sábado, 30 de junho de 2018

Crianças comparecem sozinhas a tribunal nos EUA nos julgamentos de deportação


Menores que têm entre três e 17 anos ouvidos sozinhos nas audiências dos tribunais de imigração, denunciam advogados.
Donald Trump
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Sem os pais, não se pode esperar que sejam as crianças a explicar os motivos que os levou a fugir do seu país JOEBETH TERRIQUEZ/EPA
Uma série de advogados no Texas, Califórnia e Washington relataram casos em que crianças filhas de migrantes – algumas apenas com três anos – têm tido de comparecer sozinhas às audiências em tribunal que decidirão se podem permanecer no país ou serão deportadas.
Uma ordem judicial determinou que as autoridades não podem separar as famílias, mas não é claro o que vai acontecer agora, nem o destino das mais de 2000 crianças que foram separadas das famílias antes desta ordem.Numa reportagem com o título “Réus de fraldas”, o site norte-americano KHN (Kaiser Health News) conta como esta não é uma prática nova nos Estados Unidos, mas com a recente política de separação de famílias na fronteira de Donald Trump, mais menores estarão sujeitos a esta situação.
A directora-executiva do Centro de Defesa Legal de Imigrantes em Los Angeles, Lindsay Toczylowski, relatou como recentemente o centro representou uma criança de apenas três anos.“Estávamos na sala do tribunal e a criança, que tinha sido há pouco separada dos pais, começou – no meio da audiência – a subir pela mesa”, conta. É um episódio que “realmente sublinhou o absurdo do que estamos a fazer com estes miúdos”.
O que acontece nestas audiências? Sem os pais, não se pode esperar que sejam as crianças a explicar os motivos que os levou a fugir do país. “O pai, ou a mãe, pode ser a única pessoa que sabe a razão da fuga”, sublinha Toczylowski. “A criança fica numa posição de total desvantagem na sua defesa”, sublinha.
Tem havido relatos de menores com idades “inferiores a três anos e até aos 17 anos” presentes a tribunal, disse o porta-voz da Associação de Advogados Americanos de Imigração, George Tzamaras. 
Tzamaras relatou ainda que advogados especializados em imigração têm viajado de todo o país para o Texas, para ajudar na representação dos menores e das suas famílias.
Cynthia Milian, advogada do Grupo Powers Law, especializado em imigração, no Texas, diz que estes processos já são às vezes difíceis até para os adultos. “Vão a tribunal e ficam nervosos perante o juiz”, conta. “Agora, imaginam uma criança ter de ir explicar a um juiz porque é que estão a ter de fugir do seu país?”
Responsáveis de três organizações que prestam serviços legais e uma empresa privada confirmaram que menores estão a receber notificações para comparecer em tribunal e que lhes é dada uma lista de organizações que disponibilizam serviços legais e não lhes é nomeado um advogado.
É “impensável” que uma criança consiga encarregar-se de uma defesa legal, declarou Benard Dreyer, membro da Academia Americana de Pediatria. “Tenho vergonha de estarmos a fazer isto.” 
Lindsay Toczylowski diz que a prioridade da sua organização é “ajudar a reunificar as famílias para que as crianças possam ser julgadas junto com os pais”. 
Não é de todo claro como a ordem judicial para reunificar as famílias vai funcionar. “E se os pais já foram deportados?” pergunta Cynthia Milian“Os miúdos não percebem os meandros dos processos de deportação e dos tribunais de imigração”, disse. “O que percebem é que foram separadas dos seus pais, e o principal objectivo é estarem de novo juntas com aqueles de quem gostam”
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As Forças de Defesa da Renamo, mesmo sem logística do Estado, nunca roubaram mandioca do povo e nem sequer teriam um dia alugado às armas que eles detêm aos criminosos da caça furtiva e nem aos outros criminosos que que têm protagozado assalto aos bens dos cidadãos com recurso às armas de fogo!


