sábado, 12 de março de 2016

Uma vantagem para a RENAMO, que assim se vai consolidando como um verdadeiro MOVIMENTO DE LIBERTACAO dos povos marginalizados do centro e norte de Mocambique


Renamologos

Existe uma especie de agentes provocadores da FRELIMO, que se convenciona chamar renamologos. Isto e, trata-se de gente que diz saber mais da RENAMO do que o proprio Afonso Dhlakama.
No seu vasto reportorio, para alem de videos de qualidade duvidosa, estao as famosas analogias com o passado. E nao se pense que se trate de gente quadrada ou pouco informada. Sao professores-doutores, consultores e o diabo a quatro. Renamologos.
Defendem, entre varias coisas, que e possivel derrotar a RENAMO, cercando e liquidando Dhlakama na Gorongosa. Servem-se de dados do tempo em que as FPLM eram treinadas e apoiadas pelo Pacto de Varsovia e a RENAMO municiada pela Rodesia e depois pela Africa do Sul. Enfim, os renamologos, declaram triunfalmente que as FADM estao cada vez mais FPLMizadas, enquanto que a RENAMO esta cada vez mais desSULAFRICANIZADA, consequentemente, este e o momento de savimbizar a RENAMO.
Mas ha um detalhe importante, sr. renamologos, que voces nunca se referem. E que o contexto FPLM era muito mais propenso a mobilizacao popular do que a da FADM. E contrapartida, se a RENAMO hoje esta mais desSULAFRICANIZADA, e indiscutivel que se torna cada vez mais FPLM aos olhos do regionalismo que se consolida na politica nacional, tornando irrelevante qualquer assassinato politico daquela organizacao, que hoje e muito mais do que um partido politico. O que torna o prolongamento do actual conflito armado numa vantagem para a RENAMO, que assim se vai consolidando como um verdadeiro MOVIMENTO DE LIBERTACAO dos povos marginalizados do centro e norte de Mocambique, tal como um dia a FRELIMO o foi contra os portugueses.
E isso, nao se derrota com balas!
O Dente de SISE da nossa Democracia
Publica o jornal SAVANA, na sua última edição, um arrepiante relato feito por um “hitman” ao serviço do SISE, cuja missão é silenciar vozes que incomodem os governantes deste país.
Esta actuação não constitui novidade em países africanos, onde o Estado há muito faliu completamente e ficou entregue a senhores da guerra, ou se rendeu a regimes que se afundam numa autocracia jurássica, muitos dos quais, mantêm excelentes relações diplomáticas com Moçambique, razão pela qual, a exposição do monstro que o SAVANA nos faz – com muitos tomates, diga-se – é um sinal bem vermelho que se acende na tão propalada democracia e Estado de Direito, que muitas vezes por aí vemos propalado, nos discursos das ordens profissionais, na comunicação social e, ainda que de forma tímida, na academia, onde sempre se disse e negou esta possibilidade de terrorismo de Estado ao serviço de uma causa partidária concreta, sobretudo na comunidade local de analistas politicos, cientistas sociais e ate mentores de ONGs que frequentam os programas de rádio e TV, que sempre pareceram estar mais preocupados em projectar acontecimentos fugazes, do que a sistematizar o problema, ou seja, mais focados numa bôcacracia do “disse que disse”. E depois nada disse.
