segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

AFONSO DHLAKAMA PODERÁ PRORROGAR A TRÉGUA TEMPORÁRIA

Acordo de tréguas estendido por mais dois meses

Dhlakama vai falar a imprensa amanhã às 09:00 horas
O acordo de tréguas entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, será estendido por mais dois meses, segundo garantiu ao O País fonte ligada ao processo.
Afonso Dhlakama já tem prevista uma conferência de imprensa para amanhã, às 09h00, onde deverá confirmar a informação.
O entendimento para o alargamento das tréguas deve-se à evolução das conversações entre a Renamo e as autoridades moçambicanas.
De acordo com a nossa fonte, a interrupção das hostilidades militares será estendida até a realização da primeira sessão da Assembleia da República, onde se espera que sejam discutidos os pontos levantados pela Renamo.
O partido de Afonso Dhlakama exige a governação das seis províncias onde teve maior número de votos, defendendo que as eleições gerais de 2014 foram fraudulentas.

Presidente remete declarações sobre tréguas a Afonso Dhlakama

Nyusi faz balanço positivo dos sete dias de trégua

Filipe Nyusi não confirma e nem recusa a extensão da cessação das hostilidades por mais 60 dias e remete todas as declarações sobre tréguas à Afonso Dhlakama. Depois de afirmar que na última segunda-feira teve uma conversa telefónica com Dlhakama, aonde o líder da RENAMO transmitiu uma postura serena e promissora para a cessão das hostilidades no país.
Depois de sete dias de trégua, o Chefe do Estado faz uma avaliação positiva da cessação temporária das hostilidades militares. ''Foi um bom ambiente. Uma forma de garantir isso, foi que, no primeiro dia houve uma assistência na circulação de viaturas, mas nos restantes dias não houve necessidade. O que mostra que devemos devolver a confiança aos moçambicanos através do diálogo.” Expressou-se.
Entretanto, Nyusi reitera que a vontade dos moçambicanos é ter uma paz não hipotecada e sem ultimatos. ''Não podemos condicionar a paz. Tréguas podem ser dadas, mas o interesse comum é garantir que haja paz efectiva'', finalizou.
Unay Cambuma

Amanha dia 03 de Janeiro de 2017, pelas zero horas, termina a trégua temporária que foi anunciada pelo líder da Renamo. Ontem comentamos sobre a possibilidade de Afonso Dhlakama prorrogar o prazo da trégua, pois, há muitos pedidos neste sentido feitos ao lider Renamo.

Por isso, Unay Cambuma, que representa os oprimidos, esquecidos e sem voz, faz um fervoroso apelo ao lider da Renamo para que faca um "milagre" e aumente os dias trégua por dois ou três meses, sem no entanto, esquecer se da questão dos esquadroes da morte.


Janeiro é um mês crucial sobretudo para as populações rurais devido a actividade agricola e também os automobilistas estao saturados da extorsão e vingancas praticadas pelos militares da Frelimo nas estradas.

Mas de acordo com fontes idôneas ligadas a ala militar da Renamo, existem fortes possibilidades de o lider da Renamo prorrogar a trégua, apesar disto também depender de boa vontade do presidente da Frelimo, Filipe Nyusi.

Unay Cambuma acredita e tem fé que o grande democrata e homem compreensivo e benevolente que é Afonso Dhlakama, vai prorrogar a trégua e esperamos que o "camarada" Filipe Jacinto Nyusi comece o ano 2017 em grande e mostre aos moçambicanos que apesar de estar no poder através de uma fraude eleitoral, sabe comportar se como um grande estadista, aceitando e corroborando mais uma vez com a iniciativa do presidente da Renamo e também desactivar as celulas dos esquadroes da morte em todas provincias.

E existem mil e uma formas para se resolver o impasse com a Renamo sem necessidade de se recorrer a artimanhas e artefatos bélicos. Não hajam ilusões, já não será possível derrotar militarmente a Renamo muito menos acabar com Dhlakama. A menos que adquiram armas nucleares.
O melhor que a frelimo deve fazer agora e encontrar uma solução pragmática para satisfazer a Renamo. Atencao que Dhlakama nao inactivo lá nas matas, aquele homem não é qualquer um.

A ideia fixa de "savimbizar" Dhlakama deve ser descartada quanto antes. Também não vale usar a estrategia "Invencible Defense Tecnology" porque Unay Cambuma não vai deixar que isto aconteça.

A melhor coisa a fazer é sentar e entenderem se, há espaço para todos neste país. Moçambique é um pais enorme, é 8 vezes maior que Portugal, e muito maior que muitos dos paises europeis. Não se sabe por que carga d'gua os políticos não se entendem neste país e o pior é que nem sabem governar como deve ser.
Só gulosisse só.

Unay Cambuma

Comentários
Alirio Amane
Alirio Amane Eishhhh
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Aziza Throne
Aziza Throne 😡😡😡😡
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Jorge Ofissane Cuinhane
Jorge Ofissane Cuinhane Seria muito bom para todos os moçambicanos!
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Simao Simango
Simao Simango Paz,paz paz paz paz
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Evaristo Emidio Baptista
Evaristo Emidio Baptista O povo agradece..

Aproveitar desejar um feliz aniversário ao pai da democracia..
Que não se canse de lutar pra que moçambique seja igual pra todos..
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Alves Selemane Selemane
Alves Selemane Selemane MAS TEM DE SER A VONTADE DE AMBAS PARTES,pork nao faz sentido que outro pisar no travao e outro acelerar com esquadroes
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Mugote Mugo Chiconice
Mugote Mugo Chiconice Q SEJA ASSIM
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Castigo Miguel Fernando
Castigo Miguel Fernando Deve continuar pra eles sentire na pele
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Bobo King Massaba
Bobo King Massaba Ya xta confirmado a tregua vai ter mas 2 meses, o lider dara conferencia d imprensa amanha
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Ruse Faustino
Ruse Faustino Tdo isso é politica deles, nao nos perturbem mais
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Felisberto Felizardo
Felisberto Felizardo faz isso em nome d povo
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Sergio Licova
Sergio Licova Boa notícia
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Unay Cambuma
Unay Cambuma INBOX: " Boa nova mano Unay. Última hora: o acordo de trégua será estendido para mais dois meses. A informação foi confirmada por fontes ligados ao processo. DHLAKAMA dará conferência de imprensa amanhã para confirmar o alargamento da trégua. Obrigado 2017"
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Filipe Ambasse
Filipe Ambasse assim que seja eternamente
Visnu Çhagan Oadan
Visnu Çhagan Oadan Seja gentil com seu povo so est mes q e mas dificil pai djaka
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Carlitos Mario
Carlitos Mario E lucra ISO.
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Abilio Albino
Abilio Albino Ja cumeo part dle, fez matar menbros d granc,
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Estômago Vazio
Estômago Vazio nao xtou a ver bem isso
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Amilcar Juvencio Alberto Sinete
Amilcar Juvencio Alberto Sinete KKKKK Politica e ansim nada mas a Frelimo e a Renamo sao responsaveis pela disgraça do povo!
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Jacinta Magaco
Jacinta Magaco ESTAMOS A SER VINGADO C0M OS MILITARES QUE SE ENCONTRAM EM CHIUALA E HONDE NA N7,MANDAM PARAR TODAS VIATURAS QUE PASSAM E EXIGINDO DINHEIRO AOS OCUPANTES DAS MESMAS.
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Castigo Miguel Fernando
Castigo Miguel Fernando Me aceita cmo seu amigo kero ser seu seguidor ta
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Cufa Acuna Memba Nguenha
Cufa Acuna Memba Nguenha O povo deseja q o nyusi aproveite girir bem esses bonos oferecido por dhlakama . Pra ele ser chamado bem como president d pais mocambique , e o nyusi saber bem d q o dhlakama naoé savimbi , e arenamo é uma potencia em guirilha e ja mais podera brincar e pensando q e por ser maconde ê mais fort d q ningem.
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Artur Domingos Domingos Mwandiebwa
Artur Domingos Domingos Mwandiebwa A sua tecn6logia e mais avançada, stou pronto pra ser o seu disciplo,favor irmao.
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Mbalamanje Uzende Chanunkha
Mbalamanje Uzende Chanunkha É bom mesmo prorrogadar a trégua porque o povo de Deus precisa a paz dele que é uma dádiva de Deus. Mas, cuidado sr. Presidente ser surpreendido a fazer exercícios físicos por amigos alheios e te liquidar como fizeram com Jeremias Chapondeca. O povo ainda te quer muito!
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Quintino Sande
Quintino Sande Sou um discípulo de Cambuma
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Rachid Said
Rachid Said General, assim posso ficar mais alguns dias para poder visitar toda minha família que vive no interior sem se preocupar em voltar amanhã?
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Evaristo Jofire Jofire Evaristo
Evaristo Jofire Jofire Evaristo SEJA FEITA A VONTADE D POVO NAO D LADROS
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Pedro Quissimissi
Pedro Quissimissi Obrigado unay cambuma continua nos dar informação
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Assura Custodio
Assura Custodio HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ. Este é um exemplo dum homem com H máscula
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Dofraual De Jesus Nhacha
Dofraual De Jesus Nhacha Que o SENHOR abenxoe Moçambique e aquele que pur justiça seria o seus presidente....
Martinhow Gabriel
Martinhow Gabriel Força meu mano
Bizmungo Arape Tuto
Bizmungo Arape Tuto Meu respeitado Unay Cambuma a ideia de prorrogar com a trégua é boa mas fica uma questão que é das ESQUADRÕES DA MORTE. Trégua é igual a Livre circulação da população, livre circulação dos esquadrões da morte, raptos e assassinatos dos membros da Renamo. A Renamo deve decider oque realmente quer.
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Felizardo Albino Lenço
Felizardo Albino Lenço CONTINUA ASSIM XTOU AGRAMAR
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Bizmungo Arape Tuto
Bizmungo Arape Tuto Não se deve esquecer que essa trégua de 03dias a frelimo violou ao movimentar seus militares , ao atacar as posições da Renamo e ao matar nossos 04 quadros. A maneira como a Renamo age perante as perseguições, sequestros e assassinatos dos seus membros protagonizado pela frelimo deve mostrar onde ela quer chegar.
Bizmungo Arape Tuto
Bizmungo Arape Tuto Queria dizer 07dias.
Fausto Julio Dias
Fausto Julio Dias Unay é mais que um jornalista de qualquer canal radiofonica ou televisiva!
Chaquiro Selemano
Chaquiro Selemano ,bonito ouvir k a tregua vai se prolongar.rumo a paz defenitiva e douradoira.mas so presidente ynhusi,nao esqueca decretar paz aos magdermanes pagando oki foi lhes roubado.na civilizacao e assim.nao precisa usar forca.perante a razao a forca nao fonciona o puder de Deus (Allah)la esta.
Filipe Augusto Natal
Filipe Augusto Natal Mano unay eu nao esta a ver boa coisa so dhlakama esta disgracar a popurracao esta plolongar a tregua por quem dhlakama esta a cabar matar os mebro digaraca por que nao esta fazer nada .
Noesozinho Golomondo
Noesozinho Golomondo Xtavamos limitados ki bom ki é....kkkkk agora nas baladas


