segunda-feira, 29 de julho de 2013

Renamo pretende “escangalhar” o processo eleitoral

Renamo pretende “escangalhar” o processo eleitoral

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Por: Eurico Nelson Mavie
É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Mas as pessoas devem conhecer o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas. Numa democracia, como no nosso país, as eleições são de fundamental importância, além de representar um acto de cidadania, possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem directamente em nossas vidas. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com propostas voltadas para a melhoria de vida da colectividade como advoga Rocha, (2010).
Em primeiro lugar temos que aceitar a ideia de que os políticos não são todos iguais.
Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas a questão que se coloca é, como identificar um bom político?
É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo.
Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto.
Não a matar populações indefesas como têm feito alguns políticos. Recorde-se que a cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.
Rocha (2010) defende que o voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. O voto inconsciente pode ter consequências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento.
Geralmente quando os políticos frustraram as expectativas dos governados, é comum ouvirmos dizer “ já não voto mais, não quero saber de mais de política”.
Mas é extremamente importante participar na vida política do país, como nos elucida Guilhermina (2010).
Primeiro, porque se não votamos, estamos nos omitindo do processo e delegando a terceiros a definição do rumo dos nossos municípios e, por extensão, do nosso país. E estaremos abrindo mão, ao mesmo tempo, de um direito e de um dever, que é o de construir e aprimorar a democracia, tantas vezes atacada e comprometida.
Segundo, porque é através do exercício do voto que realizamos o sagrado direito de escolha e, com isso, podemos mudar os governantes ou representantes, que não honraram com suas promessas de campanha. Mais do que escolher candidatos individuais, é através do voto que podemos, pelo menos teoricamente, garantir o princípio democrático de alternância entre governo e oposição.
Terceiro, porque é pelo voto, com acertos e erros, que cada eleitor aprimora sua escolha, procurando a cada eleição a melhor opção entre os partidos e candidatos.
Portanto, a omissão não contribui para avanço das escolhas e da própria democracia.
Daí a necessidade da reflexão e da análise das melhores opções existentes.
Está mais do que claro de que o poder não se conquista à força, muito menos com manobras dilatórias como a Renamo pretende nos mostrar.
Todas forças vivas da sociedade são unânimes em afirmar que a Paz é um bem que se deve preservar e que o diálogo é a única via para se pôr término a instabilidade político-militar que se vive no País.
Os moçambicanos devem estar atentos nas pretensões da Renamo, tudo tem a ver com o alcance do poder à força, nem que para isso seja necessários escangalhar todo o quadro legal para realização de eleições num país democrático.
A Renamo devia se organizar, revitalizar as suas bases, ao envez de matar, criar simpatia com o povo, por forma a concorrer em pé de igualdade com outros partidos organizados, como a FRELIMO, o MDM o PDD entre outros, isto por forma a reverter o quadro de derrotas que tem vindo a somar deste as eleições de 1994. Só para recordar,
Nas primeiras eleições multipartidárias realizadas em 1994, foi eleito o candidato do partido FRELIMO e Presidente da República desde 1986, Joaquim Chissano. Na mesma ocasião, a Frelimo ganhou também a maioria dos  assentos na Assembleia da República.
Depois de vários meses de protestos, o principal partido da oposição e anterior movimento guerrilheiro RENAMO aceitou os resultados.
Nas eleições de 1999, Joaquim Chissano foi reeleito com 52,3% dos votos e a FRELIMO passou a ocupar 133 dos 250 assentos do parlamento. O candidato do principal partido da oposição, Afonso Dhlakama da RENAMO, obteve 47,7% dos votos e o partido ocupou os restantes 117 assentos parlamentares.
Nas eleições presidencial e parlamentar de 2004, realizadas nos dias 1 e 2 de Dezembro, Armando Guebuza, o novo candidato da FRELIMO, ganhou 63,7% dos votos, mais do dobro do candidato da RENAMO, Afonso Dhlakama (31,7%).
Na votação para o parlamento, a FRELIMO ganhou 62% (1,8 milhões) dos votos, a RENAMO-União Eleitoral 29,7% (905 000 votos) e 18 partidos minoritários partilharam os restantes 8%. Assim, a FRELIMO ocupou 160 assentos e a RENAMO-UE, 90.
A 2 de fevereiro de 2005, Guebuza tomou posse como Presidente da República, sem o reconhecimento de Dhlakama e da RENAMO, que não participaram na cerimónia de investidura. A RENAMO, contudo, concordou em participar no parlamento e no Conselho de Estado, mas até então tem vindo a gazetar neste órgão.
No dia 28 de Outubro de 2009, os moçambicanos elegeram o seu Presidente da República, os deputados da Assembleia da República e, pela primeira vez, os deputados das Assembleias Provinciais.
Guebuza foi reeleito com 75% dos votos válidos, seguido do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, com 16% dos votos. Quanto às eleições para a Assembleia da República, a Frelimo, o partido do governo, conseguiu 191 deputados, com mais dois eleitos nos círculos da emigração, a Renamo 49 deputados e o MDM alcançou oito.
Este quadro mostra que ao contrário das suas reconhecidas capacidades de estratégia militar, Afonso Dhlakama não tem tido o mesmo sucesso político, acumulando sucessivas derrotas nas quatro eleições presidenciais até agora realizadas neste país, e sempre apontando a existência de fraudes perpetradas pelo partido no poder (FRELIMO) para que isto venha acontecendo.
Em situações de crise, recorre a um discurso e actos mais belicista, como os que assistimos recentemente no troço da N1 entre Rio Save e Inchope, que resultaram da revindicação da revisão do Pacote Eleitoral, onde a Renamo apresentou quatro pontos gerais para negociar com o Governo, nomeadamente:
Pacote Eleitoral, Defesa e Segurança, Despartidarização do Aparelho do Estado e Questões Económicas.
Desde que iniciou o diálogo, o governo e a Renamo já reuniram dez vezes, prevalecendo ainda o impasse nos pontos apresentado pelas partes.
No que respeita ao Pacote Eleitoral principal objecto de discórdia, a Assembleia da República irá reunir em Agosto próximo em sessão extraordinária, onde um dos pontos a ser discutido será justamente a revisão do Pacote Eleitoral, mas a Renamo teme que a bancada da Frelimo use a maioria para chumbar a o documento, por isso exige garantias e quer que o governo seja subscritor do compromisso a levar o documento ao parlamento, por outro lado, a Renamo exige paridade da representação na Comissão Nacional de Eleições, mas a questão que se coloca é a seguinte: Porquê só Paridade entre a FRELIMO e a RENAMO?
