumir desde que nascemos. Para nós nem é novidade nenhuma. É tipo chegar na casa de um membro do conselho de Ministros e dizer que a partir de já eles devem passar a consumir carne de 1a (não é novidade nenhuma e nem é uma ideia genial).

O que me entristece a mim, é o facto da oficialização do nome TSEKE cujo domínio é reservado a um grupo muitíssimo reduzido de moçambicanos. Em quase todos os jornais o termo usado para designar a planta em causa é esse.

TSEKE
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Mahomed Hanif Gafur primeiro foi derivados de frangos depois foi batata doce agora e tseke cada dia passa so sao supresas
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Esperanca Jetimane Como cozinhar Tseke? so sei preparar com oleo... ai ja nao eh tao saudavel...
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Khensani Duducho Sika Ricardo Lázaro Kapenga sei que gosta muito dessa verdura
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Ricardo Lázaro Kapenga Kikikikikikiiiii... petisco de nyewe
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Khensani Duducho Sika Tanto é que come sem acompanhante
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Ricardo Lázaro Kapenga É muito bom para ...
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Ricardo Lázaro Kapenga Babalaza
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Enossy Zunguze Estão a falar enquanto alguns encheram o "estômago". Tsk

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Claudino G. Nchumaly So um governo sem nocao de o que é Governacao pode vir dizer essas baboseiras ao povo. O resto é papo
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Násio Mangue http://pt.myprotein.com/.../lista-melhores-super-alimentos/



Lista dos 10 Melhores super alimentos - The Zone Portugal - Guia de nutrição,…
PT.MYPROTEIN.COM
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Násio Mangue Não vejo tseke como super alimento. http://www.guiadenutricao.com.br/o-que-sao-os-super.../



O que são os Super Alimentos
Os incríveis Super Alimentos Cresce cada vez mais o número de pessoas que investe em uma alimentação…
GUIADENUTRICAO.COM.BR
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Násio Mangue Aliás todas verduras são boas, melhoram o funcionamento do organismo.
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Arnaldo Williams Phelembe Ouve cá nós a muito que viemos nos alimentando do tseke ciente ou não do seu alto valor nutritivo,
Espanta me quando o governo aparece com essa de massificação do seu consumo, a não ser que vão distribuir gratuitamente, a versão cesta básica via tseke!
Esses senhores já provaram a sua inaptidão quando a questão é o sofrimento alheio!
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