INJUSTIÇAS NO MINISTÉRIO DO INTERIOR
INBOX:
" Bom dia mano Cambuma! Peço para omitir a minha identidade.
É que já é demais a humilhação que os membros da PRM licenciados na UEM e UP estão a passar na Policia da República de Moçambique. Ora vejamos, existem policias licenciados a mais de 4 anos mas que até a presente data não são promovidos de carreira, e o mesmo não acontece no Ministério da Defesa, que ano pós ano promovem os seus quadros.
A pergunta que fazemos ao Presidente Nyusse: Qual é o mal de nós termos estudado?
Nesta polícia, ficamos a mais de 20 anos sem promoção sob alegação da nossa escolaridade. E agora que somos licenciados continuamos sendo marginalizados. Até parece que estamos proibidos de progredir nas nossas carreiras.
NB1: Como licenciado a direito pela UEM a 04 anos, o meu salário não passa de 8000,00 MT. Haja paciência.
NB2: A ultima vez que promoveram licenciados da UP e UEM, foi preciso acontecer uma pequena greve. E o que mais nos deixa triste é que os outros colegas do Ministério da Defesa Nacional, Alfândega, Migração, etc, não passam o mesmo tipo de humilhação. Por favor mano, publique, és a única voz que temos. E peço para omitires o meu nome."
há 1 hora · Enviada através do Messenger
Nota:
A fonte e idonea e é a segunda vez que faz este tipo de denuncia. A primeira foi em fevereiro do ano passado e nos publicamos aqui, 
A publicação desta denuncia prova que Unay Cambuma e imparcial e patriota. Não é inimigo do estado mas de mamparras metidos a dirigentes do estado. 
Afinal tanto os policias como os militares, são nossos irmãos e chefes de familia e merecem uma vida condigna.
Unay Cambuma
Comentários
Misa Gonzaga
Misa Gonzaga Mas acho que depende do curso que fazem nessas Universidades. Que eu saiba, a UP e UEM não formam Polícias, então, são poucos os cursos elegíveis pra terem promoção, por exemplo, Recursos Humanos, Administração, Direito, má também depende da disponibilidade de vaga pra estas áreas........ não Sr pode esperar que um Licenciado em Ciências fe Educação, Ensino de Português, História..... seja promovido....
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Luis Bacela
Luis Bacela Consertesa
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Tchambene Muterruma
Tchambene Muterruma Talvez isso inicie ha ja pouco tempo. Estudei com cerca de 10 militares e 3 policias no curso de Geografia de 2001/2006 e hoje estao bem patenteados ate aos dentes
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Leo Do Rosario
Leo Do Rosario E porque o mesmo não acontece com os licenciados formados pela UP e UEM no MDN? Formam militares?
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Misa Gonzaga
Misa Gonzaga Até há bem pouco tempo, algumas instituições do Estado também promoviam sem olhar muito pra o curso. Mas com a exiguidade financeira, há partir de 2009 começaram a considerar a área de formação pra a mudança de carreira e, quanto mais o tempo passa, o cerco aperta.
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Misa Gonzaga
Misa Gonzaga O quadro de pessoal do MDN pode ainda não estar preenchido em termos de pessoal de nível superior e, estarem a promover sem ter em conta a área de formação
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Pedro Passo
Pedro Passo O ilustre Musa Gonzaga entende mal de promoção. confunde promoção com nomeação. pode ser promovido para oficial superior sem ocupar um cargo de chefia
Pedro Passo
Pedro Passo digo Misa Gonzaga
Atanasio Pitau Pitau
Atanasio Pitau Pitau Nao sou do interior mas no ministerio onde estou tem um decreto que avisa que o desvio de carreira pode resultar na nao progrssao nela.
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Misa Gonzaga
Misa Gonzaga Isso é pra todo o aparelho do Estado, aliás, qualquer empresa exige formação específica de seus quadros....
Gosto · 2 · 9 h
Dercio Paunde
Dercio Paunde Ele diz que é licenciado a direito. O Ministro de interior não precisa destes quadro. Não vejo o não enquadramento desse nosso irmão
Gosto · 2 · 8 h
Misa Gonzaga
Misa Gonzaga Mas Ele não é o único licenciado em Direito.....numa instituição como aquela, há muitos licenciados em Direito.... e as vagas podem ser poucas e já estarem ocupadas...
Gosto · 3 h
Gomes Da Silva Silva
Gomes Da Silva Silva E mudar de ministério!
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Tocova Amisse
Tocova Amisse Esses so reclamam porq estam sendo fintados, mas tempo das eleiçoes sao os mesmos que escondem e protegem falcatruas da frelimo.
Gosto · 7 · 9 h
Dofraual De Jesus Nhacha
Dofraual De Jesus Nhacha Opah, é triste....Até quando com isso??
Gosto · 9 h
Noesozinho Golomondo
Noesozinho Golomondo Xtam a negar províncias autônomas nada de reclamar...kkkkk...kkkkk...kkkk
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Romeu Ricardo Candido
Romeu Ricardo Candido Devias ter frequentando academia de Ciências Polícias. Achas que a promoção no aparelho do estado é automática para quem tem feito ensino superior mesmo em área desvinculado como no ministério interior..! A sua reclamação não tem razão de ser..! Leia bem EGAFE.
Gosto · 2 · 9 h
Dercio Paunde
Dercio Paunde Olha ele tem razão sim. Temos polícia que frequentaram IFapa e mudaram pq quando se trata de nível superior já à dificuldade
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Romeu Ricardo Candido
Romeu Ricardo Candido Leia o Estatuto Geral de Funcionários e Agentes do Estado. Existe critério a serem seguidos para a mudança de categoria ou carreira..! O que se sabe é que os últimos tempos o Estado virou um órgão de servidão do clientelismo.
Gosto · 1 · 8 h
Fidalgo Salomao Madeirao Mauai
Fidalgo Salomao Madeirao Mauai Quem é que tem direito de entrar na acipol? Vai n corporação e procura se informar mais oh Romeu
Gosto · 4 h
Romeu Ricardo Candido
Romeu Ricardo Candido Meu caro Fidalgo Salomao Madeirao Mauai não precisa ir à corporação para saber quem tem direito de ir à ACIPOL..! Não faço parte do ministério do interior mas tenho a certeza que existem de que já estão estabelecidos critérios para efeito. Basta reunir os requisitos necessários pra tal..! Mas continuou na minha singela opinião de que nos últimos tempos assiste-se uma corrida enorme de funcionários de ministério de interior a frequentar vários cursos de licenciatura em várias universidades e com único intuito de melhorar a condição salarial mesmo que estes cursos estejam desajustados a realidade do ministério. Conheço alguns funcionários afecto ao ministério de interior na Cidade de Chimoio que frequentavam o curso de Saúde Pública na extinta Instituto Superior Mudjerendje..! Diga lá se estes depois da sua formação que contributo prestará ao ministério de interior?
Gosto · 1 · 3 h · Editado
Domingos Jaime Gimo Gimo
Domingos Jaime Gimo Gimo Só assim os pobres memtais ricos em oportunismo vao notar que Unay cambuma nao é de um partido como outros possuidos acham, mas é para abrir as mentes fechadas do povo sofredor, pobres mas patrao dos ricos
Gosto · 1 · 9 h
Sergio Castigo Moisés Lores
Sergio Castigo Moisés Lores Se não é do partid. Alguma vez ja lhe viu a elogiar os o que os outros partidos fazem?
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Yassin Carimo Carimo
Yassin Carimo Carimo Tem ACipol, nao up é para dar aulas
Gosto · 9 h
Ivanildo Mucavel
Ivanildo Mucavel A solução é se formarem em cursos relacionados com a vossa área. Qualquer um pode, embora de longe, pode especular que na UEM e UP não tem muito de cursos relacionados com a defesa ou interior. Claro, por exemplo, se alguém tenha se formado na UP, pode muito bem dar aulas na Academia Militar, Acipol, etc. Para tal, é preciso que haja vaga e que o curso por leccionar exista lá.
O resto para mim não faz sentido. Se te formas em Agronomia e no ramo não dão esse curso ou sequer um departamento relacionado, infelizmente isso é ir atrás da sarna. Haja reclamação.
Gosto · 3 · 9 h · Editado
Jose Ngokha
Jose Ngokha O problema é que este nosso aparelho de estado já não é normal. Quando era normal, abriam se concursos para postos de trabalho de níveis mais altos e que requeriam formação mais elevada ou a partir de certa categoria no aparelho de estado ie do funcionalismo público. Hoje funciona o clientelismo porque os lugares estão capturados e são lugares de pasto para amigos ou brothers. Quando há vagas, o seu preenchimento não é na base da meritocracia.
Gosto · 3 · 9 h · Editado
Colaço Colaço
Colaço Colaço Para mim que o MINT continue a nao promove-los, nós o povo nem sentimos que naquele ministerio ha gente k passou da escola, pois tudo quem fazem é sem base cientifica nenhuma, agem por instintos, aceitam e cumprem ordens ilegais ate vindo de um analfabeto, sao criminosos ou corroboram com o mundo do crime. Entao esta promoçao visa o quê mesmo, ter regalias sem merito? Abaixo a promoçao destes que passam a vida a desgraçar o povo e a Defender com unhas e dentes aos seus escravisadores. Quando o povo quer sair a rua para reenvindicar direitos de todos, sao esses enfardados que saem atirando para matar, agora querem k agente se compadeça com vossa porcaria de progressao?
Gosto · 7 · 9 h
Vaz Mário Omar Lamo
Vaz Mário Omar Lamo Assino por baixo!
Gosto · 8 h
Alberto Constantino
Alberto Constantino Certo! nada de reclamar esses são 100% bandidos k gritam de boca pra fora enquanto são vocês mesmos k maltratam o povo.
Gosto · 7 h
Jose Bento Jose Bento
Jose Bento Jose Bento ixactamente,k se dane esses policias d meia tijela. k sempre estao ao lado do regime ,agora nao venham aki pedir o povo para a s compadecr com eles;
Gosto · 7 h
Genito De Matos Gonsalves
Genito De Matos Gonsalves Yassim os proprios membros da prm para entrar acipol nao ê facil os xefes metem os familiares deles,e por isso os membros preferem entrar na up como ultimo recurso
Gosto · 2 · 8 h
Paulino Elias Junior
Paulino Elias Junior Ya com muita razão os ki trabalham muito ñ ganham nada praticament tinha ki aver um bom senso
Gosto · 1 · 8 h
Manuel Inacio Paulino Joaquim
Manuel Inacio Paulino Joaquim Sinto muito ainda pior agora que o país está em crise financeira e jamais mudará de carreira....
Gosto · 8 h
Goncalves Chunga
Goncalves Chunga Ki bom pra vos policias não sendo promovidos. Caraças da merda persegue o filho do povo que quer vos libertar pork? Escraçam os irmãoa kando ker manifestar pork? Formaram esquadroes da morte pra dezimar vidas pork? E se esse governo vos promover vai piorar mais a matar o povo. Vão a merda.
Gosto · 3 · 8 h
Unay Cambuma
Unay Cambuma Mas para o caso vertente do denunciante, o seu curso (direito) é compatível com a Polícia. No Brasil e Portugal os chefes da esquadras e departamentos da policia geralmente são formados em direito.
Gosto · 5 · 8 h
Ivanildo Mucavel
Ivanildo Mucavel Sim Unay, é de facto um facto, mas para tal é preciso que haja disponibilidade. Ademais, o normal é, antes do agente ou funcionário pensar em estudar, deve acima de tudo ter orientações junto à Recursos Humanos, e aí, para além de certificação da disponibilidade ou não de condições para tal, dever ser orientado também que curso fazer.
Gosto · 8 h
Unay Cambuma
Unay Cambuma Bem dito mas o que sei e que antes de frequentar curso o funcionario avisa antecipadamente a instituição e esta fica precavida sobre uma futura possível vacatura.
