domingo, 6 de dezembro de 2015

Ecos do Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015: entre avanços e desvaneios!

- Ecos do Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015: entre avanços e desvaneios!
Por Bitone Viage & Ivan Maússe
Caiu o pano sobre o Primeiro Grande Fórum MOZEFO. Tratou-se de um evento organizado pelo Grupo Soico e parceiros. O mesmo pôde subsistir durante os dias 2, 3 e 4 do mês e ano em cursos.
Realizado no Campus universitário da Universidade Eduardo Mondlane em Maputo, o evento contou com a participação de distintas figuras, desde académicos, políticos, religiosos, fazedores de cultura, etc.
Durante os três dias de debate e exposição, muitas ideias foram avançadas pelos oradores e demais membros da plateia, as quais não deviam descurar do principal objectivo do evento: trazer soluções.
Sim, nas palavras dos organizadores, participantes e demais pessoas, o MOZEFO fora concebido como uma plataforma de (ou para) utopiar soluções para os problemas de Moçambique, aos diferentes níveis.
• Contextualização:
Na presente análise, ainda que desnutrida de profundidade, pretendemos apontar para alguns progressos e fracassos do MOZEFO, justificando o substrato da intitulação em ‘avanços e desvaneios’.
Sim, a nosso ver, o MOZEFO bem-conseguiu alguns dos seus propósitos. Todavia, restam alguns insucessos e “poréns” de ordem organizacional, bem como de carácter exógeno à organização.
Nos tópicos a seguir, passamos a apresentar alguns dos progressos e insucessos do MOZEFO, que constituem a razão de ser desta reflexão.
Contudo, começamos primeiro, por lançar uma crítica aos críticos do evento, antes de aquele arrancar. Sim, porque alguns acusavam o MOZEFO defensora da inclusão, como um projecto, per si, de exclusão.
• Crítica aos críticos do MOZEFO:
Logo de partida, nos mostrámos contra às teses dos anti-MOZEFO: aqueles que repudiavam a iniciativa, assim como aos condicionalismos organizacionais que o movimento iria comportar: - Quem e como participar?
Pelas redes sociais, estudantes, docentes e outras figuras públicas de renome, censuravam a iniciativa do Grupo Soico, alegadamente, por ser uma plataforma para a firmação as elites económicas nacionais.
Outros acusavam o Mozefo de ser um evento exclusivo para os demais, devido ao valor cobrado no âmbito do cadastro para a participação, que chegava a custar entre mil à 5 mil meticais/pessoa.
No entanto, sentimos que os críticos se esqueceram de certos pormenores: (i) o custo da organização do evento: (ii) a logística dos convidados e oradores; (iii) a alimentação dos participantes.
Ademais, os mesmos queixosos se esqueceram que o Grupo Soico é uma agremiação privada, vivendo do que ela mesma produz, vinculada a pagar impostos e desejosa em se firmar no mercado nacional.
Nestes termos, deve ficar claro que o Grupo Soico devia tirar vantagens sob o ponto de vista orçamental deste evento. Ele (o Grupo Soico) é uma agremiação comercial privada pelo que sobrevive de iniciativas como estas.
• Avanços do MOZEFO:
Durante os três dias do evento, muitas ideias visando o desenvolvimento do nosso país foram avançadas, quer pelos oradores, quer pelos membros do painel, quer ainda, pelo público participante.
Assistimos a um MOZEFO que discutiu quase que todos os temas que marcam a actualidade do nosso país, nas distintas esferas, mais precisamente, educação, política e cidadania, direito, economia, cultura e paz.
1.1. Sobre a educação e paz:
A formação de indivíduos cultos e que tenham a paz como um dos valores morais mais nobres da humanidade, não é da competência exclusiva da educação formal, como se pensa.
A educação para a paz começa de casa para fora, e de dentro de nós para o mundo. A paz manifesta-se na maneira como nos lidamos, falamos, conversamos e fazemos as coisas no nosso dia-a-dia.
Os mais novos precisam de referências. Essas referências devem partir dos mais velhos. As nossas instituições e organizações políticas devem ser exemplos de respeito as lei, a moral e a pessoa do outro.
1.2. Sobre o Estado de Direito:
Para que tenhamos um Estado de Direito no verdadeiro sentido da palavra, é preciso que procedamos com a separação dos três poderes do Estado (executivo, legislativo e judicial) para já.
Sim, mas que não seja uma separação de carácter cosmético como tem-se mostrado no nosso país. É preciso que as instituições funcionem conforme o Direito e não segundo ditames político-partidários.
As instituições devem actuar dentro da esfera da lei. Não podemos permitir que o bom funcionamento das instituições seja sequestrado por apetites de índole político-partidário e que escapam a lei.
1.3. Sobre política, cidadania e democracia:
Ficou claro que estes três elementos não podem ser pensados numa perspectiva de sufrágio universal que acontece de 5 em cinco anos. Estes devem ser perenes.
Devemos apostar numa democracia substantiva e social. Deve haver um contacto permanente entre os governados e governantes. O governado deve conhecer os seus governantes e sentir-se próximo destes.
