"Eleições autárquicas não foram nem livres, nem transparentes, nem justas", diz plataforma Votar Moçambique
Uma semana depois das eleições, continuam a fazer-se ouvir críticas. Plataforma Votar Moçambique diz que processo não foi livre, justo nem transparente. Embaixador da Alemanha pede clarificação das contestações.
A plataforma da sociedade civil Votar Moçambique convocou esta quarta-feira (17.10) uma conferência de imprensa em Maputo para deixar clara a sua posição sobre as autárquicas de 10 de outubro: "As eleições não foram nem livres, nem transparentes nem justas", frisou Edson Cortês, o diretor do Centro de Integridade Pública (CIP), uma organização filiada no Votar Moçambique, citando o comunicado divulgado pela plataforma.
A opinião, diz Cortês, resulta de informações recolhidas pelo consórcio através de uma rede de pesquisadores, monitores, correspondentes e observadores espalhados pelas 53 autarquias moçambicanas.
"Conseguimos descortinar situações claras de intimidação aos eleitores, aos membros e candidatos dos partidos da oposição, a ação da polícia que sempre foi parcial no sentido de beneficiar o partido no poder e a falta de transparência e de imparcialidade dos órgãos eleitorais", enumerou o diretor do CIP.
Além disso, acrescentou, a plataforma sente que "por parte dos titulares dos cargos públicos no mais alto nível nunca houve nenhuma posição condenatória para com os atos de violência e os ilícitos eleitorais que estavam acontecendo".
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Daviz Simango: "Observadores internacionais não estão em condições de observar eleições"
Em entrevista à DW África, o líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, critica a atuação do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) nas autárquicas de 10 de outubro.
Ouça aqui
O edil, que se recandidatou a um quarto mandato na Beira - onde a terceira força parlamentar conseguiu 45,77% dos votos -, afirma também que os observadores internacionais, no atual formato, não estão em condições de observar as eleições. "Continuam a ser uma gota no meio do oceano", critica Simango.
DW África: Está satisfeito com o processo de votação?
Daviz Simango (DS): De um modo geral, temos de continuar a olhar com certa seriedade em relação aos nossos processos eleitorais em Moçambique, sobretudo aquilo que diz respeito ao funcionamento e comportamento dos órgãos eleitorais. Mais uma vez, convivemos com o STAE, um órgão ao serviço privado. E isso continua a prejudicar a manifestação dos eleitores, a manifestação daqueles que procuram de uma forma livre ir votar.
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Eleições Autárquicas - Partidos da oposição devem recorrer dos resultados em sete municípios
Renamo recorre para tribunal de resultados em cinco municípios
Os partidos da oposição em Moçambique devem apresentar recursos face aos resultados das eleições autárquicas de 10 de Outubro em pelo menos sete municípios, anunciou hoje o Centro de Integridade Pública (CIP), organização não-governamental.
O mandatário da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), André Majibire, já tinha dito na segunda-feira à Lusa que o partido ia apresentar recurso em cinco autarquias.
O boletim eleitoral do CIP tinha anunciado também na quarta-feira que o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido moçambicano, ia recorrer, elevando para sete o número de municípios em que os números vão ser contestados judicialmente: Moatize, Alto Molocué, Marromeu, Monapo, Tete, Milange e Chimoio.
Nalguns casos os dois partidos da oposição avançam juntos, noutros em separado, acrescenta.
Resultados oficiais divulgados no domingo dão vitória à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, em 44 municípios, à Renamo em oito autarquias, enquanto o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, ganhou no município da Beira.
Relativamente a 2013, a Frelimo perde cinco municípios para a oposição.
LUSA – 18.10.2018
Os partidos da oposição em Moçambique devem apresentar recursos face aos resultados das eleições autárquicas de 10 de Outubro em pelo menos sete municípios, anunciou hoje o Centro de Integridade Pública (CIP), organização não-governamental.
O mandatário da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), André Majibire, já tinha dito na segunda-feira à Lusa que o partido ia apresentar recurso em cinco autarquias.