Gosto · 8 h
Ivanildo Mucavel
Ivanildo Mucavel Exactamente, agora, antes de muitas críticas a este ou aquele, temos que averiguar o caso do denuciante, se realmente avisou antecipadamente à sua instituição ou não. E este caso, caso ele aceite colaborar, nesta plataforma e neste debate podemos ajudar muita gente.
Gosto · 8 h
Kulemedzana Kulemedzana
Kulemedzana Kulemedzana Serial o ideal ou é o que vem regulado mas a prática...
Gosto · 1 · 8 h
Dercio Paunde
Dercio Paunde 4 anos sem disponibilidade
Gosto · 8 h
Alberto Constantino
Alberto Constantino Esses policiais são todos gatunos por isso não merecem promoções.
Gosto · 2 · 7 h
Sergio Castigo Moisés Lores
Sergio Castigo Moisés Lores Unay Cambuma devia perguntar a este polícia se ao fazer o curso que fez foi o ministro que o recomendou a fazer o curso. Este é o problema de muito. Faz curso de Biologia na UP e depois quer ser promovido na polícia ou não saúde e se o governo permitir isso vão ficar felizes mas os desastres depois vem para os utentes dos serviços que eles ofereceram.
Gosto · 1 · 6 h
Colaço Colaço
Colaço Colaço Nao tem importancia, se nao aplica o tal conhecimento. Tivemos comandante k se dizia ter feito direito, mas ia a imprensa dizer k a policia nao obedecia ordens do juiz. O que dizer do subordinado?
Gosto · 5 h
Pedro Passo
Pedro Passo A reclamação é óbvia. quem tem um curso superior deve ser melhorado o seu salário sem ser nomeado para um cargo de chefia.
Unay Cambuma
Unay Cambuma Mas pagar salário de 8.000 a um Polícia veterano e a todos títulos uma aberração!
Gosto · 2 · 8 h
Billy Blanks
Billy Blanks Até é muito essa mola. São esses que defende o regime tá bom assim para eles. Bom salário.
Gosto · 1 · 8 h
Alberto Constantino
Alberto Constantino Até por mim deveriam diminuir! por que são gatunos e maltratam o povo.
Gosto · 7 h · Editado
Wayne Neves Napoleao Vidigal
Wayne Neves Napoleao Vidigal Kkkkk!bem falado meus manos. Apoiam esquadrões da morte e hoje vem pedir apoio à oposição. K sofram. Enquanto estiver a defender o regime,k aguentem com o salário k o diabo o amassou
Gosto · 5 h
Manuel Inacio Paulino Joaquim
Manuel Inacio Paulino Joaquim sinto bastante com este salário de 8000 00Mt mais não há como se permanecermos com este governo corrupto que se beneficiam aos filhos de Moçambique que é a minoria vivendo no sul e não beneficiando os enteados que na sua maioria são do centro e norte do país....
Gosto · 1 · 8 h · Editado
Pedro Franiss Parruque
Pedro Franiss Parruque irmão . ..estas a instigar o Regionalismo! E isso não é bom
é mais prático dizer que estão a favorecer os filhos/familiares da cúpula corrupta que é a freli
Gosto · 1 · 7 h
Billy Blanks
Billy Blanks Se com 8mil defende o regime com garras e dentes imagina se ganhassem 80mil?
Gosto · 5 · 8 h
Victor Bernardo Afonso
Victor Bernardo Afonso ai esta, nao vejo qual e a razao de reclamar porque aceita violar seus irmaos e ate ser instrumentalizado por causa de 8 paus se fosse 80 acho que ia cuspir nos nossos pratos
Gosto · 8 h
Dercio Paunde
Dercio Paunde O polícia não defende o regime porém defende a soberania de um estado. No caso vertente o estado moçambicano esta nas mão do partido FRILIMO.
Gosto · 1 · 8 h
Billy Blanks
Billy Blanks Dercio Paunde tu vives em que país?
Gosto · 8 h
Dercio Paunde
Dercio Paunde Olha o polícia esta a defender o seu pão e o estado ele jura a bandeira nacional e não a bandeira do um partido
Gosto · 1 · 8 h
Alberto Constantino
Alberto Constantino Voce Dercio Paunde perdeste à cabeça e por isso não sabes oki falas, Polícia de moz sao gatunos k defendem o seu patrão frelimo.
Gosto · 7 h
Adilson Chicote
Adilson Chicote Comece de coma a reivindicar
Gosto · 8 h
Charles Boaventura Machava
Charles Boaventura Machava Romeu Ricardo Candido não fácil entrar no acipol tens k ter padrinhos .em k também há cursos k não tem nada ver com o próprio ministério ,ex tenho uma vizinha k é formada pela UEM em educação de infância .esse curso não tem nada ver prm
Gosto · 8 h
Dercio Paunde
Dercio Paunde Tem sim ela pode trabalhar na acção social
Gosto · 8 h
Gastao Chifinha
Gastao Chifinha No ministério do interior acho que tem la um departamento de assuntos socias onde ela pode trabalhar
Gosto · 5 h
Lucio M. Simão Nkwana
Lucio M. Simão Nkwana Aparelho de vidro
Gosto · 8 h
Custodio da Silva
Custodio da Silva Uwaa voces não tem nada a haver com desvio de careira pah. Vejo muita gente a governar em áreas que eles mesmo desconhecem, de um mecânico para ministro de defesa, eg. Agronomo em ministro de interior. Aqueles que não tem padrinho na cozinha é que passam tudo isso.
Gosto · 2 · 8 h
Anselmo Caetano Mulungo
Anselmo Caetano Mulungo Concordo contigo Mano
Gosto · 6 h
René Elisio Timamo
René Elisio Timamo A UEM e UP,não ministram cursos relacionados a Defesa e Segurança!Isso k o Sr.fez,é k estar parado num e único lugar,pelo facto de se formar numa área de Ciências de Educação. Exemplo concreto:conheço alguém k é Técnico Agrónimo,mas tá fazr licenciatura em Ensino Básico pela UP-Niassa.É na Agricultura k vai demonstrar os conhcimentos do Ensino Básico?Sinceramente pa!!!Antes deve procurar saber a área de actuação do curso k participa!Razão pela qual, reclama sem saber.A sua reclamação não tem impacto e k nem o próprio Presidente Nyusi,nao terá solução para o efeito,a não ser k se forme na Acipol ou a não ser k mude do MINT para MINEDH so mas nada!
Gosto · 6 · 8 h
Gastao Chifinha
Gastao Chifinha Tem sim. Nunca Ouviste falar de mobilidade de quadros?
Gosto · 5 h
Nordine Ossufo
Nordine Ossufo Você é um abre lata. De que estás a defender? Qual é a relação que existe entre mecânica, e administração pública?
Gosto · 4 h
Visnu Çhagan Oadan
Visnu Çhagan Oadan Esse cabrao d rene elisio cagou nas calssa nao sabs nada mesmo feixa teu rabo buro
Gosto · 3 h
Julia Ernesto
Julia Ernesto Hiii kkkkk 8000 mil ou n vi bem?! Ki decadência
Gosto · 1 · 8 h
Rosendo Fote
Rosendo Fote Ninguem merece tamanha falta de consideraçao. O mais justo, é mudar a carreira desses policiiais e enquadra-los nas respectivas áreas de formaçao. Absurdo é mesmo o facto de alguem achar k um jurista nao possa ter enquadramento no ministerio do Interior.
Gosto · 2 · 8 h
Sergio Castigo Moisés Lores
Sergio Castigo Moisés Lores Se há enquadramento então pode ser que não muitas vagas para todos. Mas também sabe que todo aquele que faz ACIPOL estando na Polícia fica sem promoção é isso que as pesdoas estão a dizer.
Gosto · 6 h
Sergio Castigo Moisés Lores
Sergio Castigo Moisés Lores Ate porque para ser jurista na Polícia pode não ser polícia não vejo problema nisso
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Mussa Iacine Ali Iacine
Mussa Iacine Ali Iacine Nunca é tarde pra mudar cabe a nós mudar essa situação que nos encontramos que é muito simples cortando o mal pela raiz tirando a direita no poder.
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Simon Joaquim
Simon Joaquim bem feito.se com 8paus espesinha os outros,servir d lambebotas d frelixos.k tal s ganhass 50.
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Stela Nhalungo
Stela Nhalungo Estao ai os futuros agentes da PRM reclamando de algo com logica porfavor senhores derigente
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Stela Nhalungo
Stela Nhalungo deixando aguns policias bandindos qui ficam n barro das mahotas e CMC ali na pensao cassando pessoas q la vao se hospedar. Criaram aqulo pra servir de cassadeira.
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Stela Nhalungo
Stela Nhalungo Marginais com 12 classe alguns com sertificado comprado. Vou a escola senhores.
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Zef MaCamo
Zef MaCamo Onde é k fica esse mercado k se dedica a venda de certificados?? Preciso de pelo menos dois.
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Stela Nhalungo
Stela Nhalungo Zef macamo. Nao t aconselho a ir pelo esse caminho.
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Stela Nhalungo
Stela Nhalungo Agora so podem patetiar os mininos afectos na difeza para irem a muxumgue.
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Azarias Alberto Matias
Azarias Alberto Matias Este pais xta cheio de palhaxos, disculpe a espressao, mais e serio.....alguem xta clamar por justiça e outros comexam a chantagiar...amigos se hoje voce é um desempregado, entao espere um dia passar na mesma situaçao, pois o dito governo k essixte e este do dia, ke xta ao serviço d um grupinho. Nas FDS mais de 95% d cursos das nossas faculdades em mocambique tem enquadramento, nao falo isso por acaso, mais sim, é a voz da esperiencia k fala. Por isso antes de falar pense primeiro, senao ti arrepends." Arrependimento ė a ciencias dos burros".
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Juma Rufino Dâmaso
Juma Rufino Dâmaso Estudo de Moçambique ñ tem peso sempre pesa em grama.
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Castigo Miguel Fernando
Castigo Miguel Fernando Kkk pesa em grama?
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Lastino Zaichelho Marrengula
Lastino Zaichelho Marrengula isso não passa de blasfêmia um agente descontente, no MINT tem varios departamento, e nem todos que estão ou que são admitidos no MINT são operacionais...alguns são civis... agora se um civil entra com nivel superior naturalmente tem que receber de acordo, agora se vc centrou com 12 e fez o nível superior no mint...tens que esperar haver cabimento salarial.
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Óscar João Cardoso
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Judas Hoana
Judas Hoana O cabimento orçamental é aprovado anualmente tendo em conta distintos aspectos como por exemplo o plano de estudo, por isso formados já a quatro anos deveriam ter mudado de carreira.
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Lastino Zaichelho Marrengula
Lastino Zaichelho Marrengula sim muito certo judas...mas no mint a panteamento dos. seus agentes anualmente, aquu ja estamos nas partes das prioridades senão vejamos:vale mais um afente esperar 4anos pra mudança de carreira, do que fazer esperar uma pessoa que esta no mint a cerca de 20 anos ...além disso nos últimos anos o mint faz gastos elevadíssimos com logística,formação entre outros...por esse agente que deu a informaçao ao unay é descontente
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Simone Tazondiwa
Simone Tazondiwa Com certeza mocambicanos.
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Patricio Luis Alfredo
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Paulo Nogueira
Paulo Nogueira Não basta estudar e esperar promoção, promoção vêm após dedicação, entrega, querer fazer melhor. Infelizmente muitos de nós estuda para ter um posto de trabalho e menos fazer.
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Ismael Rugnate
Ismael Rugnate Por mim podia pedir uma transferencia para outro Ministerio que enquadra o seu curso. É possivel. Ou se fosse ciencias da educacao iam te transferir para matalane para formar os miúdos. Apenas usar a didactica que adquiriu durante os 4 anos na UP para transmitir aqueles conhecimentos de como manipular uma arma.

