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sábado, 28 de fevereiro de 2015

As últimas palavras de Nemtsov foram para criticar papel russo na Ucrânia

Boris Nemtsov ocupou o cargo de vice-primeiro-ministro no final dos anos 1990 e foi considerado por Ieltsin para lhe suceder. Em vez disso o Presidente foi Putin e Nemtsov morreu a 100 metros do Kremlin.
A última tarefa que ocupava Boris Nemtsov, o político que se tornou dissidente e crítico de Vladimir Putin, era a denúncia da intervenção russa na Ucrânia, e a falta de reconhecimento de Moscovo de que os seus soldados estão a lutar no país vizinho.
Nemtsov foi morto a 100 metros do Kremlin, aos 55 anos, com quatro balas nas costas. Vinha de uma emissão na rádio Eco de Moscovo, onde tinha apelado à participação numa manifestação contra a guerra que estava marcada para este domingo. “A nossa marcha pode conseguir fazer o Kremlin pensar. Se aparecerem 100 mil pessoas, pode dar a volta ao Kremlin, e será um choque absoluto para eles”, disse Nemtsov. “Porque mente, sr Putin, comandante supremo? Renuncia aos nossos soldados, que estão hoje a morrer na Ucrânia”, declarou. Nemtsov acusou ainda Putin de “cometer um crime” com a anexação da Crimeia.  
Ao sair da rádio, acompanhado por uma amiga (a vida sentimental de Nemtsov era descrita como “colorida” e muitos comentadores antecipam que este poderá ser um dos focos da investigação à sua morte) foi atingido e morreu.
O Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, declarou que Namtsov foi assassinado porque planeava revelar provas do envolvimento russo na Ucrânia, que o Kremlin nega. O opositor russo tinha-lhe dito isso mesmo há algumas semanas, declarou o líder ucraniano.
Um político de oposição, Ilia Iashin, também confirmou que Nemtsov estava a investigar a participação de soldados russos na Ucrânia, um tópico sobre o qual escrevia recentemente nas redes sociais. 
Numa mensagem de condolências, Putin garantiu que “será feito tudo o possível para que os organizadores e executantes deste crime cínico recebam o castigo que merecem”. O Presidente disse ainda que Nemtsov “exprimiu sempre aberta e honestamente as suas posições” e que “deixará a sua marca na História da Rússia.”
Ameaças repetidas
Nemtsov, físico de formação, envolveu-se na política entusiasmado pelas mudanças da petrestroika. Foi governador da cidade de Nizhni Novgorod (mais conhecida pelo seu nome soviético de Gorki) aos 32 anos, um jovem reformador comprometido com ideias de liberdade e de funcionamento do mercado.

Seis anos depois, foi convencido por Boris Ieltsin para se mudar para Moscovo e ser vice-primeiro-ministro, cargo que ocupou entre 1997 e 1998 (e durante o qual foi superior de um ex-agente do KGB chamado Vladimir Putin). Em 1999, Ieltsin terá pensado em Nemtsov para lhe suceder. Mas acabou por escolher Vladimir Putin, acreditando que este seria o líder moderado de que a Rússia precisava, segundo a agência Reuters (também há quem diga que Nemtsov foi preterido por causa das suas raízes judaicas).  
Inicialmente apoiante de Putin, Nemtsov tornou-se em pouco tempo um dos principais críticos do Presidente. Passou para a oposição no início dos anos 2000, passando a denunciar as tentativas do regime cortar liberdades e, mais recentemente, o enriquecimento dos seus líderes. Focou-se em casos como a Gazprom, as residências que serão propriedade de Putin, e fundos desviados das olimpíadas de Sochi. Nemtsov foi uma das principais figuras dos protestos de 2012 contra o regresso de Putin, o Presidente que se tinha tornado primeiro-ministro à espera de ser novamente Presidente.
Ao mesmo tempo, o regime acusava-o de “traição” e de ter pilhado recursos do estado durante o clima de mudanças políticas dos anos 1990. Nemtsov e outros líderes da oposição processaram Putin por estas alegações, sem sucesso.
Ilia Iashin disse que Nemtsov recebia ameaças de morte com frequência. “Ele estava preocupado, mas não queria segurança. Dizia que se o quisessem matar, fá-lo-iam.”
O opositor não tem dúvidas: “O assassínio está ligado às actividades de Boris na oposição. Mataram um dos mais brilhantes membros da oposição russa para intimidar e semear o medo”, declarou.
Nemtsov é descrito como um dos principais opositores de Putin, mas apesar da sua importância e influência (observadores notam a sua forte oratória) nos últimos anos não era tão interventivo publicamente passando um pouco o testemunho a uma “nova guarda” de políticos mais jovens como Alexei Nalvani, que usou a sua candidatura à câmara de Moscovo em 2013 sobretudo para atacar Putin (e que está agora a cumprir 15 dias de detenção).
Numa entrevista este mês no diário Sobesednik, Nemtsov declarou: “Tenho medo de que Putin me mate”.

Angola arrisca-se a uma 'debandada de investimento estrangeiro'

Economia


  
28/02/2015 17:58:41
    
Angola arrisca-se a uma 'debandada de investimento estrangeiro'


O fiscalista João Espanha considera que Angola "arrisca-se a assistir à debandada do investimento estrangeiro" se a taxa que vai ser criada sobre a saída de divisas do país estiver nos dois dígitos.

Em entrevista à Lusa a propósito dos efeitos da criação de uma taxa sobre a saída de divisas do país, que se aplica em qualquer situação, incluindo salários e repatriamento de lucros, João Espanha salientou que "essa taxa ou desaparece ou desce para níveis suportáveis, ou então Angola arrisca-se a assistir à debandada do investimento estrangeiro".

Para o fiscalista com vários clientes portugueses com investimentos em Angola e também Moçambique, "a taxa é mais perigosa para as Pequenas e Médias Empresas porque põe em risco a viabilidade do próprio negócio", razão pela qual considera que, a confirmarem-se os valores que circulam em Luanda, e que podem chegar a quase 20%, Angola entraria pelo caminho do "isolacionismo, e é uma loucura, porque Angola não tem uma economia suficientemente desenvolvida para conseguir sobreviver".

A criação de uma taxa sobre a saída de divisas é uma das medidas que constam no Orçamento rectificativo apresentado para equilibrar as contas públicas depois da queda do petróleo na segunda metade do ano passado, que obrigou o Governo de Luanda a rever as previsões macroeconómicas e a enfrentar medidas difíceis relativamente a poupanças na despesa pública, bem como outras de aumento das receitas fiscais.