O boletim eleitoral do CIP tinha anunciado também na quarta-feira que o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido moçambicano, ia recorrer, elevando para sete o número de municípios em que os números vão ser contestados judicialmente: Moatize, Alto Molocué, Marromeu, Monapo, Tete, Milange e Chimoio.
Nalguns casos os dois partidos da oposição avançam juntos, noutros em separado, acrescenta.
Resultados oficiais divulgados no domingo dão vitória à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, em 44 municípios, à Renamo em oito autarquias, enquanto o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, ganhou no município da Beira.
Relativamente a 2013, a Frelimo perde cinco municípios para a oposição.
LUSA – 18.10.2018
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17/10/2018
STV-Linha Aberta 16.10.2018(video)
Eleições Autárquicas. Não editado pela STV-SOICO
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Renamo recorre para tribunal de resultados em cinco municípios
A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMo), principal força da oposição, interpôs recurso judicial dos resultados das eleições autárquicas de quarta-feira em cinco municípios do país, disse hoje à Lusa fonte do partido.
A RENAMo reivindica vitória em 13 das 53 autarquias do país, contra oito que constam do apuramento feito pelos órgãos eleitorais. “Apresentámos recursos nos tribunais distritais dos municípios de Moatize, Monapo, Marromeu, Alto Molócue e Matola, porque ganhámos nesses municípios, mas os resultados foram falsificados”, declarou o mandatário da RENAMo junto dos órgãos eleitorais, André Majibire.
André Majibire disse que os resultados das eleições nos municípios em que o partido recorreu basearam-se em editais falsificados a favor da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder.
“Num dos casos, os editais foram falsificados depois de assinados e noutros provocaram-se escaramuças para que os nossos delegados de lista não assistissem à contagem”, acusou o político oposicionista.
Em caso de recusa de provimento dos recursos pelos tribunais distritais, prosseguiu, a Renamo vai recorrer ao Conselho Constitucional. “Vamos esgotar todos os meios judiciais ao nosso dispor, porque ganhámos em 13 municípios, mas a vitória foi-nos negada em cinco”, frisou.
Resultados oficiais divulgados no domingo dão vitória à Renamo em oito autarquias contra 44 da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, enquanto o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, ganhou no município da Beira.
CM – 17.10.2018
A RENAMo reivindica vitória em 13 das 53 autarquias do país, contra oito que constam do apuramento feito pelos órgãos eleitorais. “Apresentámos recursos nos tribunais distritais dos municípios de Moatize, Monapo, Marromeu, Alto Molócue e Matola, porque ganhámos nesses municípios, mas os resultados foram falsificados”, declarou o mandatário da RENAMo junto dos órgãos eleitorais, André Majibire.
André Majibire disse que os resultados das eleições nos municípios em que o partido recorreu basearam-se em editais falsificados a favor da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder.
“Num dos casos, os editais foram falsificados depois de assinados e noutros provocaram-se escaramuças para que os nossos delegados de lista não assistissem à contagem”, acusou o político oposicionista.
Em caso de recusa de provimento dos recursos pelos tribunais distritais, prosseguiu, a Renamo vai recorrer ao Conselho Constitucional. “Vamos esgotar todos os meios judiciais ao nosso dispor, porque ganhámos em 13 municípios, mas a vitória foi-nos negada em cinco”, frisou.
Resultados oficiais divulgados no domingo dão vitória à Renamo em oito autarquias contra 44 da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, enquanto o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, ganhou no município da Beira.
CM – 17.10.2018
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Polícia recupera 11 cornos de rinocerontes nas mãos de vietnamita em Maputo
O visado, de 43 anos de idade, responde pelo nome de Nguyen Tien Trung. Os cornos estavam disfarçados em duas bobinas de gerador de electricidade, que faziam parte da sua bagagem.
Questionado sobre a origem das peças faunísticas, Nguyen Trung foi parco em palavras e, aparentemente, estava alheio ao que a Polícia pretendia saber dele no sentido de esclarecer o facto.