Onde fica o MDM?
Onde ficam outros cerca de 40 partidos? Onde fica a Sociedade Civil? Qual seria a base, legitimidade e legalidade da paridade entre a Frelimo e a Renamo num Estado multipartidário e pluralista?
Os moçambicanos devem estar atentos, e perceber que a Renamo quer usar a paridade como estratégia para criar impasse durante as eleições, para criar uma crise política que leve a formação de um Governo de Transição ou de Unidade Nacional. Na verdade a Renamo não está interessada nas eleições e pretende “escangalhar” todo o processo eleitoral, por forma a chegar ao poder pela via de um Governo de Transição ou de Unidade Nacional, dai as chantagens políticas e os esforços para a criação de uma situação de crise política. Mas a Renamo não precisa usar estas manobras, devia se organizar e criar condições de revitalizar as suas bases, para pelo menos conseguir 16% dos votos, caso contrário irá se tornar na terceira força política deste país, perdendo o seu lugar para o MDM.
Canal de Moçambique – 24.07.2013

Autárquicas PSD e PS 'taco a taco' nas sondagens

Autárquicas PSD e PS 'taco a taco' nas sondagens
O Partido Social Democrata (PSD) e o Partido Socialista (PS) estão empatados nas sondagens autárquicas realizadas pelo Jornal de Notícias (JN). As radiografias políticas mostram que cada um destes partidos leva a melhor em quatro municípios. Já os candidatos independentes estão a ganhar mais força.
PSD e PS 'taco a taco' nas sondagens
DR
Política
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O PSD e o PS têm vantagem em quatro municípios cada um, revelam as sondagens autárquicas realizadas pelo JN.
Se por um lado o PSD ganha no Porto, Aveiro, Braga e Viseu, os socialistas são favoritos em Viana do Castelo, Lisboa, Guimarães e Vila Real. Os municípios mais dividos são os de Vila Real, Gaia e Sintra.
Em comparação com os inquéritos realizados em Maio, também por aquele jornal, existem algumas diferenças significativas: em Vila Real, Rui Santos do PS ultrapassou António Carvalho do PSD e em Vila Nova de Gaia o independente Guilherme Aguiar  passou à frente do socialista Eduardo Vítor Rodrigues.
As 11 sondagens publicadas pelo JN revelam também que os 83 candidatos independentes estão cada vez mais fortes, já que três deles vencem em Matosinhos, com o candidato Guilherme Pinto, em Sintra com Marco Almeida e também em Vila Nova de Gaia, com Guilherme Aguiar.

“Nunca me passou pela cabeça candidatar-me”

“Nunca me passou pela cabeça candidatar-me”
Primeira-dama em Grande Entrevista à Stv e ao “O País”
Maria da Luz Guebuza aborda com abertura a sucessão dentro da Frelimo e garante que nem ela nem o Chefe de Estado avançam para concorrida às presidenciais
O presidente da República está a caminhar a passos galopantes para o fim do seu mandato. A senhora vai ou não se candidatar à Presidência da República?
Isso nunca passou pela minha cabeça. Acho que no fim do mandato do meu marido temos o direito de fazer a nossa vida pessoal. Demos a nossa contribuição durante estes 10 anos para o desenvolvimento do país. acho que também será uma oportunidade para que os outros moçambicanos possam fazer ainda melhor que nós. há muitos e muitos quadros no nosso país que poderão dar a sua contribuição de uma forma muito boa.
Se porventura o partido Frelimo lhe colocar essa proposta, qual será a sua resposta?
Impossível. Sou quadro sénior da Frelimo, mas não é possível. Acho que este tempo foi de trabalho muito intenso, então é o momento para darmos também a nossa contribuição de uma outra maneira. Não nesta posição, porque a Frelimo e Moçambique têm muitos quadros. Vão surgir muitos quadros para desempenhar essa função.
Como é que olha para a actual situação política do país, em particular, a tensão política que se vive em Muxúnguè?
Olhamos para esta situação com muita preocupação, porque eu, em particular, e penso que aqueles que têm quase a minha idade viveram momentos de horror e terror e não querem voltar para esse tipo de situação. Moçambique está em paz há 20 anos e queremos continuar em paz, queremos que as nossas crianças desfrutem da paz. Queremos que as nossas crianças e nós continuemos a desenvolver o nosso país sem nenhuma perturbação. Por isso, todos os moçambicanos, todos nós, vamos trabalhar para que a paz continue no nosso país. Quem deve manter a paz somos todos nós. Não é apenas a polícia, não é apenas o Ministério da Defesa, cada moçambicano no local em que estiver tem o dever de manter a paz no nosso país.
A questão da recandidatura ou não do presidente da República tem sido motivo de forte debate. Como esposa do Presidente, como é que olha para esta questão?
Digo com toda a franqueza: ele não se vai recandidatar. Ele disse em público várias vezes e eu digo aqui que ele não se vai recandidatar. No fim do mandato ele vai entregar as pastas ao outro presidente. Então, não adianta criarmos preocupações ou insistências. A verdade é uma, ele não se vai recandidatar.
Se lhe colocassem a proposta de um terceiro mandato, o que o aconselharia?
Não o aconselharia a ir ao terceiro mandato, porque devemos ser nós os primeiros a respeitar a Constituição. Devemos ser os primeiros a respitar o mandato. Se são 10 anos, então no fim tem que haver este processo de eleições e um novo presidente.
Como é que a primeira-dama reage quando lê jornal, vê televisão, escuta rádio e depara-se com críticas fortes à governação do seu marido?
Muitas vezes, vejo que são pessoas que não estão informadas; são pessoas que não conhecem o Moçambique real; são pessoas que não conhecem as realizações do país. Se formos a Manhiça, a Gaza, iremos ver as mudanças que há, aquilo que está a acontecer. Mas estamos num país em democracia e com liberdade de expressão, então cada um pode falar o que bem acha. Eu não digo que não se faça críticas, mas elas devem ser construtivas.
