sábado, 1 de outubro de 2016

Xiconhoquices da semana:

Xiconhoquices da semana: Intolerância Política; Transporte marítimos de passageiros; Discurso de Nyusi na ONU
Xiconhoca
Escrito por Redação  em 29 Setembro 2016 (Actualizado em 01 Outubro 2016)
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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda.
Intolerância Política
Há cada dia que passa, intensificam- se acções de intolerância política, perpetradas sobretudo pelo partido no poder. Sequestros seguidos de assassinatos têm sido a prática reiterada desse tenebro e sanguinário grupo. A título de exemplo, homens armados, que pertencerem aos “esquadrões da morte”, assassinaram, na Armindo Nkutche, delegado político da Renamo em Moatize e membro da Assembleia Provincial de Tete. Armindo Nkutche foi assassinado no Bairro “5”, quando saía da sessão da Assembleia Provincial de Tete, que decorria no Hotel Moatize. Os membros do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) também não escapam das investidas desse grupo. Aliás, aumenta e intimidação contra os membros desta formação política.
Transporte marítimos de passageiros
Além de frequentes acidentes de viação que têm ceifado vidas um pouco por todo o país, os naufrágios são agora outra principal causa de morte dos moçambicanos. Só neste semana, pelo menos quatro pessoas morreram e outras vinte eram dadas como desaparecidas em consequência do naufrágio de uma embarcação de passageiros, ocorrido a escassos metros da ponte cais da cidade da Maxixe, na província de Inhambane. Não se sabe ao certo o que terá estado na origem da desgraça e informações não confirmadas dão conta de que o barco levava um número não recomendável de passageiros e carga. Aliás, como é sabido a negligência das autoridades competentes não se pode ter dúvidas de que são eles os responsáveis por essas desgraças. Até quando essas Xiconhoquices!!?
Discurso de Nyusi na ONU
O Presidente da República, Filipe Nyusi, já mostrou, até ao enjoo, a sua incompetência mórbida, sobretudo quando abre a boca. Desta vez, através das Assembleia- -geral das Nações Unidas veio ao público ejacular fel e palha, afirmando que pretende “construir um mundo próspero, pacífico e de bem estar para todos os povos”. Como sempre, naquele ar de um mero funcionário público preparado para dizer sim a tudo, e alheio ao sofrimento dos moçambicanos, o Chefe de Estado falou muito sobre os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e disse que o seu Plano Quinquenal “já reflecte os princípios e as três dimensões do desenvolvimento sustentável”. Quando se esperava que Nyusi falasse sobre os caminhos que o seu Governo pretende trilhar para solucionar os inúmeros problemas, ele apenas limitou-se a dizer que tudo está a correr tudo bem. Enfim, é por este e outros motivos que continuamos um dos países mais pobres do mundo!

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