quarta-feira, 11 de maio de 2016

AFONSO DHLAKAMA ESCREVE À MARCELO REBELO DE SOUSA

Através desta carta, O presidente da RENAMO Afonso Dhlakama quer parabenizar o Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa pela sua recente eleição como Presidente da República Portuguesa, desejar-lhe as boas vindas à Moçambique, na sua primeira visita como estadista, e por último lhe colocar a par do essencial que constitui motivo de sua preocupação como cidadão e líder político, numa altura em que se encontra impossibilitado de estar na Cidade de Maputo para, devido a situação de Tensão Politico Militar em que o país. Acompanhe na íntegra a carta:

Excelentíssimo Senhor Presidente da República Portuguesa 
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa 
Excelência, 
Queira antes de mais receber os meus melhores cumprimentos e felicitações pela sua recente eleição para o cargo de Presidente da República Portuguesa. Aproveito também a oportunidade para desejar-lhe as boas vindas ao nosso belo Moçambique, terra que lhe é muito próxima. Não seria demais mencionar o quão importante é a sua visita ao nosso país, num momento em que estamos confrontados com vicissitudes de variada natureza, que urge ultrapassar para recolocarmos o país de volta aos carrís do desenvolvimento. Moçambique é uma terra abençoada por Deus, com homens e mulheres extremamente trabalhadores, inúmeras terras f’érteis e recursos naturais abundantes, mas continua classificado como dos mais pobres do mundo, obviamente situação de que não temos nenhum orgulho. A minha expectativa, como cidadão moçambicano e como líder político, e acredito representar a opinião de milhões de outros cidadãos moçambicanos, é que a sua visita ao nosso país ajude a encontrar caminhos para a solução de alguns dos problemas que insistem em prevalecer. Senhor Presidente, Endereço-lhe estas linhas, uma vez impossibilitado de estar na Cidade de Maputo para, de viva voz e de corpo presente, com Vossa Excelência interagir. Sabendo que Vossa Excelência é conhecedor da história do nosso país, não lhe vou enfadar com os detalhes sobre as dificuldades que o nosso país enfrenta, mas gostaria de tomar algum do seu tempo para lhe colocar a par do essencial que constitui motivo de preocupação para mim como cidadão e líder político; alguém que lutou e continua a lutar pela democracia, pelo bem-estar, pelas liberdades individuais, pela justiça e pelo progresso do meu país. Se no longíquo ano de 1977 quando, juntamente com outros jovensmo- çambicanos, decidi iniciar a luta contra o comunismo em Moçambique, exigindo a democratização do país, o respeito pela dignidade humana e a consagração das liberdades individuais, tinha a certeza de que esse era o caminho que o país devia trilhar para se impôr na comunidade das nações. Hoje, diante dos inúmeros problemas que o nosso país enfrenta, estou mais convencido de que a nossa luta era justa e continua justa. Foram necessários dezasseis longos anos de guerra civil para o Governo da Frelimo aceitar que o povo mo- çambicano desejava ser livre e ter a liberdade de escolher os seus governantes. Mas este desiderato tem sido frustrado pelas sucessivas fraudes eleitorais que impedem que a vontade do povo, expressa nas urnas, seja efectivamente realizada. O povo ambiciona melhorar as suas condições de vida, mas os recursos naturais que serviriam de base para alavancar o desenvolvimento do país e por essa via melhorar as condições de vida dos moçambicanos, estão a ser pilhados para benefício de uma pequena elite filiada ao partido Frelimo; aqueles que têm opiniões contrárias às do governo da Frelimo são reprimidos, processados judicialmente e até assassinados. Este não é o Moçambique que os moçambicanos sonharam e sonham para si e seus filhos. O nosso sonho como moçambicanos é de um país onde todos, independentemente da sua filiação partidária, possam ter as mesmas oportunidades para exercitarem as suas capacidades humanas e técnico-profissionais e realizarem os seus sonhos. Apesar das insistentes tentativas da Frelimo de acabar com a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) através das artificiais reduções dos seus assentos na Assembléia da República, o nosso partido continua firme na sua luta pelo bem-estar do povo moçambicano, exigindo esclarecimentos sobre a utilização dos recursos públicos, bem como legislando a favor dos interesses dos mo- çambicanos. É a RENAMO que exige esclarecimentos sobre os gastos dos recursos públicos e a implementação de procedimentos transparentes na alocação dos recursos. E porque a RENAMO inviabiliza a prática de nepotismo e outras que consubstanciam a corrupcão, a Frelimo agora persegue a estratégia de eliminar-me