segunda-feira, 28 de novembro de 2016

FMI decide não exigir nenhuma outra acção correctiva a Moçambique


“O Conselho de Administradores do Fundo Monetário Internacional (FMI) reunido a 21 de Novembro de 2016,em Washington D.C., Estados Unidos da América, apreciou o relatório da Directora Executiva do FMI sobre as dívidas não declaradas, contraídas por empresas nacionais com garantia do Estado Moçambicano. Sendo Moçambique membro do FMI, nos termos do Acordo de Adesão a Instituição, tem a obrigação de prestar informação regular, constituindo a não prestação dainformação uma violação ao Artigo VIII, secção 5 do Convenio Constitutivo do Fundo e sujeito a sanções.
O FMI saudou o início da auditoria internacional independente aos empréstimos contraídos pelas empresas com garantia do Estado e saudou as medidas em curso para introdução de reformas para melhorar a gestão da dívida e reforço de requisitos para a emissão de garantias para empréstimos, bem como aumento da transparência na contratação de divida pública, tendo exortado as autoridades a implementar as medidas já acordadas de forma abrangente e em tempo útil.
Em face das medidas implementadas desde Abril de 2016 e as que estão em curso, o Conselho de Administração do FMI decidiu que não exigirá nenhuma outra acção correctiva a Moçambique”.
Extracto do Comunicado de Imprensa do Ministério de Economia e Finanças da República de Moçambique tornado público hoje dia 28 de Novembro de 2016.

A Diretoria Executiva do FMI Considera as Declarações Erradas de Moçambique no âmbito do Instrumento de Apoio à Política e da Violação de Obrigação nos termos do Artigo VIII, Seção 5

21 de novembro de 2016

A Diretoria considerou assuntos relacionados a empréstimos externos anteriormente não divulgados que foram contratados durante 2012-2015, totalizando cerca de US $ 1,37 bilhão
O Conselho Executivo congratulou-se com as medidas correctivas já tomadas, incluindo o lançamento pelo Ministério Público de uma investigação criminal sobre as dívidas de certas entidades estatais e uma auditoria independente destas entidades por uma empresa de auditoria internacional
Os Directores Executivos não exigiram mais medidas, mas apelaram às autoridades para que implementassem as medidas anunciadas de forma abrangente e atempada

O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) reuniu-se hoje para analisar um relatório do Director-Geral sobre as declarações incorrectas da República de Moçambique ao abrigo do Instrumento de Apoio à Política Social (PSI) e uma violação da obrigação prevista no Artigo VIII, Secção 5 Do Acordo do FMI. A Diretoria também considerou uma recomendação do Diretor Gerente de reavaliar o desempenho passado da República de Moçambique no âmbito do PSI.

A Diretoria Executiva considerou assuntos relacionados a empréstimos externos não divulgados anteriormente contratados em 2012-2015 e atingiu cerca de US $ 1,37 bilhão (cerca de 10,6% do PIB de 2015). Especificamente, as informações fornecidas pelas autoridades moçambicanas desde Abril de 2016 revelaram a não observância do critério de avaliação contínua do país sobre o limite máximo para a contratação ou garantia de novos empréstimos externos não concessionais pelo governo central, o Banco de Moçambique, No âmbito dos PSI 2010-2013 e 2013-2016. As novas informações afetam a 6ª revisão do PSI 2010-2013 e os 3º, 4º e 5º exames do PSI 2013-2016.

A Junta Executiva tomou nota da natureza e extensão das informações errôneas. Em particular, observou que a dívida não revelada anteriormente desempenhou um papel fundamental para fazer de Moçambique um país fortemente endividado e colocou as finanças do governo e as reservas internacionais sob considerável pressão. Como tal, a dívida não divulgada comprometeu a consecução de metas-chave no âmbito das ISP, que incluíram acelerar o desenvolvimento econômico e manter a estabilidade macroeconômica.

