segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

O Facebook e o Instagram terão um sistema de assinatura pago que inclui o selo de verificação de contas.

 

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Instagram e Facebook também vão cobrar para verificar contas

Anúncio foi feito neste domingo, 19, por Mark Zuckerberg, donos das redes sociais

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Dono da Meta, Mark Zuckerber anunciou novo serviço neste domingo, 19 | Foto: Reprodução/Flickr
Dono da Meta, Mark Zuckerber anunciou novo serviço neste domingo, 19 | Foto: Reprodução/Flickr

O Facebook e o Instagram terão um sistema de assinatura pago que inclui o selo de verificação de contas. É semelhante ao implantado no Twitter, desde novembro, por Elon Musk. O anúncio foi feito neste domingo, 19, por Mark Zuckerberg, presidente da Meta, empresa dona das duas redes sociais.

“Bom dia e o anúncio de um novo produto: nesta semana, estamos lançando o Meta Verified — serviço de assinatura que permite que você verifique sua conta com uma identificação do governo, tenha um selo azul, proteção extra contra contas que afirmam ser você e que permite acesso direto ao suporte ao cliente”, escreveu Zuckerberg, no Facebook.

Ele também informou que o pacote de assinatura para Instagram e Facebook, a ser lançado ainda nesta semana, terá preços a partir de US$ 11,99 (R$ 62) por mês na web ou US$ 14,99 (R$ 77) por mês no sistema iOS da Apple e Android. Ainda de acordo com a publicação de Zuckerberg, o Meta Verified será lançado inicialmente na Austrália e na Nova Zelândia, com implementação gradual em outros países.

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Zuckerberg havia dito anteriormente que estava planejando lançar vários novos produtos, que “capacitariam os criadores a serem muito mais produtivos e criativos”, enquanto alertava sobre o custo associado ao suporte da tecnologia para uma grande base de usuários.

Outros aplicativos de mídia social, como o Snapchat, da Snap, e o aplicativo de mensagens Telegram, lançaram serviços de assinatura paga no ano passado, como uma nova fonte de receita.

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A farsa que alimenta a fome no Brasil

 

CARTA AO LEITOR

A farsa que alimenta a fome no Brasil e a chegada do ChatGPT estão entre os destaques desta edição
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Em abril de 2014, durante uma entrevista para os autodenominados “blogueiros progressistas”, Lula contou, com desconcertante candura, que, quando estava na oposição, inventava números que pioravam a imagem dos adversários. “Era bonito a gente viajar o mundo e falar que no Brasil tem 30 milhões de crianças de rua, a gente nem sabia”, confessou Lula.

“Não esqueço nunca: estava debatendo eu, o Roberto Marinho e o Jaime Lerner, em Paris”, exemplificou o eterno candidato ao Planalto. “Não sei de que entidade era, mas eu estava dizendo que no Brasil tem 25 milhões de crianças de rua. Quando eu terminei de falar, o Jaime Lerner falou para mim: ‘Oh, Lula, não pode ter 25 milhões de crianças de rua, porque senão a gente não conseguiria andar na rua. É muita gente, Lula’.”

Passados oito anos, Lula reprisou a estratégia: durante a mais recente campanha eleitoral, repetiu em todos os palanques que 30 milhões de brasileiros passam fome. O que parece truque de político não se limita a disputas eleitorais. Nesta Quarta-Feira de Cinzas, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vai seguir o exemplo lamentável. O tema bíblico da Campanha da Fraternidade deste ano parece sugerido pelo chefão do PT: “Dai-lhes vós mesmos de comer”.

Na reportagem assinada por Joice MaffezzolliOeste tratou de algumas perguntas até agora sem respostas. Alguns exemplos: quais são os dados reais sobre a fome no país? Quem financia pesquisas do gênero? Onde estão, afinal, os 33 milhões de famintos? “Não há dúvida de que existe fome no Brasil”, ressalva Joice. “Mas 33 milhões de famintos equivalem à população do Peru ou da Austrália.” É demais.

 * * * *

O entrevistado desta edição de Oeste é o personagem do momento para os que acompanham os saltos extraordinários ocorridos no mundo moderno: o ChatGPT. Numa reportagem de Dagomir Marquezi, a ferramenta tecnológica responde com palavras próprias perguntas sobre suas origens e possibilidades de uso. Ao longo da conversa, o ChatGPT também produziu uma reportagem jornalística, um roteiro de cinema, um soneto e uma carta, além de oferecer conselhos amorosos. “A passividade do Google é substituída por um diálogo tão real que tendemos a esquecer que não existe uma pessoa teclando para nós”, surpreende-se Dagomir.

Com tantas profissões ameaçadas por esse avanço tecnológico, Dagomir fornece algumas alternativas: “1) mudar de ramo; 2) tentar ser melhor, mais criativo e mais surpreendente que o ChatGPT; 3) trabalhar em parceria com ele (dando o devido crédito ao parceiro, claro)”. Tomara que a terceira opção prevaleça.

 

Boa leitura.

 

Branca Nunes

Diretora de Redação

Capa da Revista Oeste, edição 152 | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock
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