fisicamente, pois sou tido como o elemento aglutinador e mobilizador pela causa da democracia. Ao perseguir este caminho, a Frelimo acredita facilmente eliminará a própria RENAMO. Excelência, Eu e a RENAMO, com o apoio incondicional do povo moçambicano, lutamos pelo progresso de Moçambique, protegendo os recursos naturais da pilhagem de um pequeno grupo da elite da Frelimo. A RENAMO protege os investimentos estrangeiros, incluindo os de empresas europeias, americanas e asiáticas e luta para que os recursos naturais sejam para benefício de todos os moçambicanos e que o acesso a esses não seja condicionado pela filiação partidária, como tem sido o apanágio do partido Frelimo. A Frelimo procura, a todo o custo responsabilizar a RENAMO pelo fracasso das suas opções políticas e de governação. A redução do investimento directo estrangeiro, a subida do endividamento público para fins não produtivos, a queda do nível de confiança do país são factores que levam o país ao actual estágio e não se pode, de maneira nenhuma, atribuir responsabilidade sobre estes factos à RENAMO. Pelo contrário, a RENAMO tem estado a proteger importantes infraestruturas económicas de interesse não só nacional mas também regional. São disso exemplo o pipeline que transporta combustível para o Zimbabwe; o Corredor da Beira, que liga o porto da Beira ao Zimbabwe; a via de Cassacatiza que liga Moçambique e Zâmbia, através da fronteira com a província de Tete; a via de Zobwe, que garante o transporte rodoviário entre o porto da Beira e Malawi; a linha férea de Nacala, a linha de transporte de energia de Cahora Bassa para a Àfrica do Sul, e todo o acesso dos paí- ses do Interland, nomeadamente Zimbabwe, Zâmbia, Botswana, Swazilândia, Malawi, aos portos de Moçambique. Os empreendimentos acima elencados são fontes privilegiadas de receitas para Moçambique e de importância estratégica para a região da Àfrica Austral, pelo que a RENAMO jamais colocaria em risco estes empreendimentos que contribuem para o alcance daquilo que a RENAMO defende – o bem-estar dos mo- çambicanos. O Governo da Frelimo, usando os meios de comunicação do sector público, tem estado a promover uma campanha de desinforma- ção atribuindo à RENAMO ataques a alvos civís. Mais uma vez, estas acusações são contrariadas pelo crescente apoio popular que a RENAMO tem conhecido nos últimos tempos e o encorajamento para continuar com a luta pela defesa dos interesses dos moçambicanos. O Governo da Frelimo tem estado a usar viaturas e autocarros civís para transportar militares e armamento nas suas perseguições aos elementos da RENAMO e, como seria de esperar, na confrotação esses meios são afectados. Temos consciência de que o nosso conflito é com o Governo da Frelimo e não com o povo moçambicano, porque os moçambicanos são a nossa fonte de inspiração e a nossa razão de luta pela implementação plena da democracia e promoção das liberdades individuais e direitos humanos no país. Estamos também cientes de que o nosso conflito não é com os investidores nacionais nem estrangeiros, pelo que em nenhum momento a RENAMO colocou e nem colocará como seus alvos os empreendimentos económicos dos moçambicanos nem de estrangeiros. Continuaremos a defender os cidadãos, bem como os empreendimentos e interesses económicos nacionais e estrangeiros, com particular destaque para os africanos, europeus, americanos e asiáticos, nossos principais parceiros. A implementação plena da democracia, a prática da transparência na gestão da coisa pública, a justiça, a liberdade, a realização de eleições livres justas e transparentes, são factores essenciais para a estabilidade do país, que por sua vez constitui condição primordial para o incremento do investimento estrangeiro no nosso país. Esta é a razão porque a RENAMO luta para que estes factores sejam efectivamente implementados no nosso país. Estamos comprometidos com a estabilidade de Moçambique, condição fundamental para o desenvolvimento económico e sócio-cultural do país. É nosso desejo e vontade que as questões que nos opõem ao Governo da Frelimo encontrem solução num diálogo franco e sério, em que o conhecimento, as experi- ências e contribuição dos nossos parceiros internacionais não sejam ignorados ou inferiorizados. Senhor Presidente, Espero ter, nestas poucas linhas, partilhado com Vossa Excelência a minha visão da actual situação do país e a minha predisposição para o alcance de uma solução negociada, pois acredito que o diálogo entre a RENAMO e o Governo da Frelimo é um imperativo nacional. Termino reiterando os meus melhores cumprimentos e votos de uma continuada cooperação entre Moçambique e Portugal. Respeitosamente, Maputo, 5 de Maio de 2016 Afonso M.M. Dhlakama Presidente. 

