segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Dhlakama: combater, sobreviver e andar de moto na Gorongosa





Afonso Dhlakama fotografado este mês numa base no sopé da Gorongosa


Foi líder de guerrilha aos 27 anos. Soube depor as armas. Hoje, diz-se sem paciência e quer o poder em metade do país.
Um quarto de século após o Acordo de Roma, Afonso Dhlakama está de volta ao mato. Com a promessa de tomar o poder nas seis províncias (num total nacional de 11) onde a Renamo obteve maioria nas legislativas de 2014, correspondentes às regiões de influência histórica do movimento que combateu a Frelimo de armas na mão entre 1977 até 1992, quando foram assinados o acordo de paz na capital italiana. "Eu anunciei a formação do nosso governo, vai entrar em vigor em março, pode ser dia 1, 15 ou 30, mas (...) vamos governar", disse este mês na Gorongosa.
A reivindicação de Dhlakama e suas consequências serão analisadas esta semana no primeiro Conselho de Estado que o presidente Filipe Nyusi convoca desde que chegou ao poder em 2014.
As críticas atuais de Dhlakama não são senão o eco de outras feitas desde 1994, e remetem para situações de intolerância política, discriminação, ausência de equilíbrio e independência na Administração Pública e questões conexas. Um jornalista moçambicano, falando no final da semana numa conferência em Maputo, sintetizou a situação: "Este é um dos únicos países (...) em que não temos nenhum dirigente a nível de uma associação desportiva ou de camponeses que não seja do partido no poder", disse Salomão Maiane, citado pela Lusa.


Quando assumiu a direção da Renamo, o atual líder tinha 27 anos e coube-lhe suceder, após morte em combate, a André Matsangaíssa, um ex-militante da Frelimo que rompeu com esta, tal como Dhlakama. A Renamo chamava-se Resistência Nacional Moçambicana (RNM), abrigava-se na Gorongosa, no centro do país, onde Dhlakama volta sempre que se diz em perigo.
A primeira geração de combatentes da Renamo recebeu formação da Rodésia (atual Zimbabwe) e nas suas fileiras havia de tudo: os que tinham vestido o uniforme português, ex-guerrilheiros da Frelimo, sem partido descontentes com o regime de Maputo.
Já com Dhlakama na liderança, será a África do Sul a assumir responsabilidades na preparação militar e apoio político até ao início do processo de transição do apartheid para o governo da maioria negra. Mas Dhlakama sempre recusou a ideia de ter sido a Renamo criação ou instrumento de Pretória.
Deslocações de motorizada
A natureza do conflito e a escassez de recursos obrigam os guerrilheiros e seu líder a longas caminhadas no mato, uma prática que, desde o regresso das tensões entre Renamo e Frelimo, Dhlakama diz-se forçado a recorrer para escapar a alegadas emboscadas de forças governamentais. Mas as motorizadas parecem ocupar um lugar importante no seu percurso, embora ele negue veracidade a algumas histórias, como aquela posta a circular pela Frelimo que, num assalto à base onde se encontrava, teria escapado num veículo de duas rodas. Mas existem relatos sobre esta faceta, documentada em vídeo e fotografia. Como contou à Lusa o arcebispo emérito da Beira, Jaime Gonçalves, recordando que, no primeiro encontro com Dhlakama numa base da Renamo, este apareceu de moto e o transportou ele próprio até ao local da reunião.
Afonso Dhlakama nasceu a 1 de janeiro de 1953 na localidade de Mangunde, numa família onde o pai era régulo - fator a não descurar na política africana. Não teve grande educação formal. No entanto, nunca desistiu de se cultivar e de ter formação, quer da África do Sul quer de diferentes círculos europeus (entre os quais portugueses) e americanos que apoiam a Renamo. Portugal será, aliás, uma plataforma do movimento, tendo sido palco do assassínio do secretário-geral Evo Fernandes em abril de 1988. Morte atribuída aos serviços secretos de Maputo. No ano seguinte, em julho, começariam as negociações de paz. Raul Domingos representava a Renamo, Armando Guebuza a Frelimo. O Acordo Geral de Paz é assinado a 4 de outubro de 1992.
Casado desde 1980 e pai de oito filhos, Dhlakama vai viver em abril de 1993 para Maputo. Nas primeiras presidenciais, em 1994, tem 33,7 % dos votos; Chissano ganhou com 53,3%. Nas legislativas, a Frelimo somou 44,3%, a Renamo 37,7. No ciclo eleitoral de 1999, Chissano obteve 52,2% e Dhlakama 47,7%. O padrão dos resultados repete-se até 2014, com a Renamo a acusar a Frelimo de fraude. Em 2012, Dhlakama deixou a capital com o argumento de ter a vida em perigo. Seguiu-se um conflito de baixa intensidade entre a Renamo e o governo, com aquele a só reaparecer em 2014 para a assinatura de um acordo de cessação de hostilidades, a 5 de setembro, com o então presidente Armando Guebuza. Mas pouco após as eleições de outubro daquele ano, abandonou Maputo. Agora, diz-se "mais legal que [o atual presidente Filipe] Nyusi. Pelo menos quero governar onde os editais confirmam que Dhlakama e a Renamo tiveram maioria".



