Denis Mukwege e Nadia Murad ganham o Nobel da Paz 2018
Anúncio o vencedor foi feito na manhã desta sexta-feira (5), em Oslo, na Noruega.
Por g1
Denis Mukwege e Nadia Murad ganham o Prêmio Nobel da Paz 2018 por seus esforços para acabar com o uso da violência sexual como arma de guerra e conflito armado. O anúncio o vencedor foi feito na manhã desta sexta-feira (5), em Oslo, na Noruega.
O ginecologista Denis Mukwege passou grande parte de sua vida adulta ajudando as vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo. Ele e sua equipe trataram milhares de vítimas desses ataques.
Nadia Murad é uma ativista dos direitos humanos yazidis e sobrevivente da escravidão sexual imposta por integrantes do Estado Islâmico no Iraque.
Por g1
Denis Mukwege e Nadia Murad ganham o Prêmio Nobel da Paz 2018 por seus esforços para acabar com o uso da violência sexual como arma de guerra e conflito armado. O anúncio o vencedor foi feito na manhã desta sexta-feira (5), em Oslo, na Noruega.
O ginecologista Denis Mukwege passou grande parte de sua vida adulta ajudando as vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo. Ele e sua equipe trataram milhares de vítimas desses ataques.
Nadia Murad é uma ativista dos direitos humanos yazidis e sobrevivente da escravidão sexual imposta por integrantes do Estado Islâmico no Iraque.
Veja os vencendores de 2018
Química:
Física: Arthur Ashkin, Gérard Mourou e Donna Strickland foram os ganhadores por descobertas sobre laser. O prêmio de Física foi pela primeira vez em 55 anos entregue a uma mulher.
Medicina: James P. Allison e Tasuku Honjo foram premiados por uma pesquisa sobre imunoterapia contra o câncer.
O ganhador na categoria Economia será conhecido na segunda-feira (8). O prêmio em Literatura foi adiado para 2019 depois de uma acusação contra o marido de uma de suas integrantes. Ele foi condenado esse ano por cometer abusos sexuais e vazar o nome de vários ganhadores do prestigiado prêmio.
Química:
Física: Arthur Ashkin, Gérard Mourou e Donna Strickland foram os ganhadores por descobertas sobre laser. O prêmio de Física foi pela primeira vez em 55 anos entregue a uma mulher.
Medicina: James P. Allison e Tasuku Honjo foram premiados por uma pesquisa sobre imunoterapia contra o câncer.
O ganhador na categoria Economia será conhecido na segunda-feira (8). O prêmio em Literatura foi adiado para 2019 depois de uma acusação contra o marido de uma de suas integrantes. Ele foi condenado esse ano por cometer abusos sexuais e vazar o nome de vários ganhadores do prestigiado prêmio.
Últimos ganhadores do Nobel da Paz
2017: A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (Ican, sua sigla em inglês) foi premiada por chamar a atenção para as consequências catastróficas do uso de armas nucleares e pelos seus esforços inovadores para conseguir a proibição do uso dessas armas.
2016: Juan Manuel Santos, então presidente da Colômbia, conquistou o prêmio pelo esforço de pacificação do país. Naquele ano, o governo conseguiu fechar um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) após uma guerra civil que já durava mais de 50 anos.
Juan Manuel Santos, ex-presidente da Colômbia, em imagem de arquivo — Foto: AP Photo/Ronald Zak
2015: Quarteto de Diálogo Nacional da Tunísia ganhou o prêmio por sua decisiva contribuição para a construção de uma democracia pluralista no país durante a revolução de 2011.
2014: os vencedores foram o indiano Kailash Satyarthi e a paquistanesa Malala Yousafzay, "pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação". A estudante do Paquistão se tornou a mais jovem ganhadora do prêmio.
2013: Organização para a Proibição das Armas Químicas, entidade que supervisiona destruição do arsenal químico na Síria em guerra.
Malala Yousafza durante visita a Salvador, em imagem de arquivo — Foto: Egi Santana/G1
2012: União Europeia ganhou por ter contribuído para pacificar um continente devastado por duas guerras mundiais.
2011: Ellen Johnson Sirleaf, Leymah Gbowee (Libéria) e Tawakkol Karman (Iêmen) ganharam por sua luta não violenta em favor da segurança das mulheres e seus direitos a participar dos processos de paz.
2010: Chinês Liu Xiaobo (China), dissidente detido, "por seus esforços duradouros e não violentos em favor dos Direitos Humanos na China".
2009: O então presidente americano Barack Obama foi premiado "por seus esforços extraordinários com o objetivo de reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos".
Barack Obama, em imagem de arquivo — Foto: AFP
2008: Martti Ahtisaari (Finlândia) foi premiado por suas numerosas mediações de paz em todo o mundo.
2007: Al Gore (EUA) e o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU ganharam o prêmio por seus esforços para aumentar o conhecimento sobre as mudanças climáticas.
2006: O prêmio foi para Muhammad Yunus (Bangladesh) e seu banco especializado no microcrédito, o Grameen Bank, porque "uma paz duradoura não pode ser obtida sem que uma parte importante da população encontre a maneira de sair da pobreza".
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2017: A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (Ican, sua sigla em inglês) foi premiada por chamar a atenção para as consequências catastróficas do uso de armas nucleares e pelos seus esforços inovadores para conseguir a proibição do uso dessas armas.
2016: Juan Manuel Santos, então presidente da Colômbia, conquistou o prêmio pelo esforço de pacificação do país. Naquele ano, o governo conseguiu fechar um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) após uma guerra civil que já durava mais de 50 anos.
Juan Manuel Santos, ex-presidente da Colômbia, em imagem de arquivo — Foto: AP Photo/Ronald Zak
2015: Quarteto de Diálogo Nacional da Tunísia ganhou o prêmio por sua decisiva contribuição para a construção de uma democracia pluralista no país durante a revolução de 2011.
2014: os vencedores foram o indiano Kailash Satyarthi e a paquistanesa Malala Yousafzay, "pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação". A estudante do Paquistão se tornou a mais jovem ganhadora do prêmio.
2013: Organização para a Proibição das Armas Químicas, entidade que supervisiona destruição do arsenal químico na Síria em guerra.
Malala Yousafza durante visita a Salvador, em imagem de arquivo — Foto: Egi Santana/G1
2012: União Europeia ganhou por ter contribuído para pacificar um continente devastado por duas guerras mundiais.
2011: Ellen Johnson Sirleaf, Leymah Gbowee (Libéria) e Tawakkol Karman (Iêmen) ganharam por sua luta não violenta em favor da segurança das mulheres e seus direitos a participar dos processos de paz.
2010: Chinês Liu Xiaobo (China), dissidente detido, "por seus esforços duradouros e não violentos em favor dos Direitos Humanos na China".
2009: O então presidente americano Barack Obama foi premiado "por seus esforços extraordinários com o objetivo de reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos".
Barack Obama, em imagem de arquivo — Foto: AFP
2008: Martti Ahtisaari (Finlândia) foi premiado por suas numerosas mediações de paz em todo o mundo.
2007: Al Gore (EUA) e o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU ganharam o prêmio por seus esforços para aumentar o conhecimento sobre as mudanças climáticas.
2006: O prêmio foi para Muhammad Yunus (Bangladesh) e seu banco especializado no microcrédito, o Grameen Bank, porque "uma paz duradoura não pode ser obtida sem que uma parte importante da população encontre a maneira de sair da pobreza".
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