VAMOS À RUA PARA A ACABARMOS COM ESTE CIRCO
Entende-se por circo em latim “circus” ou simplesmente circunferência, a uma companhia que o seu colectivo reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaçada, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros. Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte do circo, embora o que se conhece hoje tenha começado a ganhar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o “Circus Maximus”, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 mil pessoas. A sua atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo, tal como age a Frelimo. Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar - tal atitude da Frelimo - suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. Nasciam assim as famílias de saltimbancos, do tipo de alguns membros seniores do partido dos camaradas, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro. Posto isto, importa reter que a cada dia multiplicam-se as revelações sobre os escândalos envolvendo as estruturas do Governo do partido Frelimo. Para além da mentira sobre o valor real da dívida pública, esta semana apareceu mais um escândalo: a descoberta de 120 corpos sem vida lançados numa vala como na região de Canda, distrito da Gorongosa, na província de Sofala, que o Governo se apressou a tentar desmentir sem que se dignasse a criar uma comissão independente para averiguação dos factos. Aliás, o Governo já havia mentido sobre a existência de refugiados no Malawi e violação dos diretos humanos por parte das forças governamentais nas zonas de conflito na província de Tete, através dos seus diferentes malabaristas. Tal como todos sabemos, o primeiro mentiroso por exemplo sobre o caso da existencia de refugiados no Malawi foi o próprio Filipe Nyusi que catalogou aqueles compatriotas de turistas, seguido do governador de Tete Paulo Awade que disse não existir refugiados moçambicanos, mas sim membros da RENAMO e finalmente Joaquim Veríssimo que os considerou de mentirosos porque nunca foram violados. A cada dia, o Governo se multiplica em mentiras para enganar os incautos dando-lhes a entender que é inocente em tudo. São tantas as mentiras e os escândalos envolvendo este Governo, que passam pela divida pública, o roubo dos resultados eleitorais, os corpos em valas comuns, a recusa da existencia de refugiados no Malawi, os assassinatos como mecanismo de silenciamento e o recurso aos esquadrões da morte para liquidar os activistas da oposição. Depois de tanta fantasiada, o Governo da Frelimo atingiu o cúmulo da mentira e da procura de bodes expiatórios para justificar o seu falhanço ao longo dos últimos 40 anos da sua (des)governação. Para a RENAMO, é urgente que o Povo saia a rua para pôr fim a este circo de palhaços, malabaristas, saltimbancos... Acreditamos ser tempo de manifestarmos para desalojar este regime que já não representa os interesses de todos nós. Tal como acontecia no “Circus Maximus”, a Frelimo com medo do Povo como notamos na últim sexta-feira, continua numa luta desigual a usar os seus gladiadores, os seus animais selvagens do tipo esquadrões de morte, bem como pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo do tipo G-40 em que militam os bem conhecidos polidores da praça. Estão criadas as condições para o “grande incêndio” deste circo. Para tal, falta só uma frente, para o regime abdicar de continuar a gozar connosco, dado o estrondoso falhanço no campo militar onde tenta liquidar o Presidente Dhlakama e a RENAMO e na frente diplomática onde o FMI, o Banco Mundial, o Reino Unido entre outros já suspenderam o seu apoio. Com a frente popular na rua o regime poderá capitular. De quê estamos ainda esperando? Será que alguém ainda acredita nas instituições deste país como a PGR que sempre que se trata de figuras da Frelimo fica calada ou aparece tarde, para adormecer o boi? Sejam responsabilizados estes sanguinários, ladrões, malabaristas por excelência.

EU NÃO QUERO SABER DE POLÍTICA!
