«Não é medo, não é o quê, não é fugir, o perigo passou, sou general, sou líder, sou político, sou académico, todas as energias estão sendo concentradas. Se vierem-nos provocar vão recebe porrada».«Prometo vamos passar bem as festas de quadra do natal, a seguir, a seguir, vamos tomar conta de Nampula, de Naissa, Se for preciso, também vamos toma conta de Maputo».
Notícias / Moçambique
Dhlakama diz que regressa para governar
Líder da Renamo falou depois de quase dois meses em silêncio.
09.12.2015 16:11
O presidente da Renamo Afonso Dhlakama rompeu o seu silêncio de dois meses e garantiu que depois do Natal regressará para governar as províncias que, segundo ele, o seu partido ganhou nas eleições de 2014.
“Não vamos fazer a guerra, eu prometo, vamos é festejar o Natal e a seguir vamos tomar conta de Nampula, de Niassa, se for preciso vamos tomar conta de Maputo”, disse Dhlakama numa mensagem via telefone transmitida no passado dia 30 aos participantes das Primeira Conferência Nacional dos Presidentes e Mobilizadores Provinciais e quadros da Liga da Juventude do partido, mas só divulgada esta semana.
Na conversa de pouco mais de sete minutos, em que foi interrompido por aplausos em várias ocasiões, o presidente da Renamo reiterou estar bem e apenas a preparar estratégias para afastar a Frelimo do poder e governar as províncias onde a Renamo foi o partido mais votado nas eleições do ano passado.
Dhlakama reiterou que não vai voltar à guerra, mas que a Renamo está preparada para derrotar o Governo se voltar a atacar os seus homens.
“Para nós a guerra acabou em 1992 e queremos que eles cumpram o acordo de paz de Roma que não caducou”, reiterou Dhlakama pedindo que o Governo cumpra o acordo e não o viole como tem vindo a fazer.
O presidente da Renamo voltou a dizer que se o Governo o atacar “vão receber porrada”, lembrando que na declaração universal dos Direitos Humanos “que for atacado tem o direito de defender o seu direito à vida”.
Apesar de a Assembleia da República ter rejeitado o projeto de revisão pontual da Constituição, para acomodar as autarquias provinciais, Afonso Dhlakama reiterou que não vai recuar e que o seu partido tomará posse nas seis províncias que reivindica, como forma de ultrapassar o que alega ter sido uma fraude nas eleições gerais de 15 de outubro de 2014, ganhas pela Frelimo.
Ouça a comunicação de Dhlakama:
Afonso Dhlakama fala à juventude do partido - 5:47
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- Descarregue

ESTOU A PREPARAR ESTRATEGÍAS PARA FAZER CAIR O REGÍME DA FRELIMO.
Afonso Dhlakama em teleconferencia em maputo, o canal magazine independente.
Afonso Dhlakama garante que esta a preparar estrategías para correr com a frelimo no poder a mais de 40 anos!
E ainda garante Afonso Dhlakama que vai Governar apartir do proximo ano, nas provincias de centro e norte de moçambique e, se for necessario tomar Maputo.
" vamos tomar conta sem derramamento de sangue se eles quizerem mandar tanques e blindados para reagír vamos destruir tudo"
alerta o presidente da renamo, que repete que não quer a guerra, mas se vierem nos atacar vão receber porrada" por outro lado, Dhlakama fala de acordo geral de paz(AGP) e diz que o documento não pode apodrecer, por isso a sua luta
passa por Obrigar a frelimo a cumpri-lo, porque nega-lo é mesmo que negar a democracia em moçambique.
Afirma que, quando na lei cadúca é substituida por outra, mas quando
é o povo a dizer!
não um partido qualquer como a frelimo, um partido pequenino que quase não existe...........................................................!
não um partido qualquer como a frelimo, um partido pequenino que quase não existe...........................................................