Deve se criar uma plataforma, sempre continua, de debate sobre os grandes assuntos da nação. Deve haver prestação de contas; a educação formal deve activar e reactivar a cidadania.
A política exercida pelos políticos não é para Auto servir-se, mas, para atender aos anseios das populações, tal como o prometido no período das campanhas eleitorais, sendo o seu cumprimento um dever moral.
1.4. Sobre a cultura:
O Ministério da Cultura, hoje, Ministério da Cultura e Turismo tem que desempenhar o seu papel de impulsionador e gestor da Cultura. A sua existência tem de se fazer sentir.
Muitos artistas carecem de apoio. Parece que o Ministério criou uma espécie de lista de nomes aos quais deve apoiar, muitos dos quais também apoiados pelas empresas privadas, em prejuízo doutros.
A ser assim, parece que estamos diante de um Ministério da Cultura e Turismo padrasto e não padrinho. Não se consegue perceber o que o Ministério em causa tem feito para empoderamento da cultura.
• Desvaneios do MOZEFO:
Se, por um lado, a iniciativa do MOZEFO é de se louvar sendo um reforço no debate dos grandes assuntos deste país, que tanto almeja o desenvolvimento, por outro, constatamos alguns desvaneios.
Tais desvaneios são, primeiramente, de ordem organizacional ao evento e, segundo, de ordem externa, mais precisamente de ordem governamental.
2.1. Perfil dos painelistas:
Não há dúvidas nenhumas sobre a qualidade dos painelistas e oradores convidados ao debate, contudo, sentimos a ausência de alguns quadros cuja presença era fundamental.
Começamos pela pessoa do ex-presidente da República, Armando Guebuza, quem conduziu os destinos do nosso país nos últimos 10 anos, sendo o seu governo responsável por significativos avanços e, se calhar, alguns desvaneios.
Sim, sendo o MOZEFO um fórum económico para o desenvolvimento do país, seria importante que o Presidente Guebuza estivesse lá para dar testemunho de sua experiência de governação, dos projectos e perspectivas de desenvolvimento e possíveis áreas a investir.
2.2. Carência de temas prioritários para o país:
O MOZEFO careceu de abordagem de temas pontuais para o país e que incomodam, sobretudo, a camada juvenil. Estamos aqui a falar de formação, emprego, transporte, telecomunicações (internet) e habitação.
Sendo a juventude o grosso número da população moçambicana, acreditamos que devia-se ter apostado em temas que preocupam de perto essa camada social, mas claro, sem descurar da inclusão das demais camadas sociais.
Neste sentido, faltou a presença séria da Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, do Ministro da Juventude e Desportos, do Ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-profissional, do Ministro da Obras Públicas e Habitação e do Ministro dos transportes e comunicações, ou então seus representantes.
Sim, é nestes ministérios em reside a solução para muitos dos problemas da nossa juventude. E os ministros destas pastas ou então seus representantes deviam estar para dizer e ouvir alguma coisa. Acreditamos, aliás, que podia-se ter discutido desporto.
2.3. Pouco tempo para a plateia:
Durante o debate, priorizou-se mais o discurso dos oradores e membros do painel em prejuízo dos demais participantes da plateia, que muito tinham a dizer, desde problemas até soluções.
Enquanto, alguns oradores e membros do painel lhe era conferido mais tempo, a plateia era conferida pouco tempo, pelo que devia haver proporcionalidade do tempo entre as duas partes, até porque o debate devia ser na sua essência inclusivo.
2.4. Falta de carácter vinculativo das soluções avançadas:
Os tantos assuntos debatidos e demais soluções avançadas, mesmo que positivos, carecem de carácter vinculativo, ou seja, o que foi discutido não é de aplicação directa, imediata e obrigatória.
A implementação das ideias avançadas depende muito da vontade política do governo do dia. Portanto, vamos esperar que os detentores do poder de tomada de decisão tinham sido ouvintes do que se disse e implementem no plano real.
• Considerações finais:
Finalmente, queremos encorajar ao Grupo Soico e seus parceiros para que continuem com este tipo de iniciativas, acreditando que as mesmas fazem parte da sua responsabilidade social.
Gostávamos também, que os debates promovidos pelo MOZEFO pudessem, igualmente, ser promovidos por entidades estatais ou governamentais, de forma permanente. Seria uma plataforma de governação inclusiva de que muito se canta.
Queremos também repudiar o comportamento de alguns participantes do evento, que foram lá como espiões ou detractores do evento, visando ridiculariza-lo. Temos nomes, mas, no texto preferimos não cita-los.
Portanto, das próximas vezes, gostaríamos de ter um MOZEFO que, primeiro, selecionasse os problemas reais do nosso país à variados níveis, e finalmente, promovesse um debate para encontrar soluções.
Maputo, 05 de Dezembro 2015.
Lições do Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015