Foi recorrente durante a minha infância e principalmente durante a minha adolescência e início da juventude, ouvir amigos, familiares e conhecidos a afirmarem com alheamento e o devido desdém “não quero saber de política, isso é para os políticos. Vamos falar de desporto, namoro, lazer, viagens, comida...”. Este posicionamento era algumas vezes rebatido pelo meu pai que afirmava que não tinha como se fugir da política uma vez que o Ser Humano é por natureza um “animal político”, citando Sócrates... Era pouco compreendido até mesmo por mim. Acho que carecia(mos) ainda de algumas bases epistemológicas ou mesmo axiológicas para tamanha abstração. Com o passar do tempo as circunstâncias empíricas foram ajudando a fechar o que faltava em teoria. E este doloroso empirismo vai se avolumando e não faltam exemplos. Mas desta vez iremos pegar apenas um por ser actual, escandaloso e oportuno. E esse exemplo relaciona-se com a dívida pública. Moçambique está com uma dívida soberana, até agora insustentável, de mais de 1bilião de dólares (engana- -se quem pensa que a nossa dívida é só esta...) contraí- da pelo Governo da Frelimo que em nada beneficiou os moçambicanos mas mesmo assim todos teremos de pagar, quiçá também os nossos concepturos encontraram este ónus. Pior, quando em sede do Parlamento, a Bancada Parlamentar da RENAMO exigiu que o Governo da Frelimo se explicasse aos moçambicanos. Este recusou-se terminante e arrogantemente (não há pior coisa que sofrer sem explicação...) Com esta dívida, o FMI e o BM e outros parceiros, suspenderam a sua ajuda financeira ao país. Somos um país que vive de ajuda externa e os nossos parceiros estão a nos virar as costas porque não somos dignos de lhes olhar na cara... Sem entender muito de economia, em termos simples, este virar de costas significa que o país terá menos dinheiro para pagar salários, importar comida entre outros assuntos básicos. Significa isto que os nossos empréstimos nos bancos serão mais caros, retraindo desta forma o investimento interno. Significa isto que a nossa moeda terá menos valor, por isso, teremos menos disponibilidade para vermos futebol uma vez que temos de poupar energia. Poderemos já nao conseguir pagar a televisão a cabo e a cervejinha para ajudar a celebrar os golos estará comprometida, bem como, as saídas com as namoradas estão cada vez mais comprometidas, as viagens já nem digo, o nosso prato terá menos comida... Portanto, meus amigos, aquelas matérias que preferimos falar (futebol, lazer, namorar...). A sua efectiva- ção está seriamente comprometida e isto, pode em grande medida ter que ver com o nosso distanciamento da política. Deixamos os políticos, principalmente os dirigentes muito “à vontade”. E já foi dito “o poder corrompe. E o poder absoluto corrompe absolutamente” Por isso, apelo aos compatriotas, principalmente os jovens, a sermos mais cidadãos, a reivindicarmos ainda mais os nossos direitos. Exigirmos mais e melhor a prestaçao de serviços por parte dos funcionários e agentes do Estado. Políticos (incluindo eu), porque só assim poderemos gozar melhor do direito de não nos interessarmos pelos assuntos polí- ticos. Devemos reivindicar mais que o pouco das nossas liberdades seja tratado com diligência. Porque se não o fizermos, iremos sofrer impiedosamente o castigo toynebiano “o maior castigo dos que não se interessam pela política, é serem governados pelos que se interessam” e isto não seria problema se a governação fosse boa, o que não é o caso. Se não nos tornarmos mais cidadãos apenas continuaremos a murmurar pelos cantos, testemunhando convulsões intrapessoais que no fim do dia nada mudarão, pelo contrário, vão prejudicar a nossa saúde pois como diz Mia Couto “Palavras não ditas viram baba peçonhenta” e para piorar, se cruzarmos com os radicais serão peremptórios em afirmar: “quem não participa não tem direito a opinar…”
Está-se muito mal
Se a minha experiência de vida tem algum valor eu diria
que o nosso país está à beira de uma insurreição
violenta.
Por muitas cambalhotas e flic-flacs que o actual executivo
faça para fingir que está tudo normal, os escândalos
financeiros, que se sucedem uns aos outros, a guerra no centro
do país, agora já com o surgimento de valas comuns, o corte
do apoio internacional devido às tropelias infames de governantes anteriores e actuais, uma dívida externa já impagável e a iminência do não pagamento de salários, da desvalorização violenta do Metical, do desemprego, da falência de empresas e da miséria não levam, normalmente, senão a uma revolta de grandes proporções, muitas vezes incontrolável.
E, cada dia que passa, o tempo para evitar isso é mais curto.
