quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

NSA espiou Netanyahu e apanhou conversas com membros do Congresso americano


Administração Obama quis acompanhar os planos de Israel para frustrar o acordo com o Irão. Escutas a diplomatas israelitas incluem tentativas de aliciamento a membros da Câmara dos Representantes e do Senado.
Casa Branca evitou fazer um pedido oficial à NSA, para não deixar rasto SAUL LOEB/AFP
Quando o Presidente dos EUA prometeu que as conversas dos seus aliados internacionais iriam deixar de ser escutadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA), em resposta às revelações feitas por Edward Snowden, não estava a pensar no primeiro-ministro de Israel.
Desde esse anúncio de Barack Obama, feito em Janeiro de 2014 (depois de se ter descoberto que a chanceler alemã, Angela Merkel, tinha sido escutada pela NSA), Benjamin Netanyahu e os seus conselheiros e corpo diplomático foram mantidos sob escuta pelos norte-americanos por causa das negociações sobre o programa nuclear do Irão, às quais sempre se opuseram, noticia o Wall Street Journal.
Na verdade, Obama disse no seu discurso de 2014 que as comunicações dos líderes estrangeiros aliados dos EUA não seriam monitorizadas, "a não ser que haja razões de segurança nacional convincentes".
Mas essa decisão da Casa Branca explodiu agora nas mãos dos membros do Congresso dos EUA, e vem criar ainda mais tensão entre o poder executivo e o poder legislativo: a rede de escutas da NSA apanhou tudo, incluindo as conversas entre a liderança política de Israel e vários representantes do Partido Republicano e do Partido Democrata, que foram aliciados a votarem no Congresso contra o acordo sobre o programa nuclear do Irão, que Netanyahu classificou como um "erro de proporções históricas".
O facto de Israel ser um dos alvos da espionagem dos EUA – e vice-versa – não é propriamente uma novidade. Não é preciso perder muito tempo na Web para encontrar os dez mandamentos da espionagem segundo James L. Olson, um antigo agente do departamento de operações clandestinas da CIA: "Devemos actuar de forma agressiva tanto contra os adversários tradicionais como contra os não-tradicionais. De quantos exemplos de operações contra a América lançadas pelos chamados países amigos vamos precisar para nos convencermos de que o velho adágio dos serviços secretos está correcto: há nações amigas, mas não há serviços secretos amigos?"
Mas o que aconteceu nos últimos anos entre os EUA e Israel, principalmente desde que o Presidente Barack Obama definiu como uma das suas prioridades a obtenção de um acordo com o Irão, vem reforçar a ideia de que os poderes e a liberdade de actuação da NSA não têm limites.
Preocupada com a possibilidade de o Governo de Israel destruir as hipóteses de um acordo com o Irão, a Administração Obama decidiu passar a pente fino todas as conversas que envolvessem Netanyahu e os seus conselheiros mais próximos, incluindo o embaixador israelita em Washington, Ron Dermer.
O problema, segundo as "mais de duas dezenas de actuais e antigos responsáveis dos serviços secretos e da Casa Branca" que o Wall Street Journal diz ter entrevistado para a notícia publicada esta quarta-feira, é que a Administração Obama estava bem ciente dos riscos que corria, e deixou que a NSA tratasse do assunto.
"Os responsáveis da Casa Branca acreditavam que a informação interceptada poderia ser valiosa para contrariar a campanha de Netanyahu. Mas eles também sabiam que fazer um pedido [à NSA] era politicamente arriscado. Por isso, para evitar um rasto de papéis que resultaria de um pedido, a Casa Branca deixou a NSA decidir o que partilhar e o que reter", escrevem os jornalistas Adam Entous e Danny Yadron, citando um alto responsável cuja identidade não é revelada: "Não dissemos 'Façam-no'. Não dissemos 'Não o façam'."
Abuso de poder?
A investigação do Wall Street Journal levanta duas questões. Por um lado, poderá acentuar as divergências entre Washington e Telavive; por outro – mais importante para a política interna norte-americana –, deixou muitos membros do Congresso indignados por terem sido escutados pela NSA.
A identidade dos congressistas escutados e o conteúdo das suas conversas com políticos e diplomatas israelitas não são conhecidos, mas uma das fontes do jornal disse que a frase que os israelitas mais usavam nos diálogos com os membros da Câmara dos Representantes e do Senado que estavam indecisos era: "Como é que podemos garantir o seu voto? O que é preciso fazer para isso?"
Um dos mais indignados com as revelações sobre estas escutas da NSA é Peter Hoekstra, que foi membro da Câmara dos Representantes até 2011 e presidente da Comissão de Serviços Secretos entre 2004 e 2007, durante a Administração de George W. Bush. Na rede social Twitter, Hoekstra disse que os EUA podem estar perante "um abuso de poder sem precedentes".
"A NSA e a Administração Obama têm de ser investigados e acusados se a notícia do WSJ for verdadeira. A NSA perde toda a credibilidade. É assustador", escreveu o antigo congressista do Partido Republicano, que foium dos mais ferozes críticos de Edward Snowden quando o antigo analista revelou os programas de vigilância da NSA que recolhem informações sobre cidadãos norte-americanos e estrangeiros, mesmo que não tenham qualquer ligação a planos terroristas ou outros crimes.
Aproveitando esta aparente contradição, o jornalista Glenn Greenwald (que escreveu no jornal britânico The Guardian muitas das notícias sobre as revelações de Edward Snowden) respondeu ao antigo congressista também no Twitter: "Como é que é aquela frase divertida? Se estes representantes não fizeram nada de mal quando falaram com Netanyahu, o que é que têm a esconder?"

