sexta-feira, 7 de abril de 2017

Um ataque dos EUA pela calada com uma mensagem à vista de toda a gente


Síria:

Estados Unidos lançam mísseis contra a Síria e deixam aviso à Rússia. Líderes europeus põem-se ao lado do Presidente Donald Trump e dizem que o ataque foi merecido e proporcionado.
Fotogaleria
Há menos de quatro meses, quando o embaixador da Rússia em Ancara foi assassinado, foram muitas as vozes que anunciaram o início de um conflito armado, lembrando a morte do arquiduque Francisco Fernando em 1914. Esta sexta-feira, horas após o ataque norte-americano contra uma base aérea síria, a rádio estatal russa Vesti FM repetiu o aviso catastrofista: "Podemos estar perante um acontecimento que muda o curso da História." Mas, tal como aconteceu no primeiro caso, o mais provável é que ainda não seja necessário encher a despensa com comida enlatada.
Para além dos 59 mísseis Tomahawk apontados à Síria, o que os Estados Unidos lançaram na noite de quinta-feira foi uma série de avisos em todas as direcções, precisamente no dia em que o Presidente Donald Trump ia encontrar-se com o Presidente chinês na Florida, e numa altura em que está a ser investigado pelo FBI por causa das suspeitas de colaboração com a Rússia durante a campanha eleitoral do ano passado.
Mais do que lançar o pânico com a antecipação de uma guerra global por causa do ataque norte-americano de quinta-feira, o importante é perceber qual será o segundo passo dos Estados Unidos nesta nova estratégia em relação à guerra na Síria – afinal, é verdade que em pouco tempo Trump rasgou a carta-branca que tinha passado ao regime de Bashar al-Assad e ordenou um ataque militar contra esse mesmo regime.
As reacções da Síria e da Rússia, por mais inflamadas que sejam, não poderiam ser outras – deixar no ar o risco de uma resposta forte é a única solução nestas situações. Damasco acusou os Estados Unidos de terem assumido um comportamento "irresponsável e insensato, que só revela a sua cegueira política e militar em relação à realidade". E Moscovo foi ainda mais longe, na primeira vez que o seu envolvimento no conflito sírio foi posto em causa de forma musculada: "Foi um acto de agressão contra um Estado soberano em violação da lei internacional, sob um pretexto completamente inventado", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, que comparou o ataque à invasão do Iraque em 2003, na medida em que foi lançado sem a aprovação do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O "pretexto completamente inventado", segundo Lavrov, é a acusação dos responsáveis norte-americanos e de vários países europeus de que a aviação de Bashar al-Assad gaseou até à morte pelo menos 80 pessoas na província de Idlib, na terça-feira, incluindo homens, mulheres e crianças.
Segundo as declarações públicas de Donald Trump, foi esse o acontecimento que o fez mudar de ideias em relação a Bashar al-Assad – em resposta, fez aquilo que desaconselhou Barack Obama a fazer em 2013 e ordenou a destruição da base aérea síria de onde terão saído os aviões para o ataque em Idlib. Pelo menos dez pessoas, entre as quais quatro crianças, terão sido mortas na operação norte-americana, que foi lançada a partir de dois contratorpedeiros estacionados na base naval em Rota, Andaluzia, a pouco mais de 100 quilómetros em linha recta de Vila Real de Sto. António.
PÚBLICO -
Foto
DR
AGAIN, TO OUR VERY FOOLISH LEADER, DO NOT ATTACK SYRIA - IF YOU DO MANY VERY BAD THINGS WILL HAPPEN & FROM THAT FIGHT THE U.S. GETS NOTHING!
O lançamento de 59 mísseis Tomahawk indica que a ideia era causar muitos estragos, mas o Pentágono diz que Moscovo foi avisado com tempo suficiente para se defender. A intenção era evitar que a Rússia se visse forçada a responder com mais determinação, já que a morte de muitos militares russos levaria a uma onda de indignação entre a população russa. O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse que a Rússia não foi avisada, mas tudo indica que esse aviso foi mesmo feito, não por palavras mas através dos procedimentos militares que sinalizam a acção.