A medida, diz João Espanha, "nasce do desespero", admitindo que "no curto prazo vai contribuir para um aumento das receitas porque há projectos já em andamento e que são inevitáveis", mas alerta que, "a médio prazo, a lei vai deixar de produzir resultados porque ou os negócios param ou os fluxos passam a ser feitos por meios artificiosos, uma vez que a propensão para a evasão fiscal aumentará significativamente".

Os seus clientes com negócios em Angola, em áreas como a banca, a consultoria e negócios de importação e exportação, "estão em pânico e os que puderam pararam tudo até ver o que vai acontecer". De resto, sublinha que "a clientela já gostava mais de Moçambique e cada vez gosta mais de Moçambique em vez de Angola, apesar de em Moçambique haver mais lentidão e menos know-how, alguma pequena corrupção, ganhos e negócios em menor escala, mas em Angola os custos e constrangimentos de contexto, a insegurança e a incerteza são muito maiores".

Esta taxa, a ser implementada com valores acima de dois dígitos, como parece ser a intenção do executivo, a avaliar pelas notícias que têm saído na imprensa local, "é um suicídio, porque apesar de poder ser uma forma de captar algum dinheiro no curto prazo, uma vez que há coisas lançadas e cujo pagamento é inevitável", depois assiste-se "a mais do que fuga de capitais, à fuga de negócios, ou seja, vai-se toda a gente embora e só lá fica quem beneficie de perdões fiscais".

Lusa/SOL

Ex-polícia executa filhas adolescentes enquanto dormiam

Internacional
  
 
SOL |
 
28/02/2015 18:36:52
    
Alissa e Deanna mortas pelo pai 
GoFundMe
Ex-polícia executa filhas adolescentes enquanto dormiam


Os Estados Unidos foram palco de mais um crime chocante. Um homem de 52 anos, agente na polícia de Nova Iorque ao longo de 22, matou duas das suas filhas adolescentes enquanto estas dormiam. De seguida matou os três cães da família e suicidou-se. Apenas poupou a vida à mulher e à filha mais velha, de 22 anos.

Glen Hochman pegou na sua arma e executou as filhas Alissa, 17 anos, e Deanna, de 13, no sábado passado. A mãe das jovens, Anamarie DiPietro-Hochman, e a filha mais velha, Samantha, foram as únicas sobreviventes desta família.

Se se poderia pensar ter sido um acto de loucura momentâneo, foi descoberto um ‘detalhe’ que revela um plano para este crime. Hochman, que a 30 de Janeiro entregou os documentos para começar a receber a reforma, deixou explícito nos papéis que em caso de morte a mulher e a filha mais velha não podiam beneficiar da pensão.

“É o insulto final mais egoísta”, disse ao The New York Post um amigo da família. “É ofensivo que um homem deixe a sua família em extremas dificuldades ao escolher a ‘opção zero’ na reforma. É pura maldade ter feito isso e de seguida matar as próprias filhas. Ele efectivamente conseguiu estragar o futuro da família que cá deixou”, considera.

Foi criada uma operação de recolha de donativos para ajudar Samantha e a mãe. Em quatro dias apenas a ajuda já ultrapassava os 100 mil dólares a partir de mais de mil doações.

Ao Dr. Gabriel Muthisse, Por Jeremias Langa


O Dr. Gabriel Muthisse postou no seu mural que "...Jeremias Langa e Tomás tergiversaram grosseiramente o seu comentário...tiraram as minhas palavras fora do contexto... Triste quando as pessoas que eu respeito muito descem tão baixo".
Decidi escrever este post para colocar alguns pontos nos "ii", pois sinto que de repente, o assunto desviou-se daquilo que verdadeiramente interessa (o teor do post do Dr. Gabriel Muthisse) para os analistas do post.
Tenho enorme admiração e respeito pelo Dr. Gabriel Muthisse. Em minha opinião, foi dos mais abertos, inteligentes e coerentes ministros do último Governo do Presidente Guebuza. Representa a modernidade no estilo de governação, ao dispor-se para o debate, mesmo quando ocupava tão distintas pastas no Governo. Mas não o posso deixar sem resposta.
Fui ao dicionário e encontrei o seguinte significado sobre o infinitivo do verbo "tergiversar": fugir do assunto principal, enrolar, usar evasivas, rodeios, etc.
Ou seja, na óptima do Dr. Gabriel Muthisse, ao analisarmos o seu post, eu e o Tomás fugimos do assunto de que ele estava a tratar, enrolámos, usámos evasivas. Sinceramente, tenho dúvidas do enquadramento desta forma verbal nos moldes em que o assunto é colocado.
Vou, portanto, assumir a ideia de que queria dizer que "desvirtuamos"/"deturpamos" o que ele escreveu. Parece-me fazer mais sentido. Portanto, ao lermos o seu comentários, fizemos uma leitura diversa daquela que ele queria transmitir. Leitura!
Afinal, o que é ler um texto?
Eni Pulcinelli Orlandi (2000) defende que, na perspectiva da análise do discurso, o texto não é apenas um produto acabado. Está em processo de produção e logo da sua significação. Portanto, o leitor não apreende meramente um sentido que está no texto de forma apriorística. O leitor atribui sentidos ao texto, ao lê-lo.
Roland Barthes (1976) defende que o leitor não é um consumidor mas um produtor do texto. Para Vincent Jouve (2002), o texto contenta-se em dar indícios; é ao leitor que cabe construir o sentido global da obra. Imbert (1986) defende que ao ler um texto, os leitores encerram o ciclo do processo criativo e dão sentido final ao texto.
Por outras palavras, o texto não existe em si, mas é ideologicamente determinado. E pelo seu leitor.
Ao ler o comentário do Dr. Gabriel Muthisse, como leitor, produzi o meu próprio sentido, o meu entendimento. Obviamente, que não se permite "qualquer leitura". Há elementos condutores. Vamos a eles.
Comecemos pela comparação de Filipe Nyusi a Raúl Domingos.
Raúl domingos foi, durante muitos anos, o nr 2 da Renamo. Saiu deste partido, foi fundar o PDD. Nas eleições de 2004, Raúl Domingos concorreu às Presidenciais e recebeu 85.815 votos, correspondendo a 2,7% das escolhas populares.
Estes são nrs pouco expressivos para quem era nr 2 na Renamo. Em linguagem coloquial, diríamos que Raúl Domingos "não vale nada" no contexto político nacional, com estes resultados. Tal como dizemos que "não joga nada" um jogador que não corresponde às nossas expectativas.
No programa Pontos de Vista, referi que o Dr. Gabriel Muthisse diz que "Nyusi não vale nada", sustentado nesta ideia. É a minha conclusão da comparação que ele faz de Filipe Nyusi a Raúl Domingos. Comparar o Manchester United ao Zixaxa ou ao Bayern de Munique nåo é propriamente a mesma coisa. São valências, e juízos valorativos, diferentes.
Quando se lê um texto, considera-se não apenas o que está dito, mas também o que está implícito: aquilo que não está dito, mas que também significa. E o que não está dito pode emergir de várias maneiras: o que não está dito, mas que, de certa maneira, sustenta o que está dito; o que está suposto para que se entenda o que está dito; aquilo a que o que está dito se opõe, etc. - por isso, saber ler é saber o que o texto diz e o que ele não diz, mas o constitui significativamente.
Sobre o analisar uma passagem fora de contexto
Um texto é analisado no seu conjunto, mas realçando as suas partes mais significativas, os "fragmentos de ideias" que o constituem. No texto do Dr. Gabriel Muthisse, é inegável, a meu ver, que a ideia central é a de que Filipe Nyusi só é forte dentro da Frelimo. Fora dela fica igual a qualquer outro político pouco expressivo, que vale pouco, que "não vale nada". Por isso, é incontornável o realce desta ideia.
Sobre o exagero
O que é verdadeiramente exagerado aqui? O debate que fizemos ao texto do Dr. Gabriel Muthisse ou a afirmação de que "Filipe Nyusi fora da Frelimo é igual a Raúl Domingos?" Por que Raúl Domingos? Não terá sido por este pensar que era forte mesmo sem razão, ao ponto de fundar um partido? Não acha exagerado comparar um Chefe de Estado a um líder de um partido que só teve 2,7% de votos? Uma coisa é o que quis dizer. Outra, diferente, é o que disse. Melhor: escreveu.
Sobre o Facebook
Há quem se insurja por um programa televisivo usar o FB como fonte. Há agora muitos Chefes de Estado pelo mundo fora a utilizarem o FB para comunicações oficiais. Mais: o Dr. Gabriel Muthisse não é uma pessoa qualquer, não fez um pronunciamento qualquer. Devido a esse seu estatuto, o que ele diz é relevante, sobretudo quando o faz em torno de um assunto actual.