Leonel Muchina, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Maputo, disse à imprensa que o homem foi detido na tarde de terça-feira (16), durante o check-in naquele aeroporto.
São vários os vietnamitas e outros cidadãos de nacionalidade asiática detidos no Aeroporto Internacional de Maputo, indiciados de tráfico de cornos de rinoceronte, pontas de marfim e diversas drogas.
Há pouco mais de uma semana, no mesmo aeroporto, a PRM deteve um chinês de 49 anos de idade, acusado de posse de nove cornos de rinoceronte.
O produto estava embrulhado num papel de alumínio e misturou-os com alimentos. A farsa foi descoberta durante a revista à bagagem do visado.
@VERDADE - 17.10.2018
Eleições Autárquicas 2018 - Boletim Sobre o Processo Político em Moçambique Número 68 - 16 de Outubro de 2018
Eleições Autárquicas com participação record de 60%
A participação média dos eleitores nos 53 municípios foi de 60,3%, um aumento significativo em relação a às eleições anteriores (2013 – 46%, 2008 – 46%, 2003 – 28%). A Cidade de Maputo teve uma participação de 63% e Matola 59%, comparado com 50% e 38% em nas eleições passadas (2013). Quatro municípios tiveram uma participação acima de 70%, com Metangula a registar a mais alta participação, de 77%. Malema, onde a Renamo ganhou, teve a mais baixa participação: 39%.
Oposição arrecadou 49% dos votos a nível nacional
A Renamo e o MDM conquistaram juntos 9 municípios, nomeadamente:
MDM – Beira
Renamo: (1) Cidade de Nampula, (2) Cidade de Nacala, (3) Cidade de Quelimane, (4), Angoche, (5) Malema, (6), Ilha de Moçambique, (7) Chiúre, (8) Cuamba.
Em termos da distribuição global de votos, a Frelimo não foi muito para além da metade dos votos. Obteve 51,78%. A Renamo obteve 38,90% e o MDM 5,50%. Os pequenos partidos, coligações de partidos e grupos da sociedade civil obtiveram juntos apenas 0.82%.
Com esta distribuição de votos, a oposição consegue conquistar mandatos em todos os municípios e em 6 municípios a Renamo e o MDM juntos terão maioria nas respectivas assembleias. Na Beira, onde o MDM ganhou, a oposição - Frelimo e Renamo – juntos têm a maioria na Assembleia.
A média nacional de votos nulos é de 2,77%. Há, entretanto, 5 municípios com número de nulos muito elevado, levantando suspeitas de invalidação de votos. São: Maotize – 7,35% (o mais elevado número de nulos e que mereceu tratamento em outro artigo abaixo); Chiúre – 6,72%, Ulónguè – 6,39%, Nyamayabwe – 6,01% e Gurué – 5,94%.
A média nacional de votos em branco é de 1,86% mas Monapo tem estranhamente 6,16% de votos nulos.
Nos termos da legislação eleitoral, se a assembleia autárquica reprovar o plano de governação do conselho autárquico por duas vezes, o conselho de ministros pode forçar novas eleições.
A participação média dos eleitores nos 53 municípios foi de 60,3%, um aumento significativo em relação a às eleições anteriores (2013 – 46%, 2008 – 46%, 2003 – 28%). A Cidade de Maputo teve uma participação de 63% e Matola 59%, comparado com 50% e 38% em nas eleições passadas (2013). Quatro municípios tiveram uma participação acima de 70%, com Metangula a registar a mais alta participação, de 77%. Malema, onde a Renamo ganhou, teve a mais baixa participação: 39%.
Oposição arrecadou 49% dos votos a nível nacional
A Renamo e o MDM conquistaram juntos 9 municípios, nomeadamente:
MDM – Beira
Renamo: (1) Cidade de Nampula, (2) Cidade de Nacala, (3) Cidade de Quelimane, (4), Angoche, (5) Malema, (6), Ilha de Moçambique, (7) Chiúre, (8) Cuamba.