Esta reportagem feita pela Al-Jazeera no Quénia, mostra que o assassinato político financiado com os nossos impostos, já faz escola há muito tempo: https://www.youtube.com/watch?v=lUjOdjdH8Uk e também, nos ajuda a entender a anarquia terrorista e violenta que se apossou daquele país.
Por isso, de nada vale vir a terreiro dizer, na media do Primeiro Mundo, que:
“(...) há um crescimento cada vez maior de uma consciência política, uma participação cívica. Não porque haja um espaço que se abriu espontaneamente. Há cada vez mais organizações e indivíduos que sentem que é importante que a sociedade e o sistema político se democratizem; e com isso estão também conseguir abrir um espaço e por sua vez, aos poucos, está também a crescer a sensibilidade e consciência dos políticos de que é importante abrir esse espaço democrático. Não encontramos em muitos países a pressão que leva a esta abertura, então por esta razão olharia para Moçambique com mais optimismo.(...)”
E depois posicionar-se domesticamente na "comfort zone" moral de actos hediondos imputados ao crime organizado, minimizando os actos pensados, executados e reportados por um serviço secreto, que se diz defensor de um Estado de Direito pluralista e pluripartidario, mas que afinal nada difere de uma bafienta polícia política da década 30 na Europa, que por aqui ressuscita o ‘terror vermelho” da famigerada Tcheka.
Chega-se mesmo ao ponto de se fazer suposta análise sociólogica aos “ciberguerrilheiros” da RENAMO, quando o que se está é a contribuir gratuitamente com um trabalho de inteligência para o SISE depois traçar o perfil psicológico dos alvos a atacar e a eliminar. Que raio de cientistas sociais são estes? Que servem com a sua parcialidade "demode" esquerdista um estado absolutamente fascista. E que ignoram as dezenas de “trolls” da FRELIMO no Facebook, coordenados e pagos pelo SISE, cujo o emprego consiste em ficar à frente de um computador 24/24 para vigiar posts e fazer ciberpistolagem a quem critica o Governo.
Gilles Cistac, Paulo Machava e tantas outras personagens, nao tenho duvidas, tombaram pelas mãos ensanguentadas destes esquadrões da morte, coordenados pelo SISE, com assassinatos politicamente motivados. Prósperos empresários e comerciantes locais, também o têm sido, mas por puro "racket político" onde se confundem a protecção dos negócios, com as contribuições monetárias para a causa partidária. Talvez se perguntem agora, o que se pretende alcancar com isto?
Ora bem, possivelmente um dos dez estágios definidos por Stanton, onde o politicídio antecede o incontornável caos do genocídio. E governar no caos é óptimo para governantes incompetentes. Não se presta contas ao eleitorado.
Por isso, temos de exigir ao poder político da Ponta Vermelha, que nos explique se o SISE é agora um Estado dentro de outro Estado, em virtude do seu ilimitado poder para deter, assassinar, interferir e mesmo interromper direitos e cidadania inscritos na Constituição da República, que jurou defender na sua tomada de posse.
E por último, uma sugestão aos partidos representados na AR. Que o Conselho Constitucional se expresse também sobre a legalidade da corrente actuação do SISE, verdadeiramente um incómodo dente de siso no Estado de Direito democrático de Moçambique, tal como a STASI o tentou ser pouco antes do inevitável colapso da RDA.




