ACTUALIDADE

Loading...

segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Escândalos de última hora: um filme repetido - Notícias - Política - Voz da Rússia

Brasil, eleições, Dilma Rousseff, presidente, política

Há menos de um mês do primeiro turno das eleições, os favoritos ao Planalto brasileiro voltam a lidar com facetas, essencialmente previsíveis, em se tratando de uma briga pelo poder a todo custo. De pista de pouso em fazenda privada à aeroporto em Cuba, o fantasma dos escândalos, não deixa barato e a campanha que até o momento vinha navegando em águas calmas parece ganhar outro rumo.

As recentes declarações do ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, foram o estopim para ações mas incisivas. O ex-diretor, que havia firmado um acordo de delação premiada com a justiça, teria apontado o nome de 12 principais personagens, ligados as duas favoritas à presidência.
Mas vejamos, o conteúdo audiovisual com as revelações do ex-diretor estaria sob os mais rigorosos protótipos de segurança, guardados em cofre, e os arquivos por escrito criptografados. Nesse contexto, um fato salutar seria, portanto, identificar o interesse de se propagar tais informes e ainda como estes repercutiriam as vésperas de um pleito eleitoral.
O Mensalão do PT e também o do DEM, escândalos que envolveram os principais caciques da política nacional, parece permanecerem no vácuo, não tendo muita influência na opinião pública, nem mesmo sendo usado nas declarações de campanha dos presidenciáveis. E quanto as delações do ex-diretor da Petrobrás? Como analisar sua progressão?
Os principais veículos de informação escrita e televisiva noticiaram o fato, mas o que temos de fato? As informações são verdadeiras? Quais as fontes? Estas seriam confiáveis? Houve seleção no vazamento? Em uma linha de fidedignidade temos, ao certo, um preso recorrendo aos mais variados tipos de recursos, numa tentativa de passar o minimo de tempo atrás das grades. Excetuando-se os nomes dos supostos envolvidos que foram noticiados, nada mais resta no imbróglio.
Em consonância, temos uma elite corporativista que parece querer abalar justamente as figuras que mais mantêm votos da popularidade, Dilma Rousseff e Marina Silva, especialmente a primeira, já que a maioria dos nomes citados são do PT ou PMDB, partido da base aliada ao governo, resguardando o nome de Aécio Neves e seus partidários.
Que garantia temos de que não há tucanos envolvidos nas declarações de Costa? Por que atingir Dilma e Marina? Será que a ideia de vitaminar Aécio surtirá efeitos? Aécio, assim como Marina cobraram investigações das denúncias, classificando-as como vergonhosas.
Dilma afirmou no último domingo (7), que as denúncias não lançam suspeita nenhuma sobre o governo, na medida em que ninguém do governo foi oficialmente acusado e que o governo tem tido uma posição extremamente clara em relação a questão, sendo os órgãos do governo que levaram a essa investigação.
  • #azisazis 8 Setembro, 14:33
    Tudo manobra do G7! faz parte da geopolitica americana, eles farão de tudo para acabar com o BRICS ( unica força democratica de oposição ao capitalismo selvagem) ainda aprotarão mais,até as eleições esperem pra ver.
  • #Farias CArdosoFarias CArdoso 8 Setembro, 15:32
    È assim que o Aecio e seus aliados fazem política. Depois da eleição vai ficar comprovado que alguns nomes divulgados não estão listados na denunica. Ocorre que o povo mudou e já não se impressiona com esses dossies, mas os políticos ainda não perceberam essa mudança e continuam fazendo política sem ética. A diferença entre o PT e o PSDB é que um (PT) não interferiu nas investigações e vários petistas foram condenados enquanto que o PSDB, quando no poder (FHC) não investigou nada e nem puniu ninguem. Só tem santo no PSDB, começando pelo Aecio.
