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domingo, 25 de janeiro de 2015

BOKO HARAM ATACA MAIOR CIDADE DO NORDESTE DA NIGÉRIA


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Boko Haram ataca maior cidade do nordeste da Nigéria
O exército nigeriano afirmou que extremistas islâmicos do Boko Haram iniciaram na manhã deste domingo um ataque contra Maiduguri, a maior cidade no nordeste da Nigéria. As tropas extremistas estão a bloquear as principais estradas que levam a Maiduguri, a fim de impedir que os civis saiam do local. A Amnistia Internacional diz que centenas de milhares de civis estão "em grave perigo."
Autoridades afirmaram que os extremistas atacaram em três frentes ao redor de Maiduguri, a começar pelos subúrbios da cidade. Chris Olukolade, porta-voz do exército, publicou na sua conta do Twitter que "operações aéreas e terrestres estão a ser realizadas agora".
Maiduguri é capital do Estado de Borno e é considerada uma cidade-chave para os insurgentes que tentam criar um Estado islâmico no nordeste da Nigéria, maior economia da África. O local foi atacada várias vezes nos últimos cinco anos pelo Boko Haram, que matou cerca de 10 000 pessoas no ano passado.
Os militantes controlam vastas áreas de Borno e algumas regiões dos Estados vizinhos de Adamawa e Yobe. Recentemente tomaram controle da cidade e da base do exército nigeriano em Baga, perto do lago Chade. A incapacidade do exército nigeriano em deter o grupo tornou-se um grande problema para o presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, que tenta a reeleição em fevereiro.
Reféns - A notícia do ataque surge pouco depois que o grupo jihadista libertou 192 pessoas, a maior parte delas mulheres, no Estado de Yobe. As sequestradas eram da cidade de Katarko, situada a 20 quilómetros da capital regional, Damaturu, onde o grupo as tinham sequestrado num ataque em janeiro, declarou o dirigente local Alhaji Goni.
Os terroristas chamaram as famílias das reféns para que as pegassem no município de Gazargana, disse Goni. Uma das cativas, Malama Ayisha, relatou como os terroristas as reuniram e lhes pediram que formassem dois grupos: um formado por quem queria ficar com eles e outro com aquelas que queriam ir embora.
"Muitas rejeitamos a sua oferta. O líder disse que devíamos ser expulsas do território para voltar à terra dos infiéis", lembrou.
Homens do Boko Haram levaram-nas então à aldeia Wuron Yinwa, onde um pastor conseguiu que um camionista as transportasse até Gazargana para se reuniram com os seus familiares.
(Reuters e EFE)
Modificado em 

"Mistérios no relacionamento"

História da semana:

Saudações aos amigos da madrugada amiga peço anonimato. Sou um jovem de 25 anos conheci uma moça em 2010, com a qual tivemos um namoro difícil e viemos a nos separar porque a razão foi mais forte que o sentimento.
Primeiro porque eu descobri que ela foi a cama com o cunhado mas não por sua vontade, segundo ela. O tal cunhado nunca quis saber da nossa relação, e fizemos 2 anos de namoro difícil.
Segundo porque algo muito estranho acontecia em nosso relacionamento, podia chegar uma altura em que todo o sentimento de amor acabava, ficávamos indiferentes até na cama. Quando assim acontecia, ela dizia: NÃO SINTO MAIS TUA FALTA.
Foi difícil aceitar esta realidade. Nos amamos mas a razão nos proíbe e eu decidi afastar-me de tudo, evitando atender as chamadas dela que podem nos levar a um namoro informal o que eu não gostaria.
Acabei conhecendo outra moça no princípio do ano passado, temos uma relação bonita mas ela vive de segredos e mistérios que não sei para onde vão. Ela tem 21 anos, possui um terreno em segredo dos pais dela e das pessoas próximas dela, diz que adquiriu de um Xitique coma irmã. Argumenta que está a preparar segredos bonitos para os pais, até porque mesmo a nossa relação faz parte dos mistérios dela.
Toda esta situação me incomoda, pois vejo mensagens estranhas no telefone dela, e calei-me por muito tempo mas decidi perguntar o que estava acontecer. Ela diz que tinha um namorado, mas que a relação deles não era séria pois ele é casado e prometeu-me acabar com essa relação. Ando perturbado com os segredos que vou descobrindo. Amigos da madrugada, ajudem-me a confiar nela e tudo isso porque estou a evitar voltar a me relacionar com a minha ex-namorada. O que faço?