Finalmente, o mais importante: o Dr. Gabriel excedeu-se no comentário e, no lugar de procurar culpados, bodes expiatórios, devia retractar-se. Pode sempre alegar que no calor do debate se entusiasmou e foi para além do aceitável. Não seria um caso isolado. Acontece a muitos.
  • José Jaime Macuane Parece que o momento é propício a exercícios de semântica. Haverá ainda muito a intepretar e entender neste início de mandato.
  • Juma Aiuba Com certeza! O que o Dr. Muthisse disse é que Cristiano Ronaldo ou Messi não valem nada fora dos seus clubes. E isso pode até ser verdade. Não venha agora dizer que não sabemos ler.
  • Jhene Aiko yesss!!isso e que e ser jornalista!!! agora o ex...eu ia tentar defende-lo se tivesse resolvido os problemas de chapa...mas como disse nao vinha fazer milagres...hehehe
  • Egidio Vaz Eu vi o programa. Gosteido debate e das ideias. Aprendi. Também li o comentário do Dr Muthisse que foi citado ipsis verbis dentro de um contexto que achei justo. Ora, o contexto é tenso em si. O pensamento do Dr Gabriel Muthisse em relação ao Presidente Nyusi e a Frelimo é o mesmo e não mudou. E ele fundamenta bem. Nyusi é só Nyusi com a Frelimo. A comparação pode ter sido muito "forte" tendo em.conta o contexto em torno do qual Nyusi emergiu dos "Três Cem", passando pela campanha até à Presidência, pela situação actual do poder bipolar até ao futuro incerto na relação com a Renamo. É esta psicose, esta "doença holandesa" que os moçambicanos vivem agora. Inclusive ele próprio.
  • El Patriota Descanse mestre Jeremias. A Stv fez a sua parte como órgão de comunicação. Um comentário daqueles vindo de personalidades como a do respeitável Dr Gabriel Mutisse em dias como estes, é notícia e das boas. Os manuais de jornalismo, nos capitulos sobre critérios de noticiabilidade, secundam muito bem o que digo...
  • Amosse Mucavele Haja dialogo, ha muitas mascaras que nao fazem sentido continuarem na nossa cara, obrigado Jeremias Langa
  • Gilberto Correia Eu li o texto do post de Gabriel Muthisse onde estava colocada a frase em causa e a mesma não assumiu qualquer preponderância. Tanto foi que me esqueci dela. Pois, pareceu-me que o objectivo central era transmitir que o vigor de FJN não deveria ser ...Ver mais
  • Ze Joel Eu acho que há uma doença ou defeito que assola os usuários das redes sociais, grosso modo, que eu chamaria de síndrome de surealismo virtual, caracteriza-se por uma incapacidade de projectar o mundo da rede social numa perpectiva factual, concreta, intelegível, acreditem há pessoas que escrevem ou postam nas redes como se isso se tratasse de uma experiencia de meditação transcendental, de um mundo que só existe no imaginário, um mundo intangível e efémero que sempre se gera quando fazemos o log in e desvanece quando fazemos o signoff. É por essa razão que as pessoas são capazes de se insultarem e amaldiçoarem-se com uma natualidade invulgar mas que no entanto, já mais seriam capazes de o fazerem face to face, é por essa razão que algumas pessoas escrevem coisas das quais não mais se identificam com elas quando confrontadas com esses mesmos escritos ou posts. Este síndro é o vetor da ideia de que o que escrevo ou posto no meu mural só pode ser usado com a "minha autorização" (entenda-se autorização escrita, ou verbal) O síndrome faz com que as pessoas pautem por actitudes que caracterizam actos libertinos e inconsequentes. Eu acho que nós devemos nos comportar, nas redes sociais, de uma forma que se aproxime o mais possível da convivencia física(evitei usar o termo real para não passar a ideia mistica de "irreal") A ideia que não transita no subconsciente de muitos é de o mundo das redes sociais é uma réplica do mundo físico, onde o respeito, o direito a expressão,direito a honra, direito ao contraditório, onde as pessoas podem transmitir energias possitivas, carinho, amor e.t.c, não é por acaso que os tecnicos das redes sociais trabalham dia e noite no sentido de " humanizar" mais as redes se repararem o post do Jeremias aí no meio ele aparece chorando e isso deve ser entendido como uma mensagem da alma do indivíduo. A minha ideia é de que nós devemos ser/ter responsabilidade de tudo quanto escrevemos ou postamos. Devemos investir nas nossas competencias comunicativas principalmente na escrita. Devemos tambem investir na aprendizagem do uso das redes e nos seus inerentes. Eu creio que não esteja aqui em causa a idoniedade do Dr Muthise, mas sim sua responsabilidade nquilo que disse.
  • Américo Matavele Na mosca, caro Gilberto Correia. A miopia auto induzida e defensiva não vai desvirtuar o erro (conveniente?) que foi artisticamente entralaçado pela dupla do programa. O trecho, repito, trecho, não vai encerrar toda a ideia que o mano Muthisse quis deixar patente. Os cortes que se fez, a insistência pela frase sabiamente escolhida, o lançamento de cenários à volta da referida frase, o nivelamento por baixo da ideia em si e a reiterada insinuação sobre os problemas da FRELIMO com base nessa frase, são sinais inequívocos de que havia consciência do que se estava a fazer. O mano Gabriel Muthisse disse, num post posterior, que o mano Tomas Vieira Mário comentou no tal post do mano Marcelo Mosse, portanto ele foi notificado ou leu todo o comentário. Essa ciência de interpretação do texto é subjectiva, usando essas citações todas como minha defesa. A má fé existe, e fugir à responsabilidade só demonstra que há consciência de se continuar a usar o mesmo expediente para destruir mais gente ou semear discórdias, estas que então são notícia. Acho que honestidade intelectual é algo que deve ser cultivado. Não custava ler-se todo o comentário e mais tarde perguntar sobre uma passagem. O mano Jeremias Langa até disse que o mano Gabriel Muthisse disse aquilo, como se fosse aquilo somente que foi dito. Não gramei nada dessa cena. Não animou.
  • Manuel J. P. Sumbana Gilberto Correia. O comentàrio do Gabriel Muthisse foi taxativamente transmitido./citado na íntegra. Pode prestar-se várias interpretações diferentes. Nào vejo porque razâo esta interpretaçâo feita pelo Jeremias e Tomãs (que coincide com a minha e de muita gente) nâo pode ser considerada honesta. 