ASSIM JÁ NÃO SE ADIA ELEIÇÕES, PARTIDARIZANDO ÀS FDS E MUITO MENOS HAVERÁ ÓBITOS DOS CIDADÃOS INOCENTES DEPOIS DA PROCLAMAÇÃO DOS RESULTADOS ELEITORAIS
Que a Frelimo vá para oposição com às suas milícias para não contagiar a corrupção às Forças Republicanas estacionadas no Berço da Democracia de Estado de Direito em Gorongosa!
Dlhakama está na oposição há mais de 23 anos, mantendo sob seu Comando um Exército da Guerrilha bem educado com cultura de Forças Republicanas treinadas para gerir à Defesa do Estado sem se deixar confundir com milícias de um Partido Político!
As Forças de Defesa da Renamo, mesmo sem logística do Estado, nunca roubaram mandioca do povo e nem sequer teriam um dia alugado às armas que eles detêm aos criminosos da caça furtiva e nem aos outros criminosos que que têm protagozado assalto aos bens dos cidadãos com recurso às armas de fogo!
Se a Frelimo não acha seguro ir às eleições com homens armados da Renamo, então que se assine um acordo para de Segurança para que cada um controle às suas forças e, caso venha ganhar que governe Moçambique com o a segurança das suas Forças e quem vai a oposição que leve consigo as suas Forças, o que não seria novidades para os moçambicanos porque à Renamo possui uma linda fotografia em relação à disciplina República das suas Forças!

Exma Senhora Juíza Presidente e de Direito, da Segunda Secção de Nacala Porto Dra Maida Liacathanaf Suleman


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Grávidas que não pagam subornos ficam sem serviços de maternidade em Lichinga
Denúncia é feita por utentes dos serviços de maternidade do hospital provincial de Lichinga, na província do Niassa, norte de Moçambique. Se não pagarem subornos, grávidas não acedem aos serviços ou são mal atendidas.
É uma prática ilegal, as autoridades estão a par da situação, mas, mesmo assim, continua a haver enfermeiras e parteiras a cobrar pelos seus serviços nas duas maternidades existentes n...o hospital de referência na cidade de Lichinga.
A denúncia é feita por utentes, em entrevista à DW África, que recusam divulgar o nome, por medo de represálias. Afirmam que, sem pagar, as mulheres são mal atendidas ou podem mesmo ficar sem atendimento.
"Sem sacudir a capulana" não há atendimento
Uma das utentes conta a sua história: " A minha mãe saiu e foi procurá-las e encontrou uma das parteiras. Pediu-lhe para vir ver-me e uma delas saiu e chegou, observou-me e disse que o bebé estava longe, precisava de ser operada. Daí, a minha mãe pediu-lhes para esperarem um pouco e elas foram dormir e deixaram-nos sozinhas, sem atendimento".
Mosambik, Lichinga, José Manuel, Provinzdirektor für Gesundheit in Niassa
José Manuel, diretor provincial de saúde no Niassa.
Se a sua mãe não tivesse dinheiro, acrescenta, teria perdido a sua filha. "A parteira disse 'se a senhora não sacudir capulana a sua filha não vai ser atendida', e a minha mãe não estava a entender o português. Eu disse que elas queriam dinheiro. E a minha mãe respondeu 'podem atender, eu tenho 500 meticais'. Disseram que 500 meticais era pouco. Minha mãe disse 'é o que eu tenho e se tivesse em casa ia correr para ir buscar'. Aí, elas me atenderam e me puseram a soro e tive a bebé", conta.
Direção garante que está a tomar medidas
500 meticais é o equivalente a 7 euros. José Manuel, diretor provincial de saúde no Niassa, diz que tem conhecimento do fenómeno, mas que é difícil agir porque não há denúncias: "Nós, como sector de saúde, temos estado abertos à articulação com todas as entidades necessárias, porque o combate à corrupção é um ponto fulcral para o sector da saúde", afirma, frisando que "o combate à corrupção requer a intervenção de todos".
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Sem subornos grávidas não são atendidas em Lichinga
Os utentes podem fazer as denúncias directamente nas unidades de saúde, segundo o director provincial. Na perspectiva da prevenção e numa tentativa de detectar e resolver estes casos, explica José Manuel, foram criadas "plataformas em todas as unidades sanitárias para que, se realmente os cidadãos [pagarem] um valor para um acto clínico, possam prontamente colocar os assuntos".
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Alemanha chega a acordo com 14 países para repatriar requerentes de asilo
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A França está nos quartos de final do Mundial
Vice-campeões da Europa vencem a Argentina por 4-3, em jogo de loucos, e mandam Messi e companhia para casa.
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Congoleses em Angola pouco otimistas quanto a eleições na RDC
Congoleses residentes em Angola não acreditam que as eleições marcadas para 23 de dezembro tragam paz à RDC, onde Joseph Kabila se mantém na Presidência após o fim do seu mandato, em 2016. Ouvidos pela DW África, comentam ainda o possível regresso ao país do ex-vice Presidente Jean-Pierre Bemba, absolvido pelo TPI no processo em que era acusado de crimes de guerra e contra a humanidade.
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