Depois de Ramadi, Bagdad olha para Mossul mas reconquista continua distante


Militares americanos admitem que ainda há 700 combatentes do Estado Islâmico na cidade que o Governo iraquiano disse ter sido libertada
O primeiro-ministro Haider al-Abadi em Ramadi REUTERS
O Exército iraquiano anunciou a libertação de Ramadi, capital da província e bastião sunita de Anbar, e o primeiro-ministro Haider al-Abadi não esperou pelo fim das operações para visitar cidade resgatada ao Estado Islâmico (EI). Os jihadistas sofreram ali um dos piores reveses militares até à data, mas a reconquista de Mossul – que Bagdad prometeu para os próximos meses – continua tão distante quanto incerta.
Mais do que estratégica, a tomada de Ramadi, a única grande cidade que o EI capturou desde que Abadi chegou ao poder, em Setembro de 2014, tem uma importância simbólica para Bagdad e o primeiro-ministro não poupou nas palavras nem nos gestos. “2016 será o ano da grande e final vitória, quando nos livraremos da presença do Daesh no Iraque”, disse Abadi, segunda-feira, numa discurso na televisão. Menos de 24 horas depois, viajou de helicóptero até à cidade, a Oeste da capital, e passeou-se pelas ruas do centro sob forte protecção militar, antes de se reunir com soldados no complexo governamental tomado domingo aos jihadistas, hasteando frente ao edifício a bandeira nacional.
O entusiasmo foi temperado pela queda de três morteiros a cerca de 500 metros de um dos locais que visitou (o que obrigou à sua saída precipitada), contam as agências. Já nesta quarta-feira, um responsável da coligação militar liderada pelos Estados Unidos revelou que haverá ainda 700 jihadistas entrincheirados em Ramadi e nos subúrbios a Leste, e que o centro da cidade está literalmente semeado de engenhos explosivos.
A reconquista, concordam os analistas, é moralizadora para o Exército iraquiano, que ruiu como um castelo de cartas quando, há ano e meio, o EI avançou sobre Mossul e abocanhou a província de Anbar, proclamando um califado sobre territórios que se estendem até à Síria. Ainda mais porque, ao contrário de sucessos anteriores, foram os militares iraquianos a protagonizar a ofensiva e não os peshmergas curdos (como em Sinjar) ou as milícias xiitas (caso de Tikrit).
Ramadi, tal como Falluja, é território sunita e a população teme mais as forças irregulares apoiadas por Teerão do que os jihadistas. Abadi, pressionado por Washington, relegou-as para segundo plano nesta operação e garante que a cidade ficará entregue a combatentes das tribos locais, que à semelhança das forças especiais que conduziram a ofensiva foram treinados e armados nos últimos meses pela coligação internacional contra o EI. “Ramadi é um exemplo daquilo que o Exército quer para as próximas batalhas”, disse à Reuters o analista iraquiano Hisham al-Hashimi.
Os militares americanos dizem-se convictos de que os iraquianos serão capazes de segurar Ramadi (uma cidade que não é estratégica para os intentos do EI, explicam observadores). Mas são os primeiros a relativizar a promessa de Abadi de libertar Mossul em breve e “desferir o golpe fatal” sobre os jihadistas. Reconquistar a segunda maior cidade do Iraque “vai exigir muito esforço, muito treino, muito equipamento e muita paciência”, disse o coronel Steve Warren, porta-voz da coligação. Antes disso está Falluja, a segunda maior cidade de Anbar e que, como Mossul, é mais densamente povoada e está há mais tempo em poder dos jihadistas, recorda o New York Times.
Além do pesadelo operacional e do risco de arrastar o Exército para um cenário de guerrilha urbana, a ofensiva sobre Mossul é ainda complicada pelas tensões entre curdos, árabes sunitas e xiitas, todos com interesse em dominar a grande cidade. Bagdad teme que os curdos aproveitem a operação para se apoderar da metrópole, mas o ministro das Finanças, Hoshiyar Zebari, um curdo, admitiu numa entrevista à Reuters que “não será possível tomar Mossul sem os peshmerga”.