O actual Governo está a perder, em velocidade acelerada, credibilidade dentro e fora do país. Ao se recusar a denunciar e
punir os abusos dos seus antecessores passou a surgir como
uma continuação deles e dos seus desmandos.
Soluções para o estado a que chegámos não haverá muitas.
Atrevo-me a propor uma:
Dissolução da Assembleia da República e marcação, para breve,
de novas eleições gerais, sob controlo internacional.
Criação de um governo de gestão, até à realização das eleições,
com igualdade no número de lugares entre os três partidos
com representação parlamentar.
Revisão da Constituição no sentido da descentralização governativa, da diminuição radical dos poderes do Presidente da
República e da efectiva independência do sector da Justiça.
Se fosse possível, abolição, com todas as honras devidas pelos
seus passados, dos partidos Frelimo e Renamo, e criação de
novos partidos representativos das diferentes opções ideológicas
Caso não sejam tomadas estas medidas, ou outras de semelhante formato, acredito que iremos assistir a uma revolta de grandes proporções. E, caso isso aconteça, podemos cair numa fase de desordem generalizada (o mais provável) ou a repressão violenta vence e entramos numa forma de ditadura militar de tipo fascista. Nenhuma das hipóteses agradável, como facilmente se percebe.
Mas será que o bom senso vai prevalecer? Infelizmente duvido.
Preparemo-nos para o pior...

Machado da Graça, Savana 06-05-2016
FDM POUPEM A VOSSA VIDA EM SEGUIR MISSOES QUE CULMINA EM TRAGEDIA
Alguns militares por falta de saber o que é a guerra precipita-se em seguir linhas de fogo por cinco(5)tiros que ja atirou na carera de tiro,no combate ja nao é isso,voce deve desafiar o inimigo e abater por ultimo destruir a sua posiçao pode ser aberto,quando é emboscada pode ser fechado quando é posiçao nomada ou base ou mesmo quartel.Muitos dos soldados do governo sao usados,recebem ordens fechados duvidosas que dizem que é ordens superior e nao o julga o motivo tanto razoes da missao que sao destacados,com menos tempo de treinamento.
O proprio superior dito,(Nyuse)nao coseguiu fazer nada quando era ministro das forças armadas,hoje como madam miudos morrerem pela sua causa?Nyuse nao ganhou as eleiçoes ele é copia do poder suberano o lider verdadeiro é Dlakama que ate aqui luta para libertar o povo.As forças do governo nao podem nem tao pouco seguir as ordens da classe de elite sao assacinos do poder suberano.
Todas as areas ocupadas por renamo os fdm nao pode invadir caso aucotrario estarao a cometer erro grave da luta pela conquista de regioes autonomas uma nova politica administrativa que impulsionara o desenvolvimento para o povo moçambicano.Aceitar lutar contra a renamo é impor a sua vida em risco e pode ser alvo mortal.
As dividas que a frelimo cotraiu deve ser paga por os cabicilhas nao pelo povo,esta divida o povo nao conhece e chama a comunidade internacional actuar seriamente no sentido de recoperar o dinheiro,que ate aqui os mesmos ladroes usam para fortificar e equipar os militares para lutar contra o partido da oposiçao que é a renamo.Os mesmo que so apenas com treinamento basico e tai co sao alinhados para combar o inimigo.
A renamo vai governar o pais nas 6 provincias que ganhou,o ppvo nao pode ouvir aqueles descontente que falam barato que a renamo recuou e nao tem efectivo para desafiar o seu desejo e do povo é metira,a renamo usa regras por isso vence.VIVA



Terminou a instantes a Sessão da Comissão Permanente da AR, para além da autorização ao Chefe de Estado para viajar a China, a comissão aceitou mais dois pontos de agenda: a ida do Governo ao Parlamento para explicar e discutir sobre a Dívida Pública e a Violação dos Direitos Humanos no centro do País. A Comissão Permanente mandatou a primeira e segunda comissões para trabalharem nos dois assuntos, cada uma no seu campo de actuação. Sobre Violação dos Direitos Humanos, a primeira comissão deve ir ao terreno averiguar e produzir um relatório para discussão na Plenária.
Pato Donald, Jose Furai Junior e 111 outras pessoas gostam disto.
Comentários
Da Mario
Da Mario Forca companheiros, e isso que o povo quer dessa piquena grande Bancada Mdm
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Carlos Jonaasse
Carlos Jonaasse Por Mocambique por Todos, estamos juntos
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Carvalho Geraldo Carvalho
Carvalho Geraldo Carvalho Agora? Os q ja atiravam pedras p O MDM oq dizem?