For the first time members of Kenya’s counter-terrorism police admit to “eliminating” suspected Muslim radicals. Speaking exclusively to Al…
YOUTUBE.COM
FOGO DA SALVAÇÃO
Num sentada, os mais jovens ficaram a conhecer como, no auge da guerra dos 16 anos, Dhlaka "prestava contas" aos seus patroes imperialistas. Um video, cirurgicamente amputado e editado, foi postado e partilhado nesta pataforma para gáudio da "inteligencia" situacionista... 
Graças à astúcia e prontidâo reactiva da ala adversária, a verdade foi aparentemente reposta, quando o mesmo video voltou a ser postado aqui, na íntegra, já sem cortes, dando assim para perceber todas as nuances daquele lance.

Paralelamente, no mesmo dia, foi escarrapachado aqui, um texto (descontextualizado) do Fernando Lima, publicado há "escassos"... 35 anos. A ideia era,aparentemente, confirmar a tese dos patroes yankees do ríder e desacreditar o Lima contemporâneo.
Ora, neste vale-tudo, em que nos avivam a memoria com filmes e escritos de uma fase que julgávamos resolvida e ultrapassada, recordo-me dos fuzilamentos, das chicotadas, etc. 
Devia haver milhares de imagens mas o INC "(in)convenientemente" ARDEU... 
frown emoticon
Comments
Homer Wolf * Numa sentada...
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Julio Da Wilka Edwin O vídeo que vi. Foi amputado quando o Dhlaka estava para dizer quantos moçambicanos a Frelimo Moz executou. Está atitude já nos revela quem teria sido o provável autor deste post. O que está Malta toda ainda não percebeu é que o povo sabe que tanto a Frelimo como a Renamo cometeram atrocidades durante os 16 anos de guerra e nos anos subsequentes. Mas o povo ignora isto tudo e pede a Paz.
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Eduardo Matine De(sin)formaçao,ja nao se medem esforços nem se olham a meios para alcançar o inconfessavel...
Acham que o Pais esta distraido!
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Rafael Ricardo Dias Machalela Vibrem em frequências mais altas, não arrisquem a vibrar na frequência em que eles estão porque já estão calejados. Quem assim o diz é Cal Barroso
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Egidio Vaz Escapou-me isso tudo. Peço ver mano Homer Wolf.
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Rafael Ricardo Dias Machalela Escapou-lhe? Sofremos bombardeamentos uma semana inteira... Já pego os links
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Egidio Vaz Este video é bulshit. Já por várias vezes desmenti o video e referfenciei-o que se tratatava de jornalista americano; o primeiro a entrar no mato e ao encontro de Dhlakama.
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Rafael Ricardo Dias Machalela Aliás, ontem o Eusébio André Pedro Gwembe chegou a dizer porquê deste vídeo, ou melhor da entrevista. Segundo ele a entrevista foi em resposta a várias cartas de Afonso Dlhakama ao Ronald Reagan o presidente norte-americano de então ... Vivendo e aprendendo
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Homer Wolf Thanks Rafa... Vou salvar no disco duro antes que os arquivos do "Instituto Nacional de Cinema do Feicebuque" ardam também...
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Poeta Levianno kkkkkkj
kkkkk
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Sandu Clifton Sabe.... Parecem crianças a brincar esses fanáticos. A mim não apanham nem distraída. Vi e vivi a guerra e sei bem o que a frelimo fez na minha localidade. Ate pilar gente pilou. Isso devia ter sido esquecido ja. Gente estranha que insiste em cultivar magoas
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Homer Wolf E neste clima de suspeição, dá para franzir o sobrolho cada vez que me lembro que o grande repositorio de imagens - os esfusiantes kuxa-kanemas - simplesmente... ARDEU. E muita gente saiu de cara limpinha..
LIteralmente, àquilo dá-se o nome de QUEIMA DE ARQUIVOS...
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Zulficar Mahomed O Gilberto Mendes, o pioneiro do empreendedorismo, se "despir-se" poderia avivar ou iluminar alguns distraidos.
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Homer Wolf Como assim Zulficar?
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Zulficar Mahomed Homer Wolf quando INC já tinha infiltrações de água, o mesmo "conseguiu" cerca de uma centena de bobines do KK, "alguns recuperados". 
Agora, ele tem a sua cor ....
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José de Matos O video amputado e o texto de Lima, ambos com mais de 30 anos, nao foram postagens inocentes, pertecem a um padrao bem definidoo de desinforma ao, propaganda e manipula çao! Essa gente ainda nao percebeu que ja nao estamos nos anos 80 , hoje todos sabemos questionar!
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Egidio Vaz Peço o texto do Lima também. Quero ler, sou alfabetizado. Por favor ilustre
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Antonio A. S. Kawaria Acusar a Renamo sozinha como autora das mortes e ainda aqui nas redes sociais é a grande falta de inteligência. O Edmundo Galiza Matos Sénior quis discutir comigo como se estivesse a falar com um "estranja" mas não me parece que aguentou porque eu lhe contrariei com provas.
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José de Matos Egidio Vaz, esta aqui o texto do Lima, de 1981;

RAS: O «MNR» ou mais uma face da agressão (Por Fernando Lima)