“O cancro é uma preocupação no país... há muitos jovens com esta doença”
A primeira-dama foi uma peça-chave para a organização em Maputo da VII Conferência do Colo do Útero em Maputo. Que mensagem gostaria de deixar para os moçambicanos?
a mensagem que tenho a deixar para os moçambicanos é que o cancro do colo do útero, o cancro da mama, o cancro da próstata são doenças possíveis de se prevenir e são, igualmente, possíveis de tratar, caso sejam detectadas no início. Não tenhamos receio de nos dirigir ao hospital e de contactar o pessoal de saúde para podermos fazer as perguntas e obter qualquer esclarecimento. Nas unidades sanitárias estão criadas as condições para fazer o rastreio do cancro da mama, cancro do colo uterino e o Ministério da Saúde está a trabalhar na preparação de estratégias de rastreio do cancro da próstata.
Qual é a situação do cancro em Moçambique?
A situação é preocupante e não nos esqueçamos que o cancro do colo uterino é exacerbado pelo HIV/Sida. Aparecem muitas jovens com esta doença. O Ministério da Saúde está a criar condições para que se comece a administrar às meninas de tenra idade uma vacina de prevenção. O trabalho será feito a nível das escolas, porque elas terão que ser vacinas em três doses. Esta sétima conferência foi um momento oportuno para podermos fazer a divulgação do que são estas doenças, como é que as mesmas se manifestam e o que é que podemos fazer para reduzirmos a taxa.
É a primeira vez que se realiza uma conferência do género num país de expressão portuguesa. Sente-se realizada pelo facto de ter conseguido alcançar esse objectivo?
É verdade que é um grande avanço para nós e uma grande honra para Moçambique poder ser anfitrião desta reunião, porque envolve primeiras-damas do nosso continente. Envolve também presidentes dos parlamentos do nosso continente, ministros de saúde dos países africanos e envolve ainda investigadores, cientistas, médicos não só do continente africano, mas de todo o mundo. Por isso, podemos dizer que foi uma honra e orgulho para Moçambique e uma grande oportunidade para o nosso país criar condições para mais pessoas serem tratadas no nosso país. A realização desta conferência foi uma grande oportunidade para o nosso país.
Por que o lema “juntos podemos salvar vidas” e que mensagem se pretende transmitir?
Existe um grande significado, porque nós queremos salvar a vida de muitos moçambicanos e isso não pode ser feito por uma pessoa. Queremos que todos os moçambicanos se abracem e digam não ao cancro da mama, não ao cancro do colo do útero, não ao cancro da próstata.
Recentemente, a primeira-dama visitou unidades hospitalares que fazem o rastreio do cancro do útero e da mama. Qual é a realidade que encontrou no terreno?
Ficámos satisfeitos com aquilo que vimos e ouvimos. Vimos ainda as condições do Centro de Saúde da Polana Caniço, que tem condições para poder assistir às mulheres e ao nosso povo. Vimos também as salas preparadas para fazer o rastreio e uma série de consultas. Há ainda sessões de planeamento familiar e uma série de actividades.
Como é que a primeira-dama iniciou os contactos para ter esta conferência em Moçambique?
Não fizemos nenhum “lobby” para que a conferência fosse realizada em Moçambique, mas devido à nossa participação, ao nosso engajamento depois da sexta conferência, que teve lugar em Lusaka, Zâmbia, os organizadores tomaram essa decisão.
A ideia de que um simples caroço no corpo pode levar-nos  à morte não estará a alimentar esse tabu sobre a doença? Não seria esta a altura para levarmos à população explicações mais profundas sobre a doença?
Aquilo que o Ministério da Saúde tem estado a fazer nas localidades e noutros pontos tem ajudado a população a perceber estas doenças (...). Se a pessoa vai ao hospital na fase inicial desta doença nem há necessidade de amputar a mama, e sim de se retirar apenas o caroço. é um trabalho que temos que fazer de forma contínua, mesmo por causa desse tabu que está à volta da doença.
Senhora primeira-dama, quando é que começam as suas actividades pelas causas sociais?
Às vezes iniciámos este tipo de trabalho de uma forma muito simples: quando estamos com a família, ela chama-nos atenção para uma criança ou para o nosso próximo. Vai-nos sendo incutida uma nova forma de estar e acabamos pensando nos outros antes de pensarmos em nós mesmos. Se temos duas ou três capulanas, podemos dispensar uma a quem não tem nada. E é assim que vamos desenvolvendo este espírito.
Quais são os alicerces da sua actividade social?
Temos o nosso povo, um povo trabalhador, muito determinado, que quando quer algo faz. O povo moçambicano é que nos inspira, está sempre connosco. Conseguimos fazer o que fazemos porque temos o suporte do nosso povo.
Moçambique é um país que tem na mulher o elo mais fraco. Como primeira-dama, acredita na visão da mulher no processo de desenvolvimento de Moçambique?
Acredito que a mulher faz a diferença no nosso país, a mulher faz a diferença em qualquer canto do mundo. No nosso país, em particular, eu acredito porque vemos hoje aquilo que a mulher faz que no passado não fazia. Desde o processo da luta de libertação nacional, acompanhámos o envolvimento da mulher, todo o seu crescimento e o trabalho que foi feito para empoderá-la. hoje vemos a diferença que a mulher faz. vemos que a mulher, em todas as sociedades, é o epicentro do núcleo familiar, tudo gira à volta dela. A mulher deve ser valorizada. A mulher deve ter o seu próprio lugar para poder crescer, para poder participar neste processo de desenvolvimento do país e, acima de tudo, para poder assistir à sua família. Por isso, a mulher é, de facto, decisiva e, para o nosso país, temos visto o número de mulheres no parlamento, não estão lá só por o serem, estão sim porque demonstraram as suas capacidades. Temos visto o número de mulheres no governo. uma vez mais, elas estão lá não só para preencher números, mas porque mostraram que são capazes e fazem a diferença. Hoje temos uma presidente no Parlamento, algo que muitos países europeus não têm, mas nós temos.
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Conselho de Estado em ambiente de alta tensão

Conselho de Estado em ambiente de alta tensão
Reunião acontece numa altura em que prevalece o braço-de-ferro entre o Governo e a Renamo.
Armando Guebuza orienta hoje encontro com conselheiros perante a crispação com a Renamo e o clima de tensão na zona centro do país.