  • #eros josé alonsoeros josé alonso 8 Setembro, 16:11
    Se esqueceu de falar que o preso em questão é tucano de nascimento, ligado ao partido de Aécio umbilicalmente. Se investigar bem chegam aos reais motivos do afundamento da P 26., por exemplo. Chegam à verdade, mas querem carnaval às vésperas das Eleições. Querem barrar o BRICS mudando o governo a ferro e fogo.
  • #Rogério Barros MacêdoRogério Barros Macêdo 8 Setembro, 17:27
    se Aécio ganhar a primeira coisa q faz é vender a Petrobras para os EUA e EU...e romper com os BRICS mesmo que isso leve a uma crise o no país ...
  • #Carlos MedeirosCarlos Medeiros 8 Setembro, 17:40
    AEROPORTO EM CUBA? Pessoal, vocês estão muito mal informados, credo! O aeroporto foi construído pelo candidato do PSDB Aécio Neves em propriedade de parentes, em Cláudio, MG, quando era governador do Estado. Retifiquem!
  • #vladimirvladimir 9 Setembro, 04:06
    lº mensalão às vésperas de uma eleição! 2º mensalão (?) às vésperas de outra eleição! Quem são os culpados? Só pode ser os que estão "por baixo"! Quem está por baixo nas preferências do eleitorado? O PSDB! Abraham Lincoln está se revirando no túmulo por terem copiado suas ações no lº caso e êste, quem se revirará?
  • #Francisco TavaresFrancisco Tavares 9 Setembro, 04:51
    É no mínimo estranho a quantidade de petralhas comentando aqui. Metam na cabeça doente de voces, que Putin não poderia reorganizar a federação Russa sem antes colocar um freio na corrupção. O PT não representa esquerda nenhuma, LULA tem uma vida de burgues, ficou rico sem nunca trabalhar. Os petralhas que foram presos no escândalo do mensalão, são bandidos comuns assaltantes dos cofres públicos, nada mais que isto e a cúpula do PT insiste em defender essa escória. Não existe relação de PT com BRICS, até porque quando todos os integrantes cresceram, o Brasil desceu, caiu. Qual a respeitabilidade de um país que que seus governantes e sua base aliada de corruptos rouba e destrói a empresa N 01 do país. Vocês acham mesmo que Sarney, Renan, Lobão e Roseana estão incomodados com o BRICS? Marina será eleita Presidente do Brasil, acabar com a corrupção, devolver ao povo brasileiro o orgulho de ter nascido aqui e prestigiar o BRICS, colocando um fim na tutela dos EUA. Para refrescar a memória dos petralhas, nunca vi um pronunciamento do governo brasileiro em apoio a Federação Russa relativo ao cerco estratégico que a OTAN (EUA) estão tentando impor com mentiras e conversa fiada. O PT não engana mais a ninguém, muito menos aos russos e demais membros do BRICS, todos têm conhecimento que esse partido político na realidade é uma organização criminosa.
  • #spacibospacibo 10 Setembro, 10:15
    Marina vai entregar o banco central na mão dos EUA Voce vive num conto de fadas meu caro acorda e para de entrever o mundo atraves da mesma midia golpista que acusou juscelino, jango, e que matou Getulio vargas. são 213 escandalos montados pelo jornal nacional factóide desde 2013 quando começou o ano eleitoral sua conversa pra boi dormir não cola aqui com os russos não o fantoche. acusou tem que ter provas e só depois de julgado e condenado se vai para a cadeia se ficar provado.
  • #spacibospacibo 10 Setembro, 10:17
    Marina é FHC e é Banco itaú e estes é que vão governar se ela vencer.
  • #Tazio BoriskaTazio Boriska 12 Setembro, 21:46
    Spacibo e Azis comentaram perfeitamente, querem fazer carreira para banqueiros e o G 7. Em hipótese nenhuma, a atual presidente Dilma tem alguma mácula. Ela é a garantia do BRICS.
  • #SancionemAAmérica_BoicotemosSeusProdutosSancionemAAmérica_BoicotemosSeusProdutos Hoje, 16:41
    olhe a cara desse zé ninguém do aécio!! cara de quem tá de fogo! bebum miserável
    Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_08/Escandalos-de-ultima-hora-um-filme-repetido-9604/