    Ao Gabriel só cabe explicar o que quis dizer e pedir desculpas em vez de diabolizar os Jornalistas.
    Esta interpretação pode ter até sido causada por declaraçôes anteriores (relativamente recentes) infelizes do Gabriel como aquela em que diz que náo era Ministro para fazer milagres no transporte público urbano e noutra em que diz que trabalha para os europeus quando comentava o banimento da LAM do espaço aéreo europeu.
    Figuras públicas/políticas têm obrigaçâo de ter redobrada cautela nas suas declaraçôes públicas. E ele tem relaxado nesta área. 
    Gostaria de reiterar que o meu respeito pelo Gabriel Muthisse como politico, orador e interlocutor nâo sofreu nada mas certamente como polìtico sofreu um revés que ele pode superar ou compensar a muito curto prazo.
  • Américo Matavele Mano Manuel J. P. Sumbana, o comentário do manoGabriel Muthisse não foi lido na íntegra. Tem vídeos aqui mesmo no facebook. Não foi lido na íntegra. Escolheu-se uma parte conveniente, só.
  • Ze Joel Dr Correia, respeito sua opinião. Mas vamos la aos poucos, na sua exclusiva opinião e baseiando no texto como um todo e baseiando-se no actual contexto, a que se deveria a iniciativa do Dr Muthise, em enfatizar a ideia de que o vigor do Presidente Nhusi não pode ser desvinculado do partido? Atenção gostaria de ouvir sua exclusiva opinião não do Dr Muthisse como tal. Depois perguntaremos ao Dr Muthisse.
  • Suharto Mangulle Estamos entrar na verdadeira democracia e liberdade de expressao k bom
  • Lazaro Mauricio Bamo A Hermeneutica é uma ciencia porque tem methodologia, centra se num objecto. Um objecto "trinchado" nao pode garantir pleno exercicio hermeneutico. Analisar uma opiniao contida num debate arrasta nos sempre a equivocos quando alargamos o horizontes dos...Ver mais
  • Marcelo Mosse O grau zero da escrita Jeremias Langa
  • Marcelo Mosse Nao pecas que ele se retracte Jereminas Langa. Isso eh fechar portas ao debate quando ele ainda apenas agora comecou. E a questao eh> se Nyusi sem a Frelimo eh igual a RD porque eh que a Frelimo nao lhe entrega a maquina para que ele ao seja esse RD?
  • Júlio Mutisse Depois de ler um post de uma profissional da comunicação que respeito muito ( Zenaida Machado) interiorizei o que o El Patriota diz acima! Tal como Gilberto Correia tenho medo dessa nuance da arte jornalística. O mais importante é o aprendizado que fica e isso vai nos ajudar a saber estar não só aqui, como em qualquer sítio onde veiculemos opinião. O comentário, como um todo, tinha o seu contexto a frase, retirada daquele contexto fica demasiado forte e vai para além do que, provavelmente, se quis significar.

    Manuel J. P. Sumbana, eu vi o programa a partir de um vídeo que foi colocado no seu mural. O comentário não foi lido na íntegra. Isso faz alguma diferença e há quem comenta nesta rede a partir do que ouviu naquele programa e não a partir do que foi efectivamente escrito.
    Ao Gabriel Muthisse como figura pública, haverá que ter sempre em conta o que se diz aqui sobre critérios de noticiabilidade etc e as linhas com que se cozem os profissionais da comunicação, principalmente no que diz respeito ao uso que se pode fazer das ideias que expresse. Quer dizer que concordo? Não, como disse, tenho medo disso, mas há que aprender a viver com isso.
  • Manuel J. P. Sumbana Américo e Bamo, nenhuma frase foi truncada no comentário do Muthisse. Aqui contou certamente o emissor da mensagem. Se eu, Lázaro, Américo ou qualquer G40 proferisse tal frase pouca relevância teria. Mas quando se trata de uma figura como Muthisse, a coisa muda de figura. 