O Presidente da Repúbli­ca, Armando Guebu­za, convocou para hoje uma sessão do Conselho de Es­tado para debater duas questões essenciais: a tensão político-mi­litar na zona centro do país e a convocação das eleições gerais (presidenciais e legislativas) de 2014.
O convite de Armando Guebu­za ao Conselho de Estado surge num momento complicado. O presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, assumiu a autoria dos ataques em Muxúnguè e de­fendeu que serviram para pres­sionar o Governo a acomodar a agenda do seu partido nas ne­gociações políticas entre as duas partes.
Dhlakama também impôs que o Governo desmilitarizasse as cercanias de Santungira, onde se encontra, como condição para vir a Maputo negociar directa­mente com o Chefe de Estado.
O Governo entende que as palavras de Dhlakama não têm sentido e recusou desmobilizar a Força de Intervenção Rápida e os elementos das Forças Armadas de Defesa de Moçambique desta­cados para “controlar” o líder da Renamo.
Na semana passada, voltou a haver ataques em Gorongosa e em Dondo, mas a Renamo pron­tamente veio a terreiro explicar que não é responsável pelas ope­rações.
Os acontecimentos na zona centro explicam os resultados das negociações políticas entre a Renamo e o Governo em Mapu­to. O partido da oposição lança ataques para pressionar a agenda política e ninguém é detido nem mesmo o presidente do partido, que assumiu a responsabilidade das primeiras incursões. Esta segunda-feira, o país completa o quarto mês desde que as viaturas começaram a ser escoltadas pelas forças de defesa e segurança, na sequência dos ataques.
É neste quadro que o Presi­dente da República chamou os conselheiros de Estado para su­gerirem uma porta de saída. Ar­mando Guebuza quer ouvir tam­bém os membros do Conselho de Estado sobre a convocação das eleições gerais, nomeadamente as presidenciais e legislativas.
O Conselho de Estado, com­posto por 17 membros, é um órgão de consulta do Presidente da República em matérias rela­cionadas com a dissolução da As­sembleia da República, declara­ção de guerra, estado de sítio ou estado de emergência, realização de referendo, convocação de elei­ções gerais, entre outros.
Segundo a lei, fazem parte da­quele órgão os antigos presiden­tes da República e da Assembleia da República, assim como o ac­tual líder do Parlamento, o pro­vedor de Justiça, o presidente do Conselho Constitucional, o pre­sidente do Tribunal Supremo, e individualidades nomeadas pelo Chefe de Estado e pela Assem­bleia da República.
CONSELHO NACIONAL DA RENAMO
Enquanto Armando Guebuza reúne com os conselheiros do Es­tado, Afonso Dhlakama orienta o Conselho Nacional da Rena­mo. A agenda dos dois encontros está relacionada. O evento vai ter lugar nas matas de Santungira, distrito de Gorongosa, província de Sofala, onde desde Outubro de 2012 vive o líder da Renamo, alegadamente em protesto con­tra a governação do partido Fre­limo.
No encontro serão abordadas matérias relacionadas com a vida do partido, a situação política, económica e social do país, com maior destaque para o estágio das negociações.
O Conselho Nacional da Re­namo deverá tomar uma posição definitiva em relação às eleições - autárquicas e gerais, que deve­rão ter lugar este ano e no pró­ximo.
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sábado, 27 de julho de 2013

MDM foi o primeiro a inscrever-se na CNE

ESTA PRESSA DO MDM DÁ PARA SUSPEITAR. QUERERÁ SUBSTITUIR O ESPAÇO DEIXADO VAGO PELO PAI? SE O FOSSE TAMBÉM NOS OUTROS MOMENTOS EM QUE A NAÇÃO PRECISA DO CONTRIBUTO DE TODOS NÃO SERIA MAL. http://www.opais.co.mz/index.php/politica/63-politica/26431-mdm-foi-o-primeiro-a-inscrever-se-na-cne-.html
  • Amina Momade nao andes a ver coisas, melhor faze-lo mais cedo e ficar a preocupar-se com outras coisas.
  • Eusébio A. P. Gwembe É verdade que é preciso não deixar as coisas para a última hora. Mas há pressas que surpreendem, Amina Momade. Eu só estranhei e vou continuar a estranhar. Hehehehehe
  • Amina Momade aliais querem diferenciar-se dos outros moçambicanos de gema que deixam tudo para ultima hora.
  • Rui Jorge Neves é um partido responsavel e em franco crescimento todos nós conseguimos ver isso, cada dia + forte será uma opção sem duvida se não for agora, talvez no futuro mas se continuarem nesse caminho um dia vão chegar ao poder
  • Felix Dzowo O camarada Eusébio é radical à critica...que de mal tem a Pontualidade?
    Pela primeira vez acompanhar que a Pontualidade é nociva.
    Uns aclamam pela Pontualidade outros reprimem-a...viva africa, viva Moz em particular.
  • Nairo CJ Mabote "viva africa, viva moz" NAO! Viva o Eusebio, so...
  • Gaby Lomengo pressa em relação ao que? porque falar da pressa se o calendário permite.
  • King Eff II Outras insuspeitas pah!
  • Suzana Serrano A pressa do MDM é por causa dos esquemas da CNE que é só da frelimo
  • Amina Momade percebeste bem o que a Suzana Serrano escreveu meu caro Eusébio A. P. Gwembe, anota isso.
  • Gaby Lomengo que esquemas são esses suzana serrano?
  • Suzana Serrano Quem é que ainda não percebeu que a frelimo não quer eleições? Está de toda a forma e feitio a pressionar a Renamo.... fez imensas tramóias agora com o recenseamento.....
  • Diskelede Zubaida esse Eusébio A. P. Gwembe a mim ja nao me engana mais. que aranje outro espaço pra fazer a campanha da Frelimo porque neste forum "ha pessoas muito atentas".
  • Felix Dzowo Da impressao de ser um Ideologo da camaradaria...a sua linha Ideologica, a sua visão conscide com as dos camaradas, principalmente onde a razao era de principio o guia no pensamento e atitude...que "extraordinario"
  • Agnaldo Rui Jo Navalha O meu partido é muito pontual e vai sempre previlegiar ate a governacao, reclamaram pelos k deixaram o recenciamento para o ultimo dia agora reclamam por ter-mos sido pontuais, kerem k atrazemos para repitirem as manobras de k a Suzana se referia da CNE de escluir-nos como fez-nos em 2009.