Mas se fizeste ensino de quimica por exemplo peça transferencia para o MINEDH para dar essa cadeira.

O problema das pessoas que já trabalham não se preocupam em cursar para mudar uma determinada coisa no seu sector mas para aumentar salário.

Aí está o resultado...... Mais fé e sonhe vais ter oque queres. ForÇa.
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Zaqueu Pereira
Zaqueu Pereira isso ate e normal aconteceu na sexta 30 deram me guia de transferencia sem nenhuma condicao so dizem vai trabalhar la no distrito de pebane,sem casa comida e nem transporte se e ordem de cervico porque?mocambicanos....sinto muito sem condicoes nao vou a lado nenhum licenciado a 3 anos so ganho miseria ainda me manam jobar sem fundo
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Cruz Manuel Manuel
Cruz Manuel Manuel ultima informaçao a tregua vai prevalecer ate 2 dois meses .
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Fernando Limpo
Fernando Limpo No fundo dixto a rasismo.
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Zef MaCamo
Zef MaCamo K racismo?? Se todos são negros.
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Fernando Limpo
Fernando Limpo Dentro dos negros a varios dialetos materno apartir da li criax racismo. Exmplo EU sou da Beira XE meto curiclos nos xcitorios onde trabalha maxagana emediatamente eles falao asim curiclo de xigondo deita fora. Ja Defini o racismo k EU referia
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Sergio Romao Manhisse Manhisse
Sergio Romao Manhisse Manhisse mas policia vai na up fazer o k? ensino?
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Evaristo Emidio Baptista
Evaristo Emidio Baptista Foi a matalane correr por 6 meses pra ter emprego isso é bom. Mas sinto aqui que o nosso polícia não estava preocupado em ajudar na segurança do país mas sim viu uma via rápida de ter emprego e hoje está sendo castigado pela ambição..
Desculpa a franqueza mas são esses que no fim formam quadrilhas..

