quarta-feira, 6 de maio de 2020

A melhor dica de regime da sua vida

Quarta-feira, 6 de maio de 2020

Recentemente fizemos uma pesquisa com assinantes e o resultado mostrou um número impressionante de leitoras e leitores exaustos com o volume de notícias sobre a crise do coronavírus. Palavras como "depressão", "ansiedade" e "angústia" lotaram nosso formulário e chamaram atenção para um problema que está sendo vivido por todos nós. Vamos falar a verdade? Ninguém aguenta mais ler sobre coronavírus, sobre um governo tresloucado que bota milhões de vidas em risco ou ouvir governadores que só parecem sensatos porque ao lado de Bolsonaro qualquer pessoa é razoável. Quantos vídeos já vimos de autoridades que nem sequer sabem colocar máscara no próprio rosto? 
 
Recebemos notícias preocupantes do momento em que acordamos até a hora de dormir: no grupo de família, por e-mail, em todas as redes sociais. Nada disso seria perigoso, não fosse por um motivo: essa rotina não tem prazo definido para acabar. Some-se a isso a tensão do confinamento, e tem-se um prato cheio para crises de todo tipo. 
 
É por isso que mesmo vivendo de notícia, precisamos te dizer: reduza o volume de informação consumida!
 
Ficamos malucos? Queremos que você acesse menos nosso site? 
 
De forma alguma! Acreditamos que o importante agora é priorizar o que ler: corte o fast-food de informação e "coma" mais conteúdo saudável (e gostoso!) 
 
No Intercept, estamos noticiando aspectos – tanto da pandemia quanto da crise política – que passam longe dos simples fatos e dados. Descartamos as picuinhas, fofocas e vai-e-vens da novela política em nossas reportagens e não te soterramos com números diários de mortes, mapas de leitos em UTIs e estudos que dizem e se contradizem sobre o potencial destrutivo do vírus. Os dados são importantes, claro, mas vamos além. Nossa cobertura é investigativa, analítica, selecionada. Denunciamos o que precisa ser revelado e analisamos o que mais beneficia seu entendimento do mundo de hoje. Pode consumir menos notícias, mas não dá pra ficar sem ler o TIB.
 
Na pauta da covid-19, mostramos como a negligência do governo Bolsonaro vem agravando o cenário da doença no Brasil; como a pandemia afeta ainda mais mulheres, pobres e presidiários; denunciamos empresas que expuseram funcionários e terceirizados ao risco de contágio – ou de desemprego. Revelamos com exclusividade como Bolsonaro sabia do risco de milhares de mortes quando fez o pronunciamento da "gripezinha". Na cobertura política, evidenciamos as contradições de Sergio Moro, que se afastou do bolsonarismo buscando salvar sua popularidade, e revelamos, em mais um furo de impacto, informações inéditas sobre o que mais preocupa a família Bolsonaro: o esquema das rachadinhas de Flávio financia prédios construídos pela milícia.
 
Nas nossas redes sociais você encontra um conteúdo ainda mais diverso. No Instagram, estamos oferecendo semanalmente aulas de ioga e lives sobre temas diversos. Por lá, já falamos sobre prevenção de gravidez, privacidade e dados, religiosidade e saúde. No nosso canal do YouTube temos publicado algumas análises sobre a situação em países vizinhos e também feito lives incríveis. Não deixe de ver o papo que tivemos com o escritor visionário Ailton Krenak e outro vídeo de uma conversa com o psicólogo Contardo Calligaris. 
 
Por tudo isso, acho que o Intercept merece estar na sua peneira diária de informação. Nossa sugestão é que você se poupe do excesso no seu regime de notícias, mas mantenha as refeições mais essenciais e gostosas. 
 
A certeza que tenho é de que neste momento não dá pra perder o que o jornalismo realmente independente apura e publica. É o que tenho priorizado no meu dia a dia. Afinal, ninguém quer ficar por fora dos principais furos e das investigações mais importantes, não é mesmo? 
 