O Conselho Executivo também analisou questões relacionadas com a violação da obrigação prevista no Artigo VIII, Seção 5, do Contrato de Constituição do FMI pela República de Moçambique, que obriga os países membros a fornecer certas informações consideradas necessárias para que o Fundo cumpra eficazmente suas funções. Constatou que a República de Moçambique tinha violado esta obrigação, uma vez que as autoridades tinham comunicado dados inexactos relativamente às reservas de dívida garantida pelo governo central e pelo governo central.

Desde a divulgação das obrigações de dívida não declaradas anteriormente, as autoridades moçambicanas tomaram várias medidas importantes para resolver a situação. Em Junho, o Primeiro-Ministro, num discurso ao Parlamento, explicou ao povo moçambicano e à comunidade internacional as questões decorrentes da dívida contratada. As medidas correctivas incluem o lançamento pelo Ministério Público de uma investigação criminal sobre as dívidas contraídas por certas entidades estatais, o que incluirá uma auditoria independente destas entidades por uma empresa de auditoria internacional experiente e respeitável. Outras acções correctivas incidirão na introdução de reformas para melhorar a gestão da dívida em Moçambique, com o objectivo de reforçar o processo de emissão de garantias de empréstimos e melhorar a transparência dos empréstimos e garantias públicas.

Na conclusão da reunião, o Sr. Tao Zhang, Diretor Geral Adjunto e Presidente Interino, declarou:

"Devido ao incumprimento do critério de avaliação contínua sobre o limite máximo para a contratação ou garantia de novos empréstimos externos não concessionais no âmbito das ISP 2010-2013 e 2013-2016, a Comissão Executiva decidiu que não pode continuar a manter uma posição positiva Avaliação do desempenho do programa ao abrigo das duas ISP.

"No que diz respeito ao incumprimento de obrigações por parte de Moçambique ao abrigo do Artigo VIII, Secção 5, do Acordo do FMI, a Comissão Executiva congratulou-se com as medidas correctivas já tomadas e com as medidas correctivas adotadas pelas autoridades para implementar medidas para melhorar e fortalecer o monitoramento e relatórios. Dos dados fornecidos ao Fundo. Tendo em conta estas medidas correctivas e medidas correctivas adicionais, a Comissão Executiva decidiu não exigir qualquer outra medida correctiva, mas apelou às autoridades para que implementassem as medidas anunciadas de forma abrangente e atempada.

"O FMI está empenhado em manter uma relação construtiva com Moçambique".

Departamento de Comunicações do FMI





Egidio Vaz
11 h ·



Podem ler estas letras pequenas, mas preciosas. Precisamos sair do bloqueio.



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Arlindo Chissale Balão de ar para Moçambique, caso queiramos!
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Tocova Amisse Aquem me empreste óculos por 1'?
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Dércio Tsandzana Para começar, está bom. Mas há que esperar mesmo até o primeiro trimestre de 2017. De resto eu aguardo os resultados dessa auditoria, aliás, todos os moçambicanos aguardam. Na verdade sem essa auditoria, isso comunicado será nada.
Gosto · 3 · 10 h · Editado

Felix Daniel Sitoe atento
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António Francisco Egidio Vaz, ainda bem que divulgas isso para que a malta pense e reprense na anterior notícia do Jornal O País, : "O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que não vai exigir mais medidas correctivas a Moçambique. A informação consta de um comunicado emitido pelo Ministério da Economia e Finanças". Quem olha distraidamente para esta frase e ignora o que já foi exigido pelo FMI como condição para retomar um novo programa, até parece pouco. Será mesmo? O tempo dirá se o FMI irá tomar de ânimo leve a sua declaração sobre as declarações falsas de Moçambique e o chumbo do programa de apoio que vinha prestando. Infelizmente, por ignorância ou por dissimulação, o Jornal o O País optou por não informar o publico sobre o verdadeiro significado e as implicações do tipo de MISREPORTING cometido por Moçambique.
Gosto · 14 · 11 h

