sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Morreu Keta de Jesus! Luto no Canal Televisivo STV







Os dados sobre a morte da apresentadora de televisão e namorada do cantor Valdemiro José, com quem teve um filho recentemente, ainda são poucos. No entanto, sabe-se que ela foi internada ontem no Hospital Central de M...aputo (HCM), em estado grave, com uma crise de meningite, e hoje foi encaminhada à sala de reanimação, onde não terá resistido à doença.

A morte da jovem apresentadora, que nasceu em 1984, em Quelimane (Zambézia) foi confirmada pelos médicos por volta das 17h00 de hoje (01/Fevereiro). Recorde-se que recentemente foram postas a circular notícias que davam conta de alguns problemas de saúde da comunicadora.

Keta de Jesus foi eleita, em 2012, pela Internet, como uma das dez mulheres mais sexy do país. Hoje, ela abandonou o mundo dos vivos...

Que Deus dê-lhe o descanso eterno!


 


Nao Acredito :'(
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Keta moreu d sida, a beleza rima com a putaria e adicionando as duas coisas igualam a morte, VJ é o proximo
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ENTREVISTAS

31/01/2013 | João Ricardo Penteado | São Paulo

Occupy Wall Street mudou o foco do debate nos EUA, diz ativista

"Precisamos construir um 'exército de justiça social', que pratique a resistência não-violenta", defendeu Justin Wedes

Carlos Latuff |
29/12/2012 | Vitor Sion | Redação

Entidade faz confusão proposital em ranking de antissemitas, diz Carlos Latuff

Ouça entrevista completa do cartunista, que relaciona lista com lobby pró-Israel nos Estados Unidos

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26/12/2012 | Roberto Almeida | Enviado especial a Atenas

"A Grécia não é só ódio e discriminação. É violência também", diz imigrante

Nascida no Kuwait, mas de origem síria, Hala usa o hijab, o que a torna um alvo fácil para membros do partido neonazista

Giorgos Marinos, dirigente do KKE |
22/12/2012 | Roberto Almeida | Enviado especial a Atenas

Dirigente comunista grego faz alerta contra troika e diz que Syriza “zomba do povo”

Giorgos Marinos, dirigente do KKE, afirma que as medidas de austeridade estão “cada vez mais perigosas”

Alexis Tsipras |
21/12/2012 | Vitor Sion | Redação

Alemanha abandonaria euro sem Atenas, diz líder de coalizão opositora grega

Alexis Tsipras, que visitou o Brasil nesta semana, defende a criação de um novo Plano Marshall para a Europa

Nasser al-Rayyes |
16/12/2012 | Arturo Hartmann | São Paulo

Tememos que eventual acordo entre Hamas e ANP apague crimes, diz organização palestina de direitos humanos

Para Nasser al-Rayyes, novo status na ONU dá novos mecanismo diplomáticos, mas não altera muito a vida da população

Eugenio Sosa |
15/12/2012 | Giorgio Trucchi | Tegucigalpa

Nova crise é resultado da reacomodação dos grupos de poder em Honduras, diz sociólogo

Eugenio Sosa diz que, apesar de demonstrar força, recém-criado partido de Manuel Zelaya terá que se preocupar com fraudes eleitorais

Martín Becerra |
13/12/2012 | Luciana Taddeo | Buenos Aires

Lei de Meios só foi possível após conflito entre Clarín e governo argentino, diz especialista em mídia

Para Martín Becerra, nova legislação pode ser usada como ponto de partida para discussão em outros países, como Brasil

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08/12/2012 | Marina Mattar | Enviada especial a Porto Alegre

“Israel deve pagar preço alto por ocupar nossa terra”, diz líder de resistência pacífica na Palestina

Abdallah Abu Rahma tenta lutar, em seu vilarejo, contra a expansão territorial de Israel

Rodrigo Serrano e Ana Rolón, do #YoSoY 132 |
05/12/2012 | Eduardo Febbro/Carta Maior | Cidade do México

