quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Comerciantes revoltam-se contra decisões municipais na Beira


Município da Beira destrói barracas construídas ao longo das vias públicas
Dezenas de pessoas que confeccionam alimentos nas bermas das estradas e nos passeios do bairro de Maquinino, na cidade da Beira, estão zangados com o Conselho Municipal local. Em causa, alegadamente, há o facto de a edilidade ter destruído haveres e confiscado todo o material que os comerciantes usavam para preparar alimentos assim como os próprios alimentos.
Tudo começa com a decisão do Município retirar dos locais públicos barracas e bancas que inviabilizam os processos urbanos. Para evitar que os munícipes retomem às suas actividades nesses locais, o Município  posicionou a polícia municipal no bairro do Maquinino, facto que desagradou ainda mais os visados.
O Conselho Municipal da Beira, por meio de Joaquim Manuel, Director dos Mercados e Feiras, considera que os cidadãos estão a ser desonestos porque os mesmos foram avisados para abandonar o local há vários meses, pois a instituição pretende reabilitar a via pública. Além disso, Joaquim Manuel conta que num encontro convocado pela edilidade para discutir o processo, apenas duas pessoas compareceram e estas receberam talhões onde estão a exercer a actividade.
O Município refuta as alegacões que dão conta de que a edilidade terá arrombado, durante à noite, armazéns dos comerciantes e garantiu que todos os vendedores ambulantes serão retirados dos passeios.

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