terça-feira, 9 de junho de 2020

Um ano de Vaza Jato

Terça-feira, 9 de junho de 2020
Um ano de Vaza Jato

Um ano atrás eu estava fazendo as malas para uma viagem mais ou menos longa quando meu telefone tocou. Era o Glenn. Fazia algum tempo que não conversávamos – ele não trabalha fisicamente no site e não temos a convivência comum das redações. “Você está sentado?”, ele me perguntou.
Sentei, e, em poucos minutos, Glenn me contou o motivo da ligação: ele havia recebido um material explosivo de interesse público evidente. Foi a primeira vez que eu soube do conjunto de conversas no Telegram que mais tarde nós batizaríamos de Vaza Jato. Desliguei e imediatamente acionei nossos editores Alexandre de Santi e Rafael Moro Martins para que começassem a analisar o material. Nossa primeira preocupação era checar a autenticidade do arquivo. Não demorou muito para entendermos que as mensagens trocadas pelos procuradores da Lava Jato e pelo ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro eram autênticas – e uma bomba na República.
Semanas depois, mais exatamente no dia 9 de junho, publicamos as três primeiras reportagens, traduzidas assim no editorial que assinamos naquele mesmo dia:
“As reportagens de hoje mostram, entre outros elementos, que os procuradores da Lava Jato falavam abertamente sobre seu desejo de impedir a vitória eleitoral do PT e tomaram atitudes para atingir esse objetivo; e que o juiz Sergio Moro colaborou de forma secreta e antiética com os procuradores da operação para ajudar a montar a acusação contra Lula. Tudo isso apesar das sérias dúvidas internas sobre as provas que fundamentaram essas acusações e enquanto o juiz continuava a fingir ser o árbitro neutro neste jogo.”
A Vaza Jato faz um ano hoje. Foram quase 100 reportagens publicadas – um dos casos jornalísticos mais extensos da história, e isso não é exagero. Parte dos nossos leitores nos pergunta com alguma frequência quais foram os efeitos da série de reportagens. É uma pergunta legítima. Afinal de contas, jornalismo só serve para alguma coisa se tem impacto real na sociedade. Mas, fora a visível e naturalmente midiática soltura do ex-presidente Lula, quais foram os impactos da Vaza Jato?
A mudança sobre a prisão em segunda instância, que acabou por soltar Lula, não foi o único movimento do STF pós-Vaza Jato. Teve também o entendimento de que réus delatados precisam falar por último nos processos. Antes, o réu delatado fazia suas alegações finais ao mesmo tempo que o delator – o princípio da ampla defesa determina que o acusado sempre fale sempre por último no processo. Foi uma aberração que perdurou por muito tempo graças à guerra santa de Moro e seus comandados, que pressionavam o Supremo a condenar pessoas na base do custe o que custar. Graças à Vaza Jato, agora o acusado deve ser o último a fazer sua defesa, depois de todos os delatores. Parece elementar, não? Pois é, mas precisou que o jornalismo mostrasse o caminho.