Miguel Ernesto Ernesto · 
Trabalha na Empresa Ministério da Educação

Esta guerra só está certa na cabeça de pessoas sem o minimo de censo. Hospitais e doentes acamados pode se aceitar isto na cabeça de pessoas com sanidade conprovada? Expulsar um doente e depois dizer que há casos em que as tropas (???) da Renamo atinge não sem antes planificar para tal...Só uns gatunos reais.
Miguel Ernesto Ernesto · 
Trabalha na Empresa Ministério da Educação

Rangers...a roubar galinhas e roupa de doentes em hospitais tenha minimo de vergonha sr Noé Zeca Bernardo. de Rangers vcs não têm nada porque até fogem da tropa real.
Noe Zeca Bernardo · 
Farmeiro na empresa Self-Employed

A Frelimo ate hoje esta a procura de meios possiveis para liquidar fisicamente ao mpresidente Dhlakama. Isso esta dito e sempre a se dizer, Alcinda cpnfirmou no Chimoio ha menos de 5 dias que nao haveria dialogo com a Renamo e o Chiapande tambem reiterou na Beira um dia depois. Nada de coagir grande lider para ser degolado como se fosse uma galinha. Forca Rangers.
Jose Mufare Mucanua
Eu nao sou Politico e nem entendo dela. Apenas digo que a melhor luta, faz se no RING que e a Sede da AR. Este nao nos quer, quer ver o Pais sem pessoas.
Domingos Mavuie · 

Acho Dlakama tinha que sair do mato e conversar de forma séria e deixar de perpetrar e fomentar terrorismo
Constantino Fernando · 
Trabalha na Empresa MINED MOZ«NPL

fui dido. e reconheci logo que so com a paz o MOCAMBIQUE é que torna o pais dos mocambicanos.
Jaime Sousa · 

Pensem no povo meus senhores. O povo ja esta saturado querem viver livres e en paz, pensem nas criancas por favor que futuro irao ter assim. Nascem e crescem na guerra e os seus sonhos nunca serao realizados. Nao ha nada e ninguem que esta acima dum povo lutador corajoso e firme. Deixem as ganancias pessoais para tras dormam e acordem pensando no povo que ja nao sabe o que fazer perante estas instabilidades sem necessidade.
Miguel Ernesto Ernesto · 
Trabalha na Empresa Ministério da Educação

Que rangers tem a renamo senão famintos assassinos a matar e queimar carros de pessoas que lutam pela sobrevivência?
Elias Ernesto · 

De tudo nao somos culpado parem de matar somos inucentes
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17/08/2014

Comments

1
umBhalane said in reply to umBhalane...
“ Demografia
Moçambique tem uma população estimada em 19,286 milhões (dados de 1999, UNUPOP). (NB)
É um país multi-racial de esmagadora maioria negra, mas as tensões sociais não se verificam entre os diferentes grupos étnicos, mas entre o norte (pobre) e o sul (mais desenvolvido).
Quanto à composição étnica 46,1% são macuas, 53% tsongos, malavis e chonas, e 0,9% outros (dados de 1996).
Cerca de 30% da população concentra-se nas cidades, e a restante nos campos.
As principais cidades são Maputo (931 600 habitantes), Beira (298 800) e Nampula (250 500) (dados de 1991). 
Apesar da guerra, as catástrofes e epidemias, a taxa de crescimento populacional contínua elevada.
… “

(NB) – Actualmente serão cerca de 23.515.934 (Julho 2012 est.)