Ucrânia – EU: à procura de senso comum - Notícias - Internacional - Voz da Rússia

Ucrânia, Rússia, Europa, economia

Moscou, Kiev e Bruxelas acordaram inesperadamente adiar a criação de uma zona de livre comércio entre a Ucrânia e a UE. Peritos depositam esperanças no processo negocial e no bom senso.

No âmbito de um encontro ministerial trilateral foi conseguida uma solução de compromisso: o acordo de associação não será alterado, devendo ser ratificado entrando em vigor a partir de 2016, o mais tardar. A Europa reconhece que a sua implementação é capaz de encerrar riscos econômicos . No entanto, os peritos surpreendidos vieram experimentar uma “lufada de ar fresco e de otimismo”. O ministro russo do Desenvolvimento Econômico, Alexei Ulyukaev, confessou “não ter esperado tanto progresso”.
Deste modo, a Ucrânia, cuja economia se mantém à beira de colapso, acabou por levar uma vantagem: os mercados europeus continuam sendo abertos para artigos ucranianos, podendo Kiev manter intactas as taxas para as mercadorias europeias até ao fim de 2015. A Comissão Europeia tenciona prorrogar até o dia 1 de novembro as suas preferências comerciais unilaterais para a Ucrânia que facilitem o acesso de seus artigos para o mercado comunitário. A Rússia, por seu turno, se compromete a se abster de medidas protecionistas antes da data marcada.
Vale recordar que a atual direção da Ucrânia subira ao poder em fevereiro do corrente na sequência das desordens populares, causadas pela recusa do antigo presidente Viktor Yanukovich de assinar um acordo de associação econômica com a União Europeia em novembro de 2013. O novo governo chegou a optar pela integração europeia e em junho o presidente recém-eleito, Piotr Poroshenko, acabou por assinar o referido acordo.
Todavia, nos últimos meses a situação no país sofreu sérias mudanças: no leste prosseguiram operações militares, enquanto a economia dificilmente se mantinha à tona na ausência de apoios externos. O FMI tinha transferido duas tranches da ajuda financeira aprovada na primavera. Mas esse dinheiro mal chega para “apertar o cinto”.
Sob este pano de fundo, a abertura do mercado para os artigos europeus nos marcos da zona de livre comércio podia vir a complicar o quadro econômico difícil. Os principais riscos, após a entrada em vigor do acordo de associação, recaem sobre Kiev. O economista Anatoli Bazhan comenta:
“O acordo de associação se reveste de uma importância estratégica, se destinado não apenas para a situação corrente. Creio que, para a EU, a Ucrânia seja um bom mercado de escoamento de produtos. Mas a própria Ucrânia não tem ganhado muito com isso. Pelo contrário, ela irá se defrontar com grandes desafios, sobretudo, na primeira década. Claro que Kiev não receberá recompensas. No início dos acontecimentos mais recentes ninguém podia prever tal cenário”.
A Rússia se preocupa com cinco aspectos ou questões agendadas. O primeiro se refere à liberalização de tarifas aduaneiras entre a Ucrânia e a UE. O segundo diz respeito à normalização de questões técnicas, o terceiro incide sobre a regulação de medidas veterinárias e sanitárias, o quarto e o quinto se relacionam com a administração aduaneira e o sector energético. Moscou tinha proposto equacionar todos os problemas ou, ao menos, definir as vias de sua resolução ainda antes de proceder a ações concretas. Hoje, surgiu a esperança de que os parceiros ocidentais tenham começado a compreender a necessidade de soluções consensuais.
Teoricamente, a integração econômica traz muitas vantagens. Mas em termos práticos, os processos integracionistas têm de levar em linha de conta uma série de fatores. No caso da Ucrânia, acontece que, por mais paradoxal que pareça, são os EUA que ião tirar o maior proveito do acordo de associação. Vejamos os motivos disso:
Primeiro, o acordo vem debilitando a Ucrânia e a Rússia por cortar tanto as relações econômicas bilaterais, como a cooperação militar entre os dois países.
Segundo, o convênio abre caminho para as empresas norte-americanas que se ocuparão de exploração de recursos naturais ucranianos.
Terceiro, o acordo afetará a Europa, já que a pauperização dos ucranianos, a falência de pequenas e médias empresas e uma brusca subida de tarifas dos serviços municipalizados causarão uma vaga de imigração. A UE terá de tentar lidar com esse problema à custa de seus cidadãos e perante um aumento de desemprego – a mão-de-obra barata, constituída por imigrantes legais e ilegais, irá afastar, em certa medida, os trabalhadores europeus. Tal processo será acompanhado pelo crescimento de criminalidade étnica.
O diretor do Centro de Mercadologia Política, Vassili Stoyakin, opina:
“ A Europa está pronta para a associação. Mas, francamente falando, os planos iniciais, feitos outrora a esse respeito, já perderam sua atualidade. A maior ideia era expandir o mercado para diminuir os efeitos da crise econômica na UE. Mas agora a Ucrânia também se encontra em crise. O poder de compra diminuiu, o que significa que, por altura de associação real, o mercado não se expandirá. Nesse sentido, a Ucrânia já não representa qualquer interesse. Por estranho que pareça, neste mesmo contexto, um impacto negativo na economia ucraniana será muito menor dos indicadores previstos – a situação irá piorar, implicando eventuais quedas e recessões de uma escala menor.

