quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Portugal é um país mais à esquerda ou mais à direita?

 UMA PERGUNTA POR DIA


"Não conheço outro país na Europa onde os jornais de referência dêem tanto espaços a comentadores de direita".
Convém começar por definir o que é ser esquerda. Numa concepção minimalista, esquerda é toda a posição política que promove todos (ou a grande maioria dos) seguintes objectivos: luta contra a desigualdade e a discriminação sociais, por via de uma articulação virtuosa entre o valor da liberdade e o valor da igualdade plasmada no equilíbrio entre os direitos civis e políticos e os direitos sociais, económicos e culturais; defesa forte do pluralismo, tanto nos media como na economia, na educação e na cultura; democratização do Estado por via de valores republicanos, participação cidadã e independência das instituições, em especial, do sistema judicial; luta pela memória e pela reparação dos que sofreram (e sofrem) formas violentas de opressão; defesa de uma concepção forte de opinião pública, que expresse de modo equilibrado a diversidade de opiniões; defesa da soberania nacional e da soberania nacional de outros países; resolução pacífica dos conflitos internos e internacionais. Ser de direita é ser contra todos ou a grande maioria destes objectivos.
A expressão o “país” usada na pergunta é ambígua neste contexto. Se o país for o conjunto dos portugueses é difícil responder, pois os inquéritos à opinião nunca incidiram sobre todos os objectivos. Se o “país” for a opinião publicada nos meios de comunicação principais, Portugal é de direita. Excluindo os países que foram parte do bloco soviético, não conheço outro país na Europa onde os jornais de referência dêem tanto espaço (comentários regulares, últimas páginas) a comentadores de direita. Chega ser escandaloso pelo estilo trauliteiro da direita que tem voz privilegiada. Se o “país” forem os portugueses que votam nas eleições, então o pais é inequivoca e consistentemente de esquerda, se considerarmos que os partidos de esquerda são o PS, PCP, BE e agora o Livre e outros pequenos partidos que se consideram de esquerda radical. Ao longo dos anos, este conjunto tem sido quase sempre o preferido dos portugueses.

França quer usar as fotos de César para julgar Assad por crimes de guerra

É preciso avaliar se entre os cerca de 11 mil cadáveres de prisioneiros torturados fotografados em Damasco por um ex-polícia militar sírio haverá algum francês, ou franco-sírio, para o processo avançar.
Na certidão de óbito de quem morre nas mãos da polícia do regime de Assad o motivo da morte é sempre devido a “problemas respiratórios” ou “ataque cardíaco” SANA/AFP
O trabalho que César tinha na Síria, entre 2011 e 2013, era horrível: tinha de fotografar pormenorizadamente todas as feridas, nódoas negras e outros sinais de maus-tratos de prisioneiros do regime de Bashar Al-Assad que tinham morrido em cativeiro, vítimas de tortura. Quando fugiu, para França, trouxe fotos de 11 mil desses cadáveres. Agora, França lançou um inquérito oficial que poderá levar à abertura de um processo por crimes de guerra contra o Presidente sírio.
César é o seu pseudónimo. Ninguém sabe como se chama este ex-polícia militar que entrou em contacto com a oposição, para fugir do país com 55 mil fotos de 11 mil prisioneiros que são provas da metódica burocracia da crueldade do regime. As fotografias que estava encarregado de tirar todos os dias, nas morgues dos hospitais militares de Mezzeh e de Teshrin, em Damasco, tinham um duplo propósito.
Por um lado, serviam às autoridades de Damasco para produzirem uma certidão de óbito para as famílias – sempre por “problemas respiratórios” ou “ataque cardíaco” – e, por outro, para os torturadores as juntarem aos ficheiros dando prova à hierarquia de que tinham cumprido a ordem de matar os prisioneiros. A sua história é contada pormenorizadamente no livroOpération César - Au coeur de la machine de mort syrienne [algo comoOperação César – no coração da máquina de morte síria], da jornalista Garance Le Caisne, que será publicado em França a 7 de Outubro, diz a AFP.
Estas fotos, analisadas por um ex-procurador do Tribunal Especial para a Serra Leoa, Desmond de Silva, e por dois outros procuradores de tribunais de guerra – Geoffrey Nice, ex-procurador chefe da acusação a Slobodan Milosevic no Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia, e David Crane, que acusou o Presidente Charles Taylor da Libéria no tribunal da Serra Leoa – têm sido mostradas na ONU, no Parlamento Europeu e outros fóruns internacionais, desde Janeiro de 2014, quando César revelou a sua existência, já em França. Mas a possibilidade de serem usadas num processo do Tribunal Penal Internacional contra Assad tropeça no problema de a Síria não ser membro deste tribunal.
O inquérito francês, iniciado a 15 de Setembro por indicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Paris, atribuiu a investigação do processo ao Gabinete Central de Luta contra os Crimes contra a Humanidade, Genocídios e Crimes de Guerra.
No entanto, o processo só poderá avançar em França se entre as vítimas de Assad – presumivelmente, entre os 11 mil mortos das fotos de César – se encontrar um francês ou um franco-sírio. Só assim a justiça francesa poderá ser competente para um tal julgamento, explica a rádio Europe 1. 