No TIB é ainda melhor, porque além de saber das coisas mais importantes, você pode também ajudar de maneira concreta a incomodar Bolsonaro, seus cúmplices e todos aqueles que desprezam a democracia. Apoiar o jornalismo do Intercept é rápido, seguro e custa pouco. Vamos juntos provocar ainda mais impacto? Nada disso é possível sem o apoio de leitores como você.

domingo, 3 de maio de 2020

A falsificação da história por um historiador


Estamos diante de um livro, escrito por um historiador [REIS, Daniel Aarão. Luís Carlos Prestes. Um revolucionário entre dois mundos. São Paulo: Companhia das Letras, 2014], que poderia ser usado em sala de aula de um curso de História como modelo para os estudantes do que não deve ser um trabalho de historiador. Para E. Hobsbawm [HOBSBAWM, Eric. Sobre a História; ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.286-287], o historiador deve ter um compromisso com a evidência e, portanto, escrever uma História não só apoiada em documentos como também baseada na comparação do maior número possível de fontes documentais que lhe permitam obter os elementos necessários para uma aproximação confiável dessa evidência. Caso contrário, o historiador ficará sujeito a reproduzir e difundir informações falsas, assim como interpretações errôneas e parciais da realidade que pretende retratar.
Nada disso é considerado por D. A. Reis. No seu livro, não se apresentam as fontes documentais das afirmações veiculadas. Em notas, presentes no final da obra, são citados livros ou arquivos de maneira genérica (por exemplo, “Fundo PCB no Arquivo da Internacional Comunista”, no qual existem milhares de documentos), deixando, portanto, o leitor privado da possibilidade de consultar o documento ao qual o autor se refere. Dessa forma, o leitor é induzido a aceitar como verdades indiscutíveis afirmações cuja origem dificilmente poderia ser comprovada.
Tal metodologia adotada por D. A. Reis, marcada pela incompetência e a irresponsabilidade do pesquisador, contribui para que nos encontremos diante de um texto repleto de erros factuais e de informações falsas, assim como de análises supostamente psicológicas de Prestes e dos demais personagens retratados no livro, embora não conste que o autor possua formação de psicólogo.
Entre inúmeros erros, constantes da obra de D. A. Reis, para citar apenas alguns – se fossem listados todos, seria necessário escrever outro livro –, pode-se apontar, por exemplo, o de antecipar o episódio da campanha da “Reação Republicana” de Nilo Peçanha de 1921-1922 para o ano de 1919 (p. 26), quando foi eleito presidente da República Epitácio Pessoa. Outro exemplo: o autor afirma que os dirigentes comunistas
Ramiro Luchesi e Fragmon Carlos Borges foram assassinados (p. 347), no início dos anos 1970, quando na realidade faleceram de morte natural; da mesma maneira, escreve que o general Miguel Costa já teria falecido em março de 1958 (p.279), sem indicar quando, o que só veio a ocorrer em dezembro de 1959; também afirma que, em março de 1990, entre as quatro irmãs de Prestes, só Lygia restara viva (p. 480), enquanto, na realidade, Lúcia faleceu em 1996 e Eloiza em 1998. Em diversos pontos da obra, o autor cita documentos constantes dos anexos no livro A Coluna Prestes, de A. L. Prestes, mas a referência incluída na bibliografia é de outro livro da mesma autora (Uma epopeia brasileira: a Coluna Prestes).
Em diversos momentos, D. A. Reis, que se considera entendido nas obras dos clássicos do marxismo, ao abordar a luta constante de Prestes tanto contra o oportunismo de direita quanto contra o oportunismo de esquerda, lhe atribui posições centristas (p. 330, 333, 358, 437), revelando desconhecimento dessa temática no marcos da teoria marxista. Segundo tal interpretação, V. I. Lenin, que sempre combateu os desvios de esquerda e de direita no seio dos movimentos socialistas e comunistas, teria sido um político de centro…
No que se refere às legendas das fotos reproduzidas no livro, verifica-se que inúmeras estão erradas: o tenente Victório Caneppa, carcereiro de Prestes (à época diretor da Casa de Correção), é apresentado como sendo o diplomata Orlando Leite Ribeiro, amigo de Prestes; a foto da formatura de Prestes no Colégio Militar (aos 18 anos) figura como se fosse da formatura da Escola Militar (aos 22 anos); as fotos de Anita, filha de Prestes, não correspondem às datas que lhes são atribuídas; o retrato da mãe de Prestes, tirado em Londres, em 1936, é atribuído ao período do exílio no México; etc.