  • Felix Dzowo Os camaradas sao inconfundiveis pelo "brilho" racional...((
  • Eusébio A. P. Gwembe O problema é correr para as coisas que julga ter vantagem particularizado. Quando há assuntos que requerem pressa de todos, nem sequer chega. É essa a minha fonte de suspeita. Uma corrida de quem quer colher sem semear.
  • José Francisco Narciso Sr. Suzana mente. Uma coisa é criticar ao governo, coisa que es legitimo, e outra é mentir. Porque se o governo não quisera eleições, podia não haver, mas o governo tendria que explicar os motivos, porque constituicionalmente, o governo deve convocar as eleições nos prasos que dictam as leies Moçambicanas. Me entendes sr. Susana!, assim que o que você diz não é verdade.
  • Agnaldo Rui Jo Navalha Jose francisco eu nao usaria a expressao mentir pk é pesado e pior qndo dizes a Susana para diria espalhado e analista da plateia d analfabetos, pk lembro k constitucionalmente o governo nao convocou eleicoes gerais, teve k rever essa lei d k tanto falam. Kem nos garante k nao faram o mesmo agora? MDM FORCA, Susana nao desanime Moçambique para todos.
  • Suzana Serrano José Francisco Narciso sabe o que significa a palavra demagogia? É o que a frelimo tem andado a fazer com os moçambicanos para usufruto do seu umbigo. Abra a pestana porque ainda está muito imaturo meu amigo.
  • José Francisco Narciso Eu desde aque no exterior, analiso com toda tranquilidade todas as opiniões de uma e outra parte das bancadas. Mas a conclusão que chego, é que temos a frelimo para muito tempo. Porque agora mesmo não vejo alternativa de disbancar este Partido no governo, por desgraça do Povo Moçambicano. A minha maneira de entender desde aque fora das fronteiras de Moçambique, e cuando eu comparo com os Partidos da oposição, eu chego uma vez mas a coclusão de que nosso Pais vai necessitar muito tempo até que os novos Partidos adquirão peso de serem chamados como tal, e isso não se adquire na base de mentiras nem de enganhos para isso temos o governo do Partido Frelimo. Propostas e programas serios é o que o Povo nessecita, não mentiras.
  • Arlindo A. Mondlane sta mesmo complicado José Francisco Narciso..eu levo dizendo a mesma coisa ha ja bastante tempo...tempos dificeis ainda nos esperam..tenho dito..sao os mesmos..estao prestes tambem a mamar do estado, como a FRELIMO. faz..sao da mesma escola..o que acontece em mz é uma desgraça, tanto desde o oficialismo como desde a oposiçao.pena mesmo
  • José Francisco Narciso É verdade Arlindo A. Mondlane, es que cuando analiso cada comentario da oposição, não transmite confiança pelo menos para nós Moçambicanos residentes no exterior acostumados a ouvir politicas de standart de nivel. Ai que esta frotando as mãos é a Frelimo, que cuando olha no retrevisor não ve nenhum competidor, porque a renamo anda por ai entretenido com a sua violencia e seus homens em cautiverio sem esperança de nada.
  • Felix Dzowo O problema deste post é o paranoismo que as pessoas ligadas a propaganda oficial do partido no podEr: srs colaboradores, DIGAM POR FAVOR, QUAL É O PECADO DA PONTUALIDADE DO MDM NA LEGALIZACAO DA SUA PARTICIPACAO ELEITORAL...fazer cedo, dentro dos limites ou fazer tarde....criticar a Pontualidade é o maior absurdo que gera a racionalidade africana, neste caso particular a mocambicana.
    E porque temem mudancas?
    As criticas de forma paranoica nao sao uteis...
    A oposicao é constituidade pelo mesmo povo que milita na frelimo...os europeus deviam conhecer no terreno a verdadeira situação do pais....à uma pessoa que nao tem nada para comer, vive no lixo, come lixo e cobre lixo, qual é a coisa pior que lhe pode acontecer?
    Aos ques nao tem tecto, o que lhes pode aconteCer de pior? ter casa, ter comida?
  • Arlindo A. Mondlane jejejejeejj....Sr. felix..te falei outra vez dos navarras e das mordomias, subsidios que ferem todo sentido comum no parlamento..e nao vi os defensores dos pobres negarem receber..votaram a favor..entao que cambio e mudanças vao fazer esses senhores?..é mesma coisa..se incharao tambem..entao para tirar um mau gestor para colocar outro mau gestor...essa era a oportunidade perfeita para demostrar que sao diferentes e nao o fizeram..........essa gente que apanha lixo Sr. Felix Dzowo, continuara a apanhar lixo com MDM, continuara sem nada para comer..os pobres continuarao pobres...ou por acaso na beira e quelimane ja nao ha pobres?..é tudo discurso barato e trata..sao da mesma escola com os seus amigos da FRELIMO..e ademais de apanhar lixo podem ser assassinados com a RENAMO, pelo que doble perigo..esperarei sinceramente o nosso Obama..
  • Linette Olofsson somos organizados!
  • Linette Olofsson Não fale em nome em de Todos Moçambicanos residente do exterior José Francisco Narciso! Nós regressamos de 3 Países Europeus e lá tivemos uma boa recepção (que me admirou bastante ) 2014 poderá trazer surpresas. Mas respeito a sua posição.
  • Agnaldo Rui Jo Navalha Obrigado Linette ha pessoas k gostam d assustarem-nos so pelo nome de europa d k sao grandes analistas
  • Suzana Serrano Quando dentro de nós não existe a vontade de mudança, arquitectamos tudo e mais alguma coisa e inclusivé até visionamos cenas impossiveis porque não estamos com a mente receptiva. O partido MDM tem mostrado muito trabalho e em muito pouco tempo dentro ...See More
  • Linette Olofsson Os nossos encontros em 3 Países foram muito concorridos, foram reuniões abertas e apreciaram a nossa forma de ser e estar,nós ficamos muito satisfeitos como fomos recebidos!
  • Arlindo A. Mondlane jejejej...a intolerancia o ultimo paragrafo Suzana Serrano, nao admite que pode haver gente que pensa diferente...continuo a espera de que alguem do MDM, me explique o tema dos NAVARRAS....da FRELIMO ja esperava porque esses ha muito tempo nao pensam no povo..mas do MDM que esperava ventos de mudança..como foi possivel?....quantas ambulancias se haveriam de comprar?..