De que forma se articula a actuação dos bandos armados contra-revolucionários como o auto-intitulado «Movimento Nacional de Resistência» no interior de Moçambique, com a estratégia geral de desestabilização traçada pela África do Sul nesta zona do continente?
As ligações entre o «MNR» e Pretória, não são de agora. Conheceram no entanto uma certa intensificação após a vitória eleitoral da ZANU no Zimbabwe, santuário inicial do «MNR». Antigos oficiais da segurança rodesiana, clamam para si a responsabilidade da criação da resistência - tornada corpórea com o concurso de «desesperados setembristas» recrutados na África do Sul, Rodésia e Portugal, elementos das tropas especiais de intervenção do exército colonial, dos grupos paramilitares repressivos, da polícia política fascista, de desertores da Frelimo e das FPLM.
A «inteligência» rodesiana assessorada por Pretória, constituiu este grupo de agressão operacional, na perspectiva de persuadir o governo moçambicano, a moderar o apoio à luta nacionalista do Zimbabwe, que em 1976 ganhava um novo ímpeto. Da mesma forma procedem as novas entidades de tutela, banalizadas pelo vigor das cada vez mais audaciosas operações do ANC. Em 1979, as actividades destes grupos fazia-se sentir nas províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia. Aqui, o apoio era proveniente do Malawi, onde é conhecido o espaço de influência de uma das personalidades chaves do «dossier Resistência» - o industrial português Jorge Jardim, estabelecido actualmente no Gabão. 
Com a assinatura dos acordos de Lancaster House, o «MNR» corria o risco de ficar sem patrono. As próprias autoridades inglesas encarregadas do processo de transição, exerceram pressões sobre o aparelho rodesiano para o desmantelamento da «operação MNR», incluindo a programação da «Voz da África Livre», posta no ar a partir de emissores instalados em Gwero, Fort Victoria e Untali.
Os ingleses insistem que não se trata de qualquer movimento de carácter autonomista, como pretendiam os rodesianos maquilhar a operação. A este respeito, são hoje conhecidos pormenores relacionados com o ataque aos depósitos de combustível nos arredores da Beira. Esta acção que na altura havia sido reivindicada pelo MNR, foi executada por comando mercenário sob direcção rodesiana. Como represália ao ataque nacionalista contra os reservatórios de Salisbúria. O guia da operação, um moçambicano, foi friamente abatido junto ao local da operação, envergando uniforme militar profusamente decorado com insígnias do «MNR».
No início de 1980 são rapidamente encetados contactos com sectores sul-africanos, tendo em vista a adequação às novas circunstâncias criadas. A África do Sul recebia àquela altura, um contingente migratório de referências pouco saudáveis - selous acouts. Os auxiliare de Muzorewa e uma autêntica aguarela de nacionalidades, englobando «mão-de-obra» mercenária momentaneamente sem emprego. É a partir destas unidades que fermentaram e fermentam planos bélicos. Elas constituem o lastro indispensável a alternativas de poder no Zimbabwe, que não tenham o nome de Mugabe. Deste meio saem também instrutores e novos elementos para as fileiras do «MNR», conforme comprovam inúmeras declarações de bandoleiros capturados pelas FPLM.
No plano operacional, os grupos mercenarizados do MNR desempenham o papel atribuído pela estratégia militar racista contra a RPM (não é estranho que atentados contra fontes energéticas na RAS, correspondam a sabotagem de postes eléctricos e linhas de alta tensão no centro de Moçambique). A esta actividade está adstrita a procura de sensibilidades no exterior do continente, envolvendo movimentações nos meios conservadores e saudosistas de Lisboa, Madrid, Paris e Londres, onde assumem maior realce figuras como Orlando Cristina, Evo Fernandes ou mesmo Domingos Arouca.
A «Voz da Quizumba» voltou de novo a fazer-se ouvir através do éter, desta feita a partir do Transvaal, província fronteiriça com Moçambique e o Zimbabwe, onde estão estabelecidas as principais bases de insurrectos. Um cordão sanitário de tropas sul-africanas servidas por novos aeródromos de apoio, separa os campos das linhas de fronteira.
Aviões de transporte e helicópteros, fornecem o apoio logístico necessário às acções no interior do território moçambicano. É mencionado o sul do Zimbabwe, incluindo a área de Chipinga e Melselter como corredor de passagem para as actividades sul-africanas contra Moçambique. Este facto constitui certamente ponto de discussão entre as autoridades de segurança de Moçambique e do Zimbabwe nas consultas regulares que mantêm. A brigada de formação no Zimbabwe, com o auxílio de instrutores militares coreanos, poderá constituirum forte dispositivo de dissuação contra aventuras sul-africanas e forças por si instrumentalizadas.
Segundo fontes do Ministério da Defesa, as operações de limpeza que decorrem agora em Mossurize têm como objectivo eliminar os focos acantonados na zona mais montanhosa da região. Em tempo de crise, o principal alvo dos elementos armados do «MNR» é a população que sofre represálias decorrentes da recusa em colaborar. A população retirada compulsivamente dos seus locais de habitação é conduzida para zonas mais remotas, onde deve fornecer a alimentação. Populares que ocupam cargos de responsabilidade política e administrativa e familiares, são por vezes mortos como «agentes comunistas», ou mutilados nos órgãos sexuais, orelhas e lábios.
Anteriormente à «Operação Leopardo», que culminou o ano passado com a destruição da base principal nas montanhas de Sitatonga, o grupos com maior espaço de movimentação, faziam operações contra Lojas do Povo, Cooperativas agrícolas, Machambas Estatais e Colectivas, postos administrativos e sedes políticas, comboios e viaturas de carga, nas estradas principais ligando as províncias do sul ao centro e norte do país. Um tipo de actividade que caracterizou a primeira fase dos ataques foram as acções contra centros de reeducação na zona central de Manica e Sofala, de onde eram retirados potenciais recrutas para o «MNR».
A maior partedos elementos captrados o ano passado durante as grandes operações militares em Manica, eram jovens raptados junto da população, objectivamente utilizados como «carne de canhão». O armamento utilizado, semelhante a modelos do exército moçambicano, vem confirmar informações reveladas por um prestigioso semanário português, denunciando uma rede internacional de traficantes de armas com destino à África do Sul. Aliás, John Stockwel, ex-funcionário da espionagem americana e autor do livro «A CIA contra Angola», explica os mecanismos de aquisição de «armamento comunista» a Israel, para municiar a FNLA e a UNITA, sem comprometimentos escusados. 