Este domingo é um dia histórico para a Grécia e para a Europa

OPINIÃO

Uma vitória para a democracia ou o prelúdio de uma catástrofe?

Seja qual for o resultado, este domingo é um dia histórico para a Grécia e para a Europa.
Os gregos vão neste domingo às urnas mais uma vez e o mundo volta a centrar o seu olhar no pequeno país mediterrânico. Como em 2012, as apostas são muito altas e podem-se estender para além da Grécia.
Para Antonis Samaras, o primeiro-ministro grego actual e líder do partido conservador Nova Democracia (ND), o que está em jogo é a estabilidade da economia grega, que começou a mostrar alguns sinais de recuperação em 2014. Mesmo mais do que a recuperação da economia, para Samaras uma mudança de governo neste momento poderia pôr em risco o lugar do país no euro e na família europeia em geral. Para Alexis Tsipras, líder da oposição parlamentar e do partido de esquerda radical Syriza, uma vitória do seu partido pode significar não apenas o fim das políticas de austeridade na Grécia, mas o primeiro passo da mudança política em toda a zona euro.
Uma das razões por que as eleições gregas têm atraído de novo tanta a atenção é o facto de que o Syriza, quase de certeza, será o vencedor. É provavelmente seguro assumir que o interesse nestas eleições seria muito menor se a ND estivesse bem à frente do Syriza nas sondagens. Desde a declaração de eleições antecipadas, rios de tinta correram já numa tentativa de especular sobre o que um governo do Syriza fará, se ganhar efectivamente as eleições. O crescente consenso de economistas e analistas de todo o mundo é que o Syriza tem razão sobre a insustentabilidade da dívida grega e no enfatizar a necessidade de a reduzir. Ao mesmo tempo, há um reconhecimento quase universal de que um Governo Syriza terá poucas vantagens, além do seu mandato democrático, numa negociação com os seus credores internacionais. Em 2012, o medo principal para Berlim e Bruxelas foi o potencial contágio económico que poderia ser causado por um defaultgrego descontrolado, o qual poderia mesmo levar ao colapso da zona do euro. Em 2015, o medo de contágio económico foi substituído pelo medo de um contágio político que uma vitória do Syriza poderia provocar, especialmente com o Podemos em ascensão na Espanha.
Por esta razão, é expectável que um governo do Syriza seja confrontado por um governo alemão intransigente e que possa estar disposto a esmagar uma desafiante Grécia, a fim de enviar uma mensagem forte para outras forças políticas que possam querer desafiar o compromisso com o caminho de austeridade. Neste caso, o único recurso de um Governo Syriza poderia ser um volte-face e a aceitação de prosseguir com as políticas dos governos anteriores, arriscando-se a perder legitimidade tanto aos olhos do eleitorado como perante o próprio partido. O que vai mesmo acontecer está em aberto.
Mas, primeiro, o Syriza precisa vencer a eleição de hoje. A esse respeito, tudo está a correr muito bem para o partido de Alexis Tsipras. A diferença entre o Syriza e a ND cresceu de forma constante nas últimas três semanas. De acordo com as últimas sondagens, nesta semana a vantagem do Syriza nas intenções de voto era de cerca de 6 pontos percentuais face à ND. A campanha do medo desenvolvida pela ND não foi tão eficaz desta vez. A última chance de uma reviravolta, favorável a Antonis Samaras, foi uma exclusão explícita da Grécia do programa de compra de dívida que foi anunciado pelo Banco Central Europeu na quinta-feira. Mas Mario Draghi não respondeu negativamente às perguntas sobre a Grécia, como, paradoxalmente, as sedes da ND e do PASOK gostariam.
Portanto, a questão premente sobre os resultados deste domingo não é sobre quem vai ser o vencedor, mas se o Syriza será capaz de formar um governo. Se as sondagens estiverem correctas, o Syriza não ganhará os 151 assentos parlamentares de que precisa para obter uma maioria absoluta. As últimas sondagens dão a Coligação de Esquerda Radical perto, mas abaixo dos 36% e, o mais importante, prevêem que sete partidos ultrapassam o limiar dos 3% e entrem no parlamento. Para o Syriza ganhar com maioria absoluta, seria necessário que os “Gregos Independentes” (Anel), que agora estão perto da linha dos 3%, ficassem de fora do parlamento. Além da ND, os outros quatro  partidos que se espera que entrem no parlamento são o Pasok, o partido neo-nazi Aurora Dourada, o novo partido centrista O Rio (To Potami), e o Partido Comunista (KKE). Nenhum desses partidos regista mais de 7% nas sondagens e parece que O Rio e a Aurora Dourada vão lutar pelo 3.º lugar.
Se o Syriza não conseguir ganhar com maioria absoluta, terá de colaborar com um desses partidos, com excepção da Aurora Dourada. O aliado mais natural do Syriza, o KKE, rejeitou repetidamente ofertas de colaboração, e não há nenhuma razão para acreditar que desta vez será diferente. Evangelos Venizelos, líder do Pasok, e o ex-primeiro-ministro George Papandreou também expressaram a vontade de colaborar com Syriza, mas, no caso do primeiro, isso é algo quase impossível de aceitar pela base da Coligação de Esquerda, e, no caso do segundo, parece que o novo partido que criou não conseguirá passar a fasquia dos 3%. Por isso, os dois candidatos mais prováveis para participar num governo de coligação com o Syriza são mesmo O Rio e o Anel. O Rio está perto do Syriza na dimensão esquerda-direita, especialmente em assuntos relacionados com valores sociais e políticos. Mas O Rio está contra uma confrontação com os credores internacionais, pois pensa que tal poderia pôr em risco o lugar da Grécia na Europa. Pelo contrário, o ANEL é um partido da direita populista e há uma grande distância ideológica entre si e o Syriza, na maioria dos assuntos. Mas há proximidade na questão da dívida que “tem minado a soberania do país".
A formação de um governo minoritário do Syriza ou de realização de novas eleições, como em 2012, também são cenários possíveis, mas menos prováveis. Aconteça o que acontecer, uma coisa é certa: com um partido de esquerda radical no governo entraremos em um território desconhecido, não só na Grécia, mas na Europa em geral. Para alguns, isso vai significar uma vitória para a democracia. Para outros, o prelúdio de uma catástrofe. Seja qual for o resultado, este domingo é um dia histórico para a Grécia e para a Europa. Politólogo, investigador do CIES-IUL