Apesar do tom irado, as reacções da Síria e da Rússia afogaram-se num mar de elogios(ou, no mínimo, de silêncios cúmplices) por parte de vários países. Ao fim de seis anos de conversações e tentativas de cessar-fogo, e apesar dos riscos do envolvimento norte-americano na guerra na Síria, muitos líderes europeus pareciam estar aliviados por finalmente alguém ter feito alguma coisa – ninguém o disse desta forma, mas as declarações oficiais não conseguiram esconder esse sentimento.
"Os americanos acham que já gastaram todas as hipóteses diplomáticas e pacíficas para lidarem com o uso de armas químicas por parte do regime [sírio], e estavam determinados a tentar prevenir futuros ataques, por isso tomaram esta medida", disse o secretário da Defesa britânico, Michael Fallon, tendo o cuidado de sublinhar que o ataque contra a Síria "não foi uma declaração de guerra".
Berlim e Paris também piscaram o olho a Washington, e logo numa significativa declaração conjunta: "A responsabilidade por este desenvolvimento é apenas e só do Presidente Assad. O seu uso repetido de armas químicas e os seus crimes contra o seu próprio povo requerem sanções que a França e a Alemanha já tinham pedido no Verão de 2013, após o massacre em Ghutta" – uma referência ao momento em que a Administração Obama admitiu lançar um ataque contra a Síria, tendo acabado por recuar e fazer um acordo com a Rússia para retirar as armas químicas do alcance de Bashar al-Assad.
Apesar das várias sensibilidades entre os países da União Europeia em relação à guerra na Síria e às relações com a Rússia, tanto o presidente do Conselho Europeu como o presidente da Comissão Europeia foram assertivos na defesa do ataque norte-americano. "O ataque dos EUA mostrou uma determinação necessária contra os bárbaros ataques químicos. A União Europeia vai trabalhar em conjunto com os Estados Unidos para pôr fim à brutalidade na Síria", escreveu Donald Tusk no Twitter.
US strikes show needed resolve against barbaric chemical attacks. EU will work with the US to end brutality in Syria.
A reacção de Jean-Claude Juncker chegou num comunicado: "Os Estados Unidos informaram a União Europeia de que estes ataques se limitaram a prevenir futuras atrocidades com armas químicas. O uso repetido deste tipo de armamento deve ter uma resposta."
Em nome da NATO e dos seus 28 membros falou o secretário-geral, Jens Stoltenberg, para se juntar a esta multidão a brandir bastões que se formou atrás dos Estados Unidos: "A única responsabilidade é do regime sírio. O uso de armas químicas é inaceitável, não pode ficar sem resposta, e os responsáveis devem ser confrontados."
Para Jonathan Marcus, correspondente de política internacional na BBC, o que está em causa é, mais do que um jogo perigoso, uma tomada de posição "determinada". "É uma mensagem para Damasco e para Moscovo a dizer que está um novo homem na Casa Branca. É o senhor Trump, o 'anti-Obama', e vocês devem perceber isso", diz.
Apesar dos riscos inerentes, Marcus acredita que a decisão de Donald Trump pode acabar por se revelar positiva: "É de esperar uma resposta inicial dura por parte da Rússia. A longo prazo, tanto Washington como Moscovo têm agora uma melhor noção do que está em jogo. Este talvez não seja o Donald Trump que Moscovo esperava. Mas o sr. Putin é um homem que respeita a acção. Talvez a Rússia e os Estados Unidos consigam encontrar um caminho comum em relação à Síria. Por enquanto, o Governo da Síria e os russos ficam a saber que o sr. Trump – apesar da sua inexperiência e da sua retórica – consegue reagir de uma forma determinada num momento de crise."