Dhlakama da treguas para as festas e a partir de 2016 os frelos vao comecar a fugir para os seus brothers Zulus
Helder Lourenco O kota demorou
Eduardo Namburete diz por outras palavras que o futuro sera risonho para 24,990,000 Moçambicanos e mau para 10,000 frelos
Ivone Soares a Renamo Resistência Nacional Moçambicana tentou usar a maior simplicidade visto estar perante mente captos mas infelizmente os frelos tambem Sao obtusos e limitados e nao sabem analisar a sua propria derrocada
Humberto Pinto da Cruz So tenho a dizer coitados aos Mocambicanos por nao terem sido nascidos na Venezuela. Pois eu acredito que ha milhoes de Mocambicanos e nao Mocambicanos que espelham-se no Projeto reprovado pela FIRlimo. Mas porque os mesmos Mocambicanos e nao Mocambicanos nao sao Venezuelanos, assistem e olham os RM, TVM, AIM, O Pais, Noticias, Domingo, Folha de Maputo, Radio Indico, fazer propaganda ofensiva, separatista, agreguista, comunista e sobretudo barata (embora ninguem mais compra). Pois os Venuzuelanos apenas espelharam-se nos ideiais da MUD, e decidiram atraves da arma democratica mais letal (o Voto) e disseram basta de Chavismo e Madurismo. Embora ca a senhora Democracia nao reside, e porque ha quem nao queira (FIRlimo) ca essa senhora (democracia), e ha quem luta e resiste (Renamo) para traze-la ca. Mas a Renamo nao pode fazer tudo so, pois se e' pelo Povo que a Renamo resiste a FIRlimo, e' altura para o proprio Povo fazer algo tambem. Entao, eu questiono agora, Povo, ate quando continuaremos assistindo impotentes aos desmandos da FIRlimo? Sera que vamos esperar mais 40 e alguns anos de Opressao, Ditadura e Tirania da maneira mais crua? A FIRlimo nao libertou-nos do Colono Portugues - embora tentou a todo custo fazer-nos crer isso -, o Povo e' que libertou-se, e FIRlimo camuflou nessa luta de libertacao para vestir balalaicas e roubar e apoderar-se da heranca pelo Colono deixada. E se o Povo fez o mais dificil, que era libertar-se do Colono invasor, custa fazer o mais facil, que e' sair a rua expressar a su indignacao, descontentamento, desagrado, exaustacao para com a malefica governacao dos Camaradas de Nachingueia e po-los fora do Poder? Ate quando continuaremos assistindo as atrocidades cometidas pelos camaradas, desde as perseguicoes (desarmamento) aos que pensam diferente ate a depreciacao da moeda nacional e o consequente agravamento do custo de vida, que ja era grave? Ate quando probreza absoluta, embora nao tao absoluta quanto a riqueza dos dirigentes politicos? Queria eu tanto ser Venezuelano. Mas sou e serei sempre o que sou, um Mocambicano, que so deixou de ser escravizado por estrangeiros, para ser colonizado outra vez ja la vao 40 e alguns anos.
BREAKING:
GRAVE MAPROVOCO DAS FADM:
" Excias!
Mais um resistente viu a sua vida atentada em Tete. Trata-se de Mandaliza Simoni Nono, delegado político da localidade de Ncondedzi- Moatize e residente na zona de Mangani, posto administrativo de Zobue, foi baleado ontem, dia 07.12.2015, pelas 21hrs, no interior da sua residência por elementos das FADM Foram disparados mais de 50 tiros contra sua casa, tendo sido atingido no músculo do membro inferior."
- Através de whatsapp
Nota: Este incidente coloca as FADM na "linha de fogo".Antes as escaramucas eram so com as FIR.
Selma Mussa Se tivesses um pouco Fé em Deus podias acreditar em tal. Deus todo Poderoso ta la para proteger os filhos do Povo.
Razoabilidade e sensatez ignorados em nome do poder absoluto
Canal de Opinião por Noé Nhantumbo
Serão os deputados a decidir, ou seguem instruções?
– Mas uma coisa é certa, Moçambique está na berlinda. Infelizmente mais uma vez serão tomadas decisões contrárias à tão propalada paz.
Nem os “prelados religiosos premiados” estão pensando que efectivamente o país está derrapando para um novo conflito armado fratricida.
Nem os “diplomatas” de nomeada, com académicos à mistura, ainda se deram conta que a falta de sensatez é má conselheira.
Há uma manifesta falta de vontade política de dar oportunidade para que a paz seja um facto.