Um conclave maconde no Bilene: Nyusi e os centros de poder na Frelimo

Marcelo Mosse added 2 new photos.
3 hrs · Edited · 

No passado 12 de Novembro, escrevi aqui que o então candidato da Frelimo, Filipe Nyusi, estava a viver um dilema: o de se desarmar do colete de forças que lhe colocou no poder. E fiz também alguma futurologia, dizendo que “nos próximos meses, ainda vamos assistir a uma batalha campal, sempre em surdina, na Frelimo, onde os três dinossauros (Guebuza, Chipande e Chissano) vão tentar mandar em Nyusi”.
Parece que acertei em cheio, embora muitos amigos duvidassem disso, preferindo olhar para o Nyusi como alguém investido de uma autonomia em toda a plenitude. Mas à medida que os dias correm, o material empírico no terreno corrobora a minha hipótese. Primeiro, o perfil do seu Governo mostra que Guebuza mantém uma boa quota de poder (uma percentagem razoável dos seus ministros permaneceu no Governo e muitos outros foram nomeados governadores provinciais). Segundo, a confirmação desse poder bicéfalo em função do poder decisório da Comissão Política Frelimo com a devolução de duas listas de Nyusi.
E, agora, a história do conclave maconde em Bilene. Pois, as principais famílias macondes (Chipande, Lidimo, Nylabimpano e Mtumuke) reuniram-se com o Presidente Nyusi nos últimos dias naquela praia. Assunto: transmitir a Nyusi que este não era o Governo combinado e que o empresário Celso Correia não devia ter sido nomeado para aquela pasta. Porque? Porque Celso Correia “humilhou” Alberto Chipande quando assumiu a Presidência do Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN), onde Chipande era PCA. Isso terá acontecido em 2009, quando a Insitec (de Celso Correia e onde alegadamente Armando Guebuza tem interesses) comprou as participações do consórcio norte-americano Edlows Resources e da American Railroad Corporation para entrar na Sociedade de Desenvolvimento do Corredor de Nacala, passando a deter 51% contra 49% dos CFM.
A SDNC detém as concessões do Porto de Nacala e do corredor ferroviário que liga aquela cidade ao Malawi. É um importante negócio no sector dos transportes e logística. Mas a transição de Chipande para Correia foi tão “violenta”, pois Chipande assinou a carta da sua renuncia sem saber que era isso que estava no texto e quem levou-lhe essa carta ao escritório foi Celso Correia. Por isso, a presença de Celso no Governo é um incomodo para os macondes. Agora, não sei fazer futurologia sobre como é que as coisas vão terminar. Mas o dilema de Nyusi está aí, tout court.Marcelo Mosse's photo.
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Like ·  · Manuel J. P. SumbanaJoaquim da CostaRafael Ricardo Dias Machalela and 99 others like this.23 sharesTomo Valeriano a ser verdade, me parece bem cabekudo este dilema!3 hrs · LikeRaúl Salomão Jamisse Metade dos moçambicanos letrados sabem-lo muito bem apesar de quererem acreditar que o homem mais forte da pérola é autónomo, se o é que mantenha firme o governo que formou e veremos o que acontece amanhã, um amigo já dizia quem vai tirar o "partidao" do poder é o próprio "partidao" e assim começaram as guerras dos colossais donos do País. Hina ho duuuum ga famba gona.3 hrs · Like · 6Vicente Macuacua Com todo o respeito Marcelo Mosse não tem outra forma de abordar o assunto diferente de conclave MACONDE?3 hrs · Like · 3Marcelo Mosse Vicente Macuacua respeito a sua questão. Pode-me sugerir uma saída, embora eu não ache que tenha lá algo de pejorativo?3 hrs · Like · 13Vicente Macuacua Pode ser ala de Chipande, como tem sido com Chissano, e que não se diz Machangas (se tenho acompanhado bem).3 hrs · Like · 5Jasmin Rodrigues Valido o seu ponto Macuacua!3 hrs · Like · 2Lenon Arnaldo Era ou é previsível que nyussi no seu mandato primeiro mandato sofresse estas interferências, o contrário, ele não teria chegado a ponta vermelha.