Quando o servilismo reincarna e submete mentes

Canal de Opinião por Noé Nhantumbo

Entre Goebbels, ministro da Informação de Sadaam Hussein, Edson Macuácua e Damião José
Os nomes não vêm ao acaso. São parte da história, e algo do que cada um disse e defendeu teve os impactos que se conhecem.
Se, com Goebbels, exímio propagandista,a frente dos nacionais-socialistas alemães, a tarefa era facilitada por causa de toda a envolvente política dos seus dias, com os outros o desempenho teve percalços dignos de registo. O ministro de Informação iraquiano cantava vitórias quando os americanos estavam já entrando em Bagdad.
Edson Macuácua, o “cultor dos imperativos”, durou enquanto seu mentor, AEG, reinava. Após o congresso de Pemba, a sua estrela terá deixado de brilhar, e hoje mexe as coisas no parlamento quase como que “despedida” da política activa.
Damião José aparece incendiário com pretensões de iluminado.
O seu verbo calculado e feroz é e faz voz de uma forte Comissão Política que não quer deixar dúvidas sobre quem continua dando cartas em Moçambique. Esforços remarcáveis mas de impacto limitado porque provas acumulam-se sobre o conteúdo falso das suas proclamações.
Já se duvida de quem é ele realmente porta-voz. É a personificação da existência de uma Frelimo dividida? Só o tempo o dirá.
A emergência de comportamentos obtusos e de negação completa da racionalidade com que pessoas devem agir e comportar-se leva a que se tirem conclusões diversas.
Será que o “jogo do pão” é tão crucial que abandonam características intrínsecas ao homem? Ou será antes uma questão de mediocridade endógena que os leva a trilhar por caminhos escusos e deploráveis?
Quem até ostenta diplomas universitários deveria ter uma prática diferente do que nos é dado a ver nos dias de hoje.
Se antes um porta-voz precocemente reformado nos dizia e induzia a acreditarmos que era um “imperativo nacional” que o seu partido e o seu presidente continuassem a liderar Moçambique, hoje aparece outro que, por outras palavras, nos diz o mesmo.
Não se pode negar o direito de expressarem o que decidam e o que lhes tenha sido encomendado.
Afinal política tem contornos variados e para todos os gostos.
Agora que procurem fazer de todo um povo um conjunto amorfo incapaz de discernir, isso é outra coisa.
Houve tempos em que existia um DIP, Departamento de Informação e Propaganda da Frelimo.
Dele emanavam orientações que, por causa do domínio completo do partido-Estado, simplificava a sua aceitação ou que, com conformismo, fossem cumpridas. Era fácil e linear o que acontecia, e não havia surpresas. Afinal reinava omnipresente um aparato de segurança que se estendia aos bairros através dos grupos de vigilância e dos grupos dinamizadores. Alguns dos mais “esclarecidos” e activos membros da elite da Frelimo que hoje pontificam na comunicação social pertenciam ao DIP e aos meandros dos serviços de segurança e inteligência. Era assim que se mantinha e se defendia o partido único que se replicava em Estado quando fosse necessário.
Dia 16 de Setembro de 2015 joga-se uma grande batalha pela justiça em Moçambique. A sentença de dois moçambicanos arguidos num caso claramente encomendado pelo poder político será lida. Não admira que depois surjam outros “ministros de informação” recrutados à última hora a dizer que a justiça foi feita.