Estamos diante de um texto eivado de fofocas, mexericos, intrigas e mentiras, em que se reproduzem as invencionices da viúva de Prestes, assim como de antigos dirigentes do PCB e de comandantes da Coluna Prestes, que viraram inimigos de Prestes. Este foi o caso de João Alberto Lins de Barros, autor de memórias publicadas três décadas após a Marcha, em que revela ressentimentos por seu antigo comandante haver se tornado comunista. Da mesma maneira, vários ex-dirigentes do PCB, em depoimentos prestados ao autor do livro, recorrem à falsificação dos fatos para justificar seus ressentimentos por Prestes ter rompido, em 1980, com a direção do partido da qual faziam parte.
Trata-se de um livro anticomunista, cujo objetivo é a desqualificação de Prestes, da sua mãe, de suas irmãs e também da sua esposa, Olga Benario Prestes; a desqualificação dos comunistas em geral. O autor tem a canalhice de tentar desmoralizar minha mãe, ao afirmar que ela teria abandonado um filho em Moscou (p.171, 205, 495), como se Olga fosse capaz de semelhante gesto. Os documentos citados – e pior ainda, o autor não cita documento algum, mas apenas o “Fundo PCB no AIC” – não são verdadeiros, pois conheço a documentação da Internacional Comunista, inclusive a pasta referente a Olga. Se alguém, em algum lugar, afirmou tal coisa a respeito de Olga, é mentira; conheci muitos amigos e amigas da minha mãe da época em que ela viveu em Moscou e a afirmação do autor é mentirosa.
O anticomunismo, disfarçado sob a capa de uma suposta objetividade histórica, é revelado a cada página da obra de D. A. Reis, tanto através das numerosas informações falsas que divulga quanto da repetição de juízos de valor questionáveis. Assim, a adoção por Prestes de posições políticas em que, incompreendido, ficou só, e as derrotas, enfrentadas por ele e pelos comunistas durante sua longa vida, seriam episódios desmerecedores da sua trajetória como homem público e revolucionário, que se empenhou na conquista de um mundo sem explorados e exploradores, sem oprimidos e opressores.
Ao rebater os juízos de valor adotados por D. A. Reis, vale lembrar William Morris, o revolucionário inglês do final do século XIX, cuja biografia constitui o primeiro trabalho importante de E. P. Thompson [THOMPSON, E.P. William Morris; romantic to revolutionary. Londres: Merlin Press, 1977]. Conforme foi assinalado por Josep Fontana, W. Morris, em 1887, “ao comemorar uma dessas grandes derrotas coletivas”, escreveu:
A Comuna de Paris não é senão um elo na luta que teve lugar ao longo da história dos oprimidos contra os opressores; e, sem todas as derrotas do passado, não teríamos a esperança de uma vitória final. [MORRIS, William. Why we celebrate the Commune of Paris. Commonweal, 3, n. 62, p. 89-90, Mars 1887, apud FONTANA, Josep. A história dos homens. Bauru, SP: EDUSC, 2004, p.490]
Também Paul Eluard, o poeta da Resistência francesa, pronunciou-se a respeito das derrotas:
Ainda que não tivesse tido, em toda minha vida, mais do que um único momento de esperança, teria travado este combate. Inclusive, se hei de perdê-lo, outros o ganharão. Todos os outros. [ELUARD, Paul. Une leçon de morale, prefácio, em Ouvres complètes. Paris: Gallimard, 1984. II, p. 304, apud FONTANA, Josep. Obra citada, p. 490]
Embora os intelectuais a serviço dos interesses dominantes, comprometidos com a preservação do sistema capitalista, como é o caso de D. A. Reis, empreendam todo tipo de esforços para desmoralizar e destruir a imagem de lutadores pelas causas populares, como Luiz Carlos Prestes e Olga Benario Prestes, não o conseguirão, desde que as forças democráticas e progressistas se mantenham alertas e atuantes na preservação do legado revolucionário desses homens e mulheres que deram a vida por um futuro de justiça social e democracia para toda a humanidade.
******
Anita Leocadia Prestes é doutora em História Social pela UFF, professora do Programa de Pós-graduação em História Comparada da UFRJ e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes (www.ilcp.org.br)