O que pode constituir novidade, a qual aguardo com muito receio, ele se rebelar dos seus protectores e partir para uma governação livre sem compromissos. Exemplos na África Austral - Bingu wa Mubarak e penso eu o sucessor de chiluba.
O receio que eu tenho, uma vez quebrados os compromissos ora acordados, a frelimo passar a ser oposição e a oposição de facto é de direito ser o suporte do governo.3 hrs · Like · 1Marcelo Mosse A "ala" do Chipande, ja que fala em "alas" Vicente Macuacua, é muito homogenia em termos étnicos. Diferentemente das "alas" de Chissano e Guebuza. E é comum dizer que chegou "a vez dos macondes". E no Bilene estavam reunidas familias macondes.3 hrs · Edited · Like · 9Milton Vieira A ser isso verdade, nos próximos tempos iremos assistir um braço de ferro entre Elefantes e Dinosaures.3 hrs · Like · 2Jose Custodio David Vombe Quero acreditar que vao saber ultrapassar! Como tem sabido...Porque se nao vai acontecer o Jesus disse"um reino em cujos membros brincam de criar grupinhos ii contratacam se entre si corre risco de se distruir". Oh, haver vamos. Como tenho ouvido dizer.3 hrs · LikeFaruck Jussubo Daudo Todos nós sabemos qual é o desfecho. Mas há somente duas probabilidades:correia mantém a pasta ou cai daqui alguns anitos, como dizem na minha terra isto é vez vez3 hrs · LikeVicente Macuacua Tudo bem, foi apenas sugestão pois a mim disconforta o termo, olhando também para os últimos pronunciamentos de alguns líderes políticos. Boa tarde.3 hrs · Like · 5Pedro Pimenta Chipande Vs Correia ? Aceitam se apostas ..Nao ha empate possivel ...3 hrs · Like · 4Affonso Guerreiro E é assim que o futuro do país é decidido! 
3 hrs · Like · 1Emidio Guila Sobre este ponto, ainda vamos debater muito. Concordo com a denominação do conclave escolhida por Marcelo Mosse. Segundo diz ele, é só ver quem compõe as alas de cada um dos 3 colossos. Chissano, agrega várias etnias, Guebuza idem e Chipande?.... Por enquanto, fico por aqui.
3 hrs · Like · 2Nuno Luis Amone Penso que é bom que a sociedade esteja atento às élite política por que só assim se pode. Saber que tipo de gestor da coisa pública temos na perilo do indico temos
3 hrs · Edited · Like · 1Simon Machaieie Ainda vão se morder.
3 hrs · LikeVicente Macuacua Emidio Guila, não queria problematizar esta parte e desviar a essência do post. Porém, para mim ao abordar estes assuntos devemos ter uma perspectiva inclusiva e futurista também. Indo na linha do seu comentário é como se dissesses que Chissano e Guebuza são abertos e inclusivos e Chipande fechado. É essa a ideia que se pretende transmitir?
2 hrs · Edited · Like · 1Affonso Guerreiro Uau!
Que tal discutir o tema do post e, näo, nomenclaturas?
3 hrs · Like · 3Nelson Rostino Este e inicio das mundacas e isto tem o seu preco. Ele deu os primeiro passos o caminho e longo e espinhoso requer muita corrage ele nao vai poder agradar a todo num pais de muita tribo.
3 hrs · LikeNuno Luis Amone Estou com muitas pena da forma como a elite política e económica vai usa o conceito etnia para criar divisão entre os Moçambicano
2 hrs · LikeFausto Quinhas Nyusi é uma peca no tabuleiro de xadrex. Vao lhe jogar e lhe barralarem pk negocio com politica nao se entendem, como alcool e volante. Esta é a minha contribuicao