O senhor a matalane ciente do salário que cinzentinho recebe..

É polícia e vai fazer psicologia infantil na UP resultado está aí....
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Zef MaCamo
Zef MaCamo Os tempos são outros ñ faz sentido um polícia sem nível académico ou ter 10/classe pra se dar com licenciados na via pública, O nível ajuda muito pra se dar com o cidadão hoje em dia a população k temos ñ é akela d Nachingwea, mas sim são pessoas na sua maioria académicas, imagina um polícia com 10/classe k tipo d linguagem usará pra abordar e convencer um Dr??
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Evaristo Emidio Baptista
Evaristo Emidio Baptista Polícia fazendo educação infantil na UP..
Enfermeiro formando-se em produção animal na UEM..

A formação desses nossos compatriotas traz algum benefício nós seus sectores.?
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Omar António
Omar António 8000,00 tambem nunka é pouco. Eu sou funcionario. Ganho no intervalo de 5/6 mil, tenho 13 filhos e 24 netos. Mas Comemox todas noitex. Algumas AlmoÇo pode nao existir
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René Elisio Timamo
René Elisio Timamo Nada mais e nada menos!Amigos,um membro das FDS,não deve fazr Ensino Superior e Ciências de Educação,não podemos misturar as coisas!Pke k dxou Acipol e foi na UEM ou UP?Não podmos atribuir a culpa ao Governo pelos nossos erros.Entrtanto,vc como quadro do Governo, pxa transferencia do MINT pra MINEDH e o seu nível superior k fz na UEM ou UP terá impacto. Ex.concrto:estudei com 2 Policias na Formação de Professores de Nível Médio na ADPP-EPF-Niassa,e 1 deles teve a chance de progrdir com os estudos até a licenciatura em Ciências de Educação!Feito o nível Superior,pediu transferência do MINT pra MINEDH.E hj,tá com giz e apagador a bater boa moeda por mês. Trabalhamos no mesmo Distrito em Niassa e Escolas diferentes.Não perca o seu tempo,escreva pra mudar o fardamento e AKM pra bata e giz.Terás boa moeda.
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Tonito De Sousa Mussendema
Tonito De Sousa Mussendema Problema dos nossos compatriotas o que lhes interessa é ter formação superior, mais nunca preocuparam se formar na área com equivalência do serviço que faz. É possível hoje encontrar enfermeiro a se formar na historia política, um polícia com formação médico pecuária, um professor a fazer medicina, isso tudo foz se o magro salário dos níveis a baixo do superior. O governo deve rever isso.

Estado Islâmico acaba de reivindicar ataque na Turquia na madrugada da passagem de ano

ESTADO ISLÂMICO


EM ATUALIZAÇÃO
1
O Estado Islâmico já reivindicou o atentado numa discoteca em Istambul, na Turquia, que provocou 39 vítimas mortais, de acordo com o jornal El Mundo.
TOLGA BOZOGLU/EPA
O Estado Islâmico já reivindicou o atentado ocorrido na madrugada da passagem de ano, na discoteca mais bem frequentada de Istambul, na Turquia, que causou 39 mortes e 65 feridos, de acordo com o jornal El Mundo. De acordo com o próprio Estado Islâmico, o ataque terá sido ao que consideram uma “celebração de cristãos”.
Dos 39 mortos, 11 eram turcos, um tinha dupla nacionalidade (turco e belga), sete eram da Arábia Saudita e tinham viajado para Istambul para comemorar o Novo Ano, três eram iraquianos e outros três libaneses. Desta lista de vítimas mortais fazem ainda parte dois tunisinos, dois indianos, dois marroquinos, dois jordanos, uma pessoa do Kuwait, uma do Canadá, uma de Israel, outra da Síria e ainda um russo. De acordo com a Aljazeera, resta apenas identificar identidade de uma das vítimas mortais.
As primeiras notícias falavam em dois homens vestidos de Pai Natal que tinham entrado no estabelecimento, onde se encontrariam 700 a 800 pessoas, e disparado indiscriminadamente, um pouco antes da 1h30, hora local. Mas mais tarde, as autoridades revelaram que o ataque foi perpetrado apenas por um atirador.
O presidente turco condenou o ataque e prometeu ser implacável com os autores do atentado. “Eles operam para baixar a moral do país e semear o caos e escolhem civis como alvo dos seus ataques de ódio”, lê-se no comunicado, onde Erdogan garante que a Turquia está determinada a lutar contra os atentados: “Como nação, vamos combater para acabar não só com os ataques armados dos grupos de terroristas, mas também os ataques económicos, políticos e sociais”.
Istambul estava em alerta e com segurança reforçada (17 mil políticas nas ruas) neste fim de semana de festejos da passagem de ano, depois do ataque do dia 19 no mercado de Natal em Berlim, mas nem isso impediu o ataque que provocou mais 39 mortes. Em 2016, pelo menos 275 pessoas morreram na sequência de ataques terroristas concretizados na Turquia, reivindicados pelo Estado Islâmico e pelo Partido dos Trabalhadores do Curdistão.