Já indiquei que o Primeiro Grande Fórum MOZEFO e todas as conferências que o precederam não passaram de sessões de entrevistas concedidas por uma elite ao Grupo SOICO, em troca de algum favor de parte a parte, entrevistas essas que foram conduzidas por jornalistas, e transmitidas em directo pelos canais de televisão e rádio, do Grupo SOICO, diante de uma audiência expectadora, a quem só simbolicamente era alocado tempo de intervenção. Não poucas vezes, as perguntas feitas pelos entrevistadores (ditos "moderadores") aos entrevistados (ditos "painelistas") eram pouco relevantes para os temas propostos para debate (que não chegou a haver). E quando eram colocadas perguntas pertinentes pelos participantes (que faziam a plateia), os moderadores ( = "jornalistas" do Grupo Soico) deliberadamente substituíam-nas por outras convenientes, em defesa dos painelistas. Esta foi a atitude mais arrepiante daqueles "moderadores", atitude arrepiante porque deixou ficar claro que para além de configurar uma grande farsa de responsabilidade social corporativa, o "Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015" configurou igualmente uma burla infligida aos participantes que pagaram para participar no debate dos temas propostos e não foram permitidos participar!

Não obstante a burla e desonestidade intelectual praticados pelo Grupo SOICO e seus "parceiros estratégicos" contra os participantes das conferências do MOZEFO, estas mesmas conferências providenciaram uma oportunidade para rever e actualizar a formulação das acções a desenvolver para acelerar o desenvolvimento harmonioso de Moçambique, a saber:
1. Reformar o sistema nacional de educação de modo a harmonizar a instrução ( = transmissão de conhecimentos e desenvolvimento de habilidades) com os sistemas tradicional e moderno de transmissão de valores. Isto requer uma maior colaboração das instituições que intervêm na educação (entendida como a soma da instrução e formação), desde a família, passando pela comunidade, igreja, escola, até às empresas. ( = Fazer da escola uma base tomar e exercer efectivamente o poder.) Nesta reforma, todas as práticas educacionais que atentam contra a integridade, saúde e dignidade humanas têm que ser expurgadas, de modo a permitir o gozo pleno das liberdades de pensamento e de expressão, condição essencial para o exercício pleno da cidadania.
2. Acelerar a democratização do país, para permitir a participação efectiva dos cidadãos processo da tomada de decisões. Isto implica uma revisão oportuna da Constituição da República de Moçambique (CRM), a ser conduzida como está instituído na própria CRM, para introduzir as normas que permitam estender o autarcização até onde se apurar que habilita a participação efectiva dos cidadãos no processo da tomada de decisões. ( = Mobilizar e organizar o povo para tomar e exercer efectivamente o poder e fortalecer as instituições que permitam ao povo exercer o controlo do exercício do poder para o bem comum.)
3. Acelerar a construção de infra-estruturas económicas e sociais (estradas, pontes, ferrovias, linhas de transmissão de corrente eléctrica e de comunicações, barragens e/ou represas, escolas, postos de saúde, fontes de abastecimentos de água potável, etc.) para estimular e dinamizar as actividades económicas e alargar o acesso aos serviços sociais à toda a população moçambicana. ( = Construir infra-estruturas para dinamizar a economia e promover o desenvolvimento.)
