Centenas de toneladas de partes de corpos humanos e resíduos cirúrgicos foram armazenados por uma empresa de limpeza contratada pelo Serviço Nacional de Saúde britânico em vez de serem incinerados
Centenas de toneladas de partes do corpo humano e resíduos cirúrgicos foram armazenados por uma empresa de limpeza contratada pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido, adianta esta quinta-feira o Health Services Journal (HSJ), que cita documentos a que teve acesso.
Os documentos do NHS revelam que os Serviços Ambientais de Saúde (HES) permitiram que os resíduos humanos, incluindo membros amputados e resíduos ligados ao tratamento do cancro, se acumulassem em níveis insustentáveis devido à falta de capacidade de incineração, escreve o HSJ.
Entretanto, o governo britânico confirmou à CNN que os resíduos não haviam sido tratados ou limpos em tempo útil pelos HES, que estavam a trabalhar em planos de contingência alternativos de limpeza.
O HES está a acompanhar de perto o caso, desde que a Agência Ambiental do Reino Unido notificou o governo sobre o problema, no final de julho. "Não há absolutamente risco algum para a saúde dos pacientes ou do público em geral", disse um porta-voz do governo à CNN. "A nossa prioridade é evitar a interrupção do NHS e de outros serviços públicos vitais. O trabalho está em andamento para garantir que as organizações possam continuar a limpar os seus resíduos com segurança e eficiência", acrescentou.


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