Em termos da distribuição global de votos, a Frelimo não foi muito para além da metade dos votos. Obteve 51,78%. A Renamo obteve 38,90% e o MDM 5,50%. Os pequenos partidos, coligações de partidos e grupos da sociedade civil obtiveram juntos apenas 0.82%.
Com esta distribuição de votos, a oposição consegue conquistar mandatos em todos os municípios e em 6 municípios a Renamo e o MDM juntos terão maioria nas respectivas assembleias. Na Beira, onde o MDM ganhou, a oposição - Frelimo e Renamo – juntos têm a maioria na Assembleia.
A média nacional de votos nulos é de 2,77%. Há, entretanto, 5 municípios com número de nulos muito elevado, levantando suspeitas de invalidação de votos. São: Maotize – 7,35% (o mais elevado número de nulos e que mereceu tratamento em outro artigo abaixo); Chiúre – 6,72%, Ulónguè – 6,39%, Nyamayabwe – 6,01% e Gurué – 5,94%.
A média nacional de votos em branco é de 1,86% mas Monapo tem estranhamente 6,16% de votos nulos.
Nos termos da legislação eleitoral, se a assembleia autárquica reprovar o plano de governação do conselho autárquico por duas vezes, o conselho de ministros pode forçar novas eleições.
Poderá também gostar de:
- Eleições Autárquicas 2018 - Boletim Sobre o Processo Político em Moçambique Número 54 - 03 de Outubro de 2018
- Eleições Autárquicas 2018 - Boletim Sobre o Processo Político em Moçambique Número 55 - 04 de Outubro de 2018
- Eleições Autárquicas 2018 - Boletim Sobre o Processo Político em Moçambique Número 53 - 02 de Outubro de 2018
Posted at 18:11 in Eleições 2018 Autarquicas, Justiça - Polícia - Tribunais, Política - Partidos | Permalink | Comments (0) ShareThis
15/10/2018
A CENA DE MOCUBA
O povo de Mocuba está atento para ver a justiça moçambicana se é que na verdade as instituições do governo estão interessadas com a Paz no País
Um processo decorre no tribunal judicial de Mocuba, em protesto dos resultados anunciados que dão a vitória à FRELIMO.
A RENAMO requer a nulidade de 2573 votos validados para a Frelimo, de eleitores não elegíveis a luz do Artigo 10 da Lei n° 7/2018 de 03 de Agosto, provenientes dos distritos de Lugela e Namacurra, já identificados em cada ponto onde votaram conforme o mapa em anexo.
Feita a Justiça, a FRELIMO baixa de 15.693 para 13 120 votos validos a seu favor, a RENAMO vence as eleições no Município de Mocuba com 15.373 votos validos.
DEMONSTRAÇÃO
RESULTADOS REAIS COM BASE NOS EDITAIS NA POSSE DOS PARTIDOS
FRELIMO 15.693
MDM 886
RENAMO 15.373
RESULTADOS FALSIFICADOS
FRELIMO 16. 646
MDM 886
RENAMO 15.208
EDITAIS FALSIFICADOS A FAVOR DA FRELIMO
A vitória da Frelimo começou com a falsificação de editais das seguintes mesas:
NAVERUA 04258 – 01
EPC CFM 04261 – 04
Os editais na posse dos partidos nessas mesas trazem os seguintes resultados:
Naverua 04258 – 01
Frelimo 182
MDM 20
Renamo 174
Na mesma mesa a Comissão Distrital de Eleições de Mocuba anunciou os seguintes resultados:
Frelimo 679
MDM 20
Renamo 32
EPC CFM MESA 0426104
FRELIMO 162
MDM 15
RENAMO 244
Na mesma mesa a Comissão Distrital de Eleições de Mocuba Anunciou os seguintes resultados:
FRELIMO 498
MDM 15
RENAMO 244
(Recebido por email)
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Cuidado Universidades Moçambicanas… (Elementos de Autocrítica)
Por Capitão Manuel Bernardo Gondola
Atenção! Não confunda idoso com velho. Idosa, é uma pessoa que tem bastante idade. Velha, é aquela pessoa que pensa que já sabe tudo, que pensa que já conhece e que não precisa mais aprender.