#YoSoY 132, a rebelião contra manipulação midiática no México

Movimento instaurou espaço de debate e diálogo que soube liberar-se da influência dos meios de comunicação

OPINIÕES

Honduras e a saga das cidades privadas

Modelo de privatização não surge apenas em Honduras e está presente inclusive no Brasil

30/01/2013 | Juliano Medeiros*/ Correio da Cidadania | Rio de Janeiro

Eleição no Equador: dilemas de Rafael Correa

Redução drástica da dívida, ampliação dos serviços públicos e distribuição de renda tornam certa reeleição do presidente

29/01/2013 | Camila Moraes | São Paulo

Machismo, uma piada velha

Está na hora de queimar novos sutiãs – e de rir de quem não achar graça disso

28/01/2013 | Leonam dos Santos Guimarães* | Rio de Janeiro

Brasil não aproveita aumento da demanda mundial por urânio

Mesmo com o acidente de Fukushima, países tendem a instalar novos projetos ligados a energia nuclear

26/01/2013 | Victor Álvarez | Caracas

Economia venezuelana cresceu: o importante agora é transformá-la

Aprofundar a mudança da estrutura econômica venezuelana – e não apenas reativá-la – é o novo desafio à frente

25/01/2013 | George Montbiot*/The Guardian | Londres

O neoliberalismo está acabado? Pense bem antes de responder

Não tenho favorito nesta corrida, salvo a crença de que ninguém, neste oceano de riquezas, deveria ser pobre

24/01/2013 | Reginaldo Mattar Nasser* | São Paulo

A Batalha de Argel e seu legado histórico

Filme produzido em 1965 se mantém atual e abre discussões sobre a forma de se fazer política

23/01/2013 | El Yamine Soum | Paris

França e África: qual o balanço da visita de Hollande na Argélia?

As relações entre a antiga metrópole e a ex-colônia são baseadas em tabus e paradoxos, que voltaram à tona após discurso do presidente francês

22/01/2013 | Salim Lamrani | Paris

Custo do trabalho ou custo do capital?

O problema da França não é o custo do trabalho, mas o custo do capital, isto é, a parte dos benefícios pagos aos acionistas

21/01/2013 | Glen Greenwald | Nova York

No Mali, um novo atoleiro do Ocidente?

Os fundamentalistas são brutais, mas o que os bombardeios ressaltam é incapacidade das “democracias” contemporâneas em lidar com o Outro

Implicados em escândalo de financiamento ilegal do PP espanhol confirmam informações de jornal

 

Após protestos, presidente de governo Mariano Rajoy convocou reunião de emergência do partido para sábado

Um dia após a publicação de documentos que sugerem a existência de financiamento ilegal dentro do PP (Partido Popular), divulgados pelo jornal espanhol El País, alguns políticos implicados na denúncia reconheceram o recebimento das quantias informadas pela publicação.A irregularidade estaria na origem do dinheiro envolvido nas transferências, recebido pelo PP de maneira ilegal.

O presidente do Senado, Pio Garcia Escudero, confirmou que recebeu do partido o valor de 5 milhões de pesetas (moeda espanhola anterior ao euro) em 2000. A casa do político foi alvo de um atentado a bomba em agosto de 2000 e ele afirma ter pedido um empréstimo ao partido para reconstruí-la. No documento publicado pelo El País, figura que Garcia Escudero devolveu o dinheiro em 2001.

Outra figura política que confirmou os dados que vieram a público no último dia 31 de janeiro foi o ex-dirigente da UPN (União do Povo Navarro) Jaime Ignacio del Burgo, porta-voz do partido em 2001. Ele confirmou que em julho de 2001 recebeu 500 mil pesetas do PP após ter solicitado a verba para ajudar a uma integrante da UPN que também havia sofrido um atentado terrorista.

Reprodução El País


Segundo estimativas do El País, cerca de 70% das movimentações que figuram nos documentos são ilegais porque não seguem a lei de financiamento dos partidos políticos. Segundo esta lei, que esteve em vigor entre 1987 e 2007, os partidos não poderiam receber doações de pessoas físicas ou jurídicas superiores a 10 milhões de pesetas ao ano – aproximadamente 60 mil euros. Esse limite subiu para 100 mil euros após 2007.