Mais uma decisão polémica trava julgamento de polícia nos EUA


Tamir Rice, de 12 anos, foi baleado à queima-roupa em Novembro de 2014. Desfecho do caso relança o debate sobre a competência e a transparência de um grande júri.
Protesto en Nova Iorque contra a decisão de um grande júri EDUARDO MUNOZ/REUTERS
O ano em que a discussão sobre violência policial e racismo nos Estados Unidos voltou a encher páginas de jornais e a empurrar para as ruas milhares de pessoas, chocadas e indignadas com a morte de jovens negros por polícias brancos, termina com uma notícia que vai manter essa ferida aberta nos próximos tempos. No estado do Ohio, um agente que matou a tiro uma criança de 12 anos que tinha uma arma de brincar à cintura não vai ser julgado pela prática de qualquer crime, numa decisão que reacendeu também o debate sobre a figura do grande júri no sistema judicial norte-americano.
O caso aconteceu há mais de um ano, a 22 de Novembro de 2014, pouco antes da segunda vaga de protestos e motins na localidade de Ferguson, onde um outro jovem negro, Michael Brown, tinha sido morto por um polícia branco.
Enquanto milhares de pessoas se manifestavam nas ruas de Ferguson, no estado do Missouri, Tamir Rice passeava de um lado para o outro num parque da cidade de Cleveland, um pouco mais a Leste, no estado do Ohio. As imagens captadas por uma câmara de vigilância mostram a criança, de apenas 12 anos, a brandir uma pistola de brincar que acabaria por ser confundida com uma arma a sério – faltava-lhe uma peça cor-de-laranja, que serve para se perceber imediatamente que não representa uma ameaça para ninguém.
Alertados pela central da polícia de Cleveland, depois de um telefonema de uma testemunha, os agentes Timothy Loehmann, de 26 anos, e Frank Garmback, de 46, dirigiram-se para o local no seu carro-patrulha. Nas imagens vê-se que o polícia mais velho parou o automóvel a poucos metros de Tamir Rice, e que o seu colega abriu a porta e disparou à queima-roupa contra o rapaz em menos de dois segundos.
No depoimento escrito que foi entregue aos membros do grande júri, Loehmann disse que ele e o seu colega gritaram "continuamente" para Tamir Rice "mostrar as mãos", e que na agitação do momento o rapaz de 12 anos lhe pareceu ser um homem corpulento que se preparava para sacar de uma arma verdadeira que tinha à cintura. Mas esta versão é contestada pela família da criança e pelas muitas vozes que criticaram a decisão do grande júri de não acusar formalmente o agente, anunciada pelo procurador do condado de Cuyahoga, Timothy J. McGinty, na noite de segunda-feira – para os críticos, o facto de o agente Timothy Loehmann ter disparado menos de dois segundos após ter saído do carro-patrulha não bate certo com a versão de que houve tempo para ordenar várias vezes a Tamir Rice que levantasse as mãos.
Para completar o quadro que faz da morte desta criança um caso com contornos ainda mais sensíveis do que outros igualmente mediáticos – como o de Michael Brown, em Ferguson, ou de Eric Garner, em Nova Iorque –, a agente que atendeu a chamada de emergência feita por uma testemunha não transmitiu aos polícias que estavam nas ruas tudo o que tinha ouvido: que o homem armado era "provavelmente uma criança" e que a pistola com que estava a ameaçar os transeuntes era "provavelmente falsa".