AIM, 02-10-1981
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Egidio Vaz Obrigado. Hehehehhe. Veja também esta do Mia Couto.
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José de Matos Egidio Vaz, a diferença entre Lima e Mia é qie aparentementer lima hoje nao pensa assim, mudou, Mia nao mudou o pensamento!
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Egidio Vaz José de Matos Nao estou para comparar. Apens quis partilhar mais uma nota. Nao devo nunca condenar Fernando Limamuito menos Mia Couto. As pessoas mudam e mudar é bom, principalmente se for para melhor.
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Lito Elio Como disse outro o dia o sábio, o ser humano só vê o quer ver, o que gosta, até o sábio.
Gosto2 h
Unay Cambuma O video original pode ser encontrado no YouTube. E maus a partir do MACUABLOG videos. Foi a partir do video que soube que afinal as forcas da frelimo foram sempre umas Mariazinhas.
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Tomo Valeriano Tipo Vale tudo para se estar na Mo de Cima! O RIDER, jovem e buchechudo.
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Comments
Cristiano Matsinhe Daí o pavor em viabilizar a alternância. Quase meio século destas práticas executadas como espetáculo público de Estado e agora embutidas num imaginado discurso sobre uma "terceira força". Lá como aqui.



25 h
Vassili Vassiliev Ja nao pega meu caro. Tanto vai o cantaro a fonte que um dia quebra.
Cristiano Matsinhe Quanto mais encurralados mais violentos e intolerantes...

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