Mesmo assim, as anotações demonstram quantias muito superiores ao permitido pela lei. Há ingressos únicos de até 250 mil euros e de 400 mil euros de uma mesma pessoa durante o transcorrer de um ano. Segundo os documentos, em mais de 30 operações o limite legal foi superado.

Cúpula do PP

Grande parte do dinheiro recebido por meio dessas doações ilegais servia para alimentar uma rede de pagamentos extraoficiais da alta cúpula do partido. Os nomes de todos os líderes e secretários-gerais do PP entre 1990 e 2008 aparecem nos documentos, exceto José María Aznar, ex-primeiro-ministro espanhol e líder do partido até 2004.

Leia mais

Um dos nomes mais citados nas anotações é o do atual primeiro ministro espanhol Mariano Rajoy. Segundo o jornal espanhol, o atual chefe do Estado recebeu quantias que somavam 25.500 euros a cada 12 meses. A atual vice-primeira-ministra do governo, Soraya Saénz de Santamaría, e a secretaria geral do partido, María Dolores de Cospedal, também aparecem como beneficiárias do suposto esquema.

Reações

Na noite do dia 31 de janeiro, cerca de 1,5 mil pessoas se reuniram diante da sede nacional do PP em Madri para pedir a renúncia do atual presidente de governo. O deputado Cayo Lara também se manifestou a favor da demissão de Rajoy e pediu novas eleições gerais. Lara pertence à IU (Esquerda Unida) e lidera o grupo de parlamentares de esquerda no Congresso de Deputados.

O maior partido de oposição se manifestou através do seu líder Alfredo Pérez de Rubalcaba que, em uma coletiva de imprensa pediu para Rajoy explicar publicamente o caso. “Que responda a duas perguntas que são bem simples: [ele] recebeu esses pagamentos, sim ou não? E se os recebeu, recebeu legal o ilegalmente?”, exigiu Rubalcaba durante ato público em Tenerife.

Rajoy ainda não se manifestou sobre as acusações e convocou uma reunião de emergência da cúpula do partido para este sábado (02/02). Pelo PP, quem se defendeu das denúncias foi a secretária-geral María Dolores de Cospedal, que reiterou que “a contabilidade do PP é única, clara, transparente e limpa”. Cospedal também afirmou que o partido irá entrar com ações judiciais contra o El País.

Contas na Suíça

As contas divulgadas pelo jornal seriam de autoria de Luis Bárcenas, ex-tesoureiro e ex-senador pelo PP. Ele manteve até 2009 uma conta na Suíça que, entre os anos de 2005 e 2009, teve um saldo médio de 15 milhões de euros. Segundo o juiz espanhol Pablo Ruiz, a conta alcançou 22 milhões de euros em 2007. Ruiz está encarregado de investigar as acusações que pesam sobre Bárcenas no caso Gürtel, rede de corrupção vinculada a altos funcionários do PP que afetou políticos das comunidades de Valência, Madri e Castilha e León.

O ex-tesoureiro regularizou no ano passado 10 milhões de euros provenientes de suas contas na Suíça. O advogado de Bárcenas afirmou no dia 18 de janeiro que o político aproveitou o período de anistia fiscal aprovada pelo governo Rajoy. O indulto fiscal vigorou entre 31 de março e 30 de novembro de 2012 e permitia que os espanhóis legalizassem os seus bens ocultos ao fisco pagando 10% ao Estado, quantidade que representa menos da metade dos impostos que deveriam pagar pelo processo regular.

Novo equipamento para resgatadores submarinos: Voz da Rússia

1.02.2013, 11:52, hora de Moscou
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mergulho, mergulhadores, submerso, equipamento, scuba
© SXC.hu

Produtores russos de equipamentos para o setor militar desenvolveram um novo aparelho destinado a submarinistas que fará com que o os resgatadores possam agir debaixo de água com mais desembaraço e segurança.