Parabéns as FDS...

Calton Cadeado
Dün, 11:10 ·



Parabéns as FDS...

As guerras são ganhas na ofensiva... mas, tem que ser ofensiva a sério, permanente para alcançar muitas pequenas e grandes vitórias...

Com ofensiva permanente e a sério, os malfeitores/terroristas vão passar mais tempo a fugir...


Calton
Ps: a pequena vitória, de agora, deve ser celebrada, mas não deve embriagar-vos a ponto de caírem na euforia e no triunfalismo!




32Munguambe Nietzsche, Rildo Rafael ve 30 diğer kişi

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AJ Zacarias Estão de parabéns os homens de defesa e segurança do nosso país. Mas, não foram a tempo de encontrar, abater, capturar ou mesmo ver, pelo menos 1 insurgente, para também nos mostrar?
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Calton Cadeado AJ Zacarias!
Os terroristas também tem os seus serviços de inteligência/ espionagem. Por esse motivo, eles conseguiram fugir.
Mas, fica o valor simbólico forte de que a ofensiva é forte e seria. Acima de tudo, fica a mensagem mais importante. Eles não são insensíveis e serão caçados até a última gota de suor or de sangue...
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Forbes Nhaca Calton Cadeado certo
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Amilton Munduze Calton Cadeado conseguiram fugir para onde?! Lá para onde fugiram há garantias que se vão comportar bem?
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Jose Maphanga Falou o Mais estratega da guerra diplomática.
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Júlio Mutisse Ia escrever algo assim depois de ver, desde ontem, post de Egidio Vaz e Julião Arnaldo.
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Egidio Vaz Júlio Mutisse estamos a celebrar o avanço e sucesso da contra-ofensiva. Isto é bom. Todos nós precisamos de forças para vencer essa insurgência
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Júlio Mutisse Egidio Vaz concordo plenamente contigo bro
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Julião Arnaldo Júlio Mutisse muita pena por não ter feito .... vais a tempo.
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Júlio Mutisse Julião Arnaldo não precisa repetir. Calton já o fez melhor do que eu faria
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Julião Arnaldo Júlio Mutisse não me parece satisfeito ... mas preocupado com a euforia excessiva.
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Júlio Mutisse Julião Arnaldo há satisfação pelos avanços com uma ressalva da necessidade de evitar euforia com as vitórias boas que se vão conseguindo.
Estamos satisfeitos e queremos que as FDS avancem até a rendição do último dessa escumalha
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Nayo Macamo É um momento de teste este. É uma falácia dizer que temos controlo do nosso vasto território.
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Fellipe Theodoro Tens toda razão DR!!
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Hermínio Doce Plenamente de acordo com o PS.
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Valdano Tchaka Vencer batalhas não significa vencer a guerra. A guerra não se desencadeia só no teatro das operações, mas na sociedade civil (apoio moral/popular) ,impressa, etc., temos que gerir/conter a euforia e colaborar com o Estado em sermos vigilantes.
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Joao Jone Chicote É preciso valorizar também o trabalho dos mercenários. Aliás, tudo indica que eles é que estão a abrir o caminho na frente do ataque...
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Imtiaz Vala A melhor defesa é o ataque!As FDS possuem o monopolio legal e exclusivo do uso do Poder Republicano!Nesta senda encoraja-se a perseguirem sem tréguas até o ultimo Insurgente,criminoso ser desmantelado e restaurem o normal funcionamento soberano da Nação em toda provincia de Cabo Delgado!


Antonio A. S. Kawaria
29 Nisan, 21:49 ·



Os do meu tempo, com certeza recordam-se quando em 1980 as FAM tomaram Sitatonga II, a conhecida Casa Banana.
Nota: fiz uma confusão. O assalto a Sitatonga foi em 1980 enquanto que à Casa Banana foi em 1985.