O servilismo de alguns cria semi-deuses ou homens endeusados a quem se deve temer. Este servilismo é como um estupefaciente que envenena mentes e através de um processo coordenado se espalha e instrumentaliza multidões.
Moçambique ressente-se da inexistência de um amplo campo aberto de expressão de opinião e da viciação das regras da comunicação social.
Já é tempo de tomada de decisão sobre o programa “Café da Manhã” da RM, não porque ele não seja importante, mas porque, nos moldes actuais, dá voz somente a correligionários dos detentores do poder. Uma estação pública de rádio ou de televisão não pode ser espaço para a exclusão dos partidos que militam na oposição, como acontece actualmente.
Quando se fala de despartidarização, isso deve estender-se a tudo o que seja público.
A AIM, RM, TVM, “Notícias” devem ser instruídas no sentido de ajustar a sua política editorial com aquilo que está estatuído e aquilo que são os interesses actuais da nação.
Não se pode ter uma comunicação social pública funcionando nos moldes dos tempos do partido único. Não é preciso ser mágico ou vidente para tirar essa conclusão.
Não basta o PM demitir ou exonerar directores-gerais, mas é a substância que deve ser alterada.
Ao PR recomenda-se que se entregue às suas funções e assuma a dimensão de sua posição e cargo. Para não deixar os seus créditos em mãos alheias, deverá urgentemente decidir-se sobre os seus porta-vozes e assessores.
O carisma e a liderança ganham-se num processo que pode ser mais fácil ou complicado, mas “quem anda à chuva molha-se”.
Há que manter os canais de comunicação abertos em defesa de Moçambique, da Paz e da sua estabilidade.
Damião José deve ser admoestado pelos seus pares, e aquela petulância e arrogância de prender membros da oposição por proferirem discursos belicistas deve ser aplicada também a esses “mensageiros do diabo”.
A justiça moçambicana tem a obrigação de libertar-se de interesses privados e contribuir para a fortificação do Estado democrático e de direito.
Agora que se enfrenta uma crise pós-eleitoral, o Conselho Constitucional e a CNE/STAE, seus principais instigadores e precursores, estão virtualmente em férias.
Hermenegildo Gamito terá a sua página na História de Moçambique.
Agora, ao seu passado de gestor de grandes empresas que faliram nas suas mãos, Maquinag, Mabor, BPD e outras, junta-se o Conselho Constitucional, que conseguiu homologar “milagrosamente” resultados eleitorais sem editais.
Mas obviamente que a comunicação social conveniente e subserviente não consegue dar destaque a estes factos. Dos altos escalões do poder político tomam-se decisões, e os encarregados da sua implementação devem fazer a ginástica para executar.
Moçambique não se pode arriscar a escorregar para o abismo da guerra só porque há pessoas como DJ, de horizonte visual restringido pelas suas ambições e pretensões.
Lesa-pátrias e vende-pátrias estão identificados, e a eles não será permitido triunfarem. (Noé Nhantumbo)
CANALMOZ – 30.09.2015

A LUTA PELO PODER DAS RIQUEZAS DE MOÇAMBIQUE PELA CÚPULA FRELIMISTA

ZECA CALIATE - VOZ DA VERDADE (21)