Se trata de um compacto aparelho submarino de respiração autônoma que permite mergulhar a várias dezenas de metros de profundidade. Sobre as singularidades do novo scuba discorre o chefe de departamento da holding "Aviatsionnye Tekhnologii" (Tecnologias de Aviação) Mikhail Khvan:
“A estrutura externa do aparelho está feita de plástico resistente ao impacto. Sua principal vantagem são as dimensões reduzidas, o que possibilitará a mergulhadores trabalharem em condições de espaços restritos.”
A fiabilidade do aparelho em circunstâncias extremas foi testada por Roman Prokhorov, recordista de profundidades máximas em mergulho. Ele é escafandrista-provador com 20 anos de antiguidade, habituado a trabalhar em profundidades da ordem de 150 metros.
O que distingue o novo aparelho quando comparado com os scubas comuns é seu desenho original. As garrafas de ar estão colocadas dentro de um casco de forma arredondada, o que é indispensável para levar a cabo trabalhos em espaços fechados existindo o perigo de ficar preso, com as garrafas ou as correias enganchadas em qualquer objeto saliente, explica Roman Prokhorov:
“Pode-se passar através de fissuras com tamanho um pouco maiores do que o mergulhador. O aparelho é liso e arredondado. O risco de se enganchar praticamente não existe”.
O aparelho é capaz de funcionar mesmo a temperaturas extremadamente baixas. O estoque de oxigênio é suficiente para 40 minutos. Ao invés do ar comprimido, pode-se utilizar misturas respiratórias artificiais enriquecidas em oxigênio, o que eleva significativamente a eficiência do trabalho subaquático. Mergulhadores profissionais já o têm provado e avaliado suas vantagens. E dizem que qualquer novato saberá lidar com o novo equipamento de scuba

Rússia e Índia projetam novo avião: Voz da Rússia

1.02.2013, 12:14, hora de Moscou
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MTA, Multirole Transport Aircraft, Índia, Rússia, construção, avião, Força Aérea
movv.org

Designers russos e indianos começaram em Moscou a criar o esboço do desenho técnico do projeto do novo avião de transporte multifuncional MTA (Multirole Transport Aircraft).

O respectivo contrato foi assinado em 12 de outubro de 2012 pela corporação aeroconstrutora unida russa "Transportnye Samolety" (Aviões de Transporte), a corporação índia "HAL" e a empresa conjunta russo-indiana "Multirole Transport Aircraft Ltd" (MTAL). No desenvolvimento do projeto conceitual e técnico do MTA estão participando 150 engenheiros-construtores. Eles irão trabalhar diferentes sistemas, incluindo a aerodinâmica, durabilidade, manipulação, hidráulica, equipamentos de altitude.
Será um avião absolutamente novo. Sua capacidade de carga útil será de até 20 toneladas, velocidade de cruzeiro de 800 km/h, máxima distância de voo de 2.700 km. Ele poderá ser operado em todas as regiões do mundo, em diversas condições climáticas e meteorológicas. O MTA será capaz de realizar decolagens e aterrissagens curtas, e poderá ser utilizado para o transporte de carga e equipamentos. Se planeja produzir pelo menos 200 aviões: 100 para a Força Aérea da Rússia, 45 para a Força Aérea da Índia, e mais algumas dúzias de máquinas para venda a terceiros países.
Índia está tentando desenvolver suas próprias tecnologias de aviação, fortalecer sua indústria de construção aérea. E se os fabricantes americanos e europeus estão oferecendo comprar-lhes aviões prontos, a Rússia está pronta para compartilhar tecnologias, criar empresas tecnológicas conjuntas.
Um bom exemplo dessa cooperação é a empresa conjunta russo-indiana "BrahMos", produzindo mísseis de cruzeiro. A sua velocidade de voo é três vezes superior a qualquer outro míssil de cruzeiro no mundo. Além disso, atualmente, a Índia e a Rússia estão trabalhando na criação do caça de quinta geração PAK FA T-50 (FGFA). Na Índia foi criada uma empresa conjunta para a montagem licenciada de caças Su-30MKI. O novo projeto conjunto de produção de um avião de transporte multiúso de médio alcance foi uma adição honrosa a esta lista, diz o especialista russo Ruslan Pukhov:
“Este programa vai ligar a Força Aérea da Rússia à Força Aérea da Índia, a indústria russa à indústria indiana com laços de cooperação por muitos anos vindouros. Acho que vai ser mais uma ponte para criar um espaço técnico-militar conjunto, e no futuro vamos implementar com sucesso muitos mais projetos deste tipo.”
O projeto está sendo financiado pelos lados russo e indiano em partes iguais. A sede da nova empresa conjunta será localizada na Índia. Ao mesmo tempo, se planeja criar em Moscou sua repartição russa. Os trabalhos sob este contrato, ou seja, a criação do projeto, devem ser concluídos em 10 meses.
O primeiro voo do MTA está previsto para 2016-2017, e a produção em série – para 2019. No futuro, Rússia e Índia sairão com ele para o mercado internacional. O novo avião de transporte pode ser uma alternativa para o C-130Hércules americano e para os russos An-12 e An-26.