7Rildo Rafael, Benedito Macaua ve 5 diğer kişi

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Eduardo Domingos Sitatonga II nao é casa banana. Sitatonga II está em manica e casa banana em sofala. Na altura eu dava aulas na Quinta Brigada e tive aluno amigo que participou nessa batalha. Contou me o episodio.
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Mouzinho Zacarias Eduardo Domingos ...como foi sitatonga
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Eduardo Domingos Mouzinho Zacarias foi uma granda batalha, a renamo retirou se estrategicamente e dias depois reocupou a base. Muita força estrangeira a favor da frelimo esteve envolvida.
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Paulo Azevedo Eduardo Domingos .... o estrategista da Renamo ainda vive na selva com seu irmão de arma. Nunca aceitou mordomia nem de Dlakama e outro. Um herói anônimo como General Hermínio de Morais. Um oficial leal, um soldado a medida do seu dever.
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Paulo Azevedo Antonio A. S. Kawaria, aproposito deste post o que admiro nessa duas batalhas foi como os guerrilheiros da Renamo respeitaram as regras de guerra... há episódio de soldados Zimbabweanos que arrepiam ouvir. Outra coisa na altura as FPLM tinha capacidade combativa suficiente mas não tinha líder a medida de uma campanha militar daquele medida. Samora nao confiava nós oficiais mais novos que não tivesse origem da Nhchiwea. Outro assunto a Renamo tomou as sua base de volta devido de plano B das FPLM ( administração logística e rotação de pessoal). Isso foi um trunfo da Renamo e ai
hoje os islamitas em Cabo Delgado capitalizam nisso . A operação Casa Banana Deixo Samora perplexo 🤔 e daí a relações entre camadas passou ser de suspeitas e quando Mário Machungo, Eneas Comiche Jacinto Veloso e Jorge Rebelo começam a ganhar mais visibilidade e o aparecimento Frelimo intelectual e militarista.
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Antonio A. S. Kawaria Eduardo Domingos, obrigado pelo reparo.
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Lyndo A. Mondlane 1985
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Antonio A. S. Kawaria Lyndo A. Mondlane, penso que eu fiz confusão/erro para corrigir. Assim o mano Eduardo Domingos ou João M Cabrita pode corrigir? Foram duas operações diferentes, a de Sitatonga e a da Casa Banana.
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Eduardo Domingos Antonio A. S. KawariaAntonio A. S. Kawaria 1985 foi na casa banana. Sitatonga I e II foi em 1980. Lembrar que as primeiras grandes bases da renamo estavam em manica. O primeiro substituto de Andre Matsangaisa Lucas Muxanga foi destituido em sitatonga I.
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Antonio A. S. Kawaria Eduardo Domingos, obrigado.
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João M Cabrita Antonio A. S. Kawaria, o assalto à Base de Sitatonga II foi em Junho de 1980 no âmbito da «Operação Leopardo». A operação foi coordenada a partir de Chibabava onde ficou instalada a sede avançada da 5a Brigada das FPLM. Unidades da 2a Brigada progrediram do Sul, e a 3a e 4a Brigadas avançaram de Dombe, a nordeste de Sitatonga. Forças zimbabweanas foram desdobradas ao longo da zona fronteiriça adjacente à base de Sitatonga para impedir uma possível retirada da guerrilha da Renamo. As FPLM começaram por flagelar a base com recurso a lança-morteiros BM-21 (Órgãos de Stalin), disparados da margem do Rio Lucite. Unidades das FPLM em Machaze montaram emboscadas nas margens do Rio Búzi. O assalto final, lançado da margem esquerda desse rio a 30 de Junho, tendo sido precedido de ataques aéreos com MiG-17. A «Operação Leopardo» contou ainda com o apoio de efectivos cubanos e assessores soviéticos, estes presentes na Beira. A Renamo utilizou um único canhão sem recuo, B-10, para defender a base enquanto preparava a evacuação da mesma.
A «Operação Leopardo», tal como outras montadas nos anos seguintes, vieram demonstrar que as FPLM não estavam treinadas - nem equipadas - para actuarem como força de contra-guerrilha. Foram, desde o início, treinadas como força convencional. A logísitica foi sempre - e continua hoje a ser - o calcanhar de Aquiles das forças do regime da Frelimo.
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João M Cabrita O comandante da Base de Sitatonga era Lucas Muhlanga. A Renamo estabeleceu-se permanentemente em Sitatonga em Novembro de 1979. Muhlanga não era adjunto de André Matsangaíce.
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Antonio A. S. Kawaria João M Cabrita, obrigado pelo trecho da história da guerra de 16 anos.





Ericino de Salema
29 Nisan, 06:07 ·



Estamos a ser MUITO INJUSTOS com o PR e JEALOUS com Pietersburgo!