2 hrs · LikeEmidio Guila Não é isso Vicente Macuacua. Não somos nós que dissemos que Chipande está fechado. O tribalismo é um mal que urge combater, mas não abordá-lo como um elemento nocivo, é pior ainda. É um dedo na ferida que tem que passar por ela para curá-la. Já não se olha para competência. No governo de Chissano foram convidados quadros competentes para assumir cargos. No governo cessante, não determinou a competência. E no caso mencionado, qual dos mencionados representa interesses do Estado fora dos empresariais e étnicos?
2 hrs · Like · 1Emidio Guila Digo, dos mencionados quem representa interesses do Estado fora dos empresariais e étnicos?
2 hrs · Like · 1Natu Lauchande Um dirigente tem direito de se aconselhar com quem se sente mais confortavel( no caso os seus conterraneos) mas nao penso que isto deva ser associado com o tribalismo sugerido aqui. A bem da verdade o governo eh extremamente equilibrado em termos etnicos.
2 hrs · Like · 1Homer Wolf Nhysi esta' e' a precisar de constituir urgentemente o seu próprio "G-40". Um board de assessores serio e diferente: que nao bajule, mas que se antecipe aos problemas (latentes, estude-os a fundo, encontre solucoes realistas e proponha recomencoes para o futuro - propostas essas que nao tem necessariamente de o agradar, desde que - que sejam eficazes.
E um G-40... que nao tenham 40.indivuduos (muito menos gente)
2 hrs · Like · 5Marcio Fernandes wana hodzana mufu
2 hrs · Like · 1Emidio Guila Natu Lauchande, conterrâneos? O que seria de Moçambique se Eduardo Mondlane e Samora Machel assim tivessem procedido?
2 hrs · Like · 1Marcelo Mosse Natu Lauchande A discussão não é sobre tribalismos nem composição étnica do Governo. Ou tenho de reescrever o post para que fique mais claro?
2 hrs · Like · 12Emidio Guila O debate é interessante. Amanhã volto.
2 hrs · LikeAmilcar Fernando vamos ver o que se segue.....
2 hrs · LikeLélio Wendzendze Vão se morder
2 hrs · Like · 3Ana Ouana Marcelo Mosse não foi por acaso que pedi a sua amizade, sempre admirei como traz os dilemas do país da marrabenta. Muitos queiram ou não mas o na Av de Moçambique viu-se movimentos estranhos rumo creio que rumo ao Conclave no Bilene com direito a escolta.
2 hrs · Like · 5Geraldo Mandlate Tenho estima e consideracao por Marcelo Mosse pelo trabalho investigativo e informativo que tem feito a varios anos. Mas ultimamente fico decepcionado com o mesmo. Mesmo ele consegue perceber que esta a levar nos a discutir : pessoas, tribalismo, etnias, frelimo, primos, cunhados, etc que existem no governo. Isso nao interessa a ninguem a nao ser para o consumo privado dessas pessoas. Chamem nos para o debate do pais, por favor. Chega de nos fazer debater pessoas, exemplo, Chipande renunciou sem querer! O que traz de vantagem discutir isso? Vamos discutir governo de moçambique- justiça em mocambique, corrupcao, ma qualidade de ensino no sistema nacional. Exclusao dos mucambicanos em varias coisas, nao apenas de partidos. CHEGA DE DEBATER FRELIMO. Tragam assuntos do ESTADO.
2 hrs · LikeKing Vasquinho King Diz se muita coisa mas os macondes pelo menos nao sao tribalistas e este é o governo que teve maior inclusao dos segmentos jovens velhos nort sul e centro em fim nem todos cabemos aqui mas estamos representados
1 hr · Like · 1Félix Esperanca Que se mordam, desde que nao lixem o futuro dos nossos...
1 hr · LikeLélio Wendzendze Marcelo Mosse reencarnação do Saudoso C.Cardoso,respect