Suppliers shun Malawi’s public hospitals

 
Chimbalanga: The hospitals owe us a lot of money
Barely days after high-level confirmation that the public health system in Malawi has only five percent of required essential drugs, indigenous medical suppliers say they have suspended supplying most public hospitals until their K1 billion (about $2.8 million) arrears are paid.

With the Central Medical Stores Trust (CMST) unable to procure public drugs over the past three years, mainly because it was undergoing reforms, most medical facilities have been relying on the indigenous suppliers and a donor-supported essential drug package for their needs.
The suppliers’ refusal to supply to referral and district hospitals is worsening the drug shortage crisis in government facilities.
On Tuesday, Minister of Health Catherine Gotani-Hara disclosed that public hospitals, especially district and referral facilities, have run out of 95 percent of essential drugs, but fell short of outlining specific measures for rectifying the situation.
The admission followed an ‘Open Letter to the President and the People of Malawi’ in which 15 doctors from Kamuzu Central Hospital (KCH) in Lilongwe pleaded with President Joyce Banda and the public to end the acute shortage of essential and basic medicines in the country to avoid needless deaths.
In an interview on Monday, Indigenous Medical and Surgical Suppliers (IMSS) chairperson Willy Chimbalanga confirmed that KCH is one of the facilities they have blacklisted.
“We are not supplying to certain hospitals where there are serious shortages because these hospitals owe us a lot of money and KCH is one of them,” said Chimbalanga.
KCH director Dr Noordeen Alide acknowledged that the hospital owes the indigenous suppliers, but did not specify the amount.
Said Alide: “Yes, we owe them a lot and we know it has impacted negatively on their capital because these are small-scale businesses. It is really a substantial amount.”
He said the problem is beyond KCH since it involves funding levels.
According to Alide, the hospital’s total annual drug funding is currently at K486 million (about $1.4 million), but in reality, that amount can only sustain the facility for three months.
He said according to computations by CMST, for three months, the country’s referral hospital needs $1 403 481.71.
“This amount is minus other essentials such as blood,” said Alide.
The hospital uses K15 million (about $41 666) quarterly to buy blood units for anaemic patients, he said.
He also said the hospital needs about K20 million (about $55 555) every three months to pay bills at Mwaiwathu Private Hospital in Blantyre where they refer some patients for specialist treatment.
Hospital checks have also shown that because the referral facility has not been able, since last year, to source donations from elsewhere, all health centres under the Lilongwe District Health Office have virtually shut down and now depend wholly on KCH.
This, apart from congesting wards, has also crowded the outpatients department (OPD) where long queues are the order of the day.
National crisis
A recent research study by the Overseas Development Institute (ODI) released this month found that, on average, 75 percent of such facilities, including health centres, are experiencing significant drugs stock-outs.
ODI also cites an Oxfam study as having found that only nine percent of local health facilities (54 out of 585) had the full Essential Health Package (EHP).
The study also says clinics are frequently out of basic antibiotics, HIV test kits and insecticide-treated nets while stocks of vaccines “run dangerously low”.
Local health facilities get their medicines from district health offices (DHOs) based at district hospitals.
DHOs buy the medical supplies from the indigenous suppliers.
Recently, the suppliers closed a pharmacy, laboratory and dispensary at Kasungu District Hospital for non-payment and now plan to close three more such facilities to force authorities to pay them, according to some members of the IMSS.
Kasungu Hospital only reopened after Banda intervened.
The hospitals facing closure, according to the suppliers, include Balaka, Salima and Nkhotakota; a threat that, if implemented, could spell doom for the poor in these areas, according to the districts’ health authorities.
But Chimbalanga could neither confirm nor deny the threat of the closures.