    Aliás, esta manhá, a Zenaida Machado postou algo muito interessante sobre as cautelas que algumas figuras devem ter ao proferir certas declaraçôes.
  • Ze Joel Não sei se alguns estão a sugerir que passemos a fazer transcrições integras dos textos para não dexcontextualizarmos..duvido...não foi assim que escreví a ultima defesa.
  • Lazaro Mauricio Bamo Mano Marcelo Mosse acho que usar, filosoficamente falando, a indução, mata o debate.
  • Jeremias Langa Meus caros, um texto presta-se a várias leituras. Por que forçar apenas uma e única como válida e as outras não? É certo que mencionei uma parte do texto no programa, mas isso nao significa que nem eu nem o Tomás nao o tivessemos lido na íntegra (eu e o Tomás somos ambos amigos do Dr. Gabriel Muthisse no FB e o Tomas até fez um comentário no mesmo post de Mosse). Li uma parte - a mais significativa para mim, como poderia ser outra para outra pessoa - apenas por uma economia de tempo. Já imaginaram num programa de tv o apresentador ler um texto inteiro de sei lá quantos parágrafos?
  • Ze Joel O pior é que os que criticam a "citação descontextualizada" não a contextualizam, limitando-se apenas a condenar..digam então !!
  • Lazaro Mauricio Bamo Mano Jeremias Langa, eu acho que o a questão central é exactamente essa, debater o comentário de Mutisse com base no seu comentário sobre o primeiro. É que para o grande público que acompanha o seu programa, que está alheio ao debate, o enquadramentodaquele comentário, acaba sendo resultado apenas do comentário de Mutisse e não do contexto em que este foi feito. Percebo que há necessidade de economia de tempo, então vamos arranjar tempo para fazer enquadramento das questões para transmitir fielmente o que se diz e dar também espaco para que o telespectador tire as suas conclusões. Este é o ponto.
  • Lazaro Mauricio Bamo Mano Manuel J. P. Sumbana o meu comentário antes deste também, vai ao encontro da sua colocacao.
  • Alice Mabota Jeremias quem semeia ventos colhe tempestades O G40 foi criado para pisar quem quer que seja os resquícios do G40 querem dar a entender que podem continuar a velimpiar a torto e a direito só que os tempos são outros.Imaginese-se Jeremias que tivesse levantado este debate no tempo das vacas gordas até te fechavam o programa por força do G40 . Perdes tempo em procurar o significado das paravras para quem quanto a mim deixaia os outros analizarem o sentido da comparação e chegarem a conclusão se Raul Domingos é um Bicho, analfabeto, despresível ou quê ou o Presidente Nyussi foi colocado por votos ou a Frelimo mesmo sem votos o colocou lá.E, ele deve obediência a quem o colocou como presidente. Quando tentas te justificar desces ao nivel deles e é isso que querem mostrar que não deves tocá-los , mas como disse os tempos são outros se fosse ontem até irias responder na procuradoria da cidade. Siga em frente critica a todos para estarmos na linha ou te explicarmos a razão de ser das coisas ,ès jornalista.
  • Mario Massinwana Jeremias! O que era de esperar desses politicos. Nem sabem o que falam ou seja do que falam. E um grande ridiculo comparar as pessoas como o Dr, Muthisse o fez. Mas que fazer pela boca morre o peixe...
  • Américo Matavele Mano Manuel J. P. Sumbana, eis o próprio manoJeremias a dizer que leu uma parte. Assunto encerrado. Mano Langa, o mano Muthisse fez o comentário num post. Esse post desenvolveu-se, e quando desenvolve-se, ele próprio perde a sua primeira e chega um ce...Ver mais
  • Lazaro Mauricio Bamo Dra Alice Mabota (espero não estar equivocado que seja ela de facto), acho que devia entrar no debate, ler os comentários antes de mais. Isso iria permitir perceber o que estamos a falar. Há uma pergunta básica da escola primária, no primeiro grau mesmo, que os professores colocam depois de mandar os alunos lerem determinado texto: De que fala o texto? Então acho que também devia fazer esse exercício para evitar desvirtuar o assunto que estamos a debater.
  • Jeremias Langa Companheiro Lazaro, viu o programa?
  • Jeremias Langa E quando o assunto do Dr. Muthisse foi introduzido, em que contexto de debate estavamos?
  • Lazaro Mauricio Bamo Companheiro Jeremias Langa, uma coisa é o contexto geral do debate sobre a politica nacional outra bem diferente é o contexto em que o comentário de Mutisse foi feito. É que no caso concreto do comentário de Mutisse o Jeremias cita de forma isolada ospronunciamentos deste e para um telespectador que nao acompanhou o debate no mural do Marcelo Mosse aquele comentário é isolado. Depois seguem as conclusões de alegadas divergências dentro da Frelimo e o famoso medo da mudanca. Este é o ponto.
  • Antero Nhantumbo As vírgulas e os pontos em acção...
  • Avelino Namarrocolo Dr Muthisse cometeu a terceira gafe em pouco tempo, depois daquela grande entrevista a STV (nao era milagreiro pra acabar com os my loves) e aquando da inauguracao do aeroporto de Nacala sobre o banimento LAM no espaco europeu (nao trabalhava pra os europeus), o que ele devia fazer agora eh retratar-se pedindo desculpas ao PR e ao Raul Domingos porque os ofendeu mesmo sabendo que nao era intencao, fica mal arranjar bodes expiatorias atirando culpas aos jornalistas Jeremias Langa e Tomas Vieira Mario .
  • José Amor Mudjadju Tovele O Gabriel Muthisse, fala depois pensa, mas devia ser ao contrario
  • Jerry Revelador Fonseca Sim professor Jeremias.
  • Emerson Eduardo Nhampossa Enquanto muitos buscam respostas ao dito por não dito a verdade fica embrulhada. Forças professor Langa
  • Alfiado Zunguza Creio que a afirmacao comparativa do Gabriel Muthisse pode ter o seu merito no contexto pre-eleicoes presindenciais de 2014 mas nao depois da tomada de posse do presidente Nyussi. Primeiro porque nao ha homogeinidade na Frelimo, segundo porque o Nyussi e chefe do estado e do governo. A FRELIMO PRECISA MAIS DO GOVERNO DO O GOVERNO DA FRELIMO..... Tome nota...
  • Emilia Macuacua hum , o jeremias langa é um dos meus jornalistas favoritos mas xtou indignada com esta cirurgia a sangue frio q foi forçosamente feita ao Dr Muthisse .pareceme ter havido ma fé e veja q tirou as partes ms sensíveis do post .reparem na insistência q perguntará ao Dr Tomas onde desagua naqueles tristes adjectivos de assassinato de imagem !hewena
  • Jaime Langa Estava muito interessado em entender o argumento do meu primo Jeremias Langa mas acabei aprendendo lingua portuguesa. Tambem estava a precisar. O Gabriel Muthisse nao desmente ter proferido aquelas palavras somente reclama a falta de contextualizacao da circunstancia em que as pronunciou. Isso primo jerry nao explicaste. Tudo que disseste eh verdade mas a razao ficou por explicar.
  • Leão Severo Li o referido texto do senhor Gabriel e, nessa altura, nada mais disse que... este homem que parecia ser coerente, respeitável, perdeu uma grande oportunidade de ficar calado. Não merece mais o meu respeito e, se calhar, de muitos que o admiravam. Foi ridículo e pior, nao se redime, dos seus atropelos.
  • Jonas Joaquim Sim muito feio usar apenas duas frases no meio de tantas para fazer outras interpretações. Isso estende-se também nas gravações seja de televisão ou rádio. O básico do jornalismo ensinado em muitos manuais que o mano Jeremias leu ou lê ensinam assim. Nos inspiramos em si não nos desilude.
  • Jonas Joaquim E no mínimo ma fé
  • Izelia Armando Cossa Fizeram de uma palavra um debate
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Recordem-se