Quando chegou ao governo, Sergio Moro era o homem mais popular de Brasília. Seu “projeto anticrime”, ninguém duvidava, seria aprovado pelo Congresso com um pé nas costas. E o que tinha naquele projeto? Um mecanismo chamado “excludente de ilicitude”, que basicamente autorizava que as forças de ordem cometessem crimes e que não fossem punidas caso estivessem sob “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. Uma licença para matar em forma de lei. Com as revelações do Intercept e de nossos parceiros, a imagem de Moro e da Lava Jato sofreu abalos inéditos, e deputados puderam alterar o projeto com apoio público. O excludente de ilicitude caiu.
Outra briga comprada pelo ex-ministro de Bolsonaro e pelos procuradores foi o combate à Lei de Abuso de Autoridade. Uma lei que diz, basicamente, que quem abusa de sua autoridade precisa ser punido. Quem era contra ela? Quem provavelmente acha que autoridades podem fazer o que quiserem, ao arrepio da lei. Moro & cia fizeram campanha pública contra o mecanismo e perderam: ela foi aprovada e começou a valer este ano.
Aconteceu o mesmo na disputa sobre o juiz de garantias, uma figura que busca dar mais imparcialidade ao sistema. Ele evitaria, por exemplo, que Moro, depois de ter feito parceria com a acusação, julgasse os casos que ele próprio ajudara a construir. O ex-juiz foi contra, claro. E perdeu mais uma. O juiz de garantias foi criado em dezembro do ano passado, mas sua aplicação está suspensa por uma liminar do juiz do STF Luiz Fux (nele they trust, vocês sabem).
Quando participei de uma reunião com 40 advogados que ofereceram solidariedade ao nosso trabalho, ouvi de muitos deles que a Lava Jato estava destruindo o direito de defesa no Brasil e que nosso jornalismo aparecia como uma luz brilhante no fim de um túnel que antes parecia não ter fim. Os impactos da Vaza Jato, alguns me disseram, seriam mais profundos do que nós mesmos havíamos imaginado. Naquele momento, nenhuma das mudanças que acabei de elencar acima tinha acontecido. Quando as pessoas me paravam em locais públicos para comentar sobre o Intercept, muita gente perguntava quando Moro iria cair, quando Deltan seria afastado, quando Lula seria solto. Eu não tinha essas respostas. O público se acostumou a encarar esse tipo de coisa como o único impacto possível do jornalismo. Hoje, percebemos que a influência do nosso trabalho foi muito além de derrubar um ministro – que, desgastado, caiu de todo modo.
No editorial que publicamos junto às três primeiras reportagens da série, escrevemos no parágrafo final: 
“Tendo em vista o imenso poder dos envolvidos e o grau de sigilo com que eles operam – até agora –, a transparência é crucial para que o Brasil tenha um entendimento claro do que eles realmente fizeram. A liberdade de imprensa existe para jogar luz sobre aquilo que as figuras mais poderosas de nossa sociedade fazem às sombras”.
Relendo hoje aquele texto, recitei em voz alta a última frase: “A liberdade de imprensa existe para jogar luz sobre aquilo que as figuras mais poderosas de nossa sociedade fazem às sombras”. Cada vez mais.
PS: o 9 de junho de 2019 foi um dia intenso para nós. Confira fotos inéditas dos bastidores daquele dia
Leandro Demori
Editor Executivo
 