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 Não é justo que se diga que foi ALBERTO CHIPANDE o iniciador da luta armada pela Independência de Moçambique. Essa afirmação não têm fundamento nem credibilidade a nível de todos os guerrilheiros e comandantes que fizeram parte daquele dia histórico. Não se sabe bem, quem na verdade iniciou o combate contra o regime colonialista na noite de 25 de Setembro de 1964. A palavra de ordem dada pela direção da Frente de Libertação de Moçambique, Frelimo, foi transmitida aos comandantes de todas as unidades da guerrilha que se encontravam posicionadas no interior de Moçambique nas quatro Províncias, de Cabo Delgado, Niassa, Zambézia e Tete.  Todos executaram o plano nessa mesma noite, pois tratava-se de uma acção Nacional e não uma atitude a assumir por alguém designado para se atribuir o feito a Alberto Chipande, comandante na frente de Cabo Delgado. Por isso, não se sabe ao certo quem disparou o primeiro tiro naquela noite. Na lógica tanto Alberto Chipande como outro comandante, podem ter ordenado o primeiro tiro.  A notícia que  chegou mais tarde à sede da Frelimo em Dar-és-salaam, como tendo sido Chipande  a dar início à luta armada pela Independência de Moçambique, carece de veracidade.
 Alberto Chipande, não está sendo coerente ao reivindicar para si tal feito !!  Ao dizer que foi ele quem disparou o primeiro tiro, menosprezou o valor de acção dos comandantes das outras três Províncias e isso fica- lhe mal como comandante.  Na frente de Tete, quando se recomeçou  a luta armada, não tivemos essa confusão, porque eu comandante Zeca Caliate, tinha recebido a ordem para reiniciar o combate na madrugada do dia 8/3/1968. Aí tenho a certeza que fui eu quem efectuou o primeiro disparo naquele Posto Administrativo de Gago Coutinho, também conhecido por Malewera. O meu ex-colega também comandante da segunda zona operacional, António Kanhemba, (Luís Njanji), que se encontrava na zona mais avançada de Furancungo, quando o mensageiro  lhe entregou a ordem do conselho Provincial para recomeçar os confrontos naquela zona,  já a guerra tinha sido iníciada por mim comandante da primeira zona. Isso não criou nenhum problema entre nós os comandantes, pois as acções sucediam-se consuante as ordens do comando central. Quanto a isso ninguem pode ter a mínima dúvida!!!
 Os autores para mim, desse acontecimento, propagandiaram uma estratégia baseada em mentiras, de forma a alterar o curso  da verdadeira história sobre a luta pela Independência. Até se intitularam de Fundadores da Frelimo. Tudo falso, pois os verdadeiros fundadores da Frelimo, a maioria já haviam sido  assassinados, para dar lugar à Teia de Renegados,  aldrabões e mentirosos  que querem baralhar as coisas para não serem desmascarados e assim manipular a opinião pública Nacional e Internacional a seu favor. No ponto de vista militar, já tinha referido anteriormente, que a Frelimo pretende entreter  Afonso Dhlakama, ao falar sempre da paz, paz nas Igrejas, paz nas reuniões públicas etc. O objetivo é assassiná-lo, decapitar a Renamo e a seguir colocar um individuo no lugar dele e negociar a paz. Economicamente, querem afastar outros Moçambicanos, que também se bateram pelo mesmo objetivo. Chipande juntamente com o  seu melhor amigo RaimundoPachinuapa, já se tornaram os homens mais poderosos no Norte economicamente. Para  vosso conhecimento, foram estes dois em colaboração com Samora Machel que planearam a morte do grande líder  dos Macondes Lázaro Kavandame. Quanto ao Sul do País, os Poderosos são,  Armando Emílio Guebuza, Joaquim Alberto Chissano e amigos.  