Caro Dr. Jeremias Langa
Também nutro um imenso respeito por si. Considero-o, sem favor, um dos nossos melhores moderadores. Por isso mesmo a desilusão. E por isso mesmo que, também, não pretendo deixar-lhe sem resposta.
Concordo consigo em que o leitor tem plena liberdade para construir seus próprios entendimentos, mas ele também é limitado pelos significados trazidos pelo texto e pelas suas condições de uso. Assim, conforme também se ensina, interpretar um texto implica reconhecer a intenção do autor, evidenciando a força do enunciado através dos recursos gráficos e léxicos. Para tal, é importante que o leitor seja capaz de diferenciar o leitor real que é, do leitor pretendido pelo autor.
Existem, obviamente, instrumentos que regulam essa relação autor/leitor. E a transgressão desses procedimentos pode revelar, até, intenção dolosa. Quais são esses instrumentos? Como, o Dr Jeremias Langa seguramente sabe melhor do que eu, estamos a falar do processo inferencial! Este pode ser descrito como o método que permite o estabelecimento da relação entre as partes do texto e entre estas e o contexto, fazendo dele uma unidade aberta de sentido. Ou seja, relações de significado dentro de um texto não são aleatórias. Elas se originam no encontro-confronto de dois polos em situação de leitura: o do autor e o do leitor.
Alguns autores, como Marcuschi L. A, falam do que consideram inferências sem base textual, isto é, falseamentos e extrapolações infundadas. Foi isso que senti quando "leu" aquele trecho em que supostamente eu teria escrito que o PR "não vale nada". Falseamento e extrapolação infundada. Se o caminho que se for a seguir for este, talvez tenham razão os que insistem que devo sair do facebook. Na verdade, muitos amigos parecem preocupados com o que chamam gestão da minha imagem. E com as possíveis repercussoes na minha relação com o PR
Não pretendo fazê-lo, por ora, porque ainda acredito que esta pode ser uma ferramenta importante para o crescimento da nossa cultura do debate. E, também, porque sei que a FRELIMO ee um Partido adulto. E o meu relacionamento com o PR ee aberto e são.
Aliás, este mesmo caso mostrou como a nossa sociedade tem crescido nos últimos anos. Não pretendo, muito menos, auto-censurar-me como algumas pessoas "bem intencionadas" me ensinam nos seus timelines. Todo o prazer da interacção esvair-se-ia.
Estamos juntos.
Gosto ·  · 
  • Abdul Magide Sidi Hassam Gabriel Muthisse nao precisava escrever que Nhuzi fora da Frelimo seria um Raul Domingos. Bastava dizer que Nhuzy sem o apoio do partido nao eh nada. E ai parece que Muthisse nao foi simpatico ou inteligente se quisermos.
  • Tomo Junior O Jeremias Langa falou disso no ""Pontos de Vistas""?
  • Cesar Ngozo "Um sábio não diz tudo o que pensa"


    Embora, haja um pequeno exagero na comparação, existem pequenos circuitos que estejam a tentar dramatizar... muita calma Irmãos!
  • Guidion Wilson Sou de opiniao que dr Gabriel Muthisse nao usasse este meio para debates ou interacoes desta natureza principalmente quando entra nome do chefe de Estado e outros da elite. Tenho muito respeito de si o que temo e' que nao lhe entendam como pretendes que a msg chegue ao receptor. Saudacoes Especias.
  • Abdul Magide Sidi Hassam Guidion Wilson...mais uma vez, la vamos nos para o conclave! Deixa a democracia e o direito de livre expressao, fluir.
  • Guidion Wilson Reitero "que a msg nao seja deturbada" sou a favor da democracia e libetdade de expressao.....e sr Abdul Magide Sidi Hassam e' minha opiniao em relacao ao respeitado Gabriel Muthisse. Saudacoes.
  • Grace Zitha Desculpe nao sou politico, mas acho que devias mesmo cair fora do fb. para te preservares.
  • Grace Zitha o ser umano e complicado.
  • Guidion Wilson Congratulo dona Grace Zitha.
  • Abdul Magide Sidi Hassam E cada vez mais aumenta o espaço entre os votantes e os votados.
  • Don Nenas O Debate aberto e franco so demostra o quao os mocambicanos estao num crescendo intelectual isso so faz bem..bem haja!
    23/2 às 18:39 · Editado · Gosto · 4
  • Brazao Catopola Umberto Eco "os textos admitem várias interpretações mas não quaisquer interpretações, pois, as corelações de sentido entre e dos os significantes limitam existência de outros sentidos não presentes nos enuciados"... Ntlha
  • Socrates Mayer Devemos falar de qualquer figura que seja, desde que haja evidência do que tratamos.
  • Socrates Mayer Devemos falar de qualquer figura que seja, desde que haja evidência do que tratamos.
  • Julião João Cumbane Gabriel Muthisse, eu não tenho dúvida que houve intenção dolosa da parte tanto do moderador como do comentador. Não foi elegante. Mas não seja por isso que vais ser forçado a saires do Facebook. Talvez é isso mesmo que querem. Se for, saires é oferecer-lhes vitória. O Facebook vem revelando-se como uma plataforma muito útil para a interacção social em larga escala. Como sociedade, podemos aproveitar muito bem esta plataforma para a educação e formação reciprocas, mutuamente vantajosas, e deste modo contribuir para o crescimento da cidadania responsável no nosso país. Não dá muita importância ao incidente. Vai corrigir-se.
  • Gildo Mugabe Mugabe Sr Jeremias Langa, Sr Gabriel Muthisse, os dois gozam do direito a resposta, gozam da liberdade de expressao tambem, mas porfavor vamos pautar pela tolerancia!
  • Shchuka Vybrat O que vou apelar aqui é: aos comentadores do mural do Dr. Mutisse, tenham cuidado no que dizem (escrevem) voces estao a atiçar mais as partes, nao agitem. Uma conversa entre os dois, homem para homem de académico para académico pode ultrapassar-se isto...