“We are yet to meet and map the way forward. But at the end of the day, action has to be taken because we have to make them pay us,” he said.
According to available statistics, if pharmacy, laboratory and dispensary facilities are closed for a full day at the four health facilities—including Kasungu—about 2 000 outpatients would be immediately affected and their lives put at risk.
For example, Balaka District Hospital alone attends to about 500 outpatients daily who wholly depend on the very services suppliers have targeted for closure.
At any given time, the hospital admits about 400 patients, according to Balaka district health officer (DHO) Owen Chikhwaza.
“If our pharmacy is closed for a day, a lot of lives will be at risk because ordering of drugs for the OPD is done on a daily basis; all admissions come through OPD and most of the life-saving drugs are administered at the OPD,” said Chikhwaza in an e-mail interview last week.
He said most people who come to the hospital cannot afford treatment in private pharmacies and clinics.
“Wards order drugs from the pharmacy three days in a week so if the closure fell on an ordering day it means over 300 lives will be at risk,” he said.
For the right diagnosis to be made, there is a need for a round-the-clock laboratory back-up.
Chikhwaza said without round-the-clock laboratory backup, a lot of malaria and anaemic children who would otherwise be saved could die; pregnant women and children requiring blood transfusion would risk losing their lives and the operating theatre would be closed.
At Kasungu District Hospital, where DHO Jarome Nkhambule said they attend to 736 patients—500 OPD and 256 admissions every day—hundreds of people were sent back without treatment when the suppliers sealed the facility.
The hospital did not register any deaths as a direct result of the closure.
Admission and OPD figures are almost similar at Salima and Nkhotakota district hospitals such that if suppliers closed the four facilities at once, 2 000 OPD lives would be at risk and close to 1 200 inpatients would suffer.
“The impact would be quite huge. Apart from OPD, in-patients also rely on daily orders from the same pharmacy,” said Nkhotakota DHO Wanangwa Chisenga whose hospital admits 300 inpatients and attends to 400 outpatients daily.
The only available options for Kasungu, Nkhotakota and Salima would be KCH which is not just more than 100km away but is in crisis.
Balaka would depend on Zomba, close to 80 kilometres away, and in no better shape itself to accept additional burden.
Ministry of Health spokesperson Henry Chimbali acknowledged the dangers that would come with closing of pharmacies in the district hospitals, but could not indicate when the creditors would be paid.
Said Chimbali: “By nature, the action of closing a pharmacy is paralysing the operations of the hospital because this is the last point of contact and most important to everyone who has gone to the hospital.
“Our stand remains the same—that district commissioners, in collaboration with the National Local Government Finance Committee [NLGFC], should take up the issue of the debt and this is the direction we are offering to the private suppliers.
“The debt at Kasungu, just as other DHOs, has accumulated over the years and it may have reached this level due to other pressures on the DHOs expenditure.”
NLGFC executive secretary Wezi Mjojo, in an e-mailed response, said her agency is only dealing with district hospital debts.
“Central hospitals still remain the mandate of the Ministry of Health. Further, as we clear the debts, the office of the Auditor General shall be asked to validate the amounts that are captured as arrears as per standard government requirement of certifying arrears before they are duly cleared as such,” she added.
Apart from the K1 billion owed to private suppliers, public hospitals also owe the CMST more than K3 billion in unpaid drug arrears.
Chimbali said in another interview that the ministry’s discussion with NLGFC is that they will mobilise resources to pay the debts for the eight DHOs that owe private suppliers.
He said: “The rest of the DHOs are working well with the private suppliers. What we know is that private suppliers are our long-term partners for the health sector and we will make every effort to sort out these problems and normalise our relationship. So, we expect them to continue working with our DHOs and CMST.”
It was reported on Thursday that the ministry has approached Treasury for an emergency package.

