
A imagem abaixo retrata o jornal “Canal de Moçambique”
O jornal escreve na sua capa na edição de hoje que:
- Chefe de Operações da cidade de Maputo está a ser ouvido em conexão com o extravio do processo de Danish Satar, sobrinho de Nini Satar.
- Danish Satar e seu tio já foram acusados de serem cérebros dos raptos.
Que mentira descarada deste pasquim e dos seus jornalistas de meia-tigela. Que vergonha. Que hipocrisia. Que ignorância. Isto chega até a roçar ao ridículo, à falta de perspectiva. Antes que esgote o meu latim deixem -me só dizer que as barbaridades que o “Canal de Moçambique” escreve demonstram, claramente, um desespero acentuado em se afirmar. Misturam alhos com bugalhos e só lhes respondo porque filho de boa gente sou, como dizia o outro.
Vamos aos arrazoáveis deste pasquim. Ele diz que o “Chefe de Operações da cidade de Maputo está a ser ouvido em conexão com o desvio do processo de Danish Satar”. Até que ponto isto é verdade? Que eu saiba, um Chefe de Operações nunca tem acesso a processos. Isto é uma burrice manifesta.
Normalmente, quem inquiri e investiga os processos é a PIC e não um chefe de operações pois este está adstrito ao Comando da Cidade. Não é e nunca foi tarefa de um chefe de operações investigar processos. Logo esta insinuação maliciosa do “Canal de Moçambique” cai por terra.
Ademais, há que o jornal especificar que processo é esse, afinal, que foi extraviado. Mas desde já vos garanto que o “Canal de Moçambique” jamais trará esse processo pela simples razão de que ele não existe. É uma invenção deste pasquim.
Por outro lado, o jornal diz que “Danish e seu tio já foram acusados de serem os cérebros dos raptos”. Nem sei como classificar uma idiotice dessas. No meu post de ontem, 8 de Dezembro, dizia que mesmo que o pasquim mova montanhas nunca nos vai trazer tal processo da acusação contra Danish.
No seu interior, precisamente na página 3, o jornal contradiz-se. Agora diz que Danish e “Nini” são citados num despacho de acusação datado de 12 de Novembro de 2012 e assinado pelo Procurador Marcelino Vilanculos. Que falta de imaginação. Se na capa diz que Danish e Nini foram acusados e depois, no interior, diz que foram citados. Afinal, qual é a verdade? Será que são tão quadrados os jornalistas do “Canal de Moçambique” que não conseguem diferenciar uma acusação de uma citação? Todos nós podemos, por qualquer eventualidade, sermos citados num processo mas não faz de nós criminosos ou culpados. Uma coisa é acusação e outra é citação. Em que ficamos, meus burros? Quid júris?
Até porque se o “Canal de Moçambique” tivesse algum dinheiro deveria me pagar, pois os seus jornalistas estão a ter aulas de Direito de graça comigo. Isto é uma assistência jurídica grátis para esses jornalistas de meia- tigela como Fernando Veloso, Matias Guente, André Mulungo, Raimundo Moiane e outros.
Esses jornalistas de meia-tigela deviam ter um pouco de ética e deontologia profissional. Recuso-me a pensar que tenham passado por uma escola de jornalismo. Tem uma formação precária, deficitária e isto reflecte-se no que escrevem diariamente: é uma autêntica salada russa. Que vergonha!
Há semanas atrás escreveu o “Canal” que o Gabinete de Informação Financeira de Moçambique estava a analisar transacções de milhões de dolares feitas por Silvestre Bila. Em abono da verdade, 99 por cento do que escreveram sobre Silvestre Bila é mentira. Não há nenhum Gabinete que está a analisar nada disso. Se o Silvestre Bila não reivindicou as provas da veracidade da tal notícia, sabe ele porquê. Comigo não é assim. Eu tenho três tomates e apraz-me dar aulas de borla.
Os jornalistas do “Canal de Moçambique” são de uma burrice assustadora. Se dizem que “o processo estava no tribunal e sumiu milagrosamente e foi parar na PIC”. Isto é possível? Ademais, em conexão com o alegado sumiço desse processo está a ser ouvido um chefe de operações da cidade de Maputo. Mesmo quem é totalmente leigo consegue perceber que quem devia ser ouvido, se é que o processo sumiu do tribunal, são os funcionários do tribunal e não um chefe de operações que nem se quer mexe em processos. Que vergonha!