O Presidente da República (PR), Filipe Jacinto Nyusi, prometeu criar 3.000.000 (três milhões) de empregos neste seu segundo e último mandato. Um mandato tem, como se sabe, qualquer coisa como 1.825 dias, o mesmo que dizer 18,25 conjuntos de 100 dias.
Se o business é de criação de 3.000.000 de empregos em 5 anos, tal significa que, em média, devem ser criados 164.384 empregos por cada 100 dias.
Entretanto, nestes primeiros 100 dias de governação (NB: sem “despesas de instalação”, não sendo este o primeiro mandato de Nyusi e tendo Oswaldo Pietersburgo, o Secretário de Estado de Emprego, pelo menos cinco anos de “experiência relevante” em termos de job creation), o desempenho do PR foi de apenas 29.4%, muito abaixo do que seria de esperar, segundo sua própria promessa, tendo sido “criados”...”apenas” 48.323 postos de trabalho. Há, aqui, um déficit de 116.048 empregos!!!
Ou seja, Oswaldo Pietersburgo nem chegou à metade do que seria expectável e, sendo uma pessoa honesta, “não mentiu” ao chefe, mas, mesmo assim, os “críticos de plantão”, quais agentes da “mão externa”, caem-lhe em cima!
Isto é como um gajo que vive no internato (chamemos-lhe de Upuiane!) que promete aos pais tirar 20 valores na ACP de matemática, mas que, por causa da guerra, doenças, recuperação de ciclones, etc. consegue apenas 5.8 valores (29.4%), mas, mesmo assim, é acusado de estar a mentir.
Claro que Upuiane tem uma forma muito simples de resolver a cena: mostrando o teste/a prova aos pais ou coisa parecida.
Bem, eu acho que estamos a ser MUITO INJUSTOS com o PR e JEALOUS com Pietersburgo!!!
Quo vadis, Moçambique?