Idosa, é uma pessoa com 70 anos de idade, 80 anos de idade. Velho, você pode ser e eu também, com 20 ou 30 anos de idade, 60 ou 70 anos.
E…, então, o grande perigo das nossas Universidades hoje no país, não é de ficarem idosas mas é sim de ficarem velhas. Aliás; as principais Universidade do País (UEM, UP, ISPU,UC,), que são as primeiras formas que têm mais de 50, 30 e 20 anos de história, correram em vários momentos e ainda correm um risco, não de ficarem idosas mas, de ficarem velhas.
Mas, qual é a diferença repito entre o idoso e o velho? O velho é aquele, que pensa que já sabe tudo, é aquele que pensa que, já está pronto. Repare; em português há uma palavra emprestada do latim, que se usa em francês, se usa em espanhol e se usa em inglês. Em português, nós usamos com frequência a palavra perfeito.
Perfeito, como sabem os que estudaram o latim, significa feito por completo, feito por inteiro, ou seja; concluído. Por isso; cuidado Universidades moçambicanas porque, uma Universidade envelhece quando os homens e as mulheres, que neles representam e actuam consideram que, o que fazem é perfeito. Quer dizer; já está feito por completo, feito por inteiro e…, basta reproduzir.
Como vê, nós vivemos num mundo hoje em que, há uma veloz mudança nos modos de fazer, de pensar e de actuar. Qual é o grande risco disso? É nós ficarmos satisfeitos ou satisfeitas.
E, a satisfação muitas vezes paralisa, adormece e entorpece. Guimarães Rosa, escritor brasileiro já falecido dizia e é verdade: “O animal satisfeito dorme”. A satisfação nos conduz muitas vezes ao um estado perigoso de tranquilidade.
14/10/2018
RESGATANDO MEMÓRIAS: “SOLIDÁRIOS PARA UM MOÇAMBIQUE MELHOR” (FINAL)
Centelha por Viriato Caetano Dias (viriatocaetanodias@gmail.com)
Um país corrupto é um país que se deixará governar pela escória da humanidade. Sejam nacionais, sejam estrangeiros. Porém, o bom da democracia é que volta não volta os poderosos têm que se reformar. Frase extraída de uma conversa com amigo JRS
Pediram-me alguns leitores que desse algumas achegas sobre os resultados provisórios das quintas eleições autárquicas que vão dando vantagens ao partido Frelimo. Estas eleições não foram normais, nem poderiam ter sido, porque a sua preparação não foi normal. As vontades políticas, em nome de uma paz podre, suplantaram os comandos constitucionais e legais aplicáveis ao direito eleitoral. A realização destas eleições foi, à partida, hipotecada como garantias da estabilidade política, o que demostra, per si, que qualquer que seja o resultado negativo, sobretudo para os partidos predominantes, será alvo de forte contestação. A instabilidade política, que havíamos empurrado para o passado, voltará a ocupar as nossas vidas. Pena é que a História ensina, mas poucos estão dispostos a aprender.
Voltanto à Carta Pastoral dos Bispos de Moçambique, no título Governo saído das eleições, lê-se a seguinte lucubração:
Considerando as circunstâncias particulares do momento actual em que o País vive, marcado por uma profunda crise económica que prostra o nosso País na humilhante posição de “o País mais pobre do mundo [o sublinhado extraído do original]”; considerando a gravíssima falta de quadros qualificados em todos os sectores principais da vida nacional; considerando, sobretudo, a necessidade de garantir e promover a reconciliação nacional e a paz, tendo em conta que saímos há pouco duma guerra civil, pensamos que o próximo governo, a formar-se depois das Eleições, deverá reunir os homens mais competentes, mais responsáveis e mais capazes do País, independentemente da sua filiação partidária, num esforço comum para levantar o estado geral de saúde desta “mãe Pátria depauperada”.
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