Estes dois grupos altamente perigosos, fizeram um pacto com o  diabo para hegemonizar depois o centro do País.  O povo deve estar atento nas manobras Frelimistas  destes dois grupos de aliados. Embora  aparentemente os dois grupos,  parecerem coesos, há discordância entre eles, pois desde que a  união da Teia renegada,  criada durante a luta pela Independência em 1969, foram sempre os Sulistas  que lideraram. Recentemente o grupo do Norte, exigiu que Filipe Nyusi, um dos sobrinhos de Alberto Chipande, lidera-se as duas facções do Norte e Sul.  Estão enganados, pois Moçambique, não é propriedade de um grupo de Mafiosos! Independência também não é propriedade de alguns, porque nós todos lutamos uns com armas e outros contribuíram com outras formas de luta para o mesmo objetivo, o  de nos tornarmos livres e donos de todas as riquezas deste País. NÃO HÁ LUGAR PARA MONOPÓLIOS.
GRAÇA MACHEL, TEM MEDO DE PERDER O COMBOIO
 A Graça Simbini Machel, ex-esposa de  SAMORA MOISÉS MACHEL, e do falecido Presidente Sul-africano,  Madiba Nelson Mandela,  não deixa saudades aos Moçambicanos, para a maioria  perdeu a credibilidade, quando fez parte no Governo do seu ex-marido Samora Machel como Ministra e colaborou activamente na prática de atividades de carácter criminoso contra o povo Moçambicano. Por Isso, o nome dela está na lista da Teia Renegada e como tal, deve esperar que chegue o dia para ser ouvida pelos Tribunais que eventualmente vierem a ser constituídos .É falso, dizer que Graça Simbini Machel, foi uma combatente de luta pela Independência Nacional.  
É falso, pois aqui estou eu, ex-combatente da luta pela Independência  Nacional  Zeca Caliate, para contrariar essas afirmações proferidas por algumas pessoas em como ela foi uma grande combatente na luta pela Independência de Moçambique.  Não corresponde à verdade e é uma vergonhosa mentira, pois eu sou testemunha da verdade.  Graça Simbini, nunca fez parte das mulheres que combateram pela Liberdade em Moçambique. As heroínas da luta pela Independência foram elas:                               
                                1ª Janete Mondlane,
                                2ª Celina Simango,
                                 3ªJosina Machel,
Estas três camaradas, sim combateram o colonialismo ao lado de outros camaradas da Frelimo, embora  Celina Simango e Josina Machel, não tenham chegado a meta final, isto é, a Independência Nacional,ficando pelo caminho, porque ambas foram assassinadas a sangue frio e tudo protagonizado pelo próprioSamora Machel, chefe da quadrilha da morte. A Celina Simango, foi assassinada juntamente com seu marido Uria Timóteo Simango, um dos fundadores da Frente de Libertação de Moçambique, Frelimo, no campo de concentração de Metelela na Província de Niassa. A outra heroína, Josina Machel, foi envenenada em Cabo Delgado, quando foi enganada pelo seu próprio marido Samora Machel, que a convenceu a deslocar-se para aquela Província em missão de serviço. Era uma cilada, pois tudo estava preparado, depois do envenenamento foi evacuada ainda com vida mas em estado de coma para o Hospital de Muhimbiri Dar-és-salaam no Tanganyika, onde acabaria por morrer. Mais um caso que não foi investigado para se apurar a causa da sua morte para encontrar o verdadeiro autor desse hediondo  crime!..