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RESULTADOS DE EXAMES DA UEM - 2013




PESQUISA DE RESULTADOS DE EXAMES

Pesquisar Candidato com o Um dos Nomes na Província de
Pesquisar Canditados por Número de Candidato

Reclamações/pedidos de revisão devem ser submetidos no Departamento de Admissão a Universidade até as 15 horas do dia 06 de Fevereiro

Algo está errado nos exames de admissão à UEM

Canal de Opinião
Por: Borges Nhamirre
 
Maputo (Canalmoz) – Minha sobrinha de 17 anos concorreu este ano para ingressar na UEM. Queria cursar Engenharia Civil (1ª opção) ou Arquitectura e Planeamento Físico (2ª opção). Não conseguiu ser admitida em qualquer dos cursos, mas não só: tirou notas vergonhosas nos exames de admissão a que foi submetida. 7 valores no exame de Desenho; 4.5 valores no de Matemática e 4.1 no de Física.
A minha sobrinha acabou de dispensar a quase todas as disciplinas (excepto física) na 12ª classe em 2012. O que teria acontecido para que de excelente aluna em 2012 passasse a péssima concorrente à universidade em 2013?
(A minha sobrinha pode ter muitos defeitos pessoais associados à sua faixa etária – adolescente – mas à escola ela é muito dedicada. Ser admitida no ensino superior era a coisa que mais queria. E não lhe faltou motivação para se preparar. Se tivesse sido admitida, mudava-se já este Janeiro da Maxixe, onde nasceu e sempre viveu, para Maputo, onde iria prosseguir com os estudos. Isto por si só era uma grande motivação. Para não cair no precipício das generalizações, não vou falar de todas as províncias, mas posso afirmar com grande margem de certeza que quase todos os manhembanes como eu e a minha sobrinha dariam a vida para irem viver, estudar e trabalhar para Maputo. Mas não só, a minha sobrinha concluiu o nível médio sem nunca repetir uma classe ou disciplina sequer, não lhe devia faltar motivação nem inteligência para, pelo menos, conseguir 10 valores em cada exame que realizou).
Fiquei curioso e fui então à página web da UEM onde estão divulgados os resultados dos exames de admissão. Queria tirar uma amostra dos resultados para analisar as admissões, não-admissões e notas conseguidas pelos admitidos.
No campo de pesquisa optei pelo nome “João” – por ser muito popular, e Província de Maputo – por apresentar mais candidatos.
Os resultados
Nos resultados (pode vê-los neste link http://www.admissao.uem.mz/resultados/resultadosUEM.php, dos primeiros 100 nomes apresentados, de um total de 1234, apenas 8 candidatos foram admitidos aos cursos a que concorriam.
Destes 8 admitidos, apenas um (1) conseguiu tirar notas positivas em todos exames: 14.6 valores a Português e 13 valores a história.
Os restantes 7 foram admitidos ou com ambas notas negativas ou com pelo menos uma das notas negativas. Há casos mais gritantes como o de um candidato que foi admitido ao curso de Engenharia Civil com média de 6.4 valores. Conseguiu 7.3 valores no exame de Física e 5.5 valores no de Matemática.
Isto deixou-me mais preocupado, agora não só com a minha sobrinha, mas com toda a comunidade estudantil. Não conseguia e até agora não consigo entender como num universo de 100 candidatos apenas 8 são admitidos e destes apenas um consegue fazê-lo com mérito (tirar notas positivas em todos os exames).
Parece-me que muita coisa está errada no nosso sistema do ensino. Não é minha área de trabalho, por isso admito não conhecer muito bem como o processo de examinação dos alunos concorrentes ao ensino superior decorre, mas não me soa nada católico que em 100 candidatos apenas um consiga ser admitido com mérito: obter notas positivas.
Não sei se os dirigentes do sector de educação pensam nisto. Eu julgo que ou não existe uma ligação entre as direcções de Ensino Secundário, Técnico Médio-Profissional e Ensino Superior, lá no Ministério da Educação, ou 99% dos estudantes são incompetentes, o que me parece menos provável. Pois também não faz sentido que os alunos que concluem “com mérito” o ensino médio saiam envergonhados dos exames de admissão ao ensino superior. Ou será que o ensino secundário é uma fraude que se revela no péssimo aproveitamento dos seus graduados, quando estes tentam passar à outra fase: ensino superior?
Seja como for, quem recebe salário proveniente das contribuições dos moçambicanos, deve pensar e resolver isto. Estes dados são preocupantes. Isto são factos. Não se trata de suposições. (Borges Nhamirre)

