- Sexta, 01 Fevereiro 2013 03:43
- A voz do clube
Luanda - A presente NOTA INFORMATIVA tem como finalidade esclarecer, em particular, as acusações, virtualmente, feitas pelo Procurador-Geral da República (José Maria de Sousa) e pelo seu advogado, Paulo Amaral Blanco.
Fonte: Club-k.net
- "Os cobardes que se escondem na virtualidade e na falta de rosto e identidade de quem tutela o Club-K, de que irá participar criminalmente contra desconhecidos, enquanto não se conhece o autor ou autores da pseudo-notícia eivada de má-fé (…)
- (...) a coberto do segredo de justiça, prossegue os respectivos termos tanto em Angola como em Portugal, sendo falso que tenham sido depositadas quantias em quaisquer contas pessoais”, lê-se no referido comunicado(Carrega o Comunicado integral)
- (...) a coberto do segredo de justiça, prossegue os respectivos termos tanto em Angola como em Portugal, sendo falso que tenham sido depositadas quantias em quaisquer contas pessoais”, lê-se no referido comunicado(Carrega o Comunicado integral)
Já o "direito de resposta" assinado pelo advogado da PGR, Paulo Amaral Blanco diz:
- "O Club-K em consequência do desrespeito das regras jornalísticas foi, uma vez mais, instrumentalizado; (...) essa prática, não é jornalismo, é verdadeiro terrorismo.
- (…) O jornalista deve combater o sensacionalismo e considerar as acusações sem provas e sem prévia audiência dos visados como grave falta profissional”, lê-se na carta de repudia.(Carrega a carta de Direito de Resposta integral)
Quanto aos pontos acima transcritos “comunicado de imprensa” do PGR e do advogado portguês Paulo Amaral, a equipa de Redacção do Club K faz saber o seguinte:- (…) O jornalista deve combater o sensacionalismo e considerar as acusações sem provas e sem prévia audiência dos visados como grave falta profissional”, lê-se na carta de repudia.(Carrega a carta de Direito de Resposta integral)
a) O portal informativo “Club-K” é, verdadeiramente, o único elo de ligação com aqueles angolanos, e não só, que não têm voz – e muito menos o espaço nos órgãos estatal financiados com erários de todos nós – e munidos com as ferramentas informativas modernas, usam as redes sociais conhecidas, que também é apreciadas até pelos membros do executivo angolano, para informar os seus leitores.
b) O Club-K informa sem deturpar os factos desde a sua existência, e os seus membros nunca viveram “na camuflagem virtual”. Para vossa informação, a maioria dos textos publicados neste portal são de género opinativo e assinados pelos seus apreciados autores.
c) O Club K reconhece a existência de “assuntos confidenciais e restritos perante a lei”, e, principalmente, em certos processos judiciais em curso. Curiosamente, o actual governo refuta, e ignora, regularmente se pronunciar sobre vários assuntos de interesse geral, com o mero pretexto de “segredos” do estado.
Importa salientar que os Governos modernos têm a obrigação, e dever, de serem mais transparentes, disponibilizando assim todas as informações necessárias a qualquer cidadão, ou mesmo, instituições credíveis (como o Club K) a fim de fiscalizar as acções executadas por este.
Portanto, a noção de “segredo do Estado” não pode ser aplicável em todos os assuntos, como é o caso de um processo que se alarga acima de três anos, sem que o PGR se pronuncie como se tratasse de um pequeno desfalque.
Prezado general José Maria de Sousa, estamos a falar de 160 milhões de dólares. Valores que até poderia ajudar o executivo aplica-la nos programas de “Combate à Pobreza”, “Água para todos”, saneamento básico, reparação das vias secundárias e terciárias, entre outros.
d) Em síntese consideramos a intervenção do advogado português (Paulo Amaral Blanco) fora do contexto no seu sentido lato. Partindo do princípio que o mesmo desconhece, seriamente, a realidade angolana (e vive da virtualidade).
Por isso, o Club K não violou regras jornalísticas nenhuma, e muito menos é instrumentalizado politicamente, como certos órgãos de comunicação social portuguesa que opera em Angola e em Portugal.