Voltando ao caso Graça Simbini, depois de se casar com Samora Machel, aliás não foi  casamento por amor, mas por interesse económico e  fama, ... não tenho papas na língua  e digo, ela sofre de algumas crises que lhe corroem a medula ósseas. Vejamos, assim que soube que  MACHEL tinha enviuvado da Josina Muthemba, já lhe cheirava o poder nas mãos de ser alguém na Frelimo, uma vez que se sentia e ouvia o zunzum sobre a eminência da Independência para Moçambique. Não esperou sequer um minuto foi a correr  travessar para o Tanganyika ao encontro do noivo SAMORA MOISÉS MACHEL. Casaram-se e estiveram juntos enquanto seu esposo foi  vivo. Assim que recebeu a notícia da queda do avião onde viajava o MACHEL, não esperou pelo resultado do inquérito que decorria e que tinha vitimado o seu marido em território sul-africano, foi de imediato juntar-se com NELSON MANDELA, Presidente daquele País.  Não conseguiu no entanto  convencer o novo marido a desfazer-se da sua ex-esposa Wini-Mandela, o velho preferiu viver junto com ela até falecer. Como o novo Presidente daquele País Jacob Zuma, um famoso mulherengo, tinha a sua lista preenchida de esposas e não queria mais, então a Graça Simbini lembrou-se que tinha a  sua terra Moçambique e podia regressar para desenvolver politiquices, que não interessam a ninguém e não a levam para lado nenhum, pois os anos de vacas gordas já lá vão. A meu ver, está completamente queimada, muito  embora recentemente  Filipe Nyusi, lhe tenha dado  um tacho como conselheira do Estado.
UMA OBSERVAÇÃO SOBRE AFIRMAÇÕES DO GRAÇA CHONGO O CHEFE DO ESTADO MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS DE DEFESA DE MOÇAMBIQUE,
 Reagindo às acusações feitas pela RENAMO de que as F.D.M. estariam envolvidas na suposta emboscada contra o Presidente da RENAMO Afonso Dhlakama e sua comitiva, Graça Chongo proferiu nas suas declarações durante a cerimónia de saudação e patenteamento de membros das Forças Armadas da Defesa. A meu ver, acho que o General Chongo, não disse nada de especial e falhou ao proferir tal  discurso, dizendo que que as Forças Armadas de Defesa de Moçambique são a política???? Que esclareça bem isso, pois desde sempre as F.D.S. são o  braço armado do Partido Frelimo e foram sempre manipuladas e instrumentalizadas pela política da Frelimo.
Por isso, a situação atual  não prevê uma solução para o País.
POR FIM, APOIO INCONDICIONALMENTE O PRESIDENTE DA RENAMO E ADMIRO A CORAGEM E DETERMINAÇÃO QUE TEM VINDO A DEMONSTRAR AO LONGO DE VÁRIOS ANOS DA SUA LIDERANÇA A RESISTÊNCIA DO POVO OPRIMIDO DE MOÇAMBIQUE. QUERO TAMBÉM APROVEITAR ESTA OPORTUNIDADE PARA DEIXAR MEU EXPRESSO CONSELHO COMO AMIGO E COMPATRIOTA PARA QUE TENHA MUITO CUIDADO COM A TEIA RENEGADA FRELIMISTA. RECORDO-LHE  UM DITADO MUITO ANTIGO,... `` O SEGURO MORREU DE VELHO`` DIGO ISSO, PORQUE EU CONHEÇO A FRELIMO E SEUS DIRIGENTES, MUITO ESPECIALMENTE O JOAQUIM ALBERTO CHISSANO. ELE É UM ANIMAL CÍNICO E TRAIÇOEIRO, QUE PODE ATÉ  ABRAÇAR-LO COMO AMIGO, SENTAR-SE COM ELE À MESMA MESA, TROCAR IMPRESSÕES AMIGAVELMENTE, MAS NÃO PENSE EM  DORMIR COM ELE NO MESMO QUARTO E SE O FIZER, TENHA UM OLHO BEM ABERTO E OUTRO FECHADO SE FOR O CASO. OUTROS ANIMAIS  PERIGOSOS DA FRELIMO, SÃO ARMANDO GUEBUZA, SÉRGIO VIEIRA, ANTÓNIO HAMA THAI, JOÃO FASCITELA PHELEMBE E MARIANO MATSINHE, PRÓXIMO DE SI SÃO VÍBORAS.  DIGO ISSO, PORQUE EU CONHEÇO- OS BEM. FUI PARA A FRELIMO COM 14 ANOS DE IDADE E ESTIVE LÁ DURANTE 10 ANOS E MESMO ASSIM QUERIAM ASSASSINAR-ME, PREPARANDO-ME MUITAS CILADAS,  MAS FELIZMENTE CONSEGUI FUGIR DE LÁ TINHA 25 ANOS DE IDADE. NÃO SE ABRACEM COM ELES MESMO EM GRANDES CERIMÓNIAS, POIS PARA ELES, LIQUIDAR UM HOMEM, É ASSUNTO SEM CERIMÓNIA.  
Zeca Caliate, General Chingòndo um dos sobreviventes da teia do mal Frelimo!
Europa, 30 de Setembro de 2015 
(Recebido por email)
Brevemente mais notícias, aqui na sua VOZ DA VERDADE, que anteriormente não sabiam!
PS: Aqui está a minha caixa de correspondência, basta escrever para ZECA CALIATE, VOZ DA VERDADE, APARTADO Nº 11 LOJA CTT/PC PÓVOA DE SANTA IRIA - 2626-909 PÓVOA DE SANTA IRIA - PORTUGAL