705Rafa El, Munguambe Nietzsche ve 703 diğer kişi

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Sergio Buque Pelos comentários que vejo neste post , só me resta implorar pela qualidade do ensino no País .
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Henrique Armando Matlombe Sergio Buque Bom a qualidade do ensino é má e isso é indiscutível. Mas este texto só é irónico porque conhecemos a personalidade do Salema, mas esteticamente não está patente nenhuma ironia aqui.
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Sergio Buque Henrique Armando Matlombe quando ele diz : se "Business" era de criar 3000 000 de empregos .
Não é ironia ?
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Henrique Armando Matlombe Sergio Buque Aí está a ironia?????
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Henrique Armando Matlombe Sergio Buque Este texto escrito por um desconhecido numa prova de português nunca seria classificado como ironia, pior quando alguns elementos propositadamente mencionados justificam o não alcance dos objectivo.
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Sergio Buque Henrique Armando Matlombe é um dos exemplos .
Mas concordo contigo quando diz que , se fosse escrito por um desconhecido ...
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Elvino Dias Por mim, até prova em contrário foram zero empregos criados nos 100 dias. Salvo se o emprego dos SE, ou Deputados também conta
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Fernando Bismarque Elvino Dias mesmo multiplicando os Deputados por 180 não atinge ao número anunciado . Hehhehehheeh
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Rolder Elvino Dias ele estava a se referir dos memeiros 😂
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Ericino de Salema Elvino Dias 😅😅😅😅😅😅
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Ericino de Salema Fernando Bismarque 😂😂😂😂😂
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Edmilson De Jesus Óscar Eu acho que o PR queria dizer biscate. 😀
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Elmo Buene Edmilson De Jesus Óscar 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂🤐
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Sergio Buque Mas vocês ainda não perceberam que o texto é #Zombaria .
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Candido Cunbane Elvino Dias zero não pois temos alguns deputados que não tinham emprego, mas também houve contratação de professores que não ultrapassa 5000, empregados de deputados e de secretários de Estado
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Justino Horacio Jaime Horacio Elvino Dias meus caros, Moz é grande. Eu conhecidos meus que, de facto conseguiram emprego neste periodo, acima de 10.sendo 3 no sector privado. Este nr é bastante infimo para um pais enorme como o nosso
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Panglov Junior Edmilson De Jesus Óscar kkk. Até que pode ser verdade.
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Yucky Osvaldo Massada Eu não estou a entender 48mil empregados. Ou 48 mil postos de emprego. não estou a entender bem alguém me esclarece porfavor!!!
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Hermenegildo Chapala Elvino Dias o informe não era para si
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José Alberto Martins Elvino Dias só com o indulto , criaram 5.000 novos empregos 🤣😅😂
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Fernando Bismarque Edmilson De Jesus Óscar O Secretário de Estado do Emprego já esclareceu e não está longe disso (boladas de 7 dias) entram na equacção, inclusive minhas tias que têm suas hortas em casa.
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Sevito Bungane Sergio Buque percebi a muito tempo quando li o primeiro parágrafo
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João Chilengue Subscrevo...
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Mangane Mangane Bala Há que reconhecer a nova postura do Ercino Ericino de Salema, sem querer avancar muito os tais empregos só podemos contar com alfaiates de máscaras artesanais e vendedores informais das mesmas.
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Nordine Ossufo Não vamos atacar opinião dos outros. Isto é um debate melhor cada um avançar a sua opinião. Aqui está a visão do Elvino Dias
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Emmanuell Venâncio Andrade Jr. Rolder essa foi boa kkkkk
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Lutcho Bene #Elvino o Sr. Está sendo descontente, sabes quantos membros foram empregados na insurgência? Nós nem sabes quantos eles são é segredo do Estado, então pode ser que seja verdade essa declaração de 48000 mil empregos em 100 dias
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Vasquinho King Elvino Dias o ssctor informal emprega a maioria no autoemprego
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Gil Mauricio Rapieque Elvino Dias meus senhores, consultem esses vossos amigos desempregados se ja se inscreveram no portal de emprego.
Pelo menos no Niassa, ja foram colocados no mercado de trabalho so para a area de construcao civil mil e tal jovens em 100 dias.... e ess…Daha Fazlasını Gör
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Gil Mauricio Rapieque Yucky Osvaldo Massada 48 mil postos de trabalho
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Yucky Osvaldo Massada Gil Mauricio Rapieque kkkk loucura só.
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Gil Mauricio Rapieque Yucky Osvaldo Massada loucura de?
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Luciano Mapanga Percorrendo os comentários, vejo que a leitura, compreensão e interpretação de textos ainda é um grande desafio...
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Fernandes Fernaz Luciano Mapanga o desafio aqui é criado pelo facto de ser um texto que precisa ser lido e relido pra depois comentar, é um texto escrito em parábolas tal e qual a bíblia. Talvez se o autor levedasse um pouco o palavreado, disse o que penso.
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Amade Mualaca Jr. Luciano Mapanga “Nós matamos o cão tinhoso “ de Luís Bernardo Honwana levou décadas para ser razoavelmente interpretado. Força Salema as gerações vindouras irão decifrar cada palavra do seu texto para reerguer está pela pérola do Índico
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Ericino de Salema Luciano Mapanga, nem mais. Estamos muito mal!!!
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Luciano Mapanga Ericino de Salema,

Lamentavelmente.
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Amade Mualaca Jr. Luciano Mapanga grande desafio mesmo, Salema foi mais a fundo com a sua crítica.
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Luciano Mapanga Amade Mualaca Jr. pois é. O "Nós Matamos o Cão Tinhoso" deu muito trabalho a muita gente.
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Vagumar Armindo Luciano Mapanga meu caro, o autor também foi em parte, um pouco responsável para que isso se opera-se (veja como é o título e o texto).

O texto é um pouco hermético. Confere a impressão de que o que se pretendia era alegrar, na verdade, os gregos e os troianos, algo que secularmente já se evidenciou em como sendo uma conduta trágica e himalaíca.

Tratando-se de rede social de cuja difusão dos conteúdos atinge imediata-liminarmente à qualquer público, desde ágrafo ao intelectual, ortodoxos ao liberais é inato que as reacções humanas sejam múltiplas e com estirpes e laias de cada extracto social.