PS: o 9 de junho de 2019 foi um dia intenso para nós. Confira fotos inéditas dos bastidores daquele dia

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Como e por que o Intercept está publicando chats privados sobre a Lava Jato e Sergio Moro
Glenn Greenwald, Betsy Reed, Leandro Demori
Série de reportagens mostra comportamentos antiéticos e transgressões que o Brasil e o mundo têm o direito de conhecer.
Leia todas as reportagens publicadas pelo Intercept Brasil e por veículos parceiros da Vaza Jato
The Intercept Brasil
Uma coleção de materiais nunca revelados fornece um olhar sem precedentes sobre as operações da força-tarefa anticorrupção que transformou a política brasileira.

terça-feira, 2 de junho de 2020

Fim da estrada


Por Edwin Hounnou
O país há muito chegou ao fim da estrada. Chegou à exaustão. Não pode continuar a ser gerido como se fosse uma quinta de um grupo de amigos. Ninguém lutou pela independência para voltar a viver em condições piores que antes. Ninguém abraçou a luta para assistir a golpes económicos feitos com toda a impunidade. No tempo colonial não era permitido as pessoas viajarem em camiões como se fossem animais, mas hoje o povo passa em frente da Presidência da República em “my love" e nada acontece. O anormal virou normal num país sem vergonha.
O dinheiro que o país possui serve para proporcionar aos governantes e deputados uma vida de luxo, fabulosa e folgada.
No passado, a distribuição da riqueza e de oportunidades era feita, essencialmente, com base na cor da pele, depois da independência nacional, passou a ser em função da militância partidária. A meritocracia nunca existiu no horizonte do partido que proclamou a independência do nosso país. A competência, conhecimento e dedicação não contam para nada. O pertencer ao partido no poder é mesmo que ser um reles bajulador é tudo quanto seja necessário para se sentir proprietário do nosso destino comum. Não se lhes pode opor nem em ideias e debate meramente académico, logo irrompem vociferando como um cão de guarda a ladrar para um salteador.
Os órgãos públicos de comunicação social servem de amplificadores da desinformação. Não informam nem concorrem para a formação da cidadania. Falar bem da Frelimo e do seu governo é sua a razão de existência. Escamotear a verdade, esconder os factos e minimizar as mazelas do governo sempre estiveram na sua pauta do trabalho, por isso, caíram no descredito perante o povo. São os chamados analistas-residentes a quem se socorre para aprofundar a mentira fabricada nos reluzentes gabinetes dos governantes. Os defensores do regime dos corruptos andam tão desesperados como os seus donos que fazem derrapar o país.
Nenhum regime democrático se mantém com base em esquadrões da morte criados para eliminarem seus opositores políticos.
A Rádio Moçambique (RM) que já foi uma estação de referência pela sua equidistância política, abertura e rigor, porém, agora, virou um antro onde abundam todas as práticas não recomendáveis numa instituição pública, como o amiguinho, compadrio e o esbanjamento. A Televisão de Moçambique (TVM) e o matutino Notícias são conhecidos pela sua veia de desinformação. Há um esforço para se voltar a edificar uma sociedade monolítica, de pensamento comum do marxismo-leninismo, odiando a opinião contrária ou diferente, considerando-a, habitualmente, como “mão externa".
Embora tenhamos eleições periódicas, porém, são, de forma sistemática, violentas, fraudulentas e ganham através de enchimentos de urnas com votos falsos. O apoio da policia e a cumplicidade dos tribunais que fecham os olhos às violações à lei destroem todo o processo democrático. As eleições, que ocorrem no nosso país são uma grande farsa.
As eleições que se realizam, no país, não visam o povo fazer vingar a sua vontade, mas para ludibriar a comunidade internacional de que, em Moçambique, também, há democracia. Noutros quadrantes do mundo, as eleições visam dar chance ao povo para dizer se é bem governado ou não. Se não, seguem outros. As eleições que temos têm em vista perpetuar no poder um grupo de ladrões que se apodera do Estado para promover suas negociatas, lesando os interesses dos moçambicanos. Essa táctica ficou evidente na contratação das dívidas inconstitucionais que beneficiaram aos gatunos.
Os que conceberam as dívidas inconstitucionais continuam se considerando como os melhores para governarem o país. Os que jogaram o nosso país na sarjeta e entregaram os nossos recursos naturais às multinacionais ainda se acham como os predestinados para estarem à frente dos destinos do povo. Partidarizam os órgãos eleitorais, os tribunais e instrumentalizam a polícia para continuarem no poder. Se houvesse democracia, a Frelimo teria sido afastada do poder, por manifesta ineficiência e incapacidade. As sociedades democráticas regem-se por princípios de respeito à constituição e longe de nós a presunção de que estejamos a viver em democracia.