Ainda mais, o jornal diz que o chefe de operações está a ser ouvido com assistência da Procuradoria-Geral da República. Faz-me isto rir. A PGR nuca dá assistência para se ouvir a quem quer que seja. A audição de qualquer suspeito ou acusado é da alçada da Procuradoria da Cidade. Não me façam mais asneiras. Fixem bem esta lição.
Aproveito, desde já, o ensejo para dizer ao “Canal” que nunca me vai vencer, seja qual for a sua pretensão. Tenho informações concretas de que Matias Guente recebe dinheiro de Manish Cantilal para limpar-lhe a imagem. Mainsh Cantilal foi preso em 2014 em conexão com os raptos. Saiu sob caução. Não quero eu afirmar que Manish está implicado nos raptos. Longe de mim. Mas ele foi preso por ter havido denúncia de duas vítimas da sua comunidade que foram raptadas e apontaram Manish como responsável.
Portanto, Matias Guente no lugar de receber os trocados de Manish Cantilal para lhe lavar a cara, devia bater portas à procura de publicidade para o “Canal de Moçambique” porque é sabido que este jornal está de rastos.
O Fernando Veloso quando fundou o “Canal de Moçambique”, fê-lo em parceria com Luís Nhachote e João Chamusse. Mais tarde aldrabou as quotas destes no jornal e sequer apresenta-lhes os lucros anuais para dividi-los porque o jornal não tem nenhum lucro. É um desperdício. Dai que, talvez zangado com o mundo, ataca a tudo e todos sem fundamento.
Um dos sócios do “Canal de Moçambique” escreveu noutro jornal que Nini Satar tinha hotéis de luxo avaliados em mais de 70 milhões de dolares desde 2006. Imaginem esse mesmo Nini Satar a raptar alguém por migalhas. Por falta de quê? De relógios? Pouca imaginação!!!
Nini Satar
Momade Assife Abdul Satar adicionou 5 fotos novas.
hoje quero falar sobre jornalistas de
MEIA TIGELA
att:
AO CONSELHO SUPERIOR DA COMUNICAÇÃO SOCIAL
ATT: SENHOR TOMÁS VIEIRA MÁRIO
ASSUNTO: INFORMAÇÃO
Eu, Momade Assife Abdul Satar, mais conhecido por Nini, venho por meio desta carta mostrar o meu desagrado pela notícia publicada pelo jornal “Canal de Moçambique”, na sua edição de 2 de Dezembro de 2015.
É a primeira vez que dirijo uma carta ao Conselho Superior da Comunicação Social na era do senhor Tomás Vieira Mário. Fi-lo outras ocasiões e queixava-me contra o mesmo “Canal de Moçambique”, em virtude de publicar inverdades sobre a minha pessoa, mas a senhora que outrora presidia este organismo não moveu palha para disciplinar esta publicação que insiste em intoxicar a opinião pública publicando inverdades sobre mim.
Sei que o senhor Tomás Vieira Mário é uma pessoa ligada à comunicação social desde sempre. É por isso que tenho fé de que desta feita as minhas queixas não cairão no esquecimento como aconteceu noutras ocasiões.
Ora, já havia dito a anos atrás que o “Canal de Moçambique” tem jornalistas de meia-tigela. Disse também, num passado recente, que determinados jornais da praça não sobreviveriam se não veiculassem notícias sobre Nini Satar- falsas ou não.
Depreendo que a figura de Nini Satar é já por si uma fonte de rendimento para a sobrevivência de determinados jornais. Tanto assim é que há dias atrás, em conversa com certa individualidade, abordámos o jejum que o “Canal de Moçambique” vinha observando sem publicar algo ligado ao meu nome. Rimo-nos e, como profecia, recordo-me de ter dito ao meu companheiro de conversa, que este ano não terminaria sem que o “Canal de Moçambique” falasse de Nini Satar. Dito e feito.
O “Canal de Moçambique”, na sua edição de 2 de Dezembro de 2015, precisamente na sua página 10, abre com o seguinte título: “Os raptos e a podridão na polícia”. Mais adiante narra os últimos raptos registados em Maputo, para depois chamar o meu nome e de um dos meus sobrinhos, Danish Satar.
O jornal diz que Danish Satar foi preso em Roma, Itália, quando fazia um check in num dos hotéis. Conclui que depois da sua prisão manifestou interesse de regressar a Moçambique para esclarecer tudo. A minha pergunta é: onde é que o “Canal de Moçambique” foi buscar tal informação? De certeza que fez o copy and past do “Magazine Independente” porque só este jornal falou com o advogado de Danish e ele pôs-lhes a par do que estava a acontecer. Mas porquê, então, o “Canal” não citou a sua fonte?