Agora…
PENSA BEM, pensa junto comigo.
Pergunta, questiona, duvida, analisa, vê mais melhor.

“Cerca de 30% da população concentra-se nas cidades, e a restante nos campos”, isto é, no “mato”, nas partes incertas.

Os assimilados, calcinhas, ocidentalizados, “civilizados”, adulterados, aculturados, desenraizados, “académicos”, analistas de óculos, “intelectuais”, os que precisam e gostam de coisas boas, os herdeiros da civilização,…, os que “sabem”,…, os que mudam de nome/nick 10, 15, 20 vezes por dia,

QUISUMBAS,

DESPREZAM, excluem, renegam, distanciam-se da sua própria matriz (genuínos), do seu próprio Povo.

70% do Povo de Moçambique vive no dito mato, na parte incerta – são “esses aí”, “olha lá eles”, “não sabem”, “não precisam”, eish…

Quem vive JUNTO do Povo, no mato, na parte incerta?
Quem é o Povo, a maior maioria, o genuíno, o verdadeiro, o repositório da cultura, do ser, a essência da identidade do Povo?
Quem despreza, desrespeita, quem renega, afasta, exclui,…?
“Afinale” querem ENGANAR quem?

PENSA BEM, pensa junto comigo.
Pergunta, questiona, duvida, analisa, vê mais melhor.