    Nako nada juro nao agitemmm
  • Sergio Chongo Fiquei triste com as palavras de Sr. Gabriel Muthisse em relacao ao PR. Nunca medires 1 ser humano a palma da mão!!
  • David Elias Eu penso que não podemos "fugir com seringa no rabo" pode ser fatal a verdade é o que o povo menos escolarizado entende... repare as ideias deixadas aqui é parq ser entendidas por todos nos incluindo aqueles como eu nao formados em linguas: portug, frances, alemao e em diante, o recurso a figuras estilistica podem n ajudar o entendimento de ideias postas pela maioria do povo la em Mueda que ja usa fb......
  • Initovitch Gulupov "Realmente Nyussi, Gabriel Muthisse...Guebuza jamais serao simples cidadaos". Primeiro foi naquele post do Marcelo Mosse sobre os jornalista presos em Massingir/caça ilegal, que o Muthisse foi logo endorsed de Ministro (ou ex Ministro). Ele fez questao de realçar que tratavasse de um comentario daquele cidadao de Chonguene (?), e nao de um Ministro nem ex Ministro. Logo notei que nao ia longe com esse singularismo. De facto nao tardou...comentario de "simples cidadao Muthisse" virou manchete de jornais, telejornais...e redes sociais. De facto so um individuo muito inteligente (e talvez de má fé) pode "querer entender" o post do Muthisse diferente do simples facto de que "presidente Nyussi é o que é com a força da Frelimo...". Ter carregado consigo o Raul Domingo, era apenas uma comparacao, por este estar "sem forca" depois de ter saido da Remano (ele foi negociador chefe da Renamo). Por isso meu concidadaos nao vamos fazer de simples palavras "cavalo de batalhas" e criar crispagens sem razao.
    23/2 às 19:19 · Editado · Gosto · 6
  • Dércio Ernesto Depois de ler as respostas e contra-respostas, concluo:


    Estamos mediante duas falácias lógicas argumentativas:

    1. Espantalho : Você desvirtuou um argumento para torná-lo mais fácil de atacar.

    Ao exagerar, desvirtuar ou simplesmente inventar um argumento de alguém, fica bem mais fácil apresentar a sua posição como razoável ou válida. Este tipo de desonestidade não apenas prejudica o discurso racional, como também prejudica a própria posição de alguém que o usa, por colocar em questão a sua credibilidade – se você está disposto a desvirtuar negativamente o argumento do seu oponente, será que você também não desvirtuaria os seus positivamente?

    2. Ad hominem : Você ataca o caráter ou traços pessoais do seu oponente em vez de refutar o argumento dele.

    Ataques ad hominem podem assumir a forma de golpes pessoais e directos contra alguém, ou mais sutilmente jogar dúvida no seu carácter ou atributos pessoais. O resultado desejado de um ataque ad hominem é prejudicar o oponente de alguém sem precisar de facto se engajar no argumento dele ou apresentar um próprio.
    23/2 às 19:21 · Editado · Gosto · 4
  • Gaspar Americo Gove Dr Muthisse devia admitir que exagerou um pouco, o Jeremias Langa ate nem queria dizer o nome, mas o Tomas disse que nao havia problema porque era uma publicacao do facebook, admiro o Jeremias Langa excelente profissional.
  • David Elias Concordo com Gaspar as gravacoes do programa podem ilucidar isto......
  • David Elias Me parece nesta transicao dita historica e geracional vao sendo criadas feridas e inconformismo do modo operando de alguns grupos que acham que o pais deve continuar no slogan " Deixem gritar a caravana avança", camaradas vamos adoptar uma nova pagina num Moz Prospero e onde todos estejamos engajados pela Paz e harmonia-equilibrio social .......
  • Zefanias Augusto Namburete Dr Gabriel Muthisse por favor penso -lhe não sair desde plataforma. seja lá o que for o assunto que lhe foi ofendido.

    O sr faz me aprender muito nasua maneira de abordar assunto.
    23/2 às 19:37 · Editado · Gosto · 1
  • Euler Gente De Mocuba As redes sócias entusiasmam e podem provocar mudanças e reações reais e positivas, mas quando as reações são negativas tornam se efectivamente graves e de dimensão impensável, mas também são o domínio dos fala baratos e, aqueles que mais gritam ou escrevem ou falam nem sempre são os que mais merecem ser ouvidos.
  • David Elias Perigoso algumas mentas lider ouve, analisa, procura participacao e toma decisao conveniente atencao pensar em kestoes da nacao todos tem direito de ser ouvidos, a nacao é de todos Moçambicanos pobre, rico, academico e/ou analfabeto.....
  • Celia Chirindza Eu especialmente dou da opinião que debates podem sim ser discutidos no Facebook. Penso ke os criadores do face fizeram isso para esse espaço de debate tbm. 