No mesmo trecho, a única coisa que li que é da autoria do “Canal” é de que “Danish Satar é sobrinho de Nini Satar”. Sei que o jornal puxou por isto para chegar a mim. Mas não me vão atingir.
Danish e “Nini” Satar nos raptos
Sinceramente, não sei porquê o “Canal” colocou o meu nome entre aspas. Contudo, o próprio jornal contradiz-se. Diz que “o nome de Danish começou a ser citado em conexão com os raptos e chegou a ser acusado pelo Ministério Público em 2012, segundo o despacho datado de 12 de Novembro de 2012 assinado pelo Procurador Marcelino Vilanculos.”
Que mentira descarada deste pasquim que dá pelo nome de “Canal de Moçambique”. Que difamação. Este jornal começou a ter alguma notoriedade por se mostrar hostil ao Governo da Frelimo e algumas pessoas incautas podem considerar que tudo o que veicula é absoluta verdade. Não. Não é.
Reparam que o “Canal” num ponto diz que foi citado e noutro diz que foi acusado. Qual é a verdade? Os jornais servem para informar e formar um indivíduo mas tal, ao que vejo, não se consegue lendo o “Canal de Moçambique”. Na verdade, Danish Satar nunca foi acusado pelo Ministério Público em nenhum processo de raptos. Isto é mentira. Marcelino Vilanculos nunca exarou nenhuma acusação contra Danish Satar, tanto assim é que desafio este jornal para que me mostre ou publique essa acusação contra Danish.
Desafio o “Canal” a publicar essa acusação em que o nome de Danish Satar aparece no rol dos acusados no processo dos raptos. Atenção: falo de acusação não de citação. Por outro lado, o jornal levanta questões antigas duma acusação provisória, cuja foi debatida em sede de instrução contraditória do mesmo processo e ficou provado que tudo o que vinha abordado nesse mesmo processo elaborado pelo Procurador Marcelino Vilanculos, eram inverdades. Eram apenas perseguições que a família Satar vem sofrendo às mãos de alguns gananciosos.
O Procurador Marcelino Vilanculos recebia ordens do seu superior hierárquico, Augusto Paulino para hostilizar a família Satar. Tudo isto foi abordado na instrução contraditória e as acusações de Marcelino Vilanculos caíram por terra.
Outras mentiras do “Canal”
O jornal diz que “assim o Ministério Público acusou “Nini” Satar e os seus comparsas mas milagrosamente dois foram despronunciados por alegada insuficiência de provas”. Já agora interessa a mim, Nini Satar, saber quem foram esses dois que foram despronunciados? Vos garanto: nem que o “Canal de Moçambique” mova montanhas jamais trará os nomes desse supostos indivíduos despronunciados porque não existem. Ao Fernando Veloso ofereço um milhão de dólares se me trazer esses nomes e documentos comprovativos. É dinheiro suficiente para cobrir as despesas do seu jornal que já está de rastos. Está à beira da falência e esta questão é indiscutível. O “Canal” é um jornal que nem publicidade tem.
Um pouco de aula de Direito aos jornalistas do “Canal de Moçambique”
É bom que saibam que nenhum tribunal da primeira instância tem competência de despronunciar a quem quer que seja. Isto é da competência do Tribunal Supremo ou Tribunal de Recurso. É aqui que está o problema dos jornalistas do “Canal”: a falta de instrução mínima (são burros). Bastas vezes me pergunto se esse mesmo jornal não tem nenhum departamento jurídico ou qualquer advogado que lhe auxilie para corrigir estas asneiras. Com estes atropelos, para pessoas atentas, o jornal cai no ridículo.
Em nenhum momento houve despronúncia como escreve o “Canal”. O que houve foi a não pronúncia. Repito: NÃO PRONÚNCIA. Ficou provado na instrução contraditória que Nini Satar nada tinha que ver com o processo dos raptos, logo a não pronúncia.
O que existe são apenas perseguições à minha família. Por isso que nem eu ou alguém da minha família foi julgado em conexão com os raptos. No caso dos raptos ficou provado que não tínhamos nada a ver muito antes de o processo chegar a julgamento.