Armas da OTAN podem explodir trégua ucraniana - Notícias - Defesa - Voz da Rússia

Ucrânia, crise, guerra, OTAN, defesa, armamentos

A trégua na Ucrânia mantém-se já a segunda semana. Mas os especialistas são muito cautelosos em suas previsões. Até agora, de ambos os lados ouvem-se periodicamente tiros e explosões de obuses, pessoas estão morrendo.

Assim que não se pode falar de um cessar-fogo completo. São ainda mais alarmantes as declarações das autoridades de Kiev sobre fornecimentos de armas de países da OTAN à Ucrânia. Segundo o ministro da Defesa ucraniano, Valeri Geletei, esse processo já foi lançado.
Kiev está dividido. Numa mesa de negociações as autoridades ucranianas estão discutindo com parceiros estrangeiros e representantes do Sudeste meios para uma solução pacífica para o conflito, e em outra, ao mesmo tempo, estão fazendo planos militares. No fim de semana passado, o ministro da Defesa Valeri Geletei, falando numa estação de televisão local, informou que já começaram a chegar ao país armas de países membros da OTAN:
“Eu estive na cúpula da OTAN com o presidente da Ucrânia que fez tudo para que eu lá estivesse. Eu falei em formato fechado com os ministros da Defesa dos principais países, de países avançados, aqueles que nos podem ajudar. E eles ouviram-nos. Eu dizia “acudam!”. E o processo de transferência de armas começou. Estou certo de que este é o caminho a seguir”.
Esta não é a primeira vez que figuras ucranianas afirmam ter alcançado acordos com membros da Aliança do Atlântico Norte (OTAN) sobre fornecimentos de armas. A isso aludiu o presidente Piotr Poroshenko. Falou disso em detalhe o seu assessor, ex-ministro do Interior, Yuri Lutsenko. Os países da OTAN tentaram refutar essas alegações negando tanto a existência de acordos como o fato de que esta questão foi levantada de todo na cúpula no País de Gales (Reino Unido). Mas as autoridades ucranianas continuam a insistir que os acordos existem e já estão começando a ser implementados. E nessas palavras de Kiev não há nada de duvidoso, nota o analista político Igor Shishkin:
“Tendo em conta que o exército ucraniano sofreu grandes perdas no sudeste do país, não é possível restaurar a capacidade de combate das unidades apenas por meio de mobilização. São necessários novos equipamentos. As fábricas ucranianas não estão em condições de fornecer esses equipamentos depressa. Neste contexto, já foi relatado que a Ucrânia irá receber equipamentos soviéticos usados de antigos países do Pacto de Varsóvia (países socialistas da Europa do Leste).
Em particular, foi relatado que os Estados Unidos propuseram à Croácia enviar à Ucrânia helicópteros Mi-8 e receber em troca helicópteros usados norte-americanos. Por conseguinte, outros também podem adotar o mesmo esquema. Não se trata de equipamentos ocidentais modernos, porque então seria necessário treinar os militares de novo e arranjar outras munições. Trata-se de equipamentos soviéticos antigos, aos quais os militares na Ucrânia estão habituados e para os quais lá existe infraestrutura”.
Mas se estão armando a Ucrânia, então a atual trégua é muito precária, não confiável. Kiev concordou com ela quando a situação na frente mudou claramente, e não em seu favor. Mas não sabemos para que lado se inclinará a balança quando as posições militares de Kiev receberem reforços. Moscou prefere manter uma esperança cautelosamente otimista de que prevalecerá o bom senso e a honestidade das autoridades ucranianas e de seus patrocinadores ocidentais.
Mas todos se lembram como este ano a Ucrânia já violou suas próprias promessas, garantidas por assinaturas de políticos ocidentais. Não é de excluir que o mesmo destino espera o atual plano de paz. Mas não é só Kiev que o está transformando numa farsa, mas também os países da OTAN que falam de paz, mas com seus fornecimentos de armas estão abertamente preparando a Ucrânia para a guerra.

