sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

CUBA PRECISA DE NÓS..

 *.* Agora é Cuba... Aquela que enviou médicos quando o mundo sangrava, aquela que espera. A ilha que não perguntou se a dor tinha ideologia, se a vida merecia visto e se a solidariedade era rentável. Cuba deu... Com mãos cansadas, com hospitais humildes, com jovens de batas brancas atravessando mares, enquanto outros erguiam muros e contavam lucros, com professores levando o pão do conhecimento aos lugares mais recônditos do mundo, pois é a educação que leva as nações à prosperidade e ao desenvolvimento. Hoje, o império aperta a garganta com sanções que atingem os corpos: na falta de leite, nos medicamentos que não chegam, na luz que se apaga, na energia que falta nas incubadoras e nas máquinas de hemodiálise. Não é embargo, é castigo; não é política, é crueldade calculada. Querem subjugar a ilha pela fome, ajoelhá-la pelo cansaço, fazê-la duvidar da sua dignidade, como se a dignidade pudesse ser bloqueada. Mas Cuba sabe resistir. Fê-lo com ciclones, com invasões, com traições, com silêncios internacionais mais ruidosos do que qualquer bomba. Agora é Cuba que precisa de nós! E o mundo não pode desviar o olhar com a desculpa covarde da neutralidade, porque não há neutralidade quando um povo é asfixiado. Que o mundo se lembre, ao partir o pão, de quem partilhou o seu mesmo em tempos de escassez. Que se lembre, ao acender a luz, da ilha que sustentou hospitais, enquanto outros apagavam consciências. Que se lembre, ao pronunciar a palavra humanidade, de Cuba, que não negociou a sua solidariedade, nem a vendeu ao melhor licitante. Hoje, a ilha precisa de mãos e não de discursos, nem de silêncios diplomáticos. Que caiam os muros que não se vêem, os bloqueios que matam lentamente e que ninguém diga que não sabia, porque Cuba sempre esteve presente; Cuba deu e salvou. Agora é o momento de o mundo estar presente... Ámen! Silvia Elena Maya Vega

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