4. Reconhecer a cultura (hábitos, costumes, artes e desportos) com a Constituição de um povo, porquanto consiste do conjunto de valores e práticas que identificam e diferenciam esse povo de outros povos, e, na base deste reconhecimento, criar condições para a defesa, valorização e promoção do mosaico cultural moçambicano, e facilitar o desenvolvimento da indústria moçambicana de artes e cultura. ( = Valorizar e promover as diferentes manifestações culturais (hábitos, costumes, artes e desportos) do povo moçambicano como factores de identidade e de unidade nacional.)
5. Aprender a avaliar correctamente o presente e a planificar melhor o futuro, o que passa pelo fortalecimento de um sistema estatístico funcional, capacitado para recolha e análise sistemática de dados sobre a evolução da economia e do impacto dessa evolução na vida da população moçambicana. ( = Medir sistematicamente o desempenho da economia moçambicana e o seu impacto real na vida da população, para permitir a tomada de decisões informadas visando a melhoria das condições de vida de todos os cidadãos moçambicanos, sem qualquer tipo descriminação.)
Ora, que é preciso realizar estas cinco (5) acções para desenvolver Moçambique não foi descoberta feita via conferências do MOZEFO. Há muito tempo que é sabido que a realização destas acções é imprescindível para colocar e manter firmemente Moçambique na rota do progresso. Portanto, MOZEFO não está a trazer nada de novo! Apenas reconfirma que o que já é sabido que tem que ser feito.
Enfim, MOZEFO seria útil um exemplo de exercício de cidadania, se focasse a busca de respostas plausíveis para a seguinte única pergunta: o que emperra a realização plena de cada uma das acções identificadas acima e o que é preciso fazer para ultrapassar esses obstáculos e acelerar o desenvolvimento de Moçambique?
Eu tenho um palpite! E tu, caro amigo e/ou compatriota, moçambicano?

    Ecos do Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015 (ii)

    No Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015, assim como nas "conferências" que precederam este evento, muito pouco tempo foi alocado pela organização para a interacção dos participantes com os "painelistas". Muitas perguntas ou muitos comentários relevantes aos temas propostos para debate, feita(o)s pelos participantes, foram substituídos por perguntas irrelevantes dos "moderadores". É por isso que, para mim, o "Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015" foi uma fraude. Pode até dizer-se que foi uma burla, pois os participantes pagaram para participar no debate dos temas propostos, mas não lhes foi permitido participar. Os "moderadores" monopolizaram, no lugar de facilitar, os debates.

    Por tudo o que se viu, o MOZEFO está sendo uma plataforma de monólogo da elite empresarial moçambicana (outrora no poder), aparentemente para passar recados ao Governo ora em funções para este atender o que a classe empresarial quer ver feito para assegurar aviabilidade dos seus negócios, sob pena de ver sacrificado um potencial segundo mandato do actual Presidente da República de Moçambique, Filipe Nuysi.

    News Feed

    Ecos do Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015 (i)

    Para camuflar a fraude, algo de bem aconteceu...


    1. Pano de fundo

    Eu disse ter aprendido no "Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015" que o MOZEFO não é um fórum, mas sim um seriado de entrevistas televisionadas, à uma elite empresarial (com alguns de nós outros para camuflar), e transmitidas em directo pelos canais da STV, que para alguém interessado em ver ao vivo, com alguma possibilidade de fazer perguntas, tinha que pagar o bilhete de entrada ao estúdio.

