segunda-feira, 17 de outubro de 2016

PR angolano pede transparência nas eleições de 2017








Chefe de Estado, que em março deste ano anunciou que se retira da vida política em 2018, discursava na Assembleia Nacional, em Luanda, sobre o Estado da Nação
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, pediu hoje "lisura e transparência" no processo de preparação das eleições gerais de 2017, para que estas "correspondam de facto à real vontade dos eleitores".
O chefe de Estado, que em março deste ano anunciou que se retira da vida política em 2018, discursava na Assembleia Nacional, em Luanda, sobre o Estado da Nação, durante a sessão solene de abertura da quinta sessão legislativa da III legislatura, mas sem comentar o seu futuro político.
Limitou-se a começar a intervenção recordando que se deslocava ao parlamento angolano para proferir "última mensagem sobre o Estado da Nação [obrigação da Constituição] no mandato, que decorre até 2017".
Trata-se da última sessão legislativa antes das eleições de 2017 e decorreu pela primeira vez no novo edifício-sede da Assembleia Nacional, inaugurado em novembro de 2015 em Luanda.
Aludindo aos processos do registo eleitoral, que antecede as eleições gerais e que é contestado pela oposição por serem conduzidos pelo Ministério da Administração do Território e não pela Comissão Nacional Eleitoral, José Eduardo do Santos apelou a que "se pautem pela lisura e pela transparência".
"Para que essas eleições, a realizar em 2017, expressem e correspondam de facto à real vontade dos eleitores do nosso país", disse.
Antes, recordou que alguns processos eleitorais em África estão a ser "convertidos" em "viveiros de instabilidade" para o continente, seja "através da contestação direta dos seus resultados, quer através da tentativa de alteração da ordem constitucional", com "consequências imprevisíveis".
Também por isso, José Eduardo dos Santos justificou o pedido de responsabilidade nos meses que se seguem, até às eleições gerais em Angola.
"Que cada um, com o seu voto, faça livremente a escolha dos dirigentes que entendem que devem continuar a governar o país, e que não só o Estado mas também os partidos políticos, a sociedade civil, as igrejas e todos os cidadãos assumam com responsabilidade o seu papel, para que o processo seja realmente democrático, livre e decorra com normalidade e de modo exemplar", sublinhou o Presidente angolano, nesta mensagem, lida em cerca de 30 minutos.
Sem apontar qualquer pista sobre o seu futuro, tendo em conta o anúncio de abandono da vida política, José Eduardo dos Santos limitou-se a recordar que com a realização de novas eleições "novas propostas de candidatos aos mais altos cargos do país vão surgir", permitindo consolidar um processo democrático "que já é irreversível" em Angola.
"Para que nele surjam e se afirmem aqueles que estejam em melhores condições de conduzir os destinos do nosso país, que eles possam corresponder à expectativa do povo angolano, no sentido de continuarem a ter uma vida cada vez melhor", disse o chefe de Estado.

PR angolano pede transparência nas eleições de 2017

Chefe de Estado, que em março deste ano anunciou que se retira da vida política em 2018, discursava na Assembleia Nacional, em Luanda, sobre o Estado da Nação
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, pediu hoje "lisura e transparência" no processo de preparação das eleições gerais de 2017, para que estas "correspondam de facto à real vontade dos eleitores".
O chefe de Estado, que em março deste ano anunciou que se retira da vida política em 2018, discursava na Assembleia Nacional, em Luanda, sobre o Estado da Nação, durante a sessão solene de abertura da quinta sessão legislativa da III legislatura, mas sem comentar o seu futuro político.
Limitou-se a começar a intervenção recordando que se deslocava ao parlamento angolano para proferir "última mensagem sobre o Estado da Nação [obrigação da Constituição] no mandato, que decorre até 2017".
Trata-se da última sessão legislativa antes das eleições de 2017 e decorreu pela primeira vez no novo edifício-sede da Assembleia Nacional, inaugurado em novembro de 2015 em Luanda.
Aludindo aos processos do registo eleitoral, que antecede as eleições gerais e que é contestado pela oposição por serem conduzidos pelo Ministério da Administração do Território e não pela Comissão Nacional Eleitoral, José Eduardo do Santos apelou a que "se pautem pela lisura e pela transparência".
"Para que essas eleições, a realizar em 2017, expressem e correspondam de facto à real vontade dos eleitores do nosso país", disse.
Antes, recordou que alguns processos eleitorais em África estão a ser "convertidos" em "viveiros de instabilidade" para o continente, seja "através da contestação direta dos seus resultados, quer através da tentativa de alteração da ordem constitucional", com "consequências imprevisíveis".
Também por isso, José Eduardo dos Santos justificou o pedido de responsabilidade nos meses que se seguem, até às eleições gerais em Angola.
"Que cada um, com o seu voto, faça livremente a escolha dos dirigentes que entendem que devem continuar a governar o país, e que não só o Estado mas também os partidos políticos, a sociedade civil, as igrejas e todos os cidadãos assumam com responsabilidade o seu papel, para que o processo seja realmente democrático, livre e decorra com normalidade e de modo exemplar", sublinhou o Presidente angolano, nesta mensagem, lida em cerca de 30 minutos.
Sem apontar qualquer pista sobre o seu futuro, tendo em conta o anúncio de abandono da vida política, José Eduardo dos Santos limitou-se a recordar que com a realização de novas eleições "novas propostas de candidatos aos mais altos cargos do país vão surgir", permitindo consolidar um processo democrático "que já é irreversível" em Angola.
"Para que nele surjam e se afirmem aqueles que estejam em melhores condições de conduzir os destinos do nosso país, que eles possam corresponder à expectativa do povo angolano, no sentido de continuarem a ter uma vida cada vez melhor", disse o chefe de Estado.

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