"A morte de Tamir Rice foi uma tragédia. Foi horrível, infeliz e lamentável. Mas não foi, perante a lei que nos baliza, um crime. Posto de forma simples: devido a esta tempestade perfeita de erro humano, equívocos e comunicações entre todos os envolvidos naquele dia, as provas não indiciam que tenha havido conduta criminosa por parte da polícia", disse o procurador Timothy J. McGinty.
"Se os agentes tivessem sido alertados para essas características, o agente mais experiente, que estava a conduzir o carro-patrulha, talvez tivesse abordado a situação com menos premência; provavelmente não teriam sido postas vidas em risco", disse o responsável. Está em curso uma outra investigação, administrativa, para apurar responsabilidades na forma como a informação foi transmitida aos agentes no terreno.
Mas a morte de Tamir Rice fez mais do que contribuir para alimentar as acusações de racismo e de falta de preparação na polícia norte-americana – neste caso em particular, foi a forma como o procurador Timothy J. McGinty conduziu a investigação que indignou não só a família do rapaz e vários líderes da comunidade afro-americana como também muitos especialistas em Direito.
McGinty era o natural responsável pela investigação, na qualidade de procurador de Cuyahoga, o condado onde Tamir Rice foi morto. Mas a sua isenção foi posta em causa desde o primeiro momento, e é agora acusado pela família da vítima de ter "agido como o advogado de defesa dos agentes da polícia".
Em causa está a decisão do procurador de convocar um grande júri para avaliar se os agentes deveriam ou não ser julgados em tribunal por um crime. Este grande júri – constituído tipicamente por pessoas escolhidas com menos rigor do que os jurados seleccionados para um julgamento – é visto pelos críticos nos EUA como um grupo facilmente manipulável pelos procuradores.
A discussão sobre as decisões tomadas por um grande júri (feitas à porta fechada, sem a presença nem de um juiz nem da defesa dos acusados) é antiga, mas foi recuperada no último ano, depois das mortes de Eric Garner, Michael Brown e Tamir Rice – em todos estes os casos, um grande júri decidiu que não havia indícios suficientes para levar a tribunal os agentes que os mataram.
Já em 1985, o antigo juiz do estado de Nova Iorque Sol Watchler dizia que os procuradores tinham tanta influência sobre os grandes júris que conseguiriam facilmente "acusar uma sandes de fiambre" – uma expressão que viria a ser usada, e popularizada, dois anos mais tarde por Tom Wolfe no seu livro A Fogueira das Vaidades.
Esta alegada fragilidade dos grandes júris, especialmente quando são presididos por um procurador experiente, tem como resultado que o procurador obtém quase sempre o resultado que pretende – de acordo com os críticos, como os procuradores trabalham em grande proximidade com as forças policiais dos seus condados, é muito mais difícil que um agente chegue a ser julgado depois de passar por um grande júri.
Michael Benza, professor de Direito na Universidade Case Western Reserve, no Ohio, disse ao portal de notícias Cleveland.com que o caso de Tamir Rice encaixa na perfeição nas palavras de Sol Watchler, proferidas há três décadas: "[O procurador] McGinty obteve os resultados que pretendia."
Para este professor de Direito, os casos de uso da força pela polícia nos EUA não deveriam ser investigados pelos procuradores locais mas sim por responsáveis de outras áreas – ou até sob as ordens directas do procurador-geral do estado em causa, como recomenda um relatório sobre os acontecimentos em Ferguson, para acrescentar mais uma camada de separação entre todos os envolvidos no processo.