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Mubango Filipe Fernando
Mubango Filipe Fernando Envergonhados Dr carvalho
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Jose Waite
Jose Waite Qual e a agenda para viagem a China?
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Leoneldo Tales
Leoneldo Tales Espero que solicitem responsabilidade criminal aos infractores, que fizeram a divida, sem respeitar os mecanismos normais...Pois alguns juraram respeitar a constituição e não o fizeram. Não adianta ir ao parlamento para repetir as mesmas coisas que disseram a conferencia de imprensa. Queremos acções concretas e imediatas.
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Artemísia Gimo
Artemísia Gimo será k a ia a China vai resultar?Porquê não arruma viagem para tratar assunto da paz
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José Luís
José Luís A comissão permanente não está fazer favor a ninguém ao aceitar os ponto colocados pela bancada parlamentar do Movimento democrático de Moçambique...é obrigaçao da AR solicitar a explicação do executivo sobre a divida pública (aliás ja nem é novidade que o governo vai se explicar na AR...a própria presidente ja tinha dito)...e sobre a violação dos DH num parlamento sério com pessoas sérias ja se teria investigado...Em suma a bancada parlamentar do MDM foi fazer revista na comissão permanente.
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Gongoz Monjane
Gongoz Monjane Nao Sei Oque O PR Vai Fazer Na China, Espero Que Nao Contraia Outra Divida Oculta,
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Masú Martinho Martinho
Masú Martinho Martinho Como e conhecido de todo que o culpado da divida e guebuza,chang,nyusi,sobre violação dos diretos humanos tambe nyusi e culpado d todo .MDM mesmo tentando d qual das maneira precionar o governo inlegal da frelimo enquado os que se fazem d deputado ao mesmo tempo advgado q e a bancada maioritaria nada vai mudar
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Xavier Antonio
Xavier Antonio Concordo plenamente consigo, Jose Luis,.o governo foi autorizado pelo Comité Central, de contrário não ia, a mesma proposta havia sido chumbada pela bancada maioritária.
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Azarias Chihitane Massingue
Azarias Chihitane Massingue Presidente Nyussi disse e é público, vamos averiguar o assunto para percebermos o que terá acontecido sem cacarmos bruxas. Pode ser que a dívida tenha sido contraída para defender interesses superiores da nação. Se for o caso, terá havido, um estudo profundo benefício/prejuízo e chegou a conclusão de que a preservação da soberania podia ser superior a suposta legalidade. Entendam, não estou a defender a ilegalidade, mas é melhor esperar que os outros façam o seu trabalhar sem pressão.
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Domingos Gundana
Domingos Gundana Não há mérito nisso, já se sabia que o governo, irá ao parlamento, pois a Presidente da Assembleia da República o havia dito e todos frelimistas já assim afirmavam. Portanto não foi por mérito de Bancada menoritario, a ser, então dá para desconfiar, com que poder tem os pouquíssimos deputados do MDM na Comissão Permanente, conseguirem vencer a maioria? A força do MDM na pessoa do seu Chefe da Bancada quando afirmou que iriam nesta Sessão, já dava para desconfiar. Há muita sugeira por detrás disso.
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Cofe Emanuel Vilanculos
Cofe Emanuel Vilanculos suca daqui... WAMAMA..... dores de cotovelo..... sem agenda.... democracia das armas.... mesmo presidente democrata a 40 anos.... bwakakkakaka
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Domingos Gundana
Domingos Gundana Kikikiiiiiiii, meu caro, Vilanculos, estas muito equivocado, tenho pena de você, não se pode cuspir no prato onde acabas de comer. Tenha calma e aprenda a discutir pontos de vistas democraticamente. Saibas ver, ouvir e calar, ou perguntar quando não entendeu o ponto de vista em alusão. Irmão, ser político não ser membro de partido político, ser político não ser simpatizante de partido político. Não se emocione.