  • Eusébio A. P. Gwembe Arlindo A. Mondlane, quem tem bife na boca dificilmente pode falar. KKKKKKKKK
  • Linette Olofsson Estão muito preocupados com MDM. É porque se está a trabalhar...e francamente falando, por onde se passa; (Estamos com vocês, força)....
  • Eusébio A. P. Gwembe A razão não deve dormir e é preciso usar a reflexão pois quem considera o mundo racionalmente, é também considerado racionalmente por ele: há correlação. É uma questão de justiça no tratamento. É preciso espremer o limão até que as sementes se estourem e parece que surtiu efeitos. Vamos observar tréguas nos próximos dias.
  • Suzana Serrano O passado da frelimo só será histórico quando for escrito com a verdade porque até lá é só demagogia barata. Cada um é livre de votar no partido que na sua consciência achar que vá desenvolver o país equitativamente para todos os moçambicanos. A minha intolerância reflete-se quando existe fanatismo na análise de um partido novo da oposição.
  • Felix Dzowo Ha que conhecer outros lugares onde a oposicao fez algo melhor, e porque nao adicionar esses feitos e dividir pelo numero e obter o balanco?
    O mal é ver a oposicao apenas como representante do diabo...e porque concluimos que sao piores gestores? Qual é
    a base dessa deduçao?
    Nao é objectivo nem justotjulgar o livro pela capa...vamos ser objectivo...temos melhores gestor que gerem o pais, entao porque o pais exclusivamente para tras, para o precipicio?
    Carneficina nas estradas, nos hospitais, a AK47 da policia e do bandido contra o cidadao, é um risco sair e ficar em casa, é um perigo receber aquilo que trabalhaste, é uma perigo desempegrar, pois corres risco de nao te-lo, é um perigo adoeCer, corruptos fardados e a paisana, impunidade absoluTa, ricos e pobres absolutos, camioes carregados de gente a moda gado, cidades no meio de lixo, enfim, tanta desgraça - SERÁ ISTO BOA OU MELHOR GESTAO?
    Nao temam mudancas, a frelimo estara ca também, como está na beira, em quelimane...e niguem ja morreu por causa da oposicao.....
  • Arlindo A. Mondlane Suzana Serrano, aqui se trata de que muitos estamos cansados da FRELIMO, sao "38 anos de atravessar momentos dificeis"..ora as travessias,,se sao travessias, nunca duram tanto..o q. implica que realmente estamos "mergulhados até o nariz em momentos dificeis" mas se o MDM, no parlamento que se esperava algo distinto..actua como a FRELIMO. entao porque devo eu confiar nesses novos?..nao continuarao a comprar carros e mansoes com dinheiro do povo?...tiveram uma oportunidade de ouro para demostrar que sao diferentes e o que mostraram é que sao do mesmo saco, sao mais do mesmo...as ambulancias continuarao longe, independetemente de quem governe....
  • Arlindo A. Mondlane os NAVARRAS Felix Dzowo...os NAVARRAS...te parece pouco?..receberam ou nao os do MDM?..se a dirrecçao esteve contra porque nao os desautorizou?..quantas ambulancias se teriam comprado?.(como minimo 9 ambulancia, q. é o numero de diputados do MDM, se nao estou em erro).sendo assim em que se diferem da FRELIMO?..a gestao da FRELIMO SR. FELIX.é danhina e ja a conhecemos...mas os outros nao estao a trazer nada diferente..nem vao trazer...os pobres terao que se levantar sozinhos...estao sozinhos infelismente
  • Arlindo A. Mondlane o pais esta doente..o pais esta mal..vai de mal a pior..nao vai por bom caminho..mas do outro lado se necessita gente completamente diferente..professionais da politica e do interesse colectivo ecomum..os pobres e esses destartalados hospitais, nao necessitam senhores disfraçados de salvadores,,enquanto so afundarao mais os que ja estao em apuros..
  • Antonio A. S. Kawaria José Francisco Narciso, tudo é por causa de ti. Tu dentro ou fora de Mocambique, és cidadão mocambicano, a menos que tenhas renunciado a nacionalidade mocambicana. Portanto, se a Frelimo fica mais tempo no poder por falta de alternativa, a culpa é de todos aqueles que não trabalham para uma alternativa independentemente se estão fora ou dentro do país. Narciso, se me gabar, eu faco tudo o que é possível para que haja alternativa em Mocambique, mesmo vivendo muito mais longe deste país em relacão a ti. Sinto-me que algo fiz para Beira e Quelimane ainda a viver na Suécia.
  • Felix Dzowo Ai está, o povo fora da politica nao vai a sitio algum...os pobres da beira e quelimane ja se levantou e está la a frelimo a obstruir...os navaras sao poucos ministros a exercer cargos com pensao de 200.000 mts, para alem de pouco mais do mesmo valor como ministRo,....o estado gasta mais por ano por um ministro que todos os deputados da oposicao, é menor que navaras que beneficiam mais os camaradas que os outros?
    Filhos e filhos desempregrados bilionarios é menos que navaras que 191 sao da frelimo?
    SINCERAMENTE...
  • Arlindo A. Mondlane a questao Sr. felix..nao é o valor..é o significado, de dizer..eu nao quero esse carro, é demasiado luxuoso..vendam e comprem uma ambulancia..ou carteiras para quelimane..por exemplo.é o gesto..nao porque os ministros ou a FRELIMO fazem..se tem que fazer...se supoe que o MDM, traz algo diferente no?...queremos algo diferente...e esses senhores nao vao cobrar pensoes de 200.000mtn?..quem garante?
  • Felix Dzowo ME LEMBRAM AOS RUSSOS QUE AMEACADOS COM O PASSADO PARA DESENCORAJA-LOS A MUDAR, SEJA O QUE FOR MAL....ao menos consciencialize os poucos lucidos...seja francos e tenham compaixao pelos martires desta desgraca.
    Tenho dito.
  • Arlindo A. Mondlane pensando em ti ontem um dia triste para este pais, tirei uma foto de um tranvia que leva 3 meses de provas..nao leva ninguem..so circula com trabalhadores...segundo o pensamento nacional ou se fosse em moçambique era encher aquele tranvia de gente no primeiro dia ..e ala..a andar..e depois lamentarmos como em galicia....