Portanto, quissá o autor voltar trazer o sentido ou interpretação autêntico, e acessível ao público dos diversos extractos retromencionados.
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Danilo Naiene Fernandes Fernaz Exatamente! Parábola é uma pequena narrativa que usa alegorias para transmitir uma lição moral, é assim como Jesus Cristo ensinava os seus Discípulos. Obrigado pela mesma técnica Ercilio, esse textos é mesmo para leitores lúcidos.
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Fernandes Fernaz Danilo Naiene kakakaka, no comment
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Danilo Naiene Fernandes Fernaz Não percebi essa! Como assim cão rafeiro?
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Fernandes Fernaz Danilo Naiene Ja queres iniciar outro debate haaaa
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Danilo Naiene Luciano Mapanga Deixemos...🤷‍♂️ Estou me preparando para ouvir o Boss as 20h, veja se faças o mesmo...
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Lutcho Bene Mapanga, eu acho que devo cobrar direitos autorais aqui, 😂😂😂 parace que foi ontem que eu eu fiz uma observação idêntica te lembras?
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Luciano Mapanga Lutcho Bene heheheheh 😹 😹. Amandla ✊✊!
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Lutcho Bene 😂😂😂😂Amandla ✊✊✊
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Salomâo Nicasse Vagumar Armindo entendi nada... há tanto jargão neste comentário 😂😂😂😂
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Amade Mualaca Jr. Luciano Mapanga realmente caríssimo
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Fernandes Fernaz Luciano Mapanga muitos pensavamos que fosse um cão rafeiro cheio de tinha
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Luciano Mapanga Danilo Naiene Cão Tinhoso é diferente de cão Rafeiro.
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Pachequito Alberto Mesmo em economia mais vibrante do mundo é capaz de tal feito. Muito provavelmente (DIGA-SE DE PASSAGEM) com os dados estatísticos de Gaza possa haver esse milagre.
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Juma Aiuba Não estamos habituados a dirigentes honestos. 🤣🤣🤣🤣🤣... Podia ter dito que criou 150.000
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Luis Manuel Juma Aiuba Certo.
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Samuel Arlindo Mabasso Juma Aiuba bem mesmo.
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Benício Da Cruz Baulo De facto é uma grande "injustiça "...na realidade o PR devia ser enxovalhado por outros motivos, pois o seu desempenho ficou aquém do esperado, tendo em conta a meta prevista.
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Alexandre Chivale Ga famba gona!😂😂😂😂
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Vagumar Armindo Ericino de Salema, estou em avença com v.excia, é que muitos críticos olvidam-se que mostrar uma vez vale mais que dizer muitas vezes.
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Lito Heliodoro Mundlovo Já à sério...há problemas de máquina de calcular neste governo, desde os números do STAE (na prática é uma muleta valiosíssima do governo de dia) em Gaza, as perspectivas de Agravamento dos casos de Covid-19 20 milhões em 6 meses na expectativa de receber 34 mil milhões de dólares. O Presidente pode estar a ser mal acessado mas se alguém não tem capacidade de escrutínio para questionar esses números nunca deveria ser presidente de uma república, à não ser das bananas
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Gomes Dazona Dr devia ficar calado, seria melhor....
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Júlio Mutisse Eu gostei do informe do Osvaldo Petersburgo. A chamada dos princípios da OIT significa que vamos evoluir na regulação do emprego em Moz em breve.
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Vasquinho King Acho que a maior prova é mostrar mas esse numero de 48mil é possível
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Ismael C. Gocaldas Kkkkkkk,de facto o nosso governo é de comediantes,em condições normais estes ja teriam se demitido.....
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Madjacuzitcho Sitoe Ericino, neste dito apenas baseas te em nr. Nosoutros tentamos analisar realidade.
Numeros? Sao apenas analíticos e nada aver com estatisticas reais.
Nao faz sentido falar em nem em 100 novos empregos numa altura em que tudo esta a fechar.
Monitoria e avaliacao é muito necessaria no nosso governo
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Manuel Gil Uane Será esta uma situação clara de empregos fantasmas para trabalhadores iguais?
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Álvaro Xerinda Aquelas empresas que fecharam portas por causa do Covid 19 era tudo mentira.
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Jose Chirruco Impressão minha ou já estás a ser como aquele mano que lambe??
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Ernesth Julyo Vejo que o dr Ercinio de Salema perdeu uma grande oportunidade de ficar calado
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Pires M'buana Kalembo Fiz esses matemáticas e cheguei a conclusão de que a promessa de criação de 3 milhões de empregos é totalmente farsa e criminosa .
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Cristiano Banze "Pessoa honesta..." 🤣🤣🤣🤣
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Onoria Monjane Piterpan sujou gerau
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Tomas Pedro Carvalho Agora percebo porquê inventaram prova oral. Kkkkk
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Teixeira Culuze Isso chama se morder e soprar kkkkkkkk gostei da ironia.
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Aquilas Mutepa Meu Deus😢
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