Mais adiante o jornal fala do comandante-geral da PRM, Jorge Khálau sobre o que ele terá dito nessa questão dos raptos. É sabido que Khálau está habituado a dar tiros no próprio pé. O “Canal”, nessa altura, interceptou correspondência minha com alguns oficiais da PRM e começou a publicar com o título “Inspector Nini”. Foi dai que o jornal “notícias” procurou saber junto do comandante-geral da PRM se Nini efectivamente colaborava com a Polícia. Ele disse o que lhe convinha.
Vamos ser razoáveis. Esperavam mesmo que Jorge Khálau dissesse que Nini Satar colabora com a Polícia para o desmantelamento das quadrilhas de raptores? Ele disse o politicamente correcto. Ademais, se eu fosse raptor nem teria tido direito a liberdade condicional porque este episódio foi dos tempos em que eu ainda estava preso. Que tribunal iria soltar um raptor identificado? Convenhamos!
Repito: nunca fui julgado nem pronunciado em nenhum processo relacionado com raptos. Houve quase 30 julgamentos de raptos e em nenhum momento alguém dos acusados citou o meu nome como estando envolvido. Isto é do conhecimento do comandante-geral, da própria Polícia, da Procuradoria e dos tribunais. Nini Satar não tem nada a ver com os raptos.
E por falta de assunto, mais adiante o jornal diz “Nini em liberdade condicional anda a insultar juízes, procuradores e agentes superiores da polícia e ninguém move palha”. Fernando Veloso e Matias Guente: queriam que eu elogiasse estas pessoas depois de toda a barbárie que cometeram? Queriam que eu elogiasse esse quadro da Polícia chamado Dias Balate? Deveria elogiar os procuradores que andam a infernizar a vida do pobre cidadão?
Recorda-se o Fernando Veloso que em Fevereiro de 2012, durante três semanas, escreveu mal sobre Dias Balate acusando-o de pertencer a banda podre e de estar envolvido na tentativa de rapto do proprietário da Auto- Hilux?
Atenção, Fernando Veloso: durante dez edições consecutivas, quando estava no “Zambeze”, andou a escrever que Augusto Paulino era ladrão. Lembra-se que escreveu que Augusto Paulino não merecia ser Procurador-Geral da República porque era arguido num processo de desvio de dinheiro? Não foi o Fernando Veloso que escreveu que Augusto Paulino desviou dinheiro do tribunal para comprar flat para a sua amante? Então, porque lhe há-de doer quando é Nini Satar a escrever a mesma coisa? Quer dizer só o Fernando Veloso é que pode chamar ao Paulino de ladrão os outros não? Talvez seja questão de protagonismo…
Sobre os juízes-conselheiros o que digo são verdades. Disse também as mesmas verdades o Fernando Veloso quando Luís Mondlane foi corrido do Conselho Constitucional por desvio de fundos públicos. Durante várias edições do seu jornal falou mal de Luís Mondlane. Chamou-lhe de nomes e disse que era esbanjador de dinheiro, ladrão, delapidador e até fazia pressão para que o então Presidente da República, Armando Guebuza, o demitisse. Hoje quando falo do mesmo Luís Mondlane o Fernando Veloso diz que estou a insultar. O que eu vejo é que o Fernando Veloso quer o protagonismo para si.
O jornal deveria convidar essas mesmas pessoas que diz que lhes insulto a um debate público e não se limitar a dizer que falo mal deles.
Isto pode ser um gracejo mas não é. Em 23 milhões de moçambicanos poucos são os que têm três testículos como eu. Aceito qualquer desafio. Aceito ser posto à prova. Mas não admito que inverdades sobre a minha pessoa sejam escritas e publicadas para salvar um jornal que já está de rastos, como é o caso do “Canal de Moçambique”.
O “Canal” tem que fazer o TPC antes de publicar algo contra Nini Satar. Em diversas ocasiões respondi e provei que estavam errados no que publicavam. Talvez precisem de aulas sobre jornalismo.
A finalizar, peço ao Conselho Superior da Comunicação Social, por acreditar que é o organismo competente para estes casos, para que esteja atento a determinadas publicações moçambicanas, pois são capazes de tudo, mas tudo mesmo, para a sua sobrevivência. Isso não é jornalismo. É selvajaria. É ridículo e coloca a nu as fragilidades que o país ainda enfrenta neste sector.
Com conhecimento do “Canal de Moçambique” e de todos os órgão de comunicação social
aos 2 de Dezembro de 2015
Nini Satar
185Zefanias Augusto Namburete, Manuel Jacinto Antonio Antonio, Danilo Tiago e 182 outras pessoas gostam disto.