Egidio Vaz Nada está revogado. As medidas são mesmo por implementar. E são dolorosas. Não são pera doce. As pessoas deveriam saber o que se exigiu a Moçambique e o que está a ser feito.
Gosto · 4 · 10 h

Hobety Luys Muhamby Cidadão informado vale por dois
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Eddy Prínce Simbine Emtão eles não irão exigir q os autores das dívidas sejam responsabilizados??basta saberem as tácticas do titio Patum é tudooo??humm afinal era so isso!
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Lenon Arnaldo Esclareçam-nos uma coisa: quem foi que disse que o FMI não exigirá medidas corretivas adicionais a Moçambique, foi Jornal O País ou é o teor retirado do comunicado do FMI.

Dá impressão que há gente que está contra o rumo (normalização das relações) em que estão a tomar as relações entre Moçambique e FMI.

Doa a quem doer, com medidas duras ou leves juntos vamos ultrapassar e avançar a retoma do crescimento e desenvolvimento do país.

PS: falhou o golpe palaciano que muitos auguravam em surdina. Falta agora, é terminar com a tensão política e militar, será o próximo passo, é seguramente será alcançado a PAZ EFECTIVA - custe o que custar.

Mas uma vez FALHARAM.
Gosto · 4 · 9 h

Egidio Vaz
Gosto · 1 · 9 h

António Francisco Eddy Prínce Simbine: Não compete ao FMI exigir que os autores das dívidas sejam responsabilizados. Isso é da competência das entidades judiciais. Se ler o comunicado reparará que aprecia o facto do Ministério Público ter aberto uma "investigação criminal... sobre as dívidas". O resto veremos.
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Abdul Karim Quero acreditar que o FMI nao tem mesmo mais nada a exigir. Ja exigiu o que tinha a exigir. Parece me que o post do Egidio Vaz e a noticia do "pais" sao para e com razao tentar acalmar os animos. Seria bom que tudo se resolvesse, mas quero acreditar que a interpretacao do comunicado do FMI esta sendo "demasiado positivamente interpretado", posso tambem estar enganado e tudo estar um mar de rosas.
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Simões António José Será que a mola já está a ser embalada para vir à pérola do Índico? Esfregando as mãos....

Waiting for money...
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Nelson Junior Este comunicado usa a tipica linguagem diplomatica:...Mocambique nao tem outra alternativa: que "limpe a sua casa" e depois ver-se-a o que fazer...estas malandrices dos paises do terceiro mundo devem ter um fim: recebem dinheiros, e estes vao pra bolsos da elite, familia e amigos...o bloqueio deve continuar...infelizmente, eh o povo que sofre
Gosto · 1 · 7 h


Egidio Vaz
17 h ·



Informação de utilidade pública

FMI decide não exigir nenhuma outra acção correctiva a Moçambique
“O Conselho de Administradores do Fundo Monetário Internacional (FMI) reunido a 21 de Novembro de 2016,em Washington D.C., Estados Unidos da América, apreciou o relatório da Directora Executiva do FMI sobre as dívidas não declaradas, contraídas por empresas nacionais com garantia do Estado Moçambicano. Sendo Moçambique membro do FMI, nos termos do Acordo de Adesão a Instituição, tem a obrigação de prestar informação regular, constituindo a não prestação dainformação uma violação ao Artigo VIII, secção 5 do Convenio Constitutivo do Fundo e sujeito a sanções.
O FMI saudou o início da auditoria internacional independente aos empréstimos contraídos pelas empresas com garantia do Estado e saudou as medidas em curso para introdução de reformas para melhorar a gestão da dívida e reforço de requisitos para a emissão de garantias para empréstimos, bem como aumento da transparência na contratação de divida pública, tendo exortado as autoridades a implementar as medidas já acordadas de forma abrangente e em tempo útil.
Em face das medidas implementadas desde Abril de 2016 e as que estão em curso, o Conselho de Administração do FMI decidiu que não exigirá nenhuma outra acção correctiva a Moçambique”.
Extracto do Comunicado de Imprensa do Ministério de Economia e Finanças da República de Moçambique tornado público hoje dia 28 de Novembro de 2016.