Retrospectiva 2016 - Abril


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Destaques - Nacional
Escrito por Redação  em 30 Dezembro 2016
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O mês de Abril de 2016 foi marcado pela execução do procurador Marcelino Vilanculos, estaria a preparar a acusação contra o cidadão Danish Abdul Satar, suspeito de ser intermediário entre os autores morais e os executores dos sequestros que não dão tréguas aos empresários e seus parentes, residentes em Moçambique, desde 2011. Além disso, a promiscuidade entre o Estado, membros do partido Frelimo e investidores estrangeiros no Porto de Nacala foi revelada. Centenas de crianças ficaram privadas de estudar em Murrupula devido a guerra.
“Executado” procurador do Ministério Público
O procurador Marcelino Vilanculos foi assassinado, com tiros à queima roupa, no município da Matola por desconhecidos. O malogrado, em vida, representou o Ministério Público na acusação contra vários cidadãos que acabaram por ser condenados como culpados por alguns dos raptos ocorridos na capital moçambicana. Informações não oficiais indicavam que Vilanculos estaria a preparar a acusação contra um cidadão detido e indiciado de ser um dos mandantes da onda de sequestros.
O procurador estava a chegar à sua residência, no bairro de Tsalala, cerca das 19h20, quando foi alvejado por vários tiros ainda dentro da sua viatura. Aparentemente, Marcelino Vilanculos foi executado, a julgar pelas marcas das balas, disparadas à pouca distância e em direcção a sua cabeça, que se pôde ver no vidro do lado da vítima que perdeu a vida no local.
O magistrado - que representou o Ministério Público no julgamento de quatro homens que acabaram por ser condenados em 2013, pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, por crimes de rapto, associação criminosa e posse ilegal de arma que aconteceram entre Fevereiro e Junho de 2012, na capital moçambicana– estaria a preparar a acusação contra o cidadão Danish Abdul Satar, suspeito de ser intermediário entre os autores morais, que as autoridades policiais acreditam serem o seu pai (o criminoso Asslam Satar, em fuga desde a década 90 após ter liderado com sucesso o rombo de 144 biliões de meticais (antiga família) no extinto Banco Comercial de Moçambique) e o tio (Momade Assif Abdul Satar(Nini), um dos mandantes do assassinato do jornalista Carlos Cardoso e cúmplice da fraude ao ex-Banco Comercial de Moçambique), e os executores dos sequestros que não dão tréguas aos empresários e seus parentes, residentes em Moçambique, desde 2011.
Esta acção do crime organizado aconteceu pouco mais de um mês após a substituição do Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique.
Porto de Nacala: parceria promíscua entre o Estado, membros da Frelimo e investidores estrangeiros
O nosso país possui um porto natural de águas profundas que esteve adormecido durante várias décadas porém, quando surgiram no horizonte potenciais grandes clientes estrangeiros, o Estado decidiu concessionar esse porto a uma empresa privada que deveria ter investido na sua reabilitação e modernização mas não o fez. Para o porto de Nacala funcionar Moçambique teve que endividar-se, em cerca de 285 milhões de dólares norte-americanos, mas nem assim recuperou a gestão desta infra-estrutura de importância estratégica e que hoje gera lucros. Porquê foi feita, e é mantida até 2020, esta Parceria Público Privada? Porque os privados são os próprios agentes de Estado que decidiram a quem concessiona-lo, a começar pelo antigo Presidente da República, Armando Guebuza, passando pelos ex-primeiro-ministros, Mário Machungo e Aires Aly, antigos deputados e juiz do Conselho Constitucional e até gestores seniores da empresa pública de caminhos-de-ferro.
Na segunda metade da década de 1990, dispondo de informação estratégica sobre as mudanças que estavam a acontecer na economia nacional, políticos moçambicanos iniciaram a corrida para a criação de empresas em forma de sociedades de gestão e participação nos negócios públicos. Estas empresas eram orientadas para realizar negócios com o Estado, num contexto de liberalização da economia nacional.
Uma dessas empresas foi a Sociedade para o Desenvolvimento do Corredor de Nacala (SDCN), constituída a 22 de Janeiro de 1998, em Maputo, em forma de Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada (S.A.R.L), já com o objecto social de “Realização de estudo de viabilidade da linha férrea do porto e da baía de Nacala, negociação com o Governo de Moçambique do contrato de concessão do porto de Nacala e da rede ferroviária do corredor de Nacala e a constituição de empresas destinadas a gerir e desenvolver o porto e a linha férrea de Nacala e o Corredor de Desenvolvimento de Nacala”.
Tratando-se de uma sociedade anónima, as empresas accionistas da SDCN nunca foram reveladas mas o Centro de Integridade Pública(CIP) apurou que eram nove empresas na altura em que aconteceu a concessão: as estrangeiras Edlows Resources e Railroad Development Corporation (com 51% do capital) e os investidores nacionais Consórcio Cabo Delgado, Gestão e Transportes, Gestão e Desenvolvimento de Nampula, Moçambique Gestores, Niassa Desenvolvimento, Sociedade de Tecnologias Portuárias (com 33% do capital) a ainda a Nacala Comércio e Investimentos (16% do capital).
Crianças privadas do direito à educação devido à guerra
Pelo menos 500 crianças matriculadas em diferentes escolas da Zona de Influência Pedagógica (ZIP) de Halaca, no distrito de Murrupula, província de Nampula, viram-se privadas do direito à educação, devido às ofensivas militares das Forças de Defesa e Segurança (FDS) que procuram desarmar, e mesmo eliminar, os homens armados do partido Renamo que estão baseados naquela região.
Mais de 36 mil alunos, em 97 escolas, dei xaram de estudar devido a confrontos militares nas províncias de Tete, Manica, Sofala, Zambézia e Nampula. De acordo com Júlio Mendes, director provincial da Educação e Desenvolvimento Humano em Nampula, os alunos em alusão eram assistidos por oito professores que, igualmente, já não se fazem aos seus postos de trabalho.
As crianças foram forçadas a abandonar a escola porque os seus pais e encarregados de educação procuraram refúgios em locais aparentemente seguros. Falando à Imprensa, Mendes disse que neste momento o sector que dirige está a envidar esforços com vista a enquadrar os alunos noutros estabelecimentos de ensino, para que estes não percam o ano lectivo.
“Estamos a trabalhar no sentido de garantir que os professores continuem a trabalhar, para além dos alunos que não podem perder o ano lectivo de 2016”, disse Mendes.
Embora não existam cobertura regular na imprensa no distrito de Murrupula acontece há vários meses uma das frentes mais activas do conflito político-militar. Um membro das Forças Especiais moçambicanas relatou ao @Verdade e SAVANA que a sua unidade foi destaca para a região em Janeiro deste ano para eliminar cidadãos identificados como sendo membros e/ou simpatizantes do partido Renamo.
"Nós fomos lá e identificamos uma base da Renamo. Fizemos uma defesa circular, em que todos paramos e concentramos o fogo, mas sem esperar que eles pudessem responder, já que era de madrugada. Quando responderam fogo cada um correu à sua maneira e ele ficou, tinha uma metralhadora PK de 475 munições (é uma metralhadora Kalashnikov russa vulgarmente conhecida por PK), tinha dois carregadores", relatou o agente das Forças especiais que revelou que a sua unidade chega às residências onde recebem indicação de estarem membro e/ou simpatizantes do maior partido de oposição e "batemos a porta e levamos a pessoa".
O confronto militar mais recente que há registo aconteceu na primeira semana de Abril e culminou com a substituição do então Comandante provincial da província de Nampula.

Xiconhocas do Ano: Nyusi e Dhlakama; Guebuza, Chang e António Carlos do Rosário; Deputados do partido Frelimo


Xiconhoca
Escrito por Redação  em 30 Dezembro 2016
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Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas de 2016:
Nyusi e Dhlakama
O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, são, sem sombras de dúvidas, os maiores e piores Xiconhocas do Ano. Esta semana, os dois Xiconhocas até à medula, após vários meses a brincarem de gato e rato enquanto o povo sobrevive à balas, mostraram que é possível pôr fim ao conflito militar que já vem se arrastando há anos. Ou seja, o líder da Renamo cessou as hostilidades militares por um período de sete dias em todo território moçambicano, uma medida tomada após uma conversa telefónica mantida com o Presidente da República. É caso para dizer que estes Xiconhocas andam a brincar com a paciência e o sofrimento dos moçambicanos!
Guebuza, Chang e António Carlos do Rosário
O galardão de Xiconhocas do Ano também vai para Armando Guebuza, Manuel Chang e António Carlos do Rosário. Estes três Xiconhocas são os principais responsáveis pela precária situação financeira que o país atravessa. Esse bando, encabeçado pelo ex-Presidente da República, endividaram at’e ao pescoço. O mais caricato, após arruinar o país e com a cara mais deslavada do mundo, Guebuza teve a petulância de dizer que “libertou este país”, quando esteve a ser ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito que está a investigar as dívidas que ele e os seus títeres contraíram ilegalmente com o aval do Estado. O que espanta os moçambicanos é o por quê de Guebuza, Chang e do Rosário não terem sido detidos pelo roubo e violação da Constituição e Lei Orçamental.
Deputados do partido Frelimo
Os deputados da bancada parlamentar da Frelimo é uma espécie de Xiconhocas que precisa de ser estudada pela tamanha falta de decoro. Os indivíduos, cravados na Assembleia da República, estão pouco se marrimbando para a situação que vivem os moçambicanos, sobretudo os seus eleitores. Como dignos representantes do povo, esperava-se uma atitude mais favorável aos moçambicanos. Porém, o que assistemos no Parlamento moçambicano este ano foi a legitimação das políticas terrorista do partido Frelimo, ou seja, os deputados da Frelimo posicionaram-se sempre contra o bem-estar da população, à favor dos interesses do partido. Enfim, com deputados dessa estirpe ninguém precisa de inimigos.

Antes de mais, uma especial saudação a todo o moçambicano que habita a nossa Pátria Amada, do Rovuma ao Maputo e do Índico ao Zumbo



Senhora Presidente da Assembleia da República,
Senhor Primeiro - Ministro,
Distintas autoridades Civis, Judiciais, militares e religiosas,
Senhoras e Senhores Deputados, meus pares,
Distintos Convidados,
Minhas Senhoras,
Meus Senhores,
EXCELÊNCIAS,

Antes de mais, uma especial saudação a todo o moçambicano que habita a nossa Pátria Amada, do Rovuma ao Maputo e do Índico ao Zumbo, e a todo o que na diáspora, participa na grande obra da recuperação económica.

Uma saudação particular às ilustres personalidades e entidades presentes neste acto solene que muito nos honram!

A Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, endereçamos uma saudação pelo eloquente, aberto e franco Estado da Nação, ontem prestado aos moçambicanos.

De modo especial, enaltecemos o empenho pessoal do Presidente FILIPE JACINTO NYUSI na busca dos caminhos para a Paz, através do diálogo construtivo com todas as forças vivas da sociedade, reafirmando o compromisso assumido no início do seu mandato quando sublinhou (cito)
“Podem estar certos, caros compatriotas, que tudo farei para que, em Moçambique, jamais, irmãos se voltem contra irmãos, seja a que pretexto for”. – fim da citação

É expectativa e desejo de todos os moçambicanos que os esforços do Presidente NYUSI sejam correspondidos pela liderança da RENAMO, de modo a devolver o sossego, a Paz, a harmonia entre os moçambicanos para promover a verdadeira reconciliação nacional, o mais rapidamente possível.

Os moçambicanos depositam total confiança em si. Só consigo a liderá-los aceitam enfrentar os desafios presentes e a capitalizar as oportunidades que se abrem para o desenvolvimento do País.

Bem-haja Presidente Filipe Jacinto Nyusi!

Dra. Verónica Nataniel Macamo Dhlovo, orgulhamo-nos pela forma como realiza o magistério de Presidente da Assembleia da República.

Ao Dr. Carlos Agostinho do Rosário pedimos que seja portador do nosso apreço ao Governo de Moçambique.
Excelências,

A 25 de Novembro, calou-se uma das vozes e penas mais carismáticas da história mais recente da humanidade, o El Comandante Fidel Castro. Todas as famílias moçambicanas, directa ou indirectamente, têm testemunho do desprendido internacionalismo de Cuba, sob a sua liderança.

Milhares de moçambicanos tiveram acesso à escola e a saúde de qualidade em Cuba, enquanto outros receberam formação e foram assistidos por cubanos em Moçambique.