Comments
Arlindo Chibebe Contra-ataque em grande.
Wale Kaya Nada de especial.
Alberto Cumbe nao vamos tapar o sol com a peneira.
Jose Chirruco Bummmmm
Jose Banze Nini Satar no Facebook e Muchanga na Assembleia da Republica.. Dois pesos pesados.
Edisônn Da Capulana-Kool Ate na proxima terca-feira.
Emerson Selmente Nini, não tens 3 culhões, tens meia duzia deles.
Anderson Fernandes Mpembe Sr. Nini Satar Advogado da verdade, " jamais cale o grito da verdade e o do saber publico".
Roberto Cupezar Decatuma mas forca irmao nini.
Unay Cambuma " Sobre os juízes-conselheiros o que digo são verdades. Disse também as mesmas verdades o Fernando Veloso quando Luís Mondlane foi corrido do Conselho Constitucional por desvio de fundos públicos."
Cassimo Muhammad Titos Come K Allah te abençoe e te dê +forças!!!
Allen Marques Grande homem.
Pascoal Nguilaze Exe k moçambicano,não como outros k se esconde por de trás de dinheiro,só parecem p falar bonito,tu nini tens mas k 3 culhoes,vai enfrente noxo irmão.
Taurus Pondja No comments.
Gulumba D. Mutemba Adoro ler post's do Nini Satar,o homem diz o que pensa não o que tem de dizer.
Tome Corneta Raene Tabonga.
Jordao José Por Hj é tdo,Assim até quando Nini.
Gregor Da Silva Ate na proxima terca-feira.
Antonio Luis Salgado Essa e mesmo boa....sigem em frente.
Xavito Tila Tila é claro que devemos ter modo de fazer o nosso jornalismo nada de usar certos nomes para a fatura
Joao Pires Pires forca nini, o homem de 12 anos e sem medo, que magnifico.
Manuel Frio Junior Esses jornalistas merecem !
Catequista Isac Juliana Kkkkkkkkkkkkkkk
Decas Drizzy Sumbane Eu tiro chapéu, pela coragem são poucos que tem essa coragem .
Nisia Massingue Jose Onde é que está a verdade
Jamisse Jamisse Kkkkkkkkkkkkkk
Jorge Rafael Sumal forca pela verdade
Jorge Rafael Sumal esperemos mas exemplos.
Celestino Domingos Se esse homem fosse Sargento, eu diria que Ele é o tal SARGENTO DE FERRO. Eu não perco uma publicação dele se quer, assim como do Unay Cambuma. Vocês são a voz da verdade...keep going
Enoque Pelembito esse prostitui se para sobreviver
14 pessoas gostam disto.
Comments
Armindo Baulene Nini, você nao é patrocinador do canamoz? Como vem te ofender? Quem vai pagar papel pra imprimirem mais ediçoes? Quem vai pagar salarios aos jornalistas do canalmoz?
1 · há 2 horas
Francisco Maingue Jose Aqui ha cada coisa.
Alirio António Amane está se mal
Unay Cambuma "Um dos sócios do “Canal de Moçambique” escreveu noutro jornal que Nini Satar tinha hotéis de luxo avaliados em mais de 70 milhões de dolares desde 2006. Imaginem esse mesmo Nini Satar a raptar alguém por migalhas. Por falta de quê? De relógios? " Kkkk.
Manuel Preso Mano Unay, perdoe-me mas esse assunto é muito complicado. Dificil é saber quem ta do lado da razåo, acredito que o mano sabe a que ponto um ganancioso pode atingir. Ja acompanhei tanta coisa dessa gente que nao posso falar por aqui.
Cecil Zuze José Mirissão Tudo é possible mano Unay Cambuma
Almirante Neves Neves O país ainda vai dançar
Filho Do Cinzentinho Unay tudo e possivel.
Saide Amede Eu concordo com Unay Cambuma os k dizem k xta envolvido nos raptos é so pra desdabilizar o nini pois ele publica cenas serias de moz
Filho Do Cinzentinho Subscrevo Manuel Preso
Manucho Braga Esse carra escreve pha!
Taurus Pondja Processa este Jornal Canal de Mocambique. Com tantas verdades que tens sobre ele, acho que ganharias a causa e eles iam te indemnizar por isso. Nao que precises mas para afunda-lo de vez para pararem de publicar mentiras...
Jose Da Costa Freitas Esta dito. .....