É BOM ACORDAR DE VEZ.
Fungulani pyadidi maso muwone – abram bem os olhos para verem (bem).
É PRECISO REFLECTIR.
VAMOS REFLECTIR AINDA MAIS MELHOR.
O INIMIGO JÁ ESTÁ CONCRETAMENTE BEM DEFINIDO, E IDENTIFICADO.
"O povo deve lembrar-se sempre do seu inimigo"
Ife tensene tinadzmanga FIRlimo
NÓS todos vamos correr com a FIRlimo.
Na luta do povo ninguém se cansa.
E sempre a dizer sem cansar,
Fungula masso iué (abram os olhos).
A LUTA É CONTÍNUA
2
ekile said...
So p ajudar o Mano Miguel:
1. Como Dlhakama irá fazer campanha eleitoral? Fará campanha eleitoral no mato? (Pois ele se inscreveu para concorrer para Presidente da República e é o primeiro no boletim de voto): 
R. Espera p ver nao fica atrapalhado, lembrando que ele está em parte incerta onde faz comicios e faz entrevistas, entao da parte incerta pode vir uma campanha, aliás se calhar nem precisa campanha, quem nao conhece o Lendario General Dhlakama. Alias da parte incerta ainda vai assinar aquele famoso documento que querem que ele assine em Maputo, mas o Lendario General vai assinar da parte incerta, acompanha a evoluçao.
2. Ou será que virá um exército estrangeiro para acompanhá-lo durante a sua campanha eleitoral a fim de protegê-lo?
R. Deus vai protege-lo como o fez quando invadiram o seu repouso em Santungira, lembrando que aquela operaçao era p mata-lo ou captura-lo vivo.
3. Afinal, não foi a Renamo que exigiu a “AMNISTIA” como garantia para os seus membros susceptíveis de serem levados às barras dos tribunais pelos “crimes cometidos”?
R. Nao foi a Renamo que exigiu a tal amnistia ou amnézia, mas sim foi a pressao do povo maravilhoso do oceano ao indico ao zumbo e do rovuma ao maputo empenhados na luta contra a pobreza absoluta e que volvidos masi de 20 anos de paz, continua na probreza extrema.
- Não vimos a Renamo e os demais partidos a festejarem em uníssono no Parlamento ao aprovarem por aclamação unânime a “Lei da AMNISTIA”?
4. Não foi a Renamo, que no Parlamento até exigiu a dilatação do período abrangido pela AMNISTIA para trás como 2002?
R. Veja sua pergunta no ponto 3 e a respectiva resposta. Lembrando que Renamo é o povo.
R. Se ele acha que vai ser ”assassinado” agora, por que não poderá ser “assassinado” posteriormente quando ele andar por todo o Moçambique a fazer campanha eleitoral?
R. Veja resposta no seu ponto 1. Mas é assim, este senhor chamado Dhlakam é pessoa como o Guebas, que manda matar e assassinar em nome da paz, lembra que ele mandou comprar armas, mandou caçar até o pai do Dhlakas, mandou putos mancebos p Gorongoza (de certeza que no iam fazer turismo, vendo leoes, bufalos, foram mandado putos numa mata cerrada sem preparaçao previa, tipo pegar putos de Calanaga (Manhiça) e deixar em plena baixa da cidade de Maputo e o que podem fazer...
Apenas foi minha contribuiçao p ajudar o mano Miguel, um abraço p ti, so p te recordar que: EU JA SEI A QUEM VOTAR NO DIA 15 DE OUTUBRO, PORQUE O MEU VOTO VAI CONTAR - como pode ver nao precisa alguem buzinar com campanha, que so vai ser bla bla bla e bla
3
Miguel said...
Sou ignorante em política, mas algumas perguntas me parecem pertinentes:
- Como Dlhakama irá fazer campanha eleitoral? Fará campanha eleitoral no mato? (Pois ele se inscreveu para concorrer para Presidente da República e é o primeiro no boletim de voto)
- Ou será que virá um exército estrangeiro para acompanhá-lo durante a sua campanha eleitoral a fim de protegê-lo?
- Afinal, não foi a Renamo que exigiu a “AMNISTIA” como garantia para os seus membros susceptíveis de serem levados às barras dos tribunais pelos “crimes cometidos”?
- Não vimos a Renamo e os demais partidos a festejarem em uníssono no Parlamento ao aprovarem por aclamação unânime a “Lei da AMNISTIA”?
- Não foi a Renamo, que no Parlamento até exigiu a dilatação do período abrangido pela AMNISTIA para trás como 2002?
- Se ele acha que vai ser ”assassinado” agora, por que não poderá ser “assassinado” posteriormente quando ele andar por todo o Moçambique a fazer campanha eleitoral?
4
ZACARIA said...
Boa tarde .,
Eu penso que A.Dlhakama não deve ir a Maputo sob risco de ser morto.Se,e pomos a hipótese de ele ir a Maputo,e pomos a hipóteses de ser assassinado,será grave,muito grave ...mas e depois ? o que a comunidade internacional quererá é pôr água fria na fervura,acalmar a situação e aí a Frelimo poderá sempre arranjar um soldadozito como bode expiatório e não se passará nada demais a penalizar a Frelimo...Mas afinal nestes 40 anos a Frelimo tem preso,torturado,enviado para campos de reeducação,morto,segundo é revelado aqui no blog ,milhares de moçambicanos e qual tem sido o problema deles?? Acham que advirá algum problema pela morte de mais um!!! A Frelimo já até deve ter falado - Matamos mais um e ganhamos a paz,por isso os meios justificam os fins ...
Espero sinceramente que A.Dlhakama não caia nesta ratoeira.
saudações cordiais.,
5
Leitor said...
Eu acredito que razao qualquer prende o Dlakama nas matas que nao seja por medo da Frelimo porque de facto ele está ciente que a Frelimo nao lhe vai matar nem prender.
6
umBhalane said...
O Líder de Todo o Povo Moçambicano, quase, quase TODO, o Líder da Resistência do Povo Moçambicano contra a ditadura terrorista e assassina da FIRlimo, falou muito bem.
Sem complicações, sem bula-bula, sem evasões,...,falou mais melhor - explicou bem.
Falavam, cuspiam os terroristas e seus cabritos que Dhlakama estava doente.
Podem ficar sossegados - o NOSSO LÍDER não sofre, NÃO SOFRE, de nenhuma doença degenerativa, tipo Parkinson, Alzheimer, e afins.
Como se prova pela LUCIDEZ, pelo "FUNGULAR dos masso" que demonstra, e tem praticado.
Congratulo a RENAMO, cumprimento os seus Heróicos Combatentes, o Povo Moçambicano, e envio um grande abraço ao NOSSO LÍDER.
Konsene kunenda yie tiri pabodzi – Estamos juntos, caminhamos na MESMA direcção.