    Porke razão o sr. Gabriel Muthisse teria de sair do face ele está apenas a dar a sua opinião. 
    Deixemos de usar as redes sociais apenas para pornografias e aprendamos algo com isso. Assim sendo Sr. Mutisse dou lhe forças para continuar no face e honestamente falando nunca vi maldade naquilo que o sr pública. 
    Well, é o meu ponto de vista. 
  • Marcelo Mosse Sao os estertores da morte, Homer Wolf, o tormento do fim. A coisa dos Calados Kalashs e a tirada do Gabriel Muthisse sobre o Nyusi cairam mal na Frelimo. Eles sentiram o golpe violento da pedra na testa, o efeito cinico do boomerang. Nao foi tiro pela culatra... foi golpe de ricochete da bala disparada no peito de quem premiu a kalash...agora no Partido se sente tamanha dor e querem impor ordem...dizem me que o assunto vai a Comissao de Verificacao e que no futuro a propaganda do Partido vai estar mais controlada...Eles podem ir arrumando as maldosas kalashs...
    23/2 às 20:32 · Editado · Gosto · 13
  • Orlino Zibia dr muthisse coragem garra tranquilidade seja heroi nao sai d fb pos nem sequer um dia t deixe ferver com pouca agua forca mano
  • Jorge Albino Manungo Olhe, moçambicans cada casa ou familia tem o seu principio e o principio da FRELIMO é a cultura da critica e auto-critica, num espaço e tempo nao n rua , optems plo estatuto do Partido FRELIMO e nao plas nossas mentes e tem k saber k o cda Muthisse foi Ministro dos Transportes e Comunicaçoes , sabe do significado do sigilo, confidencia e zelo plo aparelho d estado .
  • Nelson Matsinhe Eu penso que como Jornalista e naquele caso moderador de um debate televisivo o Jeremias não agiu mal. É natural que queira criar o drama e explorar ao detalhe o debate. Não esqueçamos a razão subjacente ao seu comentário, houve uma atitude do partido que aos olhos do povo não estava em concordância com a do presidente, foram várias as vozes tanto de dentro como fora que procuraram desdramatizar o "mal entendido" do povo, o Jeremias já vinha com a intenção de explorar o assunto a fundo, visto que era o assunto do momento. Foram ali citados comentários de outras pessoas, e claro, pela sua importância e posição na sociedade. O problema pra mim pode ser o facto de ele apenas citar um passagem do seu comentário e não no seuntodo, o que de forma isolada parece grosseiro mas convenhamos que não deturpou de todo o sentido do comentário, aliás, repito, fazer o drama é o natural do jornalista, afinal é um debate de ideias. Penso que se deve deixar ao bom senso de cada um e em particular dos visados interpretar o texto e perceber o seu alcance do que tentar limpar o quadro com apagador sujo.
    24/2 às 1:30 · Gosto · 5
  • Idrizio C. Augusto Paulino  Admirado Camarada Gabriel Muthisse, Sou de opiniao que este tipo de debate nao pode ser propalado em estas circunstacias, atendendo que esta mencionado o nome do PR o mais alto magistrado da nacao e que a FRELIMO tem forum proprio para estes debates.
    24/2 às 9:29 · Gosto · 1
  • Basilio Muhate Sempre viveremos nesta confrontacao (no bom sentido da palavra) de classes: midia, politicos, academicos, empresarios, etc... 

    As teorias de conspiracao muitas vezes têm origens obscuras e transformam-se numa construçao de todos que nos rodeiam ...por isso é que a comunicaçao permanente dessas forcas de confrontacao eh muito importante para nao dar azo a situações que podem (podiam) ser melhor conduzidas...

    24/2 às 9:54 · Gosto · 3
  • Jorge Albino Manungo Olha, meu irmao Idrizio Augusto tou d acordo c a sua opiniao , ha lugares p estas palavras . A FRELIMO é uma familia e os pais d uma determinada devem dialogarem ou discutirem em pleno os flhos ou outrem, tem um quarto p tal ...
  • João Machungo Aconselhar X ou Y a abandonar este rápido e flexível "Círculo de Viena", simplesmente porque apresenta uma ideia oposta à dos outros parece-me uma falácia grotesca. Ademais o que confere qualidade aos debates, na minha opinião é a participação de todos, independentemente do título ou brasão heráldica passado ou em curso. Não me afigura coerente aconselhar seja quem for (no lugar de apresentar seus argumentos), a cair na fraqueza de abandonar a sala de debate. Seria menos ilógico respeitar opiniões dos outros (mesmo sem concordar) e acima de tudo evitar submete-las no âmbito de conotações descontextualizadas.
  • Nkulu Wa Munu O que custa ao senhor Gabriel Muthisse admitir o erro? eh normal, todos erramos.
  • João Machungo Respeitado Nkulu Wa Munu, pode-me ajudar a identificar o erro de que se refere?
  • Abdul Jabaru He caro sr Muthisse retra-se vai ficar bonito na foto, deixe de lado o Jeremias Langa, da proxima nao se precipite a expor-se, he he he as suas palavras ja foram consumidas
  • Bernardino Conselho Dr. Gabriel Muthisse foi um dos ministros de que admirei nos ultimos anos, mais devo confessar mais uma vez, porq já o teria feito no seu post anterior, o que motiva a comparação entre o Chefe de estado e Raul Domingos. Na qualidade de um dos mais modernos governantes que o país já teve nos últimos 10:anos, esclareça a duvida que eu tenho e muitos outros compatriotas têm.
  • Almeida S. A. Tomaz Dr. Muthisse

    Tens proporcionado um valioso e didáctico contributo ao debate.
    Apoio aos que apoiam a sua manutenção.
    Também apoio a necessidade de nos atermos ao real sentido pretendido pelos demais actores nas suas intervenções (verbais e escritas) pois, somente assim as pessoas poderão se sentir mais confortáveis de participar e o debate mais rico estará.

    Cordialmente
  • José Luís meu caro e admirado ex-Ministro, na minha modesta alusao, quero dizer que nao mediste gravidade das palavras sendo leitor, ficou clara e sublinhada a comparaçao entre PR e R.Domingos e pareceu-me infundado e descabido. Espero que tenha aprendido a liçao, Nao saia do Facebook, os debates que impulcionas sao utis e didaticos. abraço.
    25/2 às 0:00 · Gosto · 1
  • Paulo Chaúque Fique no FB Gabriel e exprima-se, pois...

    "Aquele que se deixar ultrapassar pela tecnologia será punido pela vida"
    Julgo que foi frase do MIKHAIL SERGEEVICH GORBACHEV
  • Golarde Joao Marcoa meu amigo Muthisse,as pessoas entendem de diferentes maneiras um certo paragrafo ou um periodo.o que voce queria dizer nao e o que o jeremias entendeu.Acho que voce se recorda quando lhe disse em cabo delgado,no congresso.a Frelimo esta se dividir com a eleicao do guebuza como presidente do partido.outros irao para o lado do presidente da republica,outros do lado do presidente do partido no poder e muitos outros ficam com o presidente honorario,chissano.Agora o melhor sera escolher o seu lado perferido e pedir a boleia
  • Hari Domingos Camaradas todo mundo ja cometeu uma gaffe na vida. Todo mundo ja erro. Camarada Gabriel Muthisse sempre escreveu bem e sempre criou o bom ambiente de debate. Vamos parar de cruscificar. Todo grande homen erra.Forca Camarada. Um abraco

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