Dívidas: Conheça a decisão do FMI sobre Moçambique
O FMI considera “suficientes” as medidas postas em práticas pelo governo moçambicano para responder à crise financeira causada pelas “dívidas escondidas
correiodamanhamoz.com



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Euclides Cumbe nkhale j'a estao satisfeitos com as accoes que estao sendo levadas acabo com vista a esclarecer as escondidads dividas?nao havera mais outra accao correctiva? Ja vao liberar a ajuda?
Gosto · 3 · 17 h

Egidio Matsinhe Good. Agora e so continuar a trabalhar people. Para os apostulos da desgraca, I am sorry...
Gosto · 3 · 17 h

Filho Do Cinzentinho Ainda existem esses? Pensei que se foram com aquele que contraiu estas dívidas.
Gosto · 6 · 17 h

Luis Neves Caro Matsinhe,
Os apostolos da desgraça disseram a verdade.....e muitos ilustres do partidao concordaram com eles.... pudera se os visionarios os tivessem escutado!
Gosto · 1 · 15 h

Egidio Matsinhe O meu ponto caro Luis Neves e o seguinte: Nao a nenhum pais que se constroi sem trabalho. Ha pessoas que tendem a distrair o povo do Facebook e nao genericamente o povo mocambicano com assuntos. O povo mocambicano tem nocao do que aconteceu e tambem sabe que se nao acordar para ir a machamba nao havera mandioca na mesa ceteris paribus. E nisso que nos devemos focar
Gosto · 12 h

Celestino Cebu Boa pergunta Euclides cumbe, oque eu como cidadao quero saber é, se ja podem soltar os fundos,,porque o resto é politica..
Gosto · 2 · 17 h

Messias Buanaissa Calma! Antes de liberarem fundos para o povo e que é desviado de forma desmedida pelos nossos dirigentes, é importante responsabilizar civil e criminalmente (caso haja lugar) os que nos colocaram nesta situação.

Ninguém se pode sentir no direito de prejudicar um povo e sair como se nada tivesse acontecido.

Antes de nos preocuparmos com os fundos a serem liberados, temos que nos preocupar com a responsabilização dos infractores.

Enquanto a impunidade reinar, estamos feitos ao beef
Gosto · 6 · 17 h

Tocova Amisse Sogro , soooooooocoooooooorrrroooooooo Moçambique esta arder e o povo morre de fome, os bancos estam sendo sequeados e ninguem diz nada.
Gosto · 12 h

Fidalgo Salomao Madeirao Mauai Isso significa oque?
Gosto · 4 · 17 h

Proudly Felix Mondlane Nao percebi nada.
Gosto · 17 h

Proudly Felix Mondlane Alguem pode me esclarecer melhor
Gosto · 1 · 17 h

Arlindo Chissale Significa que a posição do FMI continua a mesma (não vai mexer nenhuma palha) para ajudar Moçambique..
Gosto · 1 · 15 h

Proudly Felix Mondlane Muito obrigado
Gosto · 2 · 14 h

Milton Machel 'CITACAO: Em face das medidas implementadas desde Abril de 2016 e as que estão em curso, o Conselho de Administração do FMI decidiu que não exigirá nenhuma outra acção correctiva a Moçambique”. [FIM DE CITACAO]. E eu que pensei que o CA do FMI decidiu nao exigir nenhuma outra accao correctiva por INCUMPRIMENTO e FRACO PROGRESSO do acordado entre as partes. Como me enganei!!! Oba, estamos a voltar a ser o BOM ALUNO do professor-Catedra Bretton Woods. Bom saber.
Gosto · 14 · 17 h