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António Chichone
António Chichone Este pedido de autorização não passou de apenas mas um golpe falso para os boi dormir, porque o que o Governo e a Bancada de Frelimo pretendia era justificar o injustificável, para a chamada do Governo ao Parlamento e alguns caíram como sempre que n um patinho para garantir um lugar na viagen do PR a China. kkkkkk tenho pena deles, porquê o povo está de olhos aberto, n momento certo vai julgalos
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Cofe Emanuel Vilanculos
Cofe Emanuel Vilanculos Irmão, voce esta com inveja e dor do Cotovelo dos pontos que MDM consiguio colocar na agenda e veio aqui desvalorizar isso é INVEJA, RAIVA.......... Democrata que esta ha 40 anos no poder.... veja Coronel Sergio Vieira a detonar na STV NOTICIAS
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Augusto DosSantos Pelembe
Augusto DosSantos Pelembe Não vamos a qui tirar mérito a capacidade do MDM em enfrentar todas as batalhas de forma frontal e inteligente, força meus colegas da bancada que me sinto bem representado na AR
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Antonio Rungo Nhampossa
Antonio Rungo Nhampossa Que bom!
Nós, o povo que os deputados representam, não nos sentimos mais em condições de continuarmos a subsidiar as mordomias dos antigos estadistas e parlamentares.
Em que é que, como nossos representantes, podeis contribuir para que não estejamos sufocados, caros Fernando Bismarque, Carvalho Geraldo Carvalho, Lutero Simango et alii?
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Leo Samboco
Leo Samboco Oxala isso dê algum resultado palpável.....a palavra de ordem é responsabilizacao dos culpados
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Manuel Jaquete
Manuel Jaquete Não vamos agora discutir o mérito disso. O importante é q ganha a democracia e ganha o país. Um passo de cada vez seguro é diferente de correr para tropeçar. Estão de parabéns.
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Elisa Machanisse
Elisa Machanisse So jogo
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Eduardo Mussa Alissene
Eduardo Mussa Alissene Ate ja sei o resultado dxo. Pois ja perdi confiança
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July Zunguze Zunguze
July Zunguze Zunguze Todos moçambicanos sabem oque querem em relação aos últimos acontecimentos. Chega de papo furado nos queremos os culpados atrás das grades e que seja devolvido o valor que sobrou dos bolsos deles e que congelam os bens deles . Ele so vai a china pra ir buscar o valor que os chineses nos empretarao em troca de madeira
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Adriano Novela
Adriano Novela Porque não impede o PR de fazer a governação aberta? São muitos meios alocados nessas deslocações, numa altura em que precisamos poupar. Não percebo algumas coisas que são feitas em Moçambique. Aposto que nessa visita a China vai um monte de gente que nada há de acrescentar ao país. Emagreçam essas viagens também. É preciso poupar em tudo quanto for possível para cobrir o "não" dos doadores!
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Mabangulane Jaime
Mabangulane Jaime !!!
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Elias Cossa
Elias Cossa mas tambem ja a mentira preparada p nos dizerem
Comments
Pedro Jovo Kkkkkkk so pede ser
Carlos Fernando Tsane Rsrsrsrs o senhor de cueca esta em prontidão combativo, outras coisa so podemos rir.
LikeReply1May 8 at 6:45pm
Francisco Joao Moiana E preciso ter músculos para enfrentar os Rangers e este piriquito que está de sunga nao tem forca combativa pra enfrentar os Rangers.
Jose Jamal Jamal Unsy cambuma
Golfinho Fastudo Fastudo esta de boxa depois de uma fuga ainda o gaju é forte nao esqueceu de arma e municoes so apenas tirou fardas
LikeReply1May 8 at 7:07pm
Jose Jamal Jamal Unsy costu tiborocam
Nire Ernesto Manhalo Esse fardamento é novo k foi adquirido com dinheiro d roubo, (cueca), mudaram d fardamentos?
Pablo's Bernardo Cumbane Qual é a capacidade militar de um indivíduo que fez seis meses no areial de munguine contra um general que participou duas guerras e venceu? Tenho pena e pena dos meus irmãos!
LikeReply1May 8 at 8:08pm
Xivezara Chombo Ya dá pra sentir se Foce esta mensagem entra nos todos FDS teria fim mais rapdo.mas não somos todo mazinji marethe.
LikeReply1May 8 at 9:42pm
Golfinho Fastudo Fastudo o sabio pode cosegir ver o que o outro acha mas o eluminado cosege ver o q nele conte
LikeReply2May 8 at 10:36pm
Xivezara Chombo Será k eses continuam a defender o robo não entendem o k ta acontecer no paí ainda são adrabado em k os ranger stam mal armado e são analfabetos e má nutrientes
Paula Maria Raiova

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Enoque Pondza Tao novo ele da pena !

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