Afinal a recém exonerada Administradora do Banco de Moçambique, Joana Matsombe que trabalhou 42 anos junto daquele banco, não foi à reforma cuidar dos seus filhos e netos como ela mesma prometeu.
Segundo o mediafax de hoje, ela foi nomeada nova Administradora do Moza; ou seja, depois de 42 anos no banco de Moçambique, alguns dos quais como Administradora, hoje é Administradora do Moza.
Por mim, considerando a larga experiência de que ela é portadora, foi
uma escolha acertada, ainda que isso signifique privar os seus filhos e
netos do colo materno.
Mas, de 1975 para cá, este País formou quadros suficientes e capazes de assegurar esses lugares. Deiam oportunidade aos outros, eles também têm fome, eles também querem comer. Deiam oportunidade aos jovens independentemente da sua filiação partidária, eles também querem comer.
Infelizmente, eles comem entre eles e no final do dia dizem que somos irmãos. Um irmão não priva o outro irmão do essencial para sobreviver, mas os nossos irmãos cá doutro lado do Índico privam-nos.
É inconcebível que alguém que tenha comido 42 anos, não queira dar oportunidade aos outros que sequer provaram o sabor da comida. Isso também é exclusão, esse é o outro lado da exclusão.
Mas, de 1975 para cá, este País formou quadros suficientes e capazes de assegurar esses lugares. Deiam oportunidade aos outros, eles também têm fome, eles também querem comer. Deiam oportunidade aos jovens independentemente da sua filiação partidária, eles também querem comer.
Infelizmente, eles comem entre eles e no final do dia dizem que somos irmãos. Um irmão não priva o outro irmão do essencial para sobreviver, mas os nossos irmãos cá doutro lado do Índico privam-nos.
É inconcebível que alguém que tenha comido 42 anos, não queira dar oportunidade aos outros que sequer provaram o sabor da comida. Isso também é exclusão, esse é o outro lado da exclusão.
Muhamad Yassine Afinal não foi sacada porque deixou passar muitas gralhas para esse banco?
Domus Oikos Elvino Dias
hehehehe....oportunidade. Muitas sociedades criaram aquilo que em
ciências políticas e filosofia chama-se de "alternância ao poder".
Robert Dahl o americano chega a dizer que pra melhor funcionamento e
transparência nas instituicoes é fundamental
"mandato a tempo limitado" pode ser melhor presidente de um país ou
melhor governador mas deve haver mandato limitado por lei. Comungam as
mesmas teorias Giovanni Sartori incluindo Norberto Bobbio e quase todos
teóricos modernos.
Bom se Elvino fala de comer... não sei. Kkkkk....
Bom se Elvino fala de comer... não sei. Kkkkk....
Elvino Dias Domus Oikos, já que trabalhar no banco de Moçambique é sinónimo de comer....kkkk
Zito Tomas Sempre os mesmos administradores e pca's.
Euclides Flavio Estranhamente.
Não nos dão oportunidade para mostrarmos aquilo que aprendemos durante
anos e anos. Porém, depôs apelidam nos de preguiçosos e vendedores da
pátria. Para mim, num contexto em que encontramos pessoas como dona
Joana, com larga experiência. O sensato
seria transformarmos esse capital humano numa figura de assessores.
Nessa idade devia evitar administrar directamente mas sim ensinar como
administrar bem dando oportunidade há tantos outros moçambicanos com 5
anos de experiência em diante. Aliás, como País sairíamos a ganhar
duplamente. Primeiro porque daria oportunidade para outros moçambicanos
que já ocuparam cargos directivos com novas abordagens, nova filosofia e
por seu turno esses dariam oportunidade há outros menos experiêntes
para ganhar nova experiências. Segundo porque os assessorados saíram
mais nutridos. Enfim, falta uma nova abordagem de pensar o País.
Kelvintino Massas Yha, complicado o que acontece nesta pérola! Queremos comer tbem
Margarida Manhica Kikikikiki. Deixem a cota comer quando se fartar também comerão. Enquanto isso comeis onde estiverdes amarados E prontos
Elvino Dias Margarida Manhiça, comer 42 anos? Poosha e nós os outros?
Margarida Manhica Me ganhaste soberano









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