Francisco Maingue Jose se o Nini processar este jornal vai entrar em colapso por falta de verbas para prosseguir.
Amisse Abdula Cassamo bem e como
Francisco Maingue Jose nao tem condicoes para pagar o boss Nini.
Tivane Quive Processe esses Quadrúpedos caso tenha provas.
Aly Issa Nini permita-me usar essa expressao,sei k nao e adequada pra si,mas sou assim vou me sentir.....NINI SATAR ,Tu es um gajo pesado pa. Sei tambem que fizes te um investimento de 500 milhoes de dolares a 10 anos atras,meus senhores 500 milhoes de dolares....lembro eu que nessa altura nem cristiano ronaldo nem messi eram alguma coisa.nao sao nada pra si,nini tens dinheiro. Tambem es um mestre na escrita,se tivesse k receber algo seu irmao,iria pedir voce a me ensinar,essa forma de escrever,a organizaxao grafica,onde colocar ponto e vigula e mas. Sao poucos no mundo com essa capacidade.
Arlindo Chibebe Que inspiração.
Go ahead and show the real face of this malicious newspaper.Ver tradução
Izidro Paulo Machava Kkkkkk, esses gajos de Canal Moz eu nunca acreditei neles pork sao mentirosos de caraba.
Juma Basilio Está desesperado e quer vender jornal a todo o custo...
Izidro Paulo Machava Rafael Antonio Nhampossa, Ernesto Matsombe Junior,Francisco Rodrigo Macassa, Silas Inácio Lourenço, Silas Inácio ManinhoKkkkkk, olha so....
Jose Chirruco Simple the best.
Jonas Valane Elias Sempre que leio posts de Nini eu me pergunto, será que ele é formado é direito? Nini queira por favor sanar a minha dúvida? Tu entendes bem de português, só pode ter conhecimentos ou es formado em direito pra escreveres tão bem assim!
Mendiate Mendiate Tj Viveu muit co jurists.
Manuel Torres Victor de Sousa Nini tu es e seras o king, n te batas com etc, forca cota.
Delta Mutondo N gaste seu tempo processando essa miseria d canal de Moçambique, ja xtao falidos..
Momade Assife Abdul Satar jonas valane
pra escrever bem não precisa de entender direito.
alias eu percebo bem de direito.
Izidro Paulo Machava Ja pude ver isso meu chefe esses manxam pessoas de kualker maneira sao jornalistas falsas meias tejelas, ke nem tem etica.
Jhon Mabo Mabote Esse canal está a exagerar. .isso é defamar as pessoas. .!!
Jonas Valane Elias Muito bem Nini.
Arnaldoortega Arnaldo Uffff...acabaste cm eses aldraboes ki andam a publicar coisas sujas em nome de pessoas so pra venderem mais. Ainda bem ki nuca cmprei ese jornal.
Zuabir Zubaire Esses do canal de Moçambique são Deparvados...
Unay Cambuma , ndamento. Um dos sócios do “Canal de Moçambique” escreveu noutro jornal que Nini Satar tinha hotéis de luxo avaliados em mais de 70 milhões de dolares desde 2006. Imaginem esse mesmo Nini Satar a raptar alguém por migalhas. Por falta de quê? De relógios?". Ate quando vao usar o Nini como bode expiatório? Quem comete e assassinatos a frelimo todos sabem disso. So falta dizer que foi Nini que emboscou o lider da Renamo em Chibata e Zimpinga...
Edisônn Da Capulana-Kool O texto e' muito interessante.
Unay Cambuma E também nao compreendo porque o Canal ataca Nini pois ambos tem o mesmo inimigo.
Blaka Junior Mucha Com todo respeito andas informado.
Adamo Fabula Adamo kkkk ate k em fim em moz termos kadros k cnseguem discobrir um erro cometid por alguns lambe botas.forca mano.
Jabley Julius Nini penso eu este estilo de fazer jornal é moda em Moz é só mentiras em cima se mentira para vender o pobre jornal. Relaxa meu não. Perca tempo com este tipo de gente.
Elidio Mucunga O MUSICO ZICO,DISSE.OS JORNALISTAS DISSERAO K MICHAEL JACKSON MORREU A TIROS,PORKÉ MENTIR?FALAO A VERDAD.NINI O MEU MUIT OBRIGAD POR TER DITO A VERDAD
































































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