Renamo considera "palhaçada" processo criminal contra Dhlakama

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A Renamo, principal partido de oposição moçambicana, considerou hoje uma "palhaçada" o anúncio da polícia da abertura de um processo criminal contra o líder do movimento por homicídio, na sequência dos incidentes registados na passada sexta-feira.

"Eu acho que é palhaçada. A polícia vai abrir um processo contra o presidente da Renamo e não abre um processo contra a pessoa que matou as tais 23 pessoas da Renamo [Resistência Nacional Moçambicana]?", questionou o porta-voz do partido de oposição, António Muchanga.
Qualificando como infeliz o anúncio do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Muchanga defendeu que as autoridades deviam abrir um processo criminal contra os membros das forças de defesa e segurança envolvidos no incidente.
Sem mencionar o paradeiro do líder do partido, o porta-voz da Renamo afirmou que Afonso Dhlakama apela para a calma e está empenhado em evitar que o país volte a uma nova guerra.
"A nossa prioridade agora é restabelecer o bom ambiente, para que Moçambique não volte à situação que passou durante 16 anos", disse António Muchanga, aludindo à guerra civil que o país viveu até ao Acordo Geral de Paz, em 1992.
A polícia moçambicana anunciou a abertura de um processo criminal, por homicídio, contra o líder da Renamo, principal partido de oposição, relacionado com o incidente de sexta-feira entre as forças de defesa e segurança e homens armados do movimento.
"O líder da Renamo [Afonso Dhlakama] também faz parte dos que vêm no processo. Estamos à espera de dados completos para saber onde está Dhlakama, disse o porta-voz do Comando Geral da Polícia da República de Moçambique, Inácio Dina, citado hoje na imprensa moçambicana.
Dina afirmou que, além do líder da Renamo, a ação criminal visa igualmente todos os integrantes da sua comitiva e que as autoridades pretendem identificar o autor do disparo que matou o motorista de um carro de transporte de passageiros.
As autoridades afirmam que foi na sequência do disparo que matou o motorista que as forças de defesa e segurança se deslocaram ao local para repor a ordem e acabaram por se envolver em confrontos com a escolta do líder do principal partido da oposição.
No final da sessão do Conselho de Ministros, o porta-voz do órgão, Mouzinho Saíde, disse, na terça-feira, que o número de mortos no incidente com a comitiva do líder da Renamo subiu de 20 para 24.
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros, 23 militares da Renamo morreram no incidente, a que se somou um civil.
O líder da Renamo disse à Lusa na sexta-feira que foi alvo de uma emboscada das forças de defesa e segurança, mas a polícia rebateu esta versão, sustentando que foi a comitiva de Dhlakama que provocou o incidente ao assassinar o motorista de um 'chapa' (carrinha de transporte semipúblico) que passava no local.
A Renamo afirmou que resultaram desde incidente sete mortos entre a comitiva de Dhlakama e dezenas entre os alegados atacantes, um balanço bastante abaixo dos primeiros números divulgados pela polícia e agravados na terça-feira pelo Governo.
Dhlakama encontra-se em lugar desconhecido desde sexta-feira, embora a Renamo assegure que esteja bem de saúde e a controlar o seu partido, apelando para a não-retaliação.
Este é o segundo incidente em menos de duas semanas que envolve o líder da Renamo, depois de no passado dia 12 de setembro a comitiva de Dhlakama ter sido atacada perto do Chimoio, também na província de Manica.
Na altura, a Frelimo acusou a Renamo de simular a emboscada, enquanto a polícia negou o seu envolvimento, acrescentando que estava a investigar.
Em entrevista ao semanário Savana, o ministro da Defesa, Salvador Mtumuke, também negou o envolvimento do exército.
Moçambique vive sob o espetro de uma nova guerra, devido às ameaças da Renamo de governar pela força nas seis províncias do centro e norte do país onde o movimento reivindica vitória nas eleições gerais de 15 de outubro do ano passado.
PMA (AYAC/EYAC/HB) // EL
Lusa – 30.09.2015