Governo vinga-se dos médicos estagiários que aderiram à greve

Violado um dos compromissos do Governo com a AMM
 

Despacho do director da Faculdade de Medicina da UEM ordena reprovação compulsiva dos estudantes que faltaram ao estágio (nos dias da greve) dos médicos. A ordem emana de uma reunião que teve lugar na Faculdade de Medicina no dia 29 de Janeiro findo. A greve dos médicos terminou com a promessa de ambas as partes de que “os machados de guerra” estavam enterrados e que ninguém seria penalizado pela paralisação, mas isto revela o grau de falta de palavra e de seriedade do Governo.

2013 02 01 001

Maputo (Canalmoz) – O Governo ainda não “engoliu” a recente greve dos médicos que durante uma semana paralisou parcialmente as actividades médicas nos hospitais públicos, até que o executivo cedesse às exigências da classe.
A greve terminou com a promessa de ambas as partes de que “os machados de guerra” estavam enterrados e que ninguém seria penalizado pela paralisação, mas o Canalmoz está na posse de um despacho do director da Faculdade de Medicina da Universidade (estatal) Eduardo Mondlane, que ordena a reprovação de todos os estudantes do sexto ano que faltaram ao estágio profissional.

O despacho visa, claramente, atingir os estudantes que aderiram à greve dos médicos.
A acção é típica de vingança. O despacho assinado pelo Prof. Dr. Mohsin Sidat, enquanto repreende com reprovação automática a todos os estudantes de medicina estagiários que faltaram aos estágios (por terem aderido à greve dos médicos), por outro lado premeia com distinção, “Certificado de Reconhecimento”, os que não faltaram ao estágio, ou seja, os que não aderiram à greve.
Esta decisão mostra que a competência é posta de lado na Faculdade de Medicina, colocando-se em primeiro plano questões políticas como aderir ou não à greve.
O despacho é o primeiro a ser exarado este ano pela Faculdade da Medicina. Leva a referência “Despacho 01/FM/2013”. A sua elaboração saiu de uma reunião havida no dia 29 de Janeiro de 2013, na Faculdade de Medicina.
Eis o conteúdo essencial do documento.
1. Todos os estudantes do 6º ano que comprovadamente faltaram às suas obrigações académicas consideram-se reprovados no segmento do estágio médico integrado onde se encontravam quando o referido incumprimento ocorreu;
2. A data do início para a repetição do estágio em que reprovaram fica ao critério dos Departamentos onde o mesmo deve decorrer;
3. Será atribuído um certificado de reconhecimento aos estudantes que cumpriram com dedicação, abnegação e até com algum “sacrifício” as suas obrigações académicas.
Ainda não conseguimos obter a reacção dos estudantes visados nem da direcção da Faculdade da Medicina. (Borges Nhamirre)