Maulana Domingos Maulana Profundo
Gosto · 1 · 16 h

Star Neves Leia o artigo no correiodamanhamoz.com



Correio da manhã - O Correio da manhã dedica enfoque especial a assuntos…
correiodamanhamoz.com
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Silverio Mendes E depois???? Kuando vao injectar-nos o taco?????
Gosto · 3 · 17 h

Elvino Dias Eu penso que nada vai mal, o único senão é o esclarecimento dos contornos da dívida pública e a possível recuperação do valor. O resto a vida continua
Gosto · 4 · 17 h

Sunil Maugi Resumo: Esqueçam o pedido do empréstimo a FMI. Já lavaram as mãos..
Gosto · 9 · 17 h

Maulana Domingos Maulana Entendo que o FMI esta a informar que já disse tudo. Faltando as autoridades moçambicanas fazerem a sua parte. Aliás, as regras do jogo já estavam estabelecidas a bastante tempo. Portanto, eles ainda não mudaram o apelo "sem a Auditoria Internacional e Independente não há acordo".
Gosto · 5 · 16 h

Eddy Prínce Simbine Emtão qual era o motivo do barulho se n fim voltariam a esta balada da noite??emtão basta eles saberem para q boladas foi levada a mola e se vão comer pouco da fatia, e daí zás o povo q se lixe cm a exigência d responsabilização, epa epa epaah, nós o povão somos duplamente colonizados e empobrecidos, caramba!
Gosto · 1 · 16 h

Sonia Feniasse
Gosto · 16 h

Juma De Alzira Paulo NAO PERCEBI NADA,ALGUEM PODE ME EXPLICAR MELHOR FAXAFOR?
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Maulana Domingos Maulana Leia também os comentários. Boa sorte.
Gosto · 2 · 16 h

Juma De Alzira Paulo 99% das pessoas dizem o mesmo:"NAO PERCEBI"
Gosto · 1 · 16 h

Arlindo Chissale Significa que a posição do FMI continua a mesma (não vai mexer nenhuma palha) para ajudar Moçambique..
Gosto · 2 · 15 h

Tocova Amisse Esquecer mola dos seus colonizadores e aceite acolonizaçao que os ti puzeram. Todo que dá algo precisa de receber, afinal qual foi o conbinou dessa divida com os colonizadores e colono moçambicano?
Gosto · 12 h

Antonio Romao Cossa Yuuuuu. Li mais de 5 vezes. Mas n percebi nada
Gosto · 16 h

Arlindo Chissale Significa que a posição do FMI continua a mesma (não vai mexer nenhuma palha) para ajudar Moçambique..
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Arlindo Chissale Significa que a posição do FMI continua a mesma (não vai mexer nenhuma palha) para ajudar Moçambique..
Gosto · 15 h

Francisco Banda vamos cagar neles! nós somos um país soberano! mão externa para quê? destruir a nossa soberania? Se eles não nos dar o dinheiro, vamos criar empresas privadas com garantia do estado vizinho como por exemplo: Botswana ou Malawi…. Para contrair mais dívidas. O que nós queremos, é dinheiro e não as regras nem orientação acerca do que vamos fazer com o dinheiro! Dívida soberana (nossa) =a dinheiro soberano (nosso).
Gosto · 2 · 15 h

Nelson Junior Continue a pensar assim, e daqui ha 2 ou 3 anos voces serao o Pais mais desenvolvido do Mundo...kkkkkkkkkkkk!...morro de gargalhadas
Gosto · 15 h

Francisco Banda kakakakakakaka, caríssimo Nelson Junior, não morre sozinho de gargalhadas! juntos morremos! onde estão aqueles que diziam que, a dívida era sustentável? onde estão aqueles que diziam que, nós somos um país soberano por isso não queremos regras de ninguém? onde estão aqueles que diziam que, a dívida não vai afetar o bolso do cidadão! Tenho saudades deles junto com os de desarmamento compulsivo!
Gosto · 2 · 14 h