Queremos reiterar ao povo e ao Estado cubano o nosso profundo reconhecimento pelo apoio incondicional a Moçambique e aos moçambicanos.

Excelências,

Na madrugada de 17 de Novembro, partiu o camarada Sebastião Dengo, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral de Inhambane, Combatente da Luta de Libertação Nacional. Partiu aquele que para muitos era pai e conselheiro sempre pronto para partilhar a experiência e ensinamentos.

No dia 18 de Dezembro, a família FRELIMO foi colhida pela triste notícia do desaparecimento físico do Camarada Carlos Zefanias Maela, Primeiro Secretário da FRELIMO na Província de Inhambane, vítima de doença.

Em nome da Bancada de FRELIMO, endereçamos às famílias enlutadas e a todos militantes e simpatizantes da FRELIMO em Inhambane as mais sentidas condolências.

No dia 17 de Novembro último, Moçambique cobriu-se de luto com a tragédia em Caphirizanje, no distrito de Moatize em Tete, onde mais de 100 compatriotas faleceram.

Ao mesmo tempo que saudamos a pronta intervenção do Governo, o profissionalismo e o humanismo das equipas médicas e a solidariedade moçambicana, vai o nosso sentimento de pesar às famílias das vítimas e formulamos votos de rápida recuperação aos doentes.

Minhas Senhoras,
Meus Senhores,
Excelências,

O ano de 2016 foi marcado por uma conjuntura adversa para Moçambique, caracterizada pela instabilidade macroeconómica decorrente da crise internacional, da baixa dos preços dos principais produtos de exportação e pelo enfraquecimento da nossa moeda, o Metical, agravada pela ocorrência de calamidades naturais de grandes proporções, nomeadamente seca e cheias e pela tensão político-militar protagonizada pela RENAMO.

Saudamos o Governo pelas medidas difíceis visando relançar as bases para um crescimento económico sustentável e para recuperar a imagem pujante de Moçambique, através da prossecução do ajustamento das políticas fiscal e monetária, para alcançar:
• A estabilidade da nossa moeda, o Metical;
• A redução das taxas de juro;
• A restauração do clima favorável ao investimento directo nacional e estrangeiro;
• A criação de mais postos de trabalho nos diversos sectores da economia;
• A redução do peso do serviço da dívida no Orçamento do Estado; e, em última análise,
• A redução do custo de vida medido pela inflação.

Na implementação destas medidas é imperioso salvaguardar a despesa pública nas áreas sociais, nomeadamente educação, saúde, proteção social, abastecimento de água e saneamento, transporte público, segurança pública e combate à criminalidade.

Apreciamos os esforços desprendidos pelo Governo para os passos necessários visando restaurar a confiança dos nossos parceiros de cooperação, criando um ambiente para atracção de investimento nacional e estrangeiro, imprescindível para a criação de mais postos de emprego e alavancar o desenvolvimento do País.

Excelências,

Ontem, testemunhámos a apresentação da Informação Anual do Chefe de Estado sobre a Situação Geral da Nação.

Foi um momento alto do nosso ano político.

O Presidente Filipe Jacinto Nyusi, ao apresentar aos moçambicanos, através dos seus legítimos representantes, a radiografia do País, sublinhou a urgência de reconciliação nacional reiterando que:
“Os desafios que se nos impõem pedem que esqueçamos aquilo que nos possa dividir. Não existem desafios que sejam diferentes para uns e para outros moçambicanos. Não existem dois Moçambiques. Não existem «uns» e «outros».
A Paz genuína e definitiva não será pertença exclusiva de qualquer formação política. Será uma vitória de todos nós, moçambicanos de todos os sexos, raças e origens. O desenvolvimento económico não será propriedade de nenhuma entidade particular. Será de todos nós e só assim, como criação colectiva, esse futuro mais próspero irá acontecer.
Nós continuaremos incansáveis e firmes na procura de consensos entre os partidos políticos e todas as forças vivas da nossa sociedade.» (fim de citação)

O quadro apresentado pelo Chefe de Estado atesta a realidade que se vive nos diversos pontos do País e que os deputados da Bancada Parlamentar da FRELIMO constataram nas jornadas parlamentares realizadas nos respectivos Círculos Eleitorais.

Foi um quadro honesto e realista que Sua Excelência o Presidente Nyusi trouxe a esta Magna Casa.

Encorajamo-lo, a si e ao Governo de Moçambique a continuarem a imprimir o dinamismo visível, em todos os sectores sociais e económicos, para o aumento da produção e da produtividade, para alcançarmos a auto-suficiência nos principais produtos de consumo e para a exportação.

Apesar da carestia de vida e de outros efeitos nocivos da guerra que nos é imposta, Moçambique está sim firme.

Firme no seu compromisso com os moçambicanos que querem prosperidade.

Firme, sim, com a comunidade internacional, com os parceiros de cooperação que querem ver Moçambique a crescer exemplarmente.

Firme porque todos os moçambicanos reafirmam a confiança no Presidente Nyusi e respondem a este grande desafio com a sua entrega ao trabalho.

Sim, firme porque todos temos fé que nada nos travará na nossa marcha para o desenvolvimento.

Firme porque, afinal, os que podem ver o que está a ser feito, acreditam na economia, acreditam que Moçambique pode ser e continuar a ser um bom e seguro destino para os seus investimentos.

Parabéns Presidente Filipe Jacinto Nyusi,

Excelências,

Nas habituais sessões de informações e de Perguntas ao Governo, pudemos testemunhar o empenho do Executivo moçambicano na implementação do Plano que materializa o seu Programa.

O Governo interagiu com os representantes do Povo, trazendo importantes informações sobre a vida do País e recebendo dos deputados recomendações e incentivo para prosseguir na criação de cada vez melhores condições de vida para os moçambicanos.

Ficou demonstrada a capacidade do Governo de enfrentar os choques decorrentes dos desastres naturais e da conjuntura da economia mundial, e para manter o País na esperança do desenvolvimento.

Os funcionários públicos acreditam na honradez do Estado que zelosamente servem.

O pleno funcionamento das instituições públicas e o facto de a Fazenda pagar os salários, contra o prognóstico dos mais cépticos, é uma prova da firmeza do Estado.

Parabéns, Governo de Moçambique!

Através da Informação Anual do Provedor de Justiça, do Relatório da Comissão de Petições, Queixas e Reclamações e da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Dívida Pública, esta Magna Casa teve a oportunidade de apreciar aspectos ligados ao combate à criminalidade, à corrupção e a observância da legalidade na actuação das instituições públicas e no seu relacionamento com os cidadãos.

Por averiguar a situação da dívida pública, a Comissão Parlamentar de Inquérito merece uma viva saudação.

Esta Magna Casa está de posse de importantes informações sobre os contornos da Ematum, Proindicus e MAM.

Estamos convictos de que as conclusões e as recomendações do Relatório defendem os mais altos interesses nacionais, na gestão da coisa pública e no resgate da confiança para os gestores públicos.

Excelências,

Nesta Sessão apreciámos instrumentos legais de capital importância em diversas áreas da vida económica, social e cultural do País.

Com o voto da Bancada da FRELIMO, a Assembleia da República aprovou o Plano Económico Social e o Orçamento do Estado para 2017.

Fizemo-lo porque estamos convencidos de que estes dois instrumentos permitem ao Governo melhorar o desempenho do País nas áreas económica, social e cultural, promovendo o investimento, a criação de mais postos de trabalho e o aumento da produção e da produtividade, especialmente no sector agrário.

Fizemo-lo para prosseguir a construção e apetrechamento das escolas e das unidades sanitárias.

Fizemo-lo para que mais professores e pessoal de saúde possam ingressar no aparelho do Estado, para atender às crescentes necessidades do Povo.

O Governo quer melhorar a rede de abastecimento de água, quer melhorar as comunicações, pretende expandir a energia eléctrica, quer adquirir mais meios de transporte.

Não podíamos ficar insensíveis a essa vontade que coincide com a vontade do Povo e da minha Bancada.

Foi por isso que aprovámos o Plano Económico Social e o Orçamento do Estado para 2017.

Se não fizéssemos isso, à espera do consenso, mostraríamos, como os demais, que não somos do Povo, estaríamos contra aqueles que dizemos que representamos.

Excelências,

Dos vários diplomas legais aprovados ao longo da IV Sessão, permitam-nos que, pelo impacto significativo que irão produzir na vida dos moçambicanos, destaquemos:
• a revisão do Texto da Pauta Aduaneira e do Código do IVA, com o objectivo de estimular a actividade económica, em especial a agricultura e pescas;

• o banimento da exportação da madeira não processada de todas as espécies para proteger os recursos florestais e incentivar a indústria madeireira nacional;

• o agravamento das penas para crimes contra a diversidade biológica, por forma a conter a caça furtiva, a pesca ilegal e o tráfico de produtos de animais em risco de extinção;

• a lei das transacções electrónicas, para regular este segmento que está em franco desenvolvimento e expansão; e

• a lei do áudio-visual e do cinema.