1 hr · Like · 1Inacio Arnaldo Arnaldo Quem nao é da Frelimo nao pode se intrometer nos nossos assuntos.
1 hr · LikeLourenco Jose E isso k m faz gostar do Marcelo Mosse. A inteligência k merece elogio e esta,e admiro o professor Carlos Nuno Castelo-branco
1 hr · Like · 1King Vasquinho King Digo mais o Termo unidade Nacional é originariamente maconde" Ujamaa" é bastante reencarnado na pele este aspecto. Infelizmente nao vejo aqui nos comentários nenhum amigo lá do planalto a comentar aqui e nos dar uma aula sobre o ujamma e umodja.
1 hr · LikeMiguel Carlos Armando Vamx tocar batuque e comer a maçaroca
1 hr · LikeRicardo Jose Jose O corredor do Norte tem muito que se diga, assim como o seu desenvolvimento pôs entrada do Correia, a estagnação foi geral, rezam as informações que essa gestão danosa do após saída do Dr.Ibrahimo no BCI também se fez sentir, o afastamento do Correia do conselho de administração do grupo bancará tem a haver com as elevadas dívidas de empréstimos contraídas pelo jovem empresário, onde o grupo português exige suas cotas em troca.
O grupo Insitec que não pagou a compra da TIM, também se encontra com problemas salariais assim como a Ceta.
Grande gestao.
1 hr · Like · 2Rogério Ba-Senga Sandro Oxay Prostitutu Kognitivo temos conversa de sobra pras próximas sentadas!
1 hr · LikeJr Chauque Epa isto vai aquecer ainda w bem
1 hr · LikeJr Chauque Poucos exageros Agostinho Isso já é inveja pá
1 hr · LikeLinette Olofsson e vai ficar em frente dos assuntos da terra!
1 hr · LikeJr Chauque Inácio Arnaldo não me faça rir pá hahahah não se meter nos vossos assunto da Frelimo, tu tens assuntos na Frelimo? Hahahha
1 hr · Like · 1Agostinho Augusto Jr Chauque, inveja?
1 hr · LikeLinette Olofsson Makondes,!!! e outras etnias? Unidade Nacional? Moçambique para Todos!
1 hr · Like · 1Adrian Magoo Marcelo Mosse, de todo jeito esse governo nunca seria consensual para um dos tres dinossauros. Isso deve-se exactamente as "cunhas" que o proprio Nyusi teve para chegar ao nivel de candidato. Eu acho podia ter acomodado Celso Correia num outro posto que nao fosse o da terra e ambiente.
Quanto ao "bonus" do titulo, acho que faz muito sentido para o conteudo do texto. Tenho visto que ha grande medo, entre nos, de falar das etnias porque todos sabemos que a nossa Unidade Nacional esta cada vez mais fragil que nunca.
1 hr · Like · 2Jonatane Simango Geraldo Mandlate, o assunto pode até incomodar muita gente, mas nós, o público temos direito a informação de carácter público, entenda-se que influência o nosso Moz. E lutas pelo controlo do poder do governo é de nosso interesse sim. Ainda bem que ha correlação de forças.
1 hr · LikeJonatane Simango Concordo com o Adrian Magoo, afinal Mocambique e multi étnico. Porque é que as pessoas tem medo de abordar o assunto.
55 mins · LikeAmilcar Machado  Ensaios e mais ensaios...
48 mins · LikeAlfredo Macuácua Os próximos tempos reservam-nos muitas surpresas...
34 mins · LikeManuel Domingos J. Cossa
26 mins · LikeFrancisco Junior ...batata bem quente para Nyusi. Isto ainda é o início. Não há futurologia possível até agora!
25 mins · LikeFrancisco De Assis Cossa Vamos assistindo ate a onde isto vai.
11 mins · LikeDomingos Inacio Ve ai apocalipse 19 na sua linha 1,2, 19 e 20 eles saberao destino do csminho da verdade.
5 mins · LikeFélix Chandamela Sem problema pk Nyusi tem 6 meses p concertar seu elenco! Ouvir ou não o k seis camaradas devem decidir! Vamos esperar, nós apenas somos o povo k lhe elegeu!
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