Em Estado de Direito, ninguém é perseguido nem morto por pensar diferente. Aqui, matam-se jornalistas, professores e analistas políticos por terem pensamento “perigoso". Parece que estamos na revolução cultural de Mao Tse Tung em que todos que produziam pensamento diferente eram silenciados. Até agora, o jornalista da Rádio Comunitária de Palma, Ibraimo Mbaruco está desaparecido, raptado por militares, a 07 de Abril. Ninguém fala deste assunto, nem o Chefe de Estado diz uma palavra. Informações de Cabo Delgado sugerem que Mbaruco está detido num posto militar, em Muidumbe, e a ser torturado todos os dias, acusado de desinformar o mundo sobre a situação de guerra que assola a província. A procuradora-geral da República contornou este assunto quando da sua ida ao parlamento, nos dias 20 e 21 de Maio.
A aparição da procuradora-geral da República na Assembleia da República demonstrou de que lado se posicionam os órgãos de justiça. Defendem não o Estado, mas a quadrilha que fez a contratação das dívidas ocultas. Não se entende quando diz que somente Moçambique, e mais nenhum país, tem a jurisdição para julgar os gatunos associados das dívidas ocultas, insistindo, por isso, que Manuel Chang seja devolvido ao país. É mentira. De que esteve à espera a Procuradoria-Geral da República para acusar a quadrilha das dívidas ocultas? Pela captura de Chang, na África do Sul? Todos diziam desconhecer a existência de alguma dívida oculta ou algo parecido com isso, incluindo o governador do Banco de Moçambique dizia desconhecer a existência de alguma dívida inconstitucional.
No Banco de Moçambique, nem mesmo os alarmes dispararam quando as contas dos espertinhos começaram a ficar gordas de noite para dia. Para cidadão comum tem que justificar qualquer depósito acima de 170 mil meticais, correndo o risco de ir parar na esquadra, se não souber falar latim. Para os ladrões da Frelimo, nada disso aconteceu. Os recolhidos à prisão no âmbito das dividas ocultas, serão libertos por exceder o tempo de prisão preventiva. Eles virão cuspir nas nossas caras. Isso vai, em breve, acontecer.
Estamos convencidos de que nenhum tribunal nacional pode julgar os implicados nas dívidas ocultas por haver gente graúda metida na bolada e a Frelimo, o governo e o judiciário dormem aconchegados, na mesma esteira. O povo tem que apostar em outras visões para mudar o seu destino.
A Frelimo compara-se a um calhambeque sem combustível nem bateria, por muito que se lhe “tchove", não vai pegar jamais.
Na Frelimo não há nenhuma seriedade. Na “libertação” dos dois empresários raptados - Rizwan Adatia e Manish Cantilal -, na Marola, semana passada, foi uma montagem de uma peça teatral. A chefe do SERNIC esteve de sapato de salto alto, bolsa de gingação e maquiada, pronta para entrevista de show off e os policias sem coletes prova de bala.
CANAL DE MOÇAMBIQUE – 26.05.2020

Dívidas ocultas na barra londrina


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Governo diz que “jihadistas” usam uniforme do exército e “drones”


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Frank said...
“O inimigo está em fuga, em permanente movimento, em busca de refúgios seguros, mas nós estamos no seu encalço,..."
Até dá vontade rir com estas declarações do terrorista Miquidade. A realidade mostra o contrário. São as FDS da Frelimo que estão em fuga. Este terrorista até confessa que os rebeldes estão a usar equipamento militar capturado às FDS da Frelimo. A fuga das FDS é tão desorganizada que até abandonam o material de guerra. O comportamento da FDS é de quem já perdeu a guerra e a única coisa que lhes resta é cometer assassinatos e roubar as populações.
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“Subsídio de Reintegração” dos membros 1º Governo de Filipe Nyusi custa 640 milhões de meticais


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O Meu país é o “País do Pandza”
Boa tarde Moçambique
Meus irmãos, sabem de uma coisa certamente, ninguém gosta de estar aqui a vociferar feito um cão raivoso não, quando ouvimos gritos, choros, lamentações, denuncias, correições logicas de actos mal concebidos pelo GOVERNO, a tradução do sentimento de frustração, desalento, da perda do horizonte coletivo “Pais”, leva as pessoas a procurarem seus tubos de escape e exteriorizam seus sentimentos, tal, quando acontece, quase sempre estes acabam conotados com agendas esquisitas requisitadas do mundo imaginários dos Governantes que se assumiram infalíveis geneticamente concebidos para acertadamente governarem o pais conforme lhes der na Piva.
Moçambicanos, sabem e bem que isto já é abuso do poder extravasado para níveis insanos “Subsídio de Reintegração” dos membros 1º Governo de Filipe Nyusi custa 640 milhões de meticais”.
O que é isso??????????????????
Eu já vos digo como fê-lo o Kota Gil, isto é um ROUBO escancarado, um roubo não diferente daquele em que a IMAM, EMATUM e PROINDICUS inventaram, desta feita a FRELIMO ensaia uma valsa Stoikovichiyana aprendida em Naxingueia laboratório do Ladrões sem vergonha.
Perguntem porque escancaro a minha indignação, perguntem lá, perguntem, aí é não querem? Eu já os digo:
1- Como pode um país que a bem pouco tempo esteve de mãos estendidas em peditórios para dar conta do recado dos problemas provocados pelo Keneth & IDAI, nessa altura o gesto do Governo moçambicano significou que não temos dinheiro. Concordam?
2- Para agravar a situação os Insurgentes de Cabo-Delgado começaram a produzir deslocados aos magotes, desde o ano passado o governo moçambicano não mostrou complacência com os deslocados pois a maioria ainda dorme ao relento debaixo do sol, chuva, vento e frio tudo isso exacerbado pela fome violenta que assola a todos os deslocados, pois, antes de serem deslocados viviam a DEUS dará.