Fala-se de desenvolvimento inclusivo, mas o que se verifica é que os beneficiários são exclusivos aos que frequentam as mesas de banquete do poder imposto.
Timidamente surgem vozes afectas ao Governo dizendo que a crise político-militar já afecta a economia.
Não há coragem de admitir que se esteve mentindo e que a maioria está farta e saturada de mentiras.
A “unidade nacional” jamais foi facto. O racismo e o tribalismo estão impregnados na actuação dos que dizem combatê-los.
Não há democracia que nasça ou surja de fraudes orquestradas com requintes dantescos. A CNE/STAE/CC falhou redondamente, e isso foi evidenciado pela incapacidade de documentalmente provarem que o vencedor tinha sido a Frelimo e o seu candidato.
Agora recusar liminarmente que se encontrem soluções temporárias é um passo na direcção errada.
É uma decisão lesa-pátria.
O que se espera nas próximas horas é a confirmação de que a ditadura do voto reina inabalável na Assembleia da República. Estamos falando a propósito da esperada recusa da bancada da Frelimo em aceitar uma proposta da Renamo visando uma saída airosa para as partes depois do descalabro eleitoral de Outubro de 2014. Será um voto destruidor de esperanças.
Governadores provinciais indicados por quem ganhou na respectiva província poderia ser uma saída temporária.
Habituados a impor e a “saírem-se bem”, é de esperar que a bancada da Frelimo no parlamento vote contra.
Gostaríamos de nos enganar quanto ao desfecho deste caso que já não seria caso se houvesse sensatez e seriedade política.
Um parlamento digno desse nome veria pessoas votando no sentido do que interessa aos seus concidadãos e não em função da possibilidade de perderem as suas mordomias e regalias.
Há um receio assustador de que a aprovação da proposta da Renamo provoque um terramoto político. Claro que mudando o governador mudariam directores provinciais e outras figuras. Sendo o Estado o maior empregador e tendo sido montada uma máquina com base no cartão vermelho, os beneficiários votarão contra qualquer proposta que coloque em risco os seus cargos.
Ao nível das estruturas do partido no poder devem estar a circular instruções com o sentido de voto e com as posições a tomar em caso de a situação se deteriorar.
Compatriotas, a precariedade e gravidade da situação são preocupantes.
Poderemos acordar em qualquer dia com guias de marcha e com situação de emergência declarada e sem parlamento.
Jamais nos esqueçamos que existem poderosos interesses que gostariam de ver a R.P.M de regresso.
Se não conseguiram alterar a CRM e perpetuarem-se no poder, não nos convençamos de que desistiram dos seus cálculos e agendas.
O que lhes interessa afinal é o poder e as suas prerrogativas.
Aqui não se olha para a impunidade e para autênticos crimes financeiros, desde que o poder não saia das suas mãos.
Quando se arquitecta uma fraude, existem agendas e interesses em jogo e a serem protegidos por todos os meios. Encontrar a génese da teimosia e da insensatez política é procurando por aí
Falsidade, retórica nacionalista e desenvolvimentista, demagogia, constitucionalismo exacerbado estão sendo utilizados e bombardeados todos os dias.
A explosão de escândalos financeiros na esfera pública denota uma situação de ingovernabilidade e de ausência falta de seriedade.
Se quisermos ser honestos, é impossível que os detentores do poder não soubessem que havia funcionários fantasmas, que havia beneficiários fantasmas no INSS, que havia saque de fundos nas empresas públicas, que havia esquemas de “procurement” inquinados e sobrestimando valores para benefício de pessoas concretas e até algumas delas conhecidas. O Estado foi sendo contaminado por práticas corruptas que um partido com responsabilidades históricas deveria ter sabido combater e contrariar.
Se triunfar a tese dos irredutíveis, teremos a confirmação de que o voto dos deputados da bancada maioritária é o pontapé de saída para as convulsões.
O povo resistiu ao colonialismo e à “ditadura do proletariado”.
Também saberá resistir aos que tentam sobrepor-se fraudulentamente à sua vontade.
Pode ser tarde, mas a democracia política e económica triunfará em Moçambique.
Algumas das pessoas que brilham nos canais televisivos deveriam ter vergonha de continuar a pregar mentiras e falsidades.