Emildo Manhengue Oh Sr Francisco gostei muito do teu vamos cagar Kkkikaaaaaaa.
Está a viver na tuga nem?
Kkkikaaaaaaa ...Ver mais
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Paulo Gundana Pais soberano?!
Gosto · 13 h

Francisco Banda Caríssimo Emildo Manhengue, Crise! FMI! hahahahah, eu sei disso. passei por isso em 2011 nesta terra! 6 em 6 meses a troika vinha fiscalizar as contas! o que valeu, é porque aqui toda gente e todas as empresas, paga impostos. Quem desvia o dinheiro do estado, é responsabilizado! O eis primeiro ministro Coelho que desviou dos impostos no valor de 4000€ 10 anos antes de ser ministro, foi obrigado a devolver na totalidade! que adianta viver na tuga se mais que metade do meu salário, vai em moz para apoiar a família na luta contra a crise?
Gosto · 1 · 12 h

Nelson Junior .....Ps!...e voces realmente acreditam em tudo isto?...Mocambicanos, abram os olhos duma vez pra sempre-esta informacao foi dada pelo ou atraves do vosso ministerio de economia e financas: ministerio este que ate a data so mentiu ou tentou minimizar o problema....Um Pais serio e nao formado de malandros ja teria resolvido este problema sem a necessidade de intervencoes de fora: fazer o follow up dos dinheiros roubados eh facil, fazer uma cronologia desses dinheiros eh facil, individuar os tais que "paparam "o dinheiro eh facil,levar ao tribunal os ladroes eh facil...por que Mocambique nunca ou nao quer agir?...A Frelimo sujou o nome de Mocambique e dos mocambicanos.......
Gosto · 5 · 15 h

Tonny Guitarra epaaaa
Gosto · 15 h

Egidio Vaz Sem muita euforia, eis a minha interpretação do comunicado. Primeiro, esta mensagem é mais um encorajamento do FMI ao governo moçambicano de que, se tudo correr como acordado, então estará o FMI em condições de negociar o novo pacote. Segundo, é também boa notícia para Moçambique voltatr à carga junto dos seus credores para dizer-lhes: “Olhem, com o FMI estamos quase quitados. Agora convosco, ou renogiacmos agora ou corremos o risco de ser tarde demais uma vez que a única grande activiadade que resta realizar é a auditoria às dividas não declaradas”.

A notícia que não é tão nova assim, encontra-se no website do próprio FMI em: http://www.imf.org/.../PR16521-IMF-Executive-Board....

Em uma única palavra, a única forma de o governo sair-se bem nesta trama é cumprir escrupulosamente com o calendário das medidas acordadas ou arrisca-se a piorar a situação do seu povo.



IMF Executive Board Considers Mozambique’s Misreporting Under the…
imf.org
Gosto · 8 · 14 h

Lenon Arnaldo Essa informação já leva uma semana se não mais , e, estranhamente, nenhum destes jornais ditos independentes ou, reprodutores do que AC escreve ou diz sobre Moçambique disse nada até então.

Aliás, estranho nada tem. O objectivo mesmo é desinformar.
Gosto · 2 · 14 h

Nelson Junior Carissimo Egidio, compreendo a sua explicacao, mas, sinceramente fizemos uma de 10 anos pra sermos politicamente e economicamente independentes e sermos dignos e mostrar ao mundo que Mocambique eh dos Mocambicanos-Nao eh vergonha de mais uma estarmos a beijar o pes do Ocidente pra a nossa sobrevivencia?????!!..Eh este o Mocambique que o Mondlane, os Simangos,os Lazaros,os Murupas desejavam???...senhores, lutamos pra que o Ocidente nos deixasse livres, porem hoje recorremos ao Ocidente pra sobreviver....Ontem, Mocambique era colonia de Portugal...hoje eh uma nova Colonia do Fundo Monetario e do Ocidente:...francamente,o negro vai ser sempre escravo
Gosto · 2 · 13 h