É BOM ACORDAR DE VEZ.
Fungulani pyadidi maso muwone – abram bem os olhos para verem (bem).
É PRECISO REFLECTIR.
VAMOS REFLECTIR AINDA MAIS MELHOR.
O INIMIGO JÁ ESTÁ CONCRETAMENTE BEM DEFINIDO, E IDENTIFICADO.
"O povo deve lembrar-se sempre do seu inimigo"
Ife tensene tinadzmanga FIRlimo
NÓS todos vamos correr com a FIRlimo.
Na luta do povo ninguém se cansa.
E sempre a dizer sem cansar,
Fungula masso iué (abram os olhos).
A LUTA É CONTÍNUA
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ekile said...
Lendário General Dhlakama falou e falou bem...eu já sei a quem vou votar no dia 15 de Outubro porque o meu voto vai contar.
Mas tive que rir um pouco com este papo: "E se,o Dhlakama tem medo de morrer,entao ele nao é um lider..." é que nao me lembro de alguem q nao tem medo de morrer seja lider bondoso, lider ruim, em fim...
8
Francisco Moises said in reply to rui mingas...
O de rui mingas é um outro ponto de vista differente e valido. O que é importante é respeitar a liberdade dos outros que vem as coisas duma outra maneira e aceitarmos que eles tem tambem o seu direito de ver as coisas da sua maneira, embora nao concordemos com cada coisa que dizem.
9
rui mingas said...
Mas,nao é o mesmo Dhlakama que insistia tanto, para que ele (o Afonso) se encontrasse com o primo dele-o Guebuza?
No fim de contas o Dhlakama tem medo de morrer...Nao tenho confiança na Frelimo e nem sou apoiante dela,porem o Governo e a Frelimo de 2014 jamais e jamais maataria o Afonso- e ele bem sabe disso! Um inteiro povo refem dum so homem....
-E se,o Dhlakama tem medo de morrer,entao ele nao é um lider...Mais uma vez,esta é mais uma outra jogada suja do Afonso-jogada esta que lhe custará politicamente muito mal....Um lider nao se preocupa tanto pela sua vida-mas,sim pela vida do povo,do seus simpatizantes e do País...Caso contrario ele é visto como um simples charlatao,narcisista e paranóico.Ps! Os senhores recordam-se de duma outra entrevista o Afonso dizia que estava disposto a deslocar-se para qualquer ponto do País,se o Governo criasse condiçoes para tal??...Recordam-se?...E,hoje ele diz o contrario...Um lider deve ou deveria ter coragem...Um cobardao e um grande confusionista...Aqui a questao nao é o Afonso ou é o Guebuza mas sim o povo Moçambicano-mas ele nao vê ou nao quer ver esta logica...senhores,a Frelimo e o governo nao têm nenhuma intençao de matar este famoso general,pois lhes é mais valido vivo do que morto...e daqui ha dois meses ha eleiçoes em Moçambique...O Afonso,mais uma vez está oferecendo a vitoria das eleiçoes à Frelimo...e assim fez em Roma....Se,ele quer ficar nas matas que fique, mas que os tiros parem duma vez para sempre....!!!!
10
Francisco Moises said...
Penso que falou bem o General de 4 Estrelas, portanto o Marechal Afonso Dhlakama. Cresceu e cresce. Analisa a situaçao e cheira um rato. Guebuza pode agora saber que Dhlakama é esperto, mais esperto do que ele.
Se ele recusou até reagir ao convite do Dhlakama para ele se dirigir a Gorongosa, convite que Dhlakama formolou a sua chegada de Nampula, porquê é que ele pensa que Dhlakama vai correr para entrar num helicoptero enviado por ele para ir a Maputo? Porquê é que ele Guebuza se desloca com seis helicoptero, nao para confundir os inimigos e para ques nao saibam em que helicoptero ele esta?
Uma vez o Dhlakama num helicoptero, seria fuzilado e se faria o helicoptero despenhar como aconteceu com John Garang de Mabior do Sudao do Sul que era considerado como incomodo por certos lideres da regiao oriental de Africa.
O que é que aconteceu a Gwenjere ou a Evo Fernandes quando entraram em carros de pessoas que deviam ter desconfiado?
Terminaram como cadaveres para a Frelimo.
Épreciso mesmo abrir olhos quando se trata da Frelimo.

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