  • Arlindo A. Mondlane sr. felix..esses sao iguais a FRELIMO..nao vao mudar nada..pelos indicios...serao mais do mesmo..nao sao professionais do serviço publico....muitos queremos algo diferente..nao outro colar para o mesmo galgo..queremos mudar de galgo
  • Arlindo A. Mondlane por certo a gestao de trasporte publico é municipal?
  • Linette Olofsson Cara Suzana Serrano não houve pressa como diz o Eusébio, mas sim, cumprimos o estipulado na lei, nada mais que isso, já este fim de semana a CP do MDM se vai reunir para o próximo passo... em quanto um convoca o Conselho do Estado, outro reúne o Conselho Nacional (anunciado na imprensa)....nós seguimos o nosso caminho e acredita minha querida, o povo está connosco, está a dar-nos força a seguir o nosso caminho e dentro da Lei.
  • Felix Dzowo Arq. Mondlane, lembrar que em moz so temo frelimo e oposicao...nao temos nem filandese, nem noruegueses...a nossa escolha é esta. Dentre os piores ha que se encontrar os maus, e existem, so que pensam direito e estao encostados.
  • Antonio A. S. Kawaria Eusébio A. P. Gwembe, já estás em Nampula? Nestes dias andei sem net, mas deu para ver mais Nacala e revistar Monapo.
  • Arlindo A. Mondlane SrFelix Dzowo, eu tenho esperança no MDM..francamente..mas me decepciona em algumas actuaçoes..deve mostrar que sao diferentes..mostrar serviço publico..logo o mais provavel é que no poder mude (mas se ja muda na oposiçao)..mas pelo menos que mostre decencia..o MDM, tem tudo para em pouco tempo conquistar o poder, porque a FRELIMO,esta a cair sozinha victima do exito..mas se quando se tratam de benezes, se esquecem de quem representam, e se juntam ao pai come cinza..sinceramente..entao esperarei até que surja o nosso OBAMA...ah esperarei...
  • Eusébio A. P. Gwembe Antonio A. S. Kawaria, estou em Maputo a colher dados para um estudo. Mas já estou no fim e no próximos dias estarei no Centro e, finalmente, no Norte.
  • Antonio A. S. Kawaria Hehehehehe Eusébio A. P. Gwembe, já me fintas para sempre. Entretanto, já tenho tudo para te confrontar e confrontar ao mano Amosse Macamo.
  • Antonio A. S. Kawaria Meu amigo Arlindo A. Mondlane, para falares do MDM tens que estar atento por onde este partido governa. Por outro lado, meu amigo tens que contribuir para as mudancas em Mocambique e nunca quereres te colocar como um simples observador como se mocambicano não fosses.
  • Rui Cabral Doa a quem doer mas estamos numa fase em que o pais tem ser dirigido por um outro partido. A Frelimo neste momento precisa de passar para a oposição. É este o salto que Moçambique tem que dar e disso nao existe escape. É sem duvida um risco, mas se a Frelimo mantem-se no poder ai é que vamos mesmo do mau ao muito pior, é obvio que assim é. No meu ver a estratégia eleitoral do "vota no menos mau" esta a favor da oposição neste momento.

    A outra solução seria um governo de coalizão dominado pela oposição. Mas esta opcao parece-me difícil atendendo a nossa realidade. Se esta opcao fosse viável entao estaríamos mais perto de um meio termo e talvez os riscos fossem menores. Agora, a questão que se coloca é se temos maturidade suficiente para um governo de coalizão pois em si a coalizão dentro do nosso contexto envolve riscos consideráveis.
  • Agnaldo Rui Jo Navalha MDM este é teu Ano D e malta d Gaza esta contigo
  • Linette Olofsson Nice Agnaldo Rui Jo Navalha haverá surpresas!....
  • Felix Dzowo Ninguem tem garantia de nada.
    Ao menos nao subestimemos.
    Ja temos 38 anos de garantia que uns pouco servem senao quase nada.
    Teremos 5 anos para testemunhar se outros servem ou nao, e se nao servem tambem, nao paremos por ai.
    Assim trilhamos a democrac
    ia de que tanto se fala.
    A experiencia valeu sempre ao homem civilizado...we learn by mistakes...nao teria havido como chegar ao espaco sem que tivessem que voar, sob todos o riscos.
  • Felix Dzowo Viva frelimo.
  • Antonio A. S. Kawaria Mais Arlindo A. Mondlane, a questão que levantas sobre navarras é problemática. Uma vez eu disse no Reflectindo sobre Mocambique que eu fosse um deputado podia ter recebido um navarra, mas que o aplicaria para aquilo que me convence que é útil para um colectivo.
  • Arlindo A. Mondlane isso Antonio A. S. Kawaria...porque se aspiramos a um cambio..devemos de ser impolutos...tenho dito que nao existem homens meio bons..ou sao bons ou nao sao...gracias por comprenderme, provoquei porque queria que Linette Olofsson me respondesse, Rui Cabral.a questao nao é de ou nao dirigido por outro partido..buscamos homens integros..buscamos outra categoris de politicos, onde o serviço publico seja a senha de identidade...onde nao se confunda negocios privados com negocios do país....e MDM, deve de abandeirar essa causa...
  • Arlindo A. Mondlane nao nos podemos permitir o luxo de provar durante 5 anos...ja nao ha tempo...veja-se o Mursi..sabe quanto custa fazer uma revoluçao?..veja-se rajoy...recebia dinheiro negro..1.700.000. desempregados mais..para quem prometeu reduzir o desemprego..quem paga isso? Felix Dzowo...nao podemos..moçambique nao pode..o pais demanda gente impoluta..gente limpa...
  • Felix Dzowo Camarada Arlindo A. Mondlane, aqui o "transporte publico" é nominalmente municipal.
    A boa parte do transporte urbano é garantido anarquicamente pelo privado, que dita as regras ao municipio.
  • Arlindo A. Mondlane quero mudanças Antonio A. S. Kawaria..se ve em todo caso que pensamos quae parecido..a cho que as democracias occidentais nos forjaram da mesma pedra...HONESTIDADE
  • Arlindo A. Mondlane Antonio A. S. Kawaria, amigo meu quero participar nos cambio mas, nao participarei na entrega do pais a gente que se comporta como os que queremos expulsar.....para cambiar de colar..fico com o mesmo galgo..
  • Arlindo A. Mondlane e como funciona na Beira?..seria um excelente indicativo...