CONCLUSÃO & EVIDÊNCIAS VIVAS:
Nos últimos meses vários COMUNICADOS – tais como de entidades angolanas e privadas, associados ao governo angolano – foram publicados na imprensa estatal, com maior ênfase na agência Angola Press e posteriormente retomados na TPA, RNA e Jornal de Angola.
A este respeito, e com rigor ético, afirmamos categoricamente que a equipa de redacção do Club K, sempre que recebe denúncias contra instituições governamentais ou personalidades mencionados na peça investigativa, têm procurado de imediato a parte lesada a fim de confrontar as informações.
Infelizmente, por razões desconhecidas, todos os membros do governo angolano, e empresas associadas, sempre que são contactados para reagirem a um facto, simplesmente, se refugiam no silêncio, ou melhor, evocando “em segredo do Estado”, para mais tarde se limitarem em enviar comunicados sem qualquer nexo.
Uns até se dão o luxo de recusar passar a versão dos acusados, como recentemente vimos no "caso general Chitombi", onde a TPA se recusou categoricamente de passar a sua versão.
Portanto, as entidades do governo e seus filiados vivem alheios das regras básicas do jornalismo moderno, onde o contraditório e debates frontais é apenas uma miragem. Limitando-se apenas em comunicar, ao invés de proporcionar um ambiente de perguntas e respostas.
Para sermos mais específico, e como prova das nossas solicitações feitas, anexamos “extracto do e-mail enviado em Maio de 2012, ao porta-voz da PGR, referente ao “caso Manuel Rabelais”, para cruzar alguns dados e que até a presente data, nunca respondeu, muito menos acusar a recepção do correio electrónico:
To: mizalack@*********
Cc: club-kangola <club-kangola@hotmail.com>
Subject: Sobre caso Manuel Rabelais
Cc: club-kangola <club-kangola@hotmail.com>
Subject: Sobre caso Manuel Rabelais
Prezado Gilberto Mizalaque Vunge
Saudações;
Sou Lucas Pedro, jornalista e Representante do Club-K em Angola,
gostava que me esclarecesse algumas duvidas que paira no ar:
gostava que me esclarecesse algumas duvidas que paira no ar:
1 - Com a nomeação de Manuel Rabelais para o cargo de Coordenador do
GRECIA, como é que fica o processo-crime apresentado pela Procuradoria
Geral da República (PGR), sobre os desvios que o mesmo efectuo?
GRECIA, como é que fica o processo-crime apresentado pela Procuradoria
Geral da República (PGR), sobre os desvios que o mesmo efectuo?
2 - Há informações que a PGR já não irá dar azo a este processo. É verdade?
Por favor, aguardo com urgência os seus esclarecimentos.
Lucas Pedro
Contacto: 917005555
Para dar sequência ao assunto sobre “PGR nega ter se apoderado de 10 milhões de dólares do caso BNA” o colectivo do Club-K respondeu a NOTA do advogado Paulo Amaral Blanco, com o intuito de confrontarmos com as nossas fontes e até o presente momento aguardamos atenciosamente por deferimento:
Exmo. Sr. Dr. Paulo Amaral Blanco,
Após a publicação do vosso direito de resposta, vimos solicitar provas de que o seu escritório transferiu os fundos em questão para o Banco Nacional de Angola.
Assim, no interesse da transparência, satisfaremos a curiosidade dos nossos leitores e daremos por encerrado o caso com a devida penitência.
Atentamente,
O colectivo do CK
Em conclusão, as informações (de Angola virtual) transmitidas, diariamente, pelos órgãos estatal, e alguns privados, demostra claramente a falta de rigor e do profissionalismo. O Club K imensas vezes já contactou várias instituições e políticos tais como: a Sonangol, Semba Comunicação, MIREX, Casa Militar da Presidência da República, Bornito de Sousa, Rui Falcão etc., (...) para confrontar alguns factos, e nunca responderam.
Agradecemos, desde já, a cooperação e fraternal votos democráticos.
Viva a Liberdade de Imprensa
P’la direcção
Club-k.net
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1 comentário:
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