Nelson Junior ......Mas quando eh que Mocambique vai viver sem os dinheiros do Ocidente, do FMI e dos outros...Quando???!!!..eh uma vergonha e arrepia
Gosto · 13 h

Tocova Amisse Eu so quero saber para aonde foi esse dinheiro? As estradas continuam esburagados. O povo conhece peixe e so ouve dzer ematum.
Gosto · 1 · 12 h

Josue Mucauro "Se" o governo tivesse aceitado essas auditorias a muito tempo, nesse momento talvez já teríamos um novo pacote do FMI
Gosto · 1 · 13 h

Emildo Manhengue Olhem, eu li várias vezes a expressão "novo pacote" é de bolachas ou é outra dívida? Kkk
Querem pagar dívida com dívida??? Nem isso será possível porque o dinheiro some (massaramusso) dentro das instituições do País de Pandza...
Gosto · 1 · 13 h

Delisio Acacio Machava Isso significa Oque?
Gosto · 13 h

Sampaio Costume A auditoria independente era para que fim????então uma palhaçada autêntica
Gosto · 12 h

Otilio Beijo Se ja tomaram todas as medidas. Que outras medidas iriao tomar?
Gosto · 12 h

Dino Foi Não é bem assim, melhor ler mas ler bem, o comunicado do FMI.
Gosto · 4 · 12 h

Egidio Vaz É o que andei a comentar há horas. O trabalho que o governo tem é bastante. É uma dose bem dolorosa que se for bem cumprida tornaremos a ser bons alunos. É isso que serve este comunicado. Ademais, querendo, Maleiane pode começar a ameaçar os bondholders, kkkk
Gosto · 3 · 12 h

Altino Mungoi Bom é uma decisão pertinente,medidas adicionais aumentaria cada vez mais o sofrimento do povo.e como sempre estas medidas nao atingem os que contraíram ocultament a divida
Gosto · 10 h

Sura Rebelo Se o povo tivesse ideia do q ja foi exigido... alguns pensarão: vai ficar tudo numa "wella"Pura ilusão
Gosto · 9 h

Caula Manuel Estamos a pagar e continuaremos a pagar... Cadeia em Moz só para peixe miúdo. Os ''Atuns tubarões' são grandes para as nossas cadeias.
Gosto · 3 h

Nemane Selemane Simples na verdade. Informacao muito simples mas que exige boa percepcao. 1. Nao havera mais exigencias mas continuara o rigoroso controlo da implementacao de todas decisoes tomadas. 2. Nao significa que o cofre sera aberto dentro em breve somente esse e um alerta ao governo Mocambicano para apertar o cinto e trabalhar. 3. Ja nao nos resta nada a nao ser voltarmos so campo e trabalhar Como estou fazendo neste momento. 4. Economia de servicos e boa mas numa sociedde culta( sem ou com poucos corruptos). Desta vez chumbamos.
Gosto · 2 · 3 h

Dino Foi Nos meus tempos de escola havia na disciplina de português algo chamado "leitura e interpretação do texto", posso ver que mesmo universitários, jornalistas, etc não se concentraram nessa parte específica da disciplina de português.
Muito obrigado Nemane Selemane por teres investido tempo nisso.
O mais perigoso disto tudo é passarmos esta imagem de que "tudo passou", não, a nossa relação com FMI é tão azeda que a última tranche dos cerca de 280 milhões de dólares que pedimos em Novembro de 2015, a mesma que ajudou a pagar a dívida em janeiro de 2017 e que deu sinal ao FMI que havia algo que não batia certo na nossa balança de pagamentos e, o gato com o rabo de fora, foi cancela. Antes do dia 21 de Novembro só estava suspensa, então em vez de festejarmos um comunicado dúbio melhor é arregaçar as mangas e procurar onde arranjar mais de 60 milhões de dólares para pagar no primeiro trimestre de 2017.
Gosto · 1 · 2 h

Alexandre Fernando

Gosto · 2 h

Belino Mussa Afinal? A novela terminou? Em troca de quem?