Extrema-direita "traída" por Trump

Para além da Síria, da Rússia e do Irão, as críticas mais duras contra Donald Trump foram lançadas por muitos dos seus próprios eleitores e apoiantes, principalmente os que se identificam com a chamada alt-right – um movimento de extrema-direita nativista e islamofóbico –, e por membros do seu Partido Republicano que sempre defenderam uma política externa menos intervencionista.
Paul Joseph Watson, um britânico que escreve para o famoso teórico da conspiração norte-americano Alex Jones, e que tem o seu próprio canal no YouTube com as mais variadas teorias da conspiração, anunciou no Twitter que deixou de apoiar Donald Trump. "Parece que Trump afinal não era uma marioneta de Putin, era apenas uma marioneta do 'Estado profundo' e dos neoconservadores", escreveu Watson, numa referência à tese cara a muitos apoiantes de Trump durante a campanha de que os Estados Unidos são, na verdade, governados por uma rede de falcões da guerra que manobram tudo por trás do pano.
I guess Trump wasn't "Putin's puppet" after all, he was just another deep state/Neo-Con puppet.

I'm officially OFF the Trump train.
Até Richard Spencer, o homem que cunhou o termo alt-right, e que dirige o site com o mesmo nome, ficou tão desiludido com Donald Trump que promete apoiar em 2020 a candidatura de Tulsi Gabbard, uma congressista do Partido Democrata que foi uma das principais apoiantes de Bernie Sanders no ano passado e que é uma conhecida opositora da intervenção militar na Síria. Spencer gravou um vídeo sobre "a traição de Trump" e "o fim do America First", e passou o dia a partilhar no Twitter mensagens de antigos apoiantes de Donald Trump que se dizem traídos pelo Presidente norte-americano.
Outra ideóloga da alt-right, a comentadora Anne Coulter, também está a afastar-se de Trump por causa do ataque contra a Síria, mas não só: "Bannon saiu. Flynn saiu. Sessions pediu recusa. Nós ganhámos a Casa Branca e as duas câmaras! Imaginem se tivéssemos perdido. O Partido Republicano estaria a ir buscar a roupa lavada dos democratas."
Media THRILLED that Trump is destroying his presidency.
As divisões também se alastraram ao topo do próprio Partido Republicano, com uma ala liderada pelos senadores John McCain e Lindsey Graham a defender a intervenção e os libertários de Rand Paul a acusarem o Presidente de ter agido sem que os Estados Unidos tivessem sido atacados. "As nossas anteriores intervenções na região não fizeram nada para nos tornar mais seguros, e na Síria não será diferente", escreveu Rand Paul no Twitter.
Sen @RandPaul: The President really doesn't have the authority to initiate war...I think what we're doing now is illegal & unconstitutional
Do lado das figuras mais influentes do Partido Democrata houve várias manifestações de apoio ao ataque, sobrando apenas os avisos sobre os cuidados a ter nos próximos passos. Qualquer crítica negativa da parte do chamado establishment do Partido Democrata seria aproveitada pela Administração Trump para pegar num vídeo filmado horas antes de Donald Trump ter anunciado o ataque contra a base síria, com uma declaração de Hillary Clinton na conferência Mulheres no Mundo, em Nova Iorque: "Assad tem uma força aérea, e essa força aérea é a causa da maioria destas mortes de civis. Acredito mesmo que devíamos ter eliminado, e ainda devemos eliminar, as bases aéreas dele e impedi-lo de conseguir usá-las para bombardear pessoas inocentes e largar gás sarin em cima delas."
O ataque norte-americano contra a Síria surge também num momento muito complicado para Donald Trump no plano interno, e uma acção deste tipo pode provocar uma ligeira subida da sua popularidade. Para além disso, o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, vai encontrar-se na próxima semana com o Presidente russo, Vladimir Putin, e nessa altura poderá apresentar-se com uma posição mais vantajosa para os Estados Unidos do que aquela que tinha antes do ataque.

Daniel Eira
 Os EUA não seriam tão fortes se não contassem com seus capachos europeus sempre prontos a aprovar tudo que os americanos façam. E apostaram errado novamente. E só pensar um pouco: uma imediata resposta sem a devida apuração apenas se justifica pelo desejo de gastar o arsenal bélico. Somente um tolo acredita que os americanos não avisaram formalmente os Russos do ataque. Não apenas avisaram como pediram autorização. Caso contrário o torpedeiro americano já estaria no fundo do oceano.
Não gosto · Responder · 12 · 2 h
Abel Veloso
Abel Veloso Grande "pintura" a sua...
Eric Barreto
Eric Barreto Interesses e ganancia ,nao sei porque a outros paises que estao na mesma situacao e nimguem la vai .o unico sitio que temos no universo para viver qualquer dia acaba destruido .Bom a culpa e da mae natureza e do adn ,que pucha cada raca de humanos a tentar obter a supremacia absoluta sobre a outra no planeta ,no fim perdemos todos .
Gosto · Responder · 1 · 42 min
Luis Filipe Nunes Teixeira
Luis Filipe Nunes Teixeira a unica coisa que preocupa Trump é o seu ego e ele reagiu a um ataque ao seu ego,mas quem pensa que este é o primeiro presidente americano que nao olha a meios para atingir os fins,sempre no seu interesse,veja a historia do sec xx Truman,Kennedy,Ike,Nixon,Reagan,Bush pai e filho ,Clinton,sempre com esbirros de qualidade como rumsfeld ou kissinger mataram muita gente para a Democracia Americana (internamente sem ironia) reinar sobre o mundo
Dora Cruz
Dora Cruz Tão benemérito que está agora o Mr Trump, ficou chocado com as imagens das crianças vítimas do ataque químico???
Mas não se lembrou delas qdo negou a entrada de civis sírios nos EU. !
Tanta hipocrisia dá-me náuseas !!!
Gosto · Responder · 21 · 1 h · Editado
Leandro França
Leandro França Também não gosto do Trump mas... acabando a guerra, acabam os refugiados..
Gosto · Responder · 48 min · Editado
Dora Cruz
Dora Cruz Acredita nisso?
Se fosse sírio dps de ver o seu país reduzido a pó permanecia nele?
O que tem p/oferecer a Siria ao seu povo???