PM EMPOSSA CINCO NOVOS DIRIGENTES

4 hEditado
Para áreas diversas 


O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, empossou na tarde de hoje, no seu Gabinete de Trabalho, cinco novos dirigentes que passarão a desempenhar as funções de Director Geral (DG) da Agência de Energia Atómica, Alexandre Maria Maphossa; DG do Instituto Nacional de Minas, Adriano Silvestre Sênvano; DG do Fundo de Promoção Desportiva, Adamo Bacar; DG Adjunto do Instituto Nacional de Minas, Geraldo Simão Valoi; e de Secretário Geral da Comissão Consultiva do Trabalho, João Guilhermina Raul Lofortes.
Falando instantes depois de conferir posse aos referidos quadros do Estado e dirigindo-se particularmente ao novo director da Agência Nacional de Energia Atómica o PM referiu que este deverá dar continuidade às acções em curso na instituição, privilegiando a criação de condições para uso da energia atómica em actividades de desenvolvimento nos sectores da Saúde, Agricultura e reprodução animal, Minas e Meio Ambiente.
Relativamente ao novo dirigente do Instituto Nacional de Minas este deverá propor políticas de desenvolvimento do sector e estabelecer mecanismos e estratégias para implementar, de forma célere, os projectos em curso, iniciados pelo extinto Instituto Geológico Mineiro e agilizar os processos dos projectos em carteira.
Para o novo Secretário-geral da Comissão Consultiva do Trabalho, no exercício da sua missão, o desafio é o de privilegiar o uso de estratégias de diálogo permanente por forma a assegurar consensos entre os trabalhadores e as entidades empregadoras, contribuído, desse modo, na criação de melhores condições de empregabilidade e estabilidade social para trabalhadores moçambicanos.
“O diálogo social é importante pós permite evitar conflitos entre os trabalhadores e as entidades empregadoras, bem como rupturas nos processos de produção e produtividade”, apontou o PM.
Num outro momento, Do Rosário reafirmou o reconhecimento do Governo em relação ao desporto como uma base fundamental para o desenvolvimento cívico do cidadão, uma vez que a sua prática contribui para que os praticantes desenvolvam valores como a ética, o trabalho em equipa, a solidariedade e a unidade nacional, sem descurar os benefícios que a prática do desporto trás para a saúde das pessoas.
É neste quadro que o Governo, segundo prosseguiu o PM, criou o Fundo de Promoção Desportiva com a finalidade de: promover o fomento e o apoio a projectos e programas de desenvolvimento do desporto; mobilizar e assegurar a boa gestão de meios financeiros e outros para o desenvolvimento do desporto no país; financiar acções tendentes à criação das condições necessárias para a prática do desporto.
“Por isso, o Fundo de Promoção Desportiva deve desenvolver acções conducentes ao aumento e melhoria das infra-estruturas desportivas, não somente nas cidades e vilas, como também nas comunidades, nos bairros e nas escolas, tal como vem plasmado no Programa Quinquenal do Governo, na Prioridade relativa ao Desenvolvimento do Capital Humano, que prevê «a promoção da massificação da prática desportiva nas diferentes modalidades»”, disse o PM numa clara alusão ao novo DG do Fundo de Promoção Desportiva .
Na óptica do PM, é imperioso que o Fundo de Promoção Desportiva conclua até final de 2016 a construção dos Complexos Desportivos de Pemba e de Gondola e a reabilitação do Parque dos Continuadores, “para que a nossa juventude encontre mais espaços para desenvolver o seu talento desportivo”.
Recomendamos igualmente que o Fundo dê uma especial atenção à gestão da Cidadela Desportiva do Zimpeto, por forma a rentabilizar as infra-estruturas, fazendo com que elas possam produzir receitas para a sua manutenção, disse o PM.
Conforme sublinhou o PM, espera-se os dirigentes acima referidos implementem uma gestão criteriosa e transparente dos recursos humanos, materiais e financeiros das instituições que passam a dirigir e nesse exercício deverão igualmente assegurar: uma gestão transparente dos processos de contratação de bens e serviços e capitalizar a mobilização de financiamentos para sustentar alguns dos programas da intuição.
É neste contexto que recomendamos que efectuem um diagnóstico e elaborem, em três meses, uma estratégia de desenvolvimento das instituições que irão dirigir, alinhada com o Programa Quinquenal do Governo 2015-2019, disse o PM. (GPM)