3- Como o bolo das desgraças do nosso país tem varias camadas, o Nhongo não quis deixar de dar a sua contribuição para aumentar uma pouco mais o infortúnio dos moçambicanos, liderando a JUNTA MILITAR, vai criando seus deslocados, suas vitimas e não são poucas, nunca ouvimos o Governo do dia buscando soluções e ou aprovando pacotes financeiros especiais para acomodar os compatriotas desafortunado, o que piora a situação e o facto de não se vislumbrar solução a vista deste problema Nhongo-Momade-Nyusi.
4- O COVID19- virou a cereja do bolo trazendo ao de cima toda incapacidade intelectual, cientifica, material, técnica, moral social para lidar com o Governo é pior ainda no que concerne a gestão do fenómeno “COVID19”, cabe perguntar que estais vós fazendo aí empoleirados?
Vão se magoar meninos, governar não é coisa para crianças e ou bandidinhos.
Tudo isso, mostra que o Governo não tem o povo no centro das suas preocupações e actividades não, este governo funciona de harmoniosa quando o assunto é roubar, agora que inventaram as reintegrações vão aí mais de 600 milhões de meticais, pergunto estes milhões e milhões não seriam uteis aos analfabetos que grassam este pais, alguém disse este valor caberia para construção de mais 1555 escolas primarias, imaginem só, num pais serio nunca ir-se-ia espoliar o povo só para aumentarem os furos do cinto por estarem a engordarem desmedidamente, engraçado e que o tal de Parlamento embarcou nas insanidades, hoje estão todos mancomunados no esquema, quem nos ajudara?
De onde vem tanto dinheiro se Moçambique não tem recursos financeiros para subsidiar os verdadeiros necessitados?
Estes 640 Milhões que pagara serão só vocês que vão comer ou o povo e tem que pagar?
Como é que um país tem coragem de sair para fora pedinchar-mendigar quando internamente promove o abuso roubo e esbanjamento do bem comum, surpreende ainda o facto de os outros, os bem-educados, os não corruptos, os democráticos Américas, Ocidente a UA, não reagirem a este comportamento de bandidos, fica difícil almejar mudanças quando jagunços armados até os dentes tem o apoio da comunidade internacional e a luz verde das Nações Unidas para usarem e abusarem deste povo como querem.
Moçambique devia ser, Barrado/ banido/ bloqueado e ou apartado de ser parte do conserto das nações porque neste momento Moçambique é um dumba-nengue prenhe de larápios, esse bloqueio devia durar ate que um governo verdadeiramente democrático fosse eleito puramente pelo povo e não pelos esquemas.
Khanga Hanha Muzai

NB: Eu estou-me desemburrando façam-me companhia irmãos, juntos vamos alfabetizar politicamente estes manhosos, sabe-se que os canudos que lhes conferem títulos académicos foram resultados de passagens administrativas, em outros casos quase todos comprados no sistema que eles moldaram bem, onde as crianças com 12ª classe não sabem ler o próprio nome e não fazem contas básicas, porem 5 anos depois são Doutores (vê-se pode coisa igual?), quando essa pessoa até a 12ª não sabia resolver uma operação simples de adição “1+1”,?. (Este Governo e composto por pessoas com os defeitos do sistema nacional de educação-projeto da Frelimo).
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moolla sidat said...
SAUDAÇÕES SR. GIL
CONCORDO PLENAMENTE CONSIGO SÓ SABEM ROUBAR