Será de fato que a Europa precisa da União Europeia? - Notícias - Política - Voz da Rússia

Rússia, Alemanha, Europa, crise, União Europeia, política

A questão da racionalidade da União Europeia nunca foi retirada, talvez, da agenda em muitos países da Europa Ocidental. O problema, contudo, ganhou especial atualidade nos nossos dias, porque a união, destinada para conglomerar países, está desunindo-os na realidade cada vez mais.

Divergências em resultado da aplicação de sanções contra a Rússia mostram patentemente a fraqueza da unidade europeia. Até parece às vezes que essa unidade não existe. Cada vez mais políticos e observadores da Europa Ocidental afirmam que a União Europeia se aproximou da beira de ruína.
Mas tudo começava de boas e razoáveis intenções – da união dos recursos europeus de extração de carvão e de produção de aço em 1951. Lembrado que a luta por esses recursos no passado levava reiteradamente a guerras sangrentas. A união da Europa decorria com um objetivo de acelerar o desenvolvimento econômico e de não admitir conflitos militares.
Mas, com o passar do tempo, a Europa unificada passou a mudar seu caráter. Pouco a pouco, o enorme aparelho administrativo tornava-se mais e mais burocratizado. Ritt Bjerregaard, política dinamarquesa, que durante um tempo desempenhava funções de comissária da União Europeia, pretendia descrever esse fenômeno em seu livro que, já escrito, não veio ao mundo (apareceu apenas sua variante de imprensa), porque a autora foi submetida a uma pressão política extraordinária.
O burocratismo, o carreirismo e outros fatores negativos transformaram gradualmente a União Europeia da comunidade de Estados iguais em direitos numa estrutura hierárquica, do que falou muito bem Emmanuel Todd, historiador francês, ao participar há dias no programa televisivo Deadline. Em suas palavras, países europeus, inicialmente, concentravam-se ao que parece em torno da Alemanha e França que ocupavam um local embora central, mas equitativo em relação aos outros. Agora, na estrutura hierárquica, estes países encontram-se no topo da “pirâmide de poder” por cima de tais países com a Grécia, Romênia, Bulgária…
Tal posição, naturalmente, provoca desconfiança, descontentamento e até inimizade nas relações entre os membros da União Europeia. Não é segredo que os países que estão em baixo da “pirâmide”, sentem hostilidade nomeadamente em relação à Alemanha e não à Rússia, acusada por líderes da União Europeia de todos os pecados mortais.
Tudo isso transforma a União Europeia de uma organização convocada a garantir a paz e o desenvolvimento sustentável num foco de tensão. Nesse contexto, é sobretudo perigosa a cisão entre o grupo dirigente dos membros da União Europeia e a própria população que considera que o cume não leva em conta nem os interesses de amplas massas, nem os dos círculos empresariais, contribuindo para que um país concreto se torne cada vez menos independente. Tal descontentamento foi revelado, por exemplo, em Dresden, onde os manifestantes recolheram a chanceler Angela Merkel com cartazes: “Incendiária de guerra!” e “Não à guerra com a Rússia!”.
E agora voltaremos à pergunta, se a Europa precisa da União Europeia? A resposta é evidente: de modo nenhum.

Dhlakama começa com comício popular

MOÇAMBIQUE REGISTA DEFICE DE ANESTESISTAS

Em entrevista a edição de hoje do Noticias', a chefe do Programa Nacional de Anestesia e Reanimação, Emília Jeque , diz que o Governo está nos últimos anos a fazer um grande esforço para garantir a formação de mais especialistas da área, dando como exemplo a descentralização da formação técnico-médio para a província nortenha de Nampula.
Emília Jeque afirmou que o impacto da escassez de quadros na área tem sido minimizado por outros especialistas estrangeiros em serviço nas unidades sanitárias.
Estamos a trabalhar com os nossos parceiros para que haja mais pessoal formado para ser colocado em vários pontos onde haja blocos operatórios, indicou a fonte, sublinhando que apesar da exiguidade do número de especialistas, existem em todas as unidades pessoas que asseguram as actividades do dia- a -dia.
O anestesista é o guardião da vida dos pacientes antes, durante e depois de qualquer intervenção cirúrgica. O médico anestesista vigia e mantém equilibrado o organismo do paciente para o sucesso de uma cirurgia, sublinhou.
MAD/.
AIM – 15.09.2014

14/09/2014

Windows Live Messenger + Facebook