    2. Boas coisas (i)

    As entrevistas podem trazer lições muito úteis, se forem conduzidas devidamente. Pena foi que as perguntas feitas aos entrevistados (ditos oradores) não eram, na sua maioria, relevantes aos temas propostos para o debate e eram mal feitas pelos entrevistadores do Grupo SOICO. Tomas Mario foi o único jornalista não-do-Grupo-SOICO convidado para integrar a equipa dos entrevistadores, que se faziam passar por "moderadores" dos debates, mas foi só para ele fazer sala, porque dos donos da iniciativa não permitiram que ele fizesse mais do que pouco.
    Não constante, houve "entrevistados", como o Teodato Hunguana, que souberam dar respostas muito úteis. Gostei particularmente das respostas dadas pelo "entrevistado" Teodato Hunguane, porque apontaram com clareza donde viemos, para compreender melhor o nosso presente, e qual deve ser o caminho a seguir, se almejarmos continuar construir com sucesso um Estado-Nação sustentável. Na minha opinião, nunca antes alguém expôs de forma tão clara e eloquente a história de construção do Estado moçambicano e iluminou o roteiro a seguir para um futuro seguro, de paz e progresso para os moçambicanos. NOTA 10 (na escala 0 – 10) para o entrevistado Teodato Hunguana!
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Comments
Mauro Benedito Chilaule pelo respeito da diversidade de opiniões não lhe vou bombardear
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Julião João Cumbane "Bombardear"-me?! Ó Mauro Benedito Chilaule! Não tens ideias para debater as "Lições do Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015"?! Este é o tema que eu sugeri. Eu não sou este tema! ...
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Xim Ximbi Ximbitane A impressão com que fiquei é que as pessoas tinham mais fé nesse evento do que até na AR... que sairiam varinhas mágicas para solucionar todos problemas! Hellooooo, foram usados para o benefício de alguns...
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Carlos Paruque Estou atento nos comentários!
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Sergio Baloi Sergio Sabix meus amigo nos em moz falta uma mídia com uma responsável. ! E a mídia que penca que o simples fato de ter brasileiros como acionista pode movimentar toda massa pensantes de Moçambique colocando no ridículo como foi o caso de mozefo. Aquilo não teve nenho desafio ao futuro coisa alguma das próximas vez antes do grupo sueco desafiar o futuro deve os colaboradores da sueco primeiro si desafiar a si próprio começar por cabeça da palhaçada Daniel Davide. Das próximas vez o grupo em causa si quer gastar os meticais e dólar . Vai montar outro sirco fora do moz pq nos queremos debater Moçambique na sua plenitude.
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Ivan Maússe Prezado Professor Julião João Cumbane, vi-lhe bastante fervoroso durante as suas intervenções no MOZEFO. Hehehe. Bem, sem delongas, aí está o meu palpite:

Like9 hrs
Julião João Cumbane Correcção, Ivan Maússe: não estive nada "fervoroso" nas minhas intervenções. Apontava, no meu próprio jeito, o que as assuntos não eram. Na tua análise dizes "[D]urante os três dias do evento, muitas ideias visando o esenvolvimento do nosso país foram avançadas, quer pelos oradores, quer pelos membros do painel, quer ainda, pelo público participante. Assistimos a um MOZEFO que discutiu quase que todos os temas que marcam a actualidade do nosso país, nas distintas esferas, mais precisamente, educação, política e cidadania, direito, economia, cultura e paz.» (sic). Ora, nenhum destes "temas" é tão actual agora como nunca foi no passado. Estes assuntos discutem-se desde há 40 anos e NUNCA perderam actualidade. Ou seja, MOZEFO não está a trazer NADA de novo no debate destes assuntos, excepto uma juventude sem ideal, produto de uma educação deficiente que administramos nos últimos 30 anos, virada para a formação de elites urbanas; uma educação exclusivista; enfim, uma desumanizada. Como se pode edificar um verdadeiro Estado de Direito Democrático, de paz, de concórdia, de harmonia, de cidadania responsável e proactiva, numa terra habitada por uma população que cresce sem que seja verdadeiramente um povo? Mais adiante na tua "análise" dizes «[N]ão há dúvidas nenhumas sobre a qualidade dos painelistas e oradores convidados ao debate, contudo, sentimos a ausência de alguns quadros cuja presença era fundamental. Começamos pela pessoa do ex-presidente da República, Armando Guebuza, quem conduziu os destinos do nosso país nos últimos 10 anos, sendo o seu governo responsável por significativos avanços e, se calhar, alguns desvaneios.» (sic). Consideras os "painelistas" que desfilaram no "Primeiro Grande Fórum MOZEFO 2015" como os melhores que país tem para debater os assuntos propostos nas conferências do MOZEFO? Dizer que alguns oradores foram bem escolhidos é correcto, mas a maioria dos ditos "painelistas" que defislaram em todas as conferências do MOZEFO foram ou são maus gestores. A única razão para a sua presença nas conferências é para o resgate da sua imagem. Postas assim as coisas, posso compreender porque sentiste a falta do Armando Guebuza no evento. Ele fez muito bem por lá não ter ido, pois os que estiverem lá são os que pouco ou nada fizeram quando podiam fazer, e, ainda por cima, viraram críticos maliciosos da administração de Armando Guebuza. MOZEFO, nada mais é que uma plataforma para a recuperação da imagem dessa gente e para desabafos de alguns, como o Lourenço do Rosário. Aliás, o próprio formato das conferências do MOZEFO denunciou isso: são jornalistas do Grupo soico que entrevistam os seus "painelitas" diante de uma plateia meramente espectadora. As perguntas ou comentários vindas da plateia eram simplesmente substituídas por outras da conveniência dos entrevistadores, em clara defesa dos entrevistados. Como se pode chamar fórum a isso?! E como se avalia um "painelista" como de "qualidade" num "forum" desses?! Convenhamos! Ninguém foi lá para "espiar". As pessoas foram lá para participar e foram impedidas de participar. E porquê não te perguntas o que o que tanto português (incluindo um potencial candidato presidencial!) vinham fazer no "Primeiro Grande MOZEFO 2015"?! Tens alguma ideia, Ivan Maússe?! Vamos lá crescer integralmente, para não sermos tratados como levianos intelectuais! A única grande lição tirada das conferências do MOZEFO é que Moçambique está sem estratégia de desenvolvimento sustentável!
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Alexandre Devissone Quando a ignorância confunde-se com a vassalagem logo a tal cidadania estará sempre algemada aos gostos dos politicos que tem na SOICO o seu grande parceiro pra enterter de forma banal e despresivel ao povo moçambicano sofredor.O Daniel David podia ter...See More
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Egidio Vaz Gostei muito da pergunta professor.
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Maputo, Mozambique

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Helder Waka Moiane

Queria mto comentar esse texto, mas meu aparelho nao é sofisticado para tal
agora pude perceber que os defensores dos bons modos de vida da cidadania etc , diziam que tudo isso nao se aprende na escola_( instituicao) em contra partida esquecem que eles sao pais ausentes que nao conseguem nem ficar com um recem nascido, e deixam a mercê da televisao e das escolinhas que pululam por ai e vem dizendo k a educacao parte de casa?( que é verdade, mas opositorio a realidade) repensem bem
No mesmo forum da mozefo percebi que havia um orador que falava dos meios tecnologicos para assegurar o bom funcionamento das nossas instituicoes tais como , escolas, hospitais, esquadras, etc,etc amigos ele falou politicamente correcto como tem feito o Bitone Viage quando esta por ai nas midias gozando da sua hipercorrecao linguistica mas isto esta bem longe, repito bem longe da realidade moxambicana, tendo em conta que mesmo nas universidades constitui uma pura utopia, em meios tecnologicos e para as instituicoes do ensino secundario?como seria?
Se tivesse oportunidade de dar minha opiniao no forum mozefo, p mim nao seria um desafio p o futuro porque temos muitos problemas no presente
Edited2More1 hour ago

Bitone Viage

Kakakakakakakaka, meu amigo Helder Waka Moiane. Não queira me começar


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