O DISCURSO PROFERIDO PELO PRESIDENTE FILIPE NYUSI SOBRE O ESTADO DA NAÇÃO, NADA TROUXE DE NOVO AOS MOÇAMBICANOS


Comments

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Um artigo em ingles no youtube fala dos dez imperios mais maleficos na historia da humanidade (The Ten Most Evil Empires). Os imperios mais maleficos em discussao e os crimes que cometeram sao:
1) O imperio japones e crimes durante a segunda guerra mundial
2) O imperio espanhol e crimes contra os indios nas americas
3) O imperio portugues e crimes da escravatura que resultaram na exportacao de milhoes de africanos, a imposicao da inquisicao em Goa contra hindus e nas colonias portuguesas
4) O imperio turco e crimes no imperio e contra os armenios
5) O imperio mongol e crimes na conquista da China e algures na Asia.
6) O imperio frances e crimes que custaram milhoes de vidas nas colonias e crimes em
Haiti
7) O imperio nazi e crimes contra os oponentes e judeus
8) O imperio sovietico e crimes principalmente stalinistas e os campos de concentracao
9) o imperio belga e crimes no Congo que dizimaram milhoes de nativos
10)0 imperio britanico e crimes que dizimaram milhoes nas colonias que resultaram na
extincao dos nativos da Tasmania e crimes na India e nas colonias do imperio.
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Com muita razao que o General Zeca Caliate diz que Nyusi sempre se contradiz. Diz uma coisa e faz o contrario. Se isto acontece por ter uma cabeca baralhada ou nao, e dificil dizer.
De certo, uma coisa e certa. O que Nyusi andou a dizer durante a sua inauguracao a presidencia roubada foram palavras que os frelimistas escreveram que eram para o ingles ver -- que era para o mundo engolir e se deixar enganar que Mocambique estava em via de democratisacao. Obviamente, o outro que sempre se contadiz,
Dhlakama e a unica pessoa entre os oponentes que pode acreditar no Nyusi.
Como sempre foi a minha tradicao, nenhumas palavras que me vem da Frelimo e nenhum comportamento dos frelimistas com a tendencia de me intrujar podem me enganar e me fazerem cair nas suas armadilhas. Seus agentes -- tais como Raul Chmabote, Paulo Oliveira, e Sergio Vieira, passam por ali, usando nomes falsos as vezes e seus verdadeiros nomes em raros casos, para fazerem armadilhas convidando me para ir a Mocambique para comprar machambas, para participar na construcao do pais e para fazer trabalho com vista acabar com o Mocambique dos canicos e outras bombas-da-merdagens como o perigoso agente do SNASP Paulo Oiveira o fez recentemente.
Este Paulo Oliveira e um agente do SNASP-SISE e e muito perigoso. Que pessoas amantes da liberdade e democracia em Portugal e Mocambique o saibam e nao se deixem aldrabar por ele mesmo quando o ouve a falar mal da Frelimo como stalinistamente o fez recentemente, criticando a imagem actual do capitalismo cru da Frelimo e louvando o grande assassino-terrorista Samora Machel como o seu heroi visto que ele mandava fuzilar pessoas e ordenava que se lancassem pessoas para os campos de concentracao, ditos de re-educacao no eufemismo da Frelimo.
Este Paulo Oliveira tem muitas saudades do periodo stalinista do regime de Samora Machel.
O chefao deles, Chissano, tentou me armadilhar, mas desconseguiu. Como o General Caliate, eu tambem conheco os dirigentes da Frelimo milimetro por milimetro da palma da minha palma. Sao assassinos e terroristas e tenho muita informacao sobre os crimes de guerra e contra a humanidade que cometeram.
Os dias deles estao contados. Algumas outras pessoas, nisto nao penso no Dhlakama, homem que nao tem planos ou estrategia, saberao um dia acabar com a macaquice.
Someone will stop their monkey business (na lingua de Shakespeare.)
Quelqu'un mettra fin a leurs singeries et bouffonneries (na linguia de Molieire para dizer que alguem ha-de acabar com as macaquices e bobices deles).