É nojento e vergonhoso vermos gente que tinha alguma credibilidade sujando a sua imagem porque as benesses conjunturais se tornaram tão apetitosas e aditivas que nem cocaína colombiana.
O querer um lugar ao sol, provavelmente na Praça dos Heróis, está enlouquecendo algumas pessoas.
Megalomania é entorpecente e provoca miopia política.
A aparente ressurreição de alguns e a saída pela “porta pequena” de outros nos corredores da Frelimo está afectando o país.
A ver vamos o que os deputados farão e se merecem e têm direito de assim ser chamados. (Noé Nhantumbo)
CANALMOZ – 08.12.2015
Frelimo diz que nunca recebeu convite da Renamo para discutir revisão da Constituição moçambicana
A líder da maioria parlamentar da Frelimo disse nunca ter recebido um convite da Renamo para discutir a revisão pontual da Constituição moçambicana, cuja proposta, por iniciativa do maior partido de oposição, foi hoje rejeitada na Assembleia da República.
"Esperávamos receber um convite da bancada parlamentar da Renamo para nos debruçarmos sobre esta matéria", afirmou hoje no parlamento a chefe da bancada da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), Margarida Talapa, sugerindo que na próxima sessão plenária seja criada uma comissão "ad hoc" para a revisão geral da Constituição.
A maioria da Frelimo chumbou hoje na Assembleia da República o projeto de revisão pontual da Constituição da República, submetida pela Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), que pretendia transformar seis províncias do país em autarquias.
Através desse projeto, o principal partido de oposição pretendia governar nas seis províncias moçambicanas onde reivindica vitória nas eleições gerais de 15 de outubro do ano passado, cujos resultados oficiais não reconhece.
Segundo Margarida Talapa, "a bancada parlamentar da Frelimo não está contra a revisão e, na próxima sessão ordinária, que seja criada uma comissão 'ad hoc' para a revisão global da Constituição da República", sugeriu, destacando a importância do diálogo e da paz.
"O que assistimos até agora é que alguns continuam a pensar que com armas na mão conseguirão alcançar os seus objetivos", acusou a líder parlamentar da maioria.
Por seu turno, a chefe da bancada da Renamo, Ivone Soares, considerou que a rejeição do projeto é uma estratégia da Frelimo para empurrar o principal partido de oposição para a guerra e negar ao povo o direito de ser governado por quem supostamente ganhou as eleições.
"Chumbaram tudo e agora qual é a vossa saída?" - questionou Ivone Soares, acusando a Frelimo de se comportar como "dona do país".
Antes da votação, Eduardo Namburete, deputado da Renamo, disse na sessão plenária da AR que a rejeição da revisão pontual da Constituição da República podia empurrar o país para a confrontação e que o documento era um caminho para estabilidade política e militar.
Por seu turno, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), através de Geraldo Carvalho, deputado do segundo maior partido de oposição, defendeu o voto favorável com o argumento de que o projeto da Renamo era um meio-termo entre o legalismo absoluto da Frelimo e a pressão militar que tem sido exercida pelo principal partido de oposição.
"O MDM sempre defendeu e continua a defender a eleição dos governadores provinciais", realçou Carvalho.
Com a votação de hoje, é a segunda vez que a proposta de criação de autarquias provinciais da Renamo é rejeitada pela Assembleia da República, dado que o órgão chumbou em abril uma lei prevendo a criação dessas novas figuras administrativas.
O principal partido de oposição defende que a introdução de autarquias provinciais é a única forma de se acabar com a crise provocada pela rejeição da Renamo dos resultados eleitorais de 15 de outubro do ano passado, ganhas oficialmente pela Frelimo.
Moçambique tem vindo a registar episódios de confrontação militar entre Governo e Renamo, cujo presidente, Afonso Dhlakama, não é visto em público desde 09 de outubro, após um cerco à sua residência na Beira, numa operação policial de recolha de armamento em posse da guarda do líder da oposição.
Na última legislatura, encerrada no final do ano passado, a Assembleia da República criou uma comissão "ad hoc" para a revisão geral da Constituição, mas o grupo de trabalho acabou por não apresentar nenhuma proposta, remetendo a questão para o atual parlamento.
HB (PMA) // PJA
Lusa – 07.12.2015






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