É legitimo que ambicionem uma vida Melhor como qq um de NÓS ambicionaria no lugar deles!
Gosto · Responder · 1 · 31 min · Editado
Alexandre Eru
Alexandre Eru Exato Dora. Algo simples, e ao msmo tempo desmasiado complexo para estas cabeças...
Sara Morgado
Sara Morgado Desculpe mas isso é uma visão simplista e quase infantil de um conflito que é tudo menos simples. O Assad é um monstro que usa armas quimicas em populações indefesas. Mas se do outro lado temos mulheres e crianças indefesas, e temos rebeldes laicos que apenas queriam ver a Síria como uma democracia, também temos milhares de combatentes que não hesitariam em fazer a qualquer americano ou europeu, caso tivessem a oportunidade, exactamente o mesmo que o Assad fez. Essa posição tipicamente europeia de pretensa superioridade moral face aos EU já não cola. O Trump tem todo o direito, diria mesmo, o dever de tentar separar o trigo do joio e de saber exactamente quem entra nos EU. A proibição de entrada que ele pretendia era temporária até se perceber quem é quem, apenas isso. Coisa, aliás, que a Europa acabou por perceber, já tarde como de costume, daí o acordo com a Turquia na tentativa de impedir a entrada descontrolada de "refugiados" na europa. Mas esteja descansada que com as recentes derrotas do ISIS na Síria e no Iraque há centenas, se não milhares de jihadistas, civis claro, que hão de vir a caminho, quer como "refugiados" quer como bons cidadãos europeus que são. Alguns até portugueses. Pode ser que ainda venha a conhecer algum e então passava a desejar que alguém se tivesse dado ao trabalho de ter tirado o tempo para o investigar e lhe negar a entrada. É claro que um ataque como o que o Assad fez não podia ficar impune! Mas como foi o Trump que o fez, tem de ser imediatamente criticado. Claro que a posição do Obama foi melhor em 2013. Afinal ele não negou vistos aos Sírios, limitou-se a não fazer nada enquanto estes eram gaseados, uma atitude sem duvida muito mais louvável!!
Dora Cruz
Dora Cruz Tal como disse o Alexandre Eru, o que disse é demasiado complexo para certas cabeças !
Voilá !!!
Ricardo Crato
Ricardo Crato Dizer que o que dissemos é demasiado complexo, quando na verdade não dissemos nada de jeito não é um bom argumento contra alguém que de facto analisou algo de forma mais complexa. AD hominems for the win
Gosto · Responder · 2 min
Telmo Monteiro
Telmo Monteiro Mas já se sabe quem é o culpado pelo ataque com armas químicas? Parece que os líderes europeus são videntes, sabem tudo antes do tempo.....ou serão apenas uns cobardes que vão atrás do dono?
Luís Ramos
Luís Ramos Tanto odiavam o trump e agora que entrou no jogo que o bush começou e o obama continuou ja estao do lado dele hahaha que fantochada Lol
Gosto · Responder · 5 · 1 h
Rui Tavares
Rui Tavares Concordo. O conflito na Síria estava a ficar bastante entediante. Até já tinha ligado para a Zone a reclamar da grelha de programação. Já não ia lá com novelas, futebol e séries polícias da Fox. Eu quero mais. Preciso de adrenalina. Para quando a estreia da invasão da Coreia do Norte? Ainda não vi nenhum​ outdoor nas ruas!...
Gosto · Responder · 10 · 2 h · Editado
Alex Rodrigues
Alex Rodrigues Não têm nada pra oferecer 😂
Gosto · Responder · 2 · 1 h
Rui Tavares
Rui Tavares Mas o Trump não fez por mal...! A bem da verdade, ele só está a tentar concorrer ao prémio Nobel da Paz!.... Os critérios para a atribuição de tão almejado prémio mudaram! Agora ganha aquele que melhores atitudes belicistas tiver e o maior número de mortes que conseguir infligir. 💜