  • Felix Dzowo Pelo menos nao sao 38...Ya antes afirmara que nao temos donde buscar outra gente....nenhum pais queira por troca receber este povo por um sueco honesto...nao é possivel entre dois burros escolher um cavalo.
    So nao estavamos nas revolucoes francesas, mas resultou no que franca é hoje...
  • Arlindo A. Mondlane JEJEJEJEJ..entao o povo tem parte da culpa?
  • Arlindo A. Mondlane ah por certo Sr. Felix Dzowo..esse é o nosso xinhembanine o da foto do tranvia..é o suburbio mais pobre o bairro mais pobre de alicante..para que veja que as crises de uns seriam opulencia para nos..é pior bairro de alicante..e mira como,esta parece malhangalene, como ninimo, senao polana mesmo..tsc
  • Antonio A. S. Kawaria EU insisto que o problema é também do meu amigo Arlindo A. Mondlane (qualquer cidadão mocambicano) que se coloca em apenas no lugar de observador ao que acontece em Mocambique.
  • Linette Olofsson Viva o Movimento Democrático de Moçambique! estamos a dar passos, mas estamos a andar!
  • Agnaldo Rui Jo Navalha O MDM em tao pouco tempo ficou uma mania nacional
  • Linette Olofsson És um exemplo de cidadãos Antonio A. S. Kawaria não é com graxa que se desenvolve um País. Sim, trabalhaste a partir de terras longínquas para as nossas conquistas deste a cara e assumiste a tua posição em relação a situação as mudanças. Tomara muitos! por isso que o País está como esta. A juventude hoje vai mudar o rumo da Nação (especialmente).
  • Tony Ciprix Epa Eusebio Gwembe, andas por cá e nem deste as caras. Vou-lhe procurar no Departamento de história para me responderes as duas perguntas que te fiz sobre desmilitarizacao.
  • Arlindo A. Mondlane viva os servidores públicos...viva os professionais da politica..os que antepoe os seus interesses individuais pelo bem colectivo...so me recorda samora machel, apesar de outros seus erros..ele era um servidor publico, nao estava ai nem por NAVARRAS, nem por nada parecido...em fim
  • Arlindo A. Mondlane gostei Antonio A. S. Kawaria, se nota que és integro..nao fintas perguntas espinhosas...continue assim
  • Felix Dzowo Na beira, arq Arlindo A. Mondlane, o governo nao transferiu o transporte para gestao municipal, ao contrario do que fez em maputo, por isso está grande coisa e claro nao seria outro mundo mesmo se estivesse nas maos do municipio, porque as vezes aqui gere-se o que nao se tem mas estaria na atencao. O transporte é um caos total.Só para ver que a frelimo nao so nao faz nada mas tambem sabota, bloquea aqueles que tem Ideas diferentes.
    É dificil o partido, no pudEr ou na oposicao é um cancro que obstrui a civilizacao ate das mentes.
  • Arlindo A. Mondlane si nisso estamos de acordo Sr. Felix Dzowo...ai estamos de acordo..mas defendo que os que estao do outro lado, devem mostrar outra forma de actuar...se actuam como os que estao agora..para que mudar? eis a questao..para tirar um que se pôe pensoes de 200.000mtn, para pôr outro que se vai pôr a mesma pensao ou mais..para que mudar?....se mudamos uns que o primeiro que fazem quando entram no parlamento é aprovar subidas salariais, carros, subsidios para empregadas etc..por outros que vao fazer a mesma coisa..para que mudar?..as mudanças se acontecem, sao para mudar, nao mudar para permanecer no mesmo estado ou piorar....nao quero menos maus, quero bons do outro lado..
  • Felix Dzowo Se la chegarem fazerem a mesma coisa que os as atuais fazem, o povo vai noutro, volta no anterior, enfim, a democria assim o exige. Nao podemos repremi-los por suposicoes,,,insisto que a escolha entre o que nos temos,
    quanto aos navaras, ja antes disse
    que a composicao do parlamento inspira uma ditadura na tomada de decisoes e nao seria 59 deputados a contra por uma maioria de 191 com sede de 4x4, para alem de que tratava-se de instrumento de trabalho...Deviam eles recusar os carros para fazer-se trabsportar de chapa cem? O principialismo deve ter akguma sequencia...nao acho que merecida a quetao dos navaras para deduzir a oposicao, eles sao mocambicanos que estao submetidos a vontade dos imperadores do mal...
    Alias sao homens tambem que nao sao alheios a vontade e caprichos humanos..mas acredide que ha coisas estupidamente piores.
  • Arlindo A. Mondlane jejejej..vai noutro e logo noutro...e depois noutro..sao 15 anos perdidos..e se nao tem sorte acaba com um IDI AMIN...perigoso esse planteamento Sr. Felix Dzowo...quer dizer provamos a os medicamentos directamente nas pessoas até darmos com o medicamento correcto..é essa a logica ne?...sr. felix..quanto ganha um deputado? pode perfectamente costear-se um carro e bom..instrumento de trabalho?kakakakakak o mercedes de 500.000 dolares de macamo é instrumento de trabalho tambem?..o gimnasio tambem é para o bem estar dela para exercer melhor as suas funçoes..kakakakakakakakakaak....se tivessem negado esses carros, te aseguro que nao estariam na cadeia e nem estriam a andar de chapa 100..nas faz sentido..sao 250 carros de 30.000€ cada um..quantos autocarros?.....repito é mesmo galgo com colar diferente..sao mursi, sao Rajoy..nao vao mudar a vida de nenhum pobre..entrarao ai e mamarao da teta do estado como os actuais...
  • Arlindo A. Mondlane sr. felix..quanto ganha um deputado? pode perfectamente costear-se um carro e bom..instrumento de trabalho?kakakakakak o mercedes de 500.000 dolares de macamo é instrumento de trabalho tambem?..o gimnasio tambem é para o bem estar dela para exercer melhor as suas funçoes..kakakakakakakakakaak....se tivessem negado esses carros, te aseguro que nao estariam na cadeia e nem estriam a andar de chapa 100..nao faz sentido..sao 250 carros de 30.000€ cada um..quantos autocarros?.....repito é mesmo galgo com colar diferente..sao Mursi, sao Rajoy..nao vao mudar a vida de nenhum pobre..entrarao ai e mamarao da teta do estado como os actuais...