IMF Executive Board Considers Mozambique’s Misreporting Under the Policy Support Instrument and Breach of Obligation Under Article VIII, Section 5

November 21, 2016
  • The Executive Board considered matters related to previously undisclosed external borrowing that was contracted during 2012-2015, amounting to about $1.37 billion
  • Executive Board welcomed remedial measures already taken, including the launch by the Public Prosecutor of a criminal investigation into the debts incurred by certain state-owned entities, and an independent audit of these entities by an international auditing company
  • Executive Directors did not to require any further action but called on the authorities to implement the announced measures in a comprehensive and timely manner
The Executive Board of the International Monetary Fund (IMF) met today to consider a report from the Managing Director on misreporting by the Republic of Mozambique under the Policy Support Instrument (PSI), and a breach of obligation under Article VIII, Section 5, of the IMF's Articles of Agreement. The Executive Board also considered a recommendation by the Managing Director to reassess the past performance of the Republic of Mozambique under the PSI.

The Executive Board considered matters related to previously undisclosed external borrowing that was contracted during 2012-2015, and amounted to about $1.37 billion (about 10.6 percent of the 2015 GDP). Specifically, information provided by the Mozambican authorities since April 2016 revealed non-observance of the country’s continuous assessment criterion on the ceiling for the contracting or guaranteeing of new non-concessional external borrowing by the central government, the Bank of Mozambique, and selected state-owned enterprises under the 2010-2013 and 2013-2016 PSIs. The new information affects the 6th review of the 2010-2013 PSI, and the 3rd, 4th, and 5th reviews of the 2013-2016 PSI.

The Executive Board took note of the nature and extent of the misreporting. In particular, it noted that the previously undisclosed debt has played a key role in making Mozambique a heavily indebted country, and has placed the government’s finances and international reserves under considerable strain. As such, the undisclosed debt undermined the achievement of key goals under the PSIs, which included accelerating economic development and maintaining macroeconomic stability.

The Executive Board also reviewed matters related to a breach of obligation under Article VIII, Section 5, of the IMF's Articles of Agreement by the Republic of Mozambique, which obliges member countries to furnish certain information deemed necessary for the Fund to discharge its duties effectively. It found that the Republic of Mozambique had breached this obligation, as the authorities had reported inaccurate data with respect to the stocks of central government and central government guaranteed debt.

Since disclosing the previously unreported debt obligations, the Mozambican authorities have taken several important steps to address the situation. In June, the Prime Minister, in an address to Parliament, explained to the Mozambican people and the international community the matters arising from the contracted debt. Remedial measures include the launch by the Public Prosecutor of a criminal investigation into the debts incurred by certain state-owned entities, which will include an independent audit of these entities by an experienced and reputable international auditing company. Further corrective actions will focus on introducing reforms to enhance Mozambique’s debt management, with the aim of reinforcing the process of issuing loan guarantees and improving transparency of public borrowing and guarantees.

At the conclusion of the meeting, Mr. Tao Zhang, Deputy Managing Director and Acting Chair, stated:

“Due to the non-observance of the continuous assessment criterion on the ceiling for the contracting or guaranteeing of new non-concessional external borrowing under the 2010-2013 and 2013-2016 PSIs, the Executive Board decided that it can no longer maintain a positive assessment of program performance under the two PSIs.

“With respect to Mozambique’s breach of obligation under Article VIII, Section 5 of the IMF's Articles of Agreement, the Executive Board welcomed the remedial measures already taken and additional corrective actions committed to by the authorities to implement measures to improve and strengthen the monitoring and reporting of data provided to the Fund. In view of these remedial measures and additional corrective measures, the Executive Board decided not to require any further remedial action, but called on the authorities to implement the announced measures in a comprehensive and timely manner.

“The IMF is committed to remaining constructively engaged with Mozambique.”

IMF Communications Department

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