Fazemos um balanço positivo desta Sessão que termina.

Modéstia à parte, este desempenho só foi possível graças ao empenho e responsável postura dos Deputados da minha Bancada, a Bancada Parlamentar da FRELIMO.

Excelências,

Queremos aqui reiterar que a FRELIMO é pela consolidação de um Estado Unitário, com instituições fortes e cidadãos activos, tendo vindo, por isso, ao longo das últimas cinco décadas, a reforçar a Unidade Nacional, respeitando sempre a as diferenças de qualquer feitio.

A descentralização tem vindo a acompanhar a construção do Estado Moçambicano, desde as zonas libertadas, nos primeiros anos da Independência, até hoje.

Em 1977, nas Assembleias do Povo na Localidade, Distrito e na Província, os seus membros democraticamente eleitos gozavam de amplos poderes de decisão sobre o desenvolvimento das respectivas unidades territoriais.

A descentralização, enquanto modelo de governação, deve ser desenhada e implementada em função da realidade de cada país.

Nós, a FRELIMO, defendemos que qualquer opção de descentralização deve ser objecto de um debate sereno, objectivo e desapaixonado.

Deve ser uma opção que impulsione o desenvolvimento local, permitindo uma maior participação das comunidades na tomada de melhores decisões.

Saudamos a vontade expressa pelo Chefe de Estado no seu Informe sobre a Situação Geral da Nação, a respeito do processo de descentralização.

A FRELIMO revê os seus valores na descentralização.

Reiteramos a necessidade de todas as Bancadas se unirem em torno da reflexão de Sua Excelência O Presidente da República, de modo a encontrarmos o melhor caminho para a consolidação do processo de descentralização, tomando em conta a dinâmica do desenvolvimento do País, mesmo que isto imponha a revisão da Constituição da República.

A FRELIMO exorta a todos os moçambicanos a lutarem contra todas as manifestações de divisão da família moçambicana e a denunciarem todos aqueles que procuram semear a intriga e o divisionismo, incluindo a divisão do País com recurso à violência armada.

Só unidos, na nossa diversidade, somos fortes e capazes de superar os desafios que se nos colocam no quotidiano nos campos económico, político, social e cultural e para nos reafirmarmos como Nação forte.

A FRELIMO defende que os partidos políticos, as organizações da Sociedade Civil e sociopofissionais, as confissões religiosas e as famílias moçambicanas têm o dever de contribuir com firmes gestos que reforcem a Unidade Nacional.

O diálogo é a principal via para a resolução das diferenças.

O diálogo é a principal via para a construção de consensos, em torno das questões que são o fundamento da nossa vida como País.

A este propósito, saudamos a manifesta vontade inabalável de Sua Excelência o Presidente da República de garantir uma paz efectiva e duradoura no País e a sua prontidão para se encontrar com o Senhor Afonso Dlakhama em qualquer capital provincial do nosso País.

Seja-me permitido apelar mais uma vez à RENAMO para que construa a paz, construa a reconciliação no seio da família moçambicana.

Incutam nos vossos membros e simpatizantes os valores de respeito à Lei e às instituições que são a base da estabilidade política e social em qualquer país moderno.

Oiçam a voz dilacerada dos moçambicanos que clamam pelo cessar imediato dos ataques contra civis e militares.

Oiçam essa voz clamando pela livre circulação de pessoas e bens, pela normalização da vida das famílias e pelo resgate da confiança dos investidores nacionais e estrangeiros.

Limpem dos vossos discursos as mensagens de ódio. Façam algo de mais concreto para desarmar os homens que, sob vosso comando continuam a criar instabilidade no seio das comunidades.

Deponham as armas.

Distintos colegas, quando estava a preparar estas palavras, fui colhida com a informação de ataques em Mandimba na Localidade de Mississi, Província de Niassa e no Distrito de Mossurize, Localidade de Chicuvo, Província de Manica. A dimensão e a forma lembra outros perpetrados noutras regiões do País.

Que maneira bizarra de desejar votos de boas festas? Tiros em plena época natalícia? Tiros como forma de procura de paz? Afinal o que a Renamo pretende? É propositado ou recusa de paz?

Excelências,

De mãos dadas, como irmãos, vamos trabalhar para criar riqueza e o bem-estar que almejamos.

Exaltamos a acção das Forças de Defesa e Segurança que com brio profissional, coragem e bravura têm sabido cumprir a sua a missão na manutenção da ordem e tranquilidade e na defesa dos cidadãos e do Estado de Direito.

Nós, os deputados da Bancada Parlamentar da FRELIMO gostaríamos de sair desta sessão com a convicção de que a Paz será uma realidade, a breve trecho, em Moçambique.

No ano 2017 que está prestes a iniciar queremos sucessos e desenvolvimento.

Todos nós, sem distinção seja de que natureza for, empenhemo-nos na busca, consolidação e manutenção da Paz, esse bem precioso de inestimável valor.

Só com a paz nos podemos juntar na materialização dos apelos de Sua Excelência o Presidente Filipe Jacinto Nyusi.

Só com a paz nos podemos engajar seriamente na produção agrícola e avícola para alcançarmos a segurança alimentar e nutricional e reduzirmos a importação de produtos alimentares básicos.

Distintos Convidados,
Minhas Senhoras,
Meus Senhores,
Excelências,

A nível internacional, estamos esperançados de que em 2017 o mundo viverá momentos de contenção dos conflitos que se alastram sobretudo no médio oriente.

A nossa saudação ao Engenheiro António Guterres novo Secretário-Geral das Nações Unidas. A larga experiência na resolução de conflitos e assistência humanitária aos refugiados augura nova página do papel das Nações Unidas no mundo.

A eleição do novo Presidente dos Estados Unidos da América vai aprofundar os tradicionais laços de cooperação.
Igualmente, cremos que os parceiros de Moçambique, aqui representados pelos diplomatas, vão continuar a confiar neste Povo, na sua liderança nas suas instituições e no Governo, e continuarão a suportar os programas de apoio ao desenvolvimento.

Excelências,

O Comité Central da FRELIMO convocou o 11º Congresso do Partido que terá lugar de 26 de Setembro a 01 de Outubro de 2017, na Cidade da Matola, Província de Maputo, sob o lema “Unidade, Paz e Desenvolvimento”.

Após a instalação dos Gabinetes Central, Provinciais e Distritais de Preparação do Congresso, está já em marcha o estudo das Teses ao 11º Congresso, o processo de eleição de delegados às conferências do Partido, aos vários níveis, bem como a revitalização dos órgãos de direcção do Partido, em cumprimento dos Estatutos e das Directivas emanadas pela direcção do Partido.

Este exercício da democracia interna, um dos princípios que guiam o funcionamento da FRELIMO, desde a sua fundação, é a marca que faz dela um Partido vivo, que se renova constantemente e, sobretudo, se diferencia de todos os demais, porque, é o único que, de cinco em cinco anos, realiza Congressos. Esta é a FRELIMO de Mondlane, de Samora, de Chissano, de Guebuza e, hoje, de Filipe Jacinto Nyusi.

Como habitualmente, a preparação do 11º Congresso da FRELIMO já está a ser vivida com muito entusiasmo, não apenas pelos militantes e simpatizantes do Partido, como também pela população, em geral, que tem estado a participar activamente no debate em torno das cinco teses ao Congresso, fazendo o balanço das realizações do Governo e expressando as suas expectativas em relação ao futuro do País.

Compatriotas, “A Vitória Prepara-se, a Vitória Organiza-se”!

Reiteramos a nossa exortação a todos os quadros, militantes e simpatizantes da FRELIMO, e ao Povo, em geral, para continuarem a participar activamente no debate das Teses, para que do 11º Congresso saiam as linhas centrais que irão orientar o desenvolvimento do País e a Governação da FRELIMO nos próximos anos.

Excelências,

Dentro de instantes vai-se marcar o término dos trabalhos desta IV Sessão.

Retornaremos aos nossos Círculos Eleitorais, uma oportunidade para mais uma fiscalização da acção governativa e de interacção com as comunidades, nas habituais jornadas parlamentares.
Cumpramos essa missão com a mesma responsabilidade e dedicação de sempre.

A todos vós, caros colegas, desejo um bom regresso ao convívio dos vossos familiares e amigos.

Aos funcionários do nosso Parlamento, no Secretariado Geral, nas Bancadas, aos Assessores, técnicos, protocolo, motoristas e pessoal de segurança, vai a nossa gratidão pelo apoio, dedicação e profissionalismo com que facilitaram as nossas actividades.

Aos homens e mulheres da comunicação social que se dedicaram a informar Moçambique e o mundo sobre os trabalhos desta Magna Casa vai o nosso agradecimento.

Termino formulando a todos os que fazem o favor de me escutar votos de Boas Festas, no Dia da Família, no Natal e no Ano Novo.

Que o Ano Novo de 2017 seja repleto de Paz e felicidades.
Por me terem escutado, Muito obrigada!

UNIDADE, PAZ E DESENVOLVIMENTO
FRELIMO A FORÇA DA MUDANÇA.
Maputo, 20 de Dezembro de 2016