Gosto · Responder · 2 · 16 min · Editado
Paulo Ferreira Lopes
Paulo Ferreira Lopes Nos não temos de estar do lado de ninguém, a Rússia e os EUA andam a brincar as guerras e os EUA querem o apoio da Europa contra a Rússia. Esta brincadeira vai criar graves problemas à Europa nos próximos tempos.
Gosto · Responder · 2 · 1 h
Zé Mamzézas
Zé Mamzézas Ok!! Depois havemos de ver os ataques terroristas eu não vou rezar por ninguém!!
Gosto · Responder · 1 · 2 h
Marco Rafael
Marco Rafael A Europa ou começa a pensar por si própria ou irá existir problemas enormes.
Jadir Tavares
Jadir Tavares Imediatamente ao ataque a USAF destacou dois esquadrões de Hornet e F-16 para escoltar o Porter e Ross que lançaram os Tomahawk!
Renata Lopes de Lima
Renata Lopes de Lima Tudo farinha do mesmo saco, como dizem no Brasil, tantos eles, os nossos e os de la. Feitos uns com os outros. O povo e quem paga. Nao me surpreenderia nada se o Assad andasse a jogar golf com o Trump, a Merkel, a May e o Holland. Palhacos.
Gosto · Responder · 1 h · Editado
Helena Almeida
Helena Almeida Mas ainda assim vou arriscar.....viram as notícias hj ou só o ataque americano? Era só isto. Obrigado pela atenção.
Gosto · Responder · 1 h
Antony Gonçalves
Antony Gonçalves As críticas dos líderes europeus a Trump eram hipócritas bastou que os EUA fizessem mais uma agressão militar para que a Europa desse beijos e abraços a Trump
Gosto · Responder · 34 min · Editado
Sílvia Ribeiro Alves
Sílvia Ribeiro Alves Mentira. O Reino Unido apoiou, a França e a Itália querem uma investigação.
Gosto · Responder · 1 h
Eurico BD
Eurico BD não. os ordinários dos franceses apoiaram também.
Gosto · Responder · 1 · 1 h
Sílvia Ribeiro Alves
Sílvia Ribeiro Alves São todos uns animais e não nos representam.
Gosto · Responder · 1 h
José Gonçalves
José Gonçalves Mas Trump não disse na sua campanha que ia ignorar a Síria, era América first? O amigo putin não está a gostar, afinal vai chegar à conclusão que mais valia não ter interferindo
Gosto · Responder · 1 h
João Vasco Sousa
João Vasco Sousa Quem disse que foi o Assad?! Não equacionam sequer que foram os rebeldes?! O Trump caiu que nem um patinho nesta armadilha dos servicos secretos.
Adair Rodrigues Barbosa
Adair Rodrigues Barbosa Estocolmo já recebeu a conta. Os terroristas foram ajudados pelo pentágono. Na Síria. Quem treinou eles?
Gosto · Responder · 3 · 2 h
Zé Mamzézas
Zé Mamzézas Quem não gosta de refugiados e emigrantes prepare-se pode virar do dia para a noite!! É só a guerra rebentar e vão ver
Gosto · Responder · 1 · 2 h · Editado
Eric Barreto
Eric Barreto Foscase qualquer dia temos o planeta em guerra outra vez ,so tarados a comandar os paises!!!!lol eu nao quero guerra
Gosto · Responder · 1 h
Geninha von Hafe
Geninha von Hafe Haja marketing!
Gosto · Responder · 1 · 2 h
David Grossi
David Grossi Vai dar MERD@!
Gosto · Responder · 2 h
António Tomás
António Tomás Qual foi o Presidente dos EUA que doou o seu vencimento à caridade?
Gosto · Responder · 2 h
Helena Almeida
Helena Almeida Só vim ler.....
Gosto · Responder · 1 h
Rogerio Varela
Rogerio Varela Vimos o falhanço de 59 misseis.
Gosto · Responder · 1 · 2 h
Tiago Ribeiro
Tiago Ribeiro Palhaçada!!!!
Gosto · Responder · 1 h
Vladmír Baldé
Vladmír Baldé Os líderes europeus não passam de gays prostitutos de grande império d Satanás
José António Portugalia
José António Portugalia Lideres europeus ? Ou nazis ?
Gosto · Responder · 1 · 1 h

Sem comentários: