domingo, 23 de outubro de 2016

Esquadrão da morte soma e segue

@Verdade EDITORIAL: 
Editorial
Escrito por Redação  em 21 Outubro 2016
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É, simultaneamente, preocupante e revoltante o que temos vindo a assistir todos os dias neste sofrido país, no auge do conflito armado que opõe as Forças de Defesa e Segurança a mando do Governo da Frelimo, e os homens da Renamo. É chocante o número de cidadãos moçambicanos que têm sido vítimas de crimes hediondos perpetrados pelo esquadrão da morte criado pela Frelimo para aniquilar todos os moçambicanos que não compactuam com a política e governação terroristas promovidas por este partido no poder.
Crimes esses equiparados às actividades violentas perpetradas pelas tenebrosas e sanguinárias sociedades secretas que abundaram em todas as épocas da História. Ou seja, não é segredo para o povo de que o Governo da Frelimo tem vindo a mobilizar homens, arma até aos dentes e tornou-lhes perversos para matar sem dó nem piedade os seus compatriotas.
Após o assassinato bárbaro do Jeremias Pondeca, conselheiro de Estado, no mês em curso, esta semana mais uma notícia chocante deixou o país, especialmente a cidade de Nampula, indignada. É o caso do duplo assassinato de dois membros do maior partido da oposição em Moçambique, a Renamo. As figuras foram assassinados à queima-roupa, na terça-feira (18), no distrito de Ribáuè, província de Nampula. Trata-se de Flor Armando, de 45 anos de idade, delegado político distrital em Ribáuè e membro da Assembleia Provincial de Nampula, e Zeca António Lavieque, de com 25 anos.
Com este homicídio, já são quatro vítimas da mesma formação política em menos de um mês, o que demonstra claramente que se trata de uma perseguição política contra a oposição. Aliás, este tem sido o modus operandi do partido Frelimo, desde o período da preparação da luta para a Independência Nacional, no qual ocorria uma série de expulsões e assassinatos de algumas figuras do movimento de libertação nacional.
Presentemente, usando os meios de Estado, o Governo da Frelimo alimenta um esquadrão da morte que tem vindo a semear terror, dor e luto nas famílias moçambicanas. É uma falsa democracia que o país vive nos últimos tempos, pois a aposta do partido no poder continua a ser exterminar os seus opositores de modo a perpetuar-se na condução dos destinos do país. A violência contra os membros da Renamo, e não só, é uma grande ameaça a liberdade políticas de todos os moçambicanos. Com esse andar de carruagem, estamos a um passo para a enraização da ditadura frelimista.
É, sem dúvidas, caso para dizer que Moçambique está nas mãos de uma corja de insensíveis (para não dizer cruéis)
Macome Antonio ·
Docente na empresa Educação
O editorial nao menciona os chefes de localidade e lideres comunitarios assassinados pelos homens fieis a Afonso Dhlakama. Muito injusto.
Macome Antonio ·
Docente na empresa Educação
E nem menciona, os assaltos aos centros de saude onde se rouba medicamentos e comida de doentes, os assassinatos nas estradas do centro do pais e a queima de camioes, comboios feitas pelos Homens da renamo.
Zeferino Antonio Mutondo ·
Concordo plenamente consigo Macome isso e injusto, esse jornal nao e serio...
Miguel Chingulo Chaiuane ·
Docente na empresa Docente
Irmão, Macome, deixa de escovar porque está visível que no centro também não é sempre que é a RENAMO a criar desmandos, a RENAMO apenas ataca Homens armados, ao contrário da FRELIMO que ataca políticos indefesos com teoria de que a RENAMO e que não quer a paz, abra o olho como o resto do povo que já abriu e só falta o dia de agir...
GostoResponder21 de Outubro de 2016 15:11
Jerry Fulau ·
este "jornal" ja faliu, ate doi me ler coisas desse genero mas entendo o pais em crise y cada um coze a sua matapa....isto nada tem a ver com jornalismo....mas sim com FOFOCA, vao la trabalhar na machamba pah.
Antonio A. S. Kawaria ·
Os esquadrões da morte tem os seus propagandistas que são aqueles que pululam nas redes sociais desmentindo existência dos mesmos